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Ansiedade

Em nosso dia a dia, a ansiedade é uma sensação muito frequente. Pode ser resultante de acontecimentos positivos ou negativos, de compromissos ou responsabilidades, da necessidade de cumprir adequadamente tarefas rotineiras ou de aguardar por um evento esperado.

Entretanto, os sintomas de ansiedade podem prejudicar o desempenho de atenção e de memória; uma vez que ficamos desconcentrados por pensar em várias informações simultaneamente ou por não concluir adequadamente uma tarefa iniciada. Os sintomas de ansiedade geram estresse e podem deixar o nosso organismo em estado de estresse excessivo.

São vários os impactos dos sintomas da ansiedade em nossa vida. Do ponto de vista físico, podem ocasionar dores de cabeça, falta de energia para realizar tarefas, sudorese aumentada, aumento dos batimentos cardíacos, tremor e dores musculares e no estômago.

No aspecto emocional, pode gerar desânimo, ansiedade intensa, raiva, frustração, preocupação, nervosismo e falta de paciência; além da própria dificuldade em manter um bom desempenho das habilidades mentais.

Teste o nível da sua ansiedade

Responda as perguntas a seguir e verifique quantas alternativas SIM você responderá. Cada alternativa SIM valerá um ponto e uma somatória de 5 (cinco) pontos ou mais será um indicativo inicial de que você está com a presença de sintomas de ansiedade em seu cotidiano.

  1. Eu me preocupo em grande parte do tempo com as coisas.
  2. Eu acho difícil tomar uma decisão em problemas desafiadores.
  3. Sinto-me agitado com frequência no dia-a-dia.
  4. Eu acho difícil relaxar.
  5. Eu frequentemente não consigo aproveitar as coisas por causa de minhas preocupações.
  6. Eu me vejo como uma pessoa nervosa.
  7. Eu me vejo como uma pessoa nervosa.

Importante refletir que, se os sintomas de ansiedade interferirem em sua qualidade de vida, é importante buscar auxílio profissional para ter acesso ao tratamento adequado e assim ter uma vida mais calma e tranquila.

Cuidados para prevenção de sintomas de ansiedade:

  • Coloque poucas metas por dia e objetive cumpri-las;
  • Organize-se antecipadamente: faça planos, projetos, tenha o hábito de escrever e preparar roteiros personalizados sobre seus objetivos;
  • Respeite seus limites: tenha férias, intervalos de descanso. O excesso de compromissos e trabalho gera estresse elevado, angústia emocional e causa cansaço, e no final das contas, a exaustão e o esgotamento;
  • Compartilhe suas emoções: evite acumular preocupações, problemas emocionais e afetivos, compartilhe com alguém de sua confiança;
  • Sorria mais: não somos felizes o tempo todo, mas busque valorizar pequenas ações e sorria mais. Ao sorrirmos estamos estimulando o nosso cérebro a liberar neurotransmissores que diminuem o nível de estresse;
  • Por fim, cuide do seu cérebro e faça exercícios de ginástica cerebral; cuidar da atenção, da memória e de outras habilidades também diminui os sintomas de ansiedade e melhora a qualidade de vida.

Referência: Supera

Crianças órfãs

Há pessoas que nascem com um propósito na vida: Fazer a diferença no mundo. Este é o caso de Amy Hehe, que aos 19 anos traçou o futuro de seus sonhos, que, diferentemente da maioria das pessoas, não era uma casa, nem um prédio de luxo. Amy se dedicou a planejar todos os detalhes de um centro médico para cuidar de crianças órfãs com doenças terminais no Quênia.

O florescer desta ideia se deu quando Amy tomou consciência de como órfãos e crianças em situações de vulnerabilidade lutavam para sobreviver em instituições lotadas. Naquele momento ela descobriu sua verdadeira missão de vida: seu sonho era construir um hospital para cuidar e ajudar essas crianças . Seis anos depois, o sonho de Amy tornou-se realidade quando ela e seu marido, Rob, fundaram o Hospital Infantil OVI, sem fins lucrativos.

A jovem se formou no Programa de Assistência Médica da Universidade de Kentucky , e desde o início de sua missão ela enfrenta o duro impacto de testemunhar o sofrimento de seus pequenos pacientes, que lutam contra a desnutrição, malária, ferimentos, câncer e HIV.

Graças a Amy, os pequenos quenianos têm alguém que se preocupa com eles e com sua saúde. A vida de Amy é dura, mas apesar das dificuldades, ela vive por uma causa maior: o bem de todas as crianças que precisam de atenção, amor e esperança.

E você, tem um propósito de vida? Se o tiver, siga neste caminho. Pode ser que você consiga transformar a vida de muitas pessoas, como Amy fez com estas crianças do Quênia.

Referência: Revista Pazes

Passos para ser admirada

Você já percebeu como sempre há alguém muito admirado no trabalho? Pois então, essas pessoas costumam assumir seus pontos fracos com mais facilidade, em vez de esperar o tempo necessário para que outras pessoas os percebam.

No ambiente profissional, existem táticas para aumentar a popularidade. Os 10 passos seguintes explicam como.

  1. Faça perguntas

Pessoas que questionam e expõem suas dúvidas são admiradas porque sentem prazer em compartilhar o que sabem e o que não sabem. Por causa dessa característica, sempre estão prontos para ajudar quem precisa – e isso conta pontos em qualquer grupo.

  1. Fale mais

Uma característica em comum de pessoas admiradas é a capacidade de conversar com todos. Elas não escondem o que pensam. Isso não significa que elas são diretas e grossas, mas fazem questão de ser detalhistas e prestativas.

  1. Doe seu tempo… sem esperar algo de volta

Ajudar os outros por vontade própria aumenta sua popularidade. Pense na pessoa que você mais gosta no trabalho – provavelmente quem poderia ajudar em um dia difícil, ou mesmo quando o seu computador não estiver funcionando. Cuidado, porém, ao ajudar só para ser admirado. A iniciativa precisa ser genuína.

  1. Ouça melhor

Esse passo não elimina a segunda dica, que continua sendo verdadeira. Comunicação facilita relações entre pessoas, mas é importante fazer uma pausa de vez em quando para ouvir. Pessoas admiradas estão sempre curiosas para aprender e ouvir algo novo. Fale tudo que for preciso, mas na hora de ouvir, faça isso com toda a atenção.

  1. Preocupe-se de verdade

Como desenvolver a preocupação e o carinho ao próximo em uma era tão narcisista com as redes sociais? Importar-se requer deixar seus interesses e ambições de lado para ajudar o próximo. Isso exige esforço. Você precisa conscientemente decidir que vai se preocupar com alguém. Ao fazer isso, verdadeiramente, você notará que as pessoas vão admirá-lo.

  1. Admita: você não sabe tudo

Todos sabem como é importante evitar ser o arrogante do escritório. Parte porque sabemos que essa pessoa não irá pedir por ajuda, e muitas pessoas gostam de se sentir úteis e ajudar. Mais importante ainda porque pessoas arrogantes estão sempre tentando se promover. Elas exibem um tipo de orgulho que não é atraente.

  1. Prefira a risada

É difícil não gostar de alguém que encare a vida com leveza. Frequentemente, as pessoas mais admiradas conseguem encher um ambiente de risadas e sorrisos. Se a sua natureza não for tão brincalhona, não tem problema. Só não se esqueça de enxergar humor em acontecimentos cotidianos. Seja alguém de riso fácil e você conquistará as pessoas ao seu redor.

  1. Não esquente tanto a cabeça

A seriedade é uma característica importante no ambiente profissional, mas o excesso dela ofusca a visão mais ampla de algumas situações. Pessoas sérias demais são essencialmente mais egoístas, pois estão sempre se focando em seus problemas particulares. Indivíduos admirados no trabalho reconhecem problemas de colegas e são altruístas.

  1. Não seja insistente demais

Você pode ter suas preferências pessoais, mas seja flexível quando necessário. Vá almoçar em lugares diferentes, ouça músicas sugeridas por amigos, não espere que todos gostem das mesmas coisas que você. Ajuste-se às situações.

  1. Assuma suas fraquezas

Eventualmente, seus colegas no trabalho irão descobrir seus pontos fracos, por que não abri-los com mais facilidade? Não aja como vítima ou compartilhe seus problemas com a próxima pessoa que for apresentada. Mas, no trabalho, não é nenhum pecado expor seus pontos fracos com a intenção de se esforçar para melhorar. Seus colegas farão boas sugestões e poderão ajudá-lo.

Referência: Semear Innovation

Amar

Amar é cuidar. É simples, não há amor baseado no descuido. De fato, não há nada que caracterize mais o pensamento de um amante do que o de cuidar de seu parceiro. Fazer isso significa manter os pequenos detalhes, avaliar quem temos em seguida e fazer você se sentir especial, ouvido e amado.

Pode parecer muito óbvio, mas a realidade é que a primeira coisa que geralmente abandonamos é precisamente isso: cuidado. Conhecemos a teoria perfeitamente, sabemos que temos que conquistar todos os dias ou que devemos manter a atenção em nosso parceiro ou na pessoa que amamos.

Porém, ao realizar esse costume de cuidado cotidiano, costumamos pecar pelo desinteresse e acabar prejudicando nossa relação com atitudes de indiferença ou procrastinação , isto é, de postergação de pequenos detalhes.

Amar é cuidar e regar o amor todos os dias, para que não morra e acabe morrendo por preguiça e pelo adiamento de detalhes.

O amor vai durar enquanto você cuida dele

Às vezes fazemos com o amor igual a uma criança faz com seu balão. Ou seja, às vezes ignoramos o que temos e depois choramos pelo que perdemos. É sábia a expressão que diz que “não sabemos o que temos até perdê-lo”.

Se não nos esforçamos para cuidar de nossos relacionamentos, corremos o risco de perder a ilusão e o desejo de manter um afeto ou um vínculo que, supomos, nos faz felizes. Acreditamos que nosso parceiro ou as pessoas ao nosso redor têm a obrigação de esperar por nós, para nos manter ou nos entender antes de tudo.

Mas a verdade é que podemos tolerar tudo, exceto que nossas necessidades estão sob controle. Com essa ideia, acabamos submetendo os outros e nos submetendo, criando ou alimentando círculos viciosos doentios que deterioram os sentimentos que deveriam ter sido atendidos.

“No final, você percebe que o pequeno é sempre mais importante. As conversas às três da manhã, os sorrisos espontâneos, as fotos desastrosas que fazem você rir em voz alta, os poemas de dez palavras que lhe trazem uma lágrima. Os livros que ninguém mais conhece e se tornam seus favoritos, uma flor que você coloca no seu cabelo, um café que você toma sozinho … É isso que realmente vale a pena; as pequenas coisas que causam emoções gigantescas ”

As desculpas que alimentam a negligência

Nós geralmente nos desculpamos pelo pouco tempo que temos, mas a verdade é que o que freqüentemente deteriora nossos relacionamentos é inércia, hábitos e costumes; isto é, a rotina . Assim, o que a priori não teria que ser negativo se manuseado corretamente, acaba sendo destrutivo.

Como paramos de cuidar daqueles que amamos? Não alimentando os sorrisos diários, cobrindo nossos olhos e não percebendo a reciprocidade. Isso acaba minando a luz que o amor trouxe à nossa vida e tudo se torna muito mais superficial. É assim que nos esquecemos de que amar é cuidar.

Então, o que alimentou o “especial” é extinto, paramos de nos sentir amados e parte do nosso relacionamento começa a falhar. Assim, a ausência de amostras de interesse e gratidão acaba gerando dúvidas em um casal e a união se torna desunião.

Não há amores eternos, há amores bem guardados

Não há prescrição universal para proteger nosso amor , mas podemos nos esforçar para que, pelo menos, a negligência não seja o que a deteriora. Porque não há amores que são eternos em si mesmos, o amor é carinho e é isso que temos que fazer.

Assim, os pilares fundamentais de uma relação duradoura são: a admiração, a concepção do casal como uma equipe, o conhecimento profundo do outro, a aprendizagem das dificuldades e a busca conjunta de soluções para problemas e o compartilhamento de desacordos e encontros.

É, portanto, sobre trabalhar a capacidade de compreender, aceitar e cuidar de nós mesmos. Porque no final do dia o amor é cuidar, algo simples e profundo ao mesmo tempo.

Referência: Pensar Contemporâneo

GPS

Quem cuida de pessoas idosas ou com algum tipo de desordem mental nem sempre consegue estar com elas em 100% do tempo. E se elas também não estão com um celular, ou não conseguem usar um, como se certificar de que não se perderam? A americana GTX Corp endereçou este problema criando solados inteligentes de calçados com GPS, que permitem monitorar à distância a localização de crianças e idosos com doenças como Alzheimer ou demência.

Smart Sole, nome dado ao produto, começou a ser concebido ainda em 2002 pela empresa, que se descreve como a “primeira companhia de dispositivos usáveis com GPS do mundo”. “Nossa inspiração foram as milhões de pessoas com Alzheimer, demência, autismo e traumas cerebrais que possuem problemas de memória e tendem a se perder se ficam sozinhas”, descreve o CEO Patrick Bertagna no site da empresa.

Segundo a empresa, mais 100 milhões de pessoas no mundo todo precisam de acompanhamento constante em função de diversos problemas que afetam a memória. O número tende a crescer para 277 milhões até 2020, segundo o Relatório Anual de Alzheimer.

A preocupação era com essas pessoas ficarem desacompanhadas em casa, e acabarem conseguindo sair sem rumo pelas ruas. Com o avançar da tecnologia e a febre dos smartphones pelo mundo, logo se tornou mais fácil conceber como os responsáveis pelos doentes – e pelas crianças, que também podem se perder mais facilmente – poderiam monitorá-los.

O solado inteligente não é só um chip, mas “um minúsculo celular dentro do sapato”, descreve a GTX. Ele usa a rede celular para se comunicar, requer um plano de telefonia e precisa ser recarregado diariamente. Ele estando online, os responsáveis podem monitorar em tempo real a localização de quem usa os sapatos utilizando um login e senha protegidos.

O sistema também envia automaticamente e-mails e SMS para os cuidadores, caso o usuário do calçado saia da área de monitoramento. O solado é vendido em vários tamanhos adultos e infantis, e possuem um formato padrão que se encaixa nos sapatos e tênis casuais mais comuns.

Depois de patentear a tecnologia e lançar seu próprio dispositivo, a GTX Corp viu a solução ser adotada por outras companhias, que em alguns casos inserem os solados em sapatos que são comercializados de forma conjunta. A japonesa Wish Hills é uma delas.

Referência: Pequenas Empresas & Grandes Negócios

Água no Inverno

Sabia que nosso corpo gasta muito mais energia no inverno? Isso acontece porque além de queimarmos calorias com as atividades diárias rotineiras, o nosso corpo ainda está trabalhando redobrado para nos manter aquecidos. Esse trabalho todo ocasiona uma perda de água mais acelerada. 

O problema? É justamente no frio que tendemos a nos hidratar menos. Veja em nossa galeria 5 razões para beber água até mesmo no inverno! 

Evita cãibras

Durante os dias frios, temos uma tendência maior para sofrer com cãibras. Elas acontecem quando há falta de água na musculatura. E como no frio tendemos a esquecer de beber água, essas dores aparecem para nos lembrar de correr até a cozinha e tomar um copo com água.

Diminui a fome

A Organização Mundial da Saúde sugere que o ideal é ingerir 2 litros de água por dia. Porém, nessa conta também podem ser incluídos os chás naturais. Eles atuam no organismo nos hidratando e ajudam a segurar a comilança, já que são nos dias frios que sentimos mais fome. Essa fome vem como sinal do organismo, que precisa de mais energia para se manter aquecido. Por isso, se não redobrarmos os cuidados com a alimentação, a temporada de dias frios pode ocasionar uns quilinhos a mais.

Ajuda a emagrecer

Por outro lado, a tendência é que as pessoas percam mais peso no inverno, porque o corpo gasta mais energia para manter a temperatura do corpo. E com isso, costuma-se também perder líquido neste processo. Por isso, é importante manter-se sempre hidratado. Recomenda-se beber um copo de água a cada uma hora mesmo que você não sinta sede, pois a sede já é um sinal do organismo desidratado pedindo líquidos.

Evita ficar doente

É a água presente no sangue que ajuda no transporte dos nutrientes que estão diretamente ligados ao nosso sistema imunológico. Quanto mais hidratado, menos chances de sofrermos com as doenças recorrentes do inverno como resfriados, gripe e alergias.

Desintoxica

As toxinas são eliminadas através da urina e do suor. Se não bebermos líquido o suficiente, essa faxina do organismo fica comprometida, acumulando toda essa sujeira. A combinação de água com limão é uma ótima receita — tanto para intensificar a desintoxicação quanto para reforçar a defesa do organismo por causa da vitamina C do limão.

Fonte: Guia da Semana

 

Herpes zoster em idosos

A herpes zoster é mais comum em idosos devido à queda na imunidade que ocorre nesse período da vida, segundo a médica geriatra Maisa Kairalla, presidente da Comissão de Imunização da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).

“É extremamente comum em idosos, principalmente a partir dos 60 anos. O envelhecimento causa uma modificação no sistema imunológico. Estima-se que 1 em cada 3 pessoas a partir dos 75 anos possam apresentar o vírus, mas nem todos vão manifestar a doença”, afirma.

Apesar do nome em comum, a herpes simples e a herpes zoster são doenças diferentes. A herpes simples é provocada pelo vírus herpes humano (HSV 1 e 2) e a herpes zoster é causada pelo mesmo vírus da catapora, o varicela-zóster, que é reativado, levando à uma inflamação no gânglio nervoso, onde o vírus se aloja.

Elas também se manifestam de maneiras distintas. A herpes simples se caracteriza por pequenas bolhas, chamadas de vesículas, agrupadas na boca ou em outras partes do corpo.

Já a herpes zoster aparece como lesões avermelhadas, geralmente no rosto ou nas costas, as regiões mais comuns, seguidas de vesículas. As vesículas acompanham um nervo, por isso aparecem só de um lado do corpo e podem causar dor intensa, a chamada neuralgia. Quando se formam crostas, significa que o ciclo do vírus está encerrado. 

“Geralmente causa dor. Por isso, costuma ser confundida com alergia ou picada de inseto, o que causa atraso no diagnóstico e grave prejuízo ao tratamento, que deve ser iniciado o quanto antes”, afirma.

Segundo a médica geriatra, cerca de 98% da população brasileira têm o vírus da herpes zoster alojado no corpo. “Até os índios do Xingu têm. Não é preciso ter tido a doença para ter herpes zoster, basta o contato com o vírus. Quando há queda da imunidade, esse vírus pode se manifestar. Está havendo um aumento da doença entre jovens devido ao estresse”, explica.

Ao se manifestar, a herpes zoster dura de 7 a 10 dias. Nesse período, ela é contagiosa caso haja contato de pele com pele, pois o vírus fica ativo dentro das vesículas — ele não é transmitido pelo ar. Embora a grande maioria das pessoas já tenha tido contato com o vírus ao longo da vida, a médica geriatra ressalta que a pessoa com herpes zoster não deve ter contato com grávidas.

“A gestante é imunodeprimida e a doença é perigosa para ela e para o bebê. Entre os perigos estão a herpes mais alastrada, encefalite e doenças que atingem as meninges”, afirma.

Entre os riscos de complicações da herpes zoster estão cegueira, surdez e a chamada neuralgia pós-herpética, uma dor no local durante anos mesmo após o fim da manifestação da doença. O problema também pode evoluir para infecções bacterianas, de acordo com Kairalla.

O tratamento da herpes zoster é feito por meio de antivirais usados para controlar a replicação do vírus, mas eles só fazem efeito se forem utilizados nas primeiras 48 horas do aparecimento das lesões na pele.  “A eficácia ocorre somente nesse período. O remédio diminui o tamanho da lesão”, diz.

Quem já teve a doença pode ter de novo, mas é raro. “A herpes zoster é reincidente em 10% das pessoas”. Segundo a médica, a melhor forma de prevenção é a vacina própria, chamada Zostavax, indicada após os 60 anos. Essa vacina é oferecida apenas na rede privada e custa em torno de R$ 450.

Fonte: R7

Número de brasileiros na terceira idade vai superar os de 0 a 14 anos em 2031; saiba quais são as carreiras ligadas a esse segmento

O número de brasileiros com mais de 60 anos superou os 30 milhões em 2017, segundo dados da última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad). E em 2031, a população de terceira idade já será maior do que a entre 0 e 14 anos. Diante disso, crescem as oportunidades para profissões ligadas ao cuidado das pessoas na terceira idade. Com o aumento da expectativa de vida, essas carreiras estão entre as que são consideradas profissões do futuro.

Atividades relacionadas a cálculos previdenciários, cuidados dos mais velhos, desenvolvimento de novos medicamentos estão entre elas. As informações constam em um relatório do Programa de Estudos do Futuro (Profuturo) da Fundação Instituto de Administração (FIA), que cita ainda aconselhamento de aposentadoria planos para gestão dos recursos financeiros e atividades culturais.

Para se ter ideia das possibilidades de profissões ligadas à terceira idade, o advogado especializado em Direito Previdenciário, Leandro Crelier, criou um canal no Youtube para tirar dúvidas relativas ao cálculo da aposentadoria. Em pouco tempo, ultrapassou os 40 mil inscritos.

“O público do canal é de maioria feminina e na faixa de 55 a 64 anos. A maior parte das perguntas envolve os requisitos para aposentadoria. Idade e tempo de contribuição”, conta.  E a ideia de fazer o canal, a princípio, não tinha relação com esse público. “A ideia surgiu depois que escolhi a área de direito previdenciário como atuação. De certa forma, eu já sabia que atenderia a esse público”, completa.

Mas é na área de Saúde que está o maior número de oportunidades. Entre elas, o estudo do envelhecimento e os impactos na saúde, enfermagem e a própria medicina geriátrica. Veja algumas das profissões ligadas ao cuidado da saúde dos idosos.

Gerontologia

A área se dedica a estudar como acontece o processo de envelhecimento do corpo humano e os seus impactos para a saúde psicológica, vida social e os aspectos biológicos do paciente. Um tecnólogo em gerontologia ganha cerca de R$ 1.500/mês. Já um gerontólogo deve receber algo em torno de R$ 2.000.

Enfermagem

A assistência da enfermagem ao idoso é fundamental para garantir aos pacientes a reabilitação e cuidados continuados. O profissional formado no curso de enfermagem pode prestar atendimento em hospitais, clínicas ou de forma domiciliar. Também há a possibilidade de se especializar nesse segmento através do curso de Enfermagem Geriátrica, Saúde do Idoso. O salário de um profissional de enfermagem varia de R$ 1.400 a R$ 4 mil.

Medicina

A geriatria é uma especialidade da medicina que forma profissionais para investigar, diagnosticar e tratar doenças relacionadas à velhice. Após os seis anos do curso de graduação, o médico pode realizar uma especialização na área e trabalhar com idosos em hospitais, consultórios, clínicas, asilos, entre outros. O piso salarial de um médico é de R$ 13.847.

Fisioterapia

Fisioterapeutas podem trabalhar com pessoas em diferentes fases do desenvolvimento humano. A população idosa pode ser o foco de atuação de profissionais que buscam auxiliar as pessoas da terceira idade na busca por melhorias na qualidade de vida, prevenindo e tratando lesões. O piso salarial mensal de um fisioterapeuta é de cerca de R$ 1,5 mil para uma carga semanal de 30 horas.

Psicologia

O avançar da idade ocasiona diversas transformações que podem acarretar problemas na saúde mental dos pacientes. Lidar com a velhice pode ser um momento delicado para algumas pessoas, que necessitam de atenção especial dos psicólogos, aptos a garantir o bem-estar psicológico dos pacientes. O salário médio do psicólogo hospitalar é de R$ 2.707,71.

Terapia Ocupacional

Graduados no curso de Terapia Ocupacional podem atuar com a saúde física e mental das pessoas. O profissional pode se especializar para atuar com o tratamento de pessoas idosas, possibilitando a reabilitação e prevenção de alterações psicomotoras e afetivas. A média salarial de um terapeuta ocupacional é de R$ 2.153. Todos os dados são da Catho.

Fonte: Minha Saúde Proteste

Durante nossas vidas, somos ensinados a cuidar de nós mesmos e posteriormente de nossos filhos, quando estamos preparados para constituir nossas próprias famílias. No entanto, nunca nos preparam para cuidar de nossos pais, aqueles que nos deram a vida em sua velhice, momento em que mais precisarão de nós.

Cuidar dos nossos pais

Não é fácil testemunhar as principais pessoas de nossas vidas, aquelas que nos ofereceram amor, cuidado, conselhos, exemplos perdendo para o tempo. Dói nossa alma presenciar os braços que nos confortaram por tanto tempo fraquejando, os olhares protetores e firmes se tornando mais apagados, esquecidos. As vozes, que nos transmitiam tanta segurança e confiança, tornando-se mais baixa.

Assim como nós, nossos pais crescem, e nunca estamos preparados para isso.

Quando nossos pais envelhecem, eles voltam a ser crianças e nós nos tornamos responsáveis por seu bem-estar e felicidade, passamos de cuidados a cuidadores. A vida é cheia de reviravoltas, e essa é uma das mais importantes. Os nossos heróis se tornam nossos protegidos, e assim emerge uma das maiores responsabilidades que deveremos assumir.

Ao presenciarmos os últimos momentos de nossos amados pais, somos confrontados com nossa própria finitude.

Quando esse momento tão doloroso de nossas vidas chega, independentemente de como tenha sido o nosso relacionamento com nossos pais, existem 3 maneiras principais de encarar a situação:

• Entrar em um estado de negação, não aceitando que um momento muito triste e doloroso está para acontecer;
• Deixar de lado nossa vida pessoal e nos dedicarmos totalmente aos nossos pais;
• Tentar manter um equilíbrio entre a dor (sentimento de perda) e a presença na vida dos pais, fazendo o seu melhor para tornar os seus últimos momentos memoráveis.

Quando o relacionamento com os pais não é fácil

Nem todos nós temos relacionamentos saudáveis com nossos pais, podemos ter sofrido muito com suas atitudes e com isso criamos um certo afastamento. Para essas pessoas, costuma ser muito difícil saber lidar com essa situação. Elas não sabem como devem fazer para se relacionarem com seus pais ou se realmente querem isso.

A falta de amor e carinho dos pais é algo que afeta todas as áreas da vida de uma pessoa. E nem todo mundo está disposto a deixar isso para trás. Mesmo sabendo disso, é essencial fazermos o nosso melhor para resolver os conflitos enquanto ainda temos a oportunidade. É impossível se resolver com mortos e ninguém gosta de sentir culpa.

Para fazermos o melhor para nossos pais, precisamos seguir algumas diretrizes:

• Paciência. Nesse momento, precisamos retribuir tudo o que eles fizeram por nós quando éramos pequenos. Tenha calma quando ele demorar para se arrumar, para quando esquecer algo ou não saber executar tarefas simples com a mesma precisão. Não é fácil, assim como não foi fácil para eles.
• É importante encontrar soluções criativas e saudáveis para lidar com essa nova situação de vida. Converse muito, faça perguntas, compartilhe conhecimento, tudo o que ajudar a deixar a situação mais leve.
• Identificar e diferenciar suas emoções. Dessa maneira, terá mais recursos para lidar com esses sentimentos de forma saudável.

A despedida dos pais é um momento doloroso, mas nós temos o privilégio, a oportunidade de dividir com eles os últimos momentos de suas vidas. Façamos o nosso melhor por eles e por nós mesmos!

Fonte: O segredo

A ocorrência de centenas de casos confirmados de sarampo em Manaus e Roraima e a morte de um bebê em Manaus deixaram o país em alerta. Outros três estados – Rio Grande do Sul, Rondônia e Rio de Janeiro – também já registraram pacientes com diagnóstico positivo para a doença.

Vacina de sarampo

O Brasil não registrava casos desde 2014 e a volta da doença preocupa. O sarampo já foi uma das principais causas de mortalidade infantil no país e pode deixar sequelas neurológicas. O vírus provoca manchas vermelhas no corpo, febre alta, tosse, coriza, conjuntivite e pontos brancos na mucosa bucal.

A vacina contra o sarampo está disponível na rede pública. A mais comum é a Tríplice Viral, que protege ainda contra rubéola e caxumba. A Tetra Viral fornece ainda proteção adicional contra a varicela. São indicadas duas doses em um intervalo de um a dois meses. Em crianças, o intervalo deve ser um pouco maior, sendo a primeira dose entre os primeiros 12 e 15 meses de vida.

A reportagem da Agência Brasil conversou com a médica Isabella Ballalai, presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), para tirar dúvidas sobre a transmissão da doença, vacinação e como evitar. “Vacinar e combater a circulação do vírus não é só um ato individual, é um ato de solidariedade e de responsabilidade coletiva”, destaca a médica.

Como se pega o sarampo?
“O vírus é facilmente transmissível. A doença se dissemina de forma similar à gripe, por vias respiratórias, através de um espirro, tosse, beijo e também pelas mãos. Então, é fácil ocorrer um surto de sarampo. Ele se alastra rapidamente.”

Quais os riscos para quem contrai?
“Em caso de suspeita, a pessoa precisa procurar uma unidade de saúde. Ela não deve usar medicamentos por conta própria. O sarampo não tem tratamento e o papel do sistema de saúde é dar suporte à pessoa. Pode ocorrer necessidade de hospitalização, mas é raro. Na maioria dos casos, o paciente fica em casa. Mas quadros graves ocorrem e a doença pode inclusive levar à morte.”

Como se proteger?
“A única maneira eficaz é através da vacina. Crianças, adolescentes e adultos devem se imunizar não apenas para se protegerem, mas para proteger também os que não podem se vacinar e que são os que correm o maior risco de complicações e de terem quadros que evoluem ao óbito. Estamos falando de pessoas com câncer, pessoas que vivem com HIV e estão imunodeprimidas, pessoas que estão fazendo quimioterapia ou outro tratamento com drogas que causam imunossupressão.”

Quem já teve sarampo precisa se vacinar?
“Não. Quem tem certeza que teve a doença não precisa. O sarampo não ocorre duas vezes.”

Quem não se lembra ou não sabe se foi vacinado precisa se vacinar?
“Quem não tem certeza, mesmo que ache que já tenha se vacinado, deve se vacinar. Se não tem a carteirinha que comprove a vacinação, não há nenhum prejuízo para a saúde do indivíduo receber uma nova dose.”

Onde se vacinar?
“Em postos de saúde espalhados pelas cidades. O Ministério da Saúde disponibiliza a vacina há muito tempo. Não é uma novidade. Se todos tivessem seguido o calendário de vacinação, talvez não estivéssemos passando por esta situação. É importante destacar que a vacina não é só para a criança. O adulto pode ser o responsável pelo início de um surto no país ou na sua região. Apenas uma minoria que recebe as duas doses não cria imunidade. São cerca de 2%. Mas se toda a população estiver vacinada, essas pessoas também estarão protegidas.

Caso não tenham se vacinado na infância, pessoas com até 29 anos conseguem obter duas doses da vacina na rede pública. Já entre 30 e 49 anos, recebem uma dose apenas. A SBIm, do ponto de vista individual, recomenda as duas doses em qualquer idade para pessoas que ainda não tenham sido imunizadas. Mas o Ministério da Saúde opta por não vacinar maiores de 50 anos, porque a maioria das pessoas dessa faixa etária teve o sarampo na infância.”

Há alguma situação em que a vacina não é recomendada, por exemplo, após o consumo álcool ou drogas?
“Situações de vida comum, como o consumo de álcool, não contraindicam a vacinação. Uma das contraindicações é relacionada com as situações de imunodepressão. Grávidas não podem ser vacinadas. Para que estas pessoas fiquem protegidas, as demais precisam se vacinar.”

Qual estação do ano ocorre mais transmissão da doença?
“Antigamente, o sarampo tinha maior ocorrência na primavera. Hoje, o que podemos dizer é que ambientes fechados ampliam as chances de disseminação das doenças que são transmitidas por via respiratória”.

Como está o cenário atual?
“A preocupação é grande. Se não tomarmos as medidas necessárias e as pessoas não forem se vacinar, podemos ter de volta a circulação do vírus do sarampo no país. Temos atualmente surtos secundários decorrentes da importação do vírus. O que não podemos é ter a circulação do vírus sem controle. De 2000 a 2013, tivemos casos pontuais e todos importados. Não tivemos surtos. Em 2013, importamos o vírus, provavelmente da Europa, e tivemos surtos no Ceará e em Pernambuco. De 2014 pra cá, não tivemos mais casos. Em 2016, recebemos o certificado de erradicação da circulação do vírus do sarampo no país. E agora, em 2018, fomos surpreendidos pela importação da Venezuela. E temos uma preocupação grande quando vemos, por exemplo, casos em Porto Alegre, onde o vírus foi trazido de Manaus”.

Fonte: ISTOÉ Independente