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Novo vírus (coronavírus) que causa o Covid-19 é facilmente morto por produtos desinfetantes, como álcool e água sanitária. Entenda.

Idosa com coronavírus

(Imagem ilustrativa)

O novo coronavírus, que causa a doença do Covid-19, pode ser morto por produtos de limpeza desinfetantes de fácil acesso, como álcool 70%, água sanitária e até com a combinação de água e sabão.

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Por isso, é de grande importância e eficácia que se tome como hábito lavar constantemente as mãos e o pulso, com água e sabão, ou com álcool em gel. O álcool e a água sanitária podem ser utilizados também para a limpeza de superfícies.

De acordo com Rosana Richtmann, infectologista do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, em São Paulo, e membro da sociedade Brasileira de Infectologia, não há grandes dificuldades de se matar o vírus, que não é resistente ao ambiente.

“O vírus possui uma cápsula de gordura protetora, e a limpeza com estes produtos retira a cápsula e mata o vírus”, afirma Wladimir Queiroz, infectologista do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, especialista em doenças infecciosas e parasitárias e membro da Sociedade Brasileira de Infectologia.

Fonte: g1.globo.com/bemestar

É preciso quebrar esse estigma de que toda pessoa idosa é alguém dependente, sem autonomia e que não tem direitos e deveres. Deve-se cada vez mais mostrar que a pessoa idosa tem um lugar e que o ocupa da melhor forma possível e que não está ali apenas esperando o fim, mas que ainda tem muito que viver, aprender e compartilhar com novas gerações.

Infantilização dos idosos

(Imagem ilustrativa)

Quantas vezes nos pegamos tratando pessoas mais velhas de uma forma infantil, principalmente as mais frágeis, usando palavras no diminutivo, como forma de demonstrar amor, carinho e apreço?

É claro que este comportamento é muito ‘comum’ em qualquer família e em alguns contextos de profissionais de saúde. Muitas pessoas tratam seus pais, avós, pacientes e conhecidos como se fossem crianças grandes e, em alguns casos, colocam-se como pais de seus pais, literalmente, conferindo a eles a incapacidade de administrar a própria vida e ser independente em suas atividades de rotina, quando possível.

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Muito desse tratamento tem relação com a retribuição de cuidado que receberam durante toda a vida e, agora, acabam por conduzir esse comportamento como algo ‘normal’.
É importante dizer que ‘infantilizar’ não é a mesma coisa que tratar com carinho.

Infantilizar significa tornar-se infantil, dar feição ao infantil e traz alusões errôneas em torno do ser idoso. Ora, se não ‘adultecemos’ nossos filhos antes da hora, por que infantilizar nossos idosos a uma condição que não o são?

Carinho sempre

Tratar com carinho é permitir, mesmo com dificuldades, que a pessoa possa exercer sua autonomia e independência (quando possível). Auxiliar e não fazer por ele, é carinho. Respeitar suas vontades e decisões é carinho. Chamar de mãezinha, paizinho, vozinha é carinho. Não permitir que a pessoa idosa realize suas atividades, tome suas decisões, participe de atividades e seja chamada por qualquer adjetivo pejorativo que não seu nome é violência emocional.

Muitos irão questionar e dizer que cada um se refere ao familiar como bem deseja, mas o que muitos não conseguem compreender é o quão essa forma de tratar a pessoa idosa. Seja ela dentro ou fora do contexto familiar, pode trazer leituras sobre esta etapa da vida que, ao invés de enaltecer o envelhecimento como um processo natural e comum a todo ser vivo, acaba por censurar sua existência e reduzir esta pessoa como alguém que já não mais pertence a algum lugar ou que possa contribuir com sua experiência.

A infantilização traz para esse público a ‘estigmatização’ de um grupo homogêneo e que segue um padrão de gostos, hábitos, atividades e que possuem as mesmas características, tão enfatizadas e divulgadas que os tornam sempre os ‘bons velhinhos’, ‘frágeis’, ‘bonzinhos’, ‘pobrezinhos’. Até o uso das palavras no diminutivo enfatizam ainda mais o poder da infantilização.

O idoso não é um adulto de cabelos brancos, tampouco uma criança mais velha. O idoso é alguém que passou pelas primeiras etapas de desenvolvimento da vida e que continua a caminhar como qualquer outra pessoa.

Ao infantilizar uma pessoa idosa estamos ocultamente praticando uma violência contra ela, que vai de desencontro ao Estatuto do Idoso quando diz “é obrigação da sociedade, família e Instituição assegurar à pessoa idosa a liberdade, o respeito e a dignidade, como pessoa humana e sujeito de direitos civis, políticos, individuais e sociais, garantidos na constituição e nas leis”.

Exemplo do Oriente

Toma-se como exemplo os países orientais como China e Japão onde os idosos são muito respeitados, honrados e referenciados por suas famílias. O que dizem é seguido por todos, inclusive os mais jovens.

É importante quebrar esse estigma de que todo idoso é alguém dependente, sem autonomia e que não tem direitos e deveres. Deve-se cada vez mais mostrar que a pessoa idosa tem um lugar e que o ocupa da melhor forma possível e que não está ali apenas esperando o fim, mas que ainda tem muito que viver, aprender e compartilhar com novas gerações.

É necessário permitir que haja um estreitamento dos laços, que suas histórias de vida e experiência possam ser valorizadas, que se possa favorecer a inclusão da pessoa idosa promovendo sentido para sua própria existência; reconhecer suas capacidades de trabalho, criatividade, potencialidades.

Ao infantilizar a pessoa idosa criam-se alusões e falsos parâmetros acerca do processo de envelhecimento que pode determinar a forma como essas pessoas são e serão tratadas.
Como você gostaria de ser tratado no futuro?

Mude sua forma de tratamento agora.

Fonte: Portal do envelhecimento e longeviver

Os resultados de uma pesquisa recentemente divulgada revelam muitos benefícios atrelados à adoção de um gato.

Gatinho fofo

(Imagem ilustrativa)

O principal benefício que pode ser extraído da companhia felina diz respeito à esfera dos transtornos relacionados ao estresse, transtornos depressivos e síndrome de ansiedade.

A explicar os mecanismos subjacentes a esta relação benéfica é diretamente Professor Andrea Macchi – Diretor do Centro do Coração e dos Istituti di Ricovero e Cura Gruppo Iseni Sanità di Lonate Pozzolo: “O contato com pêlo de gato produz oxitocina, o hormônio felicidade.

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Cão e gato

Ao contrário do cão, a dificuldade do gato para confiar e contar com o ser humano estimula nesse último o auto-controle e um esforço mais prolongado para se relacionar com o filhote. O contato com o pelo do gato também é agradável e relaxante, tem um efeito positivo sobre a pressão sanguínea e sobre os batimentos cardíacos. Ronronar é uma resposta imediata da atenção dada ao animal e relaxam naturalmente também o paciente, que tem enormes benefícios a nível cardiovascular, prolongando e melhorando a vida humana”.

Resultados

Os resultados do estudo feito, portanto, levaram a uma iniciativa semelhante àquela feita com os cães: foram feitas parcerias com abrigos locais, convidando os pacientes com doença cardiovascular a adotarem um gato. Serão os cardiologistas do centro a explicarem os benefícios aos pacientes, de maneira científica detalhada.

Uma solução que satisfaz dois objetivos: “primeiro, é claro, prolonga a vida do doente e depois, dá uma casa para gatos abandonados, que terão agora uma família”, diz Andrea Macchi, que, para dar um bom exemplo, imediatamente recebeu um gato em casa.

Inútil dizer que você não precisa ter problemas de coração para adotar um gato: ele irá recompensá-lo da mesma maneira – e com muito mais.

Fonte: Blog Cat Club

Uma coisa é fato, praticar yoga traz inúmeros benefícios para o corpo e a mente. Por isso, uma escola pública na cidade de BaltimoreEstados Unidos, resolveu substituir as advertências e suspensões por aulas de yoga. Então, os alunos bagunceiros, que não eram poucos, a partir de agora terão que praticar yoga. Um castigo bom, não é mesmo?

Crianças praticando yoga

(crédito foto: reprodução)

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O resultado dessa iniciativa tem sido muito positivo e a Escola Elementar de Fort Worthington tem como objetivo inspirar a mudança em como as crianças lidam com os conflitos durante o dia a dia escolar. Afinal, antes dessa ideia, a escola tinha uma taxa alta de suspensão, e agora os estudantes estão mais focados, disciplinados e equilibrados. A iniciativa é comandada por uma professora chamada Ramone Brown, e garante que os jovens e as crianças estão aprendendo como controlar suas emoções e amenizar a raiva de outras formas.

Isso só mostra mais ainda o quanto é importante ter empatia para educar e não só castigar, não é mesmo?

Fonte: Site GoHurb

Amigos há quatro anos, Chris Salvatore e Norma Cook passaram a viver juntos depois de complicações no quadro de saúde da aposentada.

Quem disse que não existe amizade sincera no mundo? Ainda mais quando essa amizade é entre duas pessoa com uma diferença de idade muito grande. No caso, 58 anos.

O ator Chris Salvatore, 31 anos, e a aposentada Norma Cook, 89 anos, são amigos há quatro anos e reforçaram a amizade desde que o norte-americano e a idosa passaram a morar juntos em 2016, depois que ela foi avisada pelos médicos que não poderia mais viver sozinha.

(Reprodução)

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Nora foi diagnosticada com leucemia e tinha passado dois meses no hospital em decorrência de uma pneumonia e outros problemas respiratórios. Assim, Chris, que era vizinho de Norma, em West Hollywood, Califórnia (EUA), a convidou para morar em sua casa para que a aposentada pudesse receber os cuidados médicos que precisava.

 

Financiamento coletivo

Para bancar os cuidados de Nora – que pediam um serviço de enfermaria 24h por dia -, Chris criou uma campanha de financiamento coletivo para arrecadar fundos ao tratamento da amiga.

Até o momento, o crowdfunding arrecadou US$73.080 e superou a meta de US$ 60 000. O dinheiro reunido é utilizado para receber Norma em seu apartamento e para pagar uma enfermeira que cuida da idosa quando Chris não está presente.

Todo o dinheiro que sobrar da arrecadação será revertido em doações para outras pessoas que precisam de cuidados similares aos de Norma.

Fonte: Site Revista Cláudia

Mãe do ator Sylvester Stallone, a promotora e astróloga Jackie Stallone, aos 98 anos, diverte e encanta nas redes sociais ao mostrar a sua vida ativa nos treinos.

Adepta do pilates e da musculação, são várias as postagens que mostram a “mamãe Rambo”, como ela se chama em alguma delas, se exercitando e dando exemplo de vitalidade.

mãe de Silvester Stallone na academia

Jack Stallone, mãe do ator, se exercitando (reprodução do Instagram)

A senhora conta com pouco mais de 19 mil seguidores e costuma publicar novas fotos quase que diariamente, às vezes, muitas delas num mesmo dia.

Algumas postagens são em vídeo. “Hora de voltar à forma”, escreveu em uma delas. “Aula de pilates”, disse em outra.

Fonte: Site Dona Gente

Depressão

Que bom seria se a vida fosse feita apenas de momentos felizes, não é? Porém, para viver bem, é inevitável saber lidar com a tristeza. É importante estar atento aos sinais, pois é por meio deles que podemos descobrir a doença.

Existem diversos tipos de depressão e os sintomas são variados. Descubra quais são e como identificá-los!

Entenda a doença

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 300 milhões de pessoas sofrem de depressão no mundo. E o que mais assusta é que esse número cresce cada vez mais. Nos últimos dez anos, o aumento foi de 18%.

Apesar de considerada uma doença, ainda há preconceito. Algumas pessoas não entendem e a definem como “frescura”. Quando você se deparar com essa discussão, argumente dizendo que a depressão pode ocorrer por inúmeros fatores, inclusive um desequilíbrio em hormônios e neurotransmissores que podem alterar o ânimo da pessoa. A pessoa entra em um quadro de tristeza profunda, que pode durar semanas, meses e até anos. Ela perde o interesse pela vida e se sente incapacitada de realizar as tarefas diárias. Quem sofre desse transtorno normalmente tem a vida pessoal e profissional prejudicada.

A depressão é mais comum em mulheres, devido a fatores sociais e hormonais, mas ela pode aparecer em pessoas de qualquer idade, raça, sexo ou classe social. Por ser resultado de uma combinação de fatores psicológicos, biológicos e sociais, as causas variam bastante. São diversas situações que podem desencadear a depressão, como por exemplo:

– Baixa autoestima;

– Mudança de emprego ou situação de sobrevivência;

– Perda de entes queridos;

– Separações;

– Traumas ou situações estressantes;

– Consumo excessivo de drogas;

– Histórico familiar;

– Doenças como câncer, HIV, AVC, etc.

Diferencie os tipos de depressão

De um modo geral, a depressão se manifesta por meio de uma tristeza profunda. Porém, existem diversos tipos, que variam de acordo com a causa e duração. Para que você entenda melhor, listamos os mais comuns.

Depressão maior ou grave

A pessoa sente os sintomas típicos da depressão, como tristeza, desânimo, cansaço, falta de prazer e vontade e alteração do sono. Porém, esses sentimentos se manifestam de uma forma mais intensa e normalmente por um período maior do que seis meses. É um dos tipos mais graves. Geralmente tem relação com herança genética e acontece após os 30 anos de idade. 

Distimia

É um tipo de depressão considerada mais leve ou de baixo grau. O paciente sofre com a tristeza, a baixa autoestima e o desânimo, mas em uma intensidade menor. Por isso, ele ainda consegue fazer as atividades do dia a dia, como trabalho e vida social.

Por outro lado, o paciente sofre com a depressão por muito mais tempo: a duração mínima é de dois anos. Os sintomas típicos são baixa energia, falta ou excesso de apetite, insônia ou sono demais, mau humor, irritabilidade e pessimismo. Nesse caso, a pessoa que sofre da depressão muitas vezes é rotulada como mau humorada ou pessimista, dificultando o diagnóstico.

Sazonal

Quem não fica desanimado em um dia cinza? Quem sofre desse tipo de depressão normalmente tem períodos de tristeza no inverno, quando os dias são mais curtos e com menos sol.

A depressão sazonal é mais comum em países mais frios e com pouca incidência da luz solar, como a Europa. Outras pessoas ficam deprimidas, por exemplo, com a aproximação das festas de final de ano, como natal e ano novo. Além da tristeza, o paciente também pode ter sensação de cansaço, falta de ânimo, estresse, sonolência e compulsão por doces.

Bipolar

A depressão presente no Transtorno Bipolar se caracteriza pela mudança de humor, variando entre uma tristeza profunda e episódios de euforia. Durante a tristeza, os sentimentos são os mesmos da depressão, como baixa autoestima, isolamento social, sonolência. Porém, nos momentos de alegria extrema, o paciente se sente agitado, desenvolve diversas atividades ao mesmo tempo, tem obsessão por determinados assuntos, se torna desatento, hiperativo e até impulsivo.

A dificuldade no diagnóstico se dá exatamente pela mudança brusca de humor. Além disso, muitas pessoas não associam a agitação e euforia com a depressão.

Pós-parto

Acontece com mulheres logo após o parto. Em alguns casos, ela se manifesta ainda na gravidez. É bastante específica e a causa é hormonal. Ou seja, durante a gravidez, o corpo produz altas doses de hormônio. Porém, depois do parto, a produção cai repentinamente. E é esse desequilíbrio que pode ocasionar o quadro de depressão.

Entre os sintomas mais comuns estão a tristeza profunda, o cansaço, a irritabilidade e, em alguns casos, a mãe acaba até sentindo rejeição ao bebê. 

Reativa

Nesse caso, a depressão é desencadeada por um acontecimento específico. Ou seja, ela surge após um evento traumático ou estressante, como por exemplo a perda de bens materiais, como uma casa, ou a morte de uma pessoa próxima.

Qualquer pessoa fica triste diante de fatos como esses, porém, a incapacidade de superar o acontecimento leva o paciente a se isolar socialmente, além de sentir-se triste e inseguro. Quem já possui uma predisposição à doença, é como se o acontecimento funcionasse como um gatilho para a depressão.

Atípica

Nesse caso, os principais sintomas são cansaço, sono excessivo, humor apático, ganho de peso e sensibilidade à rejeição.

Quem sofre desse tipo de depressão pode ter picos de humor temporários, como reação a um acontecimento positivo. Porém, a pessoa logo volta ao quadro anterior. Justamente por causa dessa reação a boas notícias, existe uma dificuldade maior em identificar a depressão.

Psicótica

Além dos sintomas normais da depressão, o paciente também passa a apresentar transtornos psicóticos, ou seja, alucinações auditivas e visuais e até delírios. A pessoa vê e ouve coisas que não existem, passando a ter uma visão distorcida do mundo.

Esse é um tipo de depressão grave, porém, são raros os casos. Normalmente, ela vem acompanhada de outros sintomas, como incapacidade intelectual, perda de interesse, constipação e ansiedade.

Procurando ajuda

Não importa o tipo de depressão ou a gravidade, quem sofre dessa doença precisa de tratamentos específicos, seja com medicamentos, com psicoterapia ou hipnoterapia, por exemplo.

O importante é descobrir a causa e iniciar um tratamento o quanto antes. A falta do diagnóstico correto pode levar ao mascaramento de outros transtornos e/ou complicações, como ansiedade, transtorno do pânico, fobia social, perda do trabalho e ganho excessivo de peso. Nos casos mais graves, a pessoa pode se automutilar ou até mesmo tentar o suicídio.

Caso você se identifique ou conheça alguém que apresente alguns dos sintomas, não ignore. Você também pode ajudar outras pessoas a identificar os tipos de depressão compartilhando este conteúdo nas redes sociais. Dessa forma, mais pacientes poderão buscar tratamento!

Referência: SIAH

Coração

Estudo sobre perdão apresentado na 40ª edição do Congresso da Sociedade de Cardiologia de São Paulo (Socesp) revelou que quem perdoa sofre menos problemas no coração.

A observação foi feita a partir de dois grupos: o primeiro grupo constituído por pessoas que apresentavam infarto agudo do miocárdio (IAM) e o outro por indivíduos sem doença cardiovascular diagnosticada conhecida.

De acordo com a pesquisa, o grupo dos infartados foi o que mais apresentou dificuldade em perdoar. Enquanto que o grupo mais propenso a perdoar foi justamente o grupo 2, que não possuía nenhum problema cardíaco.

Por isso a associação entre o perdão e a saúde do coração. Dentre as situações que eles estão mais dispostos a perdoar estão:

  • Invasão de privacidade
  • Não receber atenção do parceiro ou parceira que te convidou para uma festa
  • Comentários negativos dentro da família, etc.

Estudo sobre perdão

Foram analisadas cerca de 130 pessoas pelo projeto desenvolvido na Universidade de Santo Amaro (UNISA), em São Paulo.

E além de tratar sobre o perdão, o estudo também verificou outros aspectos relacionados como os índices de espiritualidade entre as pessoas com e sem doenças cardiovasculares.

Nesse caso, não houve tanta disparidade religiosa. 19 dos integrantes do grupo de vítimas de infarto afirmaram sentir Deus várias vezes por dia. Já no grupo 2, esse número cresceu em apenas uma pessoa.

A hipótese é de que os pacientes que tiveram infarto aderiram a uma visão mais religiosa depois do problema como uma forma de lidar com a situação. Assim, a religiosidade deles se aproximou da dos demais.

Referência: Minha Vida

Amigas

A história que você vai ler a seguir é daquelas que aquecem o coração de qualquer um. Conheça Olive Woodward e Kathleen Saville, duas senhorinhas de 89 anos da Inglaterra que, pasmem, são amigas desde os 11.

Olive e Kathleen se conheceram ainda na escola. De lá para cá, não se desgrudaram mais, tanto que hoje, quase 80 anos depois, elas ainda fazem questão de ficar juntas: a dupla acaba de se mudar para a mesma casa de repouso para se manter unida.

A amizade que se iniciou na infância foi fortalecida devido a alguns detalhes: as duas sempre moraram na mesma rua, e os maridos trabalhavam na mesma empresa. Tudo isso contribuiu para que a vida familiar não as separasse.

Mas nem tudo foi perfeito na vida das amigas. Kathleen perdeu o marido em 1989, após 35 anos de casamento, e viveu sozinha até o ano passado, quando se mudou para a clínica. O companheiro de Olive viveu 15 anos a mais que o de Kathleen e faleceu em 2004. Depois de morar só por algum tempo, ela decidiu se juntar à melhor amiga na instituição. As senhoras são as pacientes mais velhas de lá, mas quem convive com elas garante que, apesar de beirarem os 90 anos, as duas têm o espírito de 63.

E qual é o segredo para uma amizade tão duradoura? Segundo elas, é “nunca discutir e sempre contar ao outro o que pensa”. E, aparentemente, a fórmula realmente funciona. “Estou tão feliz que Olive esteja aqui agora”, diz Kathleen. 

Se isso não é o verdadeiro significado de “meta de amizade”, não sabemos o que é!

Referência: R7.

Felicidade

As coisas simples da vida são como aquelas estrelas que brilham em noites claras. Elas estão sempre lá, nos cercando, nos oferecendo sua magia sutil; No entanto, nem todos os dias paramos para olhar para elas ou lembramos que elas existem.

Somente quando estamos perdendo, somente quando a vida nos dá um revés pequeno ou grande, subitamente apreciamos o que realmente constrói nosso coração, o que constitui cada uma daquelas cordas internas que dão música e significado à nossa existência.

“As coisas simples, amáveis ​​e discretas formam dia a dia a borda da nossa vida, onde repousar em dias tempestuosos e onde todas as nossas alegrias fazem sentido.”

Algumas pessoas dizem que quanto mais simples o nosso modo de vida, menos preocupações teremos e menos erros faremos. Agora, todos estão livres para complicar suas vidas o quanto quiserem, todos nós temos o direito de assumir riscos, projetar sonhos e ter um círculo social tão amplo e variado quanto quisermos.

O principal, a chave de tudo, não é levar uma vida simples, mas ser simples em pensamentos e saber o que é importante, o que realmente faz nosso coração feliz e nos identifica. De lá, todos nós somos muito livres para construir nossos microuniversos individuais. Nós convidamos você a refletir sobre isso.

Coisas simples são as maiores coisas da vida

Há um fato que nos impressiona, o Google publicou há poucos dias quais são as pesquisas mais comuns entre os usuários. Entre elas, o que é quase sempre uma tendência é uma em particular: “como ser feliz?”

“Ser feliz é fechar os olhos e não querer mais nada e, para isso, basta deixar de medir a felicidade pelo dinheiro que temos ou não temos: mas por aquelas coisas simples que não mudaríamos por todo o dinheiro do mundo.”

Todos nós temos mais de uma coisa que nunca mudaríamos nem pela mais incrível das riquezas. A vida de seus filhos, seu parceiro, seus irmãos … E talvez até seus animais de estimação. Porque o que eles nos dão e o que lhes oferecemos é uma troca de afetos que não tem preço.

Agora, o problema com tudo isso é que a vida, às vezes, não é nada fácil. Você sabe, por exemplo, que a coisa mais importante para você são seus filhos, mas você deve completar um longo dia de trabalho que o impeça de estar com eles o tempo que desejaria.

Você gostaria, indubitavelmente, que tudo fosse mais fácil e, a partir daí, que às vezes nos sentíssemos perdidos diante de tantas pressões, tantas obrigações que dia após dia nos afastam do que é realmente essencial. Portanto, seria interessante pensar nesses aspectos por alguns instantes.

Levar uma vida plena e consciente

Levar uma vida plena e consciente é saber entender em que momento da sua vida você está e sentir o seu presente, o aqui e agora.

Devemos ser conscientes do que nosso coração nos diz e das necessidades que você tem ao seu redor. Você pode, por exemplo, trabalhar mais horas, dando-lhe a oportunidade de ter mais coisas, mas sabe que, apesar de tudo, prefere investir esse tempo em sua família.

Viver uma vida plena também é entender que todo esforço vale a pena, porque tudo que você faz te faz feliz e oferece felicidade aos seus.

Se não houver reciprocidade, não há cumprimento. Olhe para a sua vida como se fosse um círculo: se não houver equilíbrio consigo mesmo e com o que o rodeia, será difícil desfrutar dessa felicidade.

O prazer do simples é uma atitude

Nem todas as pessoas sabem como aproveitar as coisas simples que a vida lhes oferece. Talvez porque eles são incapazes de vê-los, outros porque não os apreciam e estão mais inclinados para o apego material, para satisfação imediata, o que não dura …

“Respire, ame, seja feliz, aproveite as coisas simples da vida … Este é o único urgente, o resto, embora você não acredite, é secundário.”

Desfrutar do prazer do simples é uma atitude que muitos cultivam porque já possuem uma paz interior adequada e sem artifício. O gozo do simples chega a alguns depois de uma longa jornada onde, de repente, agem de consciência e descobrem prazeres que não haviam tido em conta anteriormente:

  • O prazer de boas amizades.
  • Um bom dia e uma inesperada carícia.
  • Do riso contagiante de uma criança.
  • O vento embriagante depois de uma tempestade
  • De um sol que afunda no oceano em absoluto silêncio
  • De um despertar de domingo sem qualquer preocupação na mente

Não hesite em praticar essa simplicidade de pensamento e emoções no seu dia-a-dia, porque quando finalmente encontrarmos essa felicidade interior, ela durará para sempre porque estará conectada ao nosso verdadeiro eu.

Referência: Pensar Contemporâneo.