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Em junho passado, o senhor Manoel Bernardino, de 91 anos, concluiu o ensino médio, encerrando uma jornada de seis anos de muito estudo e dedicação. Até 2013, o idoso não sabia ler nem escrever.

Concluídas todas as etapas do ensino fundamental e médio, no Cesu Custório Furtado de Souza, escola dedicada à alfabetização de jovens e adultos, em Juiz de Fora (MG), Manoel se tornou uma inspiração para alunos e professores.

“Ele se tornou um exemplo para todo mundo”, elogia o professor e vice-diretor do Cesu, Sérgio Oscar. Acompanhado da diretora Rosangela da Silva Campos de Paula e da vice-diretora Marta Britto, Sérgio encontrou em um livro a forma de homenagear e agradecer a Manoel pelo seu exemplo.

“Ele é um aluno muito esforçado, muito assíduo. Pode chover granizo que ele está aqui na escola. A sala de aula ocupa um lugar muito importante na vida dele”, afirma.

Desde que se alfabetizou, o idoso começou a escrever e não parou mais. Ao longo dos anos, escreveu 103 poemas, compilados em um livro: “Em busca dos sonhos perdidos”, lançado na sua formatura do ensino médio, com a presença de colegas, amigos, familiares e professores.

Fonte: Razões para Acreditar

Quando chegamos ao mundo, somos crianças e esperamos permanecer nessa condição durante toda a nossa vida. Ser amado, mimado e educado. 

Deixamos nossos pais desperdiçarem doses gigantescas de amor durante toda a nossa jornada pela vida. Que quando a vida dói, temos o colo de uma mãe para se alegrar. 

Que quando a vida se torna angustiante, encontramos sábios conselhos em nossos anciãos. Quando algo está faltando, há sempre um vazio, um sentimento estranho de que somos a exceção.

Mesmo quando somos adultos, procuramos reconhecer nossa infância aos olhos de nossos pais. Nós secretamente queremos sua atenção cuidadosa, como aquela refeição favorita em nosso aniversário.

Você nunca está pronto para mudar de lugar nesse relacionamento.

É difícil aceitar que nossos pais envelhecem. Entenda que essas pequenas limitações que começam a aparecer não se devem à preguiça ou desdém. Que se eles se esqueceram de dar uma mensagem não é porque eles não se importam com a nossa urgência. Que se lhes pedir para repetir as coisas que são por que não ouvem muito bem – e às vezes não surdos, mas simples distração. 

Levamos muito tempo para aceitar que eles não são mais os mesmos – eu ia dizer “super-heróis”. 

Não podemos e devemos compartilhar com toda a nossa angústia, porque para eles as proporções são muito mais elevadas e que tudo está desequilibrado: frequência cardíaca, pressão arterial, índice glicêmico, ou equilíbrio emocional.

Pouco a pouco estamos nos tornando cerimoniosos para o amor. Tentando dizer a eles sobre o que é evitável. Assim, involuntariamente, começamos a inverter os papéis de proteção. Nós começamos a tentar proteger nossos pais das desventuras deste mundo.

Dizemos a eles que estamos indo bem, apesar de estarmos em crise. Nós amortecemos o diagnóstico do pediatra para que a doença do neto pareça simples. Nós escondemos problemas conjugais para fingir que construímos uma família duradoura. Filtramos a angústia que pode ser temporária em vez de compartilhar qualquer problema. 

Eles não precisam se preocupar: ficaremos bem no final do dia e, se não, no final de nossas vidas. No entanto, quando mudamos esses pequenos detalhes no relacionamento, ficamos um pouco órfãos. 

Nós mantemos nossos olhos abertos no meio da noite sem sermos capazes de correr chorando para as camas dos nossos pais. 

Escondemos nosso medo de ficar sem emprego, acabar nosso relacionamento, ou perder nossa casa para que não sofram desnecessariamente, e por isso ficamos sozinhos nessa espera, sem um colo, um abraço ou um sorriso para nos consolar.

Quanto mais perdem o vigor, a audição, a memória, mais nos sentimos sozinhos, sem entender por que o inevitável aconteceu. Mesmo um conflito interno pode aparecer para esperando a reagir ao envelhecimento do corpo que lutar mais em seu favor, sem perceber, na nossa própria confusão, eles não têm mais a mesma consciência que não temos nenhuma maneira de impedir a passagem de os anos e eles simplesmente têm o direito de se sentirem cansados.

No meio de tudo isso, pode chegar o dia em que nossos pais serão transformados, sim, em nossos filhos. Para que devemos lembrar de comer, tomar uma medicação ou pagar uma conta. 

Para quem é necessário guiar nas ruas ou dar a mão para que não caiam nas escadas. 

Aqueles que devemos nos preparar para mandar para a cama. E talvez alimentar, levando uma colher para a boca.

E serão crianças mais difíceis porque não se lembram de quem são seus pais. Eles vão reagir à sua primeira bronca porque sabem que, no fundo, você acha que lhes deve obediência. 

Eles minimizarão seus primeiros argumentos e tentarão mostrar que ainda são independentes, mesmo quando esse momento já passou, porque é difícil imaginar a nós mesmos sem controle total de nossas próprias rotinas. 

Mas eles cedem gradualmente, quando a força física ou mental é reduzida e eles podem encontrar em seu amor por eles um equilíbrio para todas as mudanças que os assustam.

Não será fácil para você. Não é a lógica da vida. 

Mesmo se você for pai, ninguém o prepara para ser pai de seus pais. E se você não for, você terá que aprender as peculiaridades desse papel para proteger aqueles que ama.

Se puder, sorria para seus comentários senis ou conte uma piada enquanto comem juntos. 

Ouça aquela história repetida até à exaustão como se fosse a primeira vez e faça perguntas como se tudo estivesse inédito. 

Beije na testa com o máximo de ternura possível, como quando você coloca uma criança na cama, prometendo que quando ele abrir os olhos, na manhã seguinte, o mundo ainda estará lá, como antes, intocável, para brincar.

Ora, se você veio para cá com seus pais, com uma licença para interferir em suas vidas, foi porque eles tinham um longo caminho de amizade. E se você pretende viver esse momento com toda a intensidade, só demonstrará quão grande é a sua capacidade de amar e devolver o amor que a vida lhe ofereceu.

Fonte: Significado dos sonhos 

Trabalho de reciclagem realizado na cidade de Kamikatsu foi considerado o ‘mais bonito do Japão’

KAMIKATSU, JAPÃO — Não há coleta de lixo na pequena cidade japonesa de Kamikatsu. Seus 1.500 habitantes vão ao aterro sanitário para pacientemente separar seu lixo em 45 categorias. O objetivo final é reciclar tudo.

— Sim, é complicado — admite Naoko Yokoyama, de 39 anos, no meio de um labirinto de contêineres e caixas no centro de triagem. — Mas desde que me mudei para cá há um ano, presto mais atenção ao meio ambiente.

As categorias variam de travesseiros a escovas de dentes, garrafas (dependendo do tipo de vidro), recipientes diferentes, objetos de metal etc.
Localizada nas montanhas 530 quilômetros a sudoeste de Tóquio, a vila de Kamikatsu pretende reciclar tudo sem enviar nada para os incineradores até 2020.
Embora os funcionários do centro de resíduos ajudem, há muito trabalho para os vizinhos que devem lavar e secar sacos, embalagens e recipientes para facilitar a reciclagem.
Alguns objetos exigem desmontagem. Em um canto, um homem usa um martelo para extrair as peças de metal das prateleiras que ele trouxe. Em outro, os trabalhadores do centro de triagem cortam uma longa mangueira de borracha em pedaços. O local tem compressores para latas e plásticos
Para ajudar, um folheto descreve o trabalho como “o mais bonito do Japão”, apresentando em 16 páginas duplas, uma infinidade de fotografias e desenhos acompanhados por uma foto do recipiente ou caixa a usar.

Muitos municípios no Japão exigem a classificação do lixo, mas geralmente em um pequeno número de categorias (plástico, lata, papel etc.), e a maioria dos resíduos domésticos é incinerada.
Kamikatsu passou a fazer diferente depois que recebeu um ultimato: em 2000 o município recebeu a ordem de fechar uma de suas duas incineradoras, que não cumpria as normas de poluição.
— Então pensamos que se não podiamos queimar o lixo, deveríamos reciclá-lo — conta uma funcionária pública, Midori Suga.
A localidade está perto de alcançar seu objetivo, com uma taxa de reciclagem de 80% de suas 286 toneladas de resíduos produzidos em 2017, bem acima da média nacional de apenas 20%.
Embora o Japão produza menos resíduos per capita do que a maioria dos países desenvolvidos, é líder no lixo plástico per capita, atrás apenas dos Estados Unidos. Até recentemente, o arquipélago exportava parte dele, especialmente para a China, mas Pequim não quer mais o plástico japonês.
A população de Kamikatsu é consciente. O sistema “funciona porque somos apenas 1.500 pessoas”, explica Yokoyama.


Estilo de vida plástico


— É claro que incinerar é fácil —, diz Saeko Takahashi à AFP, lavando caixas de leite e amarrando seus jornais. — Mas é melhor reciclar.
Um contêiner de adubo recebe os restos de carne e peixe, enquanto as cascas de frutas e legumes vão parar direto no seu jardim.
— Os alimentos duram mais tempo embrulhados em plástico, mas não há necessidade de multiplicar as camadas — explica.
Kazuyuki Kiyohara, 38 anos, diretor do aterro, diz que o plástico é o que mais chega e que seu consumo diminuiu pouco.
— Nosso modo de vida depende do plástico — constata. — Os consumidores podem reduzir o lixo até certo ponto, mas sempre teremos alguns, enquanto os fabricantes produzirem objetos de plástico.

As caixas plásticas para as refeições, o envoltório plástico de bananas ou tomates, as sacolas, colheres ou canudos distribuídos em todos os lugares… O Japão está longe de eliminar este material.
Em 2018, no entanto, o governo anunciou a meta de reduzir em um quarto até 2030 sua produção anual de resíduos plásticos, que foi de 9,4 milhões de toneladas.
As empresas privadas adotam iniciativas, mas seguindo um cronograma que parece muito aquém das disposições já adotadas em outros países.
— Não devemos nos concentrar apenas nos resíduos — diz Suga. —Precisamos de políticas que limitem sua produção.

Fonte: O GLOBO

Integrando movimentos da capoeira com canto, jogos e dança, as aulas têm transformado a vida de muita gente

Com adaptações de movimentos da capoeira, sincronizada com brincadeiras, danças e músicas populares ritmadas ao som do berimbau, entre outros instrumentos, a gingoterapia tem movimentado a vida de idosos em Perus, região noroeste da capital paulista, e bairros vizinhos. O responsável por isso é Geraldo Sebastião Pinto Sobrinho, conhecido como mestre Geraldinho, de 60 anos; 39 deles dedicados à capoeira.

Há cerca de oito anos, ele começou a dar aulas de capoeira como voluntário para um grupo de 15 pessoas idosas, numa Unidade Básica de Saúde (UBS) próxima à sua academia. Ao identificar dificuldades na turma para executar alguns dos movimentos característicos da prática, desenvolveu alternativas. “Foi quando criei essas brincadeiras que eles fazem. E ao mesmo tempo, praticam capoeira”, explica o mestre.

Desde então, as adaptações propostas atraem cada vez mais idosos. Atualmente, são quase 300 alunos, divididos em sete turmas. Para realizar as aulas, distribuídas de segunda à sexta-feira, além de sua academia, Geraldinho utiliza espaços cedidos por igrejas e núcleos voltados para a saúde do idoso. No total, as aulas ocorrem em seis lugares diferentes: três deles em Perus, um no Morro Doce, no distrito Anhanguera; outro na Vila Aparecida, em Caieiras e um na Vila Piauí, no distrito Lapa.

Duas de suas turmas, ele mantém em sua academia, também em Perus. Na Vila Piauí, a aula é realizada em um Núcleo de Convivência do Idoso (NCI). Espaço onde ocorrem outras atividades voltadas para o bem-estar dos idosos. “Descobriram a gingoterapia e me convidaram para fazer um trabalho com eles lá, uma vez por semana. São duas horas de aula”, conta.

Mais do que atividade física, a gingoterapia tem promovido inclusão e transformado a vida dos alunos. Foi o que aconteceu com a aposentada Aparecida de Jesus Pacheco, 67, que há quatro anos pratica a atividade em Perus. “Eu vivia de cara fechada. Quem me olhava, achava que eu estava sempre com raiva. Não sabia o que era ser feliz”, afirma emocionada.

Devido sua deficiência auditiva, agravada gradualmente com o passar dos anos, ela mal saía de casa. Encontrou na gingoterapia incentivo para se relacionar. Por meio de leitura labial, acompanha as aulas e estabelece laços. “Eu comecei a ter as minhas amizades e a retribuir o carinho que as amizades precisam. Acho que formei minha segunda família”, conclui.

A dona de casa Odiva da Silva Sabino, 79, que participa há três anos das aulas no Morro Doce, evidencia a reposição das energias. “A gente tem ânimo. Chego em casa, é como se eu não tivesse feito nada. Estou leve, pronta para fazer meu trabalho do lar”, afirma.

Foto: Ira Romão/Agência Mural

Na gingoterapia, assim como na capoeira, os alunos passam por graduações. Cordões, em forma de colares, simbolizam o nível da prática. Para o futuro, o mestre quer seu legado cada vez maior e, desde o ano passado, vem ministrando formações para professores e mestres de capoeira que desejam trabalhar com pessoas idosas.

Fonte: Dia do Desafio
 

Fonte também foi pensada para qualquer pessoa com sede. Construído há seis meses, bebedouro está localizado na Rua Brasília, em Porto Velho.

Com a intenção de “fazer o bem sem olhar a quem”, uma advogada de Porto Velho decidiu abrir o muro da casa dela para ajudar o próximo. A forma pensada por Márcia Regina Pini foi construir um bebedouro com água gelada que ficasse disponível a moradores de rua e qualquer pessoa com sede. A fonte fica na Rua Brasília, no bairro São Cristóvão da capital.

Márcia Regina contou ao G1 que se sensibilizou ao descobrir que muitos moradores de rua sofrem com problemas renais por não beberem a quantidade de água suficiente.

A partir daí, Márcia Regina começou a planejar a construção do bebedouro. Foi necessário comprar uma pia, uma torneira e um equipamento para manter a água fresca e gelada. O local ficou pronto há seis meses.

“Eu fiquei pensando em uma forma que eles (moradores de rua) não precisassem tocar a campainha. E não só para atender essa população, mas qualquer pessoa que passar. Afinal, a água é a fonte da vida. A sede é uma tortura”, contou.

A advogada lembra que, no começo, a ideia foi recebida com desconfiança por alguns familiares e vizinhos. Entretanto, disse que, depois, todos perceberam a relevância da ação.

“Às vezes as pessoas têm medo, ficam preocupadas, mas a população de rua não é violenta. Hoje, a gente vê pessoas passando, enchendo a garrafinha e eu fico feliz de poder contribuir”.

Diariamente, a advogada e os familiares limpam o bebedouro e colocam copos descartáveis. Pini revela que a vigilância sanitária já visitou o imóvel, conferiu o funcionamento e bebeu da fonte.

A decoração de azulejos foi montada pela própria advogada. “Eu quis fazer uma arte e tinha alguns restos desse material, planejei e acabou saindo. Lembra uma tulipa”.

O auxiliar de serviços gerais Márcio Kluska caminhava pela rua procurando uma loja e se surpreendeu ao perceber a fonte de água gelada no muro. Ele não pensou duas vezes e aproveitou a oportunidade para “matar a sede” e se refrescar.

“Normalmente ninguém nem quer mostrar o que tem dentro de casa. Quanto mais dinheiro, menos demonstração. Mas ela tem um bebedouro aí dentro gelando o dia inteiro. Já me ajudou, matou minha sede”, disse.

O bebedouro também chamou a atenção do autônomo Richardson Bemer ao passar pela Rua Brasília.

“Fiquei muito surpreso de ver pessoas assim se solidarizando com as outras. Muitas pessoas não têm dinheiro pra comprar uma água engarrafada e esse bebedouro ajuda”.

De acordo com Márcia Pini, a próxima ideia que deve ser executada é uma cantina para fornecer alimentação para aqueles que vivem nas ruas da cidade.

Fonte: G1

Reprodução: Blog da Arquitetura

Imagine uma casa sustentável feita de papelão, que é construída em tempo recorde (apenas 1 dia), pode ser transportada para qualquer lugar e tem uma durabilidade incrível de 100 anos. Pois é, este projeto existe!

Casa sustentável de papelão: existe mesmo? 

Sim, e o responsável por isso é o estúdio de design holandês Fiction Factory. Embora existam apenas 12 unidades fabricadas atualmente – todas na Europa – os responsáveis querem popularizar o conceito para o mundo inteiro.

Com durabilidade de 100 anos e garantia de 50, essa casa é três vezes mais sustentável que as populares de alvenaria, e tem um baixo custo, cerca de 25 mil euros (91 mil reais). Além de móvel, ela é montada em blocos passo a passo e fica pronta em cerca de 24 horas. O tamanho é variável e ela ainda pode ser desmontada sem problemas.

Mas como ela pode durar tanto tempo sendo de papelão? Segundo os desenvolvedores, o segredo para a casa sustentável resistir a ventos e chuvas é uma supercola que une as diversas camadas do material, coberto posteriormente com madeiras ou outra opção mais resistente à escolha do proprietário.

E para quem pensa que o imóvel é desconfortável, está muito enganado: é possível fazer tudo dentro da casa, tarefas normais do dia a dia como tomar banho e descansar. O vídeo a seguir mostra um pouco do seu processo de produção:

Wikkelhouse from Wikkelhouse on Vimeo.

Casa Sustentável

Reprodução: Blog da Arquitetura

Fonte: Blog da Arquitetura


Isadora Neumann / Agencia RBS

Terapia com animais é oferecida uma vez por semana desde outubro do ano passado para melhorar a qualidade de vida 

Impossível apontar quem, entre visitantes e moradores, estava mais contente neste domingo (16), no lar de idosos Gustavo Nordlund, no bairro Rubem Berta, em Porto Alegre. Pouco antes das 14h, entraram pelo portão Pipoca — um cavalo crioulo — e seis cachorros, todos do projeto de extensão Pet Terapia: Terapia Assistida por Animais Desencadeando Bem-Estar, promovido pelos cursos da área de Saúde da UniRitter.

A parceria começou em outubro de 2018, com visitas semanais dos cães, sempre às sextas-feiras. Em março deste ano, porém, Pipoca também foi chamado para os encontros. Excepcionalmente no meio do mês de junho , os animais foram levados num domingo, quando foi feita a festa junina do projeto. 

Há 10 anos morando no lar, Valda Alves, 78 anos, falava da infância enquanto dava de comer para o equino. Ao lado, Mafalda — uma golden retriever inquieta — torcia para que sobrasse para ela um pedaço daquela cenoura aparentemente suculenta.


Isadora Neumann / Agencia RBS

— Eu morava “pra fora”, andava de cavalo. Sempre tinha cachorro, gato, porco, tudo quanto é bicho. Quando eles vêm aqui, eu lembro daquele tempo — disse Valda, com um sorriso largo, antes de dividir o alimento do cavalo com o cão. 

E esse é um dos benefícios da aproximação entre os idosos e os animais: recordar a infância. Mas a integrante do projeto e professora do curso de Fisioterapia da UniRitter, Magda Furlanetto, vai além e cita outras vantagens.

— A presença dos animais remete à sensação de família, de pertencimento a algum lugar ou grupo. Também afeta a cognição, e isso se traduz em melhora da coordenação motora — explica.

Noemia Pisapia, catarinense de 84 anos, também estava empolgada com o Pipoca. Antes de se mudar para o lar, nunca tinha acariciado um cavalo, mas sempre viveu rodeada de cachorros. Um deles era o Bob, que despertava ciúme até no marido dela. Em uma sacolinha de plástico transparente, Noemia carrega fotos dos dois.

— O Bob só obedecia a mim. Meu marido ficava bravo com isso — conta Noemia, que foi parar no lar após o falecimento do companheiro, há cerca de três anos. — A gente fica a semana toda ansiosa esperando os cachorros e o Pipoca. É uma festa quando eles estão aqui — complementa.

Quem estava bem à vontade também era a cadelinha Schuky, acomodada no colo da Terezinha Campos, 40 anos. Não queria sair de lá de jeito nenhum, e Terezinha nem fazia questão que isso acontecesse.

— Ela é bem bem peluda, né? — disse a senhora, encantada com o animalzinho.

Analista de Recursos Humanos e destacado como porta-voz do lar, Carlos Gomes disse que, no primeiro dia do projeto, já foi possível perceber mudanças comportamentais nos idosos:

— Identificamos diferença no temperamento. Alguns eram muito fechados. Arrancar um sorriso deles era bem complicado. Agora, eles estão mais felizes, sorridentes.

Coordenadora do projeto Pet Terapia, Ilusca Sampaio Finger acrescenta que, com o passar do tempo, os idosos passaram a confiar na equipe e nos animais. Ela destaca que, hoje, há uma cumplicidade que faz bem para todos: bichos, equipe e idosos.

— Na presença dos cães, eles saem dos quartos, brincam, sorriem, dançam. Notam-se mudanças positivas emocionais, afetivas, comportamentais e psicomotoras — comemora Ilusca.


Isadora Neumann / Agencia RBS

Fonte: Gaúchazh Saúde

A modelo e estilista Helena Schargel, 79, acaba de lançar sua segunda coleção de lingeries voltada para mulheres acima dos 50 anos. “São peças confortáveis, mas sexy e coloridas. Afinal, somos lindas e temos visibilidade, sim”, afirma. Cansada de ficar em casa após um ano de aposentadoria — ela trabalhava como criadora de marcas femininas —, Helena ofereceu a ideia em dezembro passado à etiqueta Recco. “Estipulei que eu precisava ser a garota-propaganda, e nada de usar Photoshop na campanha. Viva a mulher real!” Helena também virou palestrante motivacional e prepara uma linha de roupas esportivas, além de contar com outras novidades na vida pessoal. “Estou viúva há sete anos. Rec17ebo muitas cantadas no Instagram, mas meus filhos têm ciúme”, diverte-se.

Fonte: Veja

O cearense Nilo Veloso, de 66 anos, costumava fumar 3 maços de cigarro por dia, mas conseguiu abandonar o vício depois de 34 anos. O que o fez apagar de vez a bituca foi um mal-estar súbito, causado pelo tabagismo, que sofreu enquanto dirigia.

Dinheiro do cigarro foi para viagens

Livre da nicotina desde 2005, o aposentado agora guarda, diariamente, todo o dinheiro que gastava com cigarro em um pote que só abre uma vez por ano. Tudo é gasto com viagens, hobbies e melhorias para a sua casa.

“Comecei a fumar com uns 20 anos, na época era considerado um charme. Fui fumando cada vez mais e cheguei a fumar 3 maços por dia nos dois últimos anos, até que parei no dia 24 de julho de 2005”, relembra o aposentado.

Veloso conta que sua dependência era tanta que ele não esperava nem tomar café da manhã. Acordava, só tomava um golinho de água e já começava a fumar.

Até que certo dia, quando estava com 54 anos, começou a passar muito mal enquanto fumava e dirigia. “Fiquei tonto, tudo ficou escuro, precisei parar o carro por causa da vista embaçada, joguei o cigarro fora e pedi ajuda a Nossa Senhora”, relembra.

Decisão de parar de fumar

Com o susto, Nilo tomou uma decisão na hora. Ele não iria mais fumar daquele dia em diante e guardaria todo o dinheiro que seria gasto com cigarro. Ele não só conseguiu, como continua guardando o dinheiro até hoje.

“Já tinha usado remédio, adesivo e nada adiantou. Neste dia, eu não precisei de nada. Eu falo que Nossa Senhora veio com um bisturi divino e me operou. O que aconteceu foi um milagre”, afirma o aposentado.

Para agradecer Nossa Senhora de Fátima pela conquista, todo dia 13 (dia da santa) Nilo usa branco durante o dia inteiro e vai à missão ao meio dia. “Eu nunca mais senti vontade de fumar”, comenta admirado.

Dinheiro do cigarro que foi poupado

Com o dinheiro que guardou ao longo dos anos, Nilo já viajou com a esposa para a Argentina, Uruguai, Chile, duas vezes para a Serra Gaúcha, reformou os móveis da sua casa, trocou o colchão da sua cama, comprou um computador e uma bicicleta de carbono de R$ 11.800 que usa para pedalar com os amigos 4 vezes por semana.

“Comecei juntando R$ 7,50. Hoje eu guardo R$ 15 todos os dias e só abro o pote em julho. Em média, dá R$ 5.800 por ano”, conta orgulhoso.

E os próximos cofres já têm destino. Um deles vai pagar a viagem que ele e a esposa vão fazer para Aracaju para visitar um amigo de infância. Outro, ele pretende usar para realizar o sonho de ir até o Rio de Janeiro durante o Carnaval para desfilar pela sua escola de samba do coração, a Mangueira.

Alegria de ter abandonado o vício

Passados anos desde o dia em que decidiu mudar de vida, Veloso afirma que nunca mais sentiu vontade de fumar e que tudo mudou para melhor.

“Era tanta nicotina que tive que mandar lavar todas as roupas do armário quando parei de fumar. No começo de 2006 comecei a pedalar e hoje pedalo 28 km de terça e quinta e mais de 50 km de sábado e de domingo. Meu cabelo melhorou, minha pele agora é limpa, até o gosto da água ficou diferente”, comemora.

Fonte: Vix

Apesar de ser um dos maiores poluidores do mundo, com cidades de céu cinza e habitantes sempre com a mão boca, nos últimos anos as autoridades chinesas passaram a ser responsáveis ​​pela energia, evoluindo para aproveitar outros tipos de geração de energia elétrica, e encontraram a maneira mais divertida possível.

Os ursos panda são um dos animais mais bonitos do mundo, e a China aproveitou sua beleza para ampliar seus interesses, porque não há zoológico que valha a pena visitar se não houver um Panda lá, e agora podemos vê-lo de uma maneira melhor porque, além de bonito, salvar o mundo em usinas de energia solar, colocado especificamente para se parecer com um deles.

Localizada em Datong, a oeste de Pequim é o painel de energia solar mais tenro do mundo, porque do céu você pode ver dois pandas bonitinhos que parecem saudar aqueles que os veem.

Vídeo

De acordo com Li Yuan, diretor executivo da Panda Green Energy, o projeto deste painel visa capturar o interesse dos jovens sobre as “energias do futuro” e procurar formas de gerar eletricidade sem prejudicar o mundo que nos protege e serve de lar. Além disso, este painel produz 50 megawatts, o suficiente para alimentar 16.500 casas por hora.

A primeira imagem foi um esboço feito pelos designers e o resultado está longe da realidade, tudo isso devido às placas fotovoltaicas que além de serem delicadas devem ser escuras para melhor absorver a luz solar e limitar qualquer “design imaginativo” que tem o artista.

No entanto, o que foi alcançado foi alcançado e é uma boa iniciativa para um dos países que mais contaminam. Até agora, a China ocupa 25% da produção de eletricidade solar no mundo, dobrando sua capacidade instalada entre 2015 e 2016, fazendo uma verdadeira revolução verde.

Fonte: A Soma de Todos os Afetos 

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