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Uma geração de crianças “sem limites” está se formando. São filhos mimados e com baixa tolerância à frustração. Como os pais podem mudar essa situação?

Mesmo que você não tenha filhos, provavelmente já presenciou cenas semelhantes: criança se jogando no chão e gritando porque não recebe o que quer na hora que está pedindo; criança gritando (e até batendo) nos pais porque não ganharam o que querem, na hora que querem; criança jogando comida no chão porque não é o que quer comer. Pois esse comportamento é de criança mimada e indica, sim, falta de educação.

Para a psicóloga Laurema Suckow de Castro uma geração de “crianças mimadas” está se formando por uma mudança social e até econômica. “O pais e as mães estão muito mais ausentes, trabalhando muito. As crianças ficam muito ligadas em aparelhos tecnológicos e tendo pouco contato com a família. Isso desencadeia um comportamento social sem muitos limites”, explica.

Criança mimada

Limite aliás, é a palavra chave para lidar com uma criança mimada e também pode ser a “salvação” para esse tipo de comportamento. O problema, conforme analisa a psicóloga, é que a culpa dos pais acaba desencadeando um comportamento vicioso. Os pais não querem repreender a criança porque sentem culpa por não passar mais tempo com ela. Os filhos percebem essa culpa dos pais e usam ao seu próprio favor, testando limites e – também – a paciência.

“Uma criança mimada é uma criança que tem baixa tolerância à frustração. Não sabe ouvir um não e não consegue se comportar bem socialmente”, explica Laurema. Esse “não consegue” passa pela questão da criança saber que os pais não vão repreendê-la em um lugar público, por isso acaba colocando a família em situação constrangedora.
O que fazer nesses casos? Ser firme. Por mais que a culpa bata, os pais devem saber que os limites são essenciais na educação dos filhos e que são eles – os pais – que sabem o que é melhor para as crianças durante a infância. Isso significa saber se comportar durante um passeio e até comer o que os pais indicam, já que os adultos têm mais experiência para saber o que faz bem do que uma criança.

Parece lógico, mas muitos pais têm dificuldades em colocar limites nas crianças e terceirizam essa função, seja para a escola ou para especialistas. Laurema salienta que uma situação muito comum hoje em dia é os pais buscarem diagnósticos para criança, chamando-a de hiperativa ou mesmo buscando ajuda médica para lidar com um comportamento inadequado.
“Há diferenças grandes entre uma criança com alguma síndrome e uma criança sem educação, sem limites. Os pais não podem confundir. Na dúvida, é importante buscar orientação”, salienta Laurema.

O que fazer?

A psicóloga dá algumas dicas para lidar com crianças que estão fazendo birra ou manha constantemente. Confira:

Tenha controle da situação. Lembre-se: quem sabe o que é melhor para as crianças são os adultos e não elas.

Seja firme. Não volte atrás em uma decisão. A criança precisa confiar e sentir-se segura com a decisão do adulto.

Não sofra. Saiba que dar limites é positivo para a criança. Uma criança mimada é manipuladora e sabe o “ponto fraco” dos pais. Não caia no jogo.

Fuja do consumismo. Não tente compensar o tempo que você passa fora com presentes. O que vale é a qualidade do tempo também, portanto, presentes, só em datas especiais.

Dê tarefas para que as crianças cumpram de acordo com a idade e maturidade delas. Estimule a independência.

Faça combinados e mantenha as regras. Antes de sair de casa para um passeio, lembre os acordos da família: nada de birra, manha ou pedir para comprar alguma coisa. Não dá para fazer tudo o que as crianças querem, isso prejudica um crescimento saudável!

Fonte: Papo Sincero

Até uns anos atrás, quem fazia curso de inglês, em horário contra turno ao estudo, era somente as pessoas ricas, se lembra? Hoje em dia, o inglês é quase que um requisito obrigatório para todos aqueles que buscam um mercado de trabalho mais amplo e condições financeiras mais estáveis. Para essa demanda, os horários para o curso se tornaram muito mais flexíveis e acessíveis, certo?

No entanto, os brasileiros sempre procuram um intercâmbio, ao concluir o curso, para expandir o seu vocabulário e fluência na nova língua e, assim, conquistar o mercado de trabalho.

Brasileiros praticam Inglês conversando com idosos

Porém, há uma situação inversa do outro lado do nosso continente. Em Chicago (EUA), por exemplo, existem vários idosos aposentados vivendo em casas de repouso, onde a preocupação não é como falar (pois o idioma já o inglês), mas sim com quem falar, afinal, eles vivem sozinhos e sem uma companhia jovem.

Pensando nesses dois lados, a CNA resolveu criar uma campanha, onde alunos e idosos querendo conversar são unidos pela tecnologia.

E o resultado é maravilhoso, dá só uma olhada:


 

Não estamos fazendo propagandas, apenas mostrando que o seu inglês pode ser expandido sem você sair de casa e, ainda, poderá fazer alguém muito feliz do outro lado da América.

Fonte: Intrigante

Café

Não há quem possa manter um mínimo de equilíbrio sem ter ao menos uma pessoa com quem dividir momentos de descontração e divertimentos, como um cafezinho ou uma cervejinha, para espairecer e se esquecer, por breves momentos que sejam, do montante de dissabores que fazem parte da vida.

É cada vez mais difícil alguém conseguir ter algum tempinho de sobra ao longo do dia. Tudo é tão corrido, tão urgente, que as pessoas não mais têm tempo para desfrutar de um passatempo, de uma amizade, para não fazer absolutamente nada, apenas descansar. Trabalha-se mais, acumula-se serviço, enquanto os relacionamentos humanos se esvaziam cada vez mais.

Ninguém aguenta, por muito tempo, passar as horas tão somente num pique atarefado e comprometido com responsabilidades que não trazem algum sossego. Por mais que se goste de trabalhar, o corpo e a mente precisam de descanso, de um intervalo em que se consiga tirar um pouco de peso dos ombros. E nada melhor do que um amigo verdadeiro para ajudar essa vida a se tornar menos densa e pesada.

Não há quem possa manter um mínimo de equilíbrio sem ter ao menos uma pessoa com quem dividir momentos de descontração e divertimentos, mesmo que simples, como um cafezinho ou uma cervejinha, para espairecer e se esquecer, por breves momentos que sejam, do montante de dissabores que fazem parte da vida. Rir com verdade, conversar sobre amenidades, lembrar-se de momentos especiais, tudo isso alivia a carga massacrante que o cotidiano nos obriga a enfrentar.

Amigos não devem servir somente para consolar e ouvir nossas agruras, mas também podem ser ótimas companhias para as ocasiões em que dividimos amenidades frugais, sem nada de sério pairando sobre a conversa, apenas sorvendo aquele ócio que recarrega nossas baterias e nossas energias. Amigos nos ajudam nos momentos de escuridão, mas também nos alegram quando precisamos apenas estar com alguém para dividir café e risadas.

Não podemos deixar de lado a necessidade de desfrutar momentos de lazer, junto a pessoas boas e verdadeiras, para que não sucumbamos diante dos inúmeros problemas que lotam nossa vida de entraves. Nosso emocional precisa de refresco e serão as pessoas que nos amam sem ressalvas os calmantes especiais que tornarão nossos passos mais seguros. Nada como um café com a pessoa certa.

Fonte: Revista Pazes

Longevidade de casal

Para viver mais e melhor, é preciso se cuidar bem. Ter uma alimentação balanceada e praticar exercícios físicos são dois itens essenciais para qualquer idade, mas principalmente para os idosos.

Cada país, contudo, tem sua cultura e segredos próprios de vida longa. O portal BBC fez um levantamento mostrando os cinco países do mundo que têm os maiores índices de longevidade.

Confira, abaixo, quais são os segredos de cada população.

País: Japão
Expectativa de vida83 anos
O segredo: Acredita-se que a dieta local, rica em tofu, batatas e uma pequena quantidade de peixes, seja responsável pela longevidade dos japoneses. Na região de Okinawa, a população vive ainda mais: lá vivem 400 pessoas com mais de 100 anos de idade e o local é, por isso, bastante estudado. Outro fator atribuído à longevidade no Japão é a convivência nas comunidades locais, onde há círculos sociais de idosos.

PaísEspanha
Expectativa de vida82,8 anos
O segredoA dieta mediterrânea, seguida pelos espanhóis, é famosa como uma das mais saudáveis do mundo. Composta essencialmente de vegetais, azeite de oliva e um toque de vinho, é a principal contribuição para a vida longa da população. Outros segredos são a “siesta”, aquele cochilo tirado depois do almoço, e as caminhadas ou pedaladas, preferidas pelos espanhóis para a locomoção.

PaísCingapura
Expectativa de vida83,1 anos
O segredoSe exercitar ao ar livre nos diversos parques públicos da cidade é hábito da maior parte dos moradores do país. Como muitos estudos comprovam, a prática de exercícios físicos é fator essencial para a longevidade.

PaísSuíça
Expectativa de vida81 anos
O segredoO queijo suíço é um dos mais famosos do mundo e é também um dos segredos da vida longa dos suíços, de acordo com alguns estudos. O país também oferece um sistema de saúde com alta qualidade, além de ser seguro – e, por isso, permitir que seus moradores se sintam bem.

PaísCoreia do Sul
Expectativa de vida90 anos (estimada)
O segredoApesar de ainda não ter oficialmente chegado a uma longevidade tão excepcional, os coreanos caminham para isso. Sua alimentação, rica em fibras e em alimentos fermentados, é um dos segredos para a saúde no país. Um forte senso de comunidade e tradições também são fatores decisivos quando se fala em longevidade, além da qualidade de vida ser garantida por um bom sistema de saúde e pela economia em crescimento.

E como o Brasil fica nessa história? Vamos ao dados…

País: Brasil
Expectativa de vida: 75,8 anos
Como aumentar a média? O brasileiro estima aumentar esse número, mas, para isso, precisa cuidar melhor da saúde de forma preventiva, praticar mais exercícios e seguir uma alimentação mais saudável.

Fonte: Movimento Conviva  e blogs.ne10.uol.com.br

O nome dela é Margaret Manning, uma mulher que, quando fez 60 anos, disse a si mesma que era o momento de fazer alguma coisa enriquecedora, algo que, por sua vez, pudesse ajudar os demais. Foi então quando ela decidiu deixar seu trabalho para iniciar um conhecido projeto chamado “Sixty and me”, uma associação para mulheres maiores de 60 anos.

Neste espaço, qualquer mulher que desejar pode dar seu testemunho de como é sua vida, do que conquistou, o que aprendeu… Por sua vez, Margaret Manning persegue outra interessante ideia: ajudar os mais jovens a deixar de ter medo “das rugas”, do passar do tempo, a nos tornarmos mais velhos.

Segundo Manning explica, ela se vê surpreendida frente a todas essas pessoas, em especial as mulheres, que quando chegam aos 30 pensam que já perderam a juventude. Daí, sua iniciativa de nos deixar essa série de conselhos para todas aquelas que, passados os trinta anos, começam a sofrer uma pequena crise existencial.

Se esse for seu caso, se você estiver entre os 30 e os 50, não deixe de ler estes instrutivos conselhos. Com certeza, eles farão você pensar.

• Lembre-se sempre de uma coisa: só existe uma vida, então não a desperdice se sentindo infeliz ou se preocupando com coisas que não têm importância.

• Busque sempre o lado bom das coisas. Seja positiva.

• Valorize o dia de hoje, “o aqui e agora”. É a única coisa que importa.

• Viva cada dia com a máxima plenitude, desfrute das pequenas coisas cotidianas.

• Tenha em conta que a vida pode mudar em um só instante. Se viver o momento, vai dar na mesma ter 30 ou 60, o importante é fazer tudo com paixão e plenitude.

• Desfrute da natureza, do seu tempo livre. Não se pressione demais.

• Busque um trabalho que você realmente goste. Se não for possível, procure, pelo menos, um hobby que a faça se sentir feliz e realizada.

• Seja sempre você mesma, não o que esperam os demais. Desse modo, você vai envelhecer com mais dignidade.

• Você deve envelhecer de forma positiva. Não evite o passar do tempo nem fique obcecada em dissimular essa marca de expressão, essas rugas ao redor dos olhos. Não tenha medo. Seja feliz com cada ano que passar na sua vida.

• Você é algo mais do que a sua idade. Você é mais do que os 32 ou os 42.

• Seja sincera sempre contigo mesma. Envelhecer é um processo lento do que se aprende muito. Entretanto, é uma aventura que vale a pena e, se o levar dessa forma, sempre será notada como atraente.

• Conserve as boas lembranças de sua vida e não se “ancore” às más experiências, porque elas causarão sofrimento e isso será notado na sua beleza exterior.

• Virginia Woolf tinha razão, mas só pela metade. Uma mulher precisa de um quarto só para ela, para se sentir independente e realizada, mas também de um salário.

Envelhecer com felicidade

• Deixe de um lado os estereótipos que tem a sociedade sobre o envelhecimento. Esqueça-os por completo.

• Do que vale a pena se preocupar por envelhecer? É melhor se preocupar pelo tédio.

• Você deve ter em claro uma coisa: o tempo vai passar, querendo ou não, então, comece a vivê-lo!

• Inspire-se a cada dia, viaje, aprenda, se cultive, leia, viva de uma forma simples, mas gratificante.

• Não esbanje o dinheiro em sapatos; os homens não notam os seus pés.

• Não encha sua vida com pessoas que não a valorizam e que só trazem problemas.

• Seja sempre você mesma, brilhe, reluza com felicidade e seja consciente de cada dia da sua vida.

• Para que se obcecar com as rugas? São o mapa da sua vida, leve-as com dignidade.

• Viva com intensidade e desfrute do amor em todos seus sentidos.

• Ofereça amor a quem estiver ao seu lado de maneira incondicional. E aprenda também a recebê-lo.

• Tenha filhos quando quiser tê-los: não há um momento chave, ninguém tem que obrigar você e também não se importe com o que a sociedade diz. Você manda no seu corpo e na sua mente.

• Desenvolva a sua empatia.

• Aprenda a perdoar. Não armazene ódios e aborrecimentos, ou seu coração vai envelhecer da pior maneira possível.

• Construa um bom círculo íntimo de amizades.

• Tente não deitar carregada de problemas e aborrecimentos.

• Se tiver estabelecido uma má relação, saia dela o quanto antes.

• Sorria a cada dia, cuide da sua pele e da sua alimentação.

• Confie nas suas intuições, nos seus instintos.

• Não se obceque por ser a mãe perfeita. Simplesmente, ame os seus filhos e apoie-os de maneira incondicional.

• Seja sempre uma guerreira, aprenda a ser autossuficiente e a desenvolver seus recursos.

• Não se deixe dominar pelo medo.

• Nunca deixe que alguém diga para você que já é muito velha para certas coisas. É um engano!

• Seja agradecida todos os dias porque sempre há algo para aprender, inclusive das coisas mais negativas. Se o fizer com ânimo, simplicidade e plenitude, os anos vão passar com mais integridade. E se estiver bem por dentro, vai ser notado por fora. Você vai continuar sendo uma mulher maravilhosa.

Certamente, muitos desses conselhos fizeram você pensar. Então, não se esqueça de tê-los sempre presentes em seu dia a dia. Você não vai ter que ter medo de fazer aniversários, tema somente não ter uma vida verdadeiramente feliz.

Fonte: Melhor com Saúde

Durante o outono, as mudanças bruscas de temperatura e baixa umidade do ar contribuem na proliferação de doenças causadas por vírus e transmitidas com maior facilidade por causa dos ambientes fechados ou com grande volume de pessoas. E não vá achando que somente as crianças estão suscetíveis às viroses, os adultos também costumam sofrer com os problemas respiratórios como asma, rinite ou gripe, que se manifestam com maior intensidade durante essa época do ano.

Outono - cuidado com a saúde

De acordo com a pneumologista Andrea Sette, do Hospital e Maternidade São Luiz, crianças, idosos e pacientes de doenças crônicas estão classificados no grupo de risco e mais vulneráveis a síndromes gripais, que atingem vias inferiores (caso de bronquites e pneumonias) e vias superiores (tosse seca e rinite). “Durante a troca de estações as condições crônicas tornam-se mais abaladas para pacientes de bronquites, asma, rinite e sinusites. O uso de umidificadores de ar pode amenizar as dificuldades respiratórias. É importante, também, estar atento a possíveis irritações nos olhos. Secura e coceira podem indicar um quadro de conjuntivite, comum durante o outono. Em casos de tosse e febre por mais de cinco dias o ideal é procurar tratamento médico”, explica a médica.

Mas não é só o sistema respiratório que acaba comprometido durante o outono, a pele também fica mais ressecada e, consequentemente, mais propensa a rachaduras ou alergias. “O ar mais seco e a baixa temperatura dificultam a dispersão de partículas, o que compromete o sistema respiratório e cardiovascular”, explica Andrea. Para quem costuma sofrer com a chegada do outono, saiba que a prevenção ainda é o melhor remédio contra os male da estação. Não acredita? A pneumologista lista cinco dicas de como manter a saúde e a beleza mesmo com a baixa dos termômetros.

Mantenha os níveis de hidratação do corpo: no verão nos preocupamos muito com a hidratação, pois perdemos muito líquido. No outono não é diferente. As temperaturas são mais baixas, porém o ar está mais seco. O consumo de líquidos é essencial, principalmente de água.

Evite longa permanência em locais fechados: a proliferação de alguns vírus é ainda maior nessa época do ano. Locais fechados favorecem isso. É importante sempre deixar janelas abertas e permitir que o ar se renove.

Pratique a higienização a todo momento: não só durante a troca de estações, lavar as mãos deve se tornar um hábito. Estamos em contato com diversos objetos que podem estar contaminados, por isso é imprescindível lavar as mãos com água e sabonete líquido, de preferência, e sempre que possível fazer uso do álcool em gel para finalizar.

Mantenha uma alimentação balanceada: as síndromes gripais, mais comuns durante a estação, acometem principalmente crianças e idosos por conta do sistema imunológico frágil. Ter uma alimentação equilibrada com os nutrientes e vitaminas necessárias evita que o corpo fique suscetível a contaminações.

Hidrate bem a pele: é comum notarmos que a pele fica mais seca com a chegada do outono. Isso pode acarretar rachaduras e irritações que desenvolvem alergias na pele. O ideal é usar um hidratante específico para o rosto e outro para o corpo. Banhos quentes também devem ser evitados, pois favorecem o processo de ressecamento da pele.

Fonte: MaisEquilíbrio

12 mar

Quando o assunto é botar a mão na massa, as nossas meninas mostram com capricho o que aprenderam na tarde de culinária e comprovaram que realmente cozinhar é uma terapia.

A receita escolhida foi bolo de banana.

Cada hóspede fez o seu bolinho e ficou difícil saber qual estava mais gostoso, viu?

Tarde de culinária

O cheiro maravilhoso se espalhou pela casa, assim como a alegria em poder colocar em prática novamente o que durante anos foi costume para muitas delas: o famoso bolo de vó.

Como sempre, nossas meninas arrasaram e o resultado foi que não sobrou farelo para contar história.

Parabéns mais uma vez a todas as meninas e equipe da Nossa Casa.

Já aguardamos com água na boca a próxima receita.

A ONU Mulheres anunciou que o tema do Dia Internacional da Mulher deste ano é “o tempo é agora: ativistas rurais e urbanas transformam a vida das mulheres”. Em 2018, o 8 de março ocorre em meio a um movimento global sem precedentes por direitos, igualdade e justiça. Assédio sexual, violência e discriminação contra as mulheres capturaram as atenções e o discurso público, com crescente determinação em favor da mudança, disse a agência da ONU.

Dia da Mulher: quatro mulheres com camisas rosas; uma delas é idosa e está com um megafone em mãos

A ONU Mulheres anunciou que o tema do Dia Internacional da Mulher deste ano é “o tempo é agora: ativistas rurais e urbanas transformam a vida das mulheres”. Em 2018, o 8 de março ocorre em meio a um movimento global sem precedentes por direitos, igualdade e justiça. Assédio sexual, violência e discriminação contra as mulheres capturaram as atenções e o discurso público, com crescente determinação em favor da mudança, disse a agência da ONU.

Pessoas do mundo todo estão se mobilizando por um futuro mais igualitário, por meio de protestos e campanhas globais. Entre elas, está o movimento #MeToo, nos Estados Unidos, que teve reflexos em outros países — com #EuTambém, no México, Espanha e América Latina; #QuellaVoltaChe, na Itália; #BalanceTonPorc, na França; e #Ana_kaman, nos Estados Árabes; “Ni Una Menos”, na Argentina. Outras iniciativas que abordaram temas que vão desde a questão da igualdade salarial até a representação política das mulheres.

Segundo a agência das Nações Unidas, o Dia Internacional da Mulher de 2018 é uma oportunidade para transformar esse impulso em medidas concretas de empoderamento de mulheres de todos os ambientes — rural e urbano — e de reconhecer as ativistas que trabalham sem descanso para reivindicar direitos e desenvolvimento pleno.

Em sintonia com o tema prioritário do próximo 62º período de sessões da Comissão sobre a Situação das Mulheres, que ocorre de 12 a 23 de março em Nova Iorque, o Dia Internacional da Mulher também presta atenção aos direitos e ao ativismo das mulheres rurais, que constituem mais de 25% da população mundial, e a maioria de 43% das mulheres da força de trabalho agrícola mundial.

Estas mulheres cultivam as terras e plantam sementes para alimentar as populações, garantem a segurança alimentar das suas comunidades e geram resiliência diante do clima. Contudo, em praticamente todos os indicadores de desenvolvimento, as mulheres rurais estão atrasadas em relação aos homens rurais e as mulheres urbanas devido às desigualdades de gênero e à discriminação arraigadas.

Por exemplo, menos de 20% das pessoas em todo mundo que possuem terras são mulheres. Além disso, enquanto a diferença mundial de salário entre mulheres e homens se situa em 23%, nas áreas rurais pode chegar até 40%. Por outro lado, elas carecem de infraestrutura e serviços, trabalho decente e proteção social e se encontram em uma situação mais vulnerável em face dos efeitos das mudanças climáticas.

Para materializar a promessa dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável de não deixar ninguém para trás, é preciso atuar com urgência nas áreas rurais para garantir um nível de vida adequado, uma vida sem violência ou práticas nocivas para as mulheres rurais, assim como o seu acesso à terra e aos bens produtivos, à segurança alimentar e à nutrição, ao trabalho decente, à educação e à saúde, incluindo a saúde sexual e reprodutiva e seus direitos conexos, segundo a ONU Mulheres.

As mulheres rurais e suas organizações representam um potencial enorme e, atualmente, estão se mobilizando para reclamar os seus direitos e melhorar seus meios de vida e bem-estar, segundo a agência da ONU. Utilizam métodos agrícolas inovadores, criam negócios exitosos e adquirem novas habilidades, lutam por direitos legais e se apresentam como candidatas políticas.

“Este é um momento em que milhares de mulheres valentes da indústria cinematográfica, do teatro e das artes começaram a alçar as suas vozes contra o abuso e as agressões sexuais por parte de homens poderosos do setor. No âmbito das mulheres rurais, estas vozes encontram um poderoso aliado na Aliança Nacional de Camponesas, uma organização norte-americana de camponesas que conhece bem o abuso de poder”, segundo a ONU Mulheres.

O 8 de março une as ativistas de todo o mundo e a ONU Mulheres para aproveitar a oportunidade, celebrar os avanços, tomar medidas e transformar a vida das mulheres em todo o mundo. Agora é o momento, concluiu a agência das Nações Unidas.

Fonte: Nações Unidas do Brasil (ONU Brasil)

Apesar da possibilidade de estímulos cerebrais reverterem a doença, não podemos ter certeza da cura do Alzheimer. Enquanto isso, devemos nos prevenir, observando os possíveis sinais.

Idosa sentada na cama, sorrindo, e lendo em um iPad os sintomas do Alzheimer

O mal de Alzheimer se desenvolve lentamente e, por isso, muitas famílias acabam não sabendo se o problema de esquecimento é resultado da doença ou é apenas a velhice.

Deborah Halpern, pertencente a uma entidade de cuidadores em Kensington, Maryland, nos Estados Unidos, faz a seguinte comparação:

“Uma pessoa bastante idosa pode esquecer frequentemente onde deixou as chaves. Mas alguém que sofre com Alzheimer, quando encontra o que está perdido, não faz ideia do que se trata”.

Quer que a gente esclareça melhor? Veja os sinais de alerta para esta terrível doença:

1. Perda de memória: esquecer ocasionalmente nomes é normal, mas quem tem Alzheimer esquece cada vez mais coisas ao longo do tempo.

2. Dificuldade em realizar tarefas do cotidiano.

3. Problemas com a linguagem: o vocabulário fica cada vez mais curto e difícil de compreender.

4. Sensação de que está perdido e sozinho, mesmo em meio à família.

5. Comportamentos estranhos, como sair de casa com roupas íntimas.

6. Passividade: quem sofre de Alzheimer tende a esquecer as coisas que gostava de fazer e acaba ficando muito tempo sentado em frente à televisão.

7. Problemas de raciocínio para executar simples tarefas, como usar um cartão de crédito ou preencher uma folha de cheque.

8. Perda do senso, como colocar as chaves no congelador.

9. Mudança repentina de humor, indo da calma à fúria sem nenhum motivo.

10. Tristeza cada vez maior.

Quer saber como podemos prevenir esse mal? A melhor coisa a se fazer é estimular a mente; jogos como xadrez e palavras-cruzadas ajudam.

Ah! Se você não sabe, há uma estreita relação entre o cérebro e a saúde do coração. Ou seja, à medida em que se aumenta o risco de doença cardiovascular, também se aumenta o risco de Alzheimer.

Portanto, tudo o que diminui o risco de problemas cardíacos, também previne a doença do esquecimento.

Veja o que você deve evitar para ficar mais protegido:

– Fumo: os fumantes têm o dobro de chances de desenvolver Alzheimer
– Colesterol ruim alto, que dificulta a circulação em todo o corpo
– Pressão arterial elevada
– Obesidade
– Diabetes
– Gordura de origem animal em excesso
– Bebida alcoólica em excesso

Há algumas medidas extras que podemos tomar para reforçar a proteção contra a doença:

– Exercício físico
– Dieta baseada em frutas e legumes
– Consumo adequado de antioxidantes como ômega 3 e vitaminas C e E

Essas dicas, entretanto, não substituem um especialista. Consulte sempre o seu médico.

Fonte: Dicas e Receitas Caseiras

Sinais do Parkinson

Os sinais iniciais do Parkinson são sutis e surgem gradualmente. Podem passar despercebidos por muito tempo ou ser considerados traços característicos do envelhecimento, o que dificulta o diagnóstico da doença. Mas o quanto antes ela for detectada, maiores são as chances de os tratamentos retardarem sua progressão. Se você ou alguém próximo apresenta mais de um dos sintomas abaixo, procure um médico de sua confiança para uma investigação completa.

1. Tremor – Pernas, mãos, braços e até lábios podem tremer, quando a pessoa está em repouso, parada. No início, ele atinge apenas um lado do corpo.

2. Rosto mascarado – O olhar fica parado; a expressão facial, mais séria e os movimentos musculares, mais raros, independentemente da vontade.

3. Micrografia – Ao escrever, as letras ficam menores e os espaços entre elas, idem. Dificilmente, as palavras atingem a pauta superior.

4. Má postura – O corpo não fica reto como antes. E as pessoas passam a notar uma inclinação do tronco e da cabeça para frente.

5. Voz baixa – O tom de voz diminui e o timbre também se altera. Fica a sensação, para o parkinsoniano, de estar falando cada vez mais alto, até gritando.

6. Hipotensão postural – É a queda súbita da pressão arterial ao se levantar. Provoca tontura e sensação de desmaio.

7. Perda olfativa – Mais de 90% dos pacientes de Parkinson não sentem cheiros como antes. Muitos também apresentam alterações no paladar.

8. Noites inquietas – É comum uma certa agitação durante o sono profundo. Os movimentos são tão repentinos e intensos que incomodam quem está ao lado.

9. Dificuldade para caminhar – Os membros ficam mais rígidos e os braços se mexem menos quando a pessoa anda. A sensação de estar grudado ao chão melhora ao se movimentar.

10. Constipação – O intestino funciona menos ou com dificuldade, causando um enorme desconforto no abdome.

Esta lista de sinais iniciais do Parkinson foi disponibilizada pela National Parkinson Foundation (NPF). Procure sempre um especialista.

(Fonte: Dr. Erich Fonoff)

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