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Durante nossas vidas, somos ensinados a cuidar de nós mesmos e posteriormente de nossos filhos, quando estamos preparados para constituir nossas próprias famílias. No entanto, nunca nos preparam para cuidar de nossos pais, aqueles que nos deram a vida em sua velhice, momento em que mais precisarão de nós.

Cuidar dos nossos pais

Não é fácil testemunhar as principais pessoas de nossas vidas, aquelas que nos ofereceram amor, cuidado, conselhos, exemplos perdendo para o tempo. Dói nossa alma presenciar os braços que nos confortaram por tanto tempo fraquejando, os olhares protetores e firmes se tornando mais apagados, esquecidos. As vozes, que nos transmitiam tanta segurança e confiança, tornando-se mais baixa.

Assim como nós, nossos pais crescem, e nunca estamos preparados para isso.

Quando nossos pais envelhecem, eles voltam a ser crianças e nós nos tornamos responsáveis por seu bem-estar e felicidade, passamos de cuidados a cuidadores. A vida é cheia de reviravoltas, e essa é uma das mais importantes. Os nossos heróis se tornam nossos protegidos, e assim emerge uma das maiores responsabilidades que deveremos assumir.

Ao presenciarmos os últimos momentos de nossos amados pais, somos confrontados com nossa própria finitude.

Quando esse momento tão doloroso de nossas vidas chega, independentemente de como tenha sido o nosso relacionamento com nossos pais, existem 3 maneiras principais de encarar a situação:

• Entrar em um estado de negação, não aceitando que um momento muito triste e doloroso está para acontecer;
• Deixar de lado nossa vida pessoal e nos dedicarmos totalmente aos nossos pais;
• Tentar manter um equilíbrio entre a dor (sentimento de perda) e a presença na vida dos pais, fazendo o seu melhor para tornar os seus últimos momentos memoráveis.

Quando o relacionamento com os pais não é fácil

Nem todos nós temos relacionamentos saudáveis com nossos pais, podemos ter sofrido muito com suas atitudes e com isso criamos um certo afastamento. Para essas pessoas, costuma ser muito difícil saber lidar com essa situação. Elas não sabem como devem fazer para se relacionarem com seus pais ou se realmente querem isso.

A falta de amor e carinho dos pais é algo que afeta todas as áreas da vida de uma pessoa. E nem todo mundo está disposto a deixar isso para trás. Mesmo sabendo disso, é essencial fazermos o nosso melhor para resolver os conflitos enquanto ainda temos a oportunidade. É impossível se resolver com mortos e ninguém gosta de sentir culpa.

Para fazermos o melhor para nossos pais, precisamos seguir algumas diretrizes:

• Paciência. Nesse momento, precisamos retribuir tudo o que eles fizeram por nós quando éramos pequenos. Tenha calma quando ele demorar para se arrumar, para quando esquecer algo ou não saber executar tarefas simples com a mesma precisão. Não é fácil, assim como não foi fácil para eles.
• É importante encontrar soluções criativas e saudáveis para lidar com essa nova situação de vida. Converse muito, faça perguntas, compartilhe conhecimento, tudo o que ajudar a deixar a situação mais leve.
• Identificar e diferenciar suas emoções. Dessa maneira, terá mais recursos para lidar com esses sentimentos de forma saudável.

A despedida dos pais é um momento doloroso, mas nós temos o privilégio, a oportunidade de dividir com eles os últimos momentos de suas vidas. Façamos o nosso melhor por eles e por nós mesmos!

Fonte: O segredo

Os idosos já são quase 30% da população do Japão, e o jeito que o País encontrou para cuidar dos mais velhos é inspirador.

Desde pequenas, as crianças são ensinadas a verem os mais velhos como exemplo de sabedoria, que merece ser respeitado.

Japoneses: casal de idosos

Aliado a essa característica da cultura oriental, os japoneses apostam em invenções tecnológicas que garantem mais conforto para a parcela da população que não para de crescer – autoridades calculam que um terço dos japoneses será idoso em 2030, segundo matéria do site de notícias BBC.

Cuidados com idosos: como é no Japão?
No Japão, os idosos tem até um feriado nacional, o Dia do Respeito ao Idoso (Keiro no Hi), comemorado na terceira segunda-feira de setembro.

Na data, os japoneses vão às ruas para fazer atividades físicas e celebrar a longevidade, e bota longevidade nisso: são mais de 65 mil habitantes que já completaram um centenário.

Mas, além da representatividade dos idosos na cultura japonesa, o País também aproveita a potencialidade tecnológica para promover mais cuidados aos mais velhos.

Invenções japonesas para idosos

Foca “robô” de pelúcia

Japoneses: como os idosos são tratados?

A indústria japonesa criou um robô em formato de foca para ajudar nos cuidados terapêuticos dos idosos.

A “Paro”, de acordo com informações do site do fabricante, responde aos comandos do dono, reagindo a carinhos e movendo o corpo. A ideia da invenção é gerar maior sociabilização dos idosos, melhorando a comunicação deles com seus cuidadores, inclusive.

Robô cuidador

Capaz de carregar até uma pessoa, o robô Robear foi criado para ajudar os cuidadores de idosos, que têm dificuldade de levantá-los da cama. Segundo o fabricante, o robô tem sensores táteis, pele de borracha e movimentos suaves, apesar de pesar 140 quilos.

Carrinho de golfe gratuito

Em Wajima, Ishikawa, os mais velhos podem circular gratuitamente pela cidade em carrinhos de golfe eletrônicos.

A novidade ajuda na mobilidade dos idosos e evita acidentes de trânsito e atropelamentos, segundo o jornal The Asahi Shimbun. E o melhor de tudo: há um motorista à disposição em cada carrinho, que faz até três quilômetros de percurso.

Adesivos QR Code: dados pessoais

O Alzheimer atinge parte da população idosa e pode fazer com que os mais velhos sequer lembrem como voltar para casa.

O Governo de Iruma, cidade próxima a Tóquio, resolveu a questão criando um QR Code que é grudado na unha da pessoa com as informações pessoais. Assim, se um idoso se perder na rua, poderá ser ajudado por alguém a chegar em casa.

Fonte: VIX

23 jul

Passeio ao Teatro

por nossacasa

Você sabe onde as nossas meninas passearam no mês de julho? Elas são chiques demais e foram ao Teatro. Tá bom pra você?

 

Passeio ao teatro

 

A peça é sobre quatro mulheres da nossa época que tentam dar conta de tudo: do cotidiano, do corpo, da mente, do trabalho, da família e da amizade, causando inusitadas situações típicas do universo feminino.

O mais divertido, é que essas quatro mulheres são representadas por quatro atores! Isso mesmo, homens!

Foi risada e diversão garantida!

Depois da peça, nossas meninas num momento tiete ainda tiraram fotos com os atores.

Uma tarde de domingo pra lá de agradável.

Até a próxima!

A ocorrência de centenas de casos confirmados de sarampo em Manaus e Roraima e a morte de um bebê em Manaus deixaram o país em alerta. Outros três estados – Rio Grande do Sul, Rondônia e Rio de Janeiro – também já registraram pacientes com diagnóstico positivo para a doença.

Vacina de sarampo

O Brasil não registrava casos desde 2014 e a volta da doença preocupa. O sarampo já foi uma das principais causas de mortalidade infantil no país e pode deixar sequelas neurológicas. O vírus provoca manchas vermelhas no corpo, febre alta, tosse, coriza, conjuntivite e pontos brancos na mucosa bucal.

A vacina contra o sarampo está disponível na rede pública. A mais comum é a Tríplice Viral, que protege ainda contra rubéola e caxumba. A Tetra Viral fornece ainda proteção adicional contra a varicela. São indicadas duas doses em um intervalo de um a dois meses. Em crianças, o intervalo deve ser um pouco maior, sendo a primeira dose entre os primeiros 12 e 15 meses de vida.

A reportagem da Agência Brasil conversou com a médica Isabella Ballalai, presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), para tirar dúvidas sobre a transmissão da doença, vacinação e como evitar. “Vacinar e combater a circulação do vírus não é só um ato individual, é um ato de solidariedade e de responsabilidade coletiva”, destaca a médica.

Como se pega o sarampo?
“O vírus é facilmente transmissível. A doença se dissemina de forma similar à gripe, por vias respiratórias, através de um espirro, tosse, beijo e também pelas mãos. Então, é fácil ocorrer um surto de sarampo. Ele se alastra rapidamente.”

Quais os riscos para quem contrai?
“Em caso de suspeita, a pessoa precisa procurar uma unidade de saúde. Ela não deve usar medicamentos por conta própria. O sarampo não tem tratamento e o papel do sistema de saúde é dar suporte à pessoa. Pode ocorrer necessidade de hospitalização, mas é raro. Na maioria dos casos, o paciente fica em casa. Mas quadros graves ocorrem e a doença pode inclusive levar à morte.”

Como se proteger?
“A única maneira eficaz é através da vacina. Crianças, adolescentes e adultos devem se imunizar não apenas para se protegerem, mas para proteger também os que não podem se vacinar e que são os que correm o maior risco de complicações e de terem quadros que evoluem ao óbito. Estamos falando de pessoas com câncer, pessoas que vivem com HIV e estão imunodeprimidas, pessoas que estão fazendo quimioterapia ou outro tratamento com drogas que causam imunossupressão.”

Quem já teve sarampo precisa se vacinar?
“Não. Quem tem certeza que teve a doença não precisa. O sarampo não ocorre duas vezes.”

Quem não se lembra ou não sabe se foi vacinado precisa se vacinar?
“Quem não tem certeza, mesmo que ache que já tenha se vacinado, deve se vacinar. Se não tem a carteirinha que comprove a vacinação, não há nenhum prejuízo para a saúde do indivíduo receber uma nova dose.”

Onde se vacinar?
“Em postos de saúde espalhados pelas cidades. O Ministério da Saúde disponibiliza a vacina há muito tempo. Não é uma novidade. Se todos tivessem seguido o calendário de vacinação, talvez não estivéssemos passando por esta situação. É importante destacar que a vacina não é só para a criança. O adulto pode ser o responsável pelo início de um surto no país ou na sua região. Apenas uma minoria que recebe as duas doses não cria imunidade. São cerca de 2%. Mas se toda a população estiver vacinada, essas pessoas também estarão protegidas.

Caso não tenham se vacinado na infância, pessoas com até 29 anos conseguem obter duas doses da vacina na rede pública. Já entre 30 e 49 anos, recebem uma dose apenas. A SBIm, do ponto de vista individual, recomenda as duas doses em qualquer idade para pessoas que ainda não tenham sido imunizadas. Mas o Ministério da Saúde opta por não vacinar maiores de 50 anos, porque a maioria das pessoas dessa faixa etária teve o sarampo na infância.”

Há alguma situação em que a vacina não é recomendada, por exemplo, após o consumo álcool ou drogas?
“Situações de vida comum, como o consumo de álcool, não contraindicam a vacinação. Uma das contraindicações é relacionada com as situações de imunodepressão. Grávidas não podem ser vacinadas. Para que estas pessoas fiquem protegidas, as demais precisam se vacinar.”

Qual estação do ano ocorre mais transmissão da doença?
“Antigamente, o sarampo tinha maior ocorrência na primavera. Hoje, o que podemos dizer é que ambientes fechados ampliam as chances de disseminação das doenças que são transmitidas por via respiratória”.

Como está o cenário atual?
“A preocupação é grande. Se não tomarmos as medidas necessárias e as pessoas não forem se vacinar, podemos ter de volta a circulação do vírus do sarampo no país. Temos atualmente surtos secundários decorrentes da importação do vírus. O que não podemos é ter a circulação do vírus sem controle. De 2000 a 2013, tivemos casos pontuais e todos importados. Não tivemos surtos. Em 2013, importamos o vírus, provavelmente da Europa, e tivemos surtos no Ceará e em Pernambuco. De 2014 pra cá, não tivemos mais casos. Em 2016, recebemos o certificado de erradicação da circulação do vírus do sarampo no país. E agora, em 2018, fomos surpreendidos pela importação da Venezuela. E temos uma preocupação grande quando vemos, por exemplo, casos em Porto Alegre, onde o vírus foi trazido de Manaus”.

Fonte: ISTOÉ Independente

Uma nova forma de tratamento para o Alzheimer está disponível no SUS. O remédio rivastigmina, já disponibilizado em comprimido e solução oral, agora também é disponibilizado em forma de adesivo transdérmico.

Adesivo para tratamento do Alzheimer

A rivastigmina faz com que ocorra um aumento de uma substância chamada acetilcolina, que está reduzida no cérebro de quem tem Alzheimer, mas a medicação pode causar sintomas gastrointestinais como náuseas e diarreia, diminuição do apetite e dor de cabeça.

A adição do adesivo à lista de remédios do SUS representa uma melhoria na qualidade de vida de alguns pacientes. Por ser colocado na pele, a absorção do remédio se dá ao longo do dia e por isso tem menos efeitos colaterais, especialmente no sistema digestivo.

Segundo Rodrigo Schultz, presidente da Associação Brasileira de Alzheimer, o adesivo também garante que não haja flutuação da dose: “Sendo por via transdérmica, há uma liberação contínua e regular ao longo das 24h, impedindo a ocorrência de flutuação de dose, ou seja, aumentos e reduções da medicação no organismo conforme ela segue sendo metabolizada.”

Além disso, de acordo com Schultz, muito pacientes se recusam a fazer uso de remédios via oral e muitas vezes tiram o medicamento da própria boca após a administração.

“Com o adesivo ele não consegue fazer isso. Além disso, como a absorção é por via cutânea, há uma redução sensível na possibilidade da existência de efeitos colaterais, principalmente gastrointestinais”, explica.

O Alzheimer é uma doença neurodegenerativa, causada pela morte progressiva de células do cérebro, prejudicando funções como memória, atenção e orientação e linguagem, o que gera graves consequências para qualidade de vida dos pacientes. A doença não tem cura.

No Brasil, segundo dados de 2017, estima-se que haja 1,1 milhão de pessoas com a doença.

Quem pode usar?
Qualquer paciente com Alzheimer que faça uso da rivastigmina pode usar o medicamento em versão adesiva: “Há uma população que se beneficia mais que seria aquela com dificuldades para engolir ou que apresenta efeitos colaterais, sejam eles com qualquer medicação para essa finalidade”, explica Schultz.

O adesivo também pode ser usado no banho e deve ser retirado 24 horas após o uso. Por ser colocado na pele, o adesivo pode trazer esporadicamente algumas reações no local da sua colocação e por isso é recomendado um rodízio no local de uso do adesivo.

“Em caso de falta, podem ser usados comprimidos ou solução oral na dose correspondente sem problema algum. Sem qualquer risco”, diz Schultz.

Adesivo para tratamento do Alzheimer

Como ter acesso
Segundo o Ministério da Saúde, o medicamento já está disponível nas unidades de saúde responsáveis pela distribuição deste tipo de remédio.

Ainda de acordo com o ministério, os pacientes devem atender aos critérios de elegibilidade dos Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas e apresentar os seguintes documentos em um estabelecimento de saúde designado:

– Cópia do Cartão Nacional de Saúde (CNS);
– Cópia de documento de identidade, cabendo ao responsável pelo recebimento da solicitação atestar a autenticidade de acordo com o documento original de identificação;
– Laudo para Solicitação, Avaliação e Autorização de Medicamentos do Componente Especializado da Assistência Farmacêutica (LME), adequadamente preenchido;
– Prescrição médica devidamente preenchida;
– Documentos exigidos nos Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas publicados na versão final pelo Ministério da Saúde, conforme a doença e o medicamento solicitado; e
– Cópia do comprovante de residência.

Além da rivastigmina, o SUS também disponibiliza outros medicamentos para o tratamento de Alzheimer: Donepezila, Galantamina e a Memantina.

O ministério explica que a adição da versão adesiva do medicamento à lista disponibilizada pelo SUS se dá por causa dos menores efeitos colaterais e da facilidade de aplicação.

“A rivastigmina já era oferecida por via oral, porém tinha o inconveniente de causar alguns desconfortos gastrointestinais no paciente, como náusea, vômito e diarreia. Para tentar diminuir esses efeitos indesejáveis, foi incorporada essa nova apresentação, que será indicada pelo médico que acompanha o paciente. Além disso, os pacientes com Alzheimer, podem tomar mais medicamentos ou menos que a quantidade prescrita, devido ao esquecimento”, diz nota do Ministério da Saúde.

Fonte: Bem Estar | G1

Diversas pesquisas realizadas nos últimos anos tem apontado para um grande número de pessoas com doenças relacionadas à depressão e em muitos casos o isolamento ou a falta de alguém para conversar tem agravado ainda mais essa situação. Sentimentos reprimidos podem causar dor emocional e doenças físicas. Desabafar mágoa e ser sincero consigo mesmo é sempre a melhor saída para viver bem.

Externar sentimentos para não prejudicar a saúde

O estresse do trabalho, a rotina cansativa de casa, uma enxurrada de problemas e não demora a aparecer uma tensão muscular, insônia ou impaciência em tudo que vai se fazer. Muita pessoas ficam remoendo as mágoas e preferem reprimir a dor por medo de expor os sentimentos ou por não conseguir colocar para fora toda a angústia que está ali martelando sem parar e acaba não percebendo que estocar mágoas e sofrimentos faz mal para a saúde e para o coração principalmente.

Segundo Denise Diniz, psicóloga e coordenadora do Setor de Gerenciamento de Qualidade de Vida da Unifesp, alerta para os problemas em não conseguir digerir algumas emoções negativas.

“Nosso organismo não foi feito para guardar mágoas e sentimentos ruins. Tanto o corpo quanto a mente vão pesando na medida em que eles se acumulam e uma hora a panela de pressão transborda na tentativa de aliviar o sofrimento. É um processo natural. Na medida em que não extravasamos este sentimento e vamos dando a ele uma conotação negativa maior do que de fato ele deveria ter, sufocamos nossos limites emocionais e daí aparecem os sintomas físicos.”

Os sentimentos ruins geralmente são causados pelas expectativas frustradas. Colocamos no outro ou naquela oportunidade a responsabilidade de resolver nossos problemas como se eles não fossem consequências dos nossos próprios atos, gerando assim a mágoa e o ressentimento.

“Todos nós criamos expectativas sobre a vida e toleramos até certo limite algumas frustrações. Quando elas extrapolam este limite, que é pessoal, e nos fazem sofrer, significa que algo está em desequilíbrio e é preciso resolver. O grande problema é que na hora da explosão, a pessoa se sente tão sufocada que sai atirando para todos os lados, magoando as pessoas que estão ao seu redor sem perceber. É preciso tempo e paciência para aprender a lidar com os sentimentos sem ferir as pessoas e nem a si mesmo.”

Uma boa forma de resolver esse problema é a própria pessoa entender o que de fato a fez mal e porque a situação ganhou tamanha dimensão em sua vida e a partir daí buscar o equilíbrio necessário. Muitas pessoas costumam guardar a mágoa e os sentimentos ruins por não conseguirem extravasar, por consequência vem à tristeza e a angústia. Isso ocorre porque temos temperamentos e limites diferentes fazendo com que alguns levem sem traumas as decepções do dia a dia, enquanto outros guardem e fiquem remoendo as dores.

“É algo muito pessoal a forma que cada um reage às adversidades. Se você é tímido, reage de um jeito; se é inseguro, age de outra maneira. O importante nesta questão é perceber que quem cria a conotação negativa que gera a mágoa e o ressentimento somos nós. A pessoa pode até ter errado com você, mas a intensidade disso na sua vida quem dá é você mesmo.”

Ainda de acordo com a psicóloga da Unifesp, a dor emocional se torna física quando a intensidade que damos ao fato que nos magoa chega a interferir na atividade cerebral de modo a dificultar o envio de estímulos nervosos responsáveis pela execução de algumas funções de nosso organismo.

“O cérebro deixa de comandar alguma função e o corpo reage sinalizando onde está o problema. A gente se adapta às novas situações, isso é um processo natural, porém, quando algo nos machuca a ponto de extrapolar nossos limites, a dor emocional bloqueia alguma função física que já é propensa a ter problemas ou intensifica os sintomas de alguma doença já existente.”

Para ela, os sintomas emocionais podem acometer três áreas interdependentes das nossas vidas de modo a influenciar umas às outras de acordo com a origem do problema emocional.

“Quando a pessoa tem uma doença que tem origem emocional, dificilmente consegue desempenhar com total desenvoltura suas atividades sociais e começa a dar sinais físicos. É um conjunto de fatores que se somam e vão se acumulando. Quando o corpo reage com sintomas de alguma doença é porque a pessoa extrapolou seu limite emocional e o organismo responde tentando eliminar a dor.”

Dentre os sintomas físicos que podem estar relacionados à dor reprimida estão: úlcera, hipertensão, alergias, asma, estresse, e a longo prazo, câncer. Para quem convive com pessoas que sofrem de dor reprimida é sempre bom observar os níveis de irritabilidade, ansiedade, agressividade, nervosismo e verificar se essas pessoas estão com alguma queda de desempenho no trabalho, tendência ao isolamento, apatia, conflitos domésticos.

Reconhecer o problema e lidar com ele da forma mais clara possível pode parecer uma boa opção mas nem sempre é, de acordo com Denise Diniz as pessoas conseguem lidar com a dor que sentem.

“Conversar com o outro que os magoou significa trair seus valores morais e isso as maltrata mais do que a mágoa ou a dor reprimida”, explica ela apontando que nestes casos, é melhor trabalhar para que ela supere a dor e siga em frente.

Fonte: (En)Cena – A Saúde Mental em Movimento

10 jul

E a passagem do Brasil na Copa foi marcada por muita torcida e animação das meninas e equipe da Nossa Casa!

Nossas hóspedes se enfeitaram, torceram e de quebra ainda soltaram a voz com a música tema da Copa de 70. Afinal, recordar é viver! Foi muito divertido.

Hóspedes da Nossa Casa assistindo aos jogos da Copa do Mundo 2018

Com certeza, essa energia positiva fez toda a diferença para a nossa seleção, para o Brasil e para o mundo.

A Copa é um momento onde o mundo vibra na mesma sintonia, todos torcem, se abraçam, comemoram e até choram juntos. É um momento de união, de calor humano. Uma ótima reflexão sobre a boa convivência, o respeito ao próximo, e o amor pela nação.

Até a próxima, Brasil. Não foi dessa vez! Mas valeu cada minuto da bagunça gostosa que foi a torcida aqui da Nossa Casa.

Dicas importantes para lidar com o idoso teimoso:

Ele se sente mais experiente do que você!
Dê a voz para ele. Não custa nada você ceder sua opinião e permiti-lo “falar mais alto”. Entenda que ele está se autoafirmando. Mas coloque sua opinião de forma clara, tom de voz suave e respeitosa.
Ex: “Não concordo com o senhor mas, por respeito, permito e aceito”.

Ele sente que precisa defender a vontade própria
Envelhecer já não é fácil! Envelhecer e perder a autonomia e independência, pior ainda! Faça-o sentir-se íntegro ao permitir que sua vontade ganhe, nem que seja por um tempo curto.
Ex: concorde com a cabeça e saia de perto por algum instante.

Ele tem medo de perder sua “autoridade”
A autoridade é aquilo que nos fez ser visto por alguém, de forma positiva e importante. Perdê-la muitas vezes pode significar “ser negligenciado”. E isso para um idoso que sabe já ter muitas limitações é muito desesperançoso.
Ex: coloque-se no lugar dele e experimente a dor da exclusão. De repente a competição entre você e o idoso poderá acabar.

Lidando com o idoso teimoso

Ele quer te irritar por algum motivo sentimental
Algo o contrariou mas ele não sabe explicar. Então, mesmo o que não é falado acaba sendo comunicado de alguma forma. Pode ser que ele se faça valer através de um momento oportuno para ser do contra ou descontar no mundo essa “coisa sem nome”.
Ex: pergunte afetuosamente se algo o aborrece, demonstre confiança em seu tom de voz e jeito de aproximação corporal: “quer conversar um pouco?”

Ele está desenvolvendo um quadro demencial
Observe sinais como desorganização dos pensamentos, repete de forma significativa as frases ou apresenta lapsos com relação a fatos imediatos ou recentes no mesmo dia, se há alguma coisa bem diferente em seus hábitos ou comportamento.
Ex: “nunca gostou de determinada fruta e agora come com frequência, nunca falou palavrão e agora deu pra isso”.

A medicação que utiliza causa efeitos colaterais indesejados
Dificuldades para dormir dias seguidos, dificuldade para se alimentar ou compulsão de uma hora pra outra, agitação motora ou sonolência incomum podem indicar que algo vai mal com a medicação.
Ex: reporte ao geriatra essas observações. Medicamentos para idosos são desafiadores para ajustes. Mas junto ao geriatra, podemos conseguir o melhor. Se houver uma equipe multiprofissional… excelente! Aproveite.

Ele não consegue expressar seus desejos/vontades próprias
Imagine você sendo controlado, guiado e determinado o tempo todo pelas escolhas e decisões de uma outra pessoa. Onde estará você? Os seus gostos, a sua história, o seu “jeitinho de ser”?
Ex: encontre momentos tranquilos para um bom papo, esmo se o idoso não consiga “ir longe na conversa”, capriche na sua interação de forma bem calorosa e criativa. Facilite a abertura da válvula das expressões!

Ele quer chamar ou ter sua atenção
Quem repara com grande interesse em alguém idoso e com limitação? Creio que poucos.
Agora, como nos sentimos quando não somos notados? E se as pessoas de quem mais gostamos fizessem isso com a gente? Sensação horrível!
Ex: chame-o pelo nome, de forma respeitosa e clara, sempre! Se for o caso, utilize o pronome “senhor” “senhora” para tal. Demonstre que ele /ela são importantes pra você, pra família… enfim.

Ele quer ser notado no ambiente
Quem de nós não gosta de meio social? Pois então… e esse sentimento não exige palavra ou pensamento organizado. Pois até uma planta quer ser notada no ambiente senão ela morre de sede.
Ser notado no ambiente também nos assegura ajuda mútua. Ficamos mais tranquilos assim, quando sentimos que temos com quem contar!
Ex: Trocar olhares constantes entremeados com sorrisos, perguntas triviais acerca do momento presente pode oferecer confiança na pessoa idosa.

Ele está irritado, contrariado com algo e você não sabe o quê
Quando algo nos irrita a ponto de alterarmos o comportamento, ficamos por um instante perplexos com a situação, com a gente… Temos vontade de desaparecer.
Ex: deixe-o sozinho para que possa “se resolver”, contemplar a situação.

Ele quer uma coisa e você não consegue compreender o que é
Conversar para clarear!
Ex: “sinto que você está diferente. Aconteceu algo que eu possa te ajudar?” e por aí vai…

Ele está com dificuldades auditivas
Muitos idosos desenvolvem gradativa perda de audição mas não admitem (muitas vezes por vergonha e medo de dependência).
Ex: observe se as respostas que ele te dá são coerentes com as perguntas feitas, se o comportamento dele parece estar além e peça uma avaliação ao geriatra para juntos verificarem melhor decisão.

Ele está cansado e não consegue dormir
Você já tentou fazer alguma coisa com muito sono? E que não havia nenhuma cama por perto? Como ficamos? Irritados pois a mente está pedindo socorro! Ela precisa se esvaziar.
Ex: o tempo do idoso costuma ser diferente do tempo das pessoas mais novas. Mas independente disso se a ente está cansada, é melhor não insistir com nada.

Ele está em confusão mental
Confusão mental é algo tão atordoador que a pessoa fica vulnerável a ela mesma, com insegurança e medo do que pode acontecer devido descontrole.
Ex: reduza os estímulos do ambiente e permaneça em lugar seguro até ele se acalmar um pouco mais, retornando a oferta de cuidados aos poucos.

Enfim… podemos perceber que existem várias estratégias que advém da nossa adaptação às situações de teimosia.

E se você continuar assim, navegando nas águas do cuidar, de forma sensata e tranquila verá que o cuidar ficará mais leve!

Fonte: A Terceira Idade

Junto com as temperaturas mais frias do inverno chegam alguns problemas de saúde, normalmente relacionados a alergias e doenças respiratórias, como resfriado, gripe, bronquite, pneumonia, asma e rinite.

Inverno: fuja das doenças da estação

Asma e a rinite são as mais comuns. Elas ocorrem porque o aumento do ar seco mantém mais partículas de poluição no ar. Algumas ações podem ser feitas para minimizar os problemas. Uma delas é mudar a maneira como a limpeza de casa ou local de trabalho é feita. Não use vassoura ou aspirador de pó. O indicado por especialistas é a utilização de panos úmidos, evitando quando possível o uso de produtos químicos.

Manter o ambiente ventilado também é uma dica. Outro cuidado para evitar a contaminação de doenças virais, como gripes e resfriados, é evitar ambientes fechados com grande aglomeração de pessoas, a exemplo de cinemas e shopping.

O frio chega e é a hora de tirar casacos e blusas de lã do armário, mas isso também pode ajudar o desenvolvimento de doenças. É importante que antes de utilizar as peças, elas sejam lavadas. No caso de quem já tem alergias é importante evitar roupas de crochê ou tricô e dar preferência por peças de algodão. E os edredons são mais recomendados que os cobertores de lã.

Confira mais dicas para fugir dos problemas de saúde que aparecem no inverno:

• Fique atenta às variações de temperatura do inverno. Em casa, no trabalho e em outros locais fechados, é comum sentir calor. Porém, ao sair destes ambientes, a brusca queda de temperatura pode facilitar a ocorrência de doenças. Agasalhe-se antes de sair;
• Mantenha a higiene doméstica, evitando o acúmulo de poeira, que desencadeia diversos problemas alérgicos;
• Use soro fisiológico para olhos e narinas, em caso de irritação;
• Evite exposição prolongada a ambientes com ar condicionado quente ou frio;
• Durma em local arejado e umedecido. Podem ser utilizados umidificadores de ar, toalhas molhadas ou reservatórios com água nos quartos;
• As pessoas com alergia devem ficar atentas e evitar o uso de cobertores que soltam pelos. Substituí-los por mantas de tecido sintético ou algodão pode auxiliar na prevenção de rinites e outros quadros alérgicos;
• As alergias também podem ser reduzidas lavando e secando ao sol antes de usar, mantas, cobertores e blusas de lã, que normalmente ficam guardadas por muito tempo em armários. Pacientes com antecedentes como bronquite e rinite costumam ter crises nesta época. É importante procurar um médico e seguir suas recomendações.

Fonte: MaisEquilíbrio

Nos dias quentes, sempre nos preocupamos em tomar bastante água e outros líquidos saudáveis para nos mantermos bem hidratados. Porém, esquecemos que no inverno devemos ter a mesma preocupação com a quantidade de água em nosso corpo. Sentimos menos sede em dias frios, e isso pode aumentar os riscos de desidratação – mesmo suando menos – em comparação com o verão. A constatação é de Robert Kenefick, fisiologista do Instituto de Medicina Ambiental das Forças Armadas dos EUA, que em um estudo comprova que a desidratação no inverno pode ser mais grave.

Desidratação no inverno

Segundo ele, em dias frios o hormônio que causa a sensação de sede, o ADH ou antidiurético, reage de forma diferente, causando menos sede e fazendo-nos beber menos água. “Sente-se menos sede quando se está exposto ao frio, algo como 4°C, que quando se está exposto à temperaturas de cerca de 22°C. E mais, mesmo quando as pessoas já perderam 4% do seu peso em água, elas não sentem tanta sede assim. Em uma situação normal, isso as faria sentir muita sede”, alega o pesquisador.

O corpo no frio age como se estivesse dentro de uma piscina: o organismo concentra a circulação sanguínea nos vasos centrais, o que faz parecer que o corpo está cheio de água e bem hidratado. Na piscina, isso é causado pela pressão da água, que empurra a concentração para os vasos centrais. Já em dias frios, o corpo reage dessa forma ao contrair os vasos para baixar a temperatura da pele e preservar o calor do corpo. Assim, a ação do ADH é afetada, não avisando ao corpo que ele precisa sim de mais água.

Há outro fator dos dias frios que afetam a ingestão normal de água: o consumo de alimentos e bebidas quentes. Pois é, o que usamos para esquentar o corpo influi na sua hidratação. O nosso organismo ingere voluntariamente líquidos que estão a uma temperatura de 4°C a 10°C. Quando o líquido é quente, o corpo consome menos, justamente por causa do seu calor – sempre bebemos devagar chás e outras bebidas quentes para não queimar a língua, lembram? Alguns ingredientes dessas bebidas quentes, como a canela, ainda auxiliam na desidratação.

Mesmo assim, para aqueles que praticam atividades físicas nos dias frios a ingestão de água não precisa ser necessariamente maior. De qualquer maneira, o corpo sua menos e perde menos líquido durante o inverno, e uma leve desidratação pode ser mais tolerada do que nos dias de calor. Mas é preciso dar atenção igual para a hidratação tanto no inverno quanto no verão, e a ingestão de água pode chegar a até 8 litros diários para quem exige muito de seu condicionamento físico.

Você sabe quais são os sintomas da desidratação?
A sede, na verdade, já é um alerta do corpo que indica desidratação, segundo a nutricionista Lenycia Neri, do Hospital das Clínicas. Mas como nos dias frios nossa sensação de sede está afetada, há ainda outros sintomas que indicam se temos a quantidade ideal de água no corpo ou não. Quando desidratados, sentimos dor de cabeça, boca seca, sonolência, e ainda mostramos irritabilidade, problemas na pele, intestino preguiçoso, febre e ausência de suor em casos mais graves.

Além disso, observar a cor da urina também ajuda a diagnosticar a desidratação: quanto mais transparente ela for, mais hidratado você está, alega a nutricionista.

Fonte: Itati

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