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Blog

11 ago

Não está bom? Mude!

por nossacasa

Mude! Sempre que achar necessário, mude, se mude, mude algo de lugar.

Algumas situações aparecem em nossas vidas para testar nossa paciência, nosso autocontrole, nosso poder de decisão e transformação.

Tem muita coisa que nos incomoda, amarra a vida e deixa aquela sensação de que nada vai pra frente. Mas tudo depende de nós, da nossa força de vontade em fazer diferente, de dar o próximo ou primeiro passo, de mudar aquela situação.

As dificuldades vêm para ensinar e mostrar que somos capazes de transformações que jamais imaginaríamos.
Então, mude! Faça algo! Mexa-se!

Afinal, quem fica parado é poste! Camarão que dorme a onda leva.

E este é o momento de treinar as anteninhas para captar as boas oportunidades que simplesmente passam e dificilmente voltam, de aproveitar as chances que recebemos a todo momento e que muitas vezes nem nos damos conta.

Não desperdice para não gerar arrependimentos. Não desperdice nem ao menos um banheiro. Já pensou precisar de um em pleno engarrafamento? Exemplo simples que define um sufoco e tanto!

Aquela viagem que não fez, aquele curso que ficou pra depois, aquele negócio que não abriu.
Vista-se da mais louca coragem e vai!

Se joga numa nova vida de realizações.

Pegue sua bagagem e mude-se!

Leia mais:
Qual medalha você merece?
Amigo é coisa pra se guardar

Maíla C. D’addìo | Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

02 ago

É tempo de Olimpíadas. Medalha de ouro, prata ou bronze.

Quem se destaca mais, vence, quem se destaca menos, fica em outra classificação. Tem quem não alcança o pódio, ou ainda quem nem é escalado a competir.

O ápice da Olimpíada é garantir o ouro. E, para isso, é preciso fazer tudo certo, conforme o treino incessante e orientações dos técnicos. O atleta sabe bem o que é pra ser feito. Nada ali é novidade. E um mínimo deslize pode ser suficiente para que sua classificação mude de posição ou até mesmo não exista.

Bronze ainda é bom, mas o ouro é o topo. É mostrar para sua nação que estudou, aprendeu e fez corretamente a lição. Se você imaginar que a vida é um convite a participar das Olimpíadas, onde as classificações são baseadas em boas atitudes para com os outros, qual seria a sua classificação?

Bronze, prata ou ouro?

Medalha olímpica

Assim como os atletas, você também sabe a lição e a cada dia tem a chance de praticar um pouco mais sobre ser um ser melhor.

Bronze é bom, mas significa que é preciso ser mais, trabalhar mais, melhorar mais. Alguns deslizes de comportamento ainda acontecem, pensamentos negativos, egoísmo e etc.

Prata é um pouco melhor, mas significa que algo ainda precisa ser melhorado. Pensamentos negativos visitam de vez em quando e atrapalham sua conexão.

Ouro é supremo. Não existe detalhe a ser considerado negativo a ponto de diminuir a sua classificação. Você aprendeu sobre ser uma pessoa do bem e a trabalhar as adversidades da vida para que elas não impeçam a sua conquista.

E então, qual a sua medalha nesta altura da competição?

Leia mais:
E se você tivesse uma segunda chance?
Uma outra maneira de abraçar

Maíla C. D’addìo | Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

28 jul

Julho foi o mês do dia amigo e da amizade.

Você é do tipo de pessoa que tem poucos e bons amigos ou é rodeada de colegas?

Muitas vezes uma amizade surge de onde menos se espera. Tem amizade que se fortalece justamente nos momentos mais difíceis.

Num momento de dor, angústia, tristeza, ter um amigo por perto faz toda diferença. Pode se dizer que é um dos melhores remédios. E é neste momento também que é possível saber quantos amigos de verdade uma pessoa tem.

Poucos ou muitos, celebre sempre a amizade, cultive bons amigos, leve para a vida toda uma amizade verdadeira!

A amizade é uma das formas mais genuínas da amar. É empatia, cumplicidade, companheirismo, cuidado, saber ouvir, falar o que é preciso na hora certa, corrigir, perdoar e também pedir perdão.

Amigo

Não perca nunca a oportunidade de dizer ao seu amigo o quanto ele é importante na sua vida e na sua história.
Esteja presente mesmo que distante. Mande um oi no meio da tarde, um bom dia numa quarta feira cinzenta, um boa noite em meio a uma oração.

Amigos são anjos enviados por Deus para que possam cuidar no nosso coração por meio de um simples abraço silencioso.

Como diz a Canção da América de Milton Nascimento, amigo é coisa pra se guardar…

Maíla C. D’addìo | Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

A pandemia trouxe para a sociedade uma nova forma de viver a vida.

Sensações como medo e insegurança passaram a fazer parte do dia a dia das pessoas — sem contar a tristeza por grandes perdas e mudanças na rotina após vários meses de distanciamento dos familiares e amigos.

A pergunta que fica é: como serão as relações sociais quando tudo passar?

A volta ao normal talvez não seja tão simples como muitos imaginam. Além disso, especialistas falam sobre uma possível fobia sobre voltar às atividades de antes.

Relações sociais depois da pandemia

As relações sociais depois da pandemia

A criança que desaprendeu a conviver com os colegas da escola e se tornou mais quieta e solitária: Ela precisa reaprender a brincar com outras crianças, trocar experiências que a idade lhe traz.

O consumidor que não pretende mais ir às lojas pois se adaptou com a facilidade da compra online: Tchau preguiça! Ir às lojas nem sempre significa fazer compras, e sim um momento de reaprender a conviver.

O trabalhador que se acostumou com o home office e não pensa na possibilidade de voltar à rotina de sair de casa todos os dias: Aplicar a possibilidade de trabalhar presencialmente em dias alternados ou determinados pode ser uma boa experiência para empregado e empregador.

A pessoa que utilizou o isolamento como a desculpa ideal para justificar a ausência em um evento que na verdade não queria ir: Uma boa oportunidade para praticar o respeito a si mesmo sem desculpas.

Seja qual for a sua dificuldade, é preciso entender que após o mergulho que o mundo fez para dentro se si, é preciso o impulso para emergir e voltar e viver e conviver, para sobreviver.

Maíla C. D’addìo | Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

15 jul

De quem é a culpa?!

por nossacasa

Mas, de quem é a culpa?

Já ficou horas tentando achar um culpado para determinadas situações na vida?

Problemas financeiros, chateações com o trabalho ou negócio, relacionamento, rotina e por aí vai.

Pois bem, sinto em dizer, mas o único culpado pela situação em que se encontra é: VOCÊ.

Culpa de quem

– Se você está afundado em dívidas, a culpa é sua por não saber sobre poupar e administrar o dinheiro que entra e sai;
– Se está cansado, desanimado do emprego, a culpa é sua por não se preparar melhor e se lançar e se destacar no mercado de trabalho;
– Se os negócios não vão bem, a culpa é sua por má administração, falta de preparo para gerenciar os altos e baixos do mercado financeiro;
– Se o relacionamento está ruim, a culpa é sua por permanecer ainda lá;
– Se não aguenta mais a rotina que leva, a culpa é sua por não se propor algo novo, não se aventurar nas oportunidades que aparecem todos os dias.

Saiba que da mesma forma que a culpa é toda sua, as glórias e vitórias também são.

É sabendo identificar que a mudança só depende de você é que o primeiro passo, de muitos, será dado.

Ficar tentando achar um culpado para cada situação é uma das maiores perdas de tempo da vida de uma pessoa.

Não resolve, não avança e não vence!

Leia mais: Higienize seu modo de pensar

Maíla C. D’addìo | Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

08 jul

Muita gente tem mania de achar que os outros não têm problemas, que as coisas são sempre mais difíceis dentro de casa.

Com certeza você já ouviu a expressão: “a grama do vizinho é bem mais verde”.

Assim, as dificuldades aumentam, a dor fica mais intensa, o problema financeiro é sempre bem maior… enfim. A grama do vizinho é mais verde? Pois saiba, ela pode ser artificial.

Todas as pessoas em algum determinado momento da vida, ou em alguns momentos, passam por dificuldades. Os problemas existem para todos, sem exceção.

O que acontece, é que algumas pessoas vivem a vida fugindo deles, deixando a falsa impressão de que não os têm, ou seja, a grama artificial.

Jardim

Os problemas são exercícios que estimulam o crescimento pessoal e individual. Cada um tem o seu exercício em determinada intensidade, peso e tempo.

Optar por encará-los e consequentemente resolvê-los é o que vai tornar a sua grama verdinha também, só que verdadeira.

Pare, olhe, olhe de novo e entenda que você tem a solução. Ela pode estar bem aí, dentro de você.

Portanto, cuide do seu jardim não para que os outros enxerguem a sua grama verdinha, mas principalmente para que você possa colher as mais belas flores!

Maíla C. D’addìo | Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

29 jun

Infelizmente a pandemia de Covid-19 ainda deixa seus estragos pelo mundo.

Muitas perdas, dor, sofrimento, tristeza, mas, apesar de toda dificuldade, pode se dizer que esse momento da Covid-19 deixará valiosas lições e grandes ensinamentos.

Máscara contra a Covid-19

Reflita…

1. A vida é curta
Ela passa tão rápido, quando vê, percebe o quanto deixou de aproveitar ao lado das pessoas queridas. Já parou para pensar que pandemia já tem quase um ano e meio?

2. A morte é certa
Essa é a única certeza que o ser humano carrega consigo desde o dia em que nasce.

3. Os empregos são temporários
Muita gente teve que aprender a se virar financeiramente nesse momento de crise. Surgiram novos empreendedores, novas oportunidades e desafios motivadores.

4. A riqueza mesmo é ter saúde
Não importa o dinheiro que se tem em conta ou no colchão. Ele não pode comprar a sua saúde. Cuide-se.

5. O amanhã não é garantido
O amanhã pode simplesmente não existir, viva intensamente o hoje e com responsabilidade.

6. Tudo acontece rápido demais
O tempo voa, não tem dó e não volta.

7. É preciso valorizar a família
Quantos parabéns virtuais são necessários para entender que ao lado da família é sempre melhor?

8. O mundo precisa de mais empatia
Grande parte da sociedade aprendeu a se colocar no lugar do outro e muita ajuda veio de onde menos se esperava.

9. É preciso ser mais humano
Usar o racional para saber que cuidar de si é também cuidar do outro.

10. Sem fé não se é nada
Não importa a crença! A fé em dias melhores continua movendo montanhas.

Maíla C. D’addìo | Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

Com certeza em muitas situações durante a vida você desejou ter uma segunda chance, não é?

O sim que não falou, a oportunidade de emprego que deixou, o grande amor que não viveu…

Infelizmente, na grande maioria das vezes, elas não existem; e, se acontecem, quando se vê, já passou e novamente se desperdiçou. Até rimou!

E então, o que fazer? Sentar, lamentar e apenas ver a vida passar?

De forma alguma!

Uma segunda chance

É preciso mudar algumas atitudes no dia a dia e prestar mais atenção para as coisas à sua volta. Muitas vezes, as grandes chances aparecem disfarçadas de pequenas tarefas, as quais você não dá a devida importância como o simples fato de ter que ir até o mercadinho, pois está sem uma gota de leite.

Primeiro você deve agradecer por poder ir até o mercadinho comprar leite, levando em consideração a situação difícil em que se encontra o brasileiro atualmente.

No caminho para o mercadinho, você pode aplicar um novo método de observação. Já pensou ouvir na fila do caixa alguma conversa que te faça despertar para uma boa e nova ideia? Não é impossível.

Então, deixe pra trás o que passou, remoer não adianta mais.

Esteja aberto desde o acordar. A grande segunda chance começa aí.

Leia mais: Recomece a qualquer momento!

Maíla C. D’addìo | Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

18 jun

Assim como as notícias tristes, perdas e grandes mudanças estiveram presentes na rotina das pessoas neste momento da pandemia, as boas ações também marcaram pontuação.

Ainda bem que existem pessoas que, mesmo no pior de seus momentos (sejam eles financeiros, emocionais e até físicos), conseguiram um tempinho para uma boa ação e ajudaram o próximo.

Algumas levaram marmitas às ruas, outras colaboraram com doação de roupas e outras até conseguiram ajudar financeiramente. Isso é muito legal.

Mas ainda existe um tipo de doação que está super em baixa: a doação de sangue.

Desde o início da pandemia, o estoque de sangue do Brasil vem diminuindo a cada dia.

Doe sangue

Dia 14 de junho foi o Dia Mundial do Doador de Sangue e algumas campanhas começaram pelo Brasil para encorajar as pessoas. Busque informações sobre campanhas próximas a você e ajude também.

Enquanto isso, neste artigo você sabe mais sobre mitos que afastam as pessoas dessa ação tão importante para o próximo:

Quem doa sangue corre risco de contrair doenças?

Os materiais são todos descartáveis e abertos somente no momento do uso. Todos os protocolos de segurança quanto a Covid 19 também estão sendo seguidos. Risco zero!

A doação engrossa ou afina o sangue?

A medula repõe os componentes do sangue em até 24 horas e ele continua com a mesma consistência.

Tem que estar em jejum para doar sangue?

Pelo contrário. Não se pode doar sangue em jejum. É indicado se alimentar normalmente e apenas não consumir bebida alcoólica 12 horas antes, nem alimentos gordurosos como frituras, salgadinhos, manteiga, ovos, chocolate nas horas que antecedem a doação.

Pessoas tatuadas não podem doar sangue?

É preciso aguardar o período de 12 meses após fazer uma tatuagem. Se pensa em fazer uma tattoo, programe-se para doar sangue antes.

A mulher não deve doar sangue no período menstrual?

Não há restrição quanto a menstruação.

Quem doa uma vez, não pode mais parar de doar?

Se fosse assim, os bancos estariam cheios. Existe apenas um limite máximo em um período para doações: mulheres devem aguardar 90 dias para doar novamente e os homens 60 dias.

Doe sangue. Este é um dos maiores atos de solidariedade e salva vidas.

Maíla C. D’addìo | Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

01 jun

Você tem medo de quê?

Medo de tomar uma decisão importante? Medo de perder um amor? Medo de perder o emprego? Medo de envelhecer, de morrer?

Pois saiba que o medo, apesar de parecer algo que freia, que segura o ser humano, é também combustível para as mudanças mais incríveis e significantes da vida das pessoas.

É quando se está naquela situação difícil que o medo aperta e surgem as melhores soluções. E muitas vezes não podia ser melhor.

Leia mais: Você está online na vida?

Medo de quê?

Quando as pessoas dizem ter medo, muitas vezes ele pode estar relacionado ao simples fato de não conhecer, ser totalmente novo, e então vem o receio de experimentar.

Por exemplo, ao avaliar as questões do início deste artigo, pode-se ter uma outra percepção do medo:


Medo de tomar uma decisão importante: arrisque, decida! Tudo tem um lado positivo. Pode dar certo mesmo se errar;
Medo de perder um amor: amor se vive, não se possui. Se alguém for embora e não mais voltar, significa que nunca foi amor e não que nunca foi seu;
Medo de perder o emprego: mesmo em tempos difíceis, pode ser um gatilho para se reinventar e se redescobrir profissionalmente;
Medo de envelhecer: encarar que é um processo biológico que todos os seres passam, ajuda a diminuir essa carga. Envelhecer é aumentar o seu arquivo de boas experiências.
E o medo de morrer: Basta entender que esta é a única certeza que o ser humano carrega em sua existência. Enfim, ele não cabe enquanto se está vivo.

Maíla C. D’addìo | Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

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