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É importante saber que muitos problemas de memória não estarão presentes em decorrência de um problema de saúde, mas talvez pela convivência com os que chamamos de vilões da memória. O primeiro deles seria a falta de atenção. Sabe-se que a atenção é a primeira etapa do processamento da memória recente; quanto mais atentos estivermos, melhor será o desempenho da nossa memória.

A desorganização ambiental e a falta de uma rotina obrigatória pré-estabelecida também colabora para que nosso cérebro fique mais preguiçoso, interferindo em um pior desempenho do processamento das nossas habilidades mentais.  Por isso, estabelecer um ritmo de tarefas obrigatórias e que envolvam hábitos de vida saudáveis são fundamentais para uma boa qualidade do processo de memorização e do resgate da informação memorizada.

Outro aspecto importante para se observar em pessoas adultas e idosas é o desempenho da chamada acuidade visual; ou seja, o quão sua visão está preservada e mantida, para interpretar as informações sensoriais visuais recebidas do meio. É descrito na ciência que pessoas com dificuldades visuais não corrigidas, seja por óculos, lentes oculares ou cirurgias podem ter um pior desempenho de memória e a longo prazo, podem desenvolver doenças neurodegenerativas.

O mesmo acontece com a capacidade auditiva; um indivíduo que em sua fase adulta relata sentir dificuldades auditivas, decorrentes de mudanças do processo normal do envelhecimento, precisa procurar auxílio de profissionais especializados, uma vez que a dificuldade auditiva também está relacionado a um pior desempenho de memória.

Neste sentido podemos ter algumas dúvidas que surgem: por que as dificuldades visuais e auditivas seriam vilões da memória? Porque estas dificuldades interferem nos estímulos recebidos pelo cérebro; além disso, muitas vezes pessoas com estas dificuldades passam a se isolar socialmente, interagindo menos com outras pessoas, e consequentemente, buscam por menos estímulos de memória e de atenção, apresentando assim um estilo de vida pouco desafiador para as habilidades mentais.

Ressalta-se também dentre os vilões da memória o estado de humor e a presença de sintomas de ansiedade. Indivíduos deprimidos ou com a presença de sintomas de ansiedade são indivíduos com dificuldades de atenção e concentração e podem apresentar um pior processamento da memória.

São pessoas que costumam se esforçar menos para novas aprendizagens, possuem crenças negativas sobre o seu desempenho cognitivo por se acharem menos capazes de enfrentar grandes desafios, pois apresentam pensamentos negativos e falta de ânimo na maioria das vezes. Em relação a este aspecto a nossa dica seria: cuide do seu estado do humor, a partir do momento que ele interfere na sua qualidade de vida, pois pode ser um problema de saúde a ser tratado.

Importante também se atentar à qualidade do sono, pois a insônia é uma grande vilã para um mau desempenho das habilidades mentais. É durante o sono que formamos as aprendizagens adquiridas durante o dia; então, uma boa qualidade do sono é fundamental para um bom funcionamento da memória.

Nos estudos das neurociências também se destaca a importância de evitar o abuso de alimentos industrializados, com excesso de açúcares e gorduras saturadas, pois estes alimentos podem acumular no cérebro proteínas não utilizadas, os radicais livres, e podem possibilitar o aparecimento de toxinas no cérebro. A longo prazo, podem gerar prejuízos no funcionamento das habilidades mentais, sendo um fator de risco para o desenvolvimento de demências.

No entanto, sabemos que, embora convivamos com vilões que interferem no desempenho da memória, temos que nos lembrar que há formas de combatê-los.

A partir dos hábitos de vida saudáveis, como uma alimentação balanceada, boa qualidade do sono, realização de exercícios intelectuais que estimulem as habilidades cognitiva (como por exemplo, os exercícios de ginástica cerebral oferecidos pelo SUPERA), a prática regular de atividades físicas prescritas por um profissional e os cuidados com o estado de humor e com a prevenção ou manejo adequado de doenças crônicas presentes. Evite vícios, seja em alimentos industrializados, jogos de azar; desafie-se, busque a interação social, e viva uma vida saudável e com tranquilidade em todas as fases da vida.


Fonte: Método Supera

 

Muitas pessoas sonham em viajar o mundo, conhecer diversos países e culturas. A russa Elena Mikhailovna, de 91 anos, decidiu seguir essa aventura e postar tudo em seu Instagram, que já tem mais de 140 mil seguidores.

Conhecida como “Vó Lena”, a idosa viaja sozinha, apenas com seus óculos, um cajado e uma mochila. Por meio de seu Instagram, ela é inspiração para seus seguidores e conta tudo sobre suas viagens. “É fácil fazer amigos quando estou longe, porque muita gente pergunta pela minha idade, sobre minha capacidade de viajar e me ajudam. Eles me mostram tudo em todos os lugares, me mostram o mar e os melhores restaurantes”, conta a idosa ao jornal britânico The Independent.

Além de conhecer novas pessoas, vó Lena não tem medo de experimentar novas formas de transporte, pular na traseira de uma motocicleta para dar uma volta no Sudeste da Ásia e subir em um camelo em Israel durante uma visita no final de 2016.

A trajetória de viagens começou em seu aniversário de 83 anos, quando ela visitou a Turquia, a República Tcheca, a Alemanha, o Vietnã e Israel. De acordo com a idosa, o país que mais gostou foi a República Tcheca, porque “as pessoas são amigáveis” e ela gostou muito da culinária.

“Viajar significa uma nova vida, pessoas, reuniões”, conta. “É um prazer ver como todos se divertem e aprendem. A melhor coisa que aprendi sobre a vida é que há pessoas excelentes em todos os países! Nada a temer, porque você só se vive uma vez e você vai morrer um dia de qualquer maneira”, relata.

Gastos e planos

Para cobrir os gastos e financiar suas aventuras, ela usa sua pensão. Ela também cultiva e vende flores, e costura para aumentar seu orçamento para as viagens.

Apesar de sua saúde ser um pouco frágil, ela não pensa em parar e ainda aconselha quem tem esse sonho. “Quero dizer a todos da minha idade: não tenham medo de viajar. É necessário e útil conhecer o mundo”, afirmou a aposentada.

Vovó Viajante

Fonte: Pensador Anônimo 

Se em algum momento você achou que é tarde para viver uma história de amor, esse caso pode mudar sua forma de pensar. O engenheiro aposentado Sid Ratcliffe, de 97 anos, casou-se com Iris Law, de 90 anos, na primeira semana de dezembro, na cidade de Wolverhampton, área central da Inglaterra. O romance dos ingleses começou em 2001, quando, viúvos, se conheceram num ponto de ônibus durante um passeio.

“Ele me fez sentir fora do chão. Foi amor à primeira vista e definitivamente, nunca é tarde demais”, disse Iris em entrevista ao jornal “The Mirror”. Sid tem dois filhos (um já falecido), três netos e três bisnetos. Iris tem cinco filhos, nove netos e seis bisnetos. Uma das filhas dela, Pam, falou ao jornal britânico que “eles parecem dois jovens namorados”. O casamento foi realizado em um cartório, com ajuda de um amigo que falava as palavras em tom mais alto para Sid, que já tem a audição prejudicada devido à idade.

“Precisamos ter mais cuidado agora, mas dividimos a mesma cama. Gostamos de sentar e ficar de mãos dadas, um olhando para o outro. Quando se está velho, não há muito que falar”, disse Sid na entrevista. O casal preferiu não ter lua de mel, apesar de já ter viajado junto outras vezes para a Espanha, Nova York e Reino Unido. Sid e Iris são, de acordo com o “The Mirror”, as pessoas mais velhas a se casarem na Grã-Bretanha atualmente. Planos para o futuro? “De agora em diante é só aproveitar cada dia e cuidar dele do mesmo jeito que ele vai cuidar de mim”, completou Iris.

Fonte: Razões para Acreditar

Cientistas do Centro de Pesquisa em Alimentos e Desenvolvimento do México criaram um sorvete probiótico que ajuda a restaurar o equilíbrio da flora intestinal.
O sorvete tem como principal objetivo reduzir os sintomas causados pela colite.
A colite é uma inflamação do intestino grosso, o cólon e pode ser causada por infecção, falta de circulação sanguínea (isquemia), radiação, efeito adverso de drogas ou doenças autoimunes.
O projeto foi liderado pela pesquisadora mexicana Gabriela Ramos Clamont Montfort.
A boa notícia é que além de proteger a flora intestinal, é um alimento delicioso.

Testado

O alimento contribui para manter a população de bactérias saudáveis, além de absorver cálcio e reduzir o desconforto causado pela doença.
Segundo a CIAD, muitos de seus benefícios já foram comprovados em exames laboratoriais, além de estudos in vitro com camundongos.
O projeto chamado Saludatto, participou da Coorte 2019 do Nodo Binacional do Nordeste (NOBI), realizada em Culiacán, Sinaloa, no México e foi analisado por sete semanas no programa I-Corps.

Modelo de negócios

A ideia principal dessas organizações é o desenvolvimento de tecnologias e invenções para facilitar a geração de modelos de negócios que respondam aos problemas da sociedade.
Colite no México é um problema crescente e estima-se que entre 16 e 30% da população sofra com isso.
Se o produto de sorvete for eficaz, poderá aliviar o desconforto de muitos mexicanos de uma maneira extraordinária.
Além disso, poderá virar um remédio saboroso para outros países.

Fonte: Só Notícia Boa

Muitos imaginam que basta passar o fio dental e escovar os dentes após as refeições que a saúde bucal está garantida. Embora o preceito básico seja esse, há muitas outras atitudes que podem tornar este cuidado mais eficiente e, assim, manter não só a estética, mas também prevenir de maneira mais satisfatória cáries e outros problemas bucais.

Além de cuidados extras para tornar este hábito diário ainda mais efetivo, há também ações que, embora possam parecer benéficas, fazem mais mal do que bem e outras ainda que, por não fazerem parte da rotina diária, muitas vezes são esquecidas ou negligenciadas.

Se você quer realmente ficar com a saúde e a estética bucal em dia, atente-se à rotina de cuidados.

Cuidados com os dentes: o que NÃO fazer

1 – Abandone o uso do palito

Embora pareça uma medida prática e emergencial para limpar os espaços existentes entre os dentes, usar palitos de madeira com essa finalidade pode causar lesões na gengiva. “O palito pode perfurar a gengiva, as papilas dos dentes, e isso é perigoso”, alerta o dentista.

2 – Controle a força da escovação

A força usada para escovar os dentes também precisa ser controlada. Realizar o movimento com muita intensidade pode dar a sensação de que se está limpando os dentes de forma mais eficiente. Mas essa sensação é falsa. De acordo com Puglisi, a atitude pode causar sangramento e recessão gengival, quadro que aumenta a exposição do dente.

3 – Tenha cuidado com os alimentos que consome

Alguns alimentos, como limão e abacaxi, embora sejam importantes para a manutenção da saúde geral, são ácidos e, por isso, afetam os dentes. Neste caso, é essencial consumi-los de maneira adequada. “O abacaxi não causa tantos problemas ao ser ingerido puro, mas o limão não pode, de jeito nenhum. Tem gente que chupa a fruta. Mas o ideal é sempre diluir em água para evitar que ele cause erosão ácida nos dentes”, explica o dentista.

Além de colocar em prática os cuidados diários e estar atento às ações prejudicais à saúde bucal, é importante também olhar para os detalhes que podem passar despercebidos ou parecer desnecessários, mas também são essenciais para os cuidados com os dentes

Saúde bucal: o que fazer todos os dias

1 – Escove os dentes pelo menos 3 vezes ao dia

A recomendação do especialista também é clara em relação à quantidade de escovação. O ideal é que ela ocorra após todas as refeições. Mas se a rotina impede que esta orientação seja seguida à risca, existe uma regrinha básica para ajudar. “Se não for possível escovar imediatamente após as refeições, faça isso pelo menos três vezes ao dia”, orienta.

2 – Não esqueça do fio dental

O fio dental é essencial para a higienização do dente e não há nada que substitua sua ação. “O ideal é que você passe todas as vezes em que for escovar ”, comenta o dentista.

3 – Escove os dentes logo após as refeições

Ao pesquisar sobre cuidados com os dentes, é comum encontrar a orientação de que é preciso esperar pelo menos 30 minutos entre a refeição e a escovação para supostamente evitar que o ácido digestivo afete o esmalte de dente.

De acordo com o dentista Rafael Puglisi, esta é uma orientação equivocada. “Não existe tempo mínimo a ser esperado. Você pode escovar 10 ou 40 minutos depois de comer, mas deve sim escovar logo após as refeições”, explica.

Até aqui estão listados os cuidados básicos. Mas eles não são suficientes. É preciso também atentar-se ao que não é recomendado.

Cuidados com dentes que não podem ser esquecidos

1 – Troque a escova no período adequado

Embora não exista regra, é essencial saber quando é o momento de trocar a escova de dente. Puglisi explica que isto deve ser feito quando as cerdas aparentam sinais de desgaste. “Não existe um tempo certo, mas quando as cerdas já estão abertinhas, é hora de trocar”, comenta. E o macete vale tanto para as mecânicas quanto para as escovas elétricas.

2 – Saiba escolher uma boa escova

Para escolher uma escova adequada, além de pensar no tamanho e no tipo de cerdas, vale também ponderar entre os modelos manuais e os elétricos.

“A escova de dente elétrica é a melhor opção porque limpa os dentes profundamente e sem esforço. Ela faz uma escovação que elimina tártaros e a placa bacteriana sem danificar o esmalte e a gengiva”, comenta o dentista.

Além de remover mais placas e alcançar aéreas mais difíceis, modelos de escovas elétricas como a Philips Sonicare ainda dão mais longevidade a tratamentos estéticos. “Ciclos em escovação manual degradam mais rapidamente os cimentos utilizados nesses procedimentos. Como a escova elétrica só faz uma vibração, ela dá maior longevidade ao que fazemos”, reforça Dr. Puglisi.

Fonte: Vix

Número de brasileiros na terceira idade vai superar os de 0 a 14 anos em 2031; saiba quais são as carreiras ligadas a esse segmento

O número de brasileiros com mais de 60 anos superou os 30 milhões em 2017, segundo dados da última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad). E em 2031, a população de terceira idade já será maior do que a entre 0 e 14 anos. Diante disso, crescem as oportunidades para profissões ligadas ao cuidado das pessoas na terceira idade. Com o aumento da expectativa de vida, essas carreiras estão entre as que são consideradas profissões do futuro.

Atividades relacionadas a cálculos previdenciários, cuidados dos mais velhos, desenvolvimento de novos medicamentos estão entre elas. As informações constam em um relatório do Programa de Estudos do Futuro (Profuturo) da Fundação Instituto de Administração (FIA), que cita ainda aconselhamento de aposentadoria planos para gestão dos recursos financeiros e atividades culturais.

Para se ter ideia das possibilidades de profissões ligadas à terceira idade, o advogado especializado em Direito Previdenciário, Leandro Crelier, criou um canal no Youtube para tirar dúvidas relativas ao cálculo da aposentadoria. Em pouco tempo, ultrapassou os 40 mil inscritos.

“O público do canal é de maioria feminina e na faixa de 55 a 64 anos. A maior parte das perguntas envolve os requisitos para aposentadoria. Idade e tempo de contribuição”, conta.  E a ideia de fazer o canal, a princípio, não tinha relação com esse público. “A ideia surgiu depois que escolhi a área de direito previdenciário como atuação. De certa forma, eu já sabia que atenderia a esse público”, completa.

Mas é na área de Saúde que está o maior número de oportunidades. Entre elas, o estudo do envelhecimento e os impactos na saúde, enfermagem e a própria medicina geriátrica. Veja algumas das profissões ligadas ao cuidado da saúde dos idosos.

Gerontologia

A área se dedica a estudar como acontece o processo de envelhecimento do corpo humano e os seus impactos para a saúde psicológica, vida social e os aspectos biológicos do paciente. Um tecnólogo em gerontologia ganha cerca de R$ 1.500/mês. Já um gerontólogo deve receber algo em torno de R$ 2.000.

Enfermagem

A assistência da enfermagem ao idoso é fundamental para garantir aos pacientes a reabilitação e cuidados continuados. O profissional formado no curso de enfermagem pode prestar atendimento em hospitais, clínicas ou de forma domiciliar. Também há a possibilidade de se especializar nesse segmento através do curso de Enfermagem Geriátrica, Saúde do Idoso. O salário de um profissional de enfermagem varia de R$ 1.400 a R$ 4 mil.

Medicina

A geriatria é uma especialidade da medicina que forma profissionais para investigar, diagnosticar e tratar doenças relacionadas à velhice. Após os seis anos do curso de graduação, o médico pode realizar uma especialização na área e trabalhar com idosos em hospitais, consultórios, clínicas, asilos, entre outros. O piso salarial de um médico é de R$ 13.847.

Fisioterapia

Fisioterapeutas podem trabalhar com pessoas em diferentes fases do desenvolvimento humano. A população idosa pode ser o foco de atuação de profissionais que buscam auxiliar as pessoas da terceira idade na busca por melhorias na qualidade de vida, prevenindo e tratando lesões. O piso salarial mensal de um fisioterapeuta é de cerca de R$ 1,5 mil para uma carga semanal de 30 horas.

Psicologia

O avançar da idade ocasiona diversas transformações que podem acarretar problemas na saúde mental dos pacientes. Lidar com a velhice pode ser um momento delicado para algumas pessoas, que necessitam de atenção especial dos psicólogos, aptos a garantir o bem-estar psicológico dos pacientes. O salário médio do psicólogo hospitalar é de R$ 2.707,71.

Terapia Ocupacional

Graduados no curso de Terapia Ocupacional podem atuar com a saúde física e mental das pessoas. O profissional pode se especializar para atuar com o tratamento de pessoas idosas, possibilitando a reabilitação e prevenção de alterações psicomotoras e afetivas. A média salarial de um terapeuta ocupacional é de R$ 2.153. Todos os dados são da Catho.

Fonte: Minha Saúde Proteste

Foto: Portal do Animal

Para muitas pessoas, o cão se torna um membro da família em todos os aspectos. Como poderia não ser assim, já que os cães muitas vezes preenchem nossos corações e nossas casas com amor e felicidade, mostrando-nos gratidão pelo cuidado que lhes damos?

Até mesmo o pequeno Teddy era considerado um filho pelos cônjuges Szasz, mas nunca teriam imaginado que um dia ele salvaria a vida de seu dono.

Andy Szazs chegou ao hospital com pneumonia grave: o tratamento se mostrou imediatamente problemático, dada a interferência das drogas com a terapia que Andy estava tomando para o câncer de intestino.

As condições de saúde se deterioraram e ele acabou entrando em coma. Sua esposa estava ao seu lado tentando conversar com ele e entretê-lo, exatamente como os médicos haviam aconselhado. Mas a mulher pensou em fazer algo que Andy certamente teria gostado.

Ela pediu para levar seu cachorrinho para o hospital, Teddy; os médicos concordaram, dadas as condições em que o homem estava.

Foi quando Teddy viu Andy na cama do hospital que o inimaginável acontece: pela emoção de vê-lo novamente depois de tanto tempo, o cachorrinho começou a latir e fez com que Andy acordasse do estado de coma em que ele estava até alguns minutos antes.

Provavelmente, não havia nada que pudesse fazê-lo mais feliz do que uma visita de seu amigo peludo. Agora, Andy não faz nada além de dizer que salvou o pequeno Teddy, mas que no final também aconteceu o contrário: não podemos saber qual teria sido o fim da história se Teddy não tivesse cruzado o limiar do hospital, mas só podemos refletir sobre o efeito magnífico que teve sua presença.

Hoje, Teddy faz parte da equipe do hospital onde o homem foi internado: é na verdade um cão de terapia, que acompanha os pacientes em seu caminho de reabilitação física e psicológica, assim como fez com seu dono depois que acordou.

Cães não são apenas animais de estimação, eles podem fazer nossos corações vibrarem e nos lembrar de como a vida é linda!

Fonte: Portal do Animal

Foto: Thais Corrêa

O aplicativo Tinder, usado para promover encontros amorosos, é uma febre entre os mais jovens. No entanto, os idosos Vitório Wilian Bassani, de 77 anos, e Neusa Rodrigues Pereira, de 73 anos, mudaram esta lógica e se casaram em fevereiro deste ano, em Votorantim (SP) após se conhecerem no app. As informações são do G1.

Segundo o site, Neusa viu na tecnologia uma forma de driblar a solidão, encontrando um novo amor. Seis anos depois de ficar viúva, ela se sentiu mais sozinha após um dos filhos que morava com ela decidir se mudar. Ela achou que pelo celular fosse mais fácil encontrar um novo companheiro e pediu para que uma neta de 14 anos a ajudasse.

“No início, 42 homens curtiram minha foto, mas não me interessei por nenhum. Depois, conversei com um, e não deu certo. Aí vi a foto do Vitório e resolvi mandar um like. Ele curtiu, mandou mensagem e começamos a conversar.”, disse Neusa ao G1.

O primeiro encontro, no entanto, demorou oito meses para que acontecesse. Eles, porém, não deixaram de se falar durante este período. Em seguida, Vitório viajou mais de 200 quilômetros até o interior de São Paulo, para conhecer a futura esposa. Ao chegar, dois dos filhos de Neusa fizeram diversas perguntas ao futuro padrasto.

Após se conhecerem, ainda namoraram quase um ano até decidirem oficializar a união. Feliz com o par encontrado, Neusa dá um conselho para quem quer encontrar um novo amor. “Tem que ter prudência para encontrar uma pessoa. Vai com paciência que consegue, sim. Sempre com respeito, boa conversa e amizade”, orienta.

Fonte: Istoé

Vamos aos números da Global Coalition on Aging, entidade voltada para pensar e propor soluções para os desafios que vêm a reboque do envelhecimento da população mundial. Em 2050, haverá 2 bilhões de idosos no planeta, com um poder de compra de 15 trilhões de dólares, e somente 15% das empresas desenvolveram planos que atendam a esse contingente populacional. O mundo parece querer ignorar que a faixa etária acima de 80 é a que mais crescerá nas próximas décadas e que chegar aos 100 anos se tornará rotineiro. O que vemos é um muro de lamentações sobre como lidar com o “problema”, quando, na verdade, o que temos é que nos adaptar e criar condições para atender a esse novo perfil planetário.

Um exemplo sobre a miopia do mercado, e essa sem relação com a longevidade: segundo a revista “Fast Company”, 68% das mulheres usam manequim 44 ou acima dessa numeração. Então por que as marcas ainda insistem em não fabricar roupas para a maioria, que fica restrita a um número restrito de lojas e modelos? Quem se aventurou nesse segmento entendeu que a ditadura da moda não é inclusiva, nem democrática. O Japão, cuja população envelhece num ritmo superior ao de outros países – em 2065, os idosos representarão 40% do total – já mudou as lentes para enxergar a questão. A revista “The Economist” recentemente registrou algumas iniciativas, como a de uma cadeia de academias de ginástica e musculação que fidelizou a clientela mais velha com descontos: hoje, 30% dos frequentadores passaram dos 60.

A gigante de cosméticos Shisheido abraçou a causa por razões bem práticas: esses clientes vivem mais, se mantêm ativos e têm recursos. Tem inclusive uma equipe de maquiadoras/esteticistas que ensina os truques de beleza para essa faixa etária. O ramo das creches para os pequenos está se adaptando para construir centros de convivência e as empresas de robótica desenvolvem soluções para garantir a independência dos idosos dentro e fora de casa. Uma outra lição que os japoneses aprenderam e que deveria ser seguida à risca: para fisgar esses consumidores, não se deve tratá-los como velhinhos. A maioria mantém hábitos que tinha décadas antes, com variações e adaptações de acordo com as limitações impostas pela idade.

Esse blog tratou do tema ao mostrar o trabalho do AgeLab, ligado ao MIT (Massachusetts Institute of Technology). Seu fundador e diretor, Joseph Coughlin, é um ativista da longevidade e prega uma cartilha com cinco pontos básicos. O primeiro: o envelhecimento não é um problema médico a ser solucionado, e sim um estágio da vida a ser reinventado. O segundo: o mercado ainda oferece produtos pasteurizados e esteticamente inaceitáveis, quando os designers deveriam procurar encantar o consumidor. Terceiro: o “carimbo” de velho afasta o público, porque está associado a fragilidade e decadência, por isso os produtos devem ser simples, convenientes e charmosos, características que não têm idade. Quarto: nem sempre é o idoso que faz a compra, portanto os sites e pontos de venda deveriam focar também na faixa etária entre 40 e 50 anos, ampliando a informação disponível. Para fechar: a tecnologia tem que entender e respeitar o consumidor. De nada adianta um lançamento inovador cujo manejo e manutenção sejam complicados.

Fonte: G1

Quando temos amigos, sabemos que não estamos sozinhos e que, não importa o que for colocado em nossos caminhos, sempre teremos alguém com quem contar.

Entre as muitas pessoas que conhecemos em nossas vidas, poucas são as que podemos chamar de amigas. Muitos passam por nós, permanecem por um tempo até cumprir sua missão e depois vão embora. Mas outras pessoas nunca se vão. Ainda que a vida nos guie para caminhos diferentes, a conexão de alma que possuímos com elas é tão forte e verdadeira que nunca estaremos totalmente separados.

Nossos amigos são pessoas insubstituíveis. Eles nos conhecem como ninguém e nos amam verdadeiramente, orgulham-se de nossas conquistas e fazem questão de que saibamos que somos únicos e dignos das melhores coisas da vida.

Em uma amizade verdadeira, não existe inveja, mentiras e maldade. Apenas há espaço para amor, companheirismo e crescimento mútuo.

São relacionamentos puros e sinceros, que nos ajudam a viver com mais alegria, perspectiva e felicidade.

Se você tem um amigo de verdade, provavelmente deseja estar ao seu lado sempre que possível e planeja aventuras e momentos especiais para todas as fases da vida. Desde as maluquices na juventude até os momentos de mais tranquilidade na velhice.

Entretanto, entre as coisas mais especiais que podemos fazer ao lado de nossos amigos é sorrir. Parece que, quando estamos com eles, tudo vira motivo para darmos gargalhadas infinitas que nos tiram o ar e fazem a barriga doer. Mesmo que o momento nem seja tão engraçado assim, vivê-lo ao lado dessa pessoa tão especial torna tudo mais intenso, mais divertido.

As risadas com nossos amigos são sinceras e nos despertam uma sensação única de alegria. Estar ao lado dessas pessoas tira das nossas mentes todos os problemas da vida e nos ajuda a vivermos no agora, com mais positividade e esperança para o que está por vir.

Quando temos amigos, sabemos que não estamos sozinhos e que, não importa o que for colocado em nossos caminhos, sempre teremos alguém com quem contar.

Todos os momentos que compartilhamos com essas pessoas são sagrados e ficam guardados em um lugar muito especial em nossas mentes e corações.

Se você tem um amigo com quem pode contar, esteja perto ou longe, alguém para dividir preocupações, alegrias e boas risadas, você é uma pessoa de muita sorte!

Reserve um tempo, sempre que possível, para estar perto dessa pessoa. Seu espírito se renovará e você perceberá que a vida é muito melhor quando compartilhada com as pessoas que amamos.

Fonte: O segredo

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