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“Qual é o dia mais importante da sua vida?”. Com certeza você já ouviu essa pergunta.

E qual sua resposta? Seu aniversário ou dos seus filhos? Aquele dia em que realizou o sonho da casa própria ou comprou um carro? A formatura?

Sim, podemos considerar como dias marcantes, inesquecíveis, mas o dia mais importante é nada mais nada menos do que HOJE! Sim! Hoje é o dia mais importante da sua vida!

Mesmo se estivermos atravessando um momento difícil como a perda de um ente querido, um amigo, uma grande oportunidade, o emprego, dificuldade financeira, a própria pandemia… o hoje ainda é o dia mais importante da nossa vida.

Precisamos saber que o ontem já não temos mais e o futuro ainda não nos pertence. Então, só nos resta o presente.

Dia mais importante da sua vida

Pensar no presente não significa que não devemos fazer planos ou programar algo e, sim, que não devemos deixar para depois o que podemos fazer agora. É preciso começar a agir. Faça uma lista ou uma anotação sobre como estão algumas áreas da sua vida e veja o que é possível fazer diferente a partir de HOJE!

Algumas ideias do que você já pode fazer…

Estudos: algum curso que queira fazer e sempre deixou para depois.
Realização profissional: busque dentro de você o seu verdadeiro talento, quem sabe não está no momento de ser um empreendedor ou empreendedora de sucesso?!
Realização pessoal: como está o seu relacionamento com as pessoas? Perdoe ou peça perdão. Exercite a paciência e a gratidão.

Ao acordar, comece com: HOJE EU VOU… e faça ao menos alguma coisa da lista.

Hoje é sempre um novo dia; o presente, um presente!

Leia mais: Seja uma boa lembrança na vida de alguém

Maíla C. D’addìo | Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

04 nov

Ah, as máscaras… quando nos livraremos delas? Mas, se pensarmos bem, o que pudemos aprender com elas? Já pensou nisso? Além da proteção contra o ainda desconhecido vírus que circula pelo mundo, elas funcionam como um filtro. Filtro contra poluição, contra outras doenças respiratórias e também como um filtro de pensamentos.

Como assim?

As máscaras nos fazem refletir sobre o momento delicado que atravessamos, sobre o cuidado que devemos ter conosco e com o próximo e também nos fazem pensar sobre o que devemos prestar mais atenção ao usá-las.

Idosos devem usar máscaras contra o coronavírus

Por exemplo…

Tivemos que aprender a sorrir com os olhos, falar menos e ouvir mais.
Elas nos lembram todos os dias sobre aproveitar mais o tempo que é tão único e precioso.
Elas nos lembram que somos todos iguais, independente de situação financeira ou status.
Elas nos propõem um mergulho aos sentimentos nobres, sobre a descoberta em ser um ser melhor.
Elas nos convidam todos os dias à possibilidade de fazer diferente e de fazer a diferença na vida de alguém.

Vai chegar o dia em que as jogaremos ao alto como sinal de liberdade, mas seus ensinamentos estarão fixados em nosso consciente e coração. Seremos pessoas mais fortes, mais sábias e principalmente, seremos mais humanos.

E seguimos aprendendo…

Leia mais: O novo normal é agora. E agora?

Maíla C. D’addìo | Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

Nossas atitudes dizem muito sobre o tipo de lembrança que deixaremos para trás. Esquecendo um pouco a famosa frase “a primeira impressão é a que fica”, qual será a principal impressão que você deixará aos outros?

Uma curiosa reflexão é imaginar o que as pessoas diriam em um evento em lembrança da sua vida? Foi um bom amigo ou amiga, uma boa mãe ou pai, filho ou filha, irmão ou irmã, marido, esposa… como foi sua relação com as pessoas em vida?

Pode até parecer um assunto pesado, mas é a mais pura verdade. Imaginou?

Boa lembrança com amigos

O bom é saber que se você está lendo isso, significa que ainda há tempo de melhorias, caso necessário!

Algumas dicas sábias também devem ser seguidas…

Perdoe aquela pessoa que te chateou no passado. Livre do seu coração qualquer sentimento negativo com relação a alguém.
Aceite as pessoas como elas são. Somos diferentes, carregamos histórias de vida e ensinamentos diferentes. Aceitar de verdade é a maneira mais fácil de não sofrer menos.
Não guarde mágoas. Elas não levam a nada e ainda são causadoras de doenças difíceis de tratar. A raiva, o rancor e remorso são como venenos que ingerimos esperando que o outro morra.
Agradeça! Cada dia que nasce é uma nova oportunidade de se tornar uma pessoa melhor.

E aí, como você realmente quer ser lembrado?

Maíla C. D’addìo | Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

22 out

Você se considera uma pessoa otimista ou pessimista? Como está o equilíbrio entre o otimismo e o pessimismo na sua vida?

Vamos a algumas situações:
Se está fazendo calor, você: reclama ou agradece por não estar chovendo pois saiu de casa sem guarda chuva?
Se está chovendo, você: reclama ou agradece por sentir o ar mais agradável?
Esqueceu algo e teve que voltar, você: reclama ou pensa que pode ter se livrado daquela batida na porta da sua casa?
Fila no mercado, você: reclama ou agradece por poder estar ali fazendo suas compras?

São várias situações no dia a dia onde nos são oferecidas oportunidades de mudar nosso pensamento negativo, que muitas vezes é automático, para o positivo e potencializar o otimismo.

Quando tornamos essa atitude um hábito, as soluções para os problemas tendem a aparecer com mais frequência. Estamos abertos ao positivo e aprendendo com cada situação.

Leia mais: Você diz o que realmente precisa dizer?

Otimismo ou pessimismo

Mas como tornar o otimismo um hábito?

Existe um exercício bem interessante para ajudar a reconhecer as situações positivas do dia a dia. Não importa quantas coisas denominadas ruins aconteceram, sempre vai ter algo de bom.

No final de cada dia, você vai anotar em um caderno três coisas boas que aconteceram.

No início pode até parecer difícil, mas com o passar do tempo, os pensamentos positivos surgem de forma orgânica e otimismo estará sempre ao seu lado!

Tente!

Maíla C. D’addìo | Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

Já parou para pensar quem é a pessoa mais importante da sua vida?

Provavelmente, a fim de responder a questão acima e título do nosso artigo de hoje, você tenha pensado nos filhos, pais, parentes ou amigos, certo?

Muito bem, então aqui vai outra pergunta: Em algum momento você pensou em si mesmo(a)? 

Quem é a pessoa mais importante pra você?

Pois é, olhar o próximo é um gesto fundamental e muito nobre, mas, pensar em nós também é uma atitude necessária.

Quando valorizamos a nossa pessoa — e nos colocamos em primeiro lugar , podemos estar bem e em nossa melhor versão para poder ajudar ou se doar a alguém. 

A empatia é um ato de amor. Mas, a lição mais importante é compreender que somente quando nos amamos é que estamos prontos a praticar o amor a quem precisa. 

Respeitar a sua vontade, o seu corpo, os seus sentimentos e o seu tempo é uma virtude. 

Levar as suas opiniões em consideração, zelar pelo nosso bem-estar próprio e nos promover mais qualidade de vida, também pode servir de exemplo para alguma pessoa próxima.

Antes desta leitura, quanto tempo levaria para que a sua resposta fosse simplesmente “eu”?

E agora, quem é a pessoa mais importante pra você? 

Maíla C. D’addìo – Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

Com certeza você já se deparou com diversas opiniões e divergentes pontos de vista sobre casas de repouso

Muitas pessoas consideram os residenciais para idosos locais de abandono, esquecimento, descaso e solidão.

No entanto, antes de generalizar os serviços das casas de repouso ou formar uma concepção apenas por conhecimento de comentários alheios, é preciso entender um pouco mais sobre a realidade do setor.

Se voltarmos um pouco no tempo, podemos perceber que as coisas eram bem diferentes. 

A intensa rotina de trabalho não existia como atualmente, desta forma, era normal que sempre houvesse alguém em casa para, então, cuidar dos avós e/ou pais, compartilhando com eles a nossa companhia.

Com a correria do dia a dia, o trabalhar e estudar fora, e, agora, com a retomada das atividades após a quarentena, fica mais difícil oferecer a total atenção e estímulos especiais que os idosos precisam. 

Casas de repouso: o que as pessoas pensam sobre?

Uma vez que o zelo com as pessoas na terceira idade envolvem atividades, exercícios, bem-estar, medicações, boa alimentação, auxílio para realizar tarefas, entre outras questões, a assistência 24 horas por dia é a solução ideal para que os idosos recebam o acompanhamento necessário para viver bem.

E é exatamente aí que entram os residenciais para idosos, casas de repouso, centros de vivência e outros. 

Lugares especializados em cuidar do seu bem maior, manter vínculos familiares e atender todas as necessidades de senhores e senhoras de idade,  como se fosse a extensão da sua própria casa. 

Com muita dedicação e carinho, as casas de repouso acolhem idosos para protegê-los com muita hospitalidade e respeito.

Casas de repouso são ótimos para os idosos

Procure conhecer pessoalmente, conversar e observar, assim, você poderá notar que o ambiente e cotidiano promovidos pelos residenciais são confiáveis e favoráveis a disposição e conforto dos futuros e futuras hóspedes.

E agora, já está reconsiderando o seu conceito sobre casas de repouso?

Esperamos que sim! Já que acreditamos que oferecer a oportunidade de uma melhor qualidade de vida para quem sempre cuidou de nós não é abandono, e sim, uma verdadeira prova de amor e gratidão. 

Maíla C. D’addìo – Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

Seja por vergonha, a fim de não incomodar o próximo ou simplesmente por acreditarmos que não é necessário, acabamos não dizendo coisas importantes 𑁋 e que devem ser ditas.

Muitas vezes, por maquiarmos nossos sentimentos, fugimos de conversas com outras pessoas e até enganamos a nós mesmos sobre algo que queremos fazer, dizer ou sentir.

Quantas vezes você já deixou de dizer algo para alguém ou “colocar algo para fora”?

Quando guardamos tristezas e angústias ou repreendemos nossas emoções toda vez que não conseguimos resolver alguma situação, passamos a carregar muita carga e energia negativa.

Você diz o que realmente precisa dizer?

Esse acúmulo interno de sensações, quando frequente ou presente de forma intensa, pode causar até mesmo problemas mais sérios de saúde.

Quando as coisas não vão bem “por dentro”, nossa relação com as questões externas pendentes mudam completamente e tendem a ficar mais difíceis de serem resolvidas.

Sabe aquele momento que alguém nos pergunta se “está tudo bem” e nós automaticamente dizemos que sim, quando, na verdade, não está? Pode ser um sinal de alerta!

Tendo isso em mente, é muito importante praticar cada vez mais o exercício de se ouvir. Ouça a sua verdade!

Quando paramos em silêncio e perguntamos com sinceridade se estamos ou não de acordo com tal situação, a resposta vem 𑁋 pois todas elas estão dentro de nós.

Questione-se, e só após sentir uma espécie de conforto ou desconforto, identifique se sim ou se não.

Por exemplo:
Estou feliz no meu emprego?
Estou feliz no meu relacionamento?
É certo o que estão fazendo com tal pessoa? Comigo?
É certo o que estou fazendo com alguém?

Deste modo, depois de se fazer a pergunta sobre o que quer saber, busque uma maneira de resolver.

Você diz o que realmente precisa dizer?

Tão importante quanto ouvir, é dizer.

Diga, coloque pra fora. Resolva.

Se não estiver se sentindo seguro(a) para dizer no mesmo instante, proponha uma conversa ou escreva uma carta.

Não diga “sim” querendo dizer “não” apenas para não desagradar o outro. E você? Pode se desagradar?

Cada momento nos pede a busca pela plenitude, paz interior e equilíbrio. E essa é a verdadeira importância de porquê nos expressar é tão importante!

E então, preparado(a) para dizer o que realmente precisa dizer?

Maíla C. D’addìo – Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

Durante o período de quarentena, nos vimos diante de diversas medidas de segurança para encarar melhor a COVID-19.

O “ficar em casa”, por exemplo, definitivamente mudou a nossa relação com o ambiente em que vivemos, e também, com as pessoas com quem dividimos o lar: nossos pais e avós.

Passando mais tempo juntos e em constante convivência, passamos a prestar mais atenção nas necessidades dos senhores e senhoras de idade, ainda mais por conta do alto risco de contágio.

Deste modo, a empatia passou a fazer parte da relação de todos, assim como os cuidados e carinhos especiais.

A relação com avós e pai é importante

Estimulando a criatividade, desenvolvendo o bom humor e mantendo uma rotina mais ativa, as tarefas com os idosos tiveram de ser adaptadas e desenvolvidas de maneira inovadora.

Para isso, ter paciência, força e sabedoria foram (e têm sido!) fatores e virtudes essenciais para manter tudo em ordem neste momento tão atípico.

No entanto, com a flexibilização, muitas atividades começaram a voltar ao “novo normal”.

Com isso, nós, que nos víamos responsáveis por manter a segurança e bem-estar de nossos avós e pais, tivemos que retomar aos antigos ofícios.

Com o objetivo de manter uma relação harmoniosa com os seus pais e avós, — mesmo que um pouquinho mais distante e/ou de maneira não integral, — separamos algumas sugestões recomendadas aos nossos idosos, permitindo que eles continuem enfrentando este período de forma mais leve.

Confira e ensine-os!

Mexa-se

Encontre exercícios de baixo impacto que mais combinam com os esforços de seus pais e avós e mantenha o ritmo para melhorar a saúde física e mental de todos.

Crie laços, memórias e vínculos

Experimente se aproximar de seus parentes para fortalecer a relação entre vocês e desenvolver boas lembranças com aqueles que sempre cuidaram de nós.

Resolva hoje

Incentive seus pais e avós que eles resolvam possíveis questões pendentes do passado — assim, eles se sentirão mais livres!

Agarre todas as oportunidades

Nunca é tarde para se começar algo, ainda mais se for relacionado à família. Aproveite casa porta aberta.

Construa uma boa relação com os idosos da sua família.

Fato é que, além de ensinar, temos muito a aprender com nossos idosos.

E com cuidados especiais, amor e muito carinho, qualquer relação pode ser eterna.

Ao optar pelo caminho mais belo, lembre-se de escrever uma linda história com os seus pais e avós.

Afinal, assim, vocês transformarão o hoje em algo muito melhor e as próximas gerações estarão cheias de bons exemplos.

Maíla C. D’addìo – Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

Envelhecer. Para muitos, esta palavra pode trazer diversas inseguranças em relação ao passar do tempo. Porém, mais cedo ou mais tarde, a idade chega para todo mundo.

A verdade é que a grande maioria das pessoas têm medo de envelhecer. Isso porque, geralmente, quando imaginamos este cenário, a primeira coisa que nos vem à mente são as mudanças.

Em seguida, vem as questões relacionadas à autonomia: o receio de “dar trabalho” ou depender dos filhos, familiares, amigos e até desconhecidos para realizar tarefas que, com o envelhecimento, tornam-se mais desafiadoras.

Desta forma, reconhecer as transformações físicas diante do espelho, se distanciar cada vez mais de nossa juventude e compreender as novas propriedades de nossa vitalidade, por exemplo, fazem parte do processo de envelhecer.

O que você vai ser quando envelhecer?

De qualquer forma, como não é possível, de fato, saber o que o futuro nos reserva, é importante estar preparado e se sentir bem para que o envelhecer seja encarado de uma forma mais sutil, leve, espontânea e saudável.

Para isso, adotar alguns hábitos e cuidados pode ser o primeiro passo para fazermos diferente e melhor a partir de agora, e, consequentemente, reparar e enxergar o envelhecer com outro olhar.

Quer descobrir como?

No post de hoje, separamos algumas dicas que podem nos ajudar muito hoje, para recebermos melhor o nosso amanhã:

Cuidar da saúde física

Mantenha sempre a hidratação e boa alimentação, pratique exercícios físicos com frequência, evite o sedentarismo e durma bem!

Cuidar da saúde mental

Busque equilíbrio emocional, ouça músicas alegres, leia bons livros, medite, aproveite os momentos de lazer e cultive boas amizades.

Cuidar da saúde emocional

Perdoe, coloque para fora o que lhe incomoda, respeite os seus sentimentos, diga que ama, abrace mais e ajude alguém que precisa.

Cuidar da parte espiritual

Rezar, peça e agradeça — independente de qual seja a sua religião ou crença.

Viver o hoje

Aproveite o agora, é simplesmente o que temos!

O que você vai ser quando envelhecer?

Assim, quando alguém te fizer a pergunta presente em nosso título “O que você vai ser quando envelhecer?”, você terá motivos de sobra para responder: “Acima de tudo, feliz!”

Maíla C. D’addìo – Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

Você provavelmente já deve ter escutado essa expressão. O “novo normal” tem representado as realidades recém-adotadas durante a quarentena, e também as nossas expectativas pessoais para um cenário diferente (para melhor!), após a pandemia.

Durante o isolamento, enfrentamos a solidão, a solitude, a saudade das pessoas que amamos, dos lugares que adoramos visitar, da nossa rotina e todas as situações relacionadas ao “normal de antes”.

Ao mesmo tempo, não poupamos esforços para cuidar de nossa saúde, zelar pelo bem do próximo e para sermos pessoas melhores, mais prestativas e empáticas.

E apesar de estarmos sensibilizados, precisamos entender que até mesmo para a solidariedade, é importante estar bem.

Já pensou que este momento no mundo pode ser um convite para que possamos nos conhecer melhor?

Eu e o novo normal

Esta reflexão é muito importante, pois hoje, cá estamos, focados no amanhã.

Mas basta olhar um pouquinho para trás para reparar que o “novo normal” será um reflexo de tudo que aprendemos a fazer, gostar e respeitar neste período tão incerto.

A forma como começamos a cuidar da nossa casa, de nossas coisas e, consequentemente, do nosso interior, nos ajuda a perceber essas boas mudanças.

Passamos a compreender nossas fraquezas, nossos pontos fortes, nossas verdadeiras vontades, necessidades e o real valor daquilo que nos faz realmente bem.

Assim, pudemos notar e listar com clareza, o que mais desejamos para nós e gostaríamos de colocar em prática daqui pra frente.

E quando chegar a nossa vez de aproveitar o “novo normal”, recomece!

Experimente algo novo! Faça uma receita diferente, mude os móveis de lugar, customize uma roupa, pinte uma parede, descubra uma nova técnica de artesanato, escreva um desabafo sobre essa nova realidade…

As possibilidades, oportunidades e sensações do nosso “novo normal” serão incríveis. Aproveite o momento para se libertar e se reinventar!

Maíla C. D’addìo – Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP