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07 ago

Mesmo após tantos meses do início da quarentena, a pandemia segue presente, mas, agora, em uma nova realidade: o novo normal”.

Por mais que, pouco a pouco, as atividades dos estabelecimentos e as rotinas das pessoas estejam voltando, o “novo normal” contém atenções necessárias e essenciais para preservar a nossa saúde e a do próximo.

Adaptar-se é preciso.

O que fazer no novo normal?

E é trabalhando de casa, respeitando o distanciamento social, optando por serviços delivery, usando máscaras obrigatórias, tomando cuidados ao chegar em casa, entre outras atitudes, que podemos perceber pequenas amostras desse “novo normal” já fazendo parte de nosso cotidiano.

Ainda que, no momento, exista mais flexibilização, viver neste “novo normal” é estar em total estado de alerta, pois a todo instante somos lembrados que a pandemia ainda não passou.

Sem uma previsão precisa para definir o fim da quarentena, o número de infectados, os nossos sentimentos de ansiedade, angústia, saudade e questionamentos como “Quando tudo isso vai passar?”, “Quando será que sai a vacina?” ou “Como será o novo normal daqui pra frente?”, só aumentam.

É a sensação da grande maioria.

Os novos hábitos no novo normal

Um cenário um pouco incerto e confuso, não é? Mas, se chegamos até aqui, não podemos relaxar agora, concorda?

Por isso, daqui em diante, é extremamente importante tornar este “novo normal”, o nosso normal de sempre.

Com leituras edificantes, práticas de atividades físicas, meditação, novos conhecimentos e, se necessário, com ajuda profissional, podemos enfrentar estes tempos.

Apesar de toda dificuldade, vamos todos sair mais fortes, mais sábios, mais humanos e com muito amor para compartilhar.

Maíla C. D’addìo – Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

Os pets foram companhias essenciais durante esta quarentena, mas como ficarão os nossos animais de estimação depois da pandemia?

Durante a pandemia, viver a solidão do isolamento social se tornou uma tarefa bastante difícil para a maioria das pessoas. 

Além de todas as mudanças na rotina, a falta de interação com o próximo e a pausa nas visitas em casa se tornaram portas abertas para a tristeza e, até mesmo, para a depressão. 

Com isso, algumas pessoas optaram pela companhia dos pets! O número de adoções aumentou bastante neste período, o que é muito bom para os peludos que precisam de um lar. Mas, e quando as coisas voltarem ao normal? 

Não dá pra esquecer que agora existe um serzinho que depende de você.

E agora, como praticar o distanciamento do seu pet sem prejudicá-lo? 

Os pets depois da pandemia

Os gatos, por natureza, já são mais independentes, então pode ser um pouco mais fácil. Já os cães, provavelmente sentirão mais esse afastamento.   

Assim, separamos algumas dicas interessantes que podem ajudar os bichinhos a entender melhor a volta do cotidiano. Confira!

  • Promova pequenos isolamentos
    Comece acostumando seu pet a ficar sozinho durante curtos intervalos de tempo — pelo menos meia horinha, de duas a três vezes ao dia. Aos poucos, vá aumentando esses períodos. Aproveite esse momento para sair, se necessário. 
  • Diminua o ritmo das brincadeiras
    Deixe-as para os horários que realmente estaria em casa. Além disso, opte por brinquedos interativos, aqueles que se é possível esconder petiscos dentro — eles ajudam a diminuir a ansiedade dos bichanos e os móveis agradecem! 
  • Biscoitos na despedida
    Para que o seu pet associe a sua saída à coisas boas e recompensas,  os biscoitinhos são infalíveis!

Como ficarão os pets no pós-pandemia

Mesmo com as dicas, caso você perceba algum comportamento diferente ou precise de ajuda, procure um profissional. 

Afinal, é sempre importante lembrar que, assim como nós, os pets também merecem todo o cuidado, respeito e carinho do mundo. 

Maíla C. D’addìo – Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU

Radialista DRT 0034310/SP

17 jul

Com o início da flexibilização da quarentena, o novo normal vem ganhando forças, conquistando seu espaço e tem sido lembrado no atual dia a dia para proteger a população da pandemia.

Ajudando a manter os novos hábitos sempre frescos e em mente, a premissa “melhor prevenir do que remediar” certamente está em alta e continuará valendo.

Porém, por mais que a expectativa seja que todos respeitem as recomendações, tomando os devidos cuidados ao sair e readaptar suas rotinas, vamos nos deparar com diversos tipos de comportamento.

Como se comportar no novo normal?

Mesmo as medidas de prevenção ainda sendo extremamente necessárias, encontraremos pessoas que acreditam que tudo já está bem, que não há com o que se preocupar ou que não existe um novo normal e tudo se encontra como antigamente.

E nestes casos, é necessário ter jogo de cintura para tratar tudo com calma, educação e firmeza, continuar seguindo firme as orientações e aproveitar a liberdade com responsabilidade.

A seguir, separamos algumas dicas importantes para encarar o novo normal de forma consciente. Veja!

Máscaras de presente

Atualmente, o uso da máscara é obrigatório — e ainda será por bastante tempo.

Lembre-se de ter sempre uma extra contigo, e, caso você encontre alguém que não esteja usando, ofereça-a de presente!

Abraço camarada

Com a saudade acumulada, o abraço logo será a reação mais esperada pelas pessoas ao se cumprimentarem.

Mas, se você não se sente confortável e seguro(a) para abraçar as pessoas, não tenha medo de recuar!

Dar um pulinho para trás, agradecer sorrindo e mostrar ao outro que “ainda não” está tudo bem! O toque com os cotovelos ou dos pés continua valendo!

Dois ou um no elevador

Ambiente fechados, como os elevadores, podem gerar pequenas aglomerações quando cheio.

Se você não se sentir bem ou confiante para entrar no elevador com mais pessoa, também não tem problema! Tranquilamente diga que você prefere esperar o próximo e entrar na próxima viagem.

Na hipótese contrária, de você estar no elevador e acontecer de alguém querer entrar, mantenha a calma! Afinal, no seu novo normal você segue com as precauções necessárias e está junto de sua máscara e álcool em gel, certo?

Temos visitas!

Em todos os locais, as visitas voltarão a ser mais frequentes.

Se você receber convidados e gostaria que eles tomassem alguns cuidados, como deixar os sapatos do lado de fora, utilizar propés, passar álcool em gel antes de entrar, entre outros, avise-os com antecedência.

E caso você seja o visitante, pergunte ao anfitrião se há alguma preferência!

Comportamentos do novo normal

Seguindo essas dicas e adotando outras simples atitudes, podemos zelar por nós e pelo próximo, mesmo que os comportamentos a respeito do novo normal sejam diferentes.

Afinal, a regra número 1 é se cuidar!

Maíla C. D’addìo – Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

Apesar da idade avançada, Alma Clara Corsini virou notícia no país com recorde de mortes da pandemia do novo coronavírus.

Italiana Alma Clara Corsini, de 95 anos, se cura do coronavírusItaliana Alma Clara Corsini, de 95 anos, se cura da Covid-19

 

A Itália, apesar de ser o país recordista de mortes e casos da Covid-19, com mais de 4 mil mortes – sendo 627 apenas na sexta-feira (20 de março) – virou notícia por um momento de esperança em meio à pandemia do novo coronavírus.

Isso por a italiana Alma Clara Corsini, de 95 anos de idade, ganhou os holofotes por estar curada do novo coronavírus. Moradora de Fanano, na província de Modena (região da Emília-Romanha), ela se tornou a queridinha e orgulho da equipe médica que, desde o dia 5 de março, quando chegou, lutava contra a Covid-19.

Um caso com um final feliz, visto que os idosos estão entre os principais grupos de risco diante da pandemia. Para idosos acima de 80 anos, a taxa de mortalidade aumenta para cerca de 15%.

Em Asola, na região da Lombardia, um homem de 97 anos de idade também está curado do novo coronavírus e recebeu alta nesta semana, segundo as autoridades locais. Com pneumonia causada pelo coronavírus , o idoso, que não teve seu nome revelado, permaneceu por uma semana em estado crítico e sua rápida recuperação surpreendeu familiares e os médicos

COR, disse Alma em entrevista ao jornal Gazzetta Di Modena.

Fonte: Revista Quem

O Plástico está afogando os nossos oceanos e destruindo nosso planeta.

Plástico oceanos

(Foto: Reprodução Adidas)

Conforme informações da ONU, cerca de 80% do total do lixo marinho é formado por materiais plásticos, estima-se que até o ano de 2050 a quantidade de plásticos descartados nas águas seja maior que a de peixes.

Portanto, para lutar contra este quadro de horror, a Adidas decidiu que produzirá 11 milhões de tênis com plásticos extraídos dos oceanos.

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O mercado

Eric Liedtke, um dos principais executivos da Adidas, em entrevista, informou que a nova linha de produto nasce como resposta a uma grande procura do mercado, pois, a cada dia que passa as pessoas estão muito mais preocupadas com a qualidade daquilo  que consomem.

Desde 2015 a empresa tem ouvido e trabalhado com vários ambientalistas, sendo que já chegou a produzir calçados com material plástico retirado dos oceanos, tanto que já foram vendidos mais de 6 milhões de tênis com estes materiais nos últimos 2 anos.

A Adidas não se preocupa apenas com calçados, tem feito algumas parcerias com estilistas como Stella McCartney para criar roupas esportivas sustentáveis, e, utilizar os materiais plásticos descartados nos oceanos é uma excelente forma de sustentabilidade. As ações não se aplicam apenas em um único produto final, há uma preocupação também direcionada com a forma de produção, em que serão utilizados materiais sustentáveis com o empenho de reduzir as emissões de CO2 e a prevenção de resíduos.

Curiosidade

Um detalhe importante deste projeto é que: Para confeccionar cada par de tênis, são utilizadas em média 11 garrafas plásticas descartadas nos oceanos.

Retirar a totalidade de materiais plásticos dos oceanos é uma tarefa quase impossível, contudo, se todas as empresas se reunissem com este propósito, assim como a Adidas, os impactos na natureza seriam bem menores, afinal: A união faz a força!

Fonte: Site Sensivel-mente

Alejandro Colli, é um jovem de apenas 18 anos, mas ele já ajudou os animais mais do que muitas pessoas.

O garoto usa uma impressora 3D para montar montar próteses para cães com deficiência.

Proteses caninas

Sua intenção é apenas ajudar, e ele faz com muito amor e carinho, nunca pedindo nada em troca.

Todos os seus projetos estão sendo compartilhados no Twitter e já viralizaram nas redes sociais.

Quando Alejandro estava prestes a terminar o último ano do ensino médio no Instituto Stella Maris em Lamus (Argentina), ele teve a ideia de comprar uma impressora 3D.

“Vi tutoriais no YouTube e fiz, era só para saber o que era, nunca levei isso como algo sério. Então eu percebi o que era capaz de fazer”, explicou o jovem.

Sua jornada começou fazendo moldes de biscoitos para doces, no qual fabricava para uma pequena empresa que os vendia e ganhava um dinheiro extra.

ROTINA

Logo após os moldes, Alejandro começou a fazer próteses para as patas dos cães, conseguindo ajudar eles a andarem novamente.

Geralmente, próteses feitas sob medida, demorariam cerca de um dia e meio para serem fabricadas, mas quando você as transfere para a impressora 3D, ela faz em cerca de 3 horas.

Algo muito curioso é saber que apesar de ter um preço elevado em diversos lugares, a prótese para animais tem um custo total de 10 dólares.

Surpreso de como as pessoas gostaram de seu projeto, ele diz:

“O que as pessoas agradecem é incrível. Ver um cãozinho voltar à caminhada normal é algo inestimável e sem mencionar a felicidade dos donos. Eles me agradecem, mas não precisam.”

Além disso, Alejandro começou a fabricar cadeiras de rodas, ele assumiu o desafio de novas possibilidades de devolver alguma felicidade aos cães e suas famílias com essas invenções incríveis, ele espera que no futuro conseguir uma impressora maior e também aumentar a produção, para assim ajudar mais.

“Já entreguei mais de 50 peças, tanto no país quanto no Panamá, México, Colômbia e Chile. Hoje, estou me concentrando mais em cadeiras de rodas adaptáveis, que são as mais difíceis e caras de fazer, porque exigem uma invasão por toda a coluna.”

Fonte: Site Portal do Animal

Amigos há quatro anos, Chris Salvatore e Norma Cook passaram a viver juntos depois de complicações no quadro de saúde da aposentada.

Quem disse que não existe amizade sincera no mundo? Ainda mais quando essa amizade é entre duas pessoa com uma diferença de idade muito grande. No caso, 58 anos.

O ator Chris Salvatore, 31 anos, e a aposentada Norma Cook, 89 anos, são amigos há quatro anos e reforçaram a amizade desde que o norte-americano e a idosa passaram a morar juntos em 2016, depois que ela foi avisada pelos médicos que não poderia mais viver sozinha.

(Reprodução)

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Nora foi diagnosticada com leucemia e tinha passado dois meses no hospital em decorrência de uma pneumonia e outros problemas respiratórios. Assim, Chris, que era vizinho de Norma, em West Hollywood, Califórnia (EUA), a convidou para morar em sua casa para que a aposentada pudesse receber os cuidados médicos que precisava.

 

Financiamento coletivo

Para bancar os cuidados de Nora – que pediam um serviço de enfermaria 24h por dia -, Chris criou uma campanha de financiamento coletivo para arrecadar fundos ao tratamento da amiga.

Até o momento, o crowdfunding arrecadou US$73.080 e superou a meta de US$ 60 000. O dinheiro reunido é utilizado para receber Norma em seu apartamento e para pagar uma enfermeira que cuida da idosa quando Chris não está presente.

Todo o dinheiro que sobrar da arrecadação será revertido em doações para outras pessoas que precisam de cuidados similares aos de Norma.

Fonte: Site Revista Cláudia

Alguns comportamentos transmitem uma má impressão no trabalho. Chegar atrasado, por exemplo, é uma ótima forma de irritar seu chefe, assim como não comparecer a reuniões de equipe ou entregar tarefas com atraso. Mas também existem certas atitudes menos óbvias que podem prejudicar sua carreira em médio ou longo prazo sem você perceber.

Imagem ilustrativa

Vamos te mostrar 5 atitudes que podem acabar prejudicando sua carreira, mesmo que você não perceba o que está cometendo:

  1. Interagir pouco

É natural que às vezes seja necessário ficar mais isolado para se concentrar e focar em tarefas importantes, mas não deixe que isso impeça uma convivência amigável no escritório. Dedique-se a manter boas relações com seus colegas, tanto dentro quanto fora da empresa, e esteja disposto a ajudar quando preciso. Além de tornar sua rotina muito mais leve, o networking pode trazer bons frutos para a sua carreira em longo prazo.

  1. Reclamar demais para seus colegas

Você já deve saber que reclamar constantemente na frente do seu chefe não é uma boa ideia, mas isso se aplica também aos seus colegas. Desabafar de vez em quando pode ajudar a lidar com a pressão, mas cuidado para que assuntos negativos não sejam seus únicos tópicos de conversa no escritório. A negatividade pode afastar colegas e fechar portas para projetos importantes. Por isso, busque focar em aspectos positivos do trabalho e demonstre sua capacidade de superar adversidades. Deixe as reclamações para situações que sejam realmente incômodas

  1. Ficar “acomodado”

Não há nada de errado em estabelecer hábitos saudáveis e produtivos, desde que isso não se transforme em comodismo. É importante sempre buscar novas responsabilidades e desenvolver suas habilidades para continuar se sentindo desafiado no trabalho. Se sente que já aprendeu tudo o que podia no seu cargo atual, talvez seja hora de conversar com seu chefe e pensar em algum tipo de mudança. Uma transferência de área ou promoção podem ser boas oportunidades para voltar a sentir aquele “friozinho na barriga” e não deixar as coisas ficarem confortáveis demais.

Leia também 7 dicas para causar uma boa impressão na entrevista de emprego

  1. Trabalhar até tarde toda noite

Pode parecer que trabalhar até tarde é um sinal de comprometimento e dedicação, mas nem sempre esse é o resultado. A necessidade de fazer horas extras pode indicar que você não está conseguindo administrar bem seu tempo e responsabilidades. Além disso, um estudo publicado no Journal of Epidemology & Community Health constatou que profissionais que trabalham mais horas por semana têm uma propensão maior de apresentar sintomas de depressão. Então, se você costuma passar do horário no escritório, procure planejar melhor sua rotina e reserve tempo para cuidar do seu bem-estar e se dedicar aos seus hobbies. Sua disposição e motivação podem aumentar, junto com sua produtividade!

Fonte: Site Glassdoor

 

Caminhar

Se você se sentir triste, preocupado ou ansioso, um dos melhores remédios naturais é caminhar. Afaste-se, literalmente, da origem do problema e mergulhe em um ambiente natural. Não há nada melhor do que um passeio agradável para aliviar a dor, livrar-se do estresse acumulado e recarregar as baterias.

De fato, sabe-se que o exercício, e a caminhada em particular, é uma excelente terapia para o tratamento da depressão e da ansiedade. Tem sido demonstrado que a caminhada em ritmo sustentado promove a liberação de endorfinas, hormônios que nos fazem sentir felizes e relaxados, reduzindo a produção de cortisol, o hormônio do estresse.

Além disso, neurocientistas da Universidade de Princeton acreditam que os efeitos de uma saudável caminhada além da produção momentânea de alguns neurotransmissores, e acreditam que a caminhada regular pode até mesmo ajudar a regenerar o cérebro para nos ajudar a lidar melhor com menos stress do problemas cotidianos.

Os “neurônios calmantes” no cérebro

Esses pesquisadores trabalharam com dois grupos de cobaias, um grupo permaneceu ativo e o outro destinado a uma vida sedentária. Depois de caminhar, os cientistas analisaram seus cérebros e descobriram que nos animais que faziam atividade física, alguns neurônios eram ativados, o que inibia a atividade das células nervosas que estavam excitadas demais.

Então eles acrescentaram algum estresse ambiental e encontraram a ativação de neurônios excitáveis ​​no hipocampo, uma região do cérebro envolvida em respostas emocionais. No entanto, animais andando poderiam lidar melhor com essa ativação cerebral, já que até mesmo os “neurônios calmantes” foram ativados para evitar que o impacto da situação fosse excessivo e para manter o estresse sob controle.

Esses resultados, que os neurocientistas também consideram valiosos para os seres humanos, poderiam explicar por que a caminhada nos ajuda a relaxar e esquecer preocupações e dores. Tudo indica que, quando caminhamos, o cérebro ativa os “neurônios calmantes” que inibem o nível de excitação dos neurônios que são a base das preocupações, das lucubrações e do estresse.

Isso indica que a atividade física ajuda a reorganizar o cérebro, tornando menos provável que as pessoas que andam e se envolvam em atividade física regularmente sofram de altos níveis de ansiedade e o estresse interferirá menos durante suas vidas diárias. Basicamente, andar melhora o mecanismo de inibição que impede que as células nervosas mais excitáveis ​​se tornem hiperativas.

Para obter o máximo benefício da caminhada, é melhor escolher um caminho cercado pela natureza

Não é o mesmo andar em uma esteira, entre as quatro paredes de uma academia, na cidade ou no meio da natureza. Neurocientistas da Universidade Heriot-Watt demonstraram isso monitorando a atividade cerebral de 12 pessoas enquanto caminhavam por 25 minutos em um shopping center, em um espaço verde e em uma rua movimentada. O eletroencefalograma móvel monitorava emoções e estados como frustração, meditação, entusiasmo e atenção.

Então descobriram que o relaxamento e a meditação eram mais intensos quando os sujeitos caminhavam pelos espaços verdes. Essas pessoas também se sentiam menos frustradas. Isso ocorre porque em espaços verdes nosso cérebro pode ser completamente desconectado e ativa o que é chamado de “atenção involuntária”, que tem a capacidade de se mover livremente em um estado bastante semelhante à meditação da atenção plena.

Pelo contrário, nas ruas e centros comerciais, temos que estar mais atentos, por isso não temos a oportunidade de nos desligar completamente das nossas preocupações e de não permitir que o nosso cérebro descanse.

Referência: Quero Florescer.

Academia

Exemplo para muita gente, Maria Isabel de Sant’anna, é uma frequentadora assídua da academia. Aos 98 anos, ela procura se exercitar para manter a saúde em dia.

Morada do bairro Asa Sul, tradicional de Brasília, Maria começou a ir à academia por influência da nora. “Ela pode ir três vezes, mas decidiu esse ano que duas já são suficientes para a idade dela. Eu fazia academia e incentivei que ela experimentasse uma atividade, é bom em qualquer faixa etária. Ela gosta tanto que, se deixarmos, vai caminhando sozinha”, diz Elza Ramos, nora de dona Maria.

A nora afirma que além do exercício físico, o relacionamento com os professores e alunos da academia permitem com que Maria envelheça lúcida e ativa. “Ela diz que, quando não vai, sentem falta dela. É um remédio maravilhoso”, conta Elza.

O instrutor Arlindo Dantas Júnior é só elogios à aluna. “É muito esforçada. Do tempo que ela está aqui, melhorou o desempenho e a postura. O desenvolvimento dela foi incrível. É muito animada, abraça e fala com todo mundo”, diz o profissional. 

A prática da musculação, atividade escolhida por Maria Isabel, melhora a força muscular e diminui o risco de quedas, além de facilitar os movimentos dos braços, das pernas e do tronco.

“Tenho muito carinho por todos aqui. Chego em casa feliz depois do treino”, diz a aluna mais experiente da academia do SESC unidade 913 sul, Maria Isabel de Sant’anna.

Referência: Diário Online