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Criada no Brasil em 2015, o Setembro Amarelo é a campanha para a conscientização sobre a prevenção ao suicídio. 

A ação, como o próprio nome diz, reforça a atenção da sociedade aos cuidados e recomendações de prevenção ao suicídio com a cor amarela durante o mês 9.

E, apesar do movimento acontecer apenas em setembro, as precauções devem ser abordadas ao longo do ano, a fim de garantir mais visibilidade à causa.

Setembro Amarelo: como ajudar?

A campanha do Setembro Amarelo é uma forma de informar a todos sobre a importância de estar sempre atento ao próximo, ainda mais no momento que o mundo está passando

Muitas viram suas vidas virarem de cabeça para baixo, enfrentaram períodos difíceis tanto pessoalmente, quanto profissionalmente , tiveram de encarar isolamentos severos e outras situações completamente atípicas e inesperadas.

Isso tudo, somados a inúmeros outros motivos particulares, podem, eventualmente, colocar as pessoas em condições mais vulneráveis e delicadas.

Com isso, a população deve se atentar e compreender que este cenário não deve ser ignorado, pois não se trata de frescura, drama, falta de fé, etc.

É preciso valorizar a vida!

Setembro Amarelo, apoie essa campanha.

Geralmente quem está passando por esse período não consegue identificar que precisa de ajuda, e muitas vezes, se fecha em um mundo paralelo e não permite que as pessoas se aproximem. 

No entanto, o Setembro Amarelo carrega a responsabilidade de zelar pelo próximo com consciência, consideração e empatia.

Então, quando possível, estenda a mão, dê uma palavra amiga, ofereça o ombro, converse ou apenas escute. 

Com certeza, uma dessas atitudes pode fazer toda diferença na vida de alguém, e pode ser a abertura necessária para que a pessoa coloque para fora o que lhe aflige e resolva buscar auxílio. 

Faça a sua parte e ajude a salvar vidas!

Maíla C. D’addìo – Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

Com o início da quarentena, nos vimos em um cenário muito diferente do que estávamos acostumados e, desde então, adaptar-se foi preciso.

Para você, o que foi mais intenso nesse processo? 

Como se adaptar a pandemia

Entre muitas dúvidas e novos hábitos, encaramos as mudanças geradas pela pandemia em diferentes fases:

Medo e tensão

Uma enxurrada de novas informações, inseguranças sobre um vírus desconhecido e incertezas sobre o futuro. O medo tomou conta de sociedade em estado de alerta, dando início aos primeiros bloqueios, paralisações e reclusão.

Compreensão

Ao ficar em casa, ganhamos mais tempo para assimilar a situação, entender um pouco mais sobre a pandemia, e também, readaptar nossas rotinas pessoais e profissionais com todo o cuidado.

Aceitação

Percebendo os riscos do contágio, reconhecendo a necessidade da quarentena e cumprindo corretamente as medidas de proteção (indicadas pelas organizações de saúde), encontramos a calma necessária para driblar as fases anteriores e, de fato, aceitar o momento.

Descoberta

Neste estágio, passamos a observar mais as oportunidades a nossa volta e aproveitar melhor o nosso tempo livre. Algumas pessoas descobriram novos talentos, outras puderam se dedicar mais algo que já haviam começado anteriormente, e todos nós pudemos notar o verdadeiro valor das coisas simples. 

Flexibilização

O “novo normal” começou a fazer parte do nosso dia a dia, a fim de movimentar os negócios e fazer com que nós (re)aprendêssemos a conviver, ainda respeitando as todas precauções adotadas desde a primeira fase.

Libertação

A fase que esperamos ansiosamente! Enquanto aguardamos pela vacina, ficamos sonhando com o momento certo de deixar as máscaras de lado, correr para o abraço, rever os amigos e familiares, em busca da nossa liberdade! 

Liberdade é parte do processo de adaptação a pandemia

Hoje, temos que continuar nos cuidando e cuidando do próximo para cultivar tempos mais positivos no coração.

Acima de tudo, é por meio desses conhecimentos e aprendizados que percebemos que, juntos, somos sim capazes de nos adaptar!

Maíla C. D’addìo – Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

 

Por conta da necessidade de manter-se em casa durante a pandemia, as relações e os vínculos entre familiares e amigos que compartilham de um mesmo lar se fortaleceu ainda mais no período da quarentena.

Com muitos meses de intensa convivência em vista, o cuidado e a proteção falaram mais alto e fizeram com que todos prestassem mais atenção ao zelar pela saúde e pelo bem-estar de seus parentes.

A fim de oferecer total segurança a todas as pessoas de seus vínculos, principalmente aos idosos — considerados parte do grupo de alto risco da COVID-19 — muitas casas foram adaptadas, rotinas foram transformadas, e cada experiência do cotidiano tornou-se um desafio diferente.

Ficar em casa e oferecer total segurança a todas as pessoas de seus vínculos

Auxiliando-os a garantir seus cuidados essenciais no dia a dia, uma boa alimentação, vitaminas para melhorar a imunidade, hidratação, atividades, não perder os horários dos medicamentos, entre outras dedicações, senhoras e senhores acostumaram-se com o integral suporte para realizar seus afazeres.

Porém, com a flexibilização, reabertura gradual dos estabelecimentos e volta da vida no “novo normal”, os idosos, habituados com a frequente companhia e laços mais estreitos em relação a seus vínculos, voltaram a ficar mais tempo desacompanhados.

Mas, e agora? O que fazer? Voltando ao título da nossa matéria: como flexibilizar os vínculos criados na quarentena?

Ainda não há uma previsão de quando tudo isso passará definitivamente, porém, diante da delicada situação, a resposta ideal para solucionar essa questão encontra-se em um meio termo, em uma decisão que ajude ambas as partes — tanto de quem cuida, como aquele que é cuidado.

Preparadas para enfrentar o futuro da pandemia, as casas de repouso têm redobrado a atenção e promovido todos os serviços, esforços e novos vínculos necessários para atender aqueles que se encontram na terceira idade.

Novos vínculos depois da quarentena

Aqui na Nossa Casa, funcionamos a todo instante com muito carinho, atividades diárias, boa alimentação e supervisão médica, com funcionários e colaboradores qualificados para certificar que, mesmo em após este conturbado momento, tudo corra bem e a alegria permaneça, sempre!

Maíla C. D’addìo – Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

Ao longo do cenário que seguimos enfrentando, muitas dúvidas e incertezas têm surgido com bastante frequência. As tantas mudanças e adaptações seguem levantando diversas perguntas, sendo uma das mais comuns, o título da nossa matéria de hoje: Como será o comportamento do mundo pós-pandemia?

Com isso, te convidamos para uma rápida experiência. Feche os olhos e lembre-se de como eram os dias antes dos impactos da COVID-19. Nada parecidos com os dias de hoje, não é mesmo?

Depois que passamos a adotar quarentena, pudemos notar com clareza os impactos e efeitos da pandemia em um lugar que já parecia despreocupado com os descasos, desperdícios e desrespeito.

Antes, o tempo era priorizado de outra maneira, fazendo com que os acontecimentos futuros fossem mais valorizados do que tudo o que acontecia no “aqui e agora” do presente.

Já o universo dos negócios funcionava com um intenso fluxo de operações, sem jamais imaginar ou considerar inserir em seu planejamento medidas alternativas para enfrentar possíveis e maiores problemas, principalmente os causados por uma pandemia — como o fechamento de empresas, o desemprego, entre outros pontos.

Os encontros com amigos e familiares, que eram normalmente corriqueiros pré-pandemia, acabaram nos fazendo esquecer da real importância de estar junto e por perto, apenas diante do isolamento.

Então, de repente, começamos a nos preocupar mais. Sem esquecer de todas as perdas e todas as demais transformações provocadas pela pandemia, vimos que não existe maneira melhor de se proteger a não ser com a prevenção.

As mudanças pós-pandemia

Para isso, o álcool em gel, o uso obrigatório de máscaras e o distanciamento social se tornaram aliados essenciais para a não propagação e evolução da pandemia, uma vez que sabemos que estar bem não significa estar livre da contaminação e que todo cuidado é pouco.

Certamente uma grande mudança começou!

Hoje, já conseguimos ressignificar palavras como “empatia”, “saudade”, “distância”, “saúde” e, principalmente, compreender o verdadeiro valor das coisas e momentos simples da vida, que o dinheiro não compra.

Assim, os aprendizados e novas perspectivas que levaremos conosco após a pandemia, serão avaliadores primordiais de nossos pensamentos e atitudes daqui pra frente.

Logo, tudo isso vai passar. E o mundo? Com certeza será um lugar mais humano, mais feliz de se viver!

Maíla C. D’addìo – Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

05 jun

O isolamento social e demais circunstâncias consequentes da pandemia trouxeram uma série de momentos incertos, dificuldades e novos hábitos e cuidados, atingindo a todos de alguma forma, sem exceções.

Durante a quarentena, nossa vida pessoal passou por algumas mudanças: tivemos de nos afastar temporariamente de nossas famílias e amigos, adaptar as rotinas, adequamos o jeito como trabalhamos, e até mesmo deixar de visitar nossos lugares favoritos.

Além disso, no decorrer da pandemia, reinventamos a maneira de comemorar datas importantes como aniversários, Páscoa, Dia das Mães ou até mesmo aproveitar feriados curtos e prolongados, deixando de realizar (ou remarcando) algumas viagens, encontros e inclusive os almoços de domingo.

Passamos a usar máscara e álcool em gel, intensificamos a higienização das mãos, objetos e ambientes, ficamos em casa, saindo apenas quando necessário para ir à farmácia ou ao supermercado e adotamos novas medidas preventivas para evitar que a pandemia se dispersasse ainda mais.

Na pandemia, passamos a usar máscaras.

No entanto, simultaneamente, ganhamos mais tempo para prestar mais atenção ao nosso redor. Com a pandemia, aprendemos a contemplar a vista da janela, o pôr do sol, a natureza, e aproveitar o ar mais limpo.

Reconhecemos a importância dos detalhes, valorizamos as coisas mais simples e passamos a compreender melhor o outro e querer evoluir o daqui pra frente, quando tudo voltar ao normal.

Assim, vimos boas ações, atitudes e gentilezas, pessoas se reinventando e a empatia crescendo e se espalhando cada vez mais.

O mundo precisou de uma pausa em forma de pandemia para entender que estava sem freio, sem tempo e sem amor. E, definitivamente, não há dinheiro que compre a nossa saúde.

Então, voltando ao nosso título, fica a pergunta que tanto queremos descobrir a resposta: como seremos depois da pandemia?

Com certeza, pessoas mais conscientes sobre viver um dia após o outro e aproveitar a cada momento, como se não houvesse amanhã.

Maíla C. D’addìo – Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

 

Em tempos de pandemia de coronavírus, como ficam os idosos?

Já se fez essa pergunta ou parou para pensar como seria estar no lugar deles? Apesar de ser um momento difícil para todos, os idosos são os que mais sofrem com o isolamento social, seja pela distância e saudade ou novas práticas adotadas.

Uma vez parte do grupo de risco da doença, as recomendações são restritamente pontuais e reforçam o pedido para que as pessoas com mais de 60 anos fiquem em casa, além, claro, de seguir as medidas preventivas fundamentais para driblar o coronavírus.

Com isso, algumas tarefas simples do dia a dia tornaram-se menos acessíveis para os idosos, como ir ao banco, farmácia ou fazer compras de supermercado, por exemplo, sem contar com suas atividades esportivas e caminhadas.

Idosos devem seguir as medidas preventivas para driblar o coronavírus

Diante da quarentena, os cuidados pessoais com a saúde, locomoção, alimentação e outros aspectos relacionados ao bem-estar dos idosos também passaram a precisar de um suporte a mais, assim evitando qualquer tipo de aborrecimento ou aumento da sensação de solidão.

Exercícios foram reajustados para o ambiente interno a fim de manter a rotina ativa, visitas presenciais foram interrompidas temporariamente, migrando o contato com a família e os netos para o mundo digital, entre outros desafios encontrados e readaptados para preservar a vida dos idosos durante este período de COVID-19.

É preciso ajudar os idosos com as tecnologias para que eles possam contatar a família em tempo de coronavírus

Sabendo que é necessário agir o quanto antes, mobilizações voluntárias de solidariedade entre parentes, amigos, vizinhos e cuidadores tem sido muito bem-vindas e feito total diferença nos cuidados com os idosos, formando uma corrente do bem para ajudá-los a todo instante.

É por isso que com amor, boa vontade, disciplina, sabedoria e paciência tudo pode ser amenizado, proporcionando mais leveza para enfrentarmos juntos o momento que estamos passando.

Aqui na Nossa Casa não poderia ser diferente, assim, tomamos diversas providências de segurança de acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde) para oferecer a melhor assistência e apoio às nossas queridas hóspedes.

Maíla C. D’addìo – Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

O momento pode ser usado para estreitar laços familiares.

Brincadeiras para fazer na quarentena com as crianças Brincar de pintura com as crianças é uma ótima forma de diversão

Com a quarentena, escolas estão fechadas e a as crianças ficam mais tempo em casa. Com isso, os pequenos acabam passando muito tempo em frente as telas, o que preocupa a maioria dos pais.

Por isso, pensando em fazer da quarentena um momento para fortalecer os laços com os filhos, a empresária Amélia Whitaker criou o movimento Alegria Sem Pilha, que pode ser acompanhado no Instagram.

O Pleno.News listou 10 brincadeiras que fazem parte do movimento para você testar na sua casa com a família. Confira!

1 – Imitando bichos
Aqui, cada pessoa deverá escolher um animal para representar. Em seguida, quando ela fizer a representação, os outros participantes da brincadeira deverão imitá-la. Simples e divertido!

2 – Massagem
Essa é uma ótima opção para os pais de crianças agitadas. Como o nome já diz, a sugestão é fazer um momento de spa com as crianças. Use óleos e faça massagens nos pequenos e, depois, é só trocar as funções.

3 – Dançar
Parece bobo, mas pode se transformar em um ótimo momento de diversão. Coloque uma música bem agitada e invete coreografias para os filhos imitarem. Depois, deixe eles conduzirem a brincadeira também!

4 – Avião
Deite no chão, apoie os pés na barriga da criança e a levante! Agora é só imitar sons de avião, turbulências e deixar a imaginação falar mais alto.

5 – Circuito com pista de obstáculos
Use o espaço da casa para deixar o ambiente ainda mais divertido! Deixe as crianças criarem circuitos com objetos que não representem perigo e, depois, faça uma corrida de obstáculos.

6 – Origamis
Reúna a criançada, dê papel colorido e ensine a fazer origamis. Tem chapéu de soldado, barquinho, avião… Depois, você pode usar as criações para enfeitar o lar.

8 – Caixa de papelão
Se você tem fácil acesso a caixas de papelão, pode usar para dar asas a imaginação dos seus filhos. Use o objeto como foguete, casinha, fogão ou qualquer coisa que vier a mente.

9 – Autorretrato
Deixe as crianças desenharem a si mesmas! A arte pode ser feita até com tinta, pra deixar tudo mais divertido para os pequenos. Depois, você pode brincar até de exposição com elas.

10 – Carimbo na batata
Descasque uma batata e corte ao meio. Em seguida, use uma faca para fazer um desenho em uma das partes. Depois é só passar tinta e carimbar em um papel.

Fonte: Pleno.News

Prevenções do COVID-19 durante as compras fora de casa

Moedas e cédulas de dinheiro passam de mão em mão pelas ruas e em comércios. Cartões de banco e documentos pessoais também são usados frequentemente por todos. Não se sabe ao certo quanto tempo o vírus que causa a COVID-19 sobrevive em superfícies, mas a orientação central para evitar contaminação é, após usar esses objetos, lavar as mãos com água e sabão ou usar álcool gel 70% e evitar tocar nos olhos, boca ou nariz.

“Não importa se o meio de pagamento é cartão ou dinheiro, o que importa é higienizar as mãos. Como não ficamos o tempo todo com eles nas mãos, ao pegar nessas coisas e em tudo que a gente compartilha, como canetas, higienize as mãos”, explicou a infectologista Eliana Bicudo, da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI).

Mesmo com a recomendação do Ministério da Saúde de manter o isolamento social, algumas pessoas ainda precisam frequentar mercados e farmácias em busca de itens essenciais ou mesmo estabelecimentos de saúde. De acordo com Eliana, quando saímos de casa, o importante é manter um distanciamento de pelo menos 1 metro entre as pessoas. “Pode fazer seu supermercado, suas compras, tocar nos objetos, mas ficar atento para não levar as mãos à boca. Assim que acabar, higienize as mãos dentro do possível, sempre que puder”, ressaltou.

Estudos apontam que os coronavírus (incluindo informações preliminares sobre o que causa a COVID-19) podem persistir nas superfícies por algumas horas ou até vários dias. Isso pode variar, por exemplo, conforme o tipo de superfície, temperatura ou umidade do ambiente.

“O tempo pode variar de material para material. A gente sabe que pode estar até três dias em metal e no plástico, no tecido em menor tempo. Único lugar que se tem certeza que não sobrevive é no cobre. Por isso, quando estiver em lojas, evite colocar a mão nas mesas e nos balcões”, explicou a infectologista.

Na dúvida, higienizar as mãos é a melhor medida preventiva, bem como limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência, como celulares. A transmissão do coronavírus ocorre de pessoa a pessoa por meio de gotículas exaladas pelo doente quando ele fala, tosse ou espirra. Quando a pessoa doente toca em objetos ou aperta a mão de alguém e esta coloca a mão a sua boca, nariz ou olhos, também ocorre a infecção.

A SBI esclarece que ainda não se sabe com certeza o papel da pessoa sem sintomas na cadeia de transmissão e recomenda que não se deve cumprimentar ninguém com as mãos.

Fonte: Agência Brasil

Alimentação saudável durante a quarentena do coronavírus

Com a crise do coronavírus (Covid-19), é preciso fazer ajustes na rotina para não colocar a saúde em risco. E, em quarentena, é provável que os hábitos alimentares mudem.

Ao ficar em casa por muito tempo, a atividade física diminui e a ansiedade aumenta. Isso leva a erros graves na dieta: aumentar a quantidade de lanches não saudáveis ​​e reduzir a queima de calorias.

A seguir, você confere dicas para manter uma alimentação saudável durante a quarentena do coronavírus.

  • Crie um menu
    Reserve um tempo para planejar as suas refeições e evitar consumir a primeira coisa que você vê na geladeira.
  • Evite bebidas açucaradas
    Ao reduzir as atividades físicas, é recomendado evitar o consumo de açúcar. Refrigerante, por exemplo, deve ser cortado da dieta.
  • Coma os alimentos certos
    Vegetais, laticínios e alimentos ricos em fibras impedem a ansiedade entre as refeições. Assim você não abusará nas quantidades.
  • Faça lanches saudáveis
    Em vez de comer lanches com sódio e açúcar, encontre opções saudáveis, ​​como iogurte, nozes e biscoitos de aveia.
  • Encontre uma atividade relaxante
    Este é o momento ideal para buscar uma atividade prazerosa. Isso evitará que você sinta ansiedade e coma mais do que precisa.

Fonte: Metro Jornal

Boatos sobre alimentos protetores contra o coronavírus estão circulando nas redes. SAÚDE investiga se a dieta ajuda a enfrentar infecções de forma geral.

Alimentação balanceada ajuda a prevenir o coronavírus
Ter uma alimentação balanceada ajuda a fortalecer o sistema imunológico para enfrentar infecções como a do coronavírus.

Apesar do que dizem algumas fake news por aí, não existe alimento ou nutriente milagroso que evite ou trate a Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. “A imunidade é formada por um conjunto de fatores que atuam contra diferentes doenças, vírus e bactérias. Não podemos elencar um único alimento ou uma vitamina para resolver um problema de saúde”, aponta o infectologista Hélio Bacha, do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, à Agência Einstein.

Por outro lado, uma dieta balanceada como um todo ajuda o organismo a se manter preparado contra invasores. “Se o indivíduo se alimentar corretamente, seu sistema imunológico estará competente, independentemente do tipo de infecção”, informa a nutricionista Deise Cristina Caramico, professora do Centro Universitário São Camilo, em São Paulo, em entrevista à SAÚDE.

Deise conta que temos de investir em fontes de todos os nutrientes, porém destaca alguns que dão uma força especial. “Eles favorecem os glóbulos brancos, que são as nossas células de defesa”, complementa.

Saiba quais são eles e onde se encontram:

  • Proteínas: alimentos de origem animal (carne vermelha e branca, leite, ovos) e leguminosas (feijão, soja, ervilha, grão de bico). “Recomendo comer leguminosas junto com cereais, como arroz e milho, para que um complemente o outro”, ensina Deise. Essa mistura fornece aminoácidos de ótima qualidade.
  • Zinco: carnes de todos os tipos, principalmente a vermelha, derivados de animais e frutos do mar.
  • Magnésio: leguminosas, oleaginosas (nozes, amêndoas, castanhas) e verduras folhosas.
  • Selênio: a principal fonte é a castanha do Pará ou do Brasil.
  • Vitamina A: está presente em fontes de gordura (queijo, gema do ovo) e em vegetais de coloração alaranjada, como manga, mamão e cenoura.
  • Vitamina C: o micronutriente mais famoso quando citamos imunidade é ofertado por frutas cítricas (laranja, mexerica, maracujá, limão, abacaxi).
  • Complexo B: “É composto por várias vitaminas disponíveis em todos os grupos. Então é necessário ingerir um pouco de cada”, raciocina a profissional. Lembrando que a B12 é encontrada apenas naqueles de origem animal. Por isso, os veganos precisam considerar suplementos, com orientação profissional.

O papel da microbiota intestinal
Os prebióticos e probióticos também têm sua importância nessa história. Além de fortalecer a imunidade, eles estimulam sua atuação.

Os probióticos são micro-organismos que colonizam nosso intestino e promovem diferentes benefícios — eles fazem parte da composição de iogurtes e leites fermentados. Já os prebióticos são, digamos, a comida dos micro-organismos que integram a microbiota. Estamos falando das fibras da cebola, da aveia e por aí vai.

E os suplementos alimentares?
Na época de gripe, a procura nas farmácias por suplementos de vitaminas, principalmente da C, costuma aumentar. É possível que o mesmo aconteça na pandemia atual.

A professora explica que só é necessário lançar mão desses produtos caso haja diagnóstico de algum nutriente em falta. “Se a alimentação de uma pessoa é balanceada, ela já recebe esses elementos nas quantidades suficientes para manter a boa performance do sistema imune”, assegura.

A recomendação para quem não tem um cardápio bacana é, em um primeiro momento, mudar esse comportamento. “Agora, se não resolver, ela poderá usar suplementos”, conclui Deise. E, mais uma vez, sempre sob orientação profissional.

Três fake news sobre alimentação e coronavírus
Comer alho evita o contágio pelo coronavírus: pesquisas anteriores mostram que o alho tem componentes que auxiliam nos processos de defesa do organismo. Porém, não há evidência científica de que ele, sozinho, evite o novo vírus, também chamado de Sars-Cov-2.

“E não existem estudos comprovando que quem come mais alho tem menos doenças”, arremata Hélio Bacha.

Consumo de fontes naturais de vitamina C cura a Covid-19: uma mensagem enviada nos grupos de aplicativo alega que a vitamina C natural combate o novo coronavírus. Ela teria sido escrita por uma estudante chamada Laila Ahamadi, da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade de Zanjan, que ficaria na China.

Segundo o texto, a enfermidade seria resultado de uma fusão entre os genes de cobra e morcego. A mensagem ainda indica que tomar água quente com rodelas de limão afastaria a chateação e até salvaria a vida dos atingidos.

Há várias informações incorretas aí, a começar pelo fato de que a Universidade de Zanjan fica no Irã, não na China. E a história da fusão de genes gera desconfiança por si só. Até o momento, nem foi confirmado qual animal serviu de intermediário para o novo coronavírus começar a atacar seres humanos.

De qualquer jeito, faltam evidências de que água quente com rodelas de limão ofereça qualquer proteção especial frente ao novo coronavírus. Alimentos com vitamina C contribuem para o sistema imunológico, porém não são tidos como remédio.

Beber água potável a cada 15 minutos expele o novo coronavírus: esse líquido é fundamental para a saúde e o bom funcionamento do corpo. Manter-se hidratado inclusive é uma recomendação médica para pessoas afetadas por infecções.

No entanto, postagens citam que um médico japonês recomenda a ingestão de água a cada 15 minutos para expelir qualquer vírus por meio da urina e do suor. “O Sars-Cov-2 não é eliminado dessa forma”, contesta Bacha.

Fonte: SAÚDE