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Ficar velho faz parte da natureza humana, e é algo fascinante. Constatar que o passar dos anos nos traz experiências, lembranças e conhecimentos, é algo precioso e que pode nos encher de orgulho. Contudo, existem algumas coisas pelas quais podemos nos arrepender quando a velhice chega e, por isso, as listamos aqui. Se você ainda é jovem, tem a oportunidade de começar a fazer diferente agora, a fim de evitar arrependimentos. Confira!

Coisas que você tem que aproveitar antes de ficar velho

1. Não viajar quando você teve a chance
Viajar se torna algo infinitamente mais difícil quando você fica mais velho, especialmente se você tem uma família para sustentar. Por isso, aproveite sua juventude e viaje o máximo que puder.

2. Não aprender outra língua
Você vai se chatear quando perceber que teve uma vida inteira para aprender outro idioma, mas não o fez. Falar outras línguas faz bem para o cérebro e é muito divertido.

3. Ficar em um mau relacionamento
A maior parte das pessoas que conseguem sair de um relacionamento ruim olha para trás e pensa que devia ter terminado a relação mais cedo. Não perca seu tempo com relacionamentos que te fazem mal.

4. Use protetor solar
Rugas, envelhecimento precoce e câncer de pele podem ser evitados com o uso do protetor solar diariamente. Comece agora!

5. Perder a chance de ver seus músicos favoritos
Você, com certeza, vai se arrepender por não ter ido ao show da sua banda favorita.

6. Ter medo de fazer as coisas
Olhando para trás você vai pensar: por que eu estava com medo? Saia da zona de conforto.

7. Não fazer exercícios físicos
Muitos de nós passamos o pico da nossa vitalidade física sentados no sofá. Quando você tiver 60 anos vai desejar ter disposição para fazer um esporte ou atividade física. Por isso, faça agora!

8. Deixar-se definir por papéis da sociedade
Poucas coisas são tão tristes como uma pessoa velha dizendo: “Bem, isso simplesmente não acontecia na minha época”. Saiba que a sociedade e o mundo estão em constante mudança.

9. Não deixar um emprego terrível
Se você não é feliz em seu emprego, peça demissão agora. Não perca seus melhores anos fazendo algo de que não gosta. Você pode e deve fazer um plano para melhorar sua situação.

10. Não se dedicar mais aos estudos
Eventualmente, você vai perceber que deveria ter dedicado mais atenção às aulas e aos ensinamentos passados pelos professores. Não perca a chance de estudar mais e melhor.

11. Não perceber como você é único e bonito
Muitos de nós passamos a nossa juventude infeliz com a nossa aparência, mas a realidade é que quando somos mais jovens, somos mais bonitos. Tente ver por esse lado.

12. Ter medo de dizer “Eu te amo”
Quando você estiver velho, você não vai se importar se seu amor não foi retribuído. O importante é que você sentiu o amor. Por isso, demonstre mais seus sentimentos.

Fonte: Site de Curiosidades

Muitas tarefas a fazer, muitas responsabilidades para cuidar e muitos problemas aparecendo já se tornaram questões comuns em nosso dia a dia. Mas será que aguentamos muito mais tempo essa correria? Ou precisamos urgente de uma saída para viver com equilíbrio? A meditação, mesmo sendo uma prática oriental milenar, há pouco tempo vem chamando a atenção dos ocidentais que vivem hoje em um ritmo cotidiano acelerado. Ela tem exatamente essa proposta: ser um ponto de reflexão, reconexão e limpeza interior que farão sua vida ser mais equilibrada todos os dias.

7 benefícios da meditação para sua vida

Abaixo, 7 benefícios para quem faz da prática da meditação algo essencial em sua vida. Confira:

01) Meditar equilibra seu organismo

A prática meditativa diminui a tensão e relaxa mais o nosso corpo, o que consequentemente nos faz ter um sono melhor. O simples fato de controlar a respiração, como é feito na prática, é o que regula mais nossos impulsos nervosos e faz com que todo o corpo se equilibre. Além de melhorar o sono, os ganhos podem ir além e ajudar em nossa saúde, já que esse controle ajuda a diminuir o stress, a ansiedade, o nervosismo e outros sentimentos impulsivos que temos.

02) Meditar te deixa mais moderado

Falando em ser impulsivo, a prática da meditação também te torna mais moderado. A habilidade que ela nos traz de centrarmos mais nossos pensamentos e controlarmos impulsos faz com que não sejamos tão assediados pelos desejos e vontades diárias, podendo até nos ajudar a emagrecer ou controlar melhor nossa vida financeira.

03) Meditar equilibra o seu ritmo

Essa é a parte que chamamos de “ficar mais Zen”. Para aqueles que são bem agitados ou estão sempre fazendo atividades, a meditação traz o equilíbrio de não precisarmos correr com nossas tarefas, nos atrasarmos sempre ou fazer tudo sob pressão. Ela nos centra em nossas atividades diárias, dando mais foco, tirando a ansiedade dos pensamentos e fazendo com que tudo se resolva em um tempo mais ideal.

04) Meditar melhora seus relacionamentos

Por nos deixar mais equilibrados nos pontos anteriores, a meditação nos traz também uma reflexão mais leve, não tão conturbada com tantos pensamentos ou julgamentos mentais. Diminuindo o ritmo de pensamentos, podemos responder a atitudes de outras pessoas de forma mais racional e resolver problemas de maneira mais simples. Conseguimos respeitar mais as ideias alheias também. As pessoas ao nosso redor sentem essa diferença, o que harmoniza nossos relacionamentos ou conversas que temos ao longo de nossos dias.

05) Meditar te faz ouvir mais a si mesmo

A autorreflexão é um dos grandes ganhos da meditação. É possível entender mais o que se passa dentro de você e ouvir mais aquela vozinha interna que só quer o seu bem. A vozinha, muitas vezes chamada de intuição, nos faz tomar atitudes mais conscientes e equilibrar nossas decisões, o que causa uma grande melhoria em diversos aspectos de nossas vidas.

06) Meditar ajuda a entender mais sua vida

Entendendo mais a si mesmo, entender o que acontece em sua vida se torna ainda mais simples. Acontecimentos e imprevistos se tornam cada vez mais conectados e conseguimos perceber quais atitudes nossos nos levam a resultados ruins ou resultados bons. Faz também percebermos que é possível controlar mais esses acontecimentos em nossas vidas, alinhando as nossas intenções verdadeiras e puras com o que acontece ao nosso redor.

07) Meditar te conecta com seu ser interior

Por fim, a meditação te conecta a algo maior. Te faz estar mais alinhado a seus propósitos mais profundos de vida e te motiva a seguir um caminho pacífico e que beneficia não só a você, mas ao mundo ao seu redor também. Apesar de parecer uma prática simples, essa conexão eleva seu ser e você pode sentir energias boas fluindo dentro de você, o que te mantém em harmonia com a vida.

Praticar meditação vai além de só relaxar ou se equilibrar. É uma atividade que pode fazer parte de sua vida agora, sem precisar de muitas técnicas para ser realizada, e melhorar diversos aspectos que vão te trazer mais felicidade, paz, harmonia, equilíbrio e conexão. E quem não quer tudo isso?

Fonte: Equilibre-se

21 maio

Aos 27 anos de idade, você ainda é jovem. Seu coração está zerado, a pele quase perfeita e os músculos não doem. Mas, no seu cérebro, a velhice já começou. Os neurônios ainda estão lá, mas as conexões entre eles (as sinapses) começaram a piorar. E isso afeta várias habilidades mentais.

A velhice começa aos 27 anos

A primeira a ir embora é a inteligência espacial: sua capacidade de desenhar objetos e visualizá-los mentalmente. Funções mais primordiais, como o raciocínio e a memória, também perdem força rapidamente – e já estão bem mais fracas quando as pessoas chegam aos 30 anos de idade. Veja abaixo:

Taxa de perda com a velhice

Essas são as conclusões de um estudo gigantesco, que foi realizado pela Universidade da Virgínia e mediu as habilidades cognitivas de 2 mil pessoas de várias faixas etárias. Você pode achar que ainda é muito jovem para ficar gagá. Mas a natureza não. “Do ponto de vista evolutivo, por volta dessa idade você já deveria ter se reproduzido. E, por isso, já estaria chegando a hora de se aposentar”, explica o neurologista Paulo Henrique Bertolucci, da Unifesp. Afinal, o homem das cavernas não vivia muito mais que 30 anos. E seu cérebro é idêntico ao dele.

Mas não se desespere. Os cientistas também descobriram que algumas habilidades, como a verbal, continuam crescendo até os 60 anos. E aprender coisas novas, aumentando o número de informações no cérebro, compensa parcialmente as perdas cognitivas.

A velhice mental existe. Mas ela é só uma coisa da sua cabeça.

Fonte: Superinteressante

Talvez você nunca tenha parado para pensar sobre isso, mas todos nós precisamos de contato físico. Precisamos nos sentir queridos e amados, embora muitas vezes não tenhamos consciência disso. É por essa razão que procuramos o abraço daquele amigo querido, o carinho da pessoa que amamos. Um contato real que nos conforta e cujo significado vai além do meramente físico. Apesar de todos os benefícios que o abraço nos traz, não abraçamos tanto quanto deveríamos. Acho que você vai mudar de opinião quando descobrir os benefícios dos abraços.

Você sabe todos os benefícios do abraço? Abrace mais!

Mais abraços! Porque não abraçamos mais? Porque preferimos os “beijinhos no rosto”? Assim nos ensinaram. Os abraços muitas vezes são deixados para a intimidade. Porque não se relacionar de forma diferente? Vamos abraçar mais. Muitas vezes, algumas demonstrações de carinho não são bem aceitas pela sociedade e nem por nós mesmos. Elimine esses pensamentos negativos e aja de forma natural. Alguns estudos comprovam que os bebês não conseguem sobreviver sem carinhos e sem abraços. Os abraços e o contato físico são muito importantes para eles.
O carinho, o amor e o calor humano são essenciais para o desenvolvimento do bebê; é até mais importante do que satisfazer as suas necessidades básicas.

Os abraços e seus benefícios
O que você sente quando recebe um abraço? Provavelmente um sentimento de segurança, amor, carinho, relaxamento. Um abraço pode ser muito reconfortante, exceto os abraços forçados. Os abraços têm muitos benefícios, mas aqui lhes mostraremos apenas sete.

1. Aumentam a confiança e segurança
Isto acontece porque nos sentimos protegidos, apoiados e acolhidos. Se você precisa de uma boa dose de confiança antes de uma situação que o deixa nervoso, por exemplo, falar em público, peça um abraço! Isso irá relaxá-lo e dar-lhe a confiança que você precisa.

2. Reduzem a irritação e a apatia
Por mais estranho que pareça, o abraço estimula a circulação, e com isso o nosso corpo elimina toda a tensão. Um abraço é sempre agradável, traz segurança, confiança e o seu melhor
sorriso.

3. Melhoram o humor e trazem felicidade
Quando somos abraçados sentimos a felicidade e a segurança necessárias para elevar nossa autoestima, devido ao aumento da produção de serotonina. A serotonina é produzida automaticamente durante um abraço. Se você está precisando elevar sua autoestima, abrace mais!

4. Fortalecem seu sistema imunológico
O nosso sistema imunológico se fortalece quando damos e recebemos abraços. Por que isso acontece? Porque o nosso sistema imunológico é ativado para criar os glóbulos brancos, que ajudam a prevenir doenças e melhorar as nossas defesas.

5. Reduzem o risco de demência
Precisamos dar e receber abraços durante a vida toda; isso nos ajuda a prevenir a demência. Os abraços tranquilizam e equilibram nosso sistema nervoso.

6. Rejuvenescem o corpo
Os abraços favorecem a oxigenação dos tecidos, isso aumenta o tempo de vida das células e impede o envelhecimento precoce. Abrace para se manter jovem por mais tempo!

7. Reduzem a pressão arterial
Além da serotonina, os abraços liberam uma outra substância chamada oxitocina, que é um hormônio liberado pelo sistema nervoso. Portanto, os abraços são excelentes reguladores da pressão arterial.

Apesar de todos esses benefícios, ainda existem pessoas que criam imponentes muralhas ao seu redor e isso as impede de dar e receber abraços. Você está disposto a deixar suas muralhas caírem e agradecer por todos esses benefícios? Abrace mais e seja feliz!

Fonte: A mente é maravilhosa

Por mais que seja erroneamente relacionada à loucura, a demência não é uma doença específica, e sim uma categoria usada para definir diferentes quadros caracterizados pela deficiência cognitiva progressiva. Pessoas com demência têm dificuldade em memorizar coisas e de resolver problemas no dia a dia. A doença de Alzheimer é a mais comum de todas as doenças que envolvem a
demência, mas também existem outras como a demência frontotemporal, na qual o paciente muda o comportamento, e a demência com corpos de Lewy, na qual o indivíduo tem grandes alterações no desempenho durante o dia.

Fazer palavras cruzadas ajuda a prevenir o Alzheimer.

O risco de ter demência aumenta com a idade, mas ela também pode ser diagnosticada na meia-idade. Apesar de ela não ter cura, existem tratamentos e, claro, alguns meios de se prevenir. “O ponto fundamental é as pessoas entenderem que a gente precisa poupar nosso cérebro antes de ele envelhecer”, alerta Maisa Kairalla, especialista em geriatria pela Unifesp e presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia. De acordo com a médica, o cérebro ativo tem maior rede de sinapses (zonas de contato entre uma terminação nervosa e outros neurônios) e consegue melhorar. Pensando em formas de manter esse órgão saudável e ativo, o VivaBem uniu estudos e dicas da especialista. A seguir, você confere nove atitudes que você pode incluir agora em seu dia a dia para prevenir a demência na velhice.

1. Ter níveis baixos de colesterol e pressão arterial
Cientistas da Vanderbilt University, nos Estados Unidos, analisarem dados que relacionavam altos índices de colesterol a demências e descobriram que o índice está intimamente ligado ao surgimento das proteínas beta-amiloides, relacionadas ao surgimento do Alzheimer. Além disso, um estudo feito com camundongos e publicado em 2015 no periódico Hypertension mostrou que, na fase inicial do Alzheimer, apenas os animais hipertensos apresentaram redução da capacidade de memória. Além disso, os camundongos hipertensos apresentaram várias alterações cerebrovasculares.

2. Ser menos ansioso
Um estudo publicado em janeiro deste ano no periódico The American Journal of Psychiatry sugere uma relação entre níveis elevados de beta-amilóide e a piora dos sintomas de ansiedade, suportando a hipótese de que transtornos neuropsiquiátricos podem representar uma manifestação antecipada da doença de Alzheimer. Segundo os pesquisadores, os resultados sugerem que os sintomas de ansiedade podem ser uma manifestação do Alzheimer antes do início da deficiência cognitiva.

3. Evitar o excesso de álcool
Além de aumentar o risco de câncer e provocar danos permanentes às células, o abuso de álcool também pode elevar as chances de a pessoa desenvolver demência precoce e Alzheimer, segundo um estudo feito com um milhão de pessoas e publicado no periódico The Lancet Public Healthem fevereiro. Os resultados mostraram que dos 57.000 casos de demência de início precoce (antes dos 65 anos), a maioria (57%) estava relacionada ao consumo intensivo e crônico de álcool. Outro estudo publicado na Nature em janeiro mostrou que a bebida alcoólica traz danos permanentes nas células.

4. Manter a mente ativa
Em uma palestra durante o 12º Fórum da Longevidade, ocorrido em outubro de 2017, em São Paulo, Pedro Calabrez, professor e pesquisador de neurociências da Unifesp afirmou que o maior inimigo do cérebro ativo é a acomodação. E para manter o cérebro funcional, você precisa aprender coisas novas. A palavra cruzada é legal no começo, mas depois que você aprende e se adapta, deve focar em aprender algo novo. A médica Maisa Kairalla concorda: “Quanto maior a reserva cognitiva do cérebro, menor a incidência de doenças relacionadas à memória. Daí a importância de sempre aprender algo novo, ainda que na velhice. Um idioma diferente ou apenas um livro podem fazer diferença.”;

5. Ter amigos
Além de elevar o nível dos hormônios do estresse e inflamações, a solidão pode aumentar o risco de doenças cardíacas, artrite, diabetes tipo 2, demência e depressão. No entanto, uma pesquisa publicada em dezembro de 2017 por pesquisadores da Universidade Northwestern, nos Estados Unidos, revelou que relacionamentos positivos mantêm a memória funcionando ao longo dos anos. "Os relacionamentos sociais podem desempenhar um papel significativo na preservação de sua cognição", disse Emily Rogalski, uma das autoras.

6. Preferir a dieta mediterrânea ou a MIND
Em 2006, uma pesquisa feita pela Universidade Columbia, nos Estados Unidos, descobriu que a dieta mediterrânea pode reduzir os riscos de Alzheimer em até 40%. Esse tipo de dieta é rica em peixes, azeite, amêndoas, grãos integrais, nozes, tomate e espinafre. Outra pesquisa mais recente, realizada em 2016 por pesquisadores da Universidade Rush, nos Estados Unidos, comprovou que a dieta MIND também pode reduzir o risco de a pessoa desenvolver a doença. Esse plano alimentar prioriza o consumo diário de vegetais, nozes, feijões, peixes, aves, grãos integrais e azeite. A recomendação é evitar carnes vermelhas, manteiga, margarina, queijos, doces, frituras e fast-food. Segundo os cientistas, os seguidores da dieta MIND têm 53% menos chances de desenvolver Alzheimer e ainda foram avaliadas cognitivamente como se fossem 7,5 anos mais jovens.

7. Dormir bem
Ficar sem dormir tem vários riscos para a saúde, como hipertensão, diabetes e até Alzheimer. Uma pesquisa publicada em abril no periódico Proceedings Of The National Academy Of Sciences descobriu que quanto menos as pessoas dormiam, maior era o acúmulo de beta-amiloide no cérebro. Embora os cientistas ainda não tenham certeza sobre como o Alzheimer comece, acúmulo de proteínas beta-amiloides e tau no cérebro — levando a uma quebra nas funções normais do órgão– é uma das principais características da doença.

8. Ter um companheiro
De acordo com um estudo publicado em novembro de 2017 no periódico Journal of Neurology, Neurosurgery and Psychiatry, quem vive sozinho tem 42% mais risco de desenvolver demência do que quem é casado. E sobrou até para quem perdeu o parceiro… Segundo os pesquisadores, os viúvos também têm 20% de chance a mais de ter a doença. Mas segundo os pesquisadores, não é o casamento em si que reduz o risco de demência. O possível efeito protetor do casório está relacionado a ter um estilo de vida mais saudável e com mais estímulos sociais.

9. Fazer exercícios, principalmente correr
Uma pesquisa publicada no periódico Journal of Alzheimer Disease identificou que quanto menos atividade física a pessoa realiza, mais rápida é a deterioração de fibras nervosas vitais no cérebro. Além disso, Um outro estudo publicado no periódico Neurobiology of Learning and Memory descobriu que correr ajuda a proteger a memória dos impactos negativos que o estresse crônico provoca no hipocampo, parte do cérebro responsável pela memória e aprendizagem.

Fonte: Viva Bem

Nossas meninas estão cada dia mais habilidosas nas tardes de culinária. E não é que elas fizeram cupcake?!

Cupcake

Bolinho da vovó é coisa do passado! A moda agora é inovar, se lambuzar e brincar de colorir os bolinhos com diversos confeitos. Elas pareciam crianças felizes. Foi uma tarde prá lá de divertida. A criatividade tomou conta e era um verdadeiro desfile de cupcakes. Um mais lindo que o outro. Capricho no enfeite e no sabor.

Meninas da Nossa Casa em tarde de cupcake 
Queremos saber quando será a próxima, hein? Mesmo porque quase não sobrou cupcake para contar história. Parabéns as nossas meninas e a equipe da Nossa Casa!
A vida é assim, feita de momentos únicos que ficarão pra sempre em nossa memória.

Não se deixe enganar porque seguramente não há dúvida nenhuma. Certamente você é a melhor mãe para o seu filho. Esqueça de todas as variáveis absurdas impostas pela sociedade para medir algo que é impossível de avaliar. É ridículo competir e especialmente ser julgada em um trabalho tão nobre como a maternidade.

Não se alarme ou se envergonhe se de repente o seu filho fizer você passar vergonha em público. Os escândalos e birras são o pão nosso de cada dia, e quem disser que o filho nunca errou ou que nunca fez algo parecido, simplesmente está mentindo.

Tire da sua cabeça essa péssima ideia e totalmente equivocada de que você é uma mãe ruim. Você pode não ser a melhor mãe do mundo, mas quem de fato pode ter esse título? Por acaso não é o bastante simplesmente ser a melhor mãe para o seu filho? Não basta ver o seu filho crescer feliz?

Permita-se errar, confundir e redirecionar o seu caminho. Assuma a si mesma como imperfeita, perfeitamente imperfeita. Só assim você vai aprender a lidar com erros e aborrecimentos de seus filhos. Dessa forma você agirá de forma mais natural e menos brava e irritada. Fique tranquila mulher, você é a melhor mãe que seu filho poderia ter.

Com virtudes e defeitos, a melhor mãe

Você não tem com o que se preocupar, linda mulher. Ninguém nasce sabendo e muito menos com uma mínima ideia do que significa ser mãe. Cada uma vive a maternidade de maneira diferente e oferece aos seus filhos aquilo que acredita que seja melhor e conveniente para eles.

Você tem virtudes infinitas. Seu imenso amor lhe torna em um ser nobre, altruísta, forte e corajoso. Seu coração transborda com todo o carinho e amor que você tem para dar ao seu pequeno tesouro. Essa pequena vida construiu em seu interior altas doses de paciência, tenacidade e perseverança que você pensava que seriam inexistentes.

Você conhece na prática o verdadeiro significado das palavras sacrifício, empenho e dedicação. Isso é claramente o que faz com que você seja a melhor mãe que o filho poderia ter. Sim, é verdade, provavelmente você também tem defeitos, mas acredite, sempre terá um valor muito grande, independente de qualquer coisa.

Então, deixe de se torturar e sentir-se culpa desnecessária. Você tem feito o que pode, e como pode a partir do momento em que soube que seria mãe. Tudo isso… mesmo que a economia, os tempos e as demandas dos outros não ajudem.

Você sabe melhor do que ninguém tudo o que o seu filho precisa para crescer em um ambiente saudável, pleno e feliz. Não há maior riqueza do que aquela que pode marcar o seu coração para sempre. Dessa forma, você vai construindo uma boa pessoa e… no futuro entenderá que tudo o que fez foi perfeitamente bem feito.

Uma mãe com todas as letras

De fato, você é uma mãe com todas as letras. Uma excelente mãe, exemplar. Esquecer alguns produtos quando faz compras, preparar as refeições mais tarde, ou não conseguir manter a casa em ordem não é uma coisa que possa ser repreendida.

Pelo contrário, eles percebem que você é uma mãe lutadora. Você dedica o seu tempo pura e exclusivamente para o seu filho. Outros compromissos vão aparecendo no caminho e você se sente à altura desta batalha cultural: trabalhar para uma vida melhor, e estudar para o dia de amanhã também será um ótimo exemplo para o seu filho. Isso acabará influenciando na sua formação.

Você se sente oprimida e chora porque ninguém entende o que está pensando? Pois bem, não se sinta sozinha. Em cada canto deste mundo provavelmente existe uma mãe na mesma situação. O leite, a papinha, os choros e as birras, as notas escolares, e outras razões fazem com que vocês se encontrem nas mesmas circunstâncias.

Acalme-se, é normal se perder. É de se esperar a impressão de não ter tempo o suficiente. Entre dias bons e ruins é normal que se sinta em um tsunami emocional. Certamente também terá várias dúvidas e medos. Simplesmente aprenda todos os dias com tudo o que acontece.

Além disso, mantenha-se aberta para desfrutar a infância que está à sua frente. Sinta a sua pureza, aceite esse convite para voltar a ter uma infância feliz. Aproveite cada minuto da criação do seu filho. E, acima de tudo, ame-o intensamente como só você sabe fazer.

É esse amor que novamente lhe levará ao alicerce desta missão. O amor vai transportá-la nessa aventura que escolheu viver com seu filho. Só assim o resultado será inevitavelmente bom. Continue por este caminho que não deixe dúvidas para mais ninguém: você é a melhor mãe para o seu filho.

Fonte: Sou Mamãe

Você já deixou de viajar por falta de disposição? Caso sua resposta seja “sim“, esse casal de idosos holandeses pode te encorajar a sair da zona de conforto: Christina e Willem Beekenkamp viajam pelo mundo há 60 anos, desde que se conheceram.

Casal de Idosos viaja ao mundo

Tudo começou em 1958, quando Christina e Willem se conheceram na Holanda. Costumavam viajar em um pequeno barco emprestado do pai dela, até se casarem e comprarem o próprio barco. Vieram os filhos, e o casal não deixou sua paixão pela estrada de lado. Viajaram pela Europa com as crianças e foram comprando barcos para eles e para os filhos, que herdaram a paixão pelo mar e pelas grandes jornadas.

O casal chegou a construir veículos onde acampavam e dessa forma conheceram boa parte do mundo, carregando na bagagem apenas o básico, como amor. Tanto um pelo outro, como pela Mãe Terra, como diz Christina.

Após uma longa expedição pela América do Norte e América Central, em 1995, eles tomaram a decisão mais radical até então: venderam a casa e hoje fazem do mundo seu lar. Os dois estão na flor da idade: ela está com 84 anos; ele, com 81.

Em 2010, concluíram uma meta pessoal: com a viagem para o Iraque, conheceram todos 194 países membros das Nações Unidas. Se a história de Christina e Willem não te inspirar a viajar mais vezes, nada mais irá!

Fonte: Hotel Urbano

Uma pessoa que deseja realmente crescer, melhorar e evoluir deve, em primeiro lugar e acima de tudo, desejar genuinamente que algumas mudanças ocorram em sua vida. Para tanto, ela deve saber que as mudanças externas, sejam em relação ao trabalho, à situação financeira, ao relacionamento com pais, filhos, namorado, enfim, sejam em qualquer área de sua vida, é essencial que haja, antes, uma mudança interna. Ou seja, que ela mude sua forma de pensar, de agir e de se comportar diante da vida, sem reclamar. 

Pare de reclamar e mude sua vida

Tem uma frase da Programação Neurolingüística (PNL) que diz assim:
“Se você continuar tendo as mesmas atitudes que sempre teve, vai continuar obtendo os mesmos resultados que sempre obteve”. Isso significa que para obter novos resultados é preciso ter novas atitudes! Certamente, muitas pessoas pensarão: “Ah, mas isso é óbvio!” No entanto, fico impressionada com a quantidade de pessoas que tenho visto reclamando da situação em que se encontram, da vida que têm levado e das conquistas que gostariam de fazer e não consegue. Essas pessoas parecem estarem sofrendo de uma espécie de surdez, cegueira e mudez! E mais: de certa forma, parecem estar com uma paralisia mental e espiritual.

Reclamam, reclamam e reclamam, mas não se arriscam a mudar absolutamente nada! Continuam fazendo tudo igual, todos os dias, automaticamente, como se fossem máquinas, como se por trás dessas atitudes não houvesse uma nobre missão a ser cumprida, como se a vida fosse uma seqüência de atitudes sem sentido e mecânica. E, muitas vezes, não é por falta de recursos ou de sugestões. Se a gente sugere um livro, dizem que não têm tempo. Se a gente sugere um curso, dizem que não têm tempo ou não estão com ânimo, que estão cansadas ou até que acham uma bobagem. Se a gente sugere um passeio ou um comportamento diferente, mostram-se desinteressadas ou, de repente, surgem vários compromissos do tipo: “tenho que fazer a unha”, “preciso visitar o túmulo do vizinho da minha tia”, “preciso pintar a minha casa de roxo porque disseram que dá sorte!”. Enfim, escuto as “desculpas” que essas pessoas arrumam com praticamente o mesmo peso que as piadas acima.

Pois eu gostaria de ser um pouco menos educada e dizer umas “boas” para algumas pessoas que pensam que o ouvido dos outros é penico e desperdiçam os seus dias reclamando de tudo e nada fazem para mudar, para conquistar o que desejam (ou o que nem sabem que desejam, pois estão sempre mais interessadas em falar daquilo que não desejam mais!).
Aproveito então para sugerir em bom tom que se você não está satisfeito com a vida que tem levado, se deseja realmente mudar, melhorar, tornar-se uma pessoa mais feliz, que você comece a agir de modo diferente.

Não sabe como?!? Tudo bem, isso não é motivo para desistir! Procure ajuda, leia, faça cursos, observe pessoas bem-sucedidas, procure uma terapia (existem muitas), enfim, pare de reclamar e de poluir o planeta com suas frustrações e saiba, de uma vez por todas, que as mudanças em sua vida dependem de você. Você é o único responsável por ela!!! E, de coração, muita luz e amor para você, além de “meus sinceros parabéns!”, pois mudar é uma atitude digna de elogios!

Fonte: O Segredo

O envelhecimento do eleitorado têm sido uma preocupação. Números do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) obtidos pelo Estadão Dados revelam que o comparecimento às urnas desaba depois que os eleitores completam 70 anos, idade em que o voto passa a ser opcional. Em alguns Estados, a taxa de abstenção nessa faixa etária é mais do que o triplo da registrada entre quem tem 18 e 69 anos.

Envelhecimento do eleitorado preocupa

No caso da mais recente eleição presidencial, a idade explica 25% da abstenção do eleitorado: um em cada quatro dos eleitores que não apareceram para votar tinha mais de 70 anos, segundo os dados do TSE referentes ao primeiro turno. Em números absolutos, foram quase 6,9 milhões de idosos ausentes.

Estão incluídos nessa conta os idosos que ainda constam do cadastro de votantes, mas que já faleceram ou mudaram de cidade – uma quantidade desconhecida, que é expurgada de tempos em tempos dos registros oficiais, quando os eleitores são convocados a se recadastrar.

Tendência

Como a proporção de idosos no Brasil aumenta com o decorrer do tempo, o fator idade terá um peso ainda mais significativo na taxa de abstenção da eleição deste ano.

Nas últimas duas décadas, quase dobrou a proporção de idosos desobrigados de votar no universo total do eleitorado. Em 1998, os eleitores com mais de 70 anos eram 5,7%. Dez anos depois, eles eram 6,4%. Agora, são 8,2%, segundo dados do TSE relativos a janeiro deste ano. A tendência é de aceleração da concentração no topo da pirâmide etária.

O detalhamento da taxa de abstenção segundo as faixas de idade revela como a obrigatoriedade do voto é um fator de extrema relevância no comparecimento às urnas. A legislação determina que só estão desobrigados de votar os analfabetos, os jovens de 16 e 17 anos e os idosos com 70 anos ou mais.

No primeiro turno de 2014, 64% dos eleitores com mais de 70 anos não apareceram para votar, de acordo com o TSE. Na faixa entre 60 e 69 anos – também composta por idosos, mas ainda obrigados a ir às urnas -, a taxa de abstenção foi de apenas 16%. Também foi de 16% a taxa do universo total obrigado a votar – de 18 a 69 anos -, o que indica que a abstenção não sobe automaticamente com a idade, a não ser quando o patamar de 70 anos é ultrapassado.

Geografia do voto

Nas distintas unidades da Federação há variações significativas nas taxas de ausência dos idosos que podem optar por votar ou não. No topo do ranking estão Pará e Amazonas, onde sete de cada dez dos eleitores com mais de 70 anos não compareceram às urnas.

No outro extremo estão Distrito Federal e Amapá, onde a taxa de abstenção nessa faixa etária ficou bem mais baixa – em torno de 33%.

Esses dois colégios eleitorais passaram por um recadastramento biométrico antes das eleições de 2014. A lista de votantes foi depurada dos mortos e também dos que, por estar desobrigados a votar, nem sequer foram aos cartórios para renovar seus títulos. Isso pode explicar a baixa abstenção registrada entre os mais idosos aptos a votar.

Estudo publicado em janeiro na revista científica Polítical Analysis, dos pesquisadores Gabriel Cepaluni e Daniel Hidalgo, também constatou diferenças significativas n o comparecimento de eleitores obrigados ou não a votar, analisando as faixas com 69 e 70 anos. A análise foi feita com dados referentes ao primeiro turno das eleições municipais de 2012 e levou em consideração a totalidade do cadastro eleitoral vigente em 2015, com mais de 140 milhões de votantes registrados. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Exame

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