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Down

Apesar de hoje em dia a expectativa média de vida das pessoas com síndrome de Down estar entre 50 e 60 anos de idade, antigamente esta era bem mais baixa, não passando os 20 anos. Contudo, Georgie Wildgust contrariou todas as probabilidades e não só passou a média dos 20 anos, como até ultrapassou todas as expectativas, comemorando 77 anos de idade no dia 16 de Agosto de 2019.

Georgie acredita que a sua longevidade se deve à uma vida social activa e, claro, ao amor e apoio que sempre teve por parte da sua família.

Ainda que os médicos tivessem previsto que ele possivelmente não chegaria sequer aos 10 anos, a sua família sempre fez o possível para que este tivesse uma vida feliz, sendo hoje aposentado em Notthingham e uma das pessoas mais velhas do mundo com Síndrome de Down.

“A sua mãe sempre dizia que ele podia fazer qualquer coisa e, por isso, ele sempre foi muito independente.”, contou Nikki Wright, sobrinha de Georgie, que o visita todas as semanas.

Tendo trabalhado como jardineiro e criador de tapetes antes de se aposentar, Georgie vive actualmente num lar, após a morte da sua mãe em 1993. Contudo, tem dois irmãos, sendo que o irmão mais novo, Colin, 71 anos, morreu há três anos, e a sua irmã, Jean Yessyan, 79 anos, costuma conversar com ele através do Skype da Austrália.

“Honestamente, todos os dias em que você trabalha, ele faz você sorrir“, disse Kimberley Taylor, membro da equipe da clínica, segundo a BBC.

Um verdadeiro milagre e a prova de que o amor e carinho realmente dão anos de vida

ReferênciaSábias Palavras

Natal

Você sabia que quem faz a decoração de Natal mais cedo é mais feliz? É isso o que aponta uma pesquisa publicada no Journal of Environmental Psychology. Os pesquisadores Werner, Lewis e Brown estudaram a relação entre antecipar a montagem da decoração de Natal e a felicidade, mais especificamente a sociabilidade. Conheça melhor o estudo.

O que diz a pesquisa

Os pesquisadores buscaram associar a receptividade dos moradores das casas decoradas com a percepção das outras pessoas. Isso levou a um resultado sobre a abertura ou não do morador para novas amizades ou manutenção das já existentes.

Foi realizado o seguinte experimento:

  1. Os pesquisadores tiraram fotos de fachadas de casas – decoradas ou não – e fizeram testes com os moradores, a fim de averiguar sua receptividade aos outros vizinhos;
  2. Em seguida, mostraram essa fotos para estranhos e pediram para que dissessem se era uma família mais receptiva, disponível para amizades ou não;
  3. Depois relacionavam com o resultado dos testes realizados previamente.

O que eles descobriram é que a grande maioria acertou o perfil da família, de acordo com a frente da casa. Quem faz a decoração de Natal mais cedo é mais feliz porque as moradias estavam relacionadas a pessoas mais abertas e receptivas. Já as menos decoradas, o contrário.

Dessa forma, os pesquisadores concluíram, com base em seus testes e pesquisa bibliográfica, que por ter uma maior abertura e interação, as pessoas das casas mais bem decoradas eram mais felizes. Só que essa não é a única vantagem. Veja outras bastante interessantes também.

Outras vantagens de arrumar a decoração de Natal mais cedo

  1. Alivia o estresse

A decoração natalina pode te ajudar a relaxar mais, dada a leveza e alegria a qual ela remete. Chegar em casa, após uma jornada de trabalho, e ver tudo com aquelas cores e luzes especiais, faz com que o organismo libere o hormônio da felicidade.

Para quem fica mais tempo em casa, essa sensação de estar perto das festas também ajuda a relaxar mais.

  1. Abre portas

As luzes e enfeites natalinos literalmente abrem portas. Quem faz a decoração de Natal mais cedo é mais feliz e, como foi dito no estudo, a casa decorada passa a impressão de acolhimento e receptividade.

Isso faz com que ainda mais pessoas queridas e novas amizades procurem fazer uma visitinha. Quem sabe elas vêm com biscoitos e leite?

  1. Nostalgia

Lembrar do passado pode te levar para dentro de você. Reconectar-se com bons e não tão bons momentos vividos no passado pode trazer à tona alguns gatilhos perdidos. Repensar e trabalhar com maturidade o que passou, ajuda a amadurecer e encontrar o equilíbrio, através de um novo olhar – mais maduro – sobre o passado.

Relembrar as comilanças, a família reunida, as tradições, expectativas… Isso faz muito bem, sejam boas lembranças ou momentos para reflexão.

  1. Reencontro com a criança dentro de você

É impossível lembrar do Natal sem lembrar da infância. Aquela época mágica quando você ia dormir cedo para esperar o Papai Noel. Seria tão bom ainda acreditar nele, não é mesmo? Às vezes a vida precisa de um pouco de magia para ficar ainda mais interessante.

Decorar a casa mais cedo faz com que sua criança interior fique ativa por mais tempo, te ajudando a ter mais criatividade, dinamismo e capacidade de contemplação do belo, nos pequenos detalhes.

  1. Escape da rotina

Durante dois meses inteiros a sua casa estará diferente, linda, perfumada e iluminada! Esse escape da rotina é muito saudável e até necessário. Sair da zona comum faz com que sua mente se torne mais ativa, buscando coisas novas, pensamentos diferentes e outros olhares sobre a mesma realidade.

Referência: Leia Notícias.

Amigas

A história que você vai ler a seguir é daquelas que aquecem o coração de qualquer um. Conheça Olive Woodward e Kathleen Saville, duas senhorinhas de 89 anos da Inglaterra que, pasmem, são amigas desde os 11.

Olive e Kathleen se conheceram ainda na escola. De lá para cá, não se desgrudaram mais, tanto que hoje, quase 80 anos depois, elas ainda fazem questão de ficar juntas: a dupla acaba de se mudar para a mesma casa de repouso para se manter unida.

A amizade que se iniciou na infância foi fortalecida devido a alguns detalhes: as duas sempre moraram na mesma rua, e os maridos trabalhavam na mesma empresa. Tudo isso contribuiu para que a vida familiar não as separasse.

Mas nem tudo foi perfeito na vida das amigas. Kathleen perdeu o marido em 1989, após 35 anos de casamento, e viveu sozinha até o ano passado, quando se mudou para a clínica. O companheiro de Olive viveu 15 anos a mais que o de Kathleen e faleceu em 2004. Depois de morar só por algum tempo, ela decidiu se juntar à melhor amiga na instituição. As senhoras são as pacientes mais velhas de lá, mas quem convive com elas garante que, apesar de beirarem os 90 anos, as duas têm o espírito de 63.

E qual é o segredo para uma amizade tão duradoura? Segundo elas, é “nunca discutir e sempre contar ao outro o que pensa”. E, aparentemente, a fórmula realmente funciona. “Estou tão feliz que Olive esteja aqui agora”, diz Kathleen. 

Se isso não é o verdadeiro significado de “meta de amizade”, não sabemos o que é!

Referência: R7.

Felicidade

As coisas simples da vida são como aquelas estrelas que brilham em noites claras. Elas estão sempre lá, nos cercando, nos oferecendo sua magia sutil; No entanto, nem todos os dias paramos para olhar para elas ou lembramos que elas existem.

Somente quando estamos perdendo, somente quando a vida nos dá um revés pequeno ou grande, subitamente apreciamos o que realmente constrói nosso coração, o que constitui cada uma daquelas cordas internas que dão música e significado à nossa existência.

“As coisas simples, amáveis ​​e discretas formam dia a dia a borda da nossa vida, onde repousar em dias tempestuosos e onde todas as nossas alegrias fazem sentido.”

Algumas pessoas dizem que quanto mais simples o nosso modo de vida, menos preocupações teremos e menos erros faremos. Agora, todos estão livres para complicar suas vidas o quanto quiserem, todos nós temos o direito de assumir riscos, projetar sonhos e ter um círculo social tão amplo e variado quanto quisermos.

O principal, a chave de tudo, não é levar uma vida simples, mas ser simples em pensamentos e saber o que é importante, o que realmente faz nosso coração feliz e nos identifica. De lá, todos nós somos muito livres para construir nossos microuniversos individuais. Nós convidamos você a refletir sobre isso.

Coisas simples são as maiores coisas da vida

Há um fato que nos impressiona, o Google publicou há poucos dias quais são as pesquisas mais comuns entre os usuários. Entre elas, o que é quase sempre uma tendência é uma em particular: “como ser feliz?”

“Ser feliz é fechar os olhos e não querer mais nada e, para isso, basta deixar de medir a felicidade pelo dinheiro que temos ou não temos: mas por aquelas coisas simples que não mudaríamos por todo o dinheiro do mundo.”

Todos nós temos mais de uma coisa que nunca mudaríamos nem pela mais incrível das riquezas. A vida de seus filhos, seu parceiro, seus irmãos … E talvez até seus animais de estimação. Porque o que eles nos dão e o que lhes oferecemos é uma troca de afetos que não tem preço.

Agora, o problema com tudo isso é que a vida, às vezes, não é nada fácil. Você sabe, por exemplo, que a coisa mais importante para você são seus filhos, mas você deve completar um longo dia de trabalho que o impeça de estar com eles o tempo que desejaria.

Você gostaria, indubitavelmente, que tudo fosse mais fácil e, a partir daí, que às vezes nos sentíssemos perdidos diante de tantas pressões, tantas obrigações que dia após dia nos afastam do que é realmente essencial. Portanto, seria interessante pensar nesses aspectos por alguns instantes.

Levar uma vida plena e consciente

Levar uma vida plena e consciente é saber entender em que momento da sua vida você está e sentir o seu presente, o aqui e agora.

Devemos ser conscientes do que nosso coração nos diz e das necessidades que você tem ao seu redor. Você pode, por exemplo, trabalhar mais horas, dando-lhe a oportunidade de ter mais coisas, mas sabe que, apesar de tudo, prefere investir esse tempo em sua família.

Viver uma vida plena também é entender que todo esforço vale a pena, porque tudo que você faz te faz feliz e oferece felicidade aos seus.

Se não houver reciprocidade, não há cumprimento. Olhe para a sua vida como se fosse um círculo: se não houver equilíbrio consigo mesmo e com o que o rodeia, será difícil desfrutar dessa felicidade.

O prazer do simples é uma atitude

Nem todas as pessoas sabem como aproveitar as coisas simples que a vida lhes oferece. Talvez porque eles são incapazes de vê-los, outros porque não os apreciam e estão mais inclinados para o apego material, para satisfação imediata, o que não dura …

“Respire, ame, seja feliz, aproveite as coisas simples da vida … Este é o único urgente, o resto, embora você não acredite, é secundário.”

Desfrutar do prazer do simples é uma atitude que muitos cultivam porque já possuem uma paz interior adequada e sem artifício. O gozo do simples chega a alguns depois de uma longa jornada onde, de repente, agem de consciência e descobrem prazeres que não haviam tido em conta anteriormente:

  • O prazer de boas amizades.
  • Um bom dia e uma inesperada carícia.
  • Do riso contagiante de uma criança.
  • O vento embriagante depois de uma tempestade
  • De um sol que afunda no oceano em absoluto silêncio
  • De um despertar de domingo sem qualquer preocupação na mente

Não hesite em praticar essa simplicidade de pensamento e emoções no seu dia-a-dia, porque quando finalmente encontrarmos essa felicidade interior, ela durará para sempre porque estará conectada ao nosso verdadeiro eu.

Referência: Pensar Contemporâneo.

09 dez

Nossa Casa

por nossacasa

Bazar

Como sempre, o Bazar Beneficente da Nossa Casa foi de arrasar.

Muita alegria, muita animação, muita coisa legal!

No artesanato, as lindas e famosas peças produzidas pelas nossas hóspedes nas aulas de artes.  

 

Muitos amigos e familiares estavam presentes, tanto na unidade Moema quanto na Vila Mariana, e já garantiram seus presentes de Natal.

Dessa vez, a entidade assistida foi a Associação Cruz Verde (Referência em Paralisia Cerebral). 

Recebemos bastante doações como fraldas infantis, pasta de dente, escovas de dente e outros utensílios de higiene pessoal. Ajude você também. 

É muito bom poder somar alegria, boa ação e amor ao próximo.

Agora é reta final de 2019.

Boas festas! 

Ary Fontoura

Após o término de “A Dona do Pedaço” (Rede Globo), Ary Fontoura, que vivia o advogado Antero na novela, tirou uns dias de férias e viajou para Nova York, nos Estados Unidos.

O ator, que tem 86 anos, está dividindo os momentos com seus seguidores nas redes sociais e provou que idade é só um número ao bancar o “blogueirinho” no Instagram.

Ary Fontoura

Enquanto muitas pessoas enxergam a idade como um empecilho, Ary Fontoura está provando que ela só representa um número em sua vida.

Em Nova York, o ator está aproveitando o cenário natalino que já se espalhou pela cidade e os pontos turísticos para fazer fotos e vídeos.

E o mais legal é a maneira como ele está dividindo esses momentos com seus seguidores. Em um vídeo que publicou, Ary escreveu na legenda: “Primeiro registro aqui em New York”.

Nele, o ator mostrou um pouco da decoração de Natal da Times Square, um dos pontos turísticos e comerciais mais famosos de Nova York, e recomendou que os fãs conheçam a cidade.

“Aqui em Times Square, mandando um beijo para todo mundo. Desejo que todos vocês, aqueles que nunca estiveram aqui, venham um dia e os que já estiveram, voltem. Abração!”

Já em outro registro, Ary apareceu usando uma jaqueta, um gorro e óculos de sol e perguntou: “Gostaram do estilo?”

Na mesma imagem, o ator usou a #goovibes, que em português significa “boas vibrações” e, geralmente, é usada na linguagem de pessoas mais jovens na internet, mas ele mostrou que está por dentro das hashtags e do linguajar moderninho.

Mesmo com 86 anos, o ator continua com a motivação lá em cima.

Referência: Vix.

 

Mente

Acontece com muita frequência em nosso dia a dia, encontrarmos pessoas que se mantêm firmes em seus modelos de pensamento. Amigos próximos inclusive, relutantes para realizarem mudanças, para se arriscarem a escutar, inclusive, opiniões diferentes da voz própria, por acreditarem que tudo o que se distancia dos seus padrões de percepção é errado.

A nossa sociedade hospeda uma grande quantidade de mentes quadradas, que colocaram um “tapa-olho” em seu cérebro, negando a abertura mental e usando o conhecido como escudo. São mentes inflexíveis que sobrevivem à rotina e se negam a se abrir para novas opções.

Temos certeza de que você também conhece pessoas com esse perfil de pensamento e de personalidade. O difícil é quando são familiares, amigos, colegas de trabalho com quem temos que nos relacionar a cada dia. É complicado sermos conscientes da grande quantidade de muros que existem neles.

Não obstante, é preciso ter obviamente uma clara percepção e postura para que não se deixe se influenciar, não se contagiando com o vírus da inflexibilidade, da rotina que se nega às mudanças por medo de desestabilizar-se. Uma mente aberta é uma arma poderosa que devemos saber desenvolver.

Estratégias para manter uma mente aberta

Há algo que vale a pena levar em consideração. É possível que você mesmo seja o exemplo de uma pessoa que saiba manter a abertura mental, que tenha se distanciado desse molde que esculpe esses cérebros geométricos voltados para seus próprios interesses, tomados pelo medo de mudanças.

Entretanto, de certa forma, todos nós temos uma ou outra parte que não se curvou completamente para tal abertura. Todos nós temos algum “pequeno” medo e dispomos de uma reduzida “zona de conforto” da qual é muito difícil de sair. Você é capaz, por exemplo, de aceitar opiniões diferentes da sua? Você acha que os seus princípios, as suas opiniões e crenças são sempre as verdadeiras?

Para se aprofundar um pouco mais nesses aspectos, convido-te para que leve em consideração todas essas dimensões que nos ajudam a manter uma mente aberta.

  1. Questione o que o rodeia

Não se trata de duvidar de tudo o que vemos ou fazemos. Trata-se de não dar as coisas sempre como certas, aceitando que “tudo é como deve ser”. É muito possível, por exemplo, que no seu trabalho existam muitos aspectos que devam ser melhorados e mais: pode ser que até você mesmo possa potencializar as suas habilidades para crescer profissionalmente.

É possível, inclusive, que essa pessoa que tanto admira nem sempre tem razão, e que muitas das coisas que você lê todos os dias tenham outros matizes a serem consideradas. Seja um pouco mais crítico em relação a tudo o que o rodeia.

  1. Aceite o desconhecido, admita o inesperado

O medo é o maior arquiteto de barreiras que você poderá encontrar na sua vida. É ele quem nos impede de descobrir novas opções, novos caminhos que poderiam levar até uma satisfação pessoal mais elevada. Por que não aceitar tudo aquilo que chega sem avisar? Por que não dar uma oportunidade ao imprevisto?

Poucas coisas envelhecem tanto quanto o medo e a covardia. As portas que fechamos por medo do imprevisto são espelhos no qual amanhã deixaremos os nossos lamentos e arrependimentos.

  1. Obtenha inspiração de tudo que o rodeia, até dos seus inimigos

Acredite ou não, as pessoas podem obter uma grande aprendizagem até daquilo que nos causa dano. Uma mente aberta é a que escuta todas as opiniões e a que não vira o rosto para fugir.

Pode ser que tenha na sua frente alguém acostumado a reclamar para os outros, a enganar e a submeter, porém, conhecendo também esses padrões de comportamento, aprendemos mais com eles para saber o que NÃO queremos ser, para compreender do que temos que nos distanciar e o que é o que queremos para nós mesmos.

Tente tirar sempre algo bom de toda situação que experimentar a cada dia. Uma mente aberta não joga a âncora só nas coisas negativas, na chuva de hoje, no erro cometido ou nesse “não” que tivemos como resposta.

A vida não para nos fracassos e nas perdas se nos permitirmos à honra de reconhecer os erros para aprender com eles. Estaremos colocando em prática as engrenagens para a mudança, para a melhora. É questão de ser um pouco mais flexível e de modificar as nossas perspectivas para o positivismo e para a superação.

A vida é uma inspiração contínua que exige olhos abertos. Veja o seu exterior e conforte o seu interior. É dessa forma que alcançará um verdadeiro conhecimento das coisas. Não tenha medo de errar e, simplesmente, atreva-se a viver com uma mente aberta.

Referência: LinkedIn.

Idosos

O clima de romance tomou conta do Lar Padre Euclides no mês de Novembro em Ribeirão Preto (SP). A noiva, Dirce de Moraes Lima, de 90 anos, disse sim ao pedido de casamento do aposentado João de Carvalho, de 75 anos. Há quatro meses, os dois começaram a namorar no asilo e deram ao coração a chance de escrever uma nova história de amor.

“Ela é minha companheira e peço a Deus que nos abençoe para que dê tudo certo. Sejamos felizes para sempre até que Deus permita”, diz o noivo.

“Ele é beijoqueiro. É o maior beijoqueiro que existe”, revela a noiva, aos risos.

Começo de namoro

Uma roupa rasgada foi o pretexto para o começo do namoro. Dirce é costureira de mão cheia, e desde quando chegou à instituição, em fevereiro deste ano, faz reparos para os amigos.

João precisou das habilidades dela e pediu que arrumasse uma blusa cheia de furos. Simpática, de imediato, a aposentada costurou e deixou a peça quase como nova.

No dia seguinte, João não pensou duas vezes e levou a bermuda para a idosa trocar o elástico. De favor em favor, a relação foi se estreitando. Os dois afirmam que o romance aconteceu naturalmente.

“Não houve pedido de namoro, simplesmente começamos a nos aproximar, com abraços e muitos beijos. A amizade virou paixão e depois, amor”, afirma João.

Vidas distintas

Antes da chegada ao Lar Padre Euclides, o casal percorreu caminhos diferentes. Mãe de duas filhas, Dirce só completou o quarto ano da escola. Casou-se cedo, aos 17 anos, em Jacareí (SP), mas ficou viúva do primeiro marido. Apaixonou-se por um advogado, se uniu a ele, mas o segundo companheiro morreu em um acidente de carro.

“Depois que fiquei viúva, comecei a trabalhar de domingo a domingo, para sustentar as minhas filhas. Eu tentei fazer o meu melhor para a minha família”, diz Dirce.

No entanto, após enfrentar problemas com as filhas, resolveu que era hora de ter o próprio canto e decidiu ir morar em uma casa de repouso. “Eu estava muito cansada e achei que deveria ter a minha própria segurança e liberdade”, afirma.

Já João foi casado por 30 anos com a mãe de seus três filhos, mas a relação chegou ao fim há 20 anos, quando eles se divorciaram.

Após a separação, ele chegou a morar com os pais, mas eles faleceram. A vida mudou e ele escolheu residir em uma instituição de acolhimento para idosos. Viveu durante um mês em uma entidade privada, mas não estava satisfeito.

“Aqui no Lar é diferente, pois eu nunca tinha morado em um ambiente assim. Eu posso sair a qualquer hora. Gosto de fazer as minhas próprias obrigações e adoro dormir tranquilo”, diz.

Os preparativos

Entre idas e vindas, os dois se encontraram. Quando começaram a namorar, fizeram questão de comunicar a direção do Lar e manifestaram a intenção de viver juntos, dividindo o mesmo quarto.

Com a notícia do romance, a assistente social da instituição, Beatriz Maria França, se reuniu com outros funcionários para providenciar os preparativos para o casamento.

A equipe organizou roupas, acessórios, decoração, o cardápio, a música e os convidados da festa. “Muitas pessoas foram solidárias e nos ajudaram com as doações. Os noivos ganharam até cama e colchão de casal. Fizemos tudo com amor e carinho para este casal apaixonado”, afirma.

O casamento

A cerimônia ecumênica foi realizada no galpão de confraternização do Lar. O local ganhou arranjos de flores, mesas e cadeiras especiais para o momento. “Nos conhecemos, moramos e vivemos aqui. Construímos amizades neste lugar e, por isso, resolvemos celebrar com quem nos ama e está sempre ao nosso lado”, afirma Dirce.

Quatro casais apadrinharam o casal – a maioria é formada por funcionários da instituição. Beatriz também foi uma das escolhidas.

“Eu sou como uma filha para a dona Dirce. É um carinho recíproco. Com este casamento, temos a certeza de que o amor não tem idade e que todos merecem ser amados e respeitados.”

O carinho dos funcionários pode ser visto até mesmo nos bonequinhos que enfeitaram o bolo de casamento, imitando os fios de cabelos brancos dos noivos.

Elegante, Dirce usou vestido de cetim e renda cor-de-rosa, sem véu, como faz questão de frisar. João usou terno com a gravata na cor do traje da noiva.

O aposentado é só carinho com a amada. Entre beijos e abraços, enaltece o jeito cuidadoso que Dirce tem com ele. “Ela é muito caprichosa, carinhosa. Às vezes, dá mais atenção para mim do que para ela mesma.”

Evangélica, a idosa acredita que Deus colocou o aposentado na vida dela como um presente. “Eu me apaixonei pelo João pela devoção que ele tem. Nós tivemos um empurrão divino.”

A troca de alianças emocionou os convidados. “Isso é muito bom para o casal. Nós vemos a importância do amor. Todo mundo pensa que é idoso, não pode ter namorado. Mas eles merecem ter um amor, sim”, diz Beatriz.

Referência: G1.

Gato

Você já tem um gato em sua vida? Se não, precisa saber o que está perdendo! Além de serem companheiros carinhosos, simpáticos e trazerem muitas boas energias para o seu lar, os gatos também podem prolongar a vida de seus donos!

A Fundação Iseni e o Centro Cuore Malpensa realizaram uma campanha para que seus pacientes cardiopatas adotassem um cão, para que experimentassem a melhora de vida que um animal pode trazer aos seus donos, e se surpreenderam ao descobrir que a presença de um gato em casa também promove os mesmos benefícios aos donos e algumas coisas a mais.

Os gatos fornecem um grande reforço nas vidas dos donos especialmente quando que se trata de transtornos de estresse, depressão e também de ansiedade.

Andrea Macchi, professora e diretora do Centro do Coração e dos Istituti di Ricovero e Cura Gruppo Iseni Sanità di Lonate Pozzolo, diz o seguinte sobre a relação entre gato e dono:

“O contato com pelo de gato produz oxitocina, o hormônio felicidade. Ao contrário do cão, a dificuldade do gato para confiar e contar com o ser humano estimula nesse último o autocontrole e um esforço mais prolongado para se relacionar com o filhote.

O contato com o pelo do gato também é agradável e relaxante, tem um efeito positivo sobre a pressão sanguínea e sobre os batimentos cardíacos. Ronronar é uma resposta imediata da atenção dada ao animal e relaxam naturalmente também o paciente, que tem enormes benefícios a nível cardiovascular, prolongando e melhorando a vida humana.”

A iniciativa de adoção de gatos foi feita de maneira semelhante à adoção de cães: os grupos realizaram parcerias com abrigos locais e incentivaram seus pacientes cardiopatas a adotarem um gato, e aqueles que o fizeram também foram agraciados com uma nova amizade e uma melhora na qualidade de vida.

A adoção é importante em dois aspectos: “primeiro, é claro, prolonga a vida do doente e depois, dá uma casa para gatos abandonados, que terão agora uma família”, diz Andrea Macchi, que, para dar o exemplo aos seus pacientes, logo adotou um gatinho.

Essa é uma grande notícia! É muito saber que além de muito amor, os gatos também podem nos oferecer uma grande melhora na saúde!

Mas é claro que não são necessárias doenças cardiovasculares para adotar um gato. Com alguma condição ou não, você com certeza será uma pessoa mais feliz quanto tiver um gatinho para chamar de seu.

Então, está esperando o que para adotar o seu?

Fonte: O Segredo

Dançar

Pesquisadores alemães acreditam que, por terem feito o estudo com um número considerado pequeno de pessoas, será preciso novos estudos para comprovar o que constataram ao trabalhar com dois grupos de voluntários: quem faz dança leva vantagem sobre quem faz apenas exercícios. Segundo os pesquisadores, depois de um ano e meio de atividades, “os integrantes do grupo que se dedicou às aulas de dança tiveram resultados bem melhores em testes de equilíbrio do que antes de começarem o experimento. Já os que só fizeram os exercícios não obtiveram melhorias neste quesito.” Ou seja, a dança se mostrou mais eficaz como instrumento para ajudar pessoas que passaram dos 60 anos a viver melhor.

Leia mais sobre o estudo neste artigo de O Globo:

Dançar, além de divertido, pode trazer mais benefícios para a saúde do cérebro de idosos do que exercícios básicos. Pelo menos é o que indica estudo que comparou os efeitos de dois programas de atividades físicas em uma pequena amostra de homens e mulheres saudáveis com idade média de 68 anos recrutada na área da cidade de Magdeburg, na Alemanha, e publicado recentemente no periódico científico de acesso aberto “Frontiers in Human Neuroscience”.

No experimento, os voluntários foram divididos em dois grupos: um se submeteu a um treinamento de resistência com exercícios aeróbicos, como pedalar em bicicletas ergométricas e a chamada caminhada nórdica, que une o uso de batões semelhantes ao de esqui; enquanto o outro se dedicou a aulas de dança demandantes tanto do ponto de vista físico quanto mental, tendo que frequentemente aprender novas coreografias em ritmos como mambo, jazz e danças folclóricas. Ambas práticas tinham duração de 90 minutos, a princípio duas vezes por semana e depois semanalmente.

Segundo os pesquisadores, ao fim dos dois programas, após 18 meses de atividades, os integrantes do grupo que se dedicou às aulas de dança tiveram resultados bem melhores em testes de equilíbrio do que os que alcançaram antes de começarem o experimento. Já os que só fizeram os exercícios não obtiveram melhorias neste quesito. Mais importante, no entanto, foram as diferenças dos efeitos dos dois programas no hipocampo, região do cérebro ligada à memória e navegação espacial, entre outras funções.

Embora os dois grupos tenham apresentado aumento no volume geral do hipocampo – que “encolhe” com a idade a uma taxa de 2% a 3% por década que se acelera para 1% anual a partir dos 70 anos, e é uma das áreas atingidas por doenças neurodegenerativas como o mal de Alzheimer e outras demências -, só o que fez as aulas de dança teve ganhos aparentes numa subárea chamada giro denteado, fundamental para os processos de formação de memória e reconhecimento espacial.

O estudo, no entanto, tem limitações, admitem os próprios pesquisadores. Para começar, a amostra final foi pequena, com apenas 14 integrantes do grupo dos “dançarinos” e 12 dos “esportistas” tendo completado seus programas de atividades um ano e meio e feito os exames e testes necessários para as análises. A alta taxa de desistência – eram 52 os originalmente inscritos, 26 em cada grupo – também obrigou os pesquisadores a diminuírem a frequência das atividades de duas para uma vez por semana aos seis meses do experimento, então não é possível dizer se os benefícios seriam mais ou menos diferentes se a carga inicial tivesse sido mantida.

Outro problema é que ainda não é possível verificar em humanos se as atividades físicas regulares promoveram a chamada neurogênese – produção de novos neurônios – no hipocampo, como já foi observado em modelos com animais, nem a validade da segmentação desta região do cérebro nas subáreas usada na pesquisa. Mesmo assim, Kathrin aconselha a todos que quiserem se manter ativos e saudáveis tanto física quanto mentalmente a se levantarem e dançarem ao ritmo que mais gostarem:

– Acredito que todos gostariam de viver uma vida independente e saudável mais longa possível. A atividade física é uma prática que pode contribuir para isso ao combater diversos fatores de risco e frear o declínio da idade. E acho que a dança é uma ferramenta poderosa para apresentar novos desafios para o corpo e a mente, especialmente numa idade avançada.

Fonte: 50 e Mais

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