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Passos para ser admirada

Você já percebeu como sempre há alguém muito admirado no trabalho? Pois então, essas pessoas costumam assumir seus pontos fracos com mais facilidade, em vez de esperar o tempo necessário para que outras pessoas os percebam.

No ambiente profissional, existem táticas para aumentar a popularidade. Os 10 passos seguintes explicam como.

  1. Faça perguntas

Pessoas que questionam e expõem suas dúvidas são admiradas porque sentem prazer em compartilhar o que sabem e o que não sabem. Por causa dessa característica, sempre estão prontos para ajudar quem precisa – e isso conta pontos em qualquer grupo.

  1. Fale mais

Uma característica em comum de pessoas admiradas é a capacidade de conversar com todos. Elas não escondem o que pensam. Isso não significa que elas são diretas e grossas, mas fazem questão de ser detalhistas e prestativas.

  1. Doe seu tempo… sem esperar algo de volta

Ajudar os outros por vontade própria aumenta sua popularidade. Pense na pessoa que você mais gosta no trabalho – provavelmente quem poderia ajudar em um dia difícil, ou mesmo quando o seu computador não estiver funcionando. Cuidado, porém, ao ajudar só para ser admirado. A iniciativa precisa ser genuína.

  1. Ouça melhor

Esse passo não elimina a segunda dica, que continua sendo verdadeira. Comunicação facilita relações entre pessoas, mas é importante fazer uma pausa de vez em quando para ouvir. Pessoas admiradas estão sempre curiosas para aprender e ouvir algo novo. Fale tudo que for preciso, mas na hora de ouvir, faça isso com toda a atenção.

  1. Preocupe-se de verdade

Como desenvolver a preocupação e o carinho ao próximo em uma era tão narcisista com as redes sociais? Importar-se requer deixar seus interesses e ambições de lado para ajudar o próximo. Isso exige esforço. Você precisa conscientemente decidir que vai se preocupar com alguém. Ao fazer isso, verdadeiramente, você notará que as pessoas vão admirá-lo.

  1. Admita: você não sabe tudo

Todos sabem como é importante evitar ser o arrogante do escritório. Parte porque sabemos que essa pessoa não irá pedir por ajuda, e muitas pessoas gostam de se sentir úteis e ajudar. Mais importante ainda porque pessoas arrogantes estão sempre tentando se promover. Elas exibem um tipo de orgulho que não é atraente.

  1. Prefira a risada

É difícil não gostar de alguém que encare a vida com leveza. Frequentemente, as pessoas mais admiradas conseguem encher um ambiente de risadas e sorrisos. Se a sua natureza não for tão brincalhona, não tem problema. Só não se esqueça de enxergar humor em acontecimentos cotidianos. Seja alguém de riso fácil e você conquistará as pessoas ao seu redor.

  1. Não esquente tanto a cabeça

A seriedade é uma característica importante no ambiente profissional, mas o excesso dela ofusca a visão mais ampla de algumas situações. Pessoas sérias demais são essencialmente mais egoístas, pois estão sempre se focando em seus problemas particulares. Indivíduos admirados no trabalho reconhecem problemas de colegas e são altruístas.

  1. Não seja insistente demais

Você pode ter suas preferências pessoais, mas seja flexível quando necessário. Vá almoçar em lugares diferentes, ouça músicas sugeridas por amigos, não espere que todos gostem das mesmas coisas que você. Ajuste-se às situações.

  1. Assuma suas fraquezas

Eventualmente, seus colegas no trabalho irão descobrir seus pontos fracos, por que não abri-los com mais facilidade? Não aja como vítima ou compartilhe seus problemas com a próxima pessoa que for apresentada. Mas, no trabalho, não é nenhum pecado expor seus pontos fracos com a intenção de se esforçar para melhorar. Seus colegas farão boas sugestões e poderão ajudá-lo.

Referência: Semear Innovation

02 set

McDia Feliz

E teve Mc dia Feliz na Nossa Casa. Oba!

Nossas meninas se deliciaram com Big Macs e ainda ajudamos a campanha. 

Recebemos a presença de um “Ronald” à “moda da Casa”. A nossa querida Márcia arrancou suspiros e gargalhadas ao se fantasiar de palhaço neste evento especial. 

Confira algumas fotos deste dia incrível que vai ficar guardado no coração de quem esteve presente:

 

Fazer o bem é algo que nos move a todo momento.

E no final daquele dia, ouvir da D. Luzia dizendo: “Olhar pra você, dá vontade na gente de viver. Você faz a gente se sentir feliz. Que Deus te abençoe e obrigada por você existir”, nos faz ter a certeza de que estamos no caminho certo. 

Até a próxima!

Garçom

Um jovem garçom decidiu parar tudo que estava fazendo em um restaurante de Belle Vernon, na Pensilvânia (EUA), para almoçar com um idoso de 91 anos que estava sozinho.

Lisa Meilander e sua família estavam almoçando na mesa ao lado quando se depararam com a cena. Ela decidiu tirar uma foto e a publicou nas redes sociais, esquentando o coração dos internautas.

Ao ver o idoso almoçando meio cabisbaixo e entristecido, o garçom Dylan Tetil se dirigiu até sua mesa, onde ambos começaram a conversar.

“O senhor pediu desculpas por não ouvir muito bem”, escreveu Meilander no Facebook. “Ele havia esquecido de colocar seus aparelhos auditivos. Falou sobre como ele perdeu a audição durante seu tempo na guerra. Ele tinha 91 anos e muitas, muitas muitas histórias para contar. Dylan ouviu pacientemente dando-lhe toda a atenção do mundo.”

Garçom ‘bom ouvinte’

“Eventualmente o homem se desculpou por falar tanto. ‘Estou sozinho agora’, ele disse, ‘e muitas vezes não tenho ninguém com quem conversar’.” Dylan sorriu e disse que gostava de ouvir.

O rapaz então ajudou o homem a escolher uma refeição no cardápio antes de levar o pedido para cozinha. Eles almoçaram juntos.

“Acho que não fomos os únicos a escutar a conversa”, brincou. “Depois que o senhor recebeu sua comida, eles voltaram a conversar, enquanto comiam. Quando saímos do restaurante, lá estavam eles ainda, na mesa, sentados e conversando. Vimos muitas pessoas saindo dali com um sorriso no rosto. Foi um momento muito comovente.”

“Com todas as histórias negativas que circulam por aí, esta foi uma lufada de ar fresco. Eu me pergunto se eu teria sido tão gentil e atenciosa se fosse eu quem estivesse trabalhando lá”, acrescentou. “Uma coisa é certa: se você estiver no [Restaurante] Eat’n Park em Belle Vernon, peça por Dylan. Se ele for o seu garçom, com certeza você será muito bem atendido.”

Referência: Razões para Acreditar

28 ago

Energia

A gente já se acostumou a correr contra o relógio para dar conta de trabalho, estudo, tarefas domésticas e achar que a vida é assim mesmo: quanto mais agitada, melhor. Só que um dia o corpo reclama. É quando você percebe que está exausta, desmotivada, se sentindo feia e sem energia nem para se divertir. Nessa hora, é importante repensar o estilo de vida e colocar em prática atitudes que dão um choque no desânimo e renovam o astral em instantes. Quer ideias? Entregamos várias para você ter na manga e usar no trabalho, em casa, a dois ou a sós.

1. Filtre as companhias
Há pessoas que são como vampiros emocionais: sugam sua energia e deixam você para baixo. Gente tagarela, que reclama demais ou só fala da própria vida costuma ser assim e, se você não se proteger, entra nessa relação sem perceber. “A pessoa não precisa ser do mal para ter esse poder sobre o outro”, fala a psicóloga Carmen Cerqueira Cesar, de São Paulo. “Uma amiga querida ou colega de trabalho com quem você se dá bem tem essa capacidade. Cabe a você colocar limites para não se deixar contaminar.” Corte a conversa com jeitinho ou invente uma mentira branca para evitar um encontro se sabe que não vai sair inteira dele. Assim, você não só preserva seu bem-estar mas a amizade também.

2. Sexo para reanimar
Se nos dias em que chega em casa exausta e louca para se jogar no sofá a última coisa em que pensa é transar, não sabe o que está perdendo. Nos momentos de excitação, o organismo turbina a secreção de dopamina, endorfina e serotonina, substâncias que batem os níveis de cortisol e elevam o humor, a alegria e a disposição. De quebra, você levanta zerada no dia seguinte — um estudo da Arizona State University, nos Estados Unidos, revelou que mulheres que haviam feito sexo na noite anterior acordaram mais relaxadas e bem-humoradas.

3. Cheiro de bem-estar
Leve na bolsa ou deixe na mesa de trabalho um blend de óleos essenciais capaz de dar um up imediato na disposição: com bergamota, grapefruit e limão é uma opção. O aroma age direto no cérebro, estimulando e reequilibrando os hormônios do bem-estar – é só aplicar nos locais em que dá para sentir a pulsação, como pescoço e pulsos, sempre que precisar de uma injeção de ânimo.

4. Laranja para levantar o astral
Nas unhas, na maquiagem ou na roupa, nem que seja apenas em um acessório, essa cor tem tudo para colocá-la para cima no ato: ela afasta as energias negativas, estimula a mente e chama a alegria. E está super na moda. Ou seja, com ela, é dois a zero para o alto-astral e a autoestima.

5. Silêncio mágico
Ficar só e calada de vez em quando funciona para escutar o que o corpo e as emoções pedem — e não tem nada a ver com estar triste ou de mal com a vida. “Aí, conseguimos processar tanta informação que recebemos o tempo todo e achar sentido na vida”, diz Carmen Cerqueira Cesar. “É como colocar cada arquivo na pasta certa para o computador (ou nossa mente) não dar pau”, completa.

6. Transforme angústia em alegria
A terapeuta Ma Deva Suvalia, do Hotel Ponto de Luz, em Joanópolis (SP), ensina um exercício capaz de transformar sofrimento e ansiedade em sentimentos bons: feche os olhos e visualize um ponto no meio do tórax, que corresponde ao chacra do coração. Inspire mentalizando seus medos e preocupações e expire pensando em coragem e tranquilidade, sempre focando o ponto no coração. Em cinco minutos, vai se sentir mais leve, renovada e pronta para encontrar soluções positivas para o que incomoda você.

7. Faça um spa em casa
Tomar um banho quentinho e sem pressa já é um bálsamo contra o cansaço e a falta de ânimo. Para sair completamente renovada, aproveite os minutos embaixo do chuveiro e faça uma esfoliação no corpo com um punhado de sal grosso triturado com alecrim, manjericão e outras ervas aromáticas de que você gosta. “O processo renova a pele, libera aromas que refrescam e revigoram e neutraliza as energias negativas e positivas”, fala o terapeuta Michael Roriz, do Blue Garden Spa, em São Paulo. Enquanto isso, aproveite para mentalizar coisas boas e focar no barulhinho da água caindo pelo corpo.

8. Recarregue com chocolate
O doce já é nosso amigo nos momentos de baixo-astral, mas a notícia melhor ainda é que ele entrega energia extra quando vem na forma de uma bebida quentinha. Primeiro, porque contém cafeína e teobromina, que estimulam o corpo a produzir endorfina e serotonina, substâncias relacionadas ao bem-estar e a emoções positivas. E, como revelou um estudo da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, publicado na revista Science, o simples fato de segurar uma caneca com uma bebida quente deixa você mais segura e para cima.

9. Suco que levanta
Não dê mole para o desânimo e copie esta receita sugerida pela nutricionista Karoline Jorge, da KJ Nutricional Consultoria e Assessoria, em São Paulo, para começar o dia com pique total: bata no liquidificador 1 copo (200 ml) de suco de laranja, 1/3 de cenoura picada, 1 polpa de açaí e 1 colher (chá) de guaraná em pó. O açaí carrega ferro, mineral que em falta no organismo pode levar a cansaço e anemia. Combinado com o guaraná, a frutinha forma uma dupla revigorante. A laranja e a cenoura colaboram para a eliminação de toxinas e a renovação de todas as células do corpo.

10. Mexa o corpo
Pode soar contraditório, mas quando você se sente exausta, uma das melhores coisas a fazer para recuperar o pique é malhar. Não precisa ser em alta intensidade nem até suar em bicas. Um estudo da Universidade da Geórgia, nos Estados Unidos, mostrou que adultos que pedalaram em baixa intensidade por 20 minutos, três vezes por semana, sentiram 65% menos fadiga do que o grupo que não se movimentou e 16% mais dispostos do que quem praticou exercício pesado. É que mexer o corpo aumenta a oxigenação do sangue e dos tecidos e estimula a produção de substâncias que garantem energia, disposição e bem-estar, como dopamina, adrenalina, endorfina e serotonina.

11. Banana a tiracolo
Não tem fruta mais prática que essa para matar a fome fora de hora, e o melhor é que ela também esbanja propriedades. “É ótima para quando falta energia, pois tem frutose e um tipo de aminoácido que serve como matéria-prima para a produção de serotonina, que garante bem-estar e disposição”, diz Karoline Jorge.

Livro da Vovó

Olhando sempre para o lado positivo da vida, acompanhada da risada gostosa que é sua marca registrada, Maria Emília de Mendonça, a vovó Dodóca, alcançou mais um sonho na  longa trajetória. Aos 103 anos, ela lançou neste sábado (10), em Novo Hamburgo, o livro Encontro das Águas, que eterniza as suas memórias em 129 páginas. A obra conta como ela encara o mundo para chegar a incrível marca de mais de um século na Terra — ainda se sentindo jovem, garante ela. 

Para a vovó Dodóca, o segredo de tudo está na cabeça, e não no corpo. Ela sugere que todos olhem para a vida sempre buscando a sua melhor parte. Ou seja, para ela, o copo nunca está meio vazio, mas meio cheio. Assim, segundo a vovó, é possível atingir a longevidade de maneira feliz.

Perguntada sobre o momento mais alegre, complementou a primeira fala: 

— Alegria eu tenho sempre. Eu penso mais é nas amizades, no amor, nas pessoas que estiveram e estão comigo. 

A ideia de escrever o livro já existia em dona Maria Emília, mas foi incentivada pela filha, Marli Helena de Oliveira, 68 anos, que buscou a parceria do escritor e amigo Fabrício Vijales. Foram várias semanas de entrevistas da vovó ao profissional entre 2017 e 2018, em encontros todas as segundas-feiras para que ela detalhasse os principais pontos da vida centenária.

As histórias da vovó

O livro conta desde os primeiros anos dela, neta de um escravo, em uma família humilde. Nascida na área rural de Gravataí, ela perdeu a mãe aos sete anos, o que abreviou a infância e fez com que ela trabalhasse desde cedo. Teve de assumir os irmãos e se tornar uma mãe repentinamente. Ainda assim, ajudava o pai na roça com uma enxada sempre que ele precisava. Depois, aos 13 anos, foi morar em Porto Alegre, no bairro Bom Jesus, onde trabalhou como doméstica nas casas de famílias ricas da época. 

O texto reflexivo também atende a um dos principais hábitos da dona Maria Emília: ler. Há 10 anos, ela decidiu largar outros passatempos, como a TV, e dar mais atenção para a leitura, um hábito que nunca mais deixou e recomenda a todos. Nem mesmo a casa cheia com os nove netos, 12 bisnetos e cinco tataranetos é capaz de tirar a concentração dela nos textos.  

Ultimamente, a vovó teve agenda de estrela para divulgar o Encontro das Águas. Visitas em prefeituras, casas de amigos, conversa com autoridades e uma maratona de entrevistas marcaram os últimos dias da dona Maria Emília. Ela lembra o nome de cada um que a entrevistou e perguntou a vários as suas datas de nascimento, para que possa dar os parabéns na próxima vez em que os encontrar.

— Está muito legal. Foi uma boa ideia da Marli o livro. Tá bombando! — diverte-se, usando um termo jovem, a mulher que já tem quase 38 mil dias de vida.  

Além do livro, no ano passado, a vovó alcançou outro sonho em sua vida. Comemorou os 102 anos em sua primeira viagem internacional, com a filha, para Portugal. Maria Emília lembra de compartilhar o sonho com algumas pessoas, que duvidaram que ela conseguiria ir tão longe com a idade avançada. A viagem foi de mais de 20 dias e ela adorou.

A memória de Maria Emília impressiona a qualquer um. Ela não demora para responder as questões, não titubeia, lembra de datas com a precisão de quem não usa agendas. Uma das histórias que ela mais se diverte ao contar foi sobre a vez em que abandonou o noivo pouco antes do casamento, aos 24 anos. O pretendente era mais velho, amigo de seu pai, e já tinha até feito casa para eles e entregue uma aliança. Ela tinha certeza que não queria casar com aquele homem. 

— Teve uma noite que eu não dormi. Não sabia como diria para o meu pai. Mas criei coragem e falei pra ele ao amanhecer, quando pedi a bênção. Ele, graças a Deus, entendeu. Saí a pé para caminhar duas horas até o cartório e ainda encontrei o noivo no caminho. Ele tinha uma faca, e me ameaçou. Disse pra ele: quer me matar, pode me matar, mas contigo eu não caso — conta. 

O destino, como ela mesmo lembra, foi caprichoso e ela casou-se com o homem de sua vida: um amigo que ela já gostava de outros tempos. Foi com ele que ela teve os seus seis filhos. 

Vitalidade e saúde de ferro

Chama atenção também seu estado de saúde: não usa óculos nem para ler, caminha lentamente, mas com passadas firmes e sem bengalas, e só toma dois remédios, um para manter controlada a pressão arterial e outro para labirintite. Fazia hidroginástica até os 99 anos de idade e só parou de ir, assegura, porque ficou sem companhia. Até os 101, ela morava sozinha em sua casa em Novo Hamburgo. Há dois anos, mora com a filha, na mesma cidade.  

— Não tem quem não se impressione. Ela é uma pessoa iluminada, que alegra quem está por perto  — revela Marli.

A vó Dodóca também revela sua dieta: come de tudo, mas em porções pequenas. Gosta de cozinhar à moda antiga, usando banha no feijão, que deixa as comidas mais saborosas. O prato preferido é dobradinha: mondongo com batata. Nunca fumou, nunca bebeu e nunca usou drogas. 

Na rotina, gosta de ir em todas as festas em que é convidada e a encontros com familiares e amigos.  É adepta da filosofia Seicho-no-Ie há 30 anos. Ficar muito tempo parada não é algo que deixe feliz a centenária do Vale do Sinos. Tenta sempre viajar e os outros Estados do Brasil estão entre os seus destinos favoritos. Para o futuro, o único pedido que faz toda noite é que possa seguir conhecendo novos lugares. 

O nome do livro, Encontro das Águas, é uma simbologia feita pelo autor pela resiliência da dona Maria Emília com os problemas da vida. Uma pessoa que se molda ao passar dos anos, mas que segue sempre o seu próprio fluxo. Se ficar parada, apodrece. Por isso, precisa mover-se em seu caminho desviando de pedras e dos problemas, mas sem nunca parar de seguir. Olhando, claro, para o lado positivo e mantendo a risada contagiante.

Referência: GaúchaZH

Bon Jovi

Jon Bon Jovi é um dos artistas mais reconhecidos no mundo. Sua carreira musical o catapultou para a fama nos anos 80 com sua banda de rock Bon Jovi.

Além de músico e compositor, Jon tem carreira como ator de cinema e televisão e atualmente é ativista político.

O ícone mundial é reconhecido há anos pela abertura de dois restaurantes solidários, onde pessoas sem recursos podem comer sem pagar.

A iniciativa já serviu mais de 104.800 pratos para pessoas necessitadas em Nova Jersey, nos Estados Unidos. A Fundação JBJ do artista é responsável pela gestão dos restaurantes Soul Kitchen. Neste lugar, os pratos são deliciosos e pagar a conta é opcional.

Aqueles que podem pagar pelos pratos pagam uma doação de US $ 20 por comida, e aqueles que não são, são convidados a entrar, comer e, se quiserem, ajudar como voluntários na cozinha.

Segundo o site do restaurante, 51% das refeições servidas foram pagas com doações e os restantes 49%, através do trabalho voluntário de pessoas sem recursos financeiros. Um de seus principais slogans é: ” Todos são bem-vindos à nossa mesa”.

Restaurante solidário do Bon Jovi

A primeira dessas lojas foi inaugurada em 2011 em Nova Jersey e a segunda foi inaugurada quatro anos depois. Ambos têm a missão de alcançar uma mudança positiva, abordando os problemas da fome e da falta de moradia.

Os pratos servidos nesses restaurantes são feitos com ingredientes nutritivos e orgânicos de seu próprio jardim, fazendo com que os alimentos que essas pessoas consomem sejam mais saudáveis.

Jon Bon Jovi quer que mais pessoas se inspirem em seu exemplo para realizar atos de solidariedade que possam melhorar a vida dos outros.

Referência: Psicologias do Brasil

Neto e Avó viajam juntos

Há quatro anos, a vovó Joy contou ao neto, Brad Ryan, que jamais havia visto o mar. Dias após a ‘confissão’, o rapaz levou-a à praia, onde o contemplaram o pôr-do-Sol juntos.

Mais do que isso, Joy e Brad começaram a se aventurar pelos locais e paisagens mais deslumbrantes da América do Norte – desde 2015, eles viajaram para dezenas de locais espalhados pelos Estados Unidos, Canadá e México.

Brad havia acabado de terminar o curso de Medicina Veterinária e se sentia esgotado pela faculdade. Certo dia, decidiu visitar a avó, Joy, de 85 anos. Ele esperava passar algum tempo com ela para elevar seus ânimos.

Entre uma conversa e outra, a idosa disse que seu “grande sonho não-realizado na vida era poder contemplar o oceano e as montanhas deste país”.

O neto então a chamou para cruzar o estado de Ohio e viajar até a costa leste, onde eles poderiam contemplar o Oceano Atlântico. Em seguida, eles iriam para as famosas Montanhas Smoky, mas sem muito planejamento. Joy não pensou duas vezes: topou se aventurar com o neto.

Daquela pequena expedição em diante, avó e neto visitaram 29 parques nacionais e viajaram um total de 37 mil quilômetros nos últimos quatro anos. E a aventura está longe de acabar!

“Ver a alegria da minha avó, que acorda todas as manhãs feliz e realizada, me faz ter gratidão pela vida. Ela me ensinou a viver”, disse Ryan. “Com ela, aprendi a desacelerar e ver as coisas de uma maneira diferente. Me sinto mais rico.”

“Eu amo muito a minha avó; ela me faz ter uma grande paz comigo mesmo. Enquanto estamos viajando e conhecendo todos esses lugares, sinto nossos espíritos desprendidos e livres, livres para contemplar as paisagens.”

Ryan tem documentado as suas aventuras ao lado de Joy no Instagram, e e espera que sua presença na rede social inspire outros jovens a passar mais tempo com seus familiares mais velhos. Instagram: @doctorhellbender

“Eu quero que as pessoas mais jovens saibam que sim, é muito legal sair com seus avós!”, disse. “Você não sabe o que está perdendo… Há muita perspectiva e conhecimento que podemos obter nos relacionando com eles.”

Referência: Razões para Acreditar

Amar

Amar é cuidar. É simples, não há amor baseado no descuido. De fato, não há nada que caracterize mais o pensamento de um amante do que o de cuidar de seu parceiro. Fazer isso significa manter os pequenos detalhes, avaliar quem temos em seguida e fazer você se sentir especial, ouvido e amado.

Pode parecer muito óbvio, mas a realidade é que a primeira coisa que geralmente abandonamos é precisamente isso: cuidado. Conhecemos a teoria perfeitamente, sabemos que temos que conquistar todos os dias ou que devemos manter a atenção em nosso parceiro ou na pessoa que amamos.

Porém, ao realizar esse costume de cuidado cotidiano, costumamos pecar pelo desinteresse e acabar prejudicando nossa relação com atitudes de indiferença ou procrastinação , isto é, de postergação de pequenos detalhes.

Amar é cuidar e regar o amor todos os dias, para que não morra e acabe morrendo por preguiça e pelo adiamento de detalhes.

O amor vai durar enquanto você cuida dele

Às vezes fazemos com o amor igual a uma criança faz com seu balão. Ou seja, às vezes ignoramos o que temos e depois choramos pelo que perdemos. É sábia a expressão que diz que “não sabemos o que temos até perdê-lo”.

Se não nos esforçamos para cuidar de nossos relacionamentos, corremos o risco de perder a ilusão e o desejo de manter um afeto ou um vínculo que, supomos, nos faz felizes. Acreditamos que nosso parceiro ou as pessoas ao nosso redor têm a obrigação de esperar por nós, para nos manter ou nos entender antes de tudo.

Mas a verdade é que podemos tolerar tudo, exceto que nossas necessidades estão sob controle. Com essa ideia, acabamos submetendo os outros e nos submetendo, criando ou alimentando círculos viciosos doentios que deterioram os sentimentos que deveriam ter sido atendidos.

“No final, você percebe que o pequeno é sempre mais importante. As conversas às três da manhã, os sorrisos espontâneos, as fotos desastrosas que fazem você rir em voz alta, os poemas de dez palavras que lhe trazem uma lágrima. Os livros que ninguém mais conhece e se tornam seus favoritos, uma flor que você coloca no seu cabelo, um café que você toma sozinho … É isso que realmente vale a pena; as pequenas coisas que causam emoções gigantescas ”

As desculpas que alimentam a negligência

Nós geralmente nos desculpamos pelo pouco tempo que temos, mas a verdade é que o que freqüentemente deteriora nossos relacionamentos é inércia, hábitos e costumes; isto é, a rotina . Assim, o que a priori não teria que ser negativo se manuseado corretamente, acaba sendo destrutivo.

Como paramos de cuidar daqueles que amamos? Não alimentando os sorrisos diários, cobrindo nossos olhos e não percebendo a reciprocidade. Isso acaba minando a luz que o amor trouxe à nossa vida e tudo se torna muito mais superficial. É assim que nos esquecemos de que amar é cuidar.

Então, o que alimentou o “especial” é extinto, paramos de nos sentir amados e parte do nosso relacionamento começa a falhar. Assim, a ausência de amostras de interesse e gratidão acaba gerando dúvidas em um casal e a união se torna desunião.

Não há amores eternos, há amores bem guardados

Não há prescrição universal para proteger nosso amor , mas podemos nos esforçar para que, pelo menos, a negligência não seja o que a deteriora. Porque não há amores que são eternos em si mesmos, o amor é carinho e é isso que temos que fazer.

Assim, os pilares fundamentais de uma relação duradoura são: a admiração, a concepção do casal como uma equipe, o conhecimento profundo do outro, a aprendizagem das dificuldades e a busca conjunta de soluções para problemas e o compartilhamento de desacordos e encontros.

É, portanto, sobre trabalhar a capacidade de compreender, aceitar e cuidar de nós mesmos. Porque no final do dia o amor é cuidar, algo simples e profundo ao mesmo tempo.

Referência: Pensar Contemporâneo

GPS

Quem cuida de pessoas idosas ou com algum tipo de desordem mental nem sempre consegue estar com elas em 100% do tempo. E se elas também não estão com um celular, ou não conseguem usar um, como se certificar de que não se perderam? A americana GTX Corp endereçou este problema criando solados inteligentes de calçados com GPS, que permitem monitorar à distância a localização de crianças e idosos com doenças como Alzheimer ou demência.

Smart Sole, nome dado ao produto, começou a ser concebido ainda em 2002 pela empresa, que se descreve como a “primeira companhia de dispositivos usáveis com GPS do mundo”. “Nossa inspiração foram as milhões de pessoas com Alzheimer, demência, autismo e traumas cerebrais que possuem problemas de memória e tendem a se perder se ficam sozinhas”, descreve o CEO Patrick Bertagna no site da empresa.

Segundo a empresa, mais 100 milhões de pessoas no mundo todo precisam de acompanhamento constante em função de diversos problemas que afetam a memória. O número tende a crescer para 277 milhões até 2020, segundo o Relatório Anual de Alzheimer.

A preocupação era com essas pessoas ficarem desacompanhadas em casa, e acabarem conseguindo sair sem rumo pelas ruas. Com o avançar da tecnologia e a febre dos smartphones pelo mundo, logo se tornou mais fácil conceber como os responsáveis pelos doentes – e pelas crianças, que também podem se perder mais facilmente – poderiam monitorá-los.

O solado inteligente não é só um chip, mas “um minúsculo celular dentro do sapato”, descreve a GTX. Ele usa a rede celular para se comunicar, requer um plano de telefonia e precisa ser recarregado diariamente. Ele estando online, os responsáveis podem monitorar em tempo real a localização de quem usa os sapatos utilizando um login e senha protegidos.

O sistema também envia automaticamente e-mails e SMS para os cuidadores, caso o usuário do calçado saia da área de monitoramento. O solado é vendido em vários tamanhos adultos e infantis, e possuem um formato padrão que se encaixa nos sapatos e tênis casuais mais comuns.

Depois de patentear a tecnologia e lançar seu próprio dispositivo, a GTX Corp viu a solução ser adotada por outras companhias, que em alguns casos inserem os solados em sapatos que são comercializados de forma conjunta. A japonesa Wish Hills é uma delas.

Referência: Pequenas Empresas & Grandes Negócios

Descarte de Lixo reciclável

Resíduos recicláveis sujos não são reaproveitados e vão para aterros sanitários; a maior parte das pessoas não sabe jogar fora os recicláveis da forma correta

As pessoas não sabem como jogar o lixo fora da forma correta, afirmam especialistas, e isso está tendo um impacto negativo no meio ambiente. Você separa seu lixo, mas não limpa os recipientes de plástico? Se assim for, você é um “reciclador aspira”.

Segundo os ambientalistas, muitas pessoas jogam materiais na lixeira sem saber que, da forma como estão sendo descartados, não podem ser reciclados. Isso acontece porque em geral se supõe que alguém vai separar e limpar os materiais, mas muitas vezes, esse não é o caso.

Se o material reciclável está contaminado por resíduos de alimentos, ou está misturado com muito material não reciclável, seu tempo em colocar o lixo na lata de recicláveis foi desperdiçado. Seu lixo vai acabar em um aterro sanitário, de acordo com a diretora de Marketing e Comunicações da Repak, Laura Sherry.

— Você não deve reciclar sacolas plásticas. E você não deve colocar sua reciclagem em um pequeno saco de lixo porque essas sacolas podem ficar presas em máquinas. Fraldas também são um grande problema para a reciclagem.

Também é importante notar que, ao reciclar incorretamente, há mais desperdício e mais trabalho para outras pessoas. Sherry disse que as pessoas devem estar conscientes do que colocam em suas lixeiras. “São os seres humanos que passam por esse desperdício em certos estágios, não são todas as máquinas”, acrescentou ela.

Aprenda a descartar o lixo da forma correta

  • Xícaras de café: A maioria dos copos não pode ser reciclado, pelo menos não atualmente. Isto é principalmente devido ao revestimento de plástico ao redor do copo de papel, que é difícil de quebrar.
  • Potes de Comida:  Outro erro de reciclagem é não limpar as marmitas descartáveis antes de colocá-los na lixeira especial. Embora seja tentador jogar fora sua caixa manchada de molho sem enxaguar, o líquido pode vazar para outros materiais da lixeira. Assim, além de descartar errado, você vai estar contaminando o lixo de quem descartou corretamente. Sempre lave seus plásticos antes de colocar na lixeira.
  • Pasta e escovas de dentes: Os tubos de pasta de dentes são compostos de um componente de plástico, tornando-os difíceis de quebrar. A própria escova de dentes é de plástico e é difícil de reciclar. Mudar para uma escova de dentes de bambu significa que menos plásticos descartáveis vão para o solo.

Referência: O Globo

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