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13 abr

Sempre se ouve a seguinte reflexão: “como gostaria de voltar nos meus 20 e poucos anos”. Você faria muita coisa diferente? Aproveitaria mais os seus pais, seus avós, as amizades, perdoaria mais, se respeitaria mais e etc.?

Lamento dizer, mas essa é uma consciência que só vem com o tempo. Bom seria voltar nos 20 e poucos anos com a mentalidade de hoje, com o conhecimento e entendimento que se tem no presente a partir do que se aprendeu.

Como o passado não te pertence mais, o jeito é cuidar para que esse tipo de sensação não se repita lá no futuro. E mesmo com toda a sabedoria adquirida até aqui, cada dia, cada situação que a vida traz ainda é um desafio e tanto.

O próprio momento que o ser humano atravessa de pandemia e isolamento é um exercício que traz um enorme aprendizado. Tem muita gente se transformando e se reinventando neste momento. Aprendendo a valorizar as coisas simples, as pequenas atitudes que passavam despercebidas até pouco tempo atrás e não só lá nos 20 e poucos anos.

O que você aprendeu

É sempre tempo de aprender, ser novo, experimentar, crescer e melhorar.

E então, o que você aprendeu até aqui?

Faça essa reflexão e sinta o seu crescimento, o quanto ainda pode ser melhor, e lá na frente lembrar desse tempo com orgulho de ter feito a coisa certa.

Leia mais: Você sabe dizer sim ou não?

Maíla C. D’addìo | Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

08 abr

Infelizmente o vírus ainda não foi vencido, não foi embora, ainda está entre nós, fazendo o seu estrago. Nova onda, hospitais cheios, parte do comércio fechado, dinheiro que falta…

Enquanto não chega a tão esperada notícia de que está tudo bem, é preciso buscar alternativas para se adaptar a essa realidade que não é tão nova assim, afinal, já se passou um ano, mas é nítido que ainda há muito a aprender. E mesmo praticando o isolamento social, abraçar se faz necessário!

Como assim?

Nova forma de abraçar

Conheça novas formas de abraçar!

Abraçar causas para que as dificuldades se tornem mais leves:
Abraço em forma de oração: mandar boas energias a alguém pode ser tão acolhedor e verdadeiro quanto um forte abraço;
Abraço em forma de doação: separe roupas que não usa mais e que estejam em bom estado, alimentos que possa compartilhar e encaminhe às entidades encarregadas de fazer a distribuição;
Abraço em forma de conversa: mande um oi, faça uma ligação, fale com as pessoas sempre que possível. Isso ajuda a diminuir a solidão;
Abraço em forma de cuidado: use corretamente a máscara, higienize as mãos com frequência. Faça sua parte e auxilie os outros a fazerem também.

Atitudes simples que são tão valiosas quanto um abraço.

Experimente.

Leia mais: Você pratica a empatia?

Maíla C. D’addìo | Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

Sim, as pessoas estão bem cansadas de ouvir a frase “fique em casa”, mas vamos pensar nas pessoas que estão nos hospitais e nas UTIs. Elas sim enfrentam um terrível isolamento, longe da família e com certeza fariam tudo para que pudessem estar no conforto de suas casas.

Fato é que se multiplicássemos por 10 o tédio, a chateação e angústia que sentimos por ficar em casa, ainda assim não chegaria perto da verdadeira dificuldade, tristeza e medo que é estar em uma cama de hospital.

Então, devemos a partir desta reflexão, buscar transformar o nosso lar em positividade e motivação.

Isolamento na pandemia

Como promover transformação no dia a dia no isolamento

Transforme seu lar em festa: ouça música, toque um instrumento, cante, dance;
Transforme seu lar em um templo: leia livros edificantes, Ore, peça, agradeça;
Transforme seu lar em escola: estude, ensine, aprenda algo novo;
Transforme seu lar em uma loja: limpe, organize, mude coisas de lugar, decore, venda algo, doe, compre;
Transforme seu lar em um restaurante: cozinhe, deguste, experimente, crie receitas, tempere, cultive uma horta;

Enfim, transforme seu lar em um gigante coração, um ninho de bem estar de amor e de paz.

Assim, quando tudo passar, também estaremos transformados.

Ficar em casa pode sim ser um grande aprendizado.

Leia mais: Você adotou alguma mania na pandemia?

Maíla C. D’addìo | Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

15 mar

Empatia. Uma das palavras que mais foram faladas, postadas, acessadas e praticadas nesse momento difícil em que o mundo ainda atravessa. Você sabe o que significa?

Empatia é se colocar no lugar do outro, pensar sobre algumas situações como se elas acontecessem na sua vida. É olhar com o olhar do outro e ter uma melhor compreensão sobre a dor da outra pessoa.

Empatia: você pratica?

Seja ela consciente ou não, o importante é que ela aconteça!

Alguns exemplos básicos de empatia…

– Ficar em casa: optar por não sair neste momento significa ter empatia com as pessoas que de fato não têm escolha, os profissionais da saúde, por exemplo;
– Usar a máscara corretamente: além de proteger a sua saúde, protege os demais. Principalmente se você for uma das pessoas assintomáticas da Covid-19;
– Julgar menos: ao se colocar como protagonista ou parte de uma história, fica mais fácil minimizar o julgamento, e assim quem sabe até encontrar uma boa solução;
– E se fosse com você: por fim, o que você gostaria que fizessem por você é o que deve ser feito ao outro.

Viu só como ela está tão presente no dia a dia ultimamente?

Então, pratique, acredite e ajude a disseminar essa atitude tão simples e tão poderosa. Mais do que nunca, o mundo precisa de boas ações.

Pratique a empatia!

Leia mais: Com calma, esperança e fé!

Maíla C. D’addìo | Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

09 mar

O tempo passa e o desconhecido insiste em permanecer por perto. Neste mês de março completa um ano do decreto da quarentena e isolamento social devido à pandemia de Covid-19.

As pessoas precisaram mudar seus hábitos a força, afastar-se fisicamente dos familiares e amigos e da rotina do dia a dia. Uma fase difícil que ainda não passou, apesar de tantos “vai passar”.

Fato é que algumas novas posturas devem ficar para sempre, como, por exemplo, deixar os sapatos para fora de casa, higienizar as compras antes de guardar, levar a tira colo o potinho de álcool em gel e até a máscara, tão odiada inicialmente, deve fazer parte da rotina de pessoas com mais sensibilidade ou até mesmo em locais de grande aglomeração.

Pandemia

Como tudo tem dois lados, pode-se pensar em boas manias para se adotar durante a pandemia e levar pra vida, como:

– Exercitar a paciência: buscar o equilíbrio ao atravessar um momento onde a solução não depende somente de você;
– Valorizar os momentos simples: curtir mais o presente de fato. Parar de pensar na segunda enquanto ainda se está no sábado;
– Estar mais perto das pessoas importantes: visite e esteja com seus pais, filhos e avós enquanto é tempo;
– Dizer sempre o que sente: fale sobre o que não gosta, diga o quanto ama e sente falta antes que seja tarde;
– Aproveitar as oportunidades: preste atenção aos sinais. Não desperdice as chances que chegam até você. Não se sabe sobre o amanhã.

E aí, o que você vai levar pra sempre?

Leia mais: Qual o valor do tempo?

Maíla C. D’addìo | Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

02 mar

Fala-se muito sobre saber dizer “não” a fim de respeitar a sua vontade, sem carregar culpa por isso, mas, dizer “sim” também tem sua importância. Significa se permitir a novas experiências, vivências, oportunidades e conquistas.

Não seja radical, mas avalie cada possibilidade que se aproxima, pergunte ao seu íntimo se realmente quer aquilo para o seu dia, para a sua vida.

Sim ou não

Tem um filme muito interessante que traz uma reflexão ate engraçada sobre o “dizer sim pra tudo”. O Filme “Sim, Senhor” conta a história de um homem que passava por um momento difícil e ultimamente rejeitava todas as oportunidades da vida, até que conheceu uma palestra motivacional onde se comprometeu em dizer “Sim” em todas as ocasiões. É muito divertido e traz um grande aprendizado sobre saber o momento certo em dizer sim ou não.

O equilíbrio é o grande segredo.

Como tudo na vida tem dois lados, cada situação traz consigo os prós e contras da decisão tomada. Fato que nem sempre é possível acertar, mas a reflexão sobre poder errar menos é sempre válida. Principalmente quando se trata de si mesmo ou de pessoas queridas.

Portanto, avalie cada oportunidade individualmente. Pergunte a si mesmo se cabe em sua vida, se você se enxerga neste lugar.

E por fim, diga sim ao que merece ser sim, não ao que merece ser não, sem medo de ser feliz!

Maíla C. D’addìo | Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

22 fev

Qual o valor do tempo?

por nossacasa

O tempo é sempre o mesmo: sessenta segundos para uma hora, vinte e quatro horas para um dia, trinta dias para um mês e doze meses para um ano. Mesmo sabendo que não oscila, não pula, não atrasa, a impressão é que ele voa, sem dó, sem pudor e sem medo. Passa tão rápido que mal se percebe o quão valioso ele é.

Quando se vê, já passou o ônibus, o fim de semana, as férias, um ano de pandemia.

De tanto vai passar, já passou e a pergunta que fica é: o que você fez?

Leia mais: Você tem saudade de quê?

Tempo

Vale considerar as boas reflexões da pandemia, afinal de contas, os dias pareciam mais longos, mais encontros com o íntimo, mais valor ao que era tão simples e que ficou para depois. Só não pode deixar novamente para depois. O tempo não para, ele não espera e ele não vai mudar. Quem precisa da mudança é você, somos nós!

Existe um vídeo na internet que traz uma maneira muito interessante de pensar no tempo, como se ele fosse o banco da vida, uma reflexão do ator Nelson Freitas. Tendo um tempo (e para isso você tem), assista:

E o que fazer a partir daí? Como você vai aproveitar o seu tempo?

Crie rotinas com horários e metas de curto, médio e longo prazo, busque novos aprendizados, combine encontros adaptados a este novo normal, experimente novas oportunidades, se lance a novos desafios. O tempo tem valor de “valeu a pena”!

Portanto, não assista o tempo passar da janela, ele leva a sua vida e certamente o que resta é o arrependimento.

Maíla C. D’addìo | Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

Quantas vezes na vida você se deparou tomando decisões para agradar a terceiros?

Aquele compromisso que, mesmo não querendo, estava lá; o não que ficou engasgado na garganta para não chatear; o pitaco que acatou na decoração da sua casa porque os outros aprovariam… Enfim, são tantas e tantas situações em que se perde um pouco, ou muito, as rédeas da própria vida.

É claro que é importante pensar no outro, mas, antes, é preciso pensar em si próprio, estar bem para atender ao próximo. É importante entender e estabelecer o seu lugar na fila das prioridades. Você é sempre prioridade!

É como aquele exemplo da máscara no avião: primeiro a sua, só assim conseguirá ajudar os demais. Mesmo que seja seu filho.

Seja o protagonista da sua vida. Sustente a sua vontade, pois você pode fazer tudo para agradar os outros e ainda assim não conseguir.

Então, já que existe essa grande possibilidade de fracassar, opte por agradar a si mesmo.

Protagonista do filme da sua vida

Afinal…

Quem não quer ir ao compromisso? Você!
Quem deveria dizer não? Você!
Quem não gostou da decoração da sua casa? Você!
Pode não ser um exercício fácil e rápido, mas com certeza, libertador.
Tome as rédeas da própria vida e perceba quantos momentos positivos irão aparecer.
E se o outro não gostar, você gostou.

Combinado?

Leia mais: Com calma, esperança e fé!

Maíla C. D’addìo | Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

10 fev

Com certeza, em algum momento na vida você já se deparou com uma situação onde foi preciso perdoar ou pedir perdão.

Uma traição em um relacionamento, decepção numa amizade, a mágoa com algum familiar, uma antiga briga, e também faltas que temos conosco, que não são poucas. Mas o que significa o “perdão”?

No dicionário: “Ação de se livrar de uma culpa, de uma ofensa, de uma dívida; indulto. Ação através da qual uma pessoa está dispensada do cumprimento de um dever ou de uma obrigação”.

E para a razão ou emoção, o que significa? Para uns, cumplicidade, entendimento, um grande gesto de amor. Para outros, ideia impossível de se conceber.

Perdão

E o que é mais difícil, perdoar ou pedir perdão? A resposta correta é: perdoar e/ou pedir perdão enquanto há tempo.

Perdoar é libertar-se da sensação ruim que esmaga o coração e atormenta a alma. É buscar trazer a paz para dentro de si. Pedir perdão é compreender que se pode evoluir, melhorar como ser humano, é buscar a possibilidade de uma nova chance e, de fato, fazer diferente.

Então, deixe de lado qualquer orgulho e rancor e decida agora ser leve e feliz, pois, se tem algo que não nos perdoa por insistir em decisões erradas, é o tempo!

O tempo não perdoa e muito menos pede perdão.

Leia mais: Você cultiva a gratidão?

Maíla C. D’addìo | Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

02 fev

Depois de quase um ano de incertezas, perdas e medos, fomos agraciados com a chegada da vacina contra a Covid-19. O processo é e ainda será lento até o momento de nos considerarmos livres do vírus e de volta à vida normal. A prevenção continua sendo nossa maior aliada nessa guerra. Ainda é a nossa única segurança.

A ansiedade de tomar a vacina está presente em nosso dia a dia, mas temos que aguardar a vez de cada um. É preciso um pouco mais de paciência. Mais? Sim, um pouco mais!

Vamos praticar a empatia! Só de saber que os profissionais da saúde, que ainda estão e estiveram na linha de frente desde o início da pandemia já podem se sentir um pouco mais seguros é sensacional. Nossos idosos, que são do grupo de risco, também têm a oportunidade de atravessar tudo isso de maneira mais branda.

Vamos com calma. Cada fase deve e ser respeitada para que todos tenham acesso no momento certo, na hora certa.

Vacina contra o coronavírus

Leia mais: Qual o dia mais importante da sua vida?

Por enquanto, nos resta experimentar a sensação de injeção de ânimo que essa notícia nos traz. Com a chegada da vacina vemos cada vez mais perto a chance de retomar nossas vidas, nossa rotina, nossos abraços, nossa saúde física e mental.

E as sequelas da vacina? Devem ser só alegrias!

Maíla C. D’addìo | Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP