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07 out

Nossa Casa

por nossacasa

Tarde Japonesa Nossa Casa

A Nossa Casa está sempre promovendo eventos diferentes para a quebra da rotina das nossas meninas.

Em agosto, tivemos o Mc Dia Feliz com direito a um Ronald pra lá de especial. 

E no mês de setembro, a Nossa Casa promoveu uma Tarde Japonesa. 

Um delicioso Buffet japonês com delícias preparadas na hora e também apresentação Taiko, instrumentos japoneses de percussão. O som dos tambores arrepiaram a todos. A apresentação foi no estacionamento, contagiava até quem passava na rua! 

Foi mesmo muito emocionante. 

A nossa Marcia, arrasou no look de gueixa. 

Foi realmente uma tarde deliciosa! 

Arigato!

ありがと

Bonecas para idosos

É cada vez mais comum em casas de repouso nos EUA o uso de bonecas no tratamento de pessoas com Alzheimer.

Chamada de “Terapia de Abraços”, a técnica devolve aos velhinhos a alegria, alivia o estresse, reduz a depressão, a agitação, a ansiedade e resgata memórias sobre a maternidade/paternidade.

Atualmente, a terapia é aplicada nas Comunidades de Tratamento do Poet’s Walk Memory Care Communities, em oito localidades: nas cidades de Leesburg, Fredericksburg e Warrenton, Virgínia; Cedar Park, Round Rock e San Antonio, Texas; em Henderson, Nevada, e na cidade de Sarasota, Flórida, segundo informações do Só Notícia Boa.

A Terapia de Abraços funciona assim: o boneco é dado aos idosos para “cuidar” como parte de sua programação. Como se fosse um bebê de verdade, eles seguram, balançam e acariciam a boneca. Tudo isso faz aflorar um sentimento de amor e autoestima, fundamentais para a qualidade de vida do paciente.

“Minha mãe ganha vida quando ela abraça esses bonecos”, disse April Hannewald.

A mãe dela vive na Comunidade de Cuidados com a Memória em Nevada. April conta que a idosa fala pouco, mas isso muda “quando estou empurrando-a na cadeira de rodas, ela começa a falar frases inteiras quando passamos as bonecas [dizendo coisas como]: “Oh, olha! O que os bebês estão fazendo?”.

“Entre as várias formas de terapia recreativa que nossos cuidadores oferecem, descobrimos que a “terapia de abraços” é uma das mais simples e mais terapêuticas. É também uma das mais bem sucedidas, pois dá aos nossos residentes um propósito que eles desejam”, conta a diretora executiva da Poent’s Walk Warrenton, na Virginia, Terra Brown.

“Quando me sento com a minha mãe e ela fica inquieta e distraída, tudo o que tenho a fazer é dar-lhe uma boneca e colocar um sorriso no rosto. Ela fala com o bebê e beija a testa dele com frequência”, diz Hannewald.

Para quem tem interesse em aplicar a Terapia, uma dica importante: deve-se usar apenas bonecas que não chorem, para não estressar os pacientes. As bonecas também devem ser tratadas como se fossem bebês reais, ao invés de brinquedos.

Referência: Razões para Acreditar

Cuidar do espírito

Muito se fala sobre a relação entre a saúde física e a saúde espiritual. Mesmo aquelas pessoas que não seguem nenhuma doutrina espírita estão começando a entender que cuidar do espírito é fundamental para manter a saúde sempre em dia, pois de nada adianta tratar os sintomas do corpo se é a alma que está adoecida.

Alguns médicos também reforçam o cuidado do espírito como um fator fundamental para uma vida de qualidade. Um deles é Dr. Paulo Niemeyer Filho, filho do Neurocirurgião Paulo Niemeyer e sobrinho do arquiteto Oscar Niemeyer.

Paulo optou pela medicina logo cedo. Começou a faculdade aos 17 anos, na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e apenas 15 dias depois de formado, mudou-se para a Inglaterra, onde se especializou em neurologia na Universidade de Londres. Na volta ao Brasil, fez doutorado na Escola Paulista de Medicina.

Foram 20 anos de estudo para que Paulo Niemeyer terminasse a sua formação. No entanto, as consequências de sua dedicação são visíveis. Atualmente, ele é chefe dos Serviços de Neurocirurgia da Santa Casa do Rio de Janeiro e da Clínica São Vicente e opera praticamente todos os dias da semana, ainda encontrando tempo para lecionar no Curso de Pós Graduação em Neurocirurgia da PUC-Rio.

Um grande exemplo de uma pessoa realmente apaixonada por aquilo que faz. Dr. Paulo, um médico muito experiente e influente, acredita que a melhora do cérebro está relacionada ao cuidado do espírito e dá algumas informações muito interessantes sobre a importância do cuidado com o corpo em uma entrevista que deu à Revista Poder. Mostramos abaixo alguns trechos. Confira:

PODER: Existe alguma coisa que se possa fazer para o cérebro funcionar melhor?

Dr. Paulo Niemeyer: você tem de tratar do Espírito. Precisa estar feliz, de bem com a vida, fazer exercícios. Se está deprimido, com a autoestima baixa, a primeira coisa que acontece é a memória ir embora; 90% das queixas de falta de memória são por depressão, desencanto, desestímulo. Para o cérebro funcionar melhor, você tem de ter motivação. Acordar de manhã e ter desejo de fazer alguma coisa, ter prazer no que está fazendo e ter a autoestima no ponto.

PODER: Cabeça tem a ver com alma?

Dr. Paulo Niemeyer: eu acho que a alma está na cabeça. Quando um doente está com morte cerebral, você tem a impressão de que ele já está sem alma. Isso não dá para explicar, o coração está batendo, mas ele não está mais vivo.

PODER: O que se pode fazer para se prevenir de doenças neurológicas?

Dr. Paulo Niemeyer: todo adulto deve incluir no check-up uma investigação cerebral. Vou dar um exemplo: os aneurismas cerebrais têm uma mortalidade de 50% quando rompem, não importa o tratamento. Dos 50% que não morrem, 30% vão ter uma sequela grave: ficar sem falar ou ter uma paralisia. Só 20% ficam bem. Agora, se você encontra o aneurisma num check-up, antes dele sangrar, tem o risco do tratamento, que é de 2%, 3%. É uma doença muito grave, que pode ser prevenida com um check-up.

PODER: Existe algum inimigo do bom funcionamento do cérebro?

Dr. Paulo Niemeyer: o exagero. Na bebida, nas drogas, na comida. O cérebro tem que ser bem tratado como o corpo. Uma coisa depende da outra. É muito difícil um cérebro ir muito bem num corpo muito maltratado e vice-versa.

Muito esclarecedor, e pode ser a resposta que muitas pessoas precisavam para começarem a cuidar de sua saúde espiritual ainda hoje. 

Referência: O Segredo

Avó daminha no casamento

A dona Cida foi daminha de honra do casamento do seu neto, Marcelo, que é médico e de quem se lembra bastante, apesar da perda de memória causada pelo Alzheimer.

Marcelo e a noiva, Carla, se casaram no final de 2017, na igreja Nossa Senhora da Saúde, em São Paulo. Ao Razões para Acreditar, Marcelo revelou que o convite para avó ser daminha de honra foi uma forma singela de fazê-la se sentir especial e também para guardar uma recordação gostosa da dona Cida.

“Foi uma grande honra ver minha avó de 90 anos levando as alianças com a minha prima. Geralmente pessoas que têm demência lembram de coisas que geram grande impacto emocional, um sentimento forte. Como ela não vinha lembrando de quase nada eu pensei que aquele dia poderia marcar a vida dela agora no presente”, conta Marcelo.

Cida entrou na cerimônia acompanhada pela neta, Renata, surpreendendo os 300 convidados, que esperavam ver uma criança carregando as alianças. Cida estava radiante, achando tudo muito lindo, enquanto Renata tentava, sem sucesso, controlar a emoção.

Daminha no casamento

“Ela não estava entendo muito bem, mas reconhecia pessoas que eram da família dela. Estava feliz e contente. Quando a gente entrou de mãos dadas eu falei ‘vó, tá chegando a hora’, e o meu olho já cheio de lágrima. Aí eu falei ‘é o Marcelo que está casando, seu neto, médico”, lembra Renata.

“Aí na hora que ela viu o Marcelo ela falou assim ‘nossa, eu conheço ele desde pequeno’. Na verdade, ela não lembra que conhece o Marcelo desde pequeno. A gente que chama muito ela de vó pra ela lembrar o que somos dela.”

As duas acompanharam a cerimônia no primeiro banco do lado direito da Igreja. A dona Cida estava completamente encantada com os detalhes da decoração. Ela não lembrava da noiva, mas olhou para Renata e disse ‘nossa, que noiva linda, eu não conhecia ela’. Marcelo e Carla estavam juntos há 17 anos.

Daminha no casamento

“Mas foi bonitinho o encantamento dela. Tinha uma madrinha com um vestido todo rosa, de paetê, e ela ficou toda encantada com o vestido. E teve uma hora que eu fui testemunha do casamento. Então, eu falei ‘vó, só eu que vou lá, você fica aqui’. Eu estava morrendo de medo da reação dela. Mas ela estava tão encantada com as plantinhas, de ver o neto dela…”

Marcelo também vai guardar pra sempre a imagem da avó entrando na Igreja como daminha: “Depois que ela for embora vai ser muito gostoso imaginar como foi o dia. Passou um filme na minha cabeça, de como foi a infância e de como seu gosto dela”.

Como médico, Marcelo acredita que a cerimônia e a festa do casamento fizeram bem à saúde mental da avó: “Na cerimônia e depois na festa ela estava sendo minha avó. Mesmo que ela não se lembre hoje, eu tenho certeza que ela se emocionou e estava gostando muito. Acho que são esses pequenos momentos que têm feito ela ficar viva”.

Referência: Razões para Acreditar

25 set

Estresse

O estresse, devido à crescente exigência sobre pais e filhos, é um fator cada vez mais comum na criação. As férias e as tardes no parque, em muitos casos, tornaram-se atividades extracurriculares que geram uma grande pressão sobre adultos e crianças.

Não há dúvida de que as crianças são uma bênção. Entender o preço do estresse parental que a sua criação envolve e o seu reflexo nas crianças é outra questão. Podemos dizer que criar filhos se tornou quase uma maratona.

Durante a gestação, as futuras mães ouvem que o estresse é um fator de risco que pode ter consequências desastrosas para o desenvolvimento dos bebês. No entanto, a vida muda radicalmente quando a criança nasce.

Grande parte desse estresse surge de uma moda: preencher as agendas das crianças com atividades extracurriculares. Em muitos casos, há também o desconforto derivado da culpa que muitos pais sentem por não passarem muito tempo com seus filhos.

Conselho para as mães sobre o estresse parental

Quando o bebê já nasceu, os pais recebem poucas explicações de como lidar com o estresse ou como não gerar estresse. Pelo contrário, em muitos casos, supõe-se que seja algo que eles precisam aprender naturalmente ao longo do caminho.

Infelizmente, o fato de a mãe ter uma carreira profissional não costuma diminuir o esforço que ela precisa fazer. Esse fato, por si só, já é estressante.

Além disso, muitos especialistas recomendam que o recém-nascido durma no quarto dos pais, mas não na cama deles.

Por outro lado, a mãe também deve ter cuidado com o que come se estiver amamentando. Além disso, pode surgir a ideia de que, se a mulher volta a trabalhar, não ama seu bebê o suficiente; se não volta a trabalhar, também podem pensar que ela não se ama o suficiente.

Fazer coisas continuamente para o seu filho

Todos esses fatores nos dão uma equação de pais muito cansados ​​e estressados. Pessoas que correm atrás dos segundos, tentando encontrar tempo nos lugares em que ele parece não existir.

Assim que as crianças têm idade suficiente para iniciar aulas de música, praticar esportes ou aprender um idioma, o estresse pode aumentar. Pegá-los, levá-los, estar a par de seus horários…

Essas atividades, além de tempo, exigem recursos financeiros para pagar matrículas e mensalidades. Em diferentes momentos, os pais se perguntam se podem proporcionar uma formação mais completa para seus filhos.

A consequência é o ajuste orçamentário e, em muitos casos, o aumento de horas dedicadas ao trabalho para obter o dinheiro necessário para tal formação.

O preço real do estresse parental

Esse estresse prolongado ao longo do tempo prejudica a saúde. Surgirão as dores de estômago, musculares e de cabeça.

As consequências a longo prazo são ainda mais perigosas e incluem aumento da pressão arterial, problemas coronários e transtornos que afetam a saúde mental, como a ansiedade e a depressão.

Estamos falando da saúde dos pais, mas a verdade é que esse grau de estresse parental também afeta os filhos. Desde o início da gravidez, o estresse da mãe se reflete na criança.

Estudos realizados sobre esse aspecto mostram que o estresse materno durante a gravidez pode afetar a fisiologia da criança e a sua estabilidade emocional.

Além disso, durante os dois primeiros anos de vida, as crianças com pais que sofrem de estresse e ansiedade podem ser “contagiadas”. Da mesma forma, parece que um estilo de criação muito controlador atua como um intensificador dessa ansiedade.

Não é necessário correr para ser bons pais

De acordo com esses dados, conclui-se facilmente que pais estressados ​​representam, de alguma forma, um perigo para eles mesmos e para as crianças. Inscrever o filho em muitas atividades “para o seu futuro” pode ter o efeito oposto do esperado se o estresse estiver presente.

Talvez seja o momento de desacelerar e repensar tudo. É possível que tantas atividades não sejam necessárias ou possam ser substituídas por outras mais simples, que gerem menos pressão.

Talvez a academia e a pracinha do bairro não sejam as melhores opções, mas escolher as atividades de maior renome pode ter um preço a longo prazo em termos de saúde que não podemos pagar.

Referência: A mente é maravilhosa

Avós

Os avós nunca morrem, tornam-se invisíveis e dormem para sempre nas profundezas do nosso coração. Ainda hoje sentimos a falta deles e daríamos qualquer coisa para voltar a escutar as suas histórias, sentir as suas carícias e aqueles olhares cheios de ternura infinita.

Sabemos que é a lei da vida, enquanto os avós têm o privilégio de nos ver nascer e crescer, nós temos que testemunhar o envelhecimento deles e o adeus deles ao mundo. A perda deles é quase sempre a nossa primeira despedida, e normalmente durante a nossa infância. 

Os avós que participam na infância dos seus netos deixam vestígios da sua alma, legados que irão acompanhá-los durante a vida como sementes de amor eterno para esses dias em que eles se tornam invisíveis.

Hoje em dia é muito comum ver os avôs e as avós envolvidos nas tarefas de criança com os seus netos. Eles são uma rede de apoio inestimável nas famílias atuais. Não obstante, o seu papel não é o mesmo que o de um pai ou de uma mãe, e isso é algo que as crianças percebem desde bem cedo.

O vínculo dos avós com os netos é criado a partir de uma cumplicidade muito mais íntima e profunda, por isso, a sua perda pode ser algo muito delicado na mente de uma criança ou adolescente. Convidamos você a refletir sobre esse tema conosco.

O adeus dos avós: a primeira experiência com a perda

Muitas pessoas têm o privilégio de ter ao seu lado algum dos seus avós até ter chegado à idade adulta. Outros, pelo contrário, tiveram que enfrentar a morte deles ainda na primeira infância, naquela idade em que ainda não se entende a perda de uma forma verdadeiramente real, e onde os adultos, em certas situações, a explicam mal na tentativa de suavizar a morte ou fazer de conta que é algo que não faz sofrer.

A maioria dos psicopedagogos diz de forma bem clara: devemos dizer sempre a verdade a uma criança. É preciso adaptar a mensagem à sua idade, sobre isso não há dúvidas, mas um erro que muitos pais cometem é evitar, por exemplo, uma última despedida entre a criança e o avô enquanto este está no hospital ou quando fazem uso de metáforas como “o avô está em uma estrela ou a avó está dormindo no céu“.

É preciso explicar a morte às crianças de forma simples e sem metáforas para que elas não criem ideias erradas. Se dissermos a elas que o avô foi embora, o mais provável é a criança perguntar quando é que ele vai voltar.

Se explicarmos a morte à criança a partir de uma visão religiosa, é necessário incidir no fato de que ele “não vai regressar”. Uma criança pequena consegue absorver apenas quantidades limitadas de informação, dessa forma, as explicações devem ser breves e simples.

É também importante ter em conta que a morte não é um tabu e que as lágrimas dos adultos não têm que ficar ocultas perante o olhar das crianças. Todos sofremos com a perda de um ente querido e é necessário falar sobre isso e desabafar. As crianças vão fazer isso no seu tempo e no momento certo, por isso, temos que facilitar este processo.

As crianças irão nos fazer muitas perguntas que precisam das melhores e mais pacientes respostas. A perda dos avós na infância ou na adolescência é sempre algo complexo, por isso é necessário atravessar essa luta em família sendo bastante intuitivos perante qualquer necessidade dos nossos filhos.

Embora já não estejam entre nós, eles continuam muito presentes

Os avós, embora já não estejam entre nós, continuam muito presentes nas nossas vidas, nesses cenários comuns que compartilhamos com a nossa família e também nesse legado verbal que oferecemos às novas gerações e aos novos netos e bisnetos que não tiveram a oportunidade de conhecer o avô ou a avó.

Os avós seguraram as nossas mãos durante um tempo, enquanto isso nos ensinaram a andar, mas depois, o que seguraram para sempre foram os nossos corações, onde eles descansam eternamente nos oferecendo a sua luz, a sua memória.

A presença deles ainda mora nessas fotografias amareladas que são guardadas nos porta-retratos e não na memória de um celular. O avô está naquela árvore que plantou com as suas próprias mãos, e a avó no vestido que nos costurou e que ainda hoje temos.

Estão no cheiro daqueles doces que habitam a nossa memória emocional. A sua lembrança está também em cada um dos conselhos que nos deram, nas histórias que nos contaram, na forma como amarramos os sapatos e até na covinha do nosso queixo que herdamos deles.

Os avós não morrem porque ficam gravados nas nossas emoções de um modo mais delicado e profundo do que a simples genética. Eles nos ensinaram a ir um pouco mais devagar e ao ritmo deles, a saborear uma tarde no campo, a descobrir que os bons livros têm um cheiro especial e que existe uma linguagem que vai muito mais além das palavras.

É a linguagem de um abraço, de uma carícia, de um sorriso cúmplice e de um passeio no meio da tarde compartilhando silêncios enquanto vemos o pôr do sol. Tudo isso perdurará para sempre, e é aí onde acontece a verdadeira eternidade das pessoas.

No legado afetivo de quem nos ama de verdade e que nos honra ao recordar-nos a cada dia.

Referência: A mente é maravilhosa

Ansiedade

Em nosso dia a dia, a ansiedade é uma sensação muito frequente. Pode ser resultante de acontecimentos positivos ou negativos, de compromissos ou responsabilidades, da necessidade de cumprir adequadamente tarefas rotineiras ou de aguardar por um evento esperado.

Entretanto, os sintomas de ansiedade podem prejudicar o desempenho de atenção e de memória; uma vez que ficamos desconcentrados por pensar em várias informações simultaneamente ou por não concluir adequadamente uma tarefa iniciada. Os sintomas de ansiedade geram estresse e podem deixar o nosso organismo em estado de estresse excessivo.

São vários os impactos dos sintomas da ansiedade em nossa vida. Do ponto de vista físico, podem ocasionar dores de cabeça, falta de energia para realizar tarefas, sudorese aumentada, aumento dos batimentos cardíacos, tremor e dores musculares e no estômago.

No aspecto emocional, pode gerar desânimo, ansiedade intensa, raiva, frustração, preocupação, nervosismo e falta de paciência; além da própria dificuldade em manter um bom desempenho das habilidades mentais.

Teste o nível da sua ansiedade

Responda as perguntas a seguir e verifique quantas alternativas SIM você responderá. Cada alternativa SIM valerá um ponto e uma somatória de 5 (cinco) pontos ou mais será um indicativo inicial de que você está com a presença de sintomas de ansiedade em seu cotidiano.

  1. Eu me preocupo em grande parte do tempo com as coisas.
  2. Eu acho difícil tomar uma decisão em problemas desafiadores.
  3. Sinto-me agitado com frequência no dia-a-dia.
  4. Eu acho difícil relaxar.
  5. Eu frequentemente não consigo aproveitar as coisas por causa de minhas preocupações.
  6. Eu me vejo como uma pessoa nervosa.
  7. Eu me vejo como uma pessoa nervosa.

Importante refletir que, se os sintomas de ansiedade interferirem em sua qualidade de vida, é importante buscar auxílio profissional para ter acesso ao tratamento adequado e assim ter uma vida mais calma e tranquila.

Cuidados para prevenção de sintomas de ansiedade:

  • Coloque poucas metas por dia e objetive cumpri-las;
  • Organize-se antecipadamente: faça planos, projetos, tenha o hábito de escrever e preparar roteiros personalizados sobre seus objetivos;
  • Respeite seus limites: tenha férias, intervalos de descanso. O excesso de compromissos e trabalho gera estresse elevado, angústia emocional e causa cansaço, e no final das contas, a exaustão e o esgotamento;
  • Compartilhe suas emoções: evite acumular preocupações, problemas emocionais e afetivos, compartilhe com alguém de sua confiança;
  • Sorria mais: não somos felizes o tempo todo, mas busque valorizar pequenas ações e sorria mais. Ao sorrirmos estamos estimulando o nosso cérebro a liberar neurotransmissores que diminuem o nível de estresse;
  • Por fim, cuide do seu cérebro e faça exercícios de ginástica cerebral; cuidar da atenção, da memória e de outras habilidades também diminui os sintomas de ansiedade e melhora a qualidade de vida.

Referência: Supera

Sônia Braga

Conquistou o Brasil, e o mundo, no papel de Gabriela, na telenovela de horário nobre, a partir do romance homônimo de Jorge Amado — que ganhou uma nova versão, em 2012, com Juliana Paes e Humberto Martins. O sucesso que se seguiu não foi menor: Dona Flor e Seus Dois Maridos (1977), também a partir de uma história de Amado, está entre os filmes brasileiros mais vistos de sempre, e Dancin’ Days (1978), que afirmou o poder da Globo no que dizia respeito a telenovelas. O reconhecimento veio de todo o lado, inclusive das revistas de moda, que viram em Sônia Braga um modelo para a vida. E não estavam erradas.

Na capa do número brasileiro da Vogue, Sônia Braga surge tão sensual como sempre, mas agora com o cabelo completamente branco: “Meu cabelo é uma metáfora muito importante para mim. Mas, cabeleireiros, vocês não vão ter que sujar mais a mão e usar aquela luvinha – não quero pintá-los nunca mais”, disse em entrevista à Vogue, numa produção com fotografia de Henrique Gendre. “É uma sensação de liberdade muito grande, de normalidade, de natureza mesmo.” 

Na revista, que apelida a atriz de “diva máxima”, considerando-a o “nome mais famoso do cinema nacional no Brasil e lá fora”, adianta-se ainda que corre o rumor de que Sônia poderá voltar às novelas em breve, curiosamente com um guião de Gilberto Braga, que deverá ser uma adaptação de Vanity Fair, obra novecentista do inglês William Makepeace Thackeray (mais recentemente adaptada ao cinema como A Feira das Vaidades, dirigido por Mira Nair, com Reese Whiterspoon e Gabriel Byrne). “Também ouvi falar isso”, diz a actriz, sem acrescentar nem mais uma palavra sobre o assunto. É esperar as cenas dos próximos capítulos.

A beleza da idade

Nos últimos tempos, várias figuras seniores têm conquistado um lugar de destaque nas revistas de beleza e em campanhas publicitárias. Jane Fonda, aos 81 anos, foi capa da Vogue Britânica, em Maio deste ano, tornando-se a mulher mais velha a conquistar este posto, enquanto a irreverente empresária norte-americana Iris Apfel continua a ser, aos 98 anos, um símbolo de glamour. Na publicidade, uma das marcas que mais tem apostado em desmistificar a idade vs. beleza é a Dove, com sucessivas campanhas dedicadas a esta temática.

Fonte: Público

Crianças órfãs

Há pessoas que nascem com um propósito na vida: Fazer a diferença no mundo. Este é o caso de Amy Hehe, que aos 19 anos traçou o futuro de seus sonhos, que, diferentemente da maioria das pessoas, não era uma casa, nem um prédio de luxo. Amy se dedicou a planejar todos os detalhes de um centro médico para cuidar de crianças órfãs com doenças terminais no Quênia.

O florescer desta ideia se deu quando Amy tomou consciência de como órfãos e crianças em situações de vulnerabilidade lutavam para sobreviver em instituições lotadas. Naquele momento ela descobriu sua verdadeira missão de vida: seu sonho era construir um hospital para cuidar e ajudar essas crianças . Seis anos depois, o sonho de Amy tornou-se realidade quando ela e seu marido, Rob, fundaram o Hospital Infantil OVI, sem fins lucrativos.

A jovem se formou no Programa de Assistência Médica da Universidade de Kentucky , e desde o início de sua missão ela enfrenta o duro impacto de testemunhar o sofrimento de seus pequenos pacientes, que lutam contra a desnutrição, malária, ferimentos, câncer e HIV.

Graças a Amy, os pequenos quenianos têm alguém que se preocupa com eles e com sua saúde. A vida de Amy é dura, mas apesar das dificuldades, ela vive por uma causa maior: o bem de todas as crianças que precisam de atenção, amor e esperança.

E você, tem um propósito de vida? Se o tiver, siga neste caminho. Pode ser que você consiga transformar a vida de muitas pessoas, como Amy fez com estas crianças do Quênia.

Referência: Revista Pazes

Infecção em idosos

Febre e mal estar são os sinais típicos de infecções que tomam conta do organismo, mas não valem para todas as faixas etárias.

Entre os idosos, especialmente os mais velhos ou com doenças crônicas associadas, os sintomas das infecções variam entre confusão mental, hipotermia (redução considerável da temperatura) e mudanças importantes no comportamento.

O idoso pode ter ainda sonolência e fraqueza geral. Nos pacientes com alguma dificuldade cognitiva, pode ter redução nos níveis de consciência e, um sinal de uma infecção mais grave é, ao invés da febre, uma hipotermia, e hipoglicemia. Pode ter ainda confusão mental, agitação, agressividade e até mesmo uma queda do paciente é uma manifestação em potencial de infecção em idoso, explica Rodolfo Pedrão, médico geriatra do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná (HC/UFPR).

A mudança na apresentação dos sintomas confunde os familiares, que tentam buscar outras explicações para esses sinais. Isso atrasa o diagnóstico e, quem sofre, é o próprio paciente idoso. De acordo com José Mário Tupiná Machado, médico geriatra do hospital Marcelino Champagnat e professor de geriatria da PUCPR, as mudanças no envelhecimento são lentas e gradativas — e ninguém apresenta demência de um dia para outro.

É importante que a família tenha consciência que as mudanças de aparência, de comportamento, de rotina sempre precisam ter uma explicação. Sempre precisam buscar uma explicação para elas. Não pode ficar achando que é da idade. Qualquer mudança deve ser checada porque pode ser, entre outras coisas, uma infecção, reforça Machado.

Alerta aos sintomas de infecções nos idosos

Fique atento aos seguintes sinais, de acordo com orientações dos médicos geriatras José Mário Machado e Rodolfo Pedrão:

  • Mudança de comportamento: Se, de repente, o idoso que era agitado, participativo ou brincalhão se torna apático, prostrado, se isola ou se irrita com facilidade, fique de olho. O contrário também é verdadeiro: de alguém menos para mais agitado.
  • Confusão mental e alucinações: Nem sempre uma falha de memória ou confusão é sinal de demência, mas pode indicar uma infecção não diagnosticada.
  • Hipotermia: Em infecções mais graves, ao invés de aquecer, o corpo tende a se resfriar, podendo levar a um quadro de hipotermia.
  • Sonolência e redução dos níveis de consciência: Especialmente nos pacientes com dificuldades ou déficit cognitivos, as infecções podem levar a uma maior sonolência e até reduzir a consciência.

 

Doenças importantes

Se o idoso tiver, concomitantemente à infecção, doenças que comprometem a imunidade, ou doenças debilitantes, como demências em estágio avançado, diabetes, doenças cardíacas e pulmonares, o risco de ter sintomas mais atípicos é maior.

Infecções em geral podem causar esses sinais atípicos, mas as infecções mais prevalentes entre os idosos são pneumonia, infecção urinária e de pele, explica José Mário Machado, médico geriatra do hospital Marcelino Champagnat.

Como evitar?

A melhor forma de evitar as infecções, segundo o médico geriatra Rodolfo Pedrão, se dá pelo cuidado com a saúde em geral do idoso, o que significa prezar por uma alimentação saudável, atividades físicas e vacinação.

É importante lembrar das vacinas, da gripe, por exemplo. Alguns idosos recebem a indicação de tomar também, especialmente quem está tratando de doenças crônicas, as vacinas contra a pneumonia e o herpes zóster. Mas a vacina contra a gripe é fundamental, se não tiver nenhuma contraindicação, diz o especialista que também faz parte da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia.”

Referência: Gazeta do Povo

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