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Mãe do ator Sylvester Stallone, a promotora e astróloga Jackie Stallone, aos 98 anos, diverte e encanta nas redes sociais ao mostrar a sua vida ativa nos treinos.

Adepta do pilates e da musculação, são várias as postagens que mostram a “mamãe Rambo”, como ela se chama em alguma delas, se exercitando e dando exemplo de vitalidade.

mãe de Silvester Stallone na academia

Jack Stallone, mãe do ator, se exercitando (reprodução do Instagram)

A senhora conta com pouco mais de 19 mil seguidores e costuma publicar novas fotos quase que diariamente, às vezes, muitas delas num mesmo dia.

Algumas postagens são em vídeo. “Hora de voltar à forma”, escreveu em uma delas. “Aula de pilates”, disse em outra.

Fonte: Site Dona Gente

Depressão

Que bom seria se a vida fosse feita apenas de momentos felizes, não é? Porém, para viver bem, é inevitável saber lidar com a tristeza. É importante estar atento aos sinais, pois é por meio deles que podemos descobrir a doença.

Existem diversos tipos de depressão e os sintomas são variados. Descubra quais são e como identificá-los!

Entenda a doença

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 300 milhões de pessoas sofrem de depressão no mundo. E o que mais assusta é que esse número cresce cada vez mais. Nos últimos dez anos, o aumento foi de 18%.

Apesar de considerada uma doença, ainda há preconceito. Algumas pessoas não entendem e a definem como “frescura”. Quando você se deparar com essa discussão, argumente dizendo que a depressão pode ocorrer por inúmeros fatores, inclusive um desequilíbrio em hormônios e neurotransmissores que podem alterar o ânimo da pessoa. A pessoa entra em um quadro de tristeza profunda, que pode durar semanas, meses e até anos. Ela perde o interesse pela vida e se sente incapacitada de realizar as tarefas diárias. Quem sofre desse transtorno normalmente tem a vida pessoal e profissional prejudicada.

A depressão é mais comum em mulheres, devido a fatores sociais e hormonais, mas ela pode aparecer em pessoas de qualquer idade, raça, sexo ou classe social. Por ser resultado de uma combinação de fatores psicológicos, biológicos e sociais, as causas variam bastante. São diversas situações que podem desencadear a depressão, como por exemplo:

– Baixa autoestima;

– Mudança de emprego ou situação de sobrevivência;

– Perda de entes queridos;

– Separações;

– Traumas ou situações estressantes;

– Consumo excessivo de drogas;

– Histórico familiar;

– Doenças como câncer, HIV, AVC, etc.

Diferencie os tipos de depressão

De um modo geral, a depressão se manifesta por meio de uma tristeza profunda. Porém, existem diversos tipos, que variam de acordo com a causa e duração. Para que você entenda melhor, listamos os mais comuns.

Depressão maior ou grave

A pessoa sente os sintomas típicos da depressão, como tristeza, desânimo, cansaço, falta de prazer e vontade e alteração do sono. Porém, esses sentimentos se manifestam de uma forma mais intensa e normalmente por um período maior do que seis meses. É um dos tipos mais graves. Geralmente tem relação com herança genética e acontece após os 30 anos de idade. 

Distimia

É um tipo de depressão considerada mais leve ou de baixo grau. O paciente sofre com a tristeza, a baixa autoestima e o desânimo, mas em uma intensidade menor. Por isso, ele ainda consegue fazer as atividades do dia a dia, como trabalho e vida social.

Por outro lado, o paciente sofre com a depressão por muito mais tempo: a duração mínima é de dois anos. Os sintomas típicos são baixa energia, falta ou excesso de apetite, insônia ou sono demais, mau humor, irritabilidade e pessimismo. Nesse caso, a pessoa que sofre da depressão muitas vezes é rotulada como mau humorada ou pessimista, dificultando o diagnóstico.

Sazonal

Quem não fica desanimado em um dia cinza? Quem sofre desse tipo de depressão normalmente tem períodos de tristeza no inverno, quando os dias são mais curtos e com menos sol.

A depressão sazonal é mais comum em países mais frios e com pouca incidência da luz solar, como a Europa. Outras pessoas ficam deprimidas, por exemplo, com a aproximação das festas de final de ano, como natal e ano novo. Além da tristeza, o paciente também pode ter sensação de cansaço, falta de ânimo, estresse, sonolência e compulsão por doces.

Bipolar

A depressão presente no Transtorno Bipolar se caracteriza pela mudança de humor, variando entre uma tristeza profunda e episódios de euforia. Durante a tristeza, os sentimentos são os mesmos da depressão, como baixa autoestima, isolamento social, sonolência. Porém, nos momentos de alegria extrema, o paciente se sente agitado, desenvolve diversas atividades ao mesmo tempo, tem obsessão por determinados assuntos, se torna desatento, hiperativo e até impulsivo.

A dificuldade no diagnóstico se dá exatamente pela mudança brusca de humor. Além disso, muitas pessoas não associam a agitação e euforia com a depressão.

Pós-parto

Acontece com mulheres logo após o parto. Em alguns casos, ela se manifesta ainda na gravidez. É bastante específica e a causa é hormonal. Ou seja, durante a gravidez, o corpo produz altas doses de hormônio. Porém, depois do parto, a produção cai repentinamente. E é esse desequilíbrio que pode ocasionar o quadro de depressão.

Entre os sintomas mais comuns estão a tristeza profunda, o cansaço, a irritabilidade e, em alguns casos, a mãe acaba até sentindo rejeição ao bebê. 

Reativa

Nesse caso, a depressão é desencadeada por um acontecimento específico. Ou seja, ela surge após um evento traumático ou estressante, como por exemplo a perda de bens materiais, como uma casa, ou a morte de uma pessoa próxima.

Qualquer pessoa fica triste diante de fatos como esses, porém, a incapacidade de superar o acontecimento leva o paciente a se isolar socialmente, além de sentir-se triste e inseguro. Quem já possui uma predisposição à doença, é como se o acontecimento funcionasse como um gatilho para a depressão.

Atípica

Nesse caso, os principais sintomas são cansaço, sono excessivo, humor apático, ganho de peso e sensibilidade à rejeição.

Quem sofre desse tipo de depressão pode ter picos de humor temporários, como reação a um acontecimento positivo. Porém, a pessoa logo volta ao quadro anterior. Justamente por causa dessa reação a boas notícias, existe uma dificuldade maior em identificar a depressão.

Psicótica

Além dos sintomas normais da depressão, o paciente também passa a apresentar transtornos psicóticos, ou seja, alucinações auditivas e visuais e até delírios. A pessoa vê e ouve coisas que não existem, passando a ter uma visão distorcida do mundo.

Esse é um tipo de depressão grave, porém, são raros os casos. Normalmente, ela vem acompanhada de outros sintomas, como incapacidade intelectual, perda de interesse, constipação e ansiedade.

Procurando ajuda

Não importa o tipo de depressão ou a gravidade, quem sofre dessa doença precisa de tratamentos específicos, seja com medicamentos, com psicoterapia ou hipnoterapia, por exemplo.

O importante é descobrir a causa e iniciar um tratamento o quanto antes. A falta do diagnóstico correto pode levar ao mascaramento de outros transtornos e/ou complicações, como ansiedade, transtorno do pânico, fobia social, perda do trabalho e ganho excessivo de peso. Nos casos mais graves, a pessoa pode se automutilar ou até mesmo tentar o suicídio.

Caso você se identifique ou conheça alguém que apresente alguns dos sintomas, não ignore. Você também pode ajudar outras pessoas a identificar os tipos de depressão compartilhando este conteúdo nas redes sociais. Dessa forma, mais pacientes poderão buscar tratamento!

Referência: SIAH

Coração

Estudo sobre perdão apresentado na 40ª edição do Congresso da Sociedade de Cardiologia de São Paulo (Socesp) revelou que quem perdoa sofre menos problemas no coração.

A observação foi feita a partir de dois grupos: o primeiro grupo constituído por pessoas que apresentavam infarto agudo do miocárdio (IAM) e o outro por indivíduos sem doença cardiovascular diagnosticada conhecida.

De acordo com a pesquisa, o grupo dos infartados foi o que mais apresentou dificuldade em perdoar. Enquanto que o grupo mais propenso a perdoar foi justamente o grupo 2, que não possuía nenhum problema cardíaco.

Por isso a associação entre o perdão e a saúde do coração. Dentre as situações que eles estão mais dispostos a perdoar estão:

  • Invasão de privacidade
  • Não receber atenção do parceiro ou parceira que te convidou para uma festa
  • Comentários negativos dentro da família, etc.

Estudo sobre perdão

Foram analisadas cerca de 130 pessoas pelo projeto desenvolvido na Universidade de Santo Amaro (UNISA), em São Paulo.

E além de tratar sobre o perdão, o estudo também verificou outros aspectos relacionados como os índices de espiritualidade entre as pessoas com e sem doenças cardiovasculares.

Nesse caso, não houve tanta disparidade religiosa. 19 dos integrantes do grupo de vítimas de infarto afirmaram sentir Deus várias vezes por dia. Já no grupo 2, esse número cresceu em apenas uma pessoa.

A hipótese é de que os pacientes que tiveram infarto aderiram a uma visão mais religiosa depois do problema como uma forma de lidar com a situação. Assim, a religiosidade deles se aproximou da dos demais.

Referência: Minha Vida

Amigas

A história que você vai ler a seguir é daquelas que aquecem o coração de qualquer um. Conheça Olive Woodward e Kathleen Saville, duas senhorinhas de 89 anos da Inglaterra que, pasmem, são amigas desde os 11.

Olive e Kathleen se conheceram ainda na escola. De lá para cá, não se desgrudaram mais, tanto que hoje, quase 80 anos depois, elas ainda fazem questão de ficar juntas: a dupla acaba de se mudar para a mesma casa de repouso para se manter unida.

A amizade que se iniciou na infância foi fortalecida devido a alguns detalhes: as duas sempre moraram na mesma rua, e os maridos trabalhavam na mesma empresa. Tudo isso contribuiu para que a vida familiar não as separasse.

Mas nem tudo foi perfeito na vida das amigas. Kathleen perdeu o marido em 1989, após 35 anos de casamento, e viveu sozinha até o ano passado, quando se mudou para a clínica. O companheiro de Olive viveu 15 anos a mais que o de Kathleen e faleceu em 2004. Depois de morar só por algum tempo, ela decidiu se juntar à melhor amiga na instituição. As senhoras são as pacientes mais velhas de lá, mas quem convive com elas garante que, apesar de beirarem os 90 anos, as duas têm o espírito de 63.

E qual é o segredo para uma amizade tão duradoura? Segundo elas, é “nunca discutir e sempre contar ao outro o que pensa”. E, aparentemente, a fórmula realmente funciona. “Estou tão feliz que Olive esteja aqui agora”, diz Kathleen. 

Se isso não é o verdadeiro significado de “meta de amizade”, não sabemos o que é!

Referência: R7.

Felicidade

As coisas simples da vida são como aquelas estrelas que brilham em noites claras. Elas estão sempre lá, nos cercando, nos oferecendo sua magia sutil; No entanto, nem todos os dias paramos para olhar para elas ou lembramos que elas existem.

Somente quando estamos perdendo, somente quando a vida nos dá um revés pequeno ou grande, subitamente apreciamos o que realmente constrói nosso coração, o que constitui cada uma daquelas cordas internas que dão música e significado à nossa existência.

“As coisas simples, amáveis ​​e discretas formam dia a dia a borda da nossa vida, onde repousar em dias tempestuosos e onde todas as nossas alegrias fazem sentido.”

Algumas pessoas dizem que quanto mais simples o nosso modo de vida, menos preocupações teremos e menos erros faremos. Agora, todos estão livres para complicar suas vidas o quanto quiserem, todos nós temos o direito de assumir riscos, projetar sonhos e ter um círculo social tão amplo e variado quanto quisermos.

O principal, a chave de tudo, não é levar uma vida simples, mas ser simples em pensamentos e saber o que é importante, o que realmente faz nosso coração feliz e nos identifica. De lá, todos nós somos muito livres para construir nossos microuniversos individuais. Nós convidamos você a refletir sobre isso.

Coisas simples são as maiores coisas da vida

Há um fato que nos impressiona, o Google publicou há poucos dias quais são as pesquisas mais comuns entre os usuários. Entre elas, o que é quase sempre uma tendência é uma em particular: “como ser feliz?”

“Ser feliz é fechar os olhos e não querer mais nada e, para isso, basta deixar de medir a felicidade pelo dinheiro que temos ou não temos: mas por aquelas coisas simples que não mudaríamos por todo o dinheiro do mundo.”

Todos nós temos mais de uma coisa que nunca mudaríamos nem pela mais incrível das riquezas. A vida de seus filhos, seu parceiro, seus irmãos … E talvez até seus animais de estimação. Porque o que eles nos dão e o que lhes oferecemos é uma troca de afetos que não tem preço.

Agora, o problema com tudo isso é que a vida, às vezes, não é nada fácil. Você sabe, por exemplo, que a coisa mais importante para você são seus filhos, mas você deve completar um longo dia de trabalho que o impeça de estar com eles o tempo que desejaria.

Você gostaria, indubitavelmente, que tudo fosse mais fácil e, a partir daí, que às vezes nos sentíssemos perdidos diante de tantas pressões, tantas obrigações que dia após dia nos afastam do que é realmente essencial. Portanto, seria interessante pensar nesses aspectos por alguns instantes.

Levar uma vida plena e consciente

Levar uma vida plena e consciente é saber entender em que momento da sua vida você está e sentir o seu presente, o aqui e agora.

Devemos ser conscientes do que nosso coração nos diz e das necessidades que você tem ao seu redor. Você pode, por exemplo, trabalhar mais horas, dando-lhe a oportunidade de ter mais coisas, mas sabe que, apesar de tudo, prefere investir esse tempo em sua família.

Viver uma vida plena também é entender que todo esforço vale a pena, porque tudo que você faz te faz feliz e oferece felicidade aos seus.

Se não houver reciprocidade, não há cumprimento. Olhe para a sua vida como se fosse um círculo: se não houver equilíbrio consigo mesmo e com o que o rodeia, será difícil desfrutar dessa felicidade.

O prazer do simples é uma atitude

Nem todas as pessoas sabem como aproveitar as coisas simples que a vida lhes oferece. Talvez porque eles são incapazes de vê-los, outros porque não os apreciam e estão mais inclinados para o apego material, para satisfação imediata, o que não dura …

“Respire, ame, seja feliz, aproveite as coisas simples da vida … Este é o único urgente, o resto, embora você não acredite, é secundário.”

Desfrutar do prazer do simples é uma atitude que muitos cultivam porque já possuem uma paz interior adequada e sem artifício. O gozo do simples chega a alguns depois de uma longa jornada onde, de repente, agem de consciência e descobrem prazeres que não haviam tido em conta anteriormente:

  • O prazer de boas amizades.
  • Um bom dia e uma inesperada carícia.
  • Do riso contagiante de uma criança.
  • O vento embriagante depois de uma tempestade
  • De um sol que afunda no oceano em absoluto silêncio
  • De um despertar de domingo sem qualquer preocupação na mente

Não hesite em praticar essa simplicidade de pensamento e emoções no seu dia-a-dia, porque quando finalmente encontrarmos essa felicidade interior, ela durará para sempre porque estará conectada ao nosso verdadeiro eu.

Referência: Pensar Contemporâneo.

 

Mente

Acontece com muita frequência em nosso dia a dia, encontrarmos pessoas que se mantêm firmes em seus modelos de pensamento. Amigos próximos inclusive, relutantes para realizarem mudanças, para se arriscarem a escutar, inclusive, opiniões diferentes da voz própria, por acreditarem que tudo o que se distancia dos seus padrões de percepção é errado.

A nossa sociedade hospeda uma grande quantidade de mentes quadradas, que colocaram um “tapa-olho” em seu cérebro, negando a abertura mental e usando o conhecido como escudo. São mentes inflexíveis que sobrevivem à rotina e se negam a se abrir para novas opções.

Temos certeza de que você também conhece pessoas com esse perfil de pensamento e de personalidade. O difícil é quando são familiares, amigos, colegas de trabalho com quem temos que nos relacionar a cada dia. É complicado sermos conscientes da grande quantidade de muros que existem neles.

Não obstante, é preciso ter obviamente uma clara percepção e postura para que não se deixe se influenciar, não se contagiando com o vírus da inflexibilidade, da rotina que se nega às mudanças por medo de desestabilizar-se. Uma mente aberta é uma arma poderosa que devemos saber desenvolver.

Estratégias para manter uma mente aberta

Há algo que vale a pena levar em consideração. É possível que você mesmo seja o exemplo de uma pessoa que saiba manter a abertura mental, que tenha se distanciado desse molde que esculpe esses cérebros geométricos voltados para seus próprios interesses, tomados pelo medo de mudanças.

Entretanto, de certa forma, todos nós temos uma ou outra parte que não se curvou completamente para tal abertura. Todos nós temos algum “pequeno” medo e dispomos de uma reduzida “zona de conforto” da qual é muito difícil de sair. Você é capaz, por exemplo, de aceitar opiniões diferentes da sua? Você acha que os seus princípios, as suas opiniões e crenças são sempre as verdadeiras?

Para se aprofundar um pouco mais nesses aspectos, convido-te para que leve em consideração todas essas dimensões que nos ajudam a manter uma mente aberta.

  1. Questione o que o rodeia

Não se trata de duvidar de tudo o que vemos ou fazemos. Trata-se de não dar as coisas sempre como certas, aceitando que “tudo é como deve ser”. É muito possível, por exemplo, que no seu trabalho existam muitos aspectos que devam ser melhorados e mais: pode ser que até você mesmo possa potencializar as suas habilidades para crescer profissionalmente.

É possível, inclusive, que essa pessoa que tanto admira nem sempre tem razão, e que muitas das coisas que você lê todos os dias tenham outros matizes a serem consideradas. Seja um pouco mais crítico em relação a tudo o que o rodeia.

  1. Aceite o desconhecido, admita o inesperado

O medo é o maior arquiteto de barreiras que você poderá encontrar na sua vida. É ele quem nos impede de descobrir novas opções, novos caminhos que poderiam levar até uma satisfação pessoal mais elevada. Por que não aceitar tudo aquilo que chega sem avisar? Por que não dar uma oportunidade ao imprevisto?

Poucas coisas envelhecem tanto quanto o medo e a covardia. As portas que fechamos por medo do imprevisto são espelhos no qual amanhã deixaremos os nossos lamentos e arrependimentos.

  1. Obtenha inspiração de tudo que o rodeia, até dos seus inimigos

Acredite ou não, as pessoas podem obter uma grande aprendizagem até daquilo que nos causa dano. Uma mente aberta é a que escuta todas as opiniões e a que não vira o rosto para fugir.

Pode ser que tenha na sua frente alguém acostumado a reclamar para os outros, a enganar e a submeter, porém, conhecendo também esses padrões de comportamento, aprendemos mais com eles para saber o que NÃO queremos ser, para compreender do que temos que nos distanciar e o que é o que queremos para nós mesmos.

Tente tirar sempre algo bom de toda situação que experimentar a cada dia. Uma mente aberta não joga a âncora só nas coisas negativas, na chuva de hoje, no erro cometido ou nesse “não” que tivemos como resposta.

A vida não para nos fracassos e nas perdas se nos permitirmos à honra de reconhecer os erros para aprender com eles. Estaremos colocando em prática as engrenagens para a mudança, para a melhora. É questão de ser um pouco mais flexível e de modificar as nossas perspectivas para o positivismo e para a superação.

A vida é uma inspiração contínua que exige olhos abertos. Veja o seu exterior e conforte o seu interior. É dessa forma que alcançará um verdadeiro conhecimento das coisas. Não tenha medo de errar e, simplesmente, atreva-se a viver com uma mente aberta.

Referência: LinkedIn.

Saúde Mental

O que salva nossa saúde mental, nosso equilíbrio, nossa lucidez, nesse mundo doido que nos rodeia, é o amor que a gente junta e espalha. Isso, sim, é ostentação que se preze.

O mundo cresceu. O mundo se conectou. O mundo se encheu de pessoas. Agora, somos milhares e milhares que conseguem se comunicar em tempo instantâneo. As notícias se espalham em segundos, os fatos alcançam um monte de gente, é tudo muito rápido e volumoso. Nem dá tempo de digerir tudo isso direito, porque tempo é o que menos temos nessa vida.

A tecnologia aumenta as possibilidades de conforto, mas continuamos desconfortáveis. As formas de nos comunicarmos uns com os outros são inúmeras, mas continuamos desconectados afetivamente. Existem variados eletrodomésticos, que nos poupam serviços, mas continuamos cansados.

As informações estão cada vez mais acessíveis a todos, mas continuamos desinformados. É tanta coisa nova, que não conseguimos dar conta do mínimo.

O mundo está violento, perigoso, e a maldade toma conta dos noticiários. A competitividade permeia todos os setores da vida, desde o mercado de trabalho, até os relacionamentos cotidianos. As obrigações se avolumam e vamos, feito robôs, levando os dias adiante. Robotizamos nossas atividades, robotizamos nossas obrigações e o cumprimento das tarefas. Robotizam-se ações, pensamentos e sentimentos. A dureza lá de fora então se instala aqui dentro de nós.

E a gente adoece. A gente adoece por fora, por dentro, adoece os outros, adoecem os ambientes, os pensamentos, os sentimentos, os relacionamentos. Não conseguimos suportar tanta pressão, tanta notícia ruim, tanta falta de contato humano, de olhos nos olhos. Sentimos falta de ócio.

A gente se prende às ostentações virtuais, almejando consumir e comprar e obter conquistas materiais. E a gente se esquece de consumir amor e de conquistar pessoas. Erro fatal.

Não podemos nos esquecer de que serão os sentimentos e os afetos verdadeiros que nos confortarão quando a vida der errado, quando a noite se prolongar e a dor chegar. O que nos salva é o que temos dentro de nós, todo o amor que juntamos e espalhamos por aí, junto a quem nos ama com verdade.

Fonte: O Segredo

Abraço

A banda Jota Quest, em sua canção “Dentro de um abraço” afirma, dentre outras coisas,  que tudo o que a gente sofre, dentro de um abraço se dissolve. Palmas para essa banda, o abraço merece todas as homenagens do mundo.

O abraço é tão sagrado que aproxima dois corações, de forma que um possa sentir as batidas do outro.

E vai além disso, determinados abraços são capazes de conectar almas. Nos dias atuais, estamos cada vez mais conectados, virtualmente, vale lembrar. Tenho a impressão de que o abraço anda meio escasso nas relações humanas, tomara que eu esteja enganada.

O abraço não pode se extinguir, ele é um porto seguro para quem tem o privilégio de recebê-lo e ofertá-lo. Abraçar é acolher a dor do outro dentro da circunferência dos nossos braços. Um abraço traduz tantas coisas. Ele revela a saudade que sentimos do outro. Ele é o porta voz da nossa fragilidade quando não conseguimos verbalizar nossos medos.

Abraço é acolhimento. É compaixão. É amizade. É amor. É paixão. É entrega. É desejo. É gratidão. É solidariedade. É respeito. É empatia. É carinho. É reconciliação. É carícia. É socorro. É refúgio. É perdão.

Muitos dos abraços que trocamos um dia, se entrelaçaram com a saudade.

Particularmente, tenho saudades dos abraços que o meu filho me dava no portão de casa, me recebendo no final de um dia inteiro de trabalho. Vinha cheio de novidades para me contar e me perguntando: “mamãe, a senhora apagou muito fogo hoje”?

Outra saudade que perfura o meu coração é de quando ia passar as férias na minha terra natal e, quando descia do ônibus, me refugiava dentro do abraço do meu pai, na rodoviária de Alvorada do Norte — GO. E de todos os abraços que recebi até então, o mais privilegiado foi o da minha mãe, o último dela, 5 minutos antes de ela ir morar com Deus…paro por aqui. Se eu tivesse algum poder de convencimento eu pediria a todas as pessoas que abraçassem mais seus entes queridos. Pediria que não economizasse esse carinho tão milagroso. Não custa nada e os benefícios são incontáveis. Entre casais, em especial, o hábito de se abraçarem é fundamental para a harmonia e a conexão dos cônjuges. Abrace sem motivo, não precisa de uma circunstância específica. Abrace porque está ao alcance das mãos, abrace para expressar contentamento por ter essa pessoa…abrace por estar sem fazer nada e logo estarão inspirados a fazer algo… rsrs.

Abracem-se por estarem vivos. Sou tão apaixonada por abraços, que estou aqui fazendo um texto sobre ele.

Por Ivonete Rosa para o “O Segredo”. 

Fonte: O Segredo

Cuidar do espírito

Muito se fala sobre a relação entre a saúde física e a saúde espiritual. Mesmo aquelas pessoas que não seguem nenhuma doutrina espírita estão começando a entender que cuidar do espírito é fundamental para manter a saúde sempre em dia, pois de nada adianta tratar os sintomas do corpo se é a alma que está adoecida.

Alguns médicos também reforçam o cuidado do espírito como um fator fundamental para uma vida de qualidade. Um deles é Dr. Paulo Niemeyer Filho, filho do Neurocirurgião Paulo Niemeyer e sobrinho do arquiteto Oscar Niemeyer.

Paulo optou pela medicina logo cedo. Começou a faculdade aos 17 anos, na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e apenas 15 dias depois de formado, mudou-se para a Inglaterra, onde se especializou em neurologia na Universidade de Londres. Na volta ao Brasil, fez doutorado na Escola Paulista de Medicina.

Foram 20 anos de estudo para que Paulo Niemeyer terminasse a sua formação. No entanto, as consequências de sua dedicação são visíveis. Atualmente, ele é chefe dos Serviços de Neurocirurgia da Santa Casa do Rio de Janeiro e da Clínica São Vicente e opera praticamente todos os dias da semana, ainda encontrando tempo para lecionar no Curso de Pós Graduação em Neurocirurgia da PUC-Rio.

Um grande exemplo de uma pessoa realmente apaixonada por aquilo que faz. Dr. Paulo, um médico muito experiente e influente, acredita que a melhora do cérebro está relacionada ao cuidado do espírito e dá algumas informações muito interessantes sobre a importância do cuidado com o corpo em uma entrevista que deu à Revista Poder. Mostramos abaixo alguns trechos. Confira:

PODER: Existe alguma coisa que se possa fazer para o cérebro funcionar melhor?

Dr. Paulo Niemeyer: você tem de tratar do Espírito. Precisa estar feliz, de bem com a vida, fazer exercícios. Se está deprimido, com a autoestima baixa, a primeira coisa que acontece é a memória ir embora; 90% das queixas de falta de memória são por depressão, desencanto, desestímulo. Para o cérebro funcionar melhor, você tem de ter motivação. Acordar de manhã e ter desejo de fazer alguma coisa, ter prazer no que está fazendo e ter a autoestima no ponto.

PODER: Cabeça tem a ver com alma?

Dr. Paulo Niemeyer: eu acho que a alma está na cabeça. Quando um doente está com morte cerebral, você tem a impressão de que ele já está sem alma. Isso não dá para explicar, o coração está batendo, mas ele não está mais vivo.

PODER: O que se pode fazer para se prevenir de doenças neurológicas?

Dr. Paulo Niemeyer: todo adulto deve incluir no check-up uma investigação cerebral. Vou dar um exemplo: os aneurismas cerebrais têm uma mortalidade de 50% quando rompem, não importa o tratamento. Dos 50% que não morrem, 30% vão ter uma sequela grave: ficar sem falar ou ter uma paralisia. Só 20% ficam bem. Agora, se você encontra o aneurisma num check-up, antes dele sangrar, tem o risco do tratamento, que é de 2%, 3%. É uma doença muito grave, que pode ser prevenida com um check-up.

PODER: Existe algum inimigo do bom funcionamento do cérebro?

Dr. Paulo Niemeyer: o exagero. Na bebida, nas drogas, na comida. O cérebro tem que ser bem tratado como o corpo. Uma coisa depende da outra. É muito difícil um cérebro ir muito bem num corpo muito maltratado e vice-versa.

Muito esclarecedor, e pode ser a resposta que muitas pessoas precisavam para começarem a cuidar de sua saúde espiritual ainda hoje. 

Referência: O Segredo

Ansiedade

Em nosso dia a dia, a ansiedade é uma sensação muito frequente. Pode ser resultante de acontecimentos positivos ou negativos, de compromissos ou responsabilidades, da necessidade de cumprir adequadamente tarefas rotineiras ou de aguardar por um evento esperado.

Entretanto, os sintomas de ansiedade podem prejudicar o desempenho de atenção e de memória; uma vez que ficamos desconcentrados por pensar em várias informações simultaneamente ou por não concluir adequadamente uma tarefa iniciada. Os sintomas de ansiedade geram estresse e podem deixar o nosso organismo em estado de estresse excessivo.

São vários os impactos dos sintomas da ansiedade em nossa vida. Do ponto de vista físico, podem ocasionar dores de cabeça, falta de energia para realizar tarefas, sudorese aumentada, aumento dos batimentos cardíacos, tremor e dores musculares e no estômago.

No aspecto emocional, pode gerar desânimo, ansiedade intensa, raiva, frustração, preocupação, nervosismo e falta de paciência; além da própria dificuldade em manter um bom desempenho das habilidades mentais.

Teste o nível da sua ansiedade

Responda as perguntas a seguir e verifique quantas alternativas SIM você responderá. Cada alternativa SIM valerá um ponto e uma somatória de 5 (cinco) pontos ou mais será um indicativo inicial de que você está com a presença de sintomas de ansiedade em seu cotidiano.

  1. Eu me preocupo em grande parte do tempo com as coisas.
  2. Eu acho difícil tomar uma decisão em problemas desafiadores.
  3. Sinto-me agitado com frequência no dia-a-dia.
  4. Eu acho difícil relaxar.
  5. Eu frequentemente não consigo aproveitar as coisas por causa de minhas preocupações.
  6. Eu me vejo como uma pessoa nervosa.
  7. Eu me vejo como uma pessoa nervosa.

Importante refletir que, se os sintomas de ansiedade interferirem em sua qualidade de vida, é importante buscar auxílio profissional para ter acesso ao tratamento adequado e assim ter uma vida mais calma e tranquila.

Cuidados para prevenção de sintomas de ansiedade:

  • Coloque poucas metas por dia e objetive cumpri-las;
  • Organize-se antecipadamente: faça planos, projetos, tenha o hábito de escrever e preparar roteiros personalizados sobre seus objetivos;
  • Respeite seus limites: tenha férias, intervalos de descanso. O excesso de compromissos e trabalho gera estresse elevado, angústia emocional e causa cansaço, e no final das contas, a exaustão e o esgotamento;
  • Compartilhe suas emoções: evite acumular preocupações, problemas emocionais e afetivos, compartilhe com alguém de sua confiança;
  • Sorria mais: não somos felizes o tempo todo, mas busque valorizar pequenas ações e sorria mais. Ao sorrirmos estamos estimulando o nosso cérebro a liberar neurotransmissores que diminuem o nível de estresse;
  • Por fim, cuide do seu cérebro e faça exercícios de ginástica cerebral; cuidar da atenção, da memória e de outras habilidades também diminui os sintomas de ansiedade e melhora a qualidade de vida.

Referência: Supera