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Em uma pequena cidade do Reino Unido, um grupo de coletores de lixo planejou uma agradável surpresa para a sua cliente favorita.

Centésimo aniversário da Vovó

(Coletores de lixo comemorando o centésimo aniversário de Mercy) 

Mercy é uma senhora gentil e espirituosa que sempre conversa com os coletores quando eles passam pela sua casa para recolher o lixo. E a afinidade entre eles é tanta que os profissionais praticamente a adotaram como sua avó substituta. Então, quando eles descobriram que a doce senhora estava prestes a comemorar seu centésimo aniversário, eles souberam que não poderiam deixar o dia passar sem fazer algo para mostrar o quão especial ela é.

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Em vídeo, vemos um dos homens do depósito subindo o caminho do jardim de Mercy – carregando cuidadosamente um pequeno bolo! No bolo há três velas acesas, que o homem protege com a mão para que o vento não as apague. Quando Mercy abre a porta da frente, seus netos postiços começam a cantar “Parabéns pra Você”, e a reação dela foi a mais emocionante possível.

É incrível pensar em quantas histórias Mercy poderia contar! Afinal, ela devia ter 20 anos quando a Segunda Guerra Mundial estourou na Europa. Não apenas isso, mas não está claro quantos parentes vivos ela pode ter para ajudá-la a comemorar esse marco – o que torna o gesto de seus amigos ainda mais emocionante!

Depois de pedir a Mercy que apague suas velas, um homem diz que espera ainda poder comemorar os 105 anos dela, no que a vovó postiça imediatamente retruca: “Oh, cale a boca”. Sim, vovó Mercy é muito espirituosa!

Muitas pessoas às vezes se sentem esquecidas pelo mundo, e é por isso que uma atitude como a desses coletores de lixo merece ser aplaudida. No mundo cada vez mais caótico em que vivemos, em que as pessoas mal tem tempo para se preocupar com a própria família, é reconfortante ver que alguns ainda conseguem ser gentis e empáticos com quem mais precisa de um carinho.

Fonte: Site Psicologias do Brasil

O Carnaval é uma das festas mais populares do Brasil e a Nossa Casa não ficou de fora!

Como diz a marchinha de Carnaval da Nossa Casa: “A Nossa Casa, é diferente, é bem pra frente, não tem pra quem! Aqui tem farra, tem diversão. Tristeza? Aqui não existe não”.  

Nossas meninas e alguns familiares sambaram, cantaram a marchinha da Nossa Casa, vestiram fantasias, posaram para fotos e curtiram muuuito com a convidada especial,“Clô Beleza”.

A bagunça boa foi pra calçada e chamou a atenção de quem passava por lá.

Foi sensacional!

Veja as fotos: 

Carnaval Nossa Casa 2020 - 01

 

O Plástico está afogando os nossos oceanos e destruindo nosso planeta.

Plástico oceanos

(Foto: Reprodução Adidas)

Conforme informações da ONU, cerca de 80% do total do lixo marinho é formado por materiais plásticos, estima-se que até o ano de 2050 a quantidade de plásticos descartados nas águas seja maior que a de peixes.

Portanto, para lutar contra este quadro de horror, a Adidas decidiu que produzirá 11 milhões de tênis com plásticos extraídos dos oceanos.

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O mercado

Eric Liedtke, um dos principais executivos da Adidas, em entrevista, informou que a nova linha de produto nasce como resposta a uma grande procura do mercado, pois, a cada dia que passa as pessoas estão muito mais preocupadas com a qualidade daquilo  que consomem.

Desde 2015 a empresa tem ouvido e trabalhado com vários ambientalistas, sendo que já chegou a produzir calçados com material plástico retirado dos oceanos, tanto que já foram vendidos mais de 6 milhões de tênis com estes materiais nos últimos 2 anos.

A Adidas não se preocupa apenas com calçados, tem feito algumas parcerias com estilistas como Stella McCartney para criar roupas esportivas sustentáveis, e, utilizar os materiais plásticos descartados nos oceanos é uma excelente forma de sustentabilidade. As ações não se aplicam apenas em um único produto final, há uma preocupação também direcionada com a forma de produção, em que serão utilizados materiais sustentáveis com o empenho de reduzir as emissões de CO2 e a prevenção de resíduos.

Curiosidade

Um detalhe importante deste projeto é que: Para confeccionar cada par de tênis, são utilizadas em média 11 garrafas plásticas descartadas nos oceanos.

Retirar a totalidade de materiais plásticos dos oceanos é uma tarefa quase impossível, contudo, se todas as empresas se reunissem com este propósito, assim como a Adidas, os impactos na natureza seriam bem menores, afinal: A união faz a força!

Fonte: Site Sensivel-mente

Voltar a ensinar trouxe ânimo e alegria à vida da professora Ione Nóbrega, aposentada de 92 anos que até poucos dias atrás estava doente e apática.

Ensino da escrita

(Imagem meramente ilustrativa)

Ione se ofereceu para alfabetizar sua recém-contratada cuidadora, Maria, de 35 anos, que não sabia ler nem escrever.

“Quando a vovó soube disso, tratou logo de perguntar se ela queria aprender. Com a resposta afirmativa, vovó começou a ensinar”, conta Manuela Praxedes, advogada de 32 anos e neta de dona Ione, ao site SNB.

Maria, que é mãe de três filhos, topou na hora. A possibilidade de ensinar uma pessoa resgatou à memória de dona Ione seus anos áureos em que alfabetizava e aconselhava centenas de alunos. O prazer por lecionar afetou positivamente seu corpo e sua mente, trazendo-lhe vitalidade e bem-estar com a vida.

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As aulas

A professora aposentada mora em Fortaleza, no Ceará. Ela já foi proprietária do tradicional colégio Instituto Nóbrega, sediado na capital cearense.

Dona Ione e Maria sentam à mesa todos os dias pela manhã e estudam juntas, antes do início do expediente da cuidadora.

Senhora ensinando

(Maria e dona Ione na aula na cozinha. Foto: Manuela Praxedes / arquivo pessoal)

As aulas, que começaram no início de março, tem apresentado resultados bastante positivos.

A neta de Ione, Manuela, tirou uma foto do caderno de Maria mostrando seu primeiro ditado completo, com diversas palavras escritas, demonstrando o progresso da cuidadora (imagem abaixo).

Vida nova

A oportunidade de poder voltar a fazer aquilo que mais gosta, lecionar, também trouxe resultados incríveis para dona Ione.

Manuela conta que a avó até “parece mais nova” depois de voltar a ensinar.

“Ganha a Maria com conhecimento, ganha a vovó com rejuvenescimento e ganhamos nós que podemos presenciar uma cena tão linda e edificante”, comemorou a neta.

Confira o caderno de Maria com o ditado e as primeiras palavras escritas por ela:

Caderno de ditado(Primeiro ditado de Maria. Foto: Manuela Praxedes / arquivo pessoal)

Fonte: Site Razões para acreditar

Uma coisa é fato, praticar yoga traz inúmeros benefícios para o corpo e a mente. Por isso, uma escola pública na cidade de BaltimoreEstados Unidos, resolveu substituir as advertências e suspensões por aulas de yoga. Então, os alunos bagunceiros, que não eram poucos, a partir de agora terão que praticar yoga. Um castigo bom, não é mesmo?

Crianças praticando yoga

(crédito foto: reprodução)

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O resultado dessa iniciativa tem sido muito positivo e a Escola Elementar de Fort Worthington tem como objetivo inspirar a mudança em como as crianças lidam com os conflitos durante o dia a dia escolar. Afinal, antes dessa ideia, a escola tinha uma taxa alta de suspensão, e agora os estudantes estão mais focados, disciplinados e equilibrados. A iniciativa é comandada por uma professora chamada Ramone Brown, e garante que os jovens e as crianças estão aprendendo como controlar suas emoções e amenizar a raiva de outras formas.

Isso só mostra mais ainda o quanto é importante ter empatia para educar e não só castigar, não é mesmo?

Fonte: Site GoHurb

As inscrições são gratuitas e começam à partir do dia 10 de fevereiro. São vários cursos, incluindo atividades didáticos-culturais.  

Em sua 52ª edição, o programa USP 60+ oferece 5.643 vagas – gratuitas – entre disciplinas regulares dos cursos de graduação da USP e atividades complementares, que incluem cursos, palestras, excursões, práticas esportivas e didático-culturais. As aulas são ministradas nos campi da USP em Bauru, Lorena, Piracicaba, Pirassununga, Ribeirão Preto, São Carlos e São Paulo, incluindo a Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH), na zona leste da capital. O programa, uma iniciativa da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária da USP, é voltado a pessoas com mais de 60 anos, sem necessidade de vínculo com a Universidade, e as inscrições para as atividades do primeiro semestre de 2020 abrem no dia 10 de fevereiro.

(Foto: Comunicação Institucional – PRCEU)

Criado em 1994, o programa Universidade Aberta à Terceira Idade ganhou em 2018 o título USP Aberta à Terceira Idade, e passa, a partir deste ano, a se chamar USP 60+. Segundo o coordenador do programa, o médico Egídio Dórea, a mudança na terminologia tem como objetivo tornar o programa mais inclusivo e diminuir os estereótipos que habitualmente vêm associados ao processo de envelhecer. “Termo cunhado na França (na década de 70), vinha cheio de estigmas. Estava sempre relacionado a doenças, perdas, incapacidade, improdutividade, e não é isso que se vê na prática. Terceira idade é um conceito que foi estipulado a partir de 60 anos, ou 65 anos para países desenvolvidos, e com alguns países mudando para 75 anos. É somente uma convenção social, um fator cronológico”, explica.

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Outra novidade é que o programa apresenta um aumento de quase 24% em relação aos cursos oferecidos no segundo semestre de 2019. Esse fato se deve, segundo o coordenador, à sensibilização das pessoas em relação à experiência desse grupo de pessoas. “É muito bom ter na sala de aula alunos entre 18 e 20 anos e com mais de 60 anos. É um valioso intercâmbio geracional”, afirma. E acrescenta que foram criados também cursos específicos para essa população acima de 60 anos, como a parceria com o Centro Universitário Maria Antonia e a Unibes Cultural, que promove encontros mensais, sempre às terças-feiras, para discutir temas ligados ao envelhecimento. A intenção, segundo o coordenador, é expandir ainda mais a inserção do programa na sociedade, ou seja, levar o aprendizado a um maior número de pessoas, com atividades extra-campus.

Entre os 255 cursos disponíveis, estão Comunicação Integrada e Eventos em Turismo, Cultura e Educação Afro-Brasileira e Indígena, História da Música, Prática Orquestral, Marketing e Comunicação no Esporte, Gravura em Metal, Redação Publicitária, Epopeia Clássica no Cinema e na Ópera, Percussão Contemporânea e Iniciação ao Latim. Para algumas disciplinas há pré-requisito, mas para a maioria nada é exigido. Há também atividades esportivas exclusivas para pessoas com mais de 60 anos (alongamento, pilates, yoga e até zouk). Além de atividades culturais com especialistas de diversas áreas, como astronomia, artesanato, teatro, e aulas de viola, violão, piano, guitarra, canto e teoria musical, totalizando 121 programas culturais e esportivos.

Para  o coordenador Egídio Dórea, o programa apresenta uma diversidade de assuntos, que contemplam múltiplos interesses. “O programa não é focado somente nos cursos tradicionais da Universidade ou de capacitação profissional, mas também em cursos na área artístico-cultural, ou de idiomas, de história, em que existe o próprio resgate da memória”, afirma, e acrescenta: “São cursos que fazem com que esse público adquira novos interesses e novos propósitos de vida”.

A relação completa de atividades do programa USP 60+ está disponível no site da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária. As inscrições para disciplinas regulares vão de 10 a 14 de fevereiro (limitadas, por ordem de chegada). Para as atividades da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP, no campus da zona leste de São Paulo, o período de inscrições será de 3 a 7 de fevereiro, também por ordem de chegada. Para as demais atividades o prazo é definido em cada unidade. Mais informações pelo telefone (11) 3091-9183, das 8h30 às 12 horas e das 13h30 às 17 horas, e pelo e-mail usp60@usp.br.

Fonte: www.jornal.usp.br

O biólogo Kevin Kumala criou uma sacola feita de mandioca e caso seja jogada no mar, ela pode servir de alimento para peixes. Nascido na Indonésia, Kevin criou a sacola após retornar dos Estados Unidos para o seu país e dar de cara com o acúmulo de lixo em Bali, ilha onde nasceu.

Sacola ecológica

O biólogo criador da sacola ecológica mostrando o produto

 

O biólogo desenvolveu e passou a vender produtos que aparentam ser feitos de plástico, mas têm como matéria-prima o tubérculo, que não prejudica o meio ambiente.

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Em 2014 ele criou a empresa Avani Eco. Lá, Kevin vende sacolas, canudos, talheres, copos e embalagens, todos feitos com materiais sustentáveis, com tempo de decomposição de cem dias.

“Nossos sacos de mandioca de tamanho médio podem transportar até 8 libras (3,5 kg) se transportar produtos secos”, diz o perfil da empresa no Instagram. Segundo o site da empresa, ela já substituiu três toneladas de produtos não sustentáveis desde 2016.

“Nós buscamos continuamente nos tornar uma ponte para ajudar e encorajar comunidades e negócios a produzirem iniciativas que gerem um impacto sustentável para o meio ambiente. Encorajando o uso do termo ‘responsável’ como um valor central dos três fatores chave: reduzir, reutilizar, reciclar”, diz o site da empresa.

Estima-se que, em 2050, o mundo produzirá 33 bilhões de toneladas de plástico. O material demora 400 anos para se decompor.

Fonte: Portal F11

Às vezes não é necessário ir a um restaurante de classe mundial para desfrutar de uma refeição deliciosa, é simplesmente uma questão de visitar sua avó ou mãe e ela vai oferecer-lhe os pratos caseiros feitos com todo o amor do mundo.

O proprietário de um restaurante em Staten Island, Nova York, se apropriou desse conceito para obter a receita do sucesso.

Na Enoteca Maria, em vez de chefs profissionais das mais altas escolas de culinária do mundo, apenas avós de diferentes partes do mundo trabalham e tem sido um sucesso.

Avós na Cozinha

As avós cozinheiras reunidas com o dono do restaurante

Seu proprietário Jody Scaravella foi inspirado a fazer isso em seu restaurante depois de perder sua própria avó, sua mãe e sua irmã. “Acho que eu estava inconscientemente tentando remendar os buracos da minha vida e ver uma avó italiana na cozinha era uma forma de conforto”, disse ele ao site Gothamist.

A PROCURA

Scaravella começou com isso depois de postar um aviso em um jornal de língua italiana que dizia “donas de casa italianas querem cozinhar pratos regionais”. Em seguida, ele expandiu sua equipe de chefs para avós de diferentes culturas e etnias para adicionar pratos italianos de outras partes do mundo.

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Agora ela tem cozinheiros da Síria, Polônia, Nigéria, Venezuela, Equador, Turquia e França, entre outras nações. Até mesmo sua equipe tem um “avô” que faz massas frescas do local como nhoque ou ravioli.

O restaurante teve um grande sucesso em sua cidade e em todo o mundo porque tem receitas antigas que passaram de geração em geração.

Fonte: Revista CarpeDiem

02 fev

Nossa Casa

por nossacasa

Chega de Férias!

Na Nossa Casa as atividades já começaram a todo vapor! Sabe onde nossas meninas foram se divertir?
No cinema! É isso mesmo. Nossas hóspedes foram assistir “Minha Mãe é uma Peça 3”.

Foi uma tarde muito deliciosa, com direito a um delicioso lanche e muita risada.

Veja algumas fotos.

Cinema Nossa Casa

As meninas a caminho do cinema

Momentos antes do filme começar

Lanchinho pós filme

Elas amaram e já esperam pelo próximo passeio.

Obs: todas as atividades externas têm o consentimento e aprovação dos familiares. Sem contar que eles são super bem-vindos, sempre que queiram estar presente.

Alejandro Colli, é um jovem de apenas 18 anos, mas ele já ajudou os animais mais do que muitas pessoas.

O garoto usa uma impressora 3D para montar montar próteses para cães com deficiência.

Proteses caninas

Sua intenção é apenas ajudar, e ele faz com muito amor e carinho, nunca pedindo nada em troca.

Todos os seus projetos estão sendo compartilhados no Twitter e já viralizaram nas redes sociais.

Quando Alejandro estava prestes a terminar o último ano do ensino médio no Instituto Stella Maris em Lamus (Argentina), ele teve a ideia de comprar uma impressora 3D.

“Vi tutoriais no YouTube e fiz, era só para saber o que era, nunca levei isso como algo sério. Então eu percebi o que era capaz de fazer”, explicou o jovem.

Sua jornada começou fazendo moldes de biscoitos para doces, no qual fabricava para uma pequena empresa que os vendia e ganhava um dinheiro extra.

ROTINA

Logo após os moldes, Alejandro começou a fazer próteses para as patas dos cães, conseguindo ajudar eles a andarem novamente.

Geralmente, próteses feitas sob medida, demorariam cerca de um dia e meio para serem fabricadas, mas quando você as transfere para a impressora 3D, ela faz em cerca de 3 horas.

Algo muito curioso é saber que apesar de ter um preço elevado em diversos lugares, a prótese para animais tem um custo total de 10 dólares.

Surpreso de como as pessoas gostaram de seu projeto, ele diz:

“O que as pessoas agradecem é incrível. Ver um cãozinho voltar à caminhada normal é algo inestimável e sem mencionar a felicidade dos donos. Eles me agradecem, mas não precisam.”

Além disso, Alejandro começou a fabricar cadeiras de rodas, ele assumiu o desafio de novas possibilidades de devolver alguma felicidade aos cães e suas famílias com essas invenções incríveis, ele espera que no futuro conseguir uma impressora maior e também aumentar a produção, para assim ajudar mais.

“Já entreguei mais de 50 peças, tanto no país quanto no Panamá, México, Colômbia e Chile. Hoje, estou me concentrando mais em cadeiras de rodas adaptáveis, que são as mais difíceis e caras de fazer, porque exigem uma invasão por toda a coluna.”

Fonte: Site Portal do Animal

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