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Amigos há quatro anos, Chris Salvatore e Norma Cook passaram a viver juntos depois de complicações no quadro de saúde da aposentada.

Quem disse que não existe amizade sincera no mundo? Ainda mais quando essa amizade é entre duas pessoa com uma diferença de idade muito grande. No caso, 58 anos.

O ator Chris Salvatore, 31 anos, e a aposentada Norma Cook, 89 anos, são amigos há quatro anos e reforçaram a amizade desde que o norte-americano e a idosa passaram a morar juntos em 2016, depois que ela foi avisada pelos médicos que não poderia mais viver sozinha.

(Reprodução)

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Nora foi diagnosticada com leucemia e tinha passado dois meses no hospital em decorrência de uma pneumonia e outros problemas respiratórios. Assim, Chris, que era vizinho de Norma, em West Hollywood, Califórnia (EUA), a convidou para morar em sua casa para que a aposentada pudesse receber os cuidados médicos que precisava.

 

Financiamento coletivo

Para bancar os cuidados de Nora – que pediam um serviço de enfermaria 24h por dia -, Chris criou uma campanha de financiamento coletivo para arrecadar fundos ao tratamento da amiga.

Até o momento, o crowdfunding arrecadou US$73.080 e superou a meta de US$ 60 000. O dinheiro reunido é utilizado para receber Norma em seu apartamento e para pagar uma enfermeira que cuida da idosa quando Chris não está presente.

Todo o dinheiro que sobrar da arrecadação será revertido em doações para outras pessoas que precisam de cuidados similares aos de Norma.

Fonte: Site Revista Cláudia

Alguns comportamentos transmitem uma má impressão no trabalho. Chegar atrasado, por exemplo, é uma ótima forma de irritar seu chefe, assim como não comparecer a reuniões de equipe ou entregar tarefas com atraso. Mas também existem certas atitudes menos óbvias que podem prejudicar sua carreira em médio ou longo prazo sem você perceber.

Imagem ilustrativa

Vamos te mostrar 5 atitudes que podem acabar prejudicando sua carreira, mesmo que você não perceba o que está cometendo:

  1. Interagir pouco

É natural que às vezes seja necessário ficar mais isolado para se concentrar e focar em tarefas importantes, mas não deixe que isso impeça uma convivência amigável no escritório. Dedique-se a manter boas relações com seus colegas, tanto dentro quanto fora da empresa, e esteja disposto a ajudar quando preciso. Além de tornar sua rotina muito mais leve, o networking pode trazer bons frutos para a sua carreira em longo prazo.

  1. Reclamar demais para seus colegas

Você já deve saber que reclamar constantemente na frente do seu chefe não é uma boa ideia, mas isso se aplica também aos seus colegas. Desabafar de vez em quando pode ajudar a lidar com a pressão, mas cuidado para que assuntos negativos não sejam seus únicos tópicos de conversa no escritório. A negatividade pode afastar colegas e fechar portas para projetos importantes. Por isso, busque focar em aspectos positivos do trabalho e demonstre sua capacidade de superar adversidades. Deixe as reclamações para situações que sejam realmente incômodas

  1. Ficar “acomodado”

Não há nada de errado em estabelecer hábitos saudáveis e produtivos, desde que isso não se transforme em comodismo. É importante sempre buscar novas responsabilidades e desenvolver suas habilidades para continuar se sentindo desafiado no trabalho. Se sente que já aprendeu tudo o que podia no seu cargo atual, talvez seja hora de conversar com seu chefe e pensar em algum tipo de mudança. Uma transferência de área ou promoção podem ser boas oportunidades para voltar a sentir aquele “friozinho na barriga” e não deixar as coisas ficarem confortáveis demais.

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  1. Trabalhar até tarde toda noite

Pode parecer que trabalhar até tarde é um sinal de comprometimento e dedicação, mas nem sempre esse é o resultado. A necessidade de fazer horas extras pode indicar que você não está conseguindo administrar bem seu tempo e responsabilidades. Além disso, um estudo publicado no Journal of Epidemology & Community Health constatou que profissionais que trabalham mais horas por semana têm uma propensão maior de apresentar sintomas de depressão. Então, se você costuma passar do horário no escritório, procure planejar melhor sua rotina e reserve tempo para cuidar do seu bem-estar e se dedicar aos seus hobbies. Sua disposição e motivação podem aumentar, junto com sua produtividade!

Fonte: Site Glassdoor

 

Mãe do ator Sylvester Stallone, a promotora e astróloga Jackie Stallone, aos 98 anos, diverte e encanta nas redes sociais ao mostrar a sua vida ativa nos treinos.

Adepta do pilates e da musculação, são várias as postagens que mostram a “mamãe Rambo”, como ela se chama em alguma delas, se exercitando e dando exemplo de vitalidade.

mãe de Silvester Stallone na academia

Jack Stallone, mãe do ator, se exercitando (reprodução do Instagram)

A senhora conta com pouco mais de 19 mil seguidores e costuma publicar novas fotos quase que diariamente, às vezes, muitas delas num mesmo dia.

Algumas postagens são em vídeo. “Hora de voltar à forma”, escreveu em uma delas. “Aula de pilates”, disse em outra.

Fonte: Site Dona Gente

Caminhar

Se você se sentir triste, preocupado ou ansioso, um dos melhores remédios naturais é caminhar. Afaste-se, literalmente, da origem do problema e mergulhe em um ambiente natural. Não há nada melhor do que um passeio agradável para aliviar a dor, livrar-se do estresse acumulado e recarregar as baterias.

De fato, sabe-se que o exercício, e a caminhada em particular, é uma excelente terapia para o tratamento da depressão e da ansiedade. Tem sido demonstrado que a caminhada em ritmo sustentado promove a liberação de endorfinas, hormônios que nos fazem sentir felizes e relaxados, reduzindo a produção de cortisol, o hormônio do estresse.

Além disso, neurocientistas da Universidade de Princeton acreditam que os efeitos de uma saudável caminhada além da produção momentânea de alguns neurotransmissores, e acreditam que a caminhada regular pode até mesmo ajudar a regenerar o cérebro para nos ajudar a lidar melhor com menos stress do problemas cotidianos.

Os “neurônios calmantes” no cérebro

Esses pesquisadores trabalharam com dois grupos de cobaias, um grupo permaneceu ativo e o outro destinado a uma vida sedentária. Depois de caminhar, os cientistas analisaram seus cérebros e descobriram que nos animais que faziam atividade física, alguns neurônios eram ativados, o que inibia a atividade das células nervosas que estavam excitadas demais.

Então eles acrescentaram algum estresse ambiental e encontraram a ativação de neurônios excitáveis ​​no hipocampo, uma região do cérebro envolvida em respostas emocionais. No entanto, animais andando poderiam lidar melhor com essa ativação cerebral, já que até mesmo os “neurônios calmantes” foram ativados para evitar que o impacto da situação fosse excessivo e para manter o estresse sob controle.

Esses resultados, que os neurocientistas também consideram valiosos para os seres humanos, poderiam explicar por que a caminhada nos ajuda a relaxar e esquecer preocupações e dores. Tudo indica que, quando caminhamos, o cérebro ativa os “neurônios calmantes” que inibem o nível de excitação dos neurônios que são a base das preocupações, das lucubrações e do estresse.

Isso indica que a atividade física ajuda a reorganizar o cérebro, tornando menos provável que as pessoas que andam e se envolvam em atividade física regularmente sofram de altos níveis de ansiedade e o estresse interferirá menos durante suas vidas diárias. Basicamente, andar melhora o mecanismo de inibição que impede que as células nervosas mais excitáveis ​​se tornem hiperativas.

Para obter o máximo benefício da caminhada, é melhor escolher um caminho cercado pela natureza

Não é o mesmo andar em uma esteira, entre as quatro paredes de uma academia, na cidade ou no meio da natureza. Neurocientistas da Universidade Heriot-Watt demonstraram isso monitorando a atividade cerebral de 12 pessoas enquanto caminhavam por 25 minutos em um shopping center, em um espaço verde e em uma rua movimentada. O eletroencefalograma móvel monitorava emoções e estados como frustração, meditação, entusiasmo e atenção.

Então descobriram que o relaxamento e a meditação eram mais intensos quando os sujeitos caminhavam pelos espaços verdes. Essas pessoas também se sentiam menos frustradas. Isso ocorre porque em espaços verdes nosso cérebro pode ser completamente desconectado e ativa o que é chamado de “atenção involuntária”, que tem a capacidade de se mover livremente em um estado bastante semelhante à meditação da atenção plena.

Pelo contrário, nas ruas e centros comerciais, temos que estar mais atentos, por isso não temos a oportunidade de nos desligar completamente das nossas preocupações e de não permitir que o nosso cérebro descanse.

Referência: Quero Florescer.

Academia

Exemplo para muita gente, Maria Isabel de Sant’anna, é uma frequentadora assídua da academia. Aos 98 anos, ela procura se exercitar para manter a saúde em dia.

Morada do bairro Asa Sul, tradicional de Brasília, Maria começou a ir à academia por influência da nora. “Ela pode ir três vezes, mas decidiu esse ano que duas já são suficientes para a idade dela. Eu fazia academia e incentivei que ela experimentasse uma atividade, é bom em qualquer faixa etária. Ela gosta tanto que, se deixarmos, vai caminhando sozinha”, diz Elza Ramos, nora de dona Maria.

A nora afirma que além do exercício físico, o relacionamento com os professores e alunos da academia permitem com que Maria envelheça lúcida e ativa. “Ela diz que, quando não vai, sentem falta dela. É um remédio maravilhoso”, conta Elza.

O instrutor Arlindo Dantas Júnior é só elogios à aluna. “É muito esforçada. Do tempo que ela está aqui, melhorou o desempenho e a postura. O desenvolvimento dela foi incrível. É muito animada, abraça e fala com todo mundo”, diz o profissional. 

A prática da musculação, atividade escolhida por Maria Isabel, melhora a força muscular e diminui o risco de quedas, além de facilitar os movimentos dos braços, das pernas e do tronco.

“Tenho muito carinho por todos aqui. Chego em casa feliz depois do treino”, diz a aluna mais experiente da academia do SESC unidade 913 sul, Maria Isabel de Sant’anna.

Referência: Diário Online

Depressão

Que bom seria se a vida fosse feita apenas de momentos felizes, não é? Porém, para viver bem, é inevitável saber lidar com a tristeza. É importante estar atento aos sinais, pois é por meio deles que podemos descobrir a doença.

Existem diversos tipos de depressão e os sintomas são variados. Descubra quais são e como identificá-los!

Entenda a doença

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 300 milhões de pessoas sofrem de depressão no mundo. E o que mais assusta é que esse número cresce cada vez mais. Nos últimos dez anos, o aumento foi de 18%.

Apesar de considerada uma doença, ainda há preconceito. Algumas pessoas não entendem e a definem como “frescura”. Quando você se deparar com essa discussão, argumente dizendo que a depressão pode ocorrer por inúmeros fatores, inclusive um desequilíbrio em hormônios e neurotransmissores que podem alterar o ânimo da pessoa. A pessoa entra em um quadro de tristeza profunda, que pode durar semanas, meses e até anos. Ela perde o interesse pela vida e se sente incapacitada de realizar as tarefas diárias. Quem sofre desse transtorno normalmente tem a vida pessoal e profissional prejudicada.

A depressão é mais comum em mulheres, devido a fatores sociais e hormonais, mas ela pode aparecer em pessoas de qualquer idade, raça, sexo ou classe social. Por ser resultado de uma combinação de fatores psicológicos, biológicos e sociais, as causas variam bastante. São diversas situações que podem desencadear a depressão, como por exemplo:

– Baixa autoestima;

– Mudança de emprego ou situação de sobrevivência;

– Perda de entes queridos;

– Separações;

– Traumas ou situações estressantes;

– Consumo excessivo de drogas;

– Histórico familiar;

– Doenças como câncer, HIV, AVC, etc.

Diferencie os tipos de depressão

De um modo geral, a depressão se manifesta por meio de uma tristeza profunda. Porém, existem diversos tipos, que variam de acordo com a causa e duração. Para que você entenda melhor, listamos os mais comuns.

Depressão maior ou grave

A pessoa sente os sintomas típicos da depressão, como tristeza, desânimo, cansaço, falta de prazer e vontade e alteração do sono. Porém, esses sentimentos se manifestam de uma forma mais intensa e normalmente por um período maior do que seis meses. É um dos tipos mais graves. Geralmente tem relação com herança genética e acontece após os 30 anos de idade. 

Distimia

É um tipo de depressão considerada mais leve ou de baixo grau. O paciente sofre com a tristeza, a baixa autoestima e o desânimo, mas em uma intensidade menor. Por isso, ele ainda consegue fazer as atividades do dia a dia, como trabalho e vida social.

Por outro lado, o paciente sofre com a depressão por muito mais tempo: a duração mínima é de dois anos. Os sintomas típicos são baixa energia, falta ou excesso de apetite, insônia ou sono demais, mau humor, irritabilidade e pessimismo. Nesse caso, a pessoa que sofre da depressão muitas vezes é rotulada como mau humorada ou pessimista, dificultando o diagnóstico.

Sazonal

Quem não fica desanimado em um dia cinza? Quem sofre desse tipo de depressão normalmente tem períodos de tristeza no inverno, quando os dias são mais curtos e com menos sol.

A depressão sazonal é mais comum em países mais frios e com pouca incidência da luz solar, como a Europa. Outras pessoas ficam deprimidas, por exemplo, com a aproximação das festas de final de ano, como natal e ano novo. Além da tristeza, o paciente também pode ter sensação de cansaço, falta de ânimo, estresse, sonolência e compulsão por doces.

Bipolar

A depressão presente no Transtorno Bipolar se caracteriza pela mudança de humor, variando entre uma tristeza profunda e episódios de euforia. Durante a tristeza, os sentimentos são os mesmos da depressão, como baixa autoestima, isolamento social, sonolência. Porém, nos momentos de alegria extrema, o paciente se sente agitado, desenvolve diversas atividades ao mesmo tempo, tem obsessão por determinados assuntos, se torna desatento, hiperativo e até impulsivo.

A dificuldade no diagnóstico se dá exatamente pela mudança brusca de humor. Além disso, muitas pessoas não associam a agitação e euforia com a depressão.

Pós-parto

Acontece com mulheres logo após o parto. Em alguns casos, ela se manifesta ainda na gravidez. É bastante específica e a causa é hormonal. Ou seja, durante a gravidez, o corpo produz altas doses de hormônio. Porém, depois do parto, a produção cai repentinamente. E é esse desequilíbrio que pode ocasionar o quadro de depressão.

Entre os sintomas mais comuns estão a tristeza profunda, o cansaço, a irritabilidade e, em alguns casos, a mãe acaba até sentindo rejeição ao bebê. 

Reativa

Nesse caso, a depressão é desencadeada por um acontecimento específico. Ou seja, ela surge após um evento traumático ou estressante, como por exemplo a perda de bens materiais, como uma casa, ou a morte de uma pessoa próxima.

Qualquer pessoa fica triste diante de fatos como esses, porém, a incapacidade de superar o acontecimento leva o paciente a se isolar socialmente, além de sentir-se triste e inseguro. Quem já possui uma predisposição à doença, é como se o acontecimento funcionasse como um gatilho para a depressão.

Atípica

Nesse caso, os principais sintomas são cansaço, sono excessivo, humor apático, ganho de peso e sensibilidade à rejeição.

Quem sofre desse tipo de depressão pode ter picos de humor temporários, como reação a um acontecimento positivo. Porém, a pessoa logo volta ao quadro anterior. Justamente por causa dessa reação a boas notícias, existe uma dificuldade maior em identificar a depressão.

Psicótica

Além dos sintomas normais da depressão, o paciente também passa a apresentar transtornos psicóticos, ou seja, alucinações auditivas e visuais e até delírios. A pessoa vê e ouve coisas que não existem, passando a ter uma visão distorcida do mundo.

Esse é um tipo de depressão grave, porém, são raros os casos. Normalmente, ela vem acompanhada de outros sintomas, como incapacidade intelectual, perda de interesse, constipação e ansiedade.

Procurando ajuda

Não importa o tipo de depressão ou a gravidade, quem sofre dessa doença precisa de tratamentos específicos, seja com medicamentos, com psicoterapia ou hipnoterapia, por exemplo.

O importante é descobrir a causa e iniciar um tratamento o quanto antes. A falta do diagnóstico correto pode levar ao mascaramento de outros transtornos e/ou complicações, como ansiedade, transtorno do pânico, fobia social, perda do trabalho e ganho excessivo de peso. Nos casos mais graves, a pessoa pode se automutilar ou até mesmo tentar o suicídio.

Caso você se identifique ou conheça alguém que apresente alguns dos sintomas, não ignore. Você também pode ajudar outras pessoas a identificar os tipos de depressão compartilhando este conteúdo nas redes sociais. Dessa forma, mais pacientes poderão buscar tratamento!

Referência: SIAH

06 jan

Nossa Casa

por nossacasa

Natal Nossa Casa

O Ano Novo chegou e a Nossa Casa fez questão de encerrar com chave de ouro. 

Preparamos um delicioso almoço de Natal e Ano Novo para que os familiares pudessem comemorar estas datas tão especiais com quem se ama. 

Desde a decoração até a saborosa refeição, tudo preparado com o maior carinho e amor. Veja as fotos abaixo. 

É isso que move a Nossa Casa. 

2020 está só começando, ainda vem muita coisa boa por ai. 

É tempo de renovar nossas esperanças, de colocar na listinha de pedidos os melhores pensamentos, sentimentos e realizações.

Feliz 2020! 

Casal de idosos

Você já deixou de viajar por falta de disposição? Caso sua resposta seja “sim”, esse casal de idosos holandeses pode te encorajar a sair da zona de conforto: Christina e Willem Beekenkamp viajam pelo mundo há 60 anos, desde que se conheceram.

Tudo começou em 1958, quando Christina e Willem se conheceram na  Holanda  e costumavam viajar em um pequeno barco emprestado do pai dela, até se casarem e comprarem o próprio barco.

Vieram os filhos, e o casal não deixou sua paixão pela estrada de lado. Viajaram pela  Europa  com as crianças e foram comprando barcos para eles e para os filhos, que herdaram a paixão pelo mar e pelas grandes jornadas.

Casal de idosos

O casal chegou a construir veículos onde acampavam e dessa forma conheceram boa parte do mundo, carregando na bagagem apenas o básico, como amor. Tanto um pelo outro, como pela Mãe Terra, como diz Christina.

Após uma longa expedição pela América do Norte e América Central, em 1995, eles tomaram a decisão mais radical até então: venderam a casa e hoje fazem do mundo seu lar. Os dois estão na flor da idade: ela está com 84 anos, ele, com 81.

Casal de idosos

Em 2010, concluíram uma meta pessoal: com a viagem para o Iraque, conheceram todos 194 países membros das Nações Unidas. Se a história de Christina e Willem não te inspirar a viajar mais vezes, nada mais irá.

Referência: Go Hurb.

Coração

Estudo sobre perdão apresentado na 40ª edição do Congresso da Sociedade de Cardiologia de São Paulo (Socesp) revelou que quem perdoa sofre menos problemas no coração.

A observação foi feita a partir de dois grupos: o primeiro grupo constituído por pessoas que apresentavam infarto agudo do miocárdio (IAM) e o outro por indivíduos sem doença cardiovascular diagnosticada conhecida.

De acordo com a pesquisa, o grupo dos infartados foi o que mais apresentou dificuldade em perdoar. Enquanto que o grupo mais propenso a perdoar foi justamente o grupo 2, que não possuía nenhum problema cardíaco.

Por isso a associação entre o perdão e a saúde do coração. Dentre as situações que eles estão mais dispostos a perdoar estão:

  • Invasão de privacidade
  • Não receber atenção do parceiro ou parceira que te convidou para uma festa
  • Comentários negativos dentro da família, etc.

Estudo sobre perdão

Foram analisadas cerca de 130 pessoas pelo projeto desenvolvido na Universidade de Santo Amaro (UNISA), em São Paulo.

E além de tratar sobre o perdão, o estudo também verificou outros aspectos relacionados como os índices de espiritualidade entre as pessoas com e sem doenças cardiovasculares.

Nesse caso, não houve tanta disparidade religiosa. 19 dos integrantes do grupo de vítimas de infarto afirmaram sentir Deus várias vezes por dia. Já no grupo 2, esse número cresceu em apenas uma pessoa.

A hipótese é de que os pacientes que tiveram infarto aderiram a uma visão mais religiosa depois do problema como uma forma de lidar com a situação. Assim, a religiosidade deles se aproximou da dos demais.

Referência: Minha Vida

Animais

Todos nós sabemos que idosos negligenciados por suas famílias em casas de repousos, acabam com inúmeros distúrbios, como depressão, ansiedade e estresse. Com animais não seriam diferente.

Pensando nisso, o Pima County Animal Care Center, no Arizona, e o Catalina Springs, casa de repouso especializada em idosos com problemas de memória, fizeram uma parceria especial: unir animais e idosos carentes.

Os idosos dão carinho e cuidados para os gatinhos necessitados, deixando-os mais saudáveis, e em troca, a atividade melhora a condição mental dos idosos por meio do estímulo e conexão com os felinos.

Referência: Tribuna de Jundiaí

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