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Água no Inverno

Sabia que nosso corpo gasta muito mais energia no inverno? Isso acontece porque além de queimarmos calorias com as atividades diárias rotineiras, o nosso corpo ainda está trabalhando redobrado para nos manter aquecidos. Esse trabalho todo ocasiona uma perda de água mais acelerada. 

O problema? É justamente no frio que tendemos a nos hidratar menos. Veja em nossa galeria 5 razões para beber água até mesmo no inverno! 

Evita cãibras

Durante os dias frios, temos uma tendência maior para sofrer com cãibras. Elas acontecem quando há falta de água na musculatura. E como no frio tendemos a esquecer de beber água, essas dores aparecem para nos lembrar de correr até a cozinha e tomar um copo com água.

Diminui a fome

A Organização Mundial da Saúde sugere que o ideal é ingerir 2 litros de água por dia. Porém, nessa conta também podem ser incluídos os chás naturais. Eles atuam no organismo nos hidratando e ajudam a segurar a comilança, já que são nos dias frios que sentimos mais fome. Essa fome vem como sinal do organismo, que precisa de mais energia para se manter aquecido. Por isso, se não redobrarmos os cuidados com a alimentação, a temporada de dias frios pode ocasionar uns quilinhos a mais.

Ajuda a emagrecer

Por outro lado, a tendência é que as pessoas percam mais peso no inverno, porque o corpo gasta mais energia para manter a temperatura do corpo. E com isso, costuma-se também perder líquido neste processo. Por isso, é importante manter-se sempre hidratado. Recomenda-se beber um copo de água a cada uma hora mesmo que você não sinta sede, pois a sede já é um sinal do organismo desidratado pedindo líquidos.

Evita ficar doente

É a água presente no sangue que ajuda no transporte dos nutrientes que estão diretamente ligados ao nosso sistema imunológico. Quanto mais hidratado, menos chances de sofrermos com as doenças recorrentes do inverno como resfriados, gripe e alergias.

Desintoxica

As toxinas são eliminadas através da urina e do suor. Se não bebermos líquido o suficiente, essa faxina do organismo fica comprometida, acumulando toda essa sujeira. A combinação de água com limão é uma ótima receita — tanto para intensificar a desintoxicação quanto para reforçar a defesa do organismo por causa da vitamina C do limão.

Fonte: Guia da Semana

Trabalho de reciclagem realizado na cidade de Kamikatsu foi considerado o ‘mais bonito do Japão’

KAMIKATSU, JAPÃO — Não há coleta de lixo na pequena cidade japonesa de Kamikatsu. Seus 1.500 habitantes vão ao aterro sanitário para pacientemente separar seu lixo em 45 categorias. O objetivo final é reciclar tudo.

— Sim, é complicado — admite Naoko Yokoyama, de 39 anos, no meio de um labirinto de contêineres e caixas no centro de triagem. — Mas desde que me mudei para cá há um ano, presto mais atenção ao meio ambiente.

As categorias variam de travesseiros a escovas de dentes, garrafas (dependendo do tipo de vidro), recipientes diferentes, objetos de metal etc.
Localizada nas montanhas 530 quilômetros a sudoeste de Tóquio, a vila de Kamikatsu pretende reciclar tudo sem enviar nada para os incineradores até 2020.
Embora os funcionários do centro de resíduos ajudem, há muito trabalho para os vizinhos que devem lavar e secar sacos, embalagens e recipientes para facilitar a reciclagem.
Alguns objetos exigem desmontagem. Em um canto, um homem usa um martelo para extrair as peças de metal das prateleiras que ele trouxe. Em outro, os trabalhadores do centro de triagem cortam uma longa mangueira de borracha em pedaços. O local tem compressores para latas e plásticos
Para ajudar, um folheto descreve o trabalho como “o mais bonito do Japão”, apresentando em 16 páginas duplas, uma infinidade de fotografias e desenhos acompanhados por uma foto do recipiente ou caixa a usar.

Muitos municípios no Japão exigem a classificação do lixo, mas geralmente em um pequeno número de categorias (plástico, lata, papel etc.), e a maioria dos resíduos domésticos é incinerada.
Kamikatsu passou a fazer diferente depois que recebeu um ultimato: em 2000 o município recebeu a ordem de fechar uma de suas duas incineradoras, que não cumpria as normas de poluição.
— Então pensamos que se não podiamos queimar o lixo, deveríamos reciclá-lo — conta uma funcionária pública, Midori Suga.
A localidade está perto de alcançar seu objetivo, com uma taxa de reciclagem de 80% de suas 286 toneladas de resíduos produzidos em 2017, bem acima da média nacional de apenas 20%.
Embora o Japão produza menos resíduos per capita do que a maioria dos países desenvolvidos, é líder no lixo plástico per capita, atrás apenas dos Estados Unidos. Até recentemente, o arquipélago exportava parte dele, especialmente para a China, mas Pequim não quer mais o plástico japonês.
A população de Kamikatsu é consciente. O sistema “funciona porque somos apenas 1.500 pessoas”, explica Yokoyama.


Estilo de vida plástico


— É claro que incinerar é fácil —, diz Saeko Takahashi à AFP, lavando caixas de leite e amarrando seus jornais. — Mas é melhor reciclar.
Um contêiner de adubo recebe os restos de carne e peixe, enquanto as cascas de frutas e legumes vão parar direto no seu jardim.
— Os alimentos duram mais tempo embrulhados em plástico, mas não há necessidade de multiplicar as camadas — explica.
Kazuyuki Kiyohara, 38 anos, diretor do aterro, diz que o plástico é o que mais chega e que seu consumo diminuiu pouco.
— Nosso modo de vida depende do plástico — constata. — Os consumidores podem reduzir o lixo até certo ponto, mas sempre teremos alguns, enquanto os fabricantes produzirem objetos de plástico.

As caixas plásticas para as refeições, o envoltório plástico de bananas ou tomates, as sacolas, colheres ou canudos distribuídos em todos os lugares… O Japão está longe de eliminar este material.
Em 2018, no entanto, o governo anunciou a meta de reduzir em um quarto até 2030 sua produção anual de resíduos plásticos, que foi de 9,4 milhões de toneladas.
As empresas privadas adotam iniciativas, mas seguindo um cronograma que parece muito aquém das disposições já adotadas em outros países.
— Não devemos nos concentrar apenas nos resíduos — diz Suga. —Precisamos de políticas que limitem sua produção.

Fonte: O GLOBO

20 maio

Praticar o perdão

por nossacasa

O perdão é a liberação das limitações autoimpostas e dos padrões de conduta autodestrutivos que nos atam ao passado de maneira insana. Além disso, ele permite liberar a ira, o medo, a dor, o ressentimento e outros sentimentos negativos, abrindo o coração para a alegria, a paz e o amor.

Embora não seja fácil, não se deve permitir que o passado tenha poder sobre nossa vida. Temos que liberar a dor que sentimos e as amarras que nos impedem de vivê-la plenamente.

Razões para praticar o perdão

– Eliminar o rancor

– Ter uma boa saúde física, psicológica e emocional

– Liberar todos os sentimentos negativos

– Encontrar a paz

– Aprimorar a vida social, pois deixamos de ver hostilidade nas pessoas

Como fomentar o perdão? 

Abaixo estão alguns conselhos para desenvolver a habilidade de perdoar:

– Encontre tempo no dia-a-dia para meditar e explorar sua mente, para liberar qualquer ressentimento guardado. Imagine-se com um grande nó, respire lentamente e imagine que pouco a pouco ele vai se derretendo e fazendo com que se sinta livre e leve; o poder da imaginação é enorme.

– Perdão não significa reconciliação, você não deve desculpar a outra pessoa, nem tolerar seus comportamentos; apenas deve deixar de lado seu próprio sofrimento.

 – Se você sente uma profunda hostilidade em relação a alguém do passado, escreva uma carta de perdão em que seus sentimentos sejam demonstrados. Se não deseja enviá-la, não o faça, mas é uma forma de imaginar que os sentimentos de vingança da outra pessoa também desaparecem; se repetir diariamente a escrita de cartas de perdão, pode ser uma válvula de escape útil para sua recuperação.

– Não deixe que o ambiente negativo de pessoas grosseiras e insensíveis recaia sobre você. Frequente ambientes de bem-estar, onde possa manter sua mente saudável e não se deixar contaminar pelas energias negativas.

– Lembre-se de que você não deve ficar de fora do círculo do perdão, você deve perdoar a si mesmo por não ser perfeito e por cometer erros como os demais; você merece a mesma compreensão e compaixão que os demais para poder encontrar a positividade e a liberdade para viver em paz.

– A capacidade de perdoar não funciona igualmente para todas as pessoas, algumas tardam mais que as outras, mas é uma meta que pode ser alcançada. Quem não é capaz de perdoar fica propenso a padecer de ansiedade, depressão, dor de coluna crônica, ter problemas cardiovasculares e sofrer alteração em suas funções neurológicas e no seu sistema imunológico, tornando-se incapaz de aproveitar a vida plenamente.

Fonte: A mente é maravilhosa 

Quando temos amigos, sabemos que não estamos sozinhos e que, não importa o que for colocado em nossos caminhos, sempre teremos alguém com quem contar.

Entre as muitas pessoas que conhecemos em nossas vidas, poucas são as que podemos chamar de amigas. Muitos passam por nós, permanecem por um tempo até cumprir sua missão e depois vão embora. Mas outras pessoas nunca se vão. Ainda que a vida nos guie para caminhos diferentes, a conexão de alma que possuímos com elas é tão forte e verdadeira que nunca estaremos totalmente separados.

Nossos amigos são pessoas insubstituíveis. Eles nos conhecem como ninguém e nos amam verdadeiramente, orgulham-se de nossas conquistas e fazem questão de que saibamos que somos únicos e dignos das melhores coisas da vida.

Em uma amizade verdadeira, não existe inveja, mentiras e maldade. Apenas há espaço para amor, companheirismo e crescimento mútuo.

São relacionamentos puros e sinceros, que nos ajudam a viver com mais alegria, perspectiva e felicidade.

Se você tem um amigo de verdade, provavelmente deseja estar ao seu lado sempre que possível e planeja aventuras e momentos especiais para todas as fases da vida. Desde as maluquices na juventude até os momentos de mais tranquilidade na velhice.

Entretanto, entre as coisas mais especiais que podemos fazer ao lado de nossos amigos é sorrir. Parece que, quando estamos com eles, tudo vira motivo para darmos gargalhadas infinitas que nos tiram o ar e fazem a barriga doer. Mesmo que o momento nem seja tão engraçado assim, vivê-lo ao lado dessa pessoa tão especial torna tudo mais intenso, mais divertido.

As risadas com nossos amigos são sinceras e nos despertam uma sensação única de alegria. Estar ao lado dessas pessoas tira das nossas mentes todos os problemas da vida e nos ajuda a vivermos no agora, com mais positividade e esperança para o que está por vir.

Quando temos amigos, sabemos que não estamos sozinhos e que, não importa o que for colocado em nossos caminhos, sempre teremos alguém com quem contar.

Todos os momentos que compartilhamos com essas pessoas são sagrados e ficam guardados em um lugar muito especial em nossas mentes e corações.

Se você tem um amigo com quem pode contar, esteja perto ou longe, alguém para dividir preocupações, alegrias e boas risadas, você é uma pessoa de muita sorte!

Reserve um tempo, sempre que possível, para estar perto dessa pessoa. Seu espírito se renovará e você perceberá que a vida é muito melhor quando compartilhada com as pessoas que amamos.

Fonte: O segredo

“Me deixa! Estou estressado!” A geração que se estressa e se frustra por tudo. Que se consideram eternamente infelizes. O que buscam esses meninos? O que lhes prometeram? Que o importante é ser feliz? Que ele pode ser o que quiser, no lugar que quiser? Que se cursar a faculdade X vai se realizar, que se estudar na escola Y vai passar direto e depois é só correr para o abraço?

Jovens que vão aos consultórios com demandas frágeis e de muito sofrimento. A dor da falta do não faltar. Sensação de não pertencimento, de estar perdido, de não saber o que quer da vida, nem saber se quer alguma coisa. Geração de poucos adjetivos.

O show das três bandas foi TOP, a viagem à Disney foi LEGAL. O aniversário no buffet foi NORMAL. O casamento da melhor amiga foi CHATO. E se sentem frustrados, mas não identificam o que lhes falta.

Choram pelo golfinho ferido, mas não tiram seu prato da mesa do shopping.

Colaborar em casa é “favor”, arcar com despesas? Nem pensar! Participar de tarefas, seja para fazer compras no supermercado, alimentar os dogs, ir ao banco, cartório, farmácia…. tudo é postergado, é exaustivo.

Geração das polpas de frutas, não descasca laranja, não chupa caroço de manga. Vive de sonhos áureos, mas não quer pisar no chão quente para alcançá-los.

Começar a trabalhar sem muito ganhar, nem pensar. Quem marca suas consultas, médicos, dentistas?

Não visita avós, não sai de seus quartos vivendo no mundo irreal do Instagram. Aponta defeitos com comentários maldosos nas redes sociais. Não elogia. Acredita que todos exigem muito deles. Não oferecem seus préstimos. Reclamam do mínimo obstáculo. Culpam os pais por “forçarem a barra”.

Na escola, solucionaram problemas matemáticos em turmas avançadas e não conseguem solucionar problemas reais como tirar segunda via de boletos, ir à repartição pública e lidar com burocracias…

Querem respostas rápidas, fáceis e ficam aborrecidos sempre, mesmo quando essa resposta vem. Entediam-se. Trocam de escola, de curso, de emprego, de parceiros, de amigos, nada e nem ninguém os compreende. Nada os preenche.

Culpam o sistema, a família, o amigo difícil, o porteiro chato, a coordenadora do curso, a lei, o chefe que exige. Reclamam do almoço, de não ter roupa pra sair, de não ter dinheiro. Passam o dia no ar-condicionado, consumindo o salário dos pais.

Andam de carro, uber, táxi…. não lavam suas cuecas, nem suas calcinhas. Não buscam conhecimento. Nem espiritualidade.

Não se encantam com decorações natalinas, nem com um ipê florido no meio da avenida. Reivindicam direitos de expressão e não oferecem nada em troca. Nenhuma atitude.

Consideram-se vítimas dos pais. Julgam.

Juízes duros! Impiedosos! Condenam.

Choram pelo cachorro maltratado e desejam que o homem seja esquartejado.

Compaixão duvidosa.

Amorosidade mínima.

“Preciso disso! Tem que ser aquilo!” E haja insatisfação! Infelicidade. Descontentamento. Adoecimento. Depressão. Suicídio….

Geração estragada. Inconformada. Presa em suas desculpas. Acomodada em suas gaiolas de ouro.

Inertes, não assumem a responsabilidade de viver, de se mexer, de traçar seu caminho, de enfrentar o que está fora da caverna de Platão.

Postam sorrisos, praias paradisíacas, mas não se banham no mar curador. Limpam o lixo na praia com os amigos e não arrumam a própria cama. Em casa, estampam tristeza, sofrimento, dor…. a dor de ter que crescer sem fazer por onde…. merecer.”

Fonte: Seu Amigo Guru 

Adotar cachorro ou gato é um compromisso de longo prazo e envolve uma decisão responsável e consciente

É comum quando alguém se interessa em adotar um animalzinho de uma ONG ou um abrigo receber um questionário de adoção. São perguntas como: “Há alguém em sua casa alérgico a pelos?”; “Seus familiares estão de acordo com a adoção?”; “O que fará com o animal quando viajar?”. O objetivo é avaliar se o candidato a adotante está apto ou não para levar um pet para casa. Esse cuidado minimiza as chances de devolução ou um futuro abandono do cão ou gato.

Muitas outras perguntas precisam ser respondidas e o candidato – que deve ser maior de idade – também tem que apresentar documentos e assinar um termo de responsabilidade, em que se compromete a cuidar bem do novo companheiro. Afinal, adoção é coisa séria.

Algumas pessoas chegam a achar exagero, mas tem que se levar em consideração que os animais recolhidos por aquela ONG ou abrigo foram retirados de uma situação de abandono e, muitas vezes, receberam tratamento antes de estarem prontos para ganhar uma família definitiva.

Tudo isso gerou um custo para a instituição ou o protetor independente, portanto, de nada adianta ter todo esse cuidado com o bem-estar do animal, se ele for entregue a alguém que não tenha compromisso de continuar tratando-o bem.

Se você estiver considerando aumentar a família e dar e receber amor de um companheiro felino ou canino, veja abaixo os pontos que você deve se atentar. Assim, você saberá se está preparado ou não para ter um animal de estimação e ser muito feliz!

Segurança da casa

Preparar o coração para transbordá-lo de amor por um animal é muito fácil, porém sua casa também precisa estar preparada para receber o novo morador. Após a adoção, pode-se levar um tempo até o novo integrante da família se acostumar com o novo lar, portanto, um lugar seguro, sem rotas de fuga, é fundamental.

Em casas, grades, portões e muros precisam ser seguros o suficiente para evitar o acesso livre dos animais à rua.

Já em apartamentos, janelas, sacadas e varandas precisam ser teladas. Este ponto é ainda mais imprescindível quando o animal a ser escolhido trata-se de um gatinho. Neste caso, todas as janelas precisam de proteção. É o mesmo cuidado que se tem com uma criança em casa.

Se o cão for pequeno, também é preciso checar se seu corpo dele não passa pela abertura do parapeito da sacada. Esse cuidado é essencial para evitar acidentes.

Despesas compatíveis com seu orçamento

É importante saber que a adoção responsável deve levar em conta que os animais de estimação precisam de vacinas, alimentação de qualidade e veterinário.

“Muita gente adota no momento da emoção e não pensa em tudo isso”, comenta a veterinária Graciela Mendes.  “Ele pode adoecer, e o tutor terá gasto com consulta, exames, medicamentos e uma eventual cirurgia. Então, se a pessoa tem a intenção de ter um bichinho, a primeira coisa que ela tem que olhar é o orçamento dela”, afirma.

Existência de alergia

Pelos e saliva dos animais podem ser alergênicas e causar sintomas em pessoas predispostas à alergia. Então, antes de optar pela adoção, verifique com o seu médico sua condição de saúde, bem como a de seus familiares.

Tempo para passeio

Mesmo que sua casa tenha espaço para brincadeiras e banhos de sol, os cães precisam passear na rua e ter convivência com outros animais e pessoas. Por isso, é tão importante manter uma rotina de passeios, mesmo que seja uma volta curta no quarteirão para que o cão faça suas necessidades.

Ainda não estou preparado para adotar. O que fazer?

Caso o que te impeça de adotar um cachorro ou um gato seja a segurança da sua casa, é possível resolver. Contate empresas de redes de proteção para sacadas e janelas do seu apartamento. Se morar em casa, reforce o muro com grades para evitar possíveis fugas e considere telar o quintal também, caso o animal escolhido seja um gatinho.

Se os motivos forem outros, impossíveis de resolver por agora, considere ajudar os animais carentes de outra forma. Você pode apadrinhar um bichinho de algum abrigo ou oferecer doações de ração e brinquedos para instituições e protetores sérios e comprometidos com a causa. Há milhares espalhados por todo o país.

Fonte: Catraca Livre 

17 dez

Eu adoro o verão! Nada como poder reunir na parte externa, curtir uma piscina, tomar sol, etc. Foi pensando na estação que resolvi criar esse TOP 5 para vocês. Reuni dicas para fazer com que vocês se inspirem e impressionem os seus convidados. Vamos conferir?!

ÁGUA AROMATIZADA: No verão todo mundo quer se refrescar. Para deixar seus convidados ainda mais confortáveis, uma ótima ideia é servir um Welcome Drink (bebida de boas vindas) de água com limão, laranja ou Hortelã.

COMIDINHAS LEVES: Uma ótima ideia para o menu no verão, são comidinhas leves e refrescantes. Que tal preparar uma salada bem incrementada?! Servir uma salada de frutas com sorvete? Um merengue de morando bem gelado?!

UTENSÍLIOS DE PLÁSTICO:  No verão, o melhor lugar para ficarmos é na parte externa. Piscina, quintal, área externa do prédio, jardim… Independente de onde você for receber, vale trocar as louças, taças e copos de vidros por itens de plástico (existem vários lindos!!). Apesar de ser mais informal, a estação permite. Sem contar que é bem mais seguro, principalmente para quem tem ou vai receber crianças.

ARRANJOS DE FRUTAS: Eu sou suspeita, porque eu amo arranjo de frutas, acho super diferente e moderno, além de estarem super em alta. Já pensou em trocar o arranjo de flor por um de limão siciliano?! Fica bárbaro!

ABUSE NAS CORES:  Para quem for receber na parte interna, não deixe de abusar das cores e estampas. Pode ir sem medo. O resultado é sempre algo incrível e a cara do verão!

E vocês, o que gostam de servir e fazer quando vão receber no verão?! Aguardo os comentários!

Fonte: Por Juliana Santiago; blogvidadecasada.com

 

19 nov

O amor cura!

por nossacasa

Se você pensou que é sobre o amor do outro, está enganado. É sobre o seu amor, amor-próprio, o amor que você sente por você.

Duas mãos segurando um coração de pano, representando o amor

Nos momentos que a vida fica um pouco sem cor, nos momentos de dor e doenças, às vezes parece que o amor por nós mesmos fica mais escondido. É mais fácil brigarmos com nós mesmos e sentirmos o peso da culpa. E em dias de instabilidade o desânimo e a tristeza podem se instalar. Mas, tente se amar acima de tudo. Que o amor por cada parte de você, possa transcender, transmutar, transformar e melhorar tudo dentro de você. Mesmo com situações e comportamentos que em sua cabeça poderiam ser diferentes, não seriam e não são. A realidade que se apresenta é perfeita, com todos os passos que você deu até aqui. Tinha que ser assim. Chega de olhar o passado, chega de olhar o obstáculo. Para curar é preciso amar. Amar muito cada parte do seu corpo, cada célula. É preciso equilíbrio entre pausa e movimento.

É preciso respeito. É preciso aceitação. É preciso ajustes. É preciso harmonia. Que você crie uma reserva de amor dentro de si. Exatamente para aqueles momentos que você colocar em dúvida esse amor.

Esses momentos surgem, faz parte da vida, dos altos e baixos. Mas não importa a situação, o momento vivido, não importa nada, agarre-se ao amor que tem por você, pela sua vida, por viver. Agarre-se ao amor que fez com que você superasse tantos dias e tantas coisas. Agarre-se ao amor por ser quem é. E por ter vivido todos os dias até aqui. Cada dia foi importante. E o dia de hoje é ainda mais importante. O que você precisa fazer hoje por você? É silenciar? É movimentar? Faça! Por amor a você! Escute-se! Ame-se! Só o amor cura! Aceite a realidade que se apresenta e faça algo para sentir-se bem. Medite, relaxe, leia um livro, veja um filme, saia de casa, fique em casa, encontre alguém, fique na sua companhia, escute música, dance, faça um escalda pés, faça o que quiser, faça o que te faz bem!

Por amor a você, diga sim. Mas também diga não. E o que você quer dizer nesse momento? Deixa o seu coração responder.

Por quantas vezes for necessário, repita o mantra: Por amor a minha saúde, eu me amo e me cuido. Protejo-me e resguardo-me. A cada dia me renovo.

Fonte: O Segredo

Diversas pesquisas realizadas nos últimos anos tem apontado para um grande número de pessoas com doenças relacionadas à depressão e em muitos casos o isolamento ou a falta de alguém para conversar tem agravado ainda mais essa situação. Sentimentos reprimidos podem causar dor emocional e doenças físicas. Desabafar mágoa e ser sincero consigo mesmo é sempre a melhor saída para viver bem.

Externar sentimentos para não prejudicar a saúde

O estresse do trabalho, a rotina cansativa de casa, uma enxurrada de problemas e não demora a aparecer uma tensão muscular, insônia ou impaciência em tudo que vai se fazer. Muita pessoas ficam remoendo as mágoas e preferem reprimir a dor por medo de expor os sentimentos ou por não conseguir colocar para fora toda a angústia que está ali martelando sem parar e acaba não percebendo que estocar mágoas e sofrimentos faz mal para a saúde e para o coração principalmente.

Segundo Denise Diniz, psicóloga e coordenadora do Setor de Gerenciamento de Qualidade de Vida da Unifesp, alerta para os problemas em não conseguir digerir algumas emoções negativas.

“Nosso organismo não foi feito para guardar mágoas e sentimentos ruins. Tanto o corpo quanto a mente vão pesando na medida em que eles se acumulam e uma hora a panela de pressão transborda na tentativa de aliviar o sofrimento. É um processo natural. Na medida em que não extravasamos este sentimento e vamos dando a ele uma conotação negativa maior do que de fato ele deveria ter, sufocamos nossos limites emocionais e daí aparecem os sintomas físicos.”

Os sentimentos ruins geralmente são causados pelas expectativas frustradas. Colocamos no outro ou naquela oportunidade a responsabilidade de resolver nossos problemas como se eles não fossem consequências dos nossos próprios atos, gerando assim a mágoa e o ressentimento.

“Todos nós criamos expectativas sobre a vida e toleramos até certo limite algumas frustrações. Quando elas extrapolam este limite, que é pessoal, e nos fazem sofrer, significa que algo está em desequilíbrio e é preciso resolver. O grande problema é que na hora da explosão, a pessoa se sente tão sufocada que sai atirando para todos os lados, magoando as pessoas que estão ao seu redor sem perceber. É preciso tempo e paciência para aprender a lidar com os sentimentos sem ferir as pessoas e nem a si mesmo.”

Uma boa forma de resolver esse problema é a própria pessoa entender o que de fato a fez mal e porque a situação ganhou tamanha dimensão em sua vida e a partir daí buscar o equilíbrio necessário. Muitas pessoas costumam guardar a mágoa e os sentimentos ruins por não conseguirem extravasar, por consequência vem à tristeza e a angústia. Isso ocorre porque temos temperamentos e limites diferentes fazendo com que alguns levem sem traumas as decepções do dia a dia, enquanto outros guardem e fiquem remoendo as dores.

“É algo muito pessoal a forma que cada um reage às adversidades. Se você é tímido, reage de um jeito; se é inseguro, age de outra maneira. O importante nesta questão é perceber que quem cria a conotação negativa que gera a mágoa e o ressentimento somos nós. A pessoa pode até ter errado com você, mas a intensidade disso na sua vida quem dá é você mesmo.”

Ainda de acordo com a psicóloga da Unifesp, a dor emocional se torna física quando a intensidade que damos ao fato que nos magoa chega a interferir na atividade cerebral de modo a dificultar o envio de estímulos nervosos responsáveis pela execução de algumas funções de nosso organismo.

“O cérebro deixa de comandar alguma função e o corpo reage sinalizando onde está o problema. A gente se adapta às novas situações, isso é um processo natural, porém, quando algo nos machuca a ponto de extrapolar nossos limites, a dor emocional bloqueia alguma função física que já é propensa a ter problemas ou intensifica os sintomas de alguma doença já existente.”

Para ela, os sintomas emocionais podem acometer três áreas interdependentes das nossas vidas de modo a influenciar umas às outras de acordo com a origem do problema emocional.

“Quando a pessoa tem uma doença que tem origem emocional, dificilmente consegue desempenhar com total desenvoltura suas atividades sociais e começa a dar sinais físicos. É um conjunto de fatores que se somam e vão se acumulando. Quando o corpo reage com sintomas de alguma doença é porque a pessoa extrapolou seu limite emocional e o organismo responde tentando eliminar a dor.”

Dentre os sintomas físicos que podem estar relacionados à dor reprimida estão: úlcera, hipertensão, alergias, asma, estresse, e a longo prazo, câncer. Para quem convive com pessoas que sofrem de dor reprimida é sempre bom observar os níveis de irritabilidade, ansiedade, agressividade, nervosismo e verificar se essas pessoas estão com alguma queda de desempenho no trabalho, tendência ao isolamento, apatia, conflitos domésticos.

Reconhecer o problema e lidar com ele da forma mais clara possível pode parecer uma boa opção mas nem sempre é, de acordo com Denise Diniz as pessoas conseguem lidar com a dor que sentem.

“Conversar com o outro que os magoou significa trair seus valores morais e isso as maltrata mais do que a mágoa ou a dor reprimida”, explica ela apontando que nestes casos, é melhor trabalhar para que ela supere a dor e siga em frente.

Fonte: (En)Cena – A Saúde Mental em Movimento

Não importa o estilo, o fato é que não há quem não goste de ouvir uma música em casa, no carro, durante uma caminhada ou realizando tarefas simples do dia a dia. O que poucos sabem é que a música, além de promover relaxamento e fazer bem para a alma, atua no tratamento de determinadas doenças e ajuda a manter o cérebro mais ativo.

Mulher idosa sentada em um banco ouvindo música com fones de ouvido brancos

Conhecida como musicoterapia, trata-se de uma especialização científica que a melodia, ritmo e outros elementos musicais para fins terapêuticos a fim de estimular reações no corpo para recuperar o paciente de determinada enfermidade.

Aliás, os benefícios da música para a saúde já foram comprovados em diversos estudos como os pela American Music Therapy Association-AMTA, dos Estados Unidos, e pela World Federation of Music Therapy-WFMT, localizada em Gênova, na Itália. De acordo com os pesquisadores, dependendo do ritmo a respiração fica mais branda ou mais ofegante, podendo influenciar ainda no batimento cardíaco por causa da pressão sanguínea que fica mais forte ou menos intensa. Prevenindo, dessa forma, doenças cardíacas.

Todavia, ao aumentar a pressão sanguínea atua na melhora do sistema imunológico, no sistema endócrino, nos órgãos dos sentidos e na coordenação motora, ajudando ainda na prevenção e no tratamento de diferentes doenças físicas e mentais e, inclusive, no tratamento do estresse. É por estes e outros motivos que a musicoterapia já é utilizada em diversas clínicas, hospitais e até mesmo centros de reabilitação para integração física, psicológica e emocional como as APAEs.

No cérebro, a música age estimulando regiões ligadas a concentração, processamento de informações e produção de sentido. Isso porque, os estímulos sonoros agem nas áreas temporais do cérebro e que são incumbidas pela decodificação do comportamento musical.

Veja os principais benefícios da musicoterapia:
– Ajuda no relacionamento entre pessoas;
– Atua no desenvolvimento da inteligência espacial, melhorando as habilidades matemáticas;
– Aumenta a concentração e raciocínio lógico;
– Dependendo do ritmo eleva ou diminui a energia muscular;
– Ajuda no tratamento de problemas respiratórios;
– Reduz a fadiga no dia a dia;
– Aumenta as atividades psicomotoras;
– Ajuda no tratamento de hipertensos;
– Previne doenças cardiovasculares.

Notou a quantidade de benefícios? Então o que você está esperando para colocar sua canção preferida para tocar?

Fonte: A Terceira Idade