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Neto e Avó viajam juntos

Há quatro anos, a vovó Joy contou ao neto, Brad Ryan, que jamais havia visto o mar. Dias após a ‘confissão’, o rapaz levou-a à praia, onde o contemplaram o pôr-do-Sol juntos.

Mais do que isso, Joy e Brad começaram a se aventurar pelos locais e paisagens mais deslumbrantes da América do Norte – desde 2015, eles viajaram para dezenas de locais espalhados pelos Estados Unidos, Canadá e México.

Brad havia acabado de terminar o curso de Medicina Veterinária e se sentia esgotado pela faculdade. Certo dia, decidiu visitar a avó, Joy, de 85 anos. Ele esperava passar algum tempo com ela para elevar seus ânimos.

Entre uma conversa e outra, a idosa disse que seu “grande sonho não-realizado na vida era poder contemplar o oceano e as montanhas deste país”.

O neto então a chamou para cruzar o estado de Ohio e viajar até a costa leste, onde eles poderiam contemplar o Oceano Atlântico. Em seguida, eles iriam para as famosas Montanhas Smoky, mas sem muito planejamento. Joy não pensou duas vezes: topou se aventurar com o neto.

Daquela pequena expedição em diante, avó e neto visitaram 29 parques nacionais e viajaram um total de 37 mil quilômetros nos últimos quatro anos. E a aventura está longe de acabar!

“Ver a alegria da minha avó, que acorda todas as manhãs feliz e realizada, me faz ter gratidão pela vida. Ela me ensinou a viver”, disse Ryan. “Com ela, aprendi a desacelerar e ver as coisas de uma maneira diferente. Me sinto mais rico.”

“Eu amo muito a minha avó; ela me faz ter uma grande paz comigo mesmo. Enquanto estamos viajando e conhecendo todos esses lugares, sinto nossos espíritos desprendidos e livres, livres para contemplar as paisagens.”

Ryan tem documentado as suas aventuras ao lado de Joy no Instagram, e e espera que sua presença na rede social inspire outros jovens a passar mais tempo com seus familiares mais velhos. Instagram: @doctorhellbender

“Eu quero que as pessoas mais jovens saibam que sim, é muito legal sair com seus avós!”, disse. “Você não sabe o que está perdendo… Há muita perspectiva e conhecimento que podemos obter nos relacionando com eles.”

Referência: Razões para Acreditar

GPS

Quem cuida de pessoas idosas ou com algum tipo de desordem mental nem sempre consegue estar com elas em 100% do tempo. E se elas também não estão com um celular, ou não conseguem usar um, como se certificar de que não se perderam? A americana GTX Corp endereçou este problema criando solados inteligentes de calçados com GPS, que permitem monitorar à distância a localização de crianças e idosos com doenças como Alzheimer ou demência.

Smart Sole, nome dado ao produto, começou a ser concebido ainda em 2002 pela empresa, que se descreve como a “primeira companhia de dispositivos usáveis com GPS do mundo”. “Nossa inspiração foram as milhões de pessoas com Alzheimer, demência, autismo e traumas cerebrais que possuem problemas de memória e tendem a se perder se ficam sozinhas”, descreve o CEO Patrick Bertagna no site da empresa.

Segundo a empresa, mais 100 milhões de pessoas no mundo todo precisam de acompanhamento constante em função de diversos problemas que afetam a memória. O número tende a crescer para 277 milhões até 2020, segundo o Relatório Anual de Alzheimer.

A preocupação era com essas pessoas ficarem desacompanhadas em casa, e acabarem conseguindo sair sem rumo pelas ruas. Com o avançar da tecnologia e a febre dos smartphones pelo mundo, logo se tornou mais fácil conceber como os responsáveis pelos doentes – e pelas crianças, que também podem se perder mais facilmente – poderiam monitorá-los.

O solado inteligente não é só um chip, mas “um minúsculo celular dentro do sapato”, descreve a GTX. Ele usa a rede celular para se comunicar, requer um plano de telefonia e precisa ser recarregado diariamente. Ele estando online, os responsáveis podem monitorar em tempo real a localização de quem usa os sapatos utilizando um login e senha protegidos.

O sistema também envia automaticamente e-mails e SMS para os cuidadores, caso o usuário do calçado saia da área de monitoramento. O solado é vendido em vários tamanhos adultos e infantis, e possuem um formato padrão que se encaixa nos sapatos e tênis casuais mais comuns.

Depois de patentear a tecnologia e lançar seu próprio dispositivo, a GTX Corp viu a solução ser adotada por outras companhias, que em alguns casos inserem os solados em sapatos que são comercializados de forma conjunta. A japonesa Wish Hills é uma delas.

Referência: Pequenas Empresas & Grandes Negócios

Idosa de 102 anos se casa novamente

Ouvimos várias vezes que não há idade para o amor, mas certamente ninguém o testou como esses dois pombinhos centenários.

Algumas mulheres podem sentir medo de nunca mais encontrar o amor em idade avançada. Por exemplo, algumas mulheres acreditam que, se forem solteiras aos 30 anos, nunca mais encontrarão amor ou estarão simplesmente fadadas ao fracasso. No entanto, isso não tem que ser assim, desde que uma mulher de 102 anos mostrou que por amor não há idade e apesar dela, ela encontrou o amor de novo e se casou com seu noivo de nada mais e nada menos do que 100 anos. 100 anos.

A história de Phyllis e John Cook começa em Sylvania, Ohio, onde o casal mora atualmente. A adorável Phyllis tem 102 anos e John 100. E embora muitos pensem que por causa de sua idade eles apressaram tudo, o casal realmente aceitou o relacionamento com calma e durou um ano como casal antes de decidirem se unir em casamento.

Idosa de 102 anos se casa

O casal se conheceu em uma instituição para idosos. A química entre os dois era quase inevitável, eles passaram muito tempo juntos e desfrutaram de longas conversas, compartilhando refeições, apreciando o pôr do sol e organizando diferentes encontros românticos.

John é um veterano da Segunda Guerra Mundial, que recentemente completou seu centenário, Phyllis, por outro lado, é originário da Virgínia Ocidental e fará 103 anos neste ano.

Segundo Phyllis, os dois se apaixonaram rapidamente. “Eu sei que você acha que pode ser um pouco exagerado para alguém da nossa idade, mas nos apaixonamos um pelo outro”, disse Phyllis.

Deve-se notar que os dois são cozinheiros muito bons e passam muito tempo juntos no centro de vida assistida onde eles gostam de comer e sentar-se ao sol. Além disso, embora passem muitas horas juntos, o casal compreende a importância de cada um ter seu próprio espaço para suas atividades pessoais.

Este casal de veteranos nos mostrou que, por amor, não há restrição e que há uma grande faísca entre eles.

Referência: A Soma de Todos os Afetos

Pediatra atende crianças gratuitamente

Todas as segundas e quintas-feiras, o pediatra Ivan Fontoura, 92 anos, caminha com a esposa, Eva, que é enfermeira, até um posto de saúde em Praia de Leste, um balneário de Pontal do Paraná (PR), para atender 30 crianças gratuitamente.

Eles sabem que o dia será cheio, e recompensador. O trabalho é inteiramente filantrópico, uma vez que ambos não receberão nada por isso. “Eu vou [trabalhar] até quando não poder mais”, diz Ivan.

“Eu quero morrer em pé. Fisicamente eu sofro, trabalhando sem parar, descansando só para tomar um café, mas ser médico é isso. Depois, a gente se recompõem e continua”, relata o pediatra.

“Eu já ganhei dinheiro que dá pra viver. Sempre estive ligado às crianças com necessidades, na parte social, e quis continuar. Havia necessidade de ajudar aqui, porque o povo me conhece e acaba pedindo. Agora então, com o apoio da Secretaria de Saúde, faço isso de forma organizada. Minha esposa me ajuda muito, é uma grande parceria”, contou.

Sobre o Ivan

O pediatra se formou em 1951, aos 24 anos, pela Universidade Federal do Paraná. Fez uma pós-graduação e, logo em seguida, Mestrado na Universidade da Califórnia, além de Doutorado na Sourbone, na França.

São 68 anos dedicados à Medicina, boa parte disso na Pediatria: o médico possui um carinho especial pelas crianças.

Ele mesmo quando criança, a partir dos quatro anos de idade, já sonhava em ser médico. “A verdade é que eu comecei a querer ser médico após receber uma visita de um cirurgião, há quase 90 anos. Eu vi o atendimento dele e aquilo foi mágico. Devagarinho, fui estudando e sempre pensando em ser médico. A Medicina deu muito trabalho, mas é uma fonte de muita alegria. Compensa muito”, destacou Ivan, que é irmão do ator global Ary Fontoura.

Ivan se aposentou em 2005. Seu último trabalho foi como diretor de hospital, onde buscou implantar um atendimento mais humanizado na instituição. “Aquilo foi sério e me cansou muito. Então, tive que sair meio rápido, porque percebi que ou tomava um pouco de ‘rivotril’ ou parava. Então, resolvi parar e, depois de um ano de descanso, comecei a trabalhar de novo, voluntariamente”, salientou.

Os moradores de Praia de Leste tratam o senhor de 92 anos com muito respeito e admiração, devido mais à sua humildade do que seu trabalho voluntário de longa data. “Não houve dia na história da Medicina que não tenha aprendido algo diferente. A Medicina faz você aprender, viver momentos dramáticos e guardar tudo para sempre”, afirmou Ivan, que ainda pretender ter mais histórias para compartilhar e certamente vai ter!

Fonte: Razões Para Acreditar

Água no Inverno

Sabia que nosso corpo gasta muito mais energia no inverno? Isso acontece porque além de queimarmos calorias com as atividades diárias rotineiras, o nosso corpo ainda está trabalhando redobrado para nos manter aquecidos. Esse trabalho todo ocasiona uma perda de água mais acelerada. 

O problema? É justamente no frio que tendemos a nos hidratar menos. Veja em nossa galeria 5 razões para beber água até mesmo no inverno! 

Evita cãibras

Durante os dias frios, temos uma tendência maior para sofrer com cãibras. Elas acontecem quando há falta de água na musculatura. E como no frio tendemos a esquecer de beber água, essas dores aparecem para nos lembrar de correr até a cozinha e tomar um copo com água.

Diminui a fome

A Organização Mundial da Saúde sugere que o ideal é ingerir 2 litros de água por dia. Porém, nessa conta também podem ser incluídos os chás naturais. Eles atuam no organismo nos hidratando e ajudam a segurar a comilança, já que são nos dias frios que sentimos mais fome. Essa fome vem como sinal do organismo, que precisa de mais energia para se manter aquecido. Por isso, se não redobrarmos os cuidados com a alimentação, a temporada de dias frios pode ocasionar uns quilinhos a mais.

Ajuda a emagrecer

Por outro lado, a tendência é que as pessoas percam mais peso no inverno, porque o corpo gasta mais energia para manter a temperatura do corpo. E com isso, costuma-se também perder líquido neste processo. Por isso, é importante manter-se sempre hidratado. Recomenda-se beber um copo de água a cada uma hora mesmo que você não sinta sede, pois a sede já é um sinal do organismo desidratado pedindo líquidos.

Evita ficar doente

É a água presente no sangue que ajuda no transporte dos nutrientes que estão diretamente ligados ao nosso sistema imunológico. Quanto mais hidratado, menos chances de sofrermos com as doenças recorrentes do inverno como resfriados, gripe e alergias.

Desintoxica

As toxinas são eliminadas através da urina e do suor. Se não bebermos líquido o suficiente, essa faxina do organismo fica comprometida, acumulando toda essa sujeira. A combinação de água com limão é uma ótima receita — tanto para intensificar a desintoxicação quanto para reforçar a defesa do organismo por causa da vitamina C do limão.

Fonte: Guia da Semana

 

Herpes zoster em idosos

A herpes zoster é mais comum em idosos devido à queda na imunidade que ocorre nesse período da vida, segundo a médica geriatra Maisa Kairalla, presidente da Comissão de Imunização da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).

“É extremamente comum em idosos, principalmente a partir dos 60 anos. O envelhecimento causa uma modificação no sistema imunológico. Estima-se que 1 em cada 3 pessoas a partir dos 75 anos possam apresentar o vírus, mas nem todos vão manifestar a doença”, afirma.

Apesar do nome em comum, a herpes simples e a herpes zoster são doenças diferentes. A herpes simples é provocada pelo vírus herpes humano (HSV 1 e 2) e a herpes zoster é causada pelo mesmo vírus da catapora, o varicela-zóster, que é reativado, levando à uma inflamação no gânglio nervoso, onde o vírus se aloja.

Elas também se manifestam de maneiras distintas. A herpes simples se caracteriza por pequenas bolhas, chamadas de vesículas, agrupadas na boca ou em outras partes do corpo.

Já a herpes zoster aparece como lesões avermelhadas, geralmente no rosto ou nas costas, as regiões mais comuns, seguidas de vesículas. As vesículas acompanham um nervo, por isso aparecem só de um lado do corpo e podem causar dor intensa, a chamada neuralgia. Quando se formam crostas, significa que o ciclo do vírus está encerrado. 

“Geralmente causa dor. Por isso, costuma ser confundida com alergia ou picada de inseto, o que causa atraso no diagnóstico e grave prejuízo ao tratamento, que deve ser iniciado o quanto antes”, afirma.

Segundo a médica geriatra, cerca de 98% da população brasileira têm o vírus da herpes zoster alojado no corpo. “Até os índios do Xingu têm. Não é preciso ter tido a doença para ter herpes zoster, basta o contato com o vírus. Quando há queda da imunidade, esse vírus pode se manifestar. Está havendo um aumento da doença entre jovens devido ao estresse”, explica.

Ao se manifestar, a herpes zoster dura de 7 a 10 dias. Nesse período, ela é contagiosa caso haja contato de pele com pele, pois o vírus fica ativo dentro das vesículas — ele não é transmitido pelo ar. Embora a grande maioria das pessoas já tenha tido contato com o vírus ao longo da vida, a médica geriatra ressalta que a pessoa com herpes zoster não deve ter contato com grávidas.

“A gestante é imunodeprimida e a doença é perigosa para ela e para o bebê. Entre os perigos estão a herpes mais alastrada, encefalite e doenças que atingem as meninges”, afirma.

Entre os riscos de complicações da herpes zoster estão cegueira, surdez e a chamada neuralgia pós-herpética, uma dor no local durante anos mesmo após o fim da manifestação da doença. O problema também pode evoluir para infecções bacterianas, de acordo com Kairalla.

O tratamento da herpes zoster é feito por meio de antivirais usados para controlar a replicação do vírus, mas eles só fazem efeito se forem utilizados nas primeiras 48 horas do aparecimento das lesões na pele.  “A eficácia ocorre somente nesse período. O remédio diminui o tamanho da lesão”, diz.

Quem já teve a doença pode ter de novo, mas é raro. “A herpes zoster é reincidente em 10% das pessoas”. Segundo a médica, a melhor forma de prevenção é a vacina própria, chamada Zostavax, indicada após os 60 anos. Essa vacina é oferecida apenas na rede privada e custa em torno de R$ 450.

Fonte: R7

Em junho passado, o senhor Manoel Bernardino, de 91 anos, concluiu o ensino médio, encerrando uma jornada de seis anos de muito estudo e dedicação. Até 2013, o idoso não sabia ler nem escrever.

Concluídas todas as etapas do ensino fundamental e médio, no Cesu Custório Furtado de Souza, escola dedicada à alfabetização de jovens e adultos, em Juiz de Fora (MG), Manoel se tornou uma inspiração para alunos e professores.

“Ele se tornou um exemplo para todo mundo”, elogia o professor e vice-diretor do Cesu, Sérgio Oscar. Acompanhado da diretora Rosangela da Silva Campos de Paula e da vice-diretora Marta Britto, Sérgio encontrou em um livro a forma de homenagear e agradecer a Manoel pelo seu exemplo.

“Ele é um aluno muito esforçado, muito assíduo. Pode chover granizo que ele está aqui na escola. A sala de aula ocupa um lugar muito importante na vida dele”, afirma.

Desde que se alfabetizou, o idoso começou a escrever e não parou mais. Ao longo dos anos, escreveu 103 poemas, compilados em um livro: “Em busca dos sonhos perdidos”, lançado na sua formatura do ensino médio, com a presença de colegas, amigos, familiares e professores.

Fonte: Razões para Acreditar

O cearense Nilo Veloso, de 66 anos, costumava fumar 3 maços de cigarro por dia, mas conseguiu abandonar o vício depois de 34 anos. O que o fez apagar de vez a bituca foi um mal-estar súbito, causado pelo tabagismo, que sofreu enquanto dirigia.

Dinheiro do cigarro foi para viagens

Livre da nicotina desde 2005, o aposentado agora guarda, diariamente, todo o dinheiro que gastava com cigarro em um pote que só abre uma vez por ano. Tudo é gasto com viagens, hobbies e melhorias para a sua casa.

“Comecei a fumar com uns 20 anos, na época era considerado um charme. Fui fumando cada vez mais e cheguei a fumar 3 maços por dia nos dois últimos anos, até que parei no dia 24 de julho de 2005”, relembra o aposentado.

Veloso conta que sua dependência era tanta que ele não esperava nem tomar café da manhã. Acordava, só tomava um golinho de água e já começava a fumar.

Até que certo dia, quando estava com 54 anos, começou a passar muito mal enquanto fumava e dirigia. “Fiquei tonto, tudo ficou escuro, precisei parar o carro por causa da vista embaçada, joguei o cigarro fora e pedi ajuda a Nossa Senhora”, relembra.

Decisão de parar de fumar

Com o susto, Nilo tomou uma decisão na hora. Ele não iria mais fumar daquele dia em diante e guardaria todo o dinheiro que seria gasto com cigarro. Ele não só conseguiu, como continua guardando o dinheiro até hoje.

“Já tinha usado remédio, adesivo e nada adiantou. Neste dia, eu não precisei de nada. Eu falo que Nossa Senhora veio com um bisturi divino e me operou. O que aconteceu foi um milagre”, afirma o aposentado.

Para agradecer Nossa Senhora de Fátima pela conquista, todo dia 13 (dia da santa) Nilo usa branco durante o dia inteiro e vai à missão ao meio dia. “Eu nunca mais senti vontade de fumar”, comenta admirado.

Dinheiro do cigarro que foi poupado

Com o dinheiro que guardou ao longo dos anos, Nilo já viajou com a esposa para a Argentina, Uruguai, Chile, duas vezes para a Serra Gaúcha, reformou os móveis da sua casa, trocou o colchão da sua cama, comprou um computador e uma bicicleta de carbono de R$ 11.800 que usa para pedalar com os amigos 4 vezes por semana.

“Comecei juntando R$ 7,50. Hoje eu guardo R$ 15 todos os dias e só abro o pote em julho. Em média, dá R$ 5.800 por ano”, conta orgulhoso.

E os próximos cofres já têm destino. Um deles vai pagar a viagem que ele e a esposa vão fazer para Aracaju para visitar um amigo de infância. Outro, ele pretende usar para realizar o sonho de ir até o Rio de Janeiro durante o Carnaval para desfilar pela sua escola de samba do coração, a Mangueira.

Alegria de ter abandonado o vício

Passados anos desde o dia em que decidiu mudar de vida, Veloso afirma que nunca mais sentiu vontade de fumar e que tudo mudou para melhor.

“Era tanta nicotina que tive que mandar lavar todas as roupas do armário quando parei de fumar. No começo de 2006 comecei a pedalar e hoje pedalo 28 km de terça e quinta e mais de 50 km de sábado e de domingo. Meu cabelo melhorou, minha pele agora é limpa, até o gosto da água ficou diferente”, comemora.

Fonte: Vix

Doll Jenkins mora em uma casa de repouso e considerou esse foi “o melhor aniversário da sua vida”


O aniversário de 100 anos geralmente marca um momento de cansaço na vida de um indivíduo, que já viu tudo, viveu o que tinha de viver e só espera um pouco de sossego. Não é o caso de Doll Jenkins, que resolveu experimentar uma coisa nova em sua passagem centenária: chamou garçons nus para sua festa.

Doll vive em uma casa de repouso em Colchester (sudeste do Reino Unido), que resolveu fazer uma surpresa para a senhora ilustre e contratou dois gogoboys, após a velhinha sugerir que gostaria da presença deles em sua festa meses antes.

A velhinha conta ao jornal Mirror que no início estava nervosa com a presença deles porque seus parentes também estavam no recinto.

Mas não demorou e lá estava Doll batendo nas nádegas deles sem muita vergonha. Rs.

Os “garçons” serviram pedaços de bolo, sanduíches, biscoitos e vinho.

“Ela adorou o presente. No início estava um pouco tímida, mas depois logo se soltou”, afirmou Leigh Jones, cuidadora sênior da casa.

Após os homens irem embora ela perguntou se “poderia encontrar os homens nus novamente”. “Ela achou que foi seu melhor aniversário”, completou Jones.

A velhinha tem seis netos, dez bisnetos e quatro tataranetos.

Ela mora na casa de repouso há um ano.

Fonte: R7

Se em algum momento você achou que é tarde para viver uma história de amor, esse caso pode mudar sua forma de pensar. O engenheiro aposentado Sid Ratcliffe, de 97 anos, casou-se com Iris Law, de 90 anos, na primeira semana de dezembro, na cidade de Wolverhampton, área central da Inglaterra. O romance dos ingleses começou em 2001, quando, viúvos, se conheceram num ponto de ônibus durante um passeio.

“Ele me fez sentir fora do chão. Foi amor à primeira vista e definitivamente, nunca é tarde demais”, disse Iris em entrevista ao jornal “The Mirror”. Sid tem dois filhos (um já falecido), três netos e três bisnetos. Iris tem cinco filhos, nove netos e seis bisnetos. Uma das filhas dela, Pam, falou ao jornal britânico que “eles parecem dois jovens namorados”. O casamento foi realizado em um cartório, com ajuda de um amigo que falava as palavras em tom mais alto para Sid, que já tem a audição prejudicada devido à idade.

“Precisamos ter mais cuidado agora, mas dividimos a mesma cama. Gostamos de sentar e ficar de mãos dadas, um olhando para o outro. Quando se está velho, não há muito que falar”, disse Sid na entrevista. O casal preferiu não ter lua de mel, apesar de já ter viajado junto outras vezes para a Espanha, Nova York e Reino Unido. Sid e Iris são, de acordo com o “The Mirror”, as pessoas mais velhas a se casarem na Grã-Bretanha atualmente. Planos para o futuro? “De agora em diante é só aproveitar cada dia e cuidar dele do mesmo jeito que ele vai cuidar de mim”, completou Iris.

Fonte: Razões para Acreditar