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Idoso faz Enem

Obstinação e continuação são sinônimos da palavra persistência. Características essas que definem João Isaac. Aos 64 anos, ele enfrentou pela quinta vez o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), em Porto Velho.

O sonho de se tornar engenheiro civil não sai dos planos de Isaac. Mecânico de formação e com mais de 30 anos de experiência, ele diz que é uma questão de tempo para realizar o desejo de sentar em uma cadeira de faculdade. “Eu não desisto porque tenho certeza que a minha hora vai chegar. Eu não tenho pressa, o que tenho é certeza que vou realizar o meu sonho”, declara.

O desejo do idoso de cursar engenharia civil surgiu enquanto o filho, Clebson Vasconcelos, se formava em arquitetura.

“A paixão dele me envolveu ao ponto de despertar em mim o desejo de me formar e, quem sabe um dia, poder trabalhar ao lado dele em um projeto”, revela.

Rotina de estudo

Acordar às 5h, preparar o café e começar a estudar era a rotina do idoso há meses. Ele conta que usa a tecnologia a favor dele na hora dos estudos.

“Com a internet tudo ficou mais prático. Consigo fazer vários testes que simulam as provas do Enem, também faço pesquisas de forma objetiva e busco estar atualizado”, conta.

Em outubro, o idoso esteve no Aulão na Rede, realizado pela Rede Amazônica, para reforçar o conteúdo da prova. “Ações assim, que contam com professores comentando e dando dicas para o Enem, ajudam a fixar o conteúdo”, comenta.

Fonte: G1.

Sadio Mané

A vida de pobreza pode ter ficado para trás, mas Sadio Mané não se esquece desses tempos.

“Para que quero dez Ferraris, 20 relógios com diamantes e dois aviões? O que faria isso pelo mundo? Eu passei fome, trabalhei no campo, joguei descalço e não fui à escola. Hoje posso ajudar as pessoas. Prefiro construir escolas e dar comida ou roupa às pessoas pobres”, afirmou o jogador do Liverpool em entrevista.

“Construímos escolas, um estádio, damos roupas, sapatos, comida às pessoas que vivem em pobreza extrema. Dou 70 euros por mês a todas as pessoas de uma região extremamente pobre do Senegal, o que ajuda na economia familiar”, explicou Sadio Mané.

“Não preciso de exibir carros de luxo, casas luxuosas, viagens e até aviões. Prefiro que a minha gente receba um bocadinho do que a vida me deu.”

Aplicativo de Transporte

Para muitos, aplicativos de transporte já se tornou algo “comum”, algo cotidiano. Porém, esses aplicativos não costumam ter cuidados especiais com pessoas mais velhas, os idosos. Com a intenção de oferecer além dos serviços de transporte, uma pessoa com que eles (avôs e avós) possam contar como companheiro para cumprir tarefas diárias com um cuidado melhor, surgiu o aplicativo Eu Vô.

O aplicativo foi desenvolvido na cidade de São Carlos, em São Paulo conseguindo a aprovação da Prefeitura para atuar pela capital. Para utilizar o aplicativo, pedem para marcar a viagem três horas antes. Possui um treinamento especial que é concedido pela própria empresa. O treinamento consiste em socializar com os passageiros mais velhos e também do modo em que o transporta. O pagamento pode ser feito por cartão de crédito ou por pacotes oferecidos no próprio app.

O novo aplicativo já trabalha com cerca de 43 motoristas que já estão cadastrados, e 1500 que se encontram na fila de espera para que possam trabalhar no Eu Vô. Pretendem dobrar suas metas que já foram alcançadas. Os motorista são remunerados, e eles recebem mesmo enquanto não estão trabalhando. Podendo proporcionar um ótimo trabalho aos motoristas e um ótimo cuidado para os passageiros.

Amor

O mundo não precisa de julgamentos, precisa de amor, de pessoas dispostas a olhar para o outro como seu semelhante, alguém que merece carinho, cuidado e respeito, acima de tudo.

Em qualquer direção que olhamos, os julgamentos e críticas parecem estar no controle. As pessoas são cada vez menos capazes de se colocarem no lugar dos outros, e ao invés de praticarem a empatia, permitem que esses sentimentos dominem seus corações.

Sentimo-nos no direito de julgar todas as pessoas a todo momento e o fazemos sem o mínimo de respeito e consideração. Falamos mal de suas escolhas no trabalho, na vida pessoal, condenamos as companhias que escolheram, detestamos a nova cor de seu cabelo e o carro que comprou. Criticamos até mesmo o esmalte da semana ou a maneira como resolveram deixar a barba.

Desenvolvemos um complexo de superioridade e acreditamos que falar mal dos outros é uma conquista que alcançamos e que não há problema algum, já que existem outras pessoas que também nos criticam em nossas costas. Muitas vezes até mesmo justificamos nossos julgamentos como críticas positivas, como se as nossas palavras cheias de maldade de alguma maneira fossem ajudar o outro a viver melhor.

Atitudes como essa emitem uma energia negativa muito forte no Universo e contribuem para que o mundo se torne a cada dia um lugar ruim de se viver. Precisamos urgentemente criar a consciência de que não temos o direito de julgar as pessoas, nem de usar palavras extremamente equivocadas sob o pretexto de “tentar abrir as suas mentes”.

Cada um de nós tem a liberdade de viver a vida como desejar, e precisamos ser capazes de aceitar e respeitar até mesmo aquelas coisas que para nós parecem incompreensíveis.

O mundo não precisa de julgamentos, precisa de amor, de pessoas dispostas a olhar para o outro como seu semelhante, como alguém que merece carinho, cuidado e respeito, acima de tudo.

Nada melhora quando apontamos os dedos, mas o mundo de alguém se transforma quando oferecemos um abraço verdadeiro e um coração disposto a acolher e amar incondicionalmente.

Já temos tantos exemplos negativos de como não agir… devemos nadar contra a maré, trazer harmonia e paz em uma sociedade tão desgastada. A única coisa capaz de mudar o mundo, de trazer mais alegria para todas as pessoas e substituir as lágrimas por sorrisos é o amor. Apenas o amor transforma e desperta o melhor de todos nós.

Portanto, quando pensar em julgar alguém, lembre-se de que esse não é o seu direito, é apenas uma escolha ruim que não te acrescentará nada.

Mantenha a sua boca fechada e os braços abertos. Ofereça amor ao invés de julgamentos, e começará a perceber o quanto as coisas se transformam para melhor em sua vida.

Cuidar do outro é cuidar de nós mesmos e tudo de bom que fazemos para as outras pessoas reflete em nossas vidas.

Fonte: O Segredo

Orlando Drummond

Um garoto! É assim que Orlando Drummond, o nosso eterno Seu Peru, se define. O centenário, que se completou no último dia 18 foi comemorado do jeitinho que ele gosta: na casa da filha Lenita, em Araras, na companhia dos parentes mais próximos. Mas, para o ator, apesar de emblemática, a nova idade não representa nenhuma mudança no seu estilo de vida.

“Eu continuo o mesmo garoto que sempre fui, com alegria e amor da minha família. Me sinto privilegiado! Sou um homem de hábitos simples e de uma rotina bastante normal, nada especial”, revela o comediante que, nos últimos meses, vem recebendo um carinho a mais por conta do aniversário.

Além de uma participação especial na nova edição da ‘Escolinha do Professor Raimundo’, o ator e dublador foi homenageado pela Câmara Municipal do Rio de Janeiro. Orlando até se emociona ao comentar sobre o recebimento do conjunto de medalhas Pedro Ernesto, a principal homenagem que a cidade presta aos que mais se destacam na sociedade.

“É uma grande honra ser lembrado por tanta gente mesmo estando fora do ar há tanto tempo. Sou reconhecido por onde passo, e esse carinho no meu centenário me deixa muito emocionado! Sou um homem abençoado por ter tanta gente que gosta de mim”, conta o intérprete mais famoso de Seu Peru, que aproveita a oportunidade para dar um conselho: “a receita para chegar aos 100 anos é o bom humor. Sou um apaixonado pela vida”.

Duas escolas

Sem nenhuma rivalidade, Orlando comenta que assiste regularmente à nova versão da ‘Escolinha’ e admite gostar do que vê. “O (Marcos) Caruso é um ícone. Me sinto lisonjeado em ver o Peru tão bem representado por um ator tão brilhante”, elogia o mestre que, apesar de gostar da nova versão, não deixa de assistir aos episódios do programa da época em que era ele uma das estrelas.

“Gosto muito de ver a antiga escolinha no canal Viva. Mas também sou um espectador assíduo de todas as novelas da Rede Globo”, confessa o humorista, que imortalizou os bordões “use-me e abuse-me” e “estou por aqui”.

Apoio LGBT

Em um momento em que nunca se falou tanto sobre os direitos da comunidade LGBT, Orlando entende que ter interpretado um personagem homossexual possa gerar muitas reações diversas, mas o ator sustenta sua posição em favor da diversidade. “Qualquer forma de preconceito é burra e qualquer forma de amar vale a pena. Costumo dizer que a palavra mais próxima de amor é humor. Acredito que o Seu Peru seja fruto disso”, confessa o ator, que sentiu, ao mesmo tempo, o ódio dos homofóbicos e o apoio da comunidade gay.

“Eu pude sentir na pele esse preconceito e, graças a Deus, pude responder com amor e humor. Mas de resto, como Peru, sempre fui muito bem acolhido”, revela, com orgulho.

De família

Outro trabalho que traz muita satisfação a Orlando é o de dublador. A profissão, um de seus xodós, é exercida por ele até hoje com maestria. “A dublagem sempre foi minha grande paixão. Fiz o Scooby-Doo, Popeye, Alf, Gato Guerreiro, Puro Osso e tantos outros personagens”, lembra ele, de forma carinhosa, enquanto faz questão de falar que o ofício passou para seus descendentes.

“A paixão é tão grande que meus netos Felipe, Alexandre, Eduardo e até minha bisneta Mariah seguiram na profissão. A Mariah, inclusive, começou com 1 aninho e meio. O processo foi natural. Sempre admiraram meu trabalho e acabaram entrando para o ramo”, diz.

Todos levam meu nome e meu legado. Sou um homem de muita sorte”, conta o Vovô Orlando sobre a família que construiu ao lado de Gloria, sua companheira há 68 anos, a quem chama de alma gêmea.

Conectado

Em maio, contrariando o que normalmente se espera de um idoso, Orlando voltou a surpreender seu público ao criar uma conta no Instagram. Em menos de cinco meses online, o comediante já acumula quase 60 mil seguidores e teve o perfil verificado pela rede social. “Essa ideia partiu dos meus netos para ter um contato mais próximo com as pessoas que admiram meu trabalho e que gostam de mim. Fico muito feliz sempre que eles me mostram a repercussão de alguma foto ou alguma homenagem que alguém faz”, comemora.

Referência: Meia Hora

Ambulância

Curitiba ganhou uma ambulância para resgatar cachorros e gatos em risco nas ruas. O veículo, batizado de “Unidade de Resgate Animal”, foi entregue no último dia 30 e já está funcionando.

Quem encontrar animais em situação de rua acidentados com risco de morte em espaços públicos pode acionar o serviço pela Central de Atendimento da Prefeitura, pelo telefone 156 ou pela internet.

Ambulância para cachorros

De acordo com a administração municipal, todos os animais atendidos vão ser identificados e castrados.

O atendimento é feito no Centro de Referência para Animais em Situação de Risco (Crar), que fica na Cidade Industrial de Curitiba (CIC).

Animais agressivos em vias públicas também serão resgatados pela ambulância.

Referência: G1

Alzheimer

Neurocientistas americanos da NeuroEM Therapeutics, em Phoenix, EUA,  conseguiram reverter a perda de memória provocada pela doença de Alzheimer com a utilização de um chapéu com ondas eletromagnéticas.

Em um pequeno estudo-piloto, realizado com apenas oito voluntários, o chapéu magnético conseguiu reverter um ano de memória perdida em apenas dois meses.

Os pacientes, que sofrem de doença de Alzheimer, de leve a moderada, receberam um chapéu MemorEM, que utiliza emissores criados especialmente para gerar um fluxo específico de ondas eletromagnéticas através do crânio.

Os pesquisadores observaram “desempenho cognitivo aprimorado” em sete dos oito voluntários na pesquisa.

O tratamento foi realizado duas vezes por dia, durante o período de uma hora, e são muito simples de administrar em casa.

O estudo foi publicad no Journal of Alzheimer’s Disease mostrando alguns resultados, que precisam de mais pesquisas.

Memória restaurada

“Talvez a melhor indicação de que os dois meses de tratamento tenham um efeito clinicamente importante nos pacientes com DA [doença de Alzheimer] neste estudo, nenhum dos pacientes quis devolver o dispositivo de cabeça ao Instituto da Universidade do Sul da Flórida / Byrd Alzheimer após o estudo ser concluído”, diz o biólogo Gary Arendash, CEO da NeuroEM Therapeutics.

Segundo ele, um paciente disse: “Voltei”.

O chapéu

O equipamento MemorEM, criado pela NeuroEM Therapeutics, está sendo desenvolvido por dois cientistas que são os fundadores da empresa.

O estudo tem como base pesquisas anteriores desta mesma equipe, que havia se concentrado em roedores, o que demonstrou que o chapéu eletromagnético transcraniano chamado TEMT, na sigla em inglês, seria capaz de proteger o cérebro contra a perda de memória, ou até mesmo reverter perda anterior em ratos mais velhos.

Com base nas evidências já alcançadas, o TEMT parece capaz de deteriorar as proteínas amilóide-beta tóxicas e também as proteínas tau que tem forte relação com o Alzheimer: as ondas parecem ser capazes de desestabilizar as ligações fracas de hidrogênio que mantêm os aminoácidos unidos.

Aparentemente essas proteínas entopem o cérebro destruindo e sufocando os neurônios necessários para manutenção das memórias, gerar fala à partir de pensamentos entre outros processos cognitivos fundamentais para nosso funcionamento.

A partir de uma série de testes cognitivos, criados para medir o nível de demência, a influência das ondas eletromagnéticas foi vista como “grande e clinicamente importante”.

Um ano de memória recuperada

A escala medida pelo diagnóstico da doença do Alzheimer varia entre uma média de cinco pontos para alguém sem Alzheimer, para uma média de 31 pontos para quem sofre da Doença e o estudo observou uma mudança positiva na média que foi de mais de quatro pontos em sete dos oito voluntários.

Esse nível de mudança, de quatro pontos, corresponde a uma redução cognitiva de mais de um ano em pacientes com Alzheimer.

Portanto equivaleu a um ano do impacto negativo da doença de Alzheimer na memória e pensamento revertido. Isso no espaço de dois meses de testes.

Sem efeito colaterais

O estudo também demonstrou que nenhum dos participantes pareceu sofrer efeitos colaterais ou quaisquer danos no cérebro que causados pelo tratamento com ondas eletromagnéticas.

A próxima empreitada seria um estudo bem maior, envolvendo mais pacientes com doença de Alzheimer,

A empresa está planejando um estudo envolvendo 150 voluntários para este ano. Se ele demonstrar que o tratamento TEMT tem eficácia e é seguro, poderá alcançar aprovação regulatória para comercialização do equipamento.

“Esses resultados fornecem evidências preliminares de que a administração do TEMT avaliada neste pequeno estudo de DA pode ter a capacidade de melhorar o desempenho cognitivo em pacientes com doença leve a moderada”, disse Amanda Smith, neurocientista da Universidade do Sul da Flórida (EUA).

Referência: Só Notícia Boa

Bonecas para idosos

É cada vez mais comum em casas de repouso nos EUA o uso de bonecas no tratamento de pessoas com Alzheimer.

Chamada de “Terapia de Abraços”, a técnica devolve aos velhinhos a alegria, alivia o estresse, reduz a depressão, a agitação, a ansiedade e resgata memórias sobre a maternidade/paternidade.

Atualmente, a terapia é aplicada nas Comunidades de Tratamento do Poet’s Walk Memory Care Communities, em oito localidades: nas cidades de Leesburg, Fredericksburg e Warrenton, Virgínia; Cedar Park, Round Rock e San Antonio, Texas; em Henderson, Nevada, e na cidade de Sarasota, Flórida, segundo informações do Só Notícia Boa.

A Terapia de Abraços funciona assim: o boneco é dado aos idosos para “cuidar” como parte de sua programação. Como se fosse um bebê de verdade, eles seguram, balançam e acariciam a boneca. Tudo isso faz aflorar um sentimento de amor e autoestima, fundamentais para a qualidade de vida do paciente.

“Minha mãe ganha vida quando ela abraça esses bonecos”, disse April Hannewald.

A mãe dela vive na Comunidade de Cuidados com a Memória em Nevada. April conta que a idosa fala pouco, mas isso muda “quando estou empurrando-a na cadeira de rodas, ela começa a falar frases inteiras quando passamos as bonecas [dizendo coisas como]: “Oh, olha! O que os bebês estão fazendo?”.

“Entre as várias formas de terapia recreativa que nossos cuidadores oferecem, descobrimos que a “terapia de abraços” é uma das mais simples e mais terapêuticas. É também uma das mais bem sucedidas, pois dá aos nossos residentes um propósito que eles desejam”, conta a diretora executiva da Poent’s Walk Warrenton, na Virginia, Terra Brown.

“Quando me sento com a minha mãe e ela fica inquieta e distraída, tudo o que tenho a fazer é dar-lhe uma boneca e colocar um sorriso no rosto. Ela fala com o bebê e beija a testa dele com frequência”, diz Hannewald.

Para quem tem interesse em aplicar a Terapia, uma dica importante: deve-se usar apenas bonecas que não chorem, para não estressar os pacientes. As bonecas também devem ser tratadas como se fossem bebês reais, ao invés de brinquedos.

Referência: Razões para Acreditar

25 set

Estresse

O estresse, devido à crescente exigência sobre pais e filhos, é um fator cada vez mais comum na criação. As férias e as tardes no parque, em muitos casos, tornaram-se atividades extracurriculares que geram uma grande pressão sobre adultos e crianças.

Não há dúvida de que as crianças são uma bênção. Entender o preço do estresse parental que a sua criação envolve e o seu reflexo nas crianças é outra questão. Podemos dizer que criar filhos se tornou quase uma maratona.

Durante a gestação, as futuras mães ouvem que o estresse é um fator de risco que pode ter consequências desastrosas para o desenvolvimento dos bebês. No entanto, a vida muda radicalmente quando a criança nasce.

Grande parte desse estresse surge de uma moda: preencher as agendas das crianças com atividades extracurriculares. Em muitos casos, há também o desconforto derivado da culpa que muitos pais sentem por não passarem muito tempo com seus filhos.

Conselho para as mães sobre o estresse parental

Quando o bebê já nasceu, os pais recebem poucas explicações de como lidar com o estresse ou como não gerar estresse. Pelo contrário, em muitos casos, supõe-se que seja algo que eles precisam aprender naturalmente ao longo do caminho.

Infelizmente, o fato de a mãe ter uma carreira profissional não costuma diminuir o esforço que ela precisa fazer. Esse fato, por si só, já é estressante.

Além disso, muitos especialistas recomendam que o recém-nascido durma no quarto dos pais, mas não na cama deles.

Por outro lado, a mãe também deve ter cuidado com o que come se estiver amamentando. Além disso, pode surgir a ideia de que, se a mulher volta a trabalhar, não ama seu bebê o suficiente; se não volta a trabalhar, também podem pensar que ela não se ama o suficiente.

Fazer coisas continuamente para o seu filho

Todos esses fatores nos dão uma equação de pais muito cansados ​​e estressados. Pessoas que correm atrás dos segundos, tentando encontrar tempo nos lugares em que ele parece não existir.

Assim que as crianças têm idade suficiente para iniciar aulas de música, praticar esportes ou aprender um idioma, o estresse pode aumentar. Pegá-los, levá-los, estar a par de seus horários…

Essas atividades, além de tempo, exigem recursos financeiros para pagar matrículas e mensalidades. Em diferentes momentos, os pais se perguntam se podem proporcionar uma formação mais completa para seus filhos.

A consequência é o ajuste orçamentário e, em muitos casos, o aumento de horas dedicadas ao trabalho para obter o dinheiro necessário para tal formação.

O preço real do estresse parental

Esse estresse prolongado ao longo do tempo prejudica a saúde. Surgirão as dores de estômago, musculares e de cabeça.

As consequências a longo prazo são ainda mais perigosas e incluem aumento da pressão arterial, problemas coronários e transtornos que afetam a saúde mental, como a ansiedade e a depressão.

Estamos falando da saúde dos pais, mas a verdade é que esse grau de estresse parental também afeta os filhos. Desde o início da gravidez, o estresse da mãe se reflete na criança.

Estudos realizados sobre esse aspecto mostram que o estresse materno durante a gravidez pode afetar a fisiologia da criança e a sua estabilidade emocional.

Além disso, durante os dois primeiros anos de vida, as crianças com pais que sofrem de estresse e ansiedade podem ser “contagiadas”. Da mesma forma, parece que um estilo de criação muito controlador atua como um intensificador dessa ansiedade.

Não é necessário correr para ser bons pais

De acordo com esses dados, conclui-se facilmente que pais estressados ​​representam, de alguma forma, um perigo para eles mesmos e para as crianças. Inscrever o filho em muitas atividades “para o seu futuro” pode ter o efeito oposto do esperado se o estresse estiver presente.

Talvez seja o momento de desacelerar e repensar tudo. É possível que tantas atividades não sejam necessárias ou possam ser substituídas por outras mais simples, que gerem menos pressão.

Talvez a academia e a pracinha do bairro não sejam as melhores opções, mas escolher as atividades de maior renome pode ter um preço a longo prazo em termos de saúde que não podemos pagar.

Referência: A mente é maravilhosa

Sônia Braga

Conquistou o Brasil, e o mundo, no papel de Gabriela, na telenovela de horário nobre, a partir do romance homônimo de Jorge Amado — que ganhou uma nova versão, em 2012, com Juliana Paes e Humberto Martins. O sucesso que se seguiu não foi menor: Dona Flor e Seus Dois Maridos (1977), também a partir de uma história de Amado, está entre os filmes brasileiros mais vistos de sempre, e Dancin’ Days (1978), que afirmou o poder da Globo no que dizia respeito a telenovelas. O reconhecimento veio de todo o lado, inclusive das revistas de moda, que viram em Sônia Braga um modelo para a vida. E não estavam erradas.

Na capa do número brasileiro da Vogue, Sônia Braga surge tão sensual como sempre, mas agora com o cabelo completamente branco: “Meu cabelo é uma metáfora muito importante para mim. Mas, cabeleireiros, vocês não vão ter que sujar mais a mão e usar aquela luvinha – não quero pintá-los nunca mais”, disse em entrevista à Vogue, numa produção com fotografia de Henrique Gendre. “É uma sensação de liberdade muito grande, de normalidade, de natureza mesmo.” 

Na revista, que apelida a atriz de “diva máxima”, considerando-a o “nome mais famoso do cinema nacional no Brasil e lá fora”, adianta-se ainda que corre o rumor de que Sônia poderá voltar às novelas em breve, curiosamente com um guião de Gilberto Braga, que deverá ser uma adaptação de Vanity Fair, obra novecentista do inglês William Makepeace Thackeray (mais recentemente adaptada ao cinema como A Feira das Vaidades, dirigido por Mira Nair, com Reese Whiterspoon e Gabriel Byrne). “Também ouvi falar isso”, diz a actriz, sem acrescentar nem mais uma palavra sobre o assunto. É esperar as cenas dos próximos capítulos.

A beleza da idade

Nos últimos tempos, várias figuras seniores têm conquistado um lugar de destaque nas revistas de beleza e em campanhas publicitárias. Jane Fonda, aos 81 anos, foi capa da Vogue Britânica, em Maio deste ano, tornando-se a mulher mais velha a conquistar este posto, enquanto a irreverente empresária norte-americana Iris Apfel continua a ser, aos 98 anos, um símbolo de glamour. Na publicidade, uma das marcas que mais tem apostado em desmistificar a idade vs. beleza é a Dove, com sucessivas campanhas dedicadas a esta temática.

Fonte: Público