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Seja por vergonha, a fim de não incomodar o próximo ou simplesmente por acreditarmos que não é necessário, acabamos não dizendo coisas importantes 𑁋 e que devem ser ditas.

Muitas vezes, por maquiarmos nossos sentimentos, fugimos de conversas com outras pessoas e até enganamos a nós mesmos sobre algo que queremos fazer, dizer ou sentir.

Quantas vezes você já deixou de dizer algo para alguém ou “colocar algo para fora”?

Quando guardamos tristezas e angústias ou repreendemos nossas emoções toda vez que não conseguimos resolver alguma situação, passamos a carregar muita carga e energia negativa.

Você diz o que realmente precisa dizer?

Esse acúmulo interno de sensações, quando frequente ou presente de forma intensa, pode causar até mesmo problemas mais sérios de saúde.

Quando as coisas não vão bem “por dentro”, nossa relação com as questões externas pendentes mudam completamente e tendem a ficar mais difíceis de serem resolvidas.

Sabe aquele momento que alguém nos pergunta se “está tudo bem” e nós automaticamente dizemos que sim, quando, na verdade, não está? Pode ser um sinal de alerta!

Tendo isso em mente, é muito importante praticar cada vez mais o exercício de se ouvir. Ouça a sua verdade!

Quando paramos em silêncio e perguntamos com sinceridade se estamos ou não de acordo com tal situação, a resposta vem 𑁋 pois todas elas estão dentro de nós.

Questione-se, e só após sentir uma espécie de conforto ou desconforto, identifique se sim ou se não.

Por exemplo:
Estou feliz no meu emprego?
Estou feliz no meu relacionamento?
É certo o que estão fazendo com tal pessoa? Comigo?
É certo o que estou fazendo com alguém?

Deste modo, depois de se fazer a pergunta sobre o que quer saber, busque uma maneira de resolver.

Você diz o que realmente precisa dizer?

Tão importante quanto ouvir, é dizer.

Diga, coloque pra fora. Resolva.

Se não estiver se sentindo seguro(a) para dizer no mesmo instante, proponha uma conversa ou escreva uma carta.

Não diga “sim” querendo dizer “não” apenas para não desagradar o outro. E você? Pode se desagradar?

Cada momento nos pede a busca pela plenitude, paz interior e equilíbrio. E essa é a verdadeira importância de porquê nos expressar é tão importante!

E então, preparado(a) para dizer o que realmente precisa dizer?

Maíla C. D’addìo – Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

Durante o período de quarentena, nos vimos diante de diversas medidas de segurança para encarar melhor a COVID-19.

O “ficar em casa”, por exemplo, definitivamente mudou a nossa relação com o ambiente em que vivemos, e também, com as pessoas com quem dividimos o lar: nossos pais e avós.

Passando mais tempo juntos e em constante convivência, passamos a prestar mais atenção nas necessidades dos senhores e senhoras de idade, ainda mais por conta do alto risco de contágio.

Deste modo, a empatia passou a fazer parte da relação de todos, assim como os cuidados e carinhos especiais.

A relação com avós e pai é importante

Estimulando a criatividade, desenvolvendo o bom humor e mantendo uma rotina mais ativa, as tarefas com os idosos tiveram de ser adaptadas e desenvolvidas de maneira inovadora.

Para isso, ter paciência, força e sabedoria foram (e têm sido!) fatores e virtudes essenciais para manter tudo em ordem neste momento tão atípico.

No entanto, com a flexibilização, muitas atividades começaram a voltar ao “novo normal”.

Com isso, nós, que nos víamos responsáveis por manter a segurança e bem-estar de nossos avós e pais, tivemos que retomar aos antigos ofícios.

Com o objetivo de manter uma relação harmoniosa com os seus pais e avós, — mesmo que um pouquinho mais distante e/ou de maneira não integral, — separamos algumas sugestões recomendadas aos nossos idosos, permitindo que eles continuem enfrentando este período de forma mais leve.

Confira e ensine-os!

Mexa-se

Encontre exercícios de baixo impacto que mais combinam com os esforços de seus pais e avós e mantenha o ritmo para melhorar a saúde física e mental de todos.

Crie laços, memórias e vínculos

Experimente se aproximar de seus parentes para fortalecer a relação entre vocês e desenvolver boas lembranças com aqueles que sempre cuidaram de nós.

Resolva hoje

Incentive seus pais e avós que eles resolvam possíveis questões pendentes do passado — assim, eles se sentirão mais livres!

Agarre todas as oportunidades

Nunca é tarde para se começar algo, ainda mais se for relacionado à família. Aproveite casa porta aberta.

Construa uma boa relação com os idosos da sua família.

Fato é que, além de ensinar, temos muito a aprender com nossos idosos.

E com cuidados especiais, amor e muito carinho, qualquer relação pode ser eterna.

Ao optar pelo caminho mais belo, lembre-se de escrever uma linda história com os seus pais e avós.

Afinal, assim, vocês transformarão o hoje em algo muito melhor e as próximas gerações estarão cheias de bons exemplos.

Maíla C. D’addìo – Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

Com o início da quarentena, nos vimos em um cenário muito diferente do que estávamos acostumados e, desde então, adaptar-se foi preciso.

Para você, o que foi mais intenso nesse processo? 

Como se adaptar a pandemia

Entre muitas dúvidas e novos hábitos, encaramos as mudanças geradas pela pandemia em diferentes fases:

Medo e tensão

Uma enxurrada de novas informações, inseguranças sobre um vírus desconhecido e incertezas sobre o futuro. O medo tomou conta de sociedade em estado de alerta, dando início aos primeiros bloqueios, paralisações e reclusão.

Compreensão

Ao ficar em casa, ganhamos mais tempo para assimilar a situação, entender um pouco mais sobre a pandemia, e também, readaptar nossas rotinas pessoais e profissionais com todo o cuidado.

Aceitação

Percebendo os riscos do contágio, reconhecendo a necessidade da quarentena e cumprindo corretamente as medidas de proteção (indicadas pelas organizações de saúde), encontramos a calma necessária para driblar as fases anteriores e, de fato, aceitar o momento.

Descoberta

Neste estágio, passamos a observar mais as oportunidades a nossa volta e aproveitar melhor o nosso tempo livre. Algumas pessoas descobriram novos talentos, outras puderam se dedicar mais algo que já haviam começado anteriormente, e todos nós pudemos notar o verdadeiro valor das coisas simples. 

Flexibilização

O “novo normal” começou a fazer parte do nosso dia a dia, a fim de movimentar os negócios e fazer com que nós (re)aprendêssemos a conviver, ainda respeitando as todas precauções adotadas desde a primeira fase.

Libertação

A fase que esperamos ansiosamente! Enquanto aguardamos pela vacina, ficamos sonhando com o momento certo de deixar as máscaras de lado, correr para o abraço, rever os amigos e familiares, em busca da nossa liberdade! 

Liberdade é parte do processo de adaptação a pandemia

Hoje, temos que continuar nos cuidando e cuidando do próximo para cultivar tempos mais positivos no coração.

Acima de tudo, é por meio desses conhecimentos e aprendizados que percebemos que, juntos, somos sim capazes de nos adaptar!

Maíla C. D’addìo – Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

 

28 ago
Nos tempos atuais, quais são as perspectivas e o que podemos fazer para incentivar a melhor idade?

A cada dia entendemos mais como é conviver em harmonia com os novos hábitos adquiridos durante a pandemia.

O distanciamento social, a frequente higienização das mãos, as medidas preventivas e, principalmente, o uso das máscaras, já estão oficialmente inseridos nas rotinas de todos.

A flexibilização e retomada das atividades, por exemplo, também marcam o cenário atual com a adaptação ao “novo normal”.

Assim, vivemos um constante aprendizado e em meio a tantas novidades, ainda é preciso ter cuidado e estar sempre em alerta — especialmente tratando-se daqueles que estão na melhor idade.

Cuidados na quarentena

Para os idosos, encarar essas mudanças pode ser um desafio ainda maior.

Ficar em casa, evitar contato com outras pessoas, adiar eventos especiais, mudar a programação. A quarentena trouxe muitas transformações atípicas ao cotidiano desta faixa etária, e consequentemente, passou a influenciar (e muito!) em de seus costumes, humor, comportamento e estímulos.

Desta forma, com o objetivo de manter a positividade, alegria, bem-estar e segurança das pessoas na melhor idade, algumas atenções foram redobradas.

Hoje, separamos algumas dicas importantes para ajudar os idosos neste período e incentivá-los a manter hábitos saudáveis e ativos:

Ofereça água

Quem está na melhor idade, tende a desidratar muito facilmente. Sempre ofereça um copo d’água ou mantenha uma garrafinha próxima aos senhores e senhoras para estimular a hidratação.

Capriche nas atividades

Viva o dominó, o baralho e o quebra-cabeça! Ter por perto esses jogos faz toda a diferença e é um ótimo passatempo aos idosos, afinal, não há nada como exercitar a mente!

Não espere a data certa

Proponha comemorações e atividades especiais em qualquer dia da semana. Jantares temáticos, eventos com música, sessões de cinema, entre outras festividades são ótimas pedidas para fazer com que a imaginação entre em ação.

Conte com instituições de longa permanência

Ao contrário do que muitas pessoas pensam, os residenciais são extremamente preparados para oferecer os estímulos e cuidados necessários para quem está na melhor idade — uma vez que a qualidade de vida dos idosos se aliam a sensação de estar na extensão da sua casa.

Foco na melhor idade

 

Faça a sua parte e contribua com atitudes que reativem o cotidiano da terceira idade. Se cuidem, tudo vai passar!

Maíla C. D’addìo – Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

Envelhecer. Para muitos, esta palavra pode trazer diversas inseguranças em relação ao passar do tempo. Porém, mais cedo ou mais tarde, a idade chega para todo mundo.

A verdade é que a grande maioria das pessoas têm medo de envelhecer. Isso porque, geralmente, quando imaginamos este cenário, a primeira coisa que nos vem à mente são as mudanças.

Em seguida, vem as questões relacionadas à autonomia: o receio de “dar trabalho” ou depender dos filhos, familiares, amigos e até desconhecidos para realizar tarefas que, com o envelhecimento, tornam-se mais desafiadoras.

Desta forma, reconhecer as transformações físicas diante do espelho, se distanciar cada vez mais de nossa juventude e compreender as novas propriedades de nossa vitalidade, por exemplo, fazem parte do processo de envelhecer.

O que você vai ser quando envelhecer?

De qualquer forma, como não é possível, de fato, saber o que o futuro nos reserva, é importante estar preparado e se sentir bem para que o envelhecer seja encarado de uma forma mais sutil, leve, espontânea e saudável.

Para isso, adotar alguns hábitos e cuidados pode ser o primeiro passo para fazermos diferente e melhor a partir de agora, e, consequentemente, reparar e enxergar o envelhecer com outro olhar.

Quer descobrir como?

No post de hoje, separamos algumas dicas que podem nos ajudar muito hoje, para recebermos melhor o nosso amanhã:

Cuidar da saúde física

Mantenha sempre a hidratação e boa alimentação, pratique exercícios físicos com frequência, evite o sedentarismo e durma bem!

Cuidar da saúde mental

Busque equilíbrio emocional, ouça músicas alegres, leia bons livros, medite, aproveite os momentos de lazer e cultive boas amizades.

Cuidar da saúde emocional

Perdoe, coloque para fora o que lhe incomoda, respeite os seus sentimentos, diga que ama, abrace mais e ajude alguém que precisa.

Cuidar da parte espiritual

Rezar, peça e agradeça — independente de qual seja a sua religião ou crença.

Viver o hoje

Aproveite o agora, é simplesmente o que temos!

O que você vai ser quando envelhecer?

Assim, quando alguém te fizer a pergunta presente em nosso título “O que você vai ser quando envelhecer?”, você terá motivos de sobra para responder: “Acima de tudo, feliz!”

Maíla C. D’addìo – Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

É fato: Os acidentes domésticos são mais comuns do que podemos imaginar. 

Especialmente agora, em tempos de isolamento social, com as pessoas passando mais tempo em casa, o cuidado com esses possíveis acontecimentos devem ser redobrados.

Dando mais atenção às crianças e pessoas de idade (público mais vulnerável e suscetível a acidentes), é preciso saber como evitar e diminuir os riscos.

Com o objetivo de prezar pela segurança e bem-estar de todos, principalmente daqueles aqueles que amamos, no blog de hoje, separamos algumas dicas de como prevenir acidentes. 

Acompanhe!

Evitando as quedas

Para minimizar os acidentes com tombos e caídas, algumas medidas simples podem ser adotadas em casa.

Para começar, evite tapetes ou prefira os tapetes antiderrapantes. 

Colocar corrimões de apoio em locais estratégicos para ajudar, por exemplo, na hora do banho também é uma opção.

Outra precaução é investir em uma boa iluminação nos ambientes, facilitando a visibilidade de objetos que estejam no caminho e podem se tornar obstáculos.

Evitar quedas dos idosos durante a quarentena

Evitando queimaduras

Acidentes na cozinha também são bem comuns, em especial quando falamos em queimaduras.

Para evitá-las, uma boa dica é utilizar as bocas traseiras do fogão ao cozinhar e sempre manter os cabos das panelas virados para dentro.

O crescente uso do álcool em gel também é motivo para nos atentarmos quanto aos acidentes com este material — que tanto tem nos protegido.

Quando em contato com o fogo, as chamas provocadas pelo álcool em gel não podem ser vistas, porém o calor ainda é absorvido — e se em contato com alguma superfície de pano ou papel, podem queimar normalmente.

Evitando choques

Para reduzir o número de acidentes envolvendo choques elétricos, uma primeira medida é instalar protetores nas tomadas da casa.

Mais uma opção de cautela é evitar ligar mais de um equipamento em uma mesma tomada, além, claro, do cuidado com os fios.

Adaptar o ambiente em que vivemos para melhorar a qualidade de vida daqueles que moram conosco e, acima de tudo, afastar os acidentes é essencial. 

Por isso, todo cuidado é pouco!

Como prevenir acidentes com idosos durante o isolamento

Aqui na Nossa Casa, somos uma grande família, e o conforto e proteção de nossas hóspedes é nossa prioridade e preocupação, inclusive na quarentena. 

Por isso, contamos com uma equipe que está sempre atenta a tudo e que permanece ao lado das nossas queridas senhorinhas, as auxiliando nas caminhadas, durante as refeições, no manuseio do álcool em gel e outras atividades do dia a dia. 

Maíla C. D’addìo – Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

07 ago

Mesmo após tantos meses do início da quarentena, a pandemia segue presente, mas, agora, em uma nova realidade: o novo normal”.

Por mais que, pouco a pouco, as atividades dos estabelecimentos e as rotinas das pessoas estejam voltando, o “novo normal” contém atenções necessárias e essenciais para preservar a nossa saúde e a do próximo.

Adaptar-se é preciso.

O que fazer no novo normal?

E é trabalhando de casa, respeitando o distanciamento social, optando por serviços delivery, usando máscaras obrigatórias, tomando cuidados ao chegar em casa, entre outras atitudes, que podemos perceber pequenas amostras desse “novo normal” já fazendo parte de nosso cotidiano.

Ainda que, no momento, exista mais flexibilização, viver neste “novo normal” é estar em total estado de alerta, pois a todo instante somos lembrados que a pandemia ainda não passou.

Sem uma previsão precisa para definir o fim da quarentena, o número de infectados, os nossos sentimentos de ansiedade, angústia, saudade e questionamentos como “Quando tudo isso vai passar?”, “Quando será que sai a vacina?” ou “Como será o novo normal daqui pra frente?”, só aumentam.

É a sensação da grande maioria.

Os novos hábitos no novo normal

Um cenário um pouco incerto e confuso, não é? Mas, se chegamos até aqui, não podemos relaxar agora, concorda?

Por isso, daqui em diante, é extremamente importante tornar este “novo normal”, o nosso normal de sempre.

Com leituras edificantes, práticas de atividades físicas, meditação, novos conhecimentos e, se necessário, com ajuda profissional, podemos enfrentar estes tempos.

Apesar de toda dificuldade, vamos todos sair mais fortes, mais sábios, mais humanos e com muito amor para compartilhar.

Maíla C. D’addìo – Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

Os pets foram companhias essenciais durante esta quarentena, mas como ficarão os nossos animais de estimação depois da pandemia?

Durante a pandemia, viver a solidão do isolamento social se tornou uma tarefa bastante difícil para a maioria das pessoas. 

Além de todas as mudanças na rotina, a falta de interação com o próximo e a pausa nas visitas em casa se tornaram portas abertas para a tristeza e, até mesmo, para a depressão. 

Com isso, algumas pessoas optaram pela companhia dos pets! O número de adoções aumentou bastante neste período, o que é muito bom para os peludos que precisam de um lar. Mas, e quando as coisas voltarem ao normal? 

Não dá pra esquecer que agora existe um serzinho que depende de você.

E agora, como praticar o distanciamento do seu pet sem prejudicá-lo? 

Os pets depois da pandemia

Os gatos, por natureza, já são mais independentes, então pode ser um pouco mais fácil. Já os cães, provavelmente sentirão mais esse afastamento.   

Assim, separamos algumas dicas interessantes que podem ajudar os bichinhos a entender melhor a volta do cotidiano. Confira!

  • Promova pequenos isolamentos
    Comece acostumando seu pet a ficar sozinho durante curtos intervalos de tempo — pelo menos meia horinha, de duas a três vezes ao dia. Aos poucos, vá aumentando esses períodos. Aproveite esse momento para sair, se necessário. 
  • Diminua o ritmo das brincadeiras
    Deixe-as para os horários que realmente estaria em casa. Além disso, opte por brinquedos interativos, aqueles que se é possível esconder petiscos dentro — eles ajudam a diminuir a ansiedade dos bichanos e os móveis agradecem! 
  • Biscoitos na despedida
    Para que o seu pet associe a sua saída à coisas boas e recompensas,  os biscoitinhos são infalíveis!

Como ficarão os pets no pós-pandemia

Mesmo com as dicas, caso você perceba algum comportamento diferente ou precise de ajuda, procure um profissional. 

Afinal, é sempre importante lembrar que, assim como nós, os pets também merecem todo o cuidado, respeito e carinho do mundo. 

Maíla C. D’addìo – Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU

Radialista DRT 0034310/SP

Dia 26 de julho é comemorado o Dia dos Avós!

E neste ano de 2020, a data, que sempre é festejada de pertinho entre senhoras, senhores e seus netos, será um pouquinho diferente — porém com o mesmo amor.

Apesar de distantes, as celebrações deste Dia dos Avós, continuarão respeitando o isolamento e preservando a saúde de todos em tempos de pandemia.

5 maneiras de comemorar o Dia dos Avós na quarentena

Já que as visitas, os abraços e o cafuné gostoso estão temporariamente fora de nosso alcance, temos que encontrar outras formas de homenageá-los e retribuir todo o carinho que sempre recebemos.

Pensando nisso, separamos 5 dicas bem legais para passar este dia tão especial o mais próximo de nossos vovôs e vovós, mesmo durante a quarentena.

1. Vídeo chamada

Uma nova modalidade veio pra ficar! Com a pandemia, alguns idosos acabaram aprendendo a lidar e utilizar as tecnologias para driblar a saudade de seus parentes, e principalmente, de seus netos.

Então, ainda que virtualmente, neste Dia dos Avós super vale aquela videochamada para dizer o quanto eles são importantes para nós!

Dia dos Avós e o isolamento social

2. Receitinha de família

Coloque as mãos na massa! Que tal reproduzir aquela receita tão famosa do caderno de receitas da sua avó ou avô?

Aproveite o domingo à tarde para entrar na cozinha e caprichar no preparo daquela comidinha que você tanto gosta!

3. Esperando na janela

Outro feito que a quarentena trouxe foram as “visitas drive-thru”.

Com isso, passar rapidamente de carro em frente a casa da vovó e do vovô está valendo!

Temos certeza que dar um tchauzinho ou jogar uns beijinhos, mesmo que pela janela, aquecerá os corações de todos.

Dia dos Avós à distância

4. Sessão de fotos

Um ótimo momento para revisitar nossas memórias e nos trazer deliciosas recordações.

Neste Dia dos Avós, mergulhe nos álbuns e caixas de fotos antigas!

5. Nas mídias sociais

Sim! Poste fotos, vídeos e lembranças nas redes sociais, prestando lindas homenagens aos nossos queridos velhinhos.

Compartilhar bons momentos na internet também é uma forma de prestigiá-los.

Definitivamente, o Dia dos Avós é uma data que não se pode passar em branco, afinal, temos que agradecê-los sempre por eles serem a nossa história.

Assim, aproveite e curta este dia tão significativo (e todos os outros!) como for possível, mas, de preferência, sem deixar para depois.
Desejamos a todos um feliz Dia dos Avós!

Maíla C. D’addìo – Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

17 jul

Com o início da flexibilização da quarentena, o novo normal vem ganhando forças, conquistando seu espaço e tem sido lembrado no atual dia a dia para proteger a população da pandemia.

Ajudando a manter os novos hábitos sempre frescos e em mente, a premissa “melhor prevenir do que remediar” certamente está em alta e continuará valendo.

Porém, por mais que a expectativa seja que todos respeitem as recomendações, tomando os devidos cuidados ao sair e readaptar suas rotinas, vamos nos deparar com diversos tipos de comportamento.

Como se comportar no novo normal?

Mesmo as medidas de prevenção ainda sendo extremamente necessárias, encontraremos pessoas que acreditam que tudo já está bem, que não há com o que se preocupar ou que não existe um novo normal e tudo se encontra como antigamente.

E nestes casos, é necessário ter jogo de cintura para tratar tudo com calma, educação e firmeza, continuar seguindo firme as orientações e aproveitar a liberdade com responsabilidade.

A seguir, separamos algumas dicas importantes para encarar o novo normal de forma consciente. Veja!

Máscaras de presente

Atualmente, o uso da máscara é obrigatório — e ainda será por bastante tempo.

Lembre-se de ter sempre uma extra contigo, e, caso você encontre alguém que não esteja usando, ofereça-a de presente!

Abraço camarada

Com a saudade acumulada, o abraço logo será a reação mais esperada pelas pessoas ao se cumprimentarem.

Mas, se você não se sente confortável e seguro(a) para abraçar as pessoas, não tenha medo de recuar!

Dar um pulinho para trás, agradecer sorrindo e mostrar ao outro que “ainda não” está tudo bem! O toque com os cotovelos ou dos pés continua valendo!

Dois ou um no elevador

Ambiente fechados, como os elevadores, podem gerar pequenas aglomerações quando cheio.

Se você não se sentir bem ou confiante para entrar no elevador com mais pessoa, também não tem problema! Tranquilamente diga que você prefere esperar o próximo e entrar na próxima viagem.

Na hipótese contrária, de você estar no elevador e acontecer de alguém querer entrar, mantenha a calma! Afinal, no seu novo normal você segue com as precauções necessárias e está junto de sua máscara e álcool em gel, certo?

Temos visitas!

Em todos os locais, as visitas voltarão a ser mais frequentes.

Se você receber convidados e gostaria que eles tomassem alguns cuidados, como deixar os sapatos do lado de fora, utilizar propés, passar álcool em gel antes de entrar, entre outros, avise-os com antecedência.

E caso você seja o visitante, pergunte ao anfitrião se há alguma preferência!

Comportamentos do novo normal

Seguindo essas dicas e adotando outras simples atitudes, podemos zelar por nós e pelo próximo, mesmo que os comportamentos a respeito do novo normal sejam diferentes.

Afinal, a regra número 1 é se cuidar!

Maíla C. D’addìo – Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP