Unidade Vila Mariana (11) 2275-2516/2276-2835

Unidade Moema (11) 2738-1700/2738-1900

Blog

Mãe do ator Sylvester Stallone, a promotora e astróloga Jackie Stallone, aos 98 anos, diverte e encanta nas redes sociais ao mostrar a sua vida ativa nos treinos.

Adepta do pilates e da musculação, são várias as postagens que mostram a “mamãe Rambo”, como ela se chama em alguma delas, se exercitando e dando exemplo de vitalidade.

mãe de Silvester Stallone na academia

Jack Stallone, mãe do ator, se exercitando (reprodução do Instagram)

A senhora conta com pouco mais de 19 mil seguidores e costuma publicar novas fotos quase que diariamente, às vezes, muitas delas num mesmo dia.

Algumas postagens são em vídeo. “Hora de voltar à forma”, escreveu em uma delas. “Aula de pilates”, disse em outra.

Fonte: Site Dona Gente

Academia

Exemplo para muita gente, Maria Isabel de Sant’anna, é uma frequentadora assídua da academia. Aos 98 anos, ela procura se exercitar para manter a saúde em dia.

Morada do bairro Asa Sul, tradicional de Brasília, Maria começou a ir à academia por influência da nora. “Ela pode ir três vezes, mas decidiu esse ano que duas já são suficientes para a idade dela. Eu fazia academia e incentivei que ela experimentasse uma atividade, é bom em qualquer faixa etária. Ela gosta tanto que, se deixarmos, vai caminhando sozinha”, diz Elza Ramos, nora de dona Maria.

A nora afirma que além do exercício físico, o relacionamento com os professores e alunos da academia permitem com que Maria envelheça lúcida e ativa. “Ela diz que, quando não vai, sentem falta dela. É um remédio maravilhoso”, conta Elza.

O instrutor Arlindo Dantas Júnior é só elogios à aluna. “É muito esforçada. Do tempo que ela está aqui, melhorou o desempenho e a postura. O desenvolvimento dela foi incrível. É muito animada, abraça e fala com todo mundo”, diz o profissional. 

A prática da musculação, atividade escolhida por Maria Isabel, melhora a força muscular e diminui o risco de quedas, além de facilitar os movimentos dos braços, das pernas e do tronco.

“Tenho muito carinho por todos aqui. Chego em casa feliz depois do treino”, diz a aluna mais experiente da academia do SESC unidade 913 sul, Maria Isabel de Sant’anna.

Referência: Diário Online

ano novo

“O futuro pertence a quem acredita na beleza dos seus sonhos.” – Eleanor Roosevelt  

É muito comum iniciar um novo ano com energias renovadas, a motivação em alta e uma lista de resoluções que queremos cumprir, de forma a mudar a nossa vida para melhor. Também é comum passado um mês ou dois do ano novo essas resoluções estarem esquecidas e fechadas numa gaveta porque eram demais, não tínhamos tempo, dinheiro, vontade, companhia… Este ano novo, esqueça literalmente a habitual lista de resoluções e concentre-se apenas em fazer deste, o seu melhor ano de sempre.  

  1. Um objetivo. Uma das principais razões pelas quais as nossas resoluções nunca deixam de ser isso mesmo é porque traçamos demasiados objetivos, a maioria dos quais extremamente vagos. Em vez de elaborar uma lista extensa, dedique-se apenas a um objetivo. Porquê? Porque a verdade é que somos mais poderosos e capazes de concretizar o que quer que seja se estivermos focalizados apenas numa coisa de cada vez. Se tiver 10 objetivos perderá demasiado tempo a olhar para todos eles e a decidir em que direção deve partir, o que deve fazer primeiro… se tiver um único objetivo à sua frente, poderá canalizar toda a sua atenção e energia para esse objetivo. E esse é um dos grandes segredos do sucesso, seja em que área for. Neste novo ano, concentre toda a sua atenção nesse objetivo e não só o vai conseguir concretizar, como vai sentir-se maravilhosamente bem por o ter conseguido.
  2. Crie um hábito novo. Os objetivos atingem-se por via dos hábitos, por isso, neste novo ano pense naquele hábito que, praticado diariamente, o vai ajudar a conquistar aquele objetivo único que estipulou para este ano. São os passos pequenos, mas contínuos, que permitem a concretização de objetivos mais vastos e importantes. Decidido qual o novo hábito que vai adotar – tendo sempre em conta a conquista do objetivo geral para o novo ano – dedique-se durante um mês à consolidação desse hábito diário, registando o seu progresso e procurando uma rede de suporte e apoio.  
  3. Hora de agir. Fazer uma lista de resoluções e traçar objetivos é relativamente fácil – o mais difícil é concretizá-los, porque até os melhores planos se tornam obsoletos se não agir, ou seja, se não arregaçar as mãos e começar a trabalhar. A ação é tudo e de forma a poder concretizar aquele objetivo que delineou para o novo ano, tem de começar a agir hoje, agora. Depois, amanhã concretize outra ação. Aliás, deve realizar uma ação palpável, que o leve cada vez mais perto da concretização do seu objetivo, todos os dias. Trate disso diariamente, logo pela manhã – pode ser algo tão simples como fazer 2 telefonemas ou levantar-se 30 minutos mais cedo. Acima de tudo, deve considerar essa ação a mais importante do dia, todos os dias. Se o fizer, será praticamente impossível falhar a concretização do seu objetivo.
  4. Simplifique. Menos é mais e a simplicidade na vida é tudo. Se dedicar algum tempo a simplificar a sua vida de alguma forma terá, certamente, um dos melhores anos de sempre. Quando temos os nossos dias demasiado cheios, a correr de um lado para outro, o mais certo é sentirmo-nos desgastados e sem rumo – tornamo-nos menos eficazes, menos felizes. Tornar a vida mais simples mantém-nos sãos e devolve-nos o poder, a eficácia e a motivação. Pare para refletir sobre as 4 ou 5 coisas mais importantes na sua vida e depois simplifique os seus compromissos, os seus planos, objetivos e listas de afazeres para que estes se alinhem com essas 4 ou 5 prioridades.
  5. Concentre-se na felicidade. Pode parecer um verdadeiro cliché, mas se resolver concentrar-se na felicidade, será efetivamente mais feliz. Não podia ser mais simples. O que é que lhe faz feliz? Então deve ser isso o foco da sua vida. Este ano, faça da felicidade a sua grande prioridade. Depois, faça tudo o que estiver ao seu alcance para tornar essa felicidade uma realidade.
  6. Agende tempo de qualidade para si e para quem mais ama. Se estas duas coisas não constam na sua lista de 4 ou 5 prioridades, então será uma boa ideia rever essa lista – pelo menos uma das coisas prioritárias deve ser fazer algo que goste e outra deve estar relacionada com passar tempo de qualidade com as pessoas de quem mais gosta. Por quê? Porque passar tempo de qualidade consigo, a fazer algo que adora fazer, vai ainda proporcionar-lhe tempo para refletir o que, por sua vez, vai ajudá-lo a eliminar o stress da sua vida e ser mais feliz. Não tem tempo? Arranje tempo! Passar tempo de qualidade com quem mais ama é fundamental na busca pela felicidade – faça disto uma prioridade absoluta!
  7. Aprenda a concentrar-se. A concentração é crucial para que possa atingir qualquer objetivo, quer seja aquele grande objetivo que traçou para o novo ano, quer sejam aquelas pequenas metas e lutas diárias que preenchem os nossos dias. É demasiado fácil perdemo-nos numa maré de papéis, telefonemas, emails ou outras distrações como a Internet. Se se permitir a si próprio a perda de concentração, será muito mais difícil realizar os seus objetivos. Para que este possa ser o seu melhor ano de sempre, aprenda a focalizar-se. Este pode muito bem ser um dos seus novos hábitos. Comece por identificar o seu principal objetivo para o ano novo, depois as suas 4-5 prioridades. Depois, concentre-se em pleno nessas coisas, todos os dias. Todas as manhãs ou na véspera, faça uma pequena lista das “3 coisas mais importantes que tenho de fazer hoje” e faça-as, com concentração absoluta e com a força de vontade necessária para eliminar todas e quaisquer distrações. Coloque o telefone em silêncio, organize a secretária, desligue a Internet… faça o que tiver de fazer para que se possa concentrar a 100% naquilo que tem para fazer. Terminada a primeira tarefa, faça uma pausa e recompense-se. Depois, parta para a tarefa seguinte. Para quem trabalha assim, nada é impossível.

Referência: Estado Zen.

Down

Apesar de hoje em dia a expectativa média de vida das pessoas com síndrome de Down estar entre 50 e 60 anos de idade, antigamente esta era bem mais baixa, não passando os 20 anos. Contudo, Georgie Wildgust contrariou todas as probabilidades e não só passou a média dos 20 anos, como até ultrapassou todas as expectativas, comemorando 77 anos de idade no dia 16 de Agosto de 2019.

Georgie acredita que a sua longevidade se deve à uma vida social activa e, claro, ao amor e apoio que sempre teve por parte da sua família.

Ainda que os médicos tivessem previsto que ele possivelmente não chegaria sequer aos 10 anos, a sua família sempre fez o possível para que este tivesse uma vida feliz, sendo hoje aposentado em Notthingham e uma das pessoas mais velhas do mundo com Síndrome de Down.

“A sua mãe sempre dizia que ele podia fazer qualquer coisa e, por isso, ele sempre foi muito independente.”, contou Nikki Wright, sobrinha de Georgie, que o visita todas as semanas.

Tendo trabalhado como jardineiro e criador de tapetes antes de se aposentar, Georgie vive actualmente num lar, após a morte da sua mãe em 1993. Contudo, tem dois irmãos, sendo que o irmão mais novo, Colin, 71 anos, morreu há três anos, e a sua irmã, Jean Yessyan, 79 anos, costuma conversar com ele através do Skype da Austrália.

“Honestamente, todos os dias em que você trabalha, ele faz você sorrir“, disse Kimberley Taylor, membro da equipe da clínica, segundo a BBC.

Um verdadeiro milagre e a prova de que o amor e carinho realmente dão anos de vida

ReferênciaSábias Palavras

Games

Tereza Brocardo, que já criou dois jogos e quer fazer outro para presentear netos, diz que trabalho estimula raciocínio e memória; ela participa de palestra hoje no BIG Festival, em SP

A aposentada Tereza Brocardo, de 77 anos, é desenvolvedora de games amadora. O desafio, segundo ela, têm ajudado a melhorar o raciocínio e a memória.

Tereza deve participar neste sábado de um painel sobre inclusão social por meio de jogos destinado a pessoas com mais de 60 anos, no BIG Festival, o maior evento de games independentes da América Latina, que ocorre em São Paulo até amanhã.

Dona Tereza frequenta, na capital paulista, cursos para idosos que têm interesse em desenvolver games e vê nesse aprendizado um caminho para se manter atualizada.

— Temos que entender a lógica da programação e isso estimula os neurônios — diz ela, que é aluna do curso para desenvolvedores na Isgame (International School of Game). — Eu comecei mexendo no computador, fiz cursinho básico e, quando tive a oportunidade de participar do programa, me encantei. Já desenvolvi dois jogos. Hoje, estou jogando mais em vez de criar, mas quero desenvolver mais um para dar de presente para os meus netos no Natal — contou.

Fábio Ota, presidente da Isgame, explica que a escola ensina idosos a desenvolver games por meio do projeto Cérebro Ativo.

Fundada em 2014, a startup brasileira entrou no programa de aceleração Estação Hack, do Facebook, e Artemisia, um projeto para empreendedores que querem gerar mudanças positivas na sociedade.

— Trabalhamos com a parte cognitiva dos idosos para melhorar memória, concentração e qualidade de vida — diz Ota.

Ele afirma que a escola tem mais de 200 alunos acima de 50 anos, que são orientados por desenvolvedores, neuropsicólogos e fisioterapeutas.

Nas aulas, sempre presenciais, eles aprendem o conceito dos games, a metodologia e o desenvolvimento.

— Ensinamos a criação de personagens e cenários, além da lógica da programação. Eles jogam, desenvolvem, mas a ideia também é que saiam de casa para poder interagir. Eles também se sentem mais confiantes, porque entendem que podem conhecer sobre tecnologia.

Fonte: O Globo

Idoso faz Enem

Obstinação e continuação são sinônimos da palavra persistência. Características essas que definem João Isaac. Aos 64 anos, ele enfrentou pela quinta vez o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), em Porto Velho.

O sonho de se tornar engenheiro civil não sai dos planos de Isaac. Mecânico de formação e com mais de 30 anos de experiência, ele diz que é uma questão de tempo para realizar o desejo de sentar em uma cadeira de faculdade. “Eu não desisto porque tenho certeza que a minha hora vai chegar. Eu não tenho pressa, o que tenho é certeza que vou realizar o meu sonho”, declara.

O desejo do idoso de cursar engenharia civil surgiu enquanto o filho, Clebson Vasconcelos, se formava em arquitetura.

“A paixão dele me envolveu ao ponto de despertar em mim o desejo de me formar e, quem sabe um dia, poder trabalhar ao lado dele em um projeto”, revela.

Rotina de estudo

Acordar às 5h, preparar o café e começar a estudar era a rotina do idoso há meses. Ele conta que usa a tecnologia a favor dele na hora dos estudos.

“Com a internet tudo ficou mais prático. Consigo fazer vários testes que simulam as provas do Enem, também faço pesquisas de forma objetiva e busco estar atualizado”, conta.

Em outubro, o idoso esteve no Aulão na Rede, realizado pela Rede Amazônica, para reforçar o conteúdo da prova. “Ações assim, que contam com professores comentando e dando dicas para o Enem, ajudam a fixar o conteúdo”, comenta.

Fonte: G1.

Sadio Mané

A vida de pobreza pode ter ficado para trás, mas Sadio Mané não se esquece desses tempos.

“Para que quero dez Ferraris, 20 relógios com diamantes e dois aviões? O que faria isso pelo mundo? Eu passei fome, trabalhei no campo, joguei descalço e não fui à escola. Hoje posso ajudar as pessoas. Prefiro construir escolas e dar comida ou roupa às pessoas pobres”, afirmou o jogador do Liverpool em entrevista.

“Construímos escolas, um estádio, damos roupas, sapatos, comida às pessoas que vivem em pobreza extrema. Dou 70 euros por mês a todas as pessoas de uma região extremamente pobre do Senegal, o que ajuda na economia familiar”, explicou Sadio Mané.

“Não preciso de exibir carros de luxo, casas luxuosas, viagens e até aviões. Prefiro que a minha gente receba um bocadinho do que a vida me deu.”

Aplicativo de Transporte

Para muitos, aplicativos de transporte já se tornou algo “comum”, algo cotidiano. Porém, esses aplicativos não costumam ter cuidados especiais com pessoas mais velhas, os idosos. Com a intenção de oferecer além dos serviços de transporte, uma pessoa com que eles (avôs e avós) possam contar como companheiro para cumprir tarefas diárias com um cuidado melhor, surgiu o aplicativo Eu Vô.

O aplicativo foi desenvolvido na cidade de São Carlos, em São Paulo conseguindo a aprovação da Prefeitura para atuar pela capital. Para utilizar o aplicativo, pedem para marcar a viagem três horas antes. Possui um treinamento especial que é concedido pela própria empresa. O treinamento consiste em socializar com os passageiros mais velhos e também do modo em que o transporta. O pagamento pode ser feito por cartão de crédito ou por pacotes oferecidos no próprio app.

O novo aplicativo já trabalha com cerca de 43 motoristas que já estão cadastrados, e 1500 que se encontram na fila de espera para que possam trabalhar no Eu Vô. Pretendem dobrar suas metas que já foram alcançadas. Os motorista são remunerados, e eles recebem mesmo enquanto não estão trabalhando. Podendo proporcionar um ótimo trabalho aos motoristas e um ótimo cuidado para os passageiros.

Amor

O mundo não precisa de julgamentos, precisa de amor, de pessoas dispostas a olhar para o outro como seu semelhante, alguém que merece carinho, cuidado e respeito, acima de tudo.

Em qualquer direção que olhamos, os julgamentos e críticas parecem estar no controle. As pessoas são cada vez menos capazes de se colocarem no lugar dos outros, e ao invés de praticarem a empatia, permitem que esses sentimentos dominem seus corações.

Sentimo-nos no direito de julgar todas as pessoas a todo momento e o fazemos sem o mínimo de respeito e consideração. Falamos mal de suas escolhas no trabalho, na vida pessoal, condenamos as companhias que escolheram, detestamos a nova cor de seu cabelo e o carro que comprou. Criticamos até mesmo o esmalte da semana ou a maneira como resolveram deixar a barba.

Desenvolvemos um complexo de superioridade e acreditamos que falar mal dos outros é uma conquista que alcançamos e que não há problema algum, já que existem outras pessoas que também nos criticam em nossas costas. Muitas vezes até mesmo justificamos nossos julgamentos como críticas positivas, como se as nossas palavras cheias de maldade de alguma maneira fossem ajudar o outro a viver melhor.

Atitudes como essa emitem uma energia negativa muito forte no Universo e contribuem para que o mundo se torne a cada dia um lugar ruim de se viver. Precisamos urgentemente criar a consciência de que não temos o direito de julgar as pessoas, nem de usar palavras extremamente equivocadas sob o pretexto de “tentar abrir as suas mentes”.

Cada um de nós tem a liberdade de viver a vida como desejar, e precisamos ser capazes de aceitar e respeitar até mesmo aquelas coisas que para nós parecem incompreensíveis.

O mundo não precisa de julgamentos, precisa de amor, de pessoas dispostas a olhar para o outro como seu semelhante, como alguém que merece carinho, cuidado e respeito, acima de tudo.

Nada melhora quando apontamos os dedos, mas o mundo de alguém se transforma quando oferecemos um abraço verdadeiro e um coração disposto a acolher e amar incondicionalmente.

Já temos tantos exemplos negativos de como não agir… devemos nadar contra a maré, trazer harmonia e paz em uma sociedade tão desgastada. A única coisa capaz de mudar o mundo, de trazer mais alegria para todas as pessoas e substituir as lágrimas por sorrisos é o amor. Apenas o amor transforma e desperta o melhor de todos nós.

Portanto, quando pensar em julgar alguém, lembre-se de que esse não é o seu direito, é apenas uma escolha ruim que não te acrescentará nada.

Mantenha a sua boca fechada e os braços abertos. Ofereça amor ao invés de julgamentos, e começará a perceber o quanto as coisas se transformam para melhor em sua vida.

Cuidar do outro é cuidar de nós mesmos e tudo de bom que fazemos para as outras pessoas reflete em nossas vidas.

Fonte: O Segredo

Orlando Drummond

Um garoto! É assim que Orlando Drummond, o nosso eterno Seu Peru, se define. O centenário, que se completou no último dia 18 foi comemorado do jeitinho que ele gosta: na casa da filha Lenita, em Araras, na companhia dos parentes mais próximos. Mas, para o ator, apesar de emblemática, a nova idade não representa nenhuma mudança no seu estilo de vida.

“Eu continuo o mesmo garoto que sempre fui, com alegria e amor da minha família. Me sinto privilegiado! Sou um homem de hábitos simples e de uma rotina bastante normal, nada especial”, revela o comediante que, nos últimos meses, vem recebendo um carinho a mais por conta do aniversário.

Além de uma participação especial na nova edição da ‘Escolinha do Professor Raimundo’, o ator e dublador foi homenageado pela Câmara Municipal do Rio de Janeiro. Orlando até se emociona ao comentar sobre o recebimento do conjunto de medalhas Pedro Ernesto, a principal homenagem que a cidade presta aos que mais se destacam na sociedade.

“É uma grande honra ser lembrado por tanta gente mesmo estando fora do ar há tanto tempo. Sou reconhecido por onde passo, e esse carinho no meu centenário me deixa muito emocionado! Sou um homem abençoado por ter tanta gente que gosta de mim”, conta o intérprete mais famoso de Seu Peru, que aproveita a oportunidade para dar um conselho: “a receita para chegar aos 100 anos é o bom humor. Sou um apaixonado pela vida”.

Duas escolas

Sem nenhuma rivalidade, Orlando comenta que assiste regularmente à nova versão da ‘Escolinha’ e admite gostar do que vê. “O (Marcos) Caruso é um ícone. Me sinto lisonjeado em ver o Peru tão bem representado por um ator tão brilhante”, elogia o mestre que, apesar de gostar da nova versão, não deixa de assistir aos episódios do programa da época em que era ele uma das estrelas.

“Gosto muito de ver a antiga escolinha no canal Viva. Mas também sou um espectador assíduo de todas as novelas da Rede Globo”, confessa o humorista, que imortalizou os bordões “use-me e abuse-me” e “estou por aqui”.

Apoio LGBT

Em um momento em que nunca se falou tanto sobre os direitos da comunidade LGBT, Orlando entende que ter interpretado um personagem homossexual possa gerar muitas reações diversas, mas o ator sustenta sua posição em favor da diversidade. “Qualquer forma de preconceito é burra e qualquer forma de amar vale a pena. Costumo dizer que a palavra mais próxima de amor é humor. Acredito que o Seu Peru seja fruto disso”, confessa o ator, que sentiu, ao mesmo tempo, o ódio dos homofóbicos e o apoio da comunidade gay.

“Eu pude sentir na pele esse preconceito e, graças a Deus, pude responder com amor e humor. Mas de resto, como Peru, sempre fui muito bem acolhido”, revela, com orgulho.

De família

Outro trabalho que traz muita satisfação a Orlando é o de dublador. A profissão, um de seus xodós, é exercida por ele até hoje com maestria. “A dublagem sempre foi minha grande paixão. Fiz o Scooby-Doo, Popeye, Alf, Gato Guerreiro, Puro Osso e tantos outros personagens”, lembra ele, de forma carinhosa, enquanto faz questão de falar que o ofício passou para seus descendentes.

“A paixão é tão grande que meus netos Felipe, Alexandre, Eduardo e até minha bisneta Mariah seguiram na profissão. A Mariah, inclusive, começou com 1 aninho e meio. O processo foi natural. Sempre admiraram meu trabalho e acabaram entrando para o ramo”, diz.

Todos levam meu nome e meu legado. Sou um homem de muita sorte”, conta o Vovô Orlando sobre a família que construiu ao lado de Gloria, sua companheira há 68 anos, a quem chama de alma gêmea.

Conectado

Em maio, contrariando o que normalmente se espera de um idoso, Orlando voltou a surpreender seu público ao criar uma conta no Instagram. Em menos de cinco meses online, o comediante já acumula quase 60 mil seguidores e teve o perfil verificado pela rede social. “Essa ideia partiu dos meus netos para ter um contato mais próximo com as pessoas que admiram meu trabalho e que gostam de mim. Fico muito feliz sempre que eles me mostram a repercussão de alguma foto ou alguma homenagem que alguém faz”, comemora.

Referência: Meia Hora