fbpx

Unidade Vila Mariana (11) 2275-2516/2276-2835

Unidade Moema (11) 2738-1700/2738-1900

Blog

O que você faria se soubesse que só teria uma última chance de realizar algo que almeja? Como assim?! Passa tanta coisa na cabeça, são tantos sonhos e planos que fica difícil escolher.

Como saber qual o caminho certo a trilhar?  A Pandemia trouxe uma reflexão interessante sobre isso. Passamos momentos em que não sabíamos mais sobre como seria o dia seguinte, cada dia era uma chance recebida, que podia ser a última.

Última chance de ver um familiar ou um amigo, de ter um emprego, de empreender, de fechar aquele negócio. Tudo ficou suspenso, no ar, e então, foi preciso parar, encarar de frente a realidade e fazer algumas escolhas. E o que você escolheu? Se soubesse que seria uma última chance, o que você faria?

Pensar dessa forma pode fazer com que enfrentemos nossos medos para de fato alcançar nossas metas. Deixe de lado o “depois eu vejo”, porque ele pode simplesmente não existir. Isso não quer dizer ser inconsequente e sair fazendo tudo que vem na cabeça e sim, ouvir aquela voz que vem de dentro, que grita, e que por muitas vezes é abafada pelo receio de fazer diferente.

Hoje é uma nova chance. Não desperdice, dê o próximo passo rumo ao seu grande sonho e seja feliz.

Maíla C. D’addìo – Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

Já parou para pensar que neste Natal poderemos estar mais próximos de quem a gente ama? 

Diferente do ano passado, que foi um Natal completamente atípico, virtual, solitário, cheio de saudade e distância, este ano conseguiremos trocar muito mais que presentes. 

Todos os planos que geralmente fazemos nesta época precisaram ser adiados no último ano, mas agora, já vemos uma luz no fim do túnel. Será possível estar presente, trocar olhares, sorrisos e votos de Noite Feliz pessoalmente.
Claro que manter alguns cuidados ainda é necessário, mas poder estar próximo de familiares e amigos nos enche de esperança de dias melhores. 

Afinal, Natal é um momento de união e reflexão e afeto. Seguindo algumas dicas básicas podemos nos adaptar a um Natal quase 100% normal: 

  • Uso de máscaras: ainda indicado o uso de máscaras considerando que neste dia estaremos junto com pessoas que não convivem conosco, principalmente no momento de se servir. Nem precisa dizer que o álcool em gel deve estar presente tanto quanto o Papai Noel; 
  • Lugares à mesa: manter um mínimo de distância ainda é aconselhável. Acomodar as pessoas em diferentes mesas pode ser uma opção ou então, fracionar os encontros em véspera e almoço de Natal; 
  • Preservar os idosos: se possível, reservar o lugar dos idosos para que eles possam participar com mais tranquilidade. 

Com certeza ainda será um Natal diferente, mas com a presença de pessoas queridas como presente.  

Maíla C. D’addìo – Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU

Radialista DRT 0034310/SP

Um dos maiores desejos do ser humano é ser feliz. A busca incansável pela felicidade é diária e a todo momento uma nova situação aparece em nossas vidas como se fossem obstáculos, parecendo tornar o objetivo inalcançável.

Vem a vontade de desistir, largar tudo, deixar como está… Mas, você sabia que essa postura não está totalmente errada? Como assim?

Muitas vezes, é preciso desistir para de fato ir de encontro à felicidade.

  • Desista da necessidade de estar sempre certo: cada um tem a sua verdade, preferir ser feliz é bem mais sábio;
  • Desista na necessidade de controlar: experimente delegar, pedir ajuda e relaxar um pouco;
  • Desista de culpar: buscar culpados muitas vezes é perder o tempo que poderia ser aproveitado na solução;
  • Desista do diálogo interno destrutivo: pensar que se é capaz pode ser muito mais proveitoso e certo;
  • Desista das queixas: as queixas definitivamente não trazem soluções, só faz perder tempo;
  • Desista da necessidade de impressionar os outros: seja seu maior admirador;
  • Desista da sua resistência a mudanças: experimentar algo novo pode ser libertador e o que faltava;
  • Desista de rotular: respeitar é ter de volta respeito;
  • Desista de seus medos: não permita que eles calem o que seu coração grita;
  • Desista das suas desculpas: se esconder atras de desculpas é o primeiro passo para a derrota;
  • Desista do passado: ele só faz parte da sua história, não volta e você não tem o poder de muda-lo;
  • Desista dos apegos: desapegar é experimentar mais sobre a liberdade.

Apenas não desista de você! 

Maíla C. D’addìo – Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU

Radialista DRT 0034310/SP

Se existe uma data para ser lembrada no calendário, é porque não pode simplesmente passar em branco. Concorda?

O dia Nacional do riso é comemorado em novembro, no dia 06, e é uma excelente oportunidade para nos ajudar a virar todas as páginas dessa história triste em que o mundo ainda vive. Apesar de toda dificuldade, é possível buscar dentro de nós momentos especiais que já vivemos, e que nos tragam sorrisos capazes de se transformarem em esperança de dias melhores.

Em meio a tantos motivos para chorar, podemos escolher sorrir e senti-lo como um verdadeiro remédio, pois sim, sorrir é o melhor remédio e especialistas dizem isso!

Sorrir só traz benefícios ao nosso organismo, evita rugas pois movimenta de 12 a 24 músculos faciais, o que ajuda a esticar a pele da região; diminui o risco de doenças cardiovasculares, pois dar boas risadas pode aumentar os índices de colesterol bom no sangue, dizem estudos de uma universidade da California; combate o estresse, ansiedade e depressão, pois um acesso de riso diminui os níveis de cortisol e adrenalina.

Ao rirmos, o nosso cérebro produz endorfina, hormônio que provoca sensação de relaxamento no corpo. Está mais do que provado o quão bem faz sorrir. Em tempo de máscaras, já até aprendemos a sorrir com os olhos. Muito em breve, poderemos ver o sorriso estampado no rosto todo!

Sorria! É de graça, é de verdade e faz bem!

Maíla C. D’addìo – Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

27 out

Perdão: Uma palavra tão pequena, mas de um significado tão grande! Na gramática: Substantivo masculino – Remissão dos pecados. Ação de se livrar de uma culpa, de uma ofensa, de uma dívida; indulto. Ação através da qual uma pessoa está dispensada do cumprimento de um dever ou de uma obrigação. 

Na Bíblia, Em Matheus 18:21-22: Então Pedro aproximou-se de Jesus e perguntou: “Senhor, quantas vezes deverei perdoar a meu irmão quando ele pecar contra mim? Até sete vezes?” Jesus respondeu: “Eu digo a você: Não
até sete, mas até setenta vezes sete”. Mas, e para você?

São inúmeras as situações que passamos na vida onde se é preciso praticar o difícil exercício do perdoar e pedir perdão. O período que vivemos nos trouxe a oportunidade de refletir mais sobre essa difícil tarefa. Quando perdoamos, realmente conseguimos esquecer e seguir em frente sem ressentimentos, ou estamos sempre remoendo determinada situação?

E quando somos nós quem pedimos perdão, é de maneira genuína e ciente sobre não repetir algum erro cometido?Perdoar ou pedir perdão pode ser libertador se ele for sincero e de coração. Deixar ir embora toda mágoa faz a alma acalmar, o choro calar e a vida fluir.

Maíla C. D’addìo – Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

Uma das palavras que mais ouvimos nessa Pandemia foi: Saudade! 

Saudade da rotina, saudade dos amigos, da família, saudade das coisas simples, saudade até do trânsito, da vida agitada que a grande maioria das pessoas tinha antes dessa mudança toda pela qual o mundo passou.

Pois bem, as coisas estão voltando ao normal, o que é uma boa notícia, mas agora, a pergunta que fica é: E aí, como está sua lista da saudade? O que fazer primeiro?

As porteiras estão se abrindo para uma nova vida, um novo normal, com uma outra consciência sobre aproveitar a cada dia, os momentos, as oportunidades, claro que ainda em alerta com os protocolos de higiene e segurança.
A ideia de fazer uma lista pode ser bem interessante, por sinal. Elabore uma ordem de prioridades de tudo que ficou pendente lá atrás.

– O checkup atrasado: coloque em dia os exames que ficaram para depois. Saúde em dia conta e muito. Aprendemos mais sobre isso neste momento que passamos;

– A visita aos pais e avós: aquele bolinho com café no fim de tarde que fez tanta falta agora pode ser saboreado com mais tranquilidade;

– O aniversário que ficou no online: elabore pequenas reuniões e brinde a vida. Sempre é tempo de comemorar;
Por isso, a partir de hoje, aproveite cada minuto do seu dia, como se não houvesse amanhã.
Viva a vida! 

Maíla C. D’addìo – Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU

Radialista DRT 0034310/SP

13 out

Já reparou que a todo momento as pessoas estão correndo, com pressa para fazer alguma coisa, falando sempre que estão sem tempo? Quando vê, já são seis horas, quando vê, já é adulto, quando vê é só saudade. E deixou de fazer aquela tão prometida visita, perdeu o prazo para aquele curso que tanto falava, os anos engoliram a vitalidade para a prática do esporte radical.

Mas será que realmente o tempo está passando mais rápido? Ou ele não está sendo aproveitado como deveria Experimente ficar em uma sala escura por cinco minutos. Com certeza vai parecer que ficou por ali horas e horas. Agora, experimente ficar os mesmos cinco minutos em uma loja que você ama. Passa num piscar de olhos.

Nas duas situações, o tempo foi exatamente o mesmo, então, dessa forma pode-se dizer que infelizmente o tempo é muito mal aproveitado na maioria das vezes.  O tempo é algo precioso e precisa de uma boa administração para não nos trazer angústia e frustrações lá na frente.

Comece por realmente estar presente em todas as situações. Não esteja em uma reunião, pensando no que fazer para o almoço e nem no almoço pensando em como será a reunião. Saiba usar o tempo que resta, mesmo porque não sabemos quanto tempo nós temos. O passado já se foi, o futuro ainda não tempos e o hoje é literalmente um presente.

Maíla C. D’addìo – Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

05 out

Como assim? Ninguém voltou ao normal totalmente, as coisas estão aos poucos entrando nos eixos, mas ainda falta muito para retornarmos ao normal. Mas, e se eu disser que não foi exatamente essa a pergunta?

Quando a Pandemia começou e as pessoas precisaram se afastar, muita gente comentou sobre um dos maiores aprendizados que a humanidade estaria vivendo. As pessoas teoricamente aprenderiam mais sobre valorizar as coisas simples, as oportunidades de encontros que deixaram passar, os abraços, enfim a vida.

Infelizmente não foi bem isso que aconteceu. As dificuldades se formaram como ondas de metros e caíram sobre as cabeças das pessoas. E muitas estavam sem boias. Alguns comportamentos mudaram e o grande aprendizado esperado tomou um caldo.

De tanto exercitar a solidão, vemos atitudes egoístas no trânsito, sorrisos largos em redes sociais e vídeo chamadas, mas uma resistência absurda para possíveis reencontros. A Pandemia virou uma boa desculpa para se livrar de eventos que em tempos normais seriam como sacrifícios.

Faça uma reflexão e veja se por acaso você se identifica em uma dessas situações ou se conhece alguém que esteja passando por isso. Saiba que ainda é tempo de aprender sobre ser melhor, valorizar a família e as oportunidades de viver a vida com intensidade.

Maíla C. D’addìo – Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

29 set

Viva os idosos!

por nossacasa

Já parou para pensar que o idoso é o personagem vivo das mais incríveis histórias?

Quanta coisa ele já passou, as transformações que ele já acompanhou, as várias mudanças que aconteceram no decorrer da sua vida. Apesar de tudo, infelizmente algumas pessoas enxergam toda essa bagagem como um peso e simplesmente resolvem não valorizar todo o significado do mais velho, do que veio primeiro, do que tem mais direitos.

É triste, mas ainda existem casos de abandono, maus tratos e violência contra o idoso. Esses são apenas alguns dos motivos da iniciativa da ONU em estabelecer em 1991, o Dia do Idoso, que se comemora em primeiro de Outubro. O objetivo dessa data é sensibilizar a sociedade mundial para as questões do envelhecimento bem como a importância da proteção e cuidado com a terceira idade.

▪Então, se você tem a oportunidade de ainda conviver com seus pais, avós, tios ou queles vizinhos antigos da rua, aproveite cada momento, ouça suas histórias de vida, são grandes ensinamentos;

▪Se você tem uma empresa, procure empregar alguém da terceira idade, a troca de experiências com a equipe pode ser muito positiva e gratificante;

▪Se você considera difícil a missão de optar por um centro de longa permanência como moradia para alguém da família, saiba que existem muitos lugares de grande competência e que essa é uma verdadeira atitude de amor.

Viva os idosos, que são o elo entre a nossa história e o presente.

Maíla C. D’addìo – Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

22 set

A palavra gratidão que está em alta no momento significa muito para quem a põe em prática. 

É fácil agradecer quando tudo está indo bem, quando as coisas dão certo, os planos saem conforme o esperado, os bons momentos. 

E quando tudo parecer desabar? Quando as coisas dão errado, como é que fica a tal gratidão? 

Pois esse é o exercício e a proposta, agradecer independente do que aconteça de bom e de ruim. Complicado, não é? 

O ato de agradecer mesmo em situações desagradáveis significa que você tem entendimento sobre as provas difíceis do dia a dia. É preciso passar por elas para crescer, evoluir e aprender. 

Mesmo quando se perde algo ou alguém, é preciso agradecer pelo tempo que se pôde ter aquela experiência. Por exemplo: um longo relacionamento chega ao fim, não considere anos perdidos, foram anos de aprendizado onde muitos erros cometidos neste período, provavelmente não se repetirão. Isso é aprender com a vivência, e é preciso ter gratidão. 

A vida é como um jogo de vídeo game, que a cada fase fica mais difícil, requer mais habilidade, entendimento  e também paciência. 

Então agradeça por cada etapa, por cada topada, cada tombo e por todas as vezes que se levantou, sacudiu a poeira para dar a volta por cima! 

Ah, e nós agradecemos ter você por aqui. 

Maíla C. D’addìo – Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU

Radialista DRT 0034310/SP