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Blog

Mãe do ator Sylvester Stallone, a promotora e astróloga Jackie Stallone, aos 98 anos, diverte e encanta nas redes sociais ao mostrar a sua vida ativa nos treinos.

Adepta do pilates e da musculação, são várias as postagens que mostram a “mamãe Rambo”, como ela se chama em alguma delas, se exercitando e dando exemplo de vitalidade.

mãe de Silvester Stallone na academia

Jack Stallone, mãe do ator, se exercitando (reprodução do Instagram)

A senhora conta com pouco mais de 19 mil seguidores e costuma publicar novas fotos quase que diariamente, às vezes, muitas delas num mesmo dia.

Algumas postagens são em vídeo. “Hora de voltar à forma”, escreveu em uma delas. “Aula de pilates”, disse em outra.

Fonte: Site Dona Gente

Caminhar

Se você se sentir triste, preocupado ou ansioso, um dos melhores remédios naturais é caminhar. Afaste-se, literalmente, da origem do problema e mergulhe em um ambiente natural. Não há nada melhor do que um passeio agradável para aliviar a dor, livrar-se do estresse acumulado e recarregar as baterias.

De fato, sabe-se que o exercício, e a caminhada em particular, é uma excelente terapia para o tratamento da depressão e da ansiedade. Tem sido demonstrado que a caminhada em ritmo sustentado promove a liberação de endorfinas, hormônios que nos fazem sentir felizes e relaxados, reduzindo a produção de cortisol, o hormônio do estresse.

Além disso, neurocientistas da Universidade de Princeton acreditam que os efeitos de uma saudável caminhada além da produção momentânea de alguns neurotransmissores, e acreditam que a caminhada regular pode até mesmo ajudar a regenerar o cérebro para nos ajudar a lidar melhor com menos stress do problemas cotidianos.

Os “neurônios calmantes” no cérebro

Esses pesquisadores trabalharam com dois grupos de cobaias, um grupo permaneceu ativo e o outro destinado a uma vida sedentária. Depois de caminhar, os cientistas analisaram seus cérebros e descobriram que nos animais que faziam atividade física, alguns neurônios eram ativados, o que inibia a atividade das células nervosas que estavam excitadas demais.

Então eles acrescentaram algum estresse ambiental e encontraram a ativação de neurônios excitáveis ​​no hipocampo, uma região do cérebro envolvida em respostas emocionais. No entanto, animais andando poderiam lidar melhor com essa ativação cerebral, já que até mesmo os “neurônios calmantes” foram ativados para evitar que o impacto da situação fosse excessivo e para manter o estresse sob controle.

Esses resultados, que os neurocientistas também consideram valiosos para os seres humanos, poderiam explicar por que a caminhada nos ajuda a relaxar e esquecer preocupações e dores. Tudo indica que, quando caminhamos, o cérebro ativa os “neurônios calmantes” que inibem o nível de excitação dos neurônios que são a base das preocupações, das lucubrações e do estresse.

Isso indica que a atividade física ajuda a reorganizar o cérebro, tornando menos provável que as pessoas que andam e se envolvam em atividade física regularmente sofram de altos níveis de ansiedade e o estresse interferirá menos durante suas vidas diárias. Basicamente, andar melhora o mecanismo de inibição que impede que as células nervosas mais excitáveis ​​se tornem hiperativas.

Para obter o máximo benefício da caminhada, é melhor escolher um caminho cercado pela natureza

Não é o mesmo andar em uma esteira, entre as quatro paredes de uma academia, na cidade ou no meio da natureza. Neurocientistas da Universidade Heriot-Watt demonstraram isso monitorando a atividade cerebral de 12 pessoas enquanto caminhavam por 25 minutos em um shopping center, em um espaço verde e em uma rua movimentada. O eletroencefalograma móvel monitorava emoções e estados como frustração, meditação, entusiasmo e atenção.

Então descobriram que o relaxamento e a meditação eram mais intensos quando os sujeitos caminhavam pelos espaços verdes. Essas pessoas também se sentiam menos frustradas. Isso ocorre porque em espaços verdes nosso cérebro pode ser completamente desconectado e ativa o que é chamado de “atenção involuntária”, que tem a capacidade de se mover livremente em um estado bastante semelhante à meditação da atenção plena.

Pelo contrário, nas ruas e centros comerciais, temos que estar mais atentos, por isso não temos a oportunidade de nos desligar completamente das nossas preocupações e de não permitir que o nosso cérebro descanse.

Referência: Quero Florescer.

Academia

Exemplo para muita gente, Maria Isabel de Sant’anna, é uma frequentadora assídua da academia. Aos 98 anos, ela procura se exercitar para manter a saúde em dia.

Morada do bairro Asa Sul, tradicional de Brasília, Maria começou a ir à academia por influência da nora. “Ela pode ir três vezes, mas decidiu esse ano que duas já são suficientes para a idade dela. Eu fazia academia e incentivei que ela experimentasse uma atividade, é bom em qualquer faixa etária. Ela gosta tanto que, se deixarmos, vai caminhando sozinha”, diz Elza Ramos, nora de dona Maria.

A nora afirma que além do exercício físico, o relacionamento com os professores e alunos da academia permitem com que Maria envelheça lúcida e ativa. “Ela diz que, quando não vai, sentem falta dela. É um remédio maravilhoso”, conta Elza.

O instrutor Arlindo Dantas Júnior é só elogios à aluna. “É muito esforçada. Do tempo que ela está aqui, melhorou o desempenho e a postura. O desenvolvimento dela foi incrível. É muito animada, abraça e fala com todo mundo”, diz o profissional. 

A prática da musculação, atividade escolhida por Maria Isabel, melhora a força muscular e diminui o risco de quedas, além de facilitar os movimentos dos braços, das pernas e do tronco.

“Tenho muito carinho por todos aqui. Chego em casa feliz depois do treino”, diz a aluna mais experiente da academia do SESC unidade 913 sul, Maria Isabel de Sant’anna.

Referência: Diário Online

Coração

Estudo sobre perdão apresentado na 40ª edição do Congresso da Sociedade de Cardiologia de São Paulo (Socesp) revelou que quem perdoa sofre menos problemas no coração.

A observação foi feita a partir de dois grupos: o primeiro grupo constituído por pessoas que apresentavam infarto agudo do miocárdio (IAM) e o outro por indivíduos sem doença cardiovascular diagnosticada conhecida.

De acordo com a pesquisa, o grupo dos infartados foi o que mais apresentou dificuldade em perdoar. Enquanto que o grupo mais propenso a perdoar foi justamente o grupo 2, que não possuía nenhum problema cardíaco.

Por isso a associação entre o perdão e a saúde do coração. Dentre as situações que eles estão mais dispostos a perdoar estão:

  • Invasão de privacidade
  • Não receber atenção do parceiro ou parceira que te convidou para uma festa
  • Comentários negativos dentro da família, etc.

Estudo sobre perdão

Foram analisadas cerca de 130 pessoas pelo projeto desenvolvido na Universidade de Santo Amaro (UNISA), em São Paulo.

E além de tratar sobre o perdão, o estudo também verificou outros aspectos relacionados como os índices de espiritualidade entre as pessoas com e sem doenças cardiovasculares.

Nesse caso, não houve tanta disparidade religiosa. 19 dos integrantes do grupo de vítimas de infarto afirmaram sentir Deus várias vezes por dia. Já no grupo 2, esse número cresceu em apenas uma pessoa.

A hipótese é de que os pacientes que tiveram infarto aderiram a uma visão mais religiosa depois do problema como uma forma de lidar com a situação. Assim, a religiosidade deles se aproximou da dos demais.

Referência: Minha Vida

Down

Apesar de hoje em dia a expectativa média de vida das pessoas com síndrome de Down estar entre 50 e 60 anos de idade, antigamente esta era bem mais baixa, não passando os 20 anos. Contudo, Georgie Wildgust contrariou todas as probabilidades e não só passou a média dos 20 anos, como até ultrapassou todas as expectativas, comemorando 77 anos de idade no dia 16 de Agosto de 2019.

Georgie acredita que a sua longevidade se deve à uma vida social activa e, claro, ao amor e apoio que sempre teve por parte da sua família.

Ainda que os médicos tivessem previsto que ele possivelmente não chegaria sequer aos 10 anos, a sua família sempre fez o possível para que este tivesse uma vida feliz, sendo hoje aposentado em Notthingham e uma das pessoas mais velhas do mundo com Síndrome de Down.

“A sua mãe sempre dizia que ele podia fazer qualquer coisa e, por isso, ele sempre foi muito independente.”, contou Nikki Wright, sobrinha de Georgie, que o visita todas as semanas.

Tendo trabalhado como jardineiro e criador de tapetes antes de se aposentar, Georgie vive actualmente num lar, após a morte da sua mãe em 1993. Contudo, tem dois irmãos, sendo que o irmão mais novo, Colin, 71 anos, morreu há três anos, e a sua irmã, Jean Yessyan, 79 anos, costuma conversar com ele através do Skype da Austrália.

“Honestamente, todos os dias em que você trabalha, ele faz você sorrir“, disse Kimberley Taylor, membro da equipe da clínica, segundo a BBC.

Um verdadeiro milagre e a prova de que o amor e carinho realmente dão anos de vida

ReferênciaSábias Palavras

Amigas

A história que você vai ler a seguir é daquelas que aquecem o coração de qualquer um. Conheça Olive Woodward e Kathleen Saville, duas senhorinhas de 89 anos da Inglaterra que, pasmem, são amigas desde os 11.

Olive e Kathleen se conheceram ainda na escola. De lá para cá, não se desgrudaram mais, tanto que hoje, quase 80 anos depois, elas ainda fazem questão de ficar juntas: a dupla acaba de se mudar para a mesma casa de repouso para se manter unida.

A amizade que se iniciou na infância foi fortalecida devido a alguns detalhes: as duas sempre moraram na mesma rua, e os maridos trabalhavam na mesma empresa. Tudo isso contribuiu para que a vida familiar não as separasse.

Mas nem tudo foi perfeito na vida das amigas. Kathleen perdeu o marido em 1989, após 35 anos de casamento, e viveu sozinha até o ano passado, quando se mudou para a clínica. O companheiro de Olive viveu 15 anos a mais que o de Kathleen e faleceu em 2004. Depois de morar só por algum tempo, ela decidiu se juntar à melhor amiga na instituição. As senhoras são as pacientes mais velhas de lá, mas quem convive com elas garante que, apesar de beirarem os 90 anos, as duas têm o espírito de 63.

E qual é o segredo para uma amizade tão duradoura? Segundo elas, é “nunca discutir e sempre contar ao outro o que pensa”. E, aparentemente, a fórmula realmente funciona. “Estou tão feliz que Olive esteja aqui agora”, diz Kathleen. 

Se isso não é o verdadeiro significado de “meta de amizade”, não sabemos o que é!

Referência: R7.

Ary Fontoura

Após o término de “A Dona do Pedaço” (Rede Globo), Ary Fontoura, que vivia o advogado Antero na novela, tirou uns dias de férias e viajou para Nova York, nos Estados Unidos.

O ator, que tem 86 anos, está dividindo os momentos com seus seguidores nas redes sociais e provou que idade é só um número ao bancar o “blogueirinho” no Instagram.

Ary Fontoura

Enquanto muitas pessoas enxergam a idade como um empecilho, Ary Fontoura está provando que ela só representa um número em sua vida.

Em Nova York, o ator está aproveitando o cenário natalino que já se espalhou pela cidade e os pontos turísticos para fazer fotos e vídeos.

E o mais legal é a maneira como ele está dividindo esses momentos com seus seguidores. Em um vídeo que publicou, Ary escreveu na legenda: “Primeiro registro aqui em New York”.

Nele, o ator mostrou um pouco da decoração de Natal da Times Square, um dos pontos turísticos e comerciais mais famosos de Nova York, e recomendou que os fãs conheçam a cidade.

“Aqui em Times Square, mandando um beijo para todo mundo. Desejo que todos vocês, aqueles que nunca estiveram aqui, venham um dia e os que já estiveram, voltem. Abração!”

Já em outro registro, Ary apareceu usando uma jaqueta, um gorro e óculos de sol e perguntou: “Gostaram do estilo?”

Na mesma imagem, o ator usou a #goovibes, que em português significa “boas vibrações” e, geralmente, é usada na linguagem de pessoas mais jovens na internet, mas ele mostrou que está por dentro das hashtags e do linguajar moderninho.

Mesmo com 86 anos, o ator continua com a motivação lá em cima.

Referência: Vix.

Idosos

O clima de romance tomou conta do Lar Padre Euclides no mês de Novembro em Ribeirão Preto (SP). A noiva, Dirce de Moraes Lima, de 90 anos, disse sim ao pedido de casamento do aposentado João de Carvalho, de 75 anos. Há quatro meses, os dois começaram a namorar no asilo e deram ao coração a chance de escrever uma nova história de amor.

“Ela é minha companheira e peço a Deus que nos abençoe para que dê tudo certo. Sejamos felizes para sempre até que Deus permita”, diz o noivo.

“Ele é beijoqueiro. É o maior beijoqueiro que existe”, revela a noiva, aos risos.

Começo de namoro

Uma roupa rasgada foi o pretexto para o começo do namoro. Dirce é costureira de mão cheia, e desde quando chegou à instituição, em fevereiro deste ano, faz reparos para os amigos.

João precisou das habilidades dela e pediu que arrumasse uma blusa cheia de furos. Simpática, de imediato, a aposentada costurou e deixou a peça quase como nova.

No dia seguinte, João não pensou duas vezes e levou a bermuda para a idosa trocar o elástico. De favor em favor, a relação foi se estreitando. Os dois afirmam que o romance aconteceu naturalmente.

“Não houve pedido de namoro, simplesmente começamos a nos aproximar, com abraços e muitos beijos. A amizade virou paixão e depois, amor”, afirma João.

Vidas distintas

Antes da chegada ao Lar Padre Euclides, o casal percorreu caminhos diferentes. Mãe de duas filhas, Dirce só completou o quarto ano da escola. Casou-se cedo, aos 17 anos, em Jacareí (SP), mas ficou viúva do primeiro marido. Apaixonou-se por um advogado, se uniu a ele, mas o segundo companheiro morreu em um acidente de carro.

“Depois que fiquei viúva, comecei a trabalhar de domingo a domingo, para sustentar as minhas filhas. Eu tentei fazer o meu melhor para a minha família”, diz Dirce.

No entanto, após enfrentar problemas com as filhas, resolveu que era hora de ter o próprio canto e decidiu ir morar em uma casa de repouso. “Eu estava muito cansada e achei que deveria ter a minha própria segurança e liberdade”, afirma.

Já João foi casado por 30 anos com a mãe de seus três filhos, mas a relação chegou ao fim há 20 anos, quando eles se divorciaram.

Após a separação, ele chegou a morar com os pais, mas eles faleceram. A vida mudou e ele escolheu residir em uma instituição de acolhimento para idosos. Viveu durante um mês em uma entidade privada, mas não estava satisfeito.

“Aqui no Lar é diferente, pois eu nunca tinha morado em um ambiente assim. Eu posso sair a qualquer hora. Gosto de fazer as minhas próprias obrigações e adoro dormir tranquilo”, diz.

Os preparativos

Entre idas e vindas, os dois se encontraram. Quando começaram a namorar, fizeram questão de comunicar a direção do Lar e manifestaram a intenção de viver juntos, dividindo o mesmo quarto.

Com a notícia do romance, a assistente social da instituição, Beatriz Maria França, se reuniu com outros funcionários para providenciar os preparativos para o casamento.

A equipe organizou roupas, acessórios, decoração, o cardápio, a música e os convidados da festa. “Muitas pessoas foram solidárias e nos ajudaram com as doações. Os noivos ganharam até cama e colchão de casal. Fizemos tudo com amor e carinho para este casal apaixonado”, afirma.

O casamento

A cerimônia ecumênica foi realizada no galpão de confraternização do Lar. O local ganhou arranjos de flores, mesas e cadeiras especiais para o momento. “Nos conhecemos, moramos e vivemos aqui. Construímos amizades neste lugar e, por isso, resolvemos celebrar com quem nos ama e está sempre ao nosso lado”, afirma Dirce.

Quatro casais apadrinharam o casal – a maioria é formada por funcionários da instituição. Beatriz também foi uma das escolhidas.

“Eu sou como uma filha para a dona Dirce. É um carinho recíproco. Com este casamento, temos a certeza de que o amor não tem idade e que todos merecem ser amados e respeitados.”

O carinho dos funcionários pode ser visto até mesmo nos bonequinhos que enfeitaram o bolo de casamento, imitando os fios de cabelos brancos dos noivos.

Elegante, Dirce usou vestido de cetim e renda cor-de-rosa, sem véu, como faz questão de frisar. João usou terno com a gravata na cor do traje da noiva.

O aposentado é só carinho com a amada. Entre beijos e abraços, enaltece o jeito cuidadoso que Dirce tem com ele. “Ela é muito caprichosa, carinhosa. Às vezes, dá mais atenção para mim do que para ela mesma.”

Evangélica, a idosa acredita que Deus colocou o aposentado na vida dela como um presente. “Eu me apaixonei pelo João pela devoção que ele tem. Nós tivemos um empurrão divino.”

A troca de alianças emocionou os convidados. “Isso é muito bom para o casal. Nós vemos a importância do amor. Todo mundo pensa que é idoso, não pode ter namorado. Mas eles merecem ter um amor, sim”, diz Beatriz.

Referência: G1.

Gato

Você já tem um gato em sua vida? Se não, precisa saber o que está perdendo! Além de serem companheiros carinhosos, simpáticos e trazerem muitas boas energias para o seu lar, os gatos também podem prolongar a vida de seus donos!

A Fundação Iseni e o Centro Cuore Malpensa realizaram uma campanha para que seus pacientes cardiopatas adotassem um cão, para que experimentassem a melhora de vida que um animal pode trazer aos seus donos, e se surpreenderam ao descobrir que a presença de um gato em casa também promove os mesmos benefícios aos donos e algumas coisas a mais.

Os gatos fornecem um grande reforço nas vidas dos donos especialmente quando que se trata de transtornos de estresse, depressão e também de ansiedade.

Andrea Macchi, professora e diretora do Centro do Coração e dos Istituti di Ricovero e Cura Gruppo Iseni Sanità di Lonate Pozzolo, diz o seguinte sobre a relação entre gato e dono:

“O contato com pelo de gato produz oxitocina, o hormônio felicidade. Ao contrário do cão, a dificuldade do gato para confiar e contar com o ser humano estimula nesse último o autocontrole e um esforço mais prolongado para se relacionar com o filhote.

O contato com o pelo do gato também é agradável e relaxante, tem um efeito positivo sobre a pressão sanguínea e sobre os batimentos cardíacos. Ronronar é uma resposta imediata da atenção dada ao animal e relaxam naturalmente também o paciente, que tem enormes benefícios a nível cardiovascular, prolongando e melhorando a vida humana.”

A iniciativa de adoção de gatos foi feita de maneira semelhante à adoção de cães: os grupos realizaram parcerias com abrigos locais e incentivaram seus pacientes cardiopatas a adotarem um gato, e aqueles que o fizeram também foram agraciados com uma nova amizade e uma melhora na qualidade de vida.

A adoção é importante em dois aspectos: “primeiro, é claro, prolonga a vida do doente e depois, dá uma casa para gatos abandonados, que terão agora uma família”, diz Andrea Macchi, que, para dar o exemplo aos seus pacientes, logo adotou um gatinho.

Essa é uma grande notícia! É muito saber que além de muito amor, os gatos também podem nos oferecer uma grande melhora na saúde!

Mas é claro que não são necessárias doenças cardiovasculares para adotar um gato. Com alguma condição ou não, você com certeza será uma pessoa mais feliz quanto tiver um gatinho para chamar de seu.

Então, está esperando o que para adotar o seu?

Fonte: O Segredo

Dançar

Pesquisadores alemães acreditam que, por terem feito o estudo com um número considerado pequeno de pessoas, será preciso novos estudos para comprovar o que constataram ao trabalhar com dois grupos de voluntários: quem faz dança leva vantagem sobre quem faz apenas exercícios. Segundo os pesquisadores, depois de um ano e meio de atividades, “os integrantes do grupo que se dedicou às aulas de dança tiveram resultados bem melhores em testes de equilíbrio do que antes de começarem o experimento. Já os que só fizeram os exercícios não obtiveram melhorias neste quesito.” Ou seja, a dança se mostrou mais eficaz como instrumento para ajudar pessoas que passaram dos 60 anos a viver melhor.

Leia mais sobre o estudo neste artigo de O Globo:

Dançar, além de divertido, pode trazer mais benefícios para a saúde do cérebro de idosos do que exercícios básicos. Pelo menos é o que indica estudo que comparou os efeitos de dois programas de atividades físicas em uma pequena amostra de homens e mulheres saudáveis com idade média de 68 anos recrutada na área da cidade de Magdeburg, na Alemanha, e publicado recentemente no periódico científico de acesso aberto “Frontiers in Human Neuroscience”.

No experimento, os voluntários foram divididos em dois grupos: um se submeteu a um treinamento de resistência com exercícios aeróbicos, como pedalar em bicicletas ergométricas e a chamada caminhada nórdica, que une o uso de batões semelhantes ao de esqui; enquanto o outro se dedicou a aulas de dança demandantes tanto do ponto de vista físico quanto mental, tendo que frequentemente aprender novas coreografias em ritmos como mambo, jazz e danças folclóricas. Ambas práticas tinham duração de 90 minutos, a princípio duas vezes por semana e depois semanalmente.

Segundo os pesquisadores, ao fim dos dois programas, após 18 meses de atividades, os integrantes do grupo que se dedicou às aulas de dança tiveram resultados bem melhores em testes de equilíbrio do que os que alcançaram antes de começarem o experimento. Já os que só fizeram os exercícios não obtiveram melhorias neste quesito. Mais importante, no entanto, foram as diferenças dos efeitos dos dois programas no hipocampo, região do cérebro ligada à memória e navegação espacial, entre outras funções.

Embora os dois grupos tenham apresentado aumento no volume geral do hipocampo – que “encolhe” com a idade a uma taxa de 2% a 3% por década que se acelera para 1% anual a partir dos 70 anos, e é uma das áreas atingidas por doenças neurodegenerativas como o mal de Alzheimer e outras demências -, só o que fez as aulas de dança teve ganhos aparentes numa subárea chamada giro denteado, fundamental para os processos de formação de memória e reconhecimento espacial.

O estudo, no entanto, tem limitações, admitem os próprios pesquisadores. Para começar, a amostra final foi pequena, com apenas 14 integrantes do grupo dos “dançarinos” e 12 dos “esportistas” tendo completado seus programas de atividades um ano e meio e feito os exames e testes necessários para as análises. A alta taxa de desistência – eram 52 os originalmente inscritos, 26 em cada grupo – também obrigou os pesquisadores a diminuírem a frequência das atividades de duas para uma vez por semana aos seis meses do experimento, então não é possível dizer se os benefícios seriam mais ou menos diferentes se a carga inicial tivesse sido mantida.

Outro problema é que ainda não é possível verificar em humanos se as atividades físicas regulares promoveram a chamada neurogênese – produção de novos neurônios – no hipocampo, como já foi observado em modelos com animais, nem a validade da segmentação desta região do cérebro nas subáreas usada na pesquisa. Mesmo assim, Kathrin aconselha a todos que quiserem se manter ativos e saudáveis tanto física quanto mentalmente a se levantarem e dançarem ao ritmo que mais gostarem:

– Acredito que todos gostariam de viver uma vida independente e saudável mais longa possível. A atividade física é uma prática que pode contribuir para isso ao combater diversos fatores de risco e frear o declínio da idade. E acho que a dança é uma ferramenta poderosa para apresentar novos desafios para o corpo e a mente, especialmente numa idade avançada.

Fonte: 50 e Mais