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Blog

22 set

A palavra gratidão que está em alta no momento significa muito para quem a põe em prática. 

É fácil agradecer quando tudo está indo bem, quando as coisas dão certo, os planos saem conforme o esperado, os bons momentos. 

E quando tudo parecer desabar? Quando as coisas dão errado, como é que fica a tal gratidão? 

Pois esse é o exercício e a proposta, agradecer independente do que aconteça de bom e de ruim. Complicado, não é? 

O ato de agradecer mesmo em situações desagradáveis significa que você tem entendimento sobre as provas difíceis do dia a dia. É preciso passar por elas para crescer, evoluir e aprender. 

Mesmo quando se perde algo ou alguém, é preciso agradecer pelo tempo que se pôde ter aquela experiência. Por exemplo: um longo relacionamento chega ao fim, não considere anos perdidos, foram anos de aprendizado onde muitos erros cometidos neste período, provavelmente não se repetirão. Isso é aprender com a vivência, e é preciso ter gratidão. 

A vida é como um jogo de vídeo game, que a cada fase fica mais difícil, requer mais habilidade, entendimento  e também paciência. 

Então agradeça por cada etapa, por cada topada, cada tombo e por todas as vezes que se levantou, sacudiu a poeira para dar a volta por cima! 

Ah, e nós agradecemos ter você por aqui. 

Maíla C. D’addìo – Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU

Radialista DRT 0034310/SP

10 set

Após um longo período de grandes dificuldades que a Pandemia trouxe para a maioria das empresas e empreendedores, manter-se de pé foi além de uma opção. Foi superação, confiança, determinação, coragem e principalmente o reconhecimento de um elemento de enorme importância: o cliente!

Sem o cliente, o comércio não existe, a empresa fecha, o empreendedor desmotiva, a economia para.

Apesar de todo o malabarismo com as contas, ele sempre esteve ali, presente, na torcida, incentivando o comércio e também os serviços.

Cliente apertando mãos

Vivemos uma troca de experiências neste período onde cada um pode se colocar no lugar do outro. Foi preciso ajustar valores, entender necessidades e então chegar num equilíbrio para ambas as partes.

Praticamos a empatia! Aliás, aprendemos muito sobre isso!

Mas tudo isso só foi possível porque ele estava lá. Ele sempre esteve lá. O cliente!

Aos nossos e a todos os clientes, um feliz dia!

Receba hoje e sempre nosso eterno agradecimento e admiração.

E saiba que tudo o que fazemos é sempre pensando em melhor atendê-lo. Afinal, você tem sempre razão, a sua opinião é muito importante para nós e isso não é apenas uma mensagem de espera telefônica.

Maíla C. D’addìo | Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

02 set

No ultimo ano, muita gente passou pelos piores momentos de suas vidas. Perderam seus empregos, entes queridos, encararam a solidão por conta do isolamento social, sem contar a visita da depressão que infelizmente nem
sempre depende de um “motivo” específico.

Ela é uma doença séria e que precisa de atenção. Estamos entrando no mês de setembro, mês conhecido como Setembro Amarelo, com ações voltadas à prevenção ao suicídio. A cor amarela significa luz, calor, descontração, otimismo e alegria. Que tal sermos “amarelo” na vida de alguém.

Basta praticar ações básicas e importantes como:

– Ligar para aquele amigo que já faz um tempo que não fala para saber se está tudo bem;
– Fazer uma visita surpresa aos pais e/ou avós – seguindo todos os protocolos de segurança;
– Enviar um mimo pelos correios para alegrar o dia de alguém;
– Enviar uma mensagem edificante no meio do dia ou indicação de um bom livro para aquela pessoa que tenha um histórico de acontecimentos tristes;
– Ser um bom ouvinte. Às vezes, as pessoas precisam apenas desabafar, deixar sair.

Em tempo onde o choro está presente com tanta frequência, sorrir e fazer sorrir é um ato de coragem, esperança e resistência.

Seja amarelo na vida de alguém!

Maíla C. D’addìo – Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

O tempo passa rápido e quando vê o filho já cresceu, já foi morar sozinho e você está ali, ainda com os brinquedos e roupas dele nas mãos, olhando a cama feita que por muitas vezes esteve bagunçada e isso era motivo de tanta discussão. 

A famosa síndrome do ninho vazio que a grande maioria das mães sente quando até o caçula cria asas e segue a sua vida. 

Saiba que os filhos também sentem falta das asas dos pais quando decidem seguir seu caminho em voo solo. Saudade da coberta no meio da noite e do leitinho quente da infância. 

Qualquer separação é dolorosa. 

Mas como tudo tem o seu lado positivo, é possível dizer que tanto os filhos, quanto os pais experimentam situações que lhes trazem grande crescimento e amadurecimento.  Muitas relações melhoram depois dessa mudança de rotina. 

As visitas costumam ser cheias de saudades e não há tempo para discussões. Existe mais cumplicidade, paciência e verdadeira vontade de estar junto. 

Aquela passadinha para um café no final da tarde é sempre bem vinda para ambas as partes, independentemente de onde estejam vivendo. 

Programe um dia na semana para visitar seus pais, avós ou até mesmo seus filhos e netos. 

O tempo não espera a sua agenda e o álbum de família não deve ter páginas vazias. 

 

Maíla C. D’addìo – Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU

Radialista DRT 0034310/SP

20 ago

A semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória.

Com certeza você já ouviu esse provérbio, não é? Ele é uma boa reflexão para avaliar as atitudes que temos em nosso dia a dia.

É a famosa lei do retorno. Aqui se faz, aqui se paga. Faz parte do aprendizado.

Se você está semeando discórdia, ingratidão, egoísmo, sem dó algum, é isso que receberá de volta.

Agora, se você é uma pessoa que procura entender o próximo, agradece as oportunidades que aparecem, tem bons sentimentos no coração, com certeza, a vida lhe devolverá somente coisas boas.

Pessoa semeando na terra

A vida é uma escola. Ela ensina, corrige ou reprova.

Em vários momentos surgem tarefas que precisam ser resolvidas. Temos algumas opções, inclusive não resolver.

Acontece que esse problema que deixamos de lado volta em tamanho maior, junto de um outro, e tudo fica ainda mais difícil. Até que chega o ponto em que não há saída a não ser encará-lo de frente e finalmente resolver.

Essa é a colheita do que se semeou.

A situação em que estamos hoje tem muito a ver com as escolhas que foram feitas lá atrás.

Reflita sempre sobre suas atitudes. Elas dizem muito sobre você e o que você está semeando.

Ainda é tempo de revisar a matéria, tirar boa nota, e colher as mais belas flores.

Leia mais: Você olha para o seu jardim?

Maíla C. D’addìo | Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

11 ago

Não está bom? Mude!

por nossacasa

Mude! Sempre que achar necessário, mude, se mude, mude algo de lugar.

Algumas situações aparecem em nossas vidas para testar nossa paciência, nosso autocontrole, nosso poder de decisão e transformação.

Tem muita coisa que nos incomoda, amarra a vida e deixa aquela sensação de que nada vai pra frente. Mas tudo depende de nós, da nossa força de vontade em fazer diferente, de dar o próximo ou primeiro passo, de mudar aquela situação.

As dificuldades vêm para ensinar e mostrar que somos capazes de transformações que jamais imaginaríamos.
Então, mude! Faça algo! Mexa-se!

Afinal, quem fica parado é poste! Camarão que dorme a onda leva.

E este é o momento de treinar as anteninhas para captar as boas oportunidades que simplesmente passam e dificilmente voltam, de aproveitar as chances que recebemos a todo momento e que muitas vezes nem nos damos conta.

Não desperdice para não gerar arrependimentos. Não desperdice nem ao menos um banheiro. Já pensou precisar de um em pleno engarrafamento? Exemplo simples que define um sufoco e tanto!

Aquela viagem que não fez, aquele curso que ficou pra depois, aquele negócio que não abriu.
Vista-se da mais louca coragem e vai!

Se joga numa nova vida de realizações.

Pegue sua bagagem e mude-se!

Leia mais:
Qual medalha você merece?
Amigo é coisa pra se guardar

Maíla C. D’addìo | Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

02 ago

É tempo de Olimpíadas. Medalha de ouro, prata ou bronze.

Quem se destaca mais, vence, quem se destaca menos, fica em outra classificação. Tem quem não alcança o pódio, ou ainda quem nem é escalado a competir.

O ápice da Olimpíada é garantir o ouro. E, para isso, é preciso fazer tudo certo, conforme o treino incessante e orientações dos técnicos. O atleta sabe bem o que é pra ser feito. Nada ali é novidade. E um mínimo deslize pode ser suficiente para que sua classificação mude de posição ou até mesmo não exista.

Bronze ainda é bom, mas o ouro é o topo. É mostrar para sua nação que estudou, aprendeu e fez corretamente a lição. Se você imaginar que a vida é um convite a participar das Olimpíadas, onde as classificações são baseadas em boas atitudes para com os outros, qual seria a sua classificação?

Bronze, prata ou ouro?

Medalha olímpica

Assim como os atletas, você também sabe a lição e a cada dia tem a chance de praticar um pouco mais sobre ser um ser melhor.

Bronze é bom, mas significa que é preciso ser mais, trabalhar mais, melhorar mais. Alguns deslizes de comportamento ainda acontecem, pensamentos negativos, egoísmo e etc.

Prata é um pouco melhor, mas significa que algo ainda precisa ser melhorado. Pensamentos negativos visitam de vez em quando e atrapalham sua conexão.

Ouro é supremo. Não existe detalhe a ser considerado negativo a ponto de diminuir a sua classificação. Você aprendeu sobre ser uma pessoa do bem e a trabalhar as adversidades da vida para que elas não impeçam a sua conquista.

E então, qual a sua medalha nesta altura da competição?

Leia mais:
E se você tivesse uma segunda chance?
Uma outra maneira de abraçar

Maíla C. D’addìo | Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

28 jul

Julho foi o mês do dia amigo e da amizade.

Você é do tipo de pessoa que tem poucos e bons amigos ou é rodeada de colegas?

Muitas vezes uma amizade surge de onde menos se espera. Tem amizade que se fortalece justamente nos momentos mais difíceis.

Num momento de dor, angústia, tristeza, ter um amigo por perto faz toda diferença. Pode se dizer que é um dos melhores remédios. E é neste momento também que é possível saber quantos amigos de verdade uma pessoa tem.

Poucos ou muitos, celebre sempre a amizade, cultive bons amigos, leve para a vida toda uma amizade verdadeira!

A amizade é uma das formas mais genuínas da amar. É empatia, cumplicidade, companheirismo, cuidado, saber ouvir, falar o que é preciso na hora certa, corrigir, perdoar e também pedir perdão.

Amigo

Não perca nunca a oportunidade de dizer ao seu amigo o quanto ele é importante na sua vida e na sua história.
Esteja presente mesmo que distante. Mande um oi no meio da tarde, um bom dia numa quarta feira cinzenta, um boa noite em meio a uma oração.

Amigos são anjos enviados por Deus para que possam cuidar no nosso coração por meio de um simples abraço silencioso.

Como diz a Canção da América de Milton Nascimento, amigo é coisa pra se guardar…

Maíla C. D’addìo | Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

A pandemia trouxe para a sociedade uma nova forma de viver a vida.

Sensações como medo e insegurança passaram a fazer parte do dia a dia das pessoas — sem contar a tristeza por grandes perdas e mudanças na rotina após vários meses de distanciamento dos familiares e amigos.

A pergunta que fica é: como serão as relações sociais quando tudo passar?

A volta ao normal talvez não seja tão simples como muitos imaginam. Além disso, especialistas falam sobre uma possível fobia sobre voltar às atividades de antes.

Relações sociais depois da pandemia

As relações sociais depois da pandemia

A criança que desaprendeu a conviver com os colegas da escola e se tornou mais quieta e solitária: Ela precisa reaprender a brincar com outras crianças, trocar experiências que a idade lhe traz.

O consumidor que não pretende mais ir às lojas pois se adaptou com a facilidade da compra online: Tchau preguiça! Ir às lojas nem sempre significa fazer compras, e sim um momento de reaprender a conviver.

O trabalhador que se acostumou com o home office e não pensa na possibilidade de voltar à rotina de sair de casa todos os dias: Aplicar a possibilidade de trabalhar presencialmente em dias alternados ou determinados pode ser uma boa experiência para empregado e empregador.

A pessoa que utilizou o isolamento como a desculpa ideal para justificar a ausência em um evento que na verdade não queria ir: Uma boa oportunidade para praticar o respeito a si mesmo sem desculpas.

Seja qual for a sua dificuldade, é preciso entender que após o mergulho que o mundo fez para dentro se si, é preciso o impulso para emergir e voltar e viver e conviver, para sobreviver.

Maíla C. D’addìo | Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

15 jul

De quem é a culpa?!

por nossacasa

Mas, de quem é a culpa?

Já ficou horas tentando achar um culpado para determinadas situações na vida?

Problemas financeiros, chateações com o trabalho ou negócio, relacionamento, rotina e por aí vai.

Pois bem, sinto em dizer, mas o único culpado pela situação em que se encontra é: VOCÊ.

Culpa de quem

– Se você está afundado em dívidas, a culpa é sua por não saber sobre poupar e administrar o dinheiro que entra e sai;
– Se está cansado, desanimado do emprego, a culpa é sua por não se preparar melhor e se lançar e se destacar no mercado de trabalho;
– Se os negócios não vão bem, a culpa é sua por má administração, falta de preparo para gerenciar os altos e baixos do mercado financeiro;
– Se o relacionamento está ruim, a culpa é sua por permanecer ainda lá;
– Se não aguenta mais a rotina que leva, a culpa é sua por não se propor algo novo, não se aventurar nas oportunidades que aparecem todos os dias.

Saiba que da mesma forma que a culpa é toda sua, as glórias e vitórias também são.

É sabendo identificar que a mudança só depende de você é que o primeiro passo, de muitos, será dado.

Ficar tentando achar um culpado para cada situação é uma das maiores perdas de tempo da vida de uma pessoa.

Não resolve, não avança e não vence!

Leia mais: Higienize seu modo de pensar

Maíla C. D’addìo | Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP