Unidade Vila Mariana (11) 2275-2516/2276-2835

Unidade Moema (11) 2738-1700/2738-1900

Blog

07 ago

Mesmo após tantos meses do início da quarentena, a pandemia segue presente, mas, agora, em uma nova realidade: o novo normal”.

Por mais que, pouco a pouco, as atividades dos estabelecimentos e as rotinas das pessoas estejam voltando, o “novo normal” contém atenções necessárias e essenciais para preservar a nossa saúde e a do próximo.

Adaptar-se é preciso.

O que fazer no novo normal?

E é trabalhando de casa, respeitando o distanciamento social, optando por serviços delivery, usando máscaras obrigatórias, tomando cuidados ao chegar em casa, entre outras atitudes, que podemos perceber pequenas amostras desse “novo normal” já fazendo parte de nosso cotidiano.

Ainda que, no momento, exista mais flexibilização, viver neste “novo normal” é estar em total estado de alerta, pois a todo instante somos lembrados que a pandemia ainda não passou.

Sem uma previsão precisa para definir o fim da quarentena, o número de infectados, os nossos sentimentos de ansiedade, angústia, saudade e questionamentos como “Quando tudo isso vai passar?”, “Quando será que sai a vacina?” ou “Como será o novo normal daqui pra frente?”, só aumentam.

É a sensação da grande maioria.

Os novos hábitos no novo normal

Um cenário um pouco incerto e confuso, não é? Mas, se chegamos até aqui, não podemos relaxar agora, concorda?

Por isso, daqui em diante, é extremamente importante tornar este “novo normal”, o nosso normal de sempre.

Com leituras edificantes, práticas de atividades físicas, meditação, novos conhecimentos e, se necessário, com ajuda profissional, podemos enfrentar estes tempos.

Apesar de toda dificuldade, vamos todos sair mais fortes, mais sábios, mais humanos e com muito amor para compartilhar.

Maíla C. D’addìo – Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

Os pets foram companhias essenciais durante esta quarentena, mas como ficarão os nossos animais de estimação depois da pandemia?

Durante a pandemia, viver a solidão do isolamento social se tornou uma tarefa bastante difícil para a maioria das pessoas. 

Além de todas as mudanças na rotina, a falta de interação com o próximo e a pausa nas visitas em casa se tornaram portas abertas para a tristeza e, até mesmo, para a depressão. 

Com isso, algumas pessoas optaram pela companhia dos pets! O número de adoções aumentou bastante neste período, o que é muito bom para os peludos que precisam de um lar. Mas, e quando as coisas voltarem ao normal? 

Não dá pra esquecer que agora existe um serzinho que depende de você.

E agora, como praticar o distanciamento do seu pet sem prejudicá-lo? 

Os pets depois da pandemia

Os gatos, por natureza, já são mais independentes, então pode ser um pouco mais fácil. Já os cães, provavelmente sentirão mais esse afastamento.   

Assim, separamos algumas dicas interessantes que podem ajudar os bichinhos a entender melhor a volta do cotidiano. Confira!

  • Promova pequenos isolamentos
    Comece acostumando seu pet a ficar sozinho durante curtos intervalos de tempo — pelo menos meia horinha, de duas a três vezes ao dia. Aos poucos, vá aumentando esses períodos. Aproveite esse momento para sair, se necessário. 
  • Diminua o ritmo das brincadeiras
    Deixe-as para os horários que realmente estaria em casa. Além disso, opte por brinquedos interativos, aqueles que se é possível esconder petiscos dentro — eles ajudam a diminuir a ansiedade dos bichanos e os móveis agradecem! 
  • Biscoitos na despedida
    Para que o seu pet associe a sua saída à coisas boas e recompensas,  os biscoitinhos são infalíveis!

Como ficarão os pets no pós-pandemia

Mesmo com as dicas, caso você perceba algum comportamento diferente ou precise de ajuda, procure um profissional. 

Afinal, é sempre importante lembrar que, assim como nós, os pets também merecem todo o cuidado, respeito e carinho do mundo. 

Maíla C. D’addìo – Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU

Radialista DRT 0034310/SP

Dia 26 de julho é comemorado o Dia dos Avós!

E neste ano de 2020, a data, que sempre é festejada de pertinho entre senhoras, senhores e seus netos, será um pouquinho diferente — porém com o mesmo amor.

Apesar de distantes, as celebrações deste Dia dos Avós, continuarão respeitando o isolamento e preservando a saúde de todos em tempos de pandemia.

5 maneiras de comemorar o Dia dos Avós na quarentena

Já que as visitas, os abraços e o cafuné gostoso estão temporariamente fora de nosso alcance, temos que encontrar outras formas de homenageá-los e retribuir todo o carinho que sempre recebemos.

Pensando nisso, separamos 5 dicas bem legais para passar este dia tão especial o mais próximo de nossos vovôs e vovós, mesmo durante a quarentena.

1. Vídeo chamada

Uma nova modalidade veio pra ficar! Com a pandemia, alguns idosos acabaram aprendendo a lidar e utilizar as tecnologias para driblar a saudade de seus parentes, e principalmente, de seus netos.

Então, ainda que virtualmente, neste Dia dos Avós super vale aquela videochamada para dizer o quanto eles são importantes para nós!

Dia dos Avós e o isolamento social

2. Receitinha de família

Coloque as mãos na massa! Que tal reproduzir aquela receita tão famosa do caderno de receitas da sua avó ou avô?

Aproveite o domingo à tarde para entrar na cozinha e caprichar no preparo daquela comidinha que você tanto gosta!

3. Esperando na janela

Outro feito que a quarentena trouxe foram as “visitas drive-thru”.

Com isso, passar rapidamente de carro em frente a casa da vovó e do vovô está valendo!

Temos certeza que dar um tchauzinho ou jogar uns beijinhos, mesmo que pela janela, aquecerá os corações de todos.

Dia dos Avós à distância

4. Sessão de fotos

Um ótimo momento para revisitar nossas memórias e nos trazer deliciosas recordações.

Neste Dia dos Avós, mergulhe nos álbuns e caixas de fotos antigas!

5. Nas mídias sociais

Sim! Poste fotos, vídeos e lembranças nas redes sociais, prestando lindas homenagens aos nossos queridos velhinhos.

Compartilhar bons momentos na internet também é uma forma de prestigiá-los.

Definitivamente, o Dia dos Avós é uma data que não se pode passar em branco, afinal, temos que agradecê-los sempre por eles serem a nossa história.

Assim, aproveite e curta este dia tão significativo (e todos os outros!) como for possível, mas, de preferência, sem deixar para depois.
Desejamos a todos um feliz Dia dos Avós!

Maíla C. D’addìo – Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

17 jul

Com o início da flexibilização da quarentena, o novo normal vem ganhando forças, conquistando seu espaço e tem sido lembrado no atual dia a dia para proteger a população da pandemia.

Ajudando a manter os novos hábitos sempre frescos e em mente, a premissa “melhor prevenir do que remediar” certamente está em alta e continuará valendo.

Porém, por mais que a expectativa seja que todos respeitem as recomendações, tomando os devidos cuidados ao sair e readaptar suas rotinas, vamos nos deparar com diversos tipos de comportamento.

Como se comportar no novo normal?

Mesmo as medidas de prevenção ainda sendo extremamente necessárias, encontraremos pessoas que acreditam que tudo já está bem, que não há com o que se preocupar ou que não existe um novo normal e tudo se encontra como antigamente.

E nestes casos, é necessário ter jogo de cintura para tratar tudo com calma, educação e firmeza, continuar seguindo firme as orientações e aproveitar a liberdade com responsabilidade.

A seguir, separamos algumas dicas importantes para encarar o novo normal de forma consciente. Veja!

Máscaras de presente

Atualmente, o uso da máscara é obrigatório — e ainda será por bastante tempo.

Lembre-se de ter sempre uma extra contigo, e, caso você encontre alguém que não esteja usando, ofereça-a de presente!

Abraço camarada

Com a saudade acumulada, o abraço logo será a reação mais esperada pelas pessoas ao se cumprimentarem.

Mas, se você não se sente confortável e seguro(a) para abraçar as pessoas, não tenha medo de recuar!

Dar um pulinho para trás, agradecer sorrindo e mostrar ao outro que “ainda não” está tudo bem! O toque com os cotovelos ou dos pés continua valendo!

Dois ou um no elevador

Ambiente fechados, como os elevadores, podem gerar pequenas aglomerações quando cheio.

Se você não se sentir bem ou confiante para entrar no elevador com mais pessoa, também não tem problema! Tranquilamente diga que você prefere esperar o próximo e entrar na próxima viagem.

Na hipótese contrária, de você estar no elevador e acontecer de alguém querer entrar, mantenha a calma! Afinal, no seu novo normal você segue com as precauções necessárias e está junto de sua máscara e álcool em gel, certo?

Temos visitas!

Em todos os locais, as visitas voltarão a ser mais frequentes.

Se você receber convidados e gostaria que eles tomassem alguns cuidados, como deixar os sapatos do lado de fora, utilizar propés, passar álcool em gel antes de entrar, entre outros, avise-os com antecedência.

E caso você seja o visitante, pergunte ao anfitrião se há alguma preferência!

Comportamentos do novo normal

Seguindo essas dicas e adotando outras simples atitudes, podemos zelar por nós e pelo próximo, mesmo que os comportamentos a respeito do novo normal sejam diferentes.

Afinal, a regra número 1 é se cuidar!

Maíla C. D’addìo – Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

Você provavelmente já deve ter escutado essa expressão. O “novo normal” tem representado as realidades recém-adotadas durante a quarentena, e também as nossas expectativas pessoais para um cenário diferente (para melhor!), após a pandemia.

Durante o isolamento, enfrentamos a solidão, a solitude, a saudade das pessoas que amamos, dos lugares que adoramos visitar, da nossa rotina e todas as situações relacionadas ao “normal de antes”.

Ao mesmo tempo, não poupamos esforços para cuidar de nossa saúde, zelar pelo bem do próximo e para sermos pessoas melhores, mais prestativas e empáticas.

E apesar de estarmos sensibilizados, precisamos entender que até mesmo para a solidariedade, é importante estar bem.

Já pensou que este momento no mundo pode ser um convite para que possamos nos conhecer melhor?

Eu e o novo normal

Esta reflexão é muito importante, pois hoje, cá estamos, focados no amanhã.

Mas basta olhar um pouquinho para trás para reparar que o “novo normal” será um reflexo de tudo que aprendemos a fazer, gostar e respeitar neste período tão incerto.

A forma como começamos a cuidar da nossa casa, de nossas coisas e, consequentemente, do nosso interior, nos ajuda a perceber essas boas mudanças.

Passamos a compreender nossas fraquezas, nossos pontos fortes, nossas verdadeiras vontades, necessidades e o real valor daquilo que nos faz realmente bem.

Assim, pudemos notar e listar com clareza, o que mais desejamos para nós e gostaríamos de colocar em prática daqui pra frente.

E quando chegar a nossa vez de aproveitar o “novo normal”, recomece!

Experimente algo novo! Faça uma receita diferente, mude os móveis de lugar, customize uma roupa, pinte uma parede, descubra uma nova técnica de artesanato, escreva um desabafo sobre essa nova realidade…

As possibilidades, oportunidades e sensações do nosso “novo normal” serão incríveis. Aproveite o momento para se libertar e se reinventar!

Maíla C. D’addìo – Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

Ainda que soubéssemos da existência de outras enfermidades como a Peste Bubônica, Varíola, Cólera, Gripe Espanhola e também a Gripe Suína (H1N1), nunca imaginávamos passar por pandemia com estas proporções como a que estamos vivendo hoje, não é mesmo?

Fato é que o coronavírus ainda está por aí e que, por enquanto, não há uma vacina ou a comprovação da eficácia de medicamentos. Mesmo assim, com tantas incertezas, dúvidas e um misto de sentimentos, temos que continuar nos cuidando e zelar pela saúde do próximo também.

É preciso acreditar que vai passar! Enquanto isso, vamos refletir juntos um pouquinho sobre a pergunta feita em nosso título: O que aprendemos a fazer ou gostar durante a pandemia?

Muito se tem aprendido com a pandemia

Basta reparar para notar as tantas mudanças que a pandemia de COVID-19 está trazendo para as nossas vidas. Além das máscaras e álcool em gel, muito se tem aprendido com a quarentena e todas as diferentes situações promovidas pelo isolamento social.

De qualquer maneira, de todos os acontecimentos experienciados durante a pandemia, devemos levar o lado positivo e, claro, o aprendizado.

Por aqui, pensamos bastante e reunimos 5 coisas que aprendemos a gostar ou fazer em meio ao confinamento. Será que você se identifica com alguma delas? Confira!

  1. Higienização: atualmente ainda mais presente em nossas rotinas, a frequência com que aumentamos a limpeza de nossas mãos, objetos e ambientes aumentou bastante. O que é ótimo, pois agora estamos todos craques e peritos em higienização!
  2. Exercícios em casa: já que não podemos dispensar as atividades físicas e, ao mesmo tempo, não devemos sair, o jeito é improvisar! Adotar o estilo de vida fitness em casa significa arrastar os móveis para abrir espaço e utilizar garrafas d’água ou aquele pacote de arroz como aliados no exercício. Os resultados são incríveis, viu?
  3. Parabéns virtual: adorarmos comemorações e apesar de não serem presenciais, os aniversários online também têm lá suas vantagens. Mesmo não garantindo um pedacinho do bolo, não há nada como reunir todos os nossos familiares, amigos e as pessoas que mais amamos — ainda que virtualmente;
  4. Assumir os cabelos brancos: é certo que com a pandemia deixamos algumas preocupações em segundo plano. Passamos a nos cuidar dentro de casa mesmo, e dentre os costumes, esconder os fiozinhos brancos não passou mais a ser o item número um da lista de muitas pessoas. Boa economia ou sinal de liberdade, assumir os cabelos naturais tem sido tudo de bom!
  5. Novos hobbies: com tempo de sobra e em prol dos cuidados com a pandemia, novas atividades foram desenvolvidas e muitos talentos foram descobertos! Pintura, escrita, leitura, canto e até mesmo o corte e costura de máscaras. Quem apostou em usar os períodos livres para conhecer um novo hobby, se deu bem!

Novas atividades foram descobertas com a pandemia.

E você, se viu em algum dos tópicos da nossa listinha?

Conte em nossas redes o que mais você aprendeu a gostar ou fazer durante a pandemia. Até a próxima!

Maíla C. D’addìo – Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

Em decorrência da pandemia, diversas mudanças e adaptações transformaram as nossas rotinas por completo.

Consequentemente, as novas condições modificaram muitos de nossos hábitos, nos afastando de várias coisas que gostamos e fazendo que precisássemos evitar momentos extremamente valiosos, ainda que temporariamente.

Assim, redescobrimos como manter (e adequar) alguns costumes, nos distanciamos daqueles que amamos e ainda por cima, deixamos passeios e comemorações para depois — tudo para cuidarmos mais de nossa saúde, é claro.

Porém, quando o cenário que enfrentamos hoje passar, precisamos celebrar em grande estilo as pequenas riquezas da vida.

Pensando nas coisas que mais fizeram falta durante a quarentena, que tal elaborar uma lista de 5 coisas para se fazer pós-pandemia?

Um exercício que pode nos trazer boas energias, força e esperança nestes tempos tão incertos. Nós já preparamos a nossa, confira!

  1. Abraçar as pessoas: Rápidos, demorados, longos, de urso… O abraço nunca teve tanto sentido! E graças ao isolamento social, pudemos aprender a valorizar o contato físico, o toque, o estar junto.
  2. Comemorar aniversários e datas comemorativas: Não há nada como festejar um dia especial rodeado de gente, música, alegria e risadas. Apesar das vídeo chamadas e lives improvisadas, o estar presente durante os aniversários e datas comemorativas como Dia das Mães, Páscoa e Festa Junina faz toda a diferença!
  3. Se arrumar para sair de casa: Tirar a poeira dos sapatos, dar uma ajeitadinha nos cabelos e caprichar no visual! Passear com a sua roupa favorita por aí será uma nova e incrível experiência.
  4. Viajar, viajar e viajar: Estrada pra que te quero! Remarcar aquela jornada tão esperada, conhecer novos lugares e culturas ou até mesmo fazer um rápido bate-volta até a praia em um dia de frio para molhar os pezinhos. O importante é ir, encarar a sua aventura e agradecer.
  5. Nos despedir das máscaras: Ainda que em alerta para os cuidados a longo prazo, deixar as máscaras de lado será um sinal de liberdade. Será fantástico rever mais sorrisos!

E você, tem mais alguma sugestão?

Escolher apenas 5 coisas foi um desafio e tanto, não é mesmo? Isso significa que existem muitos planos para incluirmos nesta inúmera lista de desejos pós-pandemia e, com certeza, os realizaremos um por um.

De qualquer forma, até que este grande e esperado dia chegue, é preciso que cada um de nós faça a sua parte: vamos continuar nos cuidando para também cuidarmos do próximo.

Acredite, tudo vai passar!

Maíla C. D’addìo – Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

Por conta da necessidade de manter-se em casa durante a pandemia, as relações e os vínculos entre familiares e amigos que compartilham de um mesmo lar se fortaleceu ainda mais no período da quarentena.

Com muitos meses de intensa convivência em vista, o cuidado e a proteção falaram mais alto e fizeram com que todos prestassem mais atenção ao zelar pela saúde e pelo bem-estar de seus parentes.

A fim de oferecer total segurança a todas as pessoas de seus vínculos, principalmente aos idosos — considerados parte do grupo de alto risco da COVID-19 — muitas casas foram adaptadas, rotinas foram transformadas, e cada experiência do cotidiano tornou-se um desafio diferente.

Ficar em casa e oferecer total segurança a todas as pessoas de seus vínculos

Auxiliando-os a garantir seus cuidados essenciais no dia a dia, uma boa alimentação, vitaminas para melhorar a imunidade, hidratação, atividades, não perder os horários dos medicamentos, entre outras dedicações, senhoras e senhores acostumaram-se com o integral suporte para realizar seus afazeres.

Porém, com a flexibilização, reabertura gradual dos estabelecimentos e volta da vida no “novo normal”, os idosos, habituados com a frequente companhia e laços mais estreitos em relação a seus vínculos, voltaram a ficar mais tempo desacompanhados.

Mas, e agora? O que fazer? Voltando ao título da nossa matéria: como flexibilizar os vínculos criados na quarentena?

Ainda não há uma previsão de quando tudo isso passará definitivamente, porém, diante da delicada situação, a resposta ideal para solucionar essa questão encontra-se em um meio termo, em uma decisão que ajude ambas as partes — tanto de quem cuida, como aquele que é cuidado.

Preparadas para enfrentar o futuro da pandemia, as casas de repouso têm redobrado a atenção e promovido todos os serviços, esforços e novos vínculos necessários para atender aqueles que se encontram na terceira idade.

Novos vínculos depois da quarentena

Aqui na Nossa Casa, funcionamos a todo instante com muito carinho, atividades diárias, boa alimentação e supervisão médica, com funcionários e colaboradores qualificados para certificar que, mesmo em após este conturbado momento, tudo corra bem e a alegria permaneça, sempre!

Maíla C. D’addìo – Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

Ao longo do cenário que seguimos enfrentando, muitas dúvidas e incertezas têm surgido com bastante frequência. As tantas mudanças e adaptações seguem levantando diversas perguntas, sendo uma das mais comuns, o título da nossa matéria de hoje: Como será o comportamento do mundo pós-pandemia?

Com isso, te convidamos para uma rápida experiência. Feche os olhos e lembre-se de como eram os dias antes dos impactos da COVID-19. Nada parecidos com os dias de hoje, não é mesmo?

Depois que passamos a adotar quarentena, pudemos notar com clareza os impactos e efeitos da pandemia em um lugar que já parecia despreocupado com os descasos, desperdícios e desrespeito.

Antes, o tempo era priorizado de outra maneira, fazendo com que os acontecimentos futuros fossem mais valorizados do que tudo o que acontecia no “aqui e agora” do presente.

Já o universo dos negócios funcionava com um intenso fluxo de operações, sem jamais imaginar ou considerar inserir em seu planejamento medidas alternativas para enfrentar possíveis e maiores problemas, principalmente os causados por uma pandemia — como o fechamento de empresas, o desemprego, entre outros pontos.

Os encontros com amigos e familiares, que eram normalmente corriqueiros pré-pandemia, acabaram nos fazendo esquecer da real importância de estar junto e por perto, apenas diante do isolamento.

Então, de repente, começamos a nos preocupar mais. Sem esquecer de todas as perdas e todas as demais transformações provocadas pela pandemia, vimos que não existe maneira melhor de se proteger a não ser com a prevenção.

As mudanças pós-pandemia

Para isso, o álcool em gel, o uso obrigatório de máscaras e o distanciamento social se tornaram aliados essenciais para a não propagação e evolução da pandemia, uma vez que sabemos que estar bem não significa estar livre da contaminação e que todo cuidado é pouco.

Certamente uma grande mudança começou!

Hoje, já conseguimos ressignificar palavras como “empatia”, “saudade”, “distância”, “saúde” e, principalmente, compreender o verdadeiro valor das coisas e momentos simples da vida, que o dinheiro não compra.

Assim, os aprendizados e novas perspectivas que levaremos conosco após a pandemia, serão avaliadores primordiais de nossos pensamentos e atitudes daqui pra frente.

Logo, tudo isso vai passar. E o mundo? Com certeza será um lugar mais humano, mais feliz de se viver!

Maíla C. D’addìo – Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

05 jun

O isolamento social e demais circunstâncias consequentes da pandemia trouxeram uma série de momentos incertos, dificuldades e novos hábitos e cuidados, atingindo a todos de alguma forma, sem exceções.

Durante a quarentena, nossa vida pessoal passou por algumas mudanças: tivemos de nos afastar temporariamente de nossas famílias e amigos, adaptar as rotinas, adequamos o jeito como trabalhamos, e até mesmo deixar de visitar nossos lugares favoritos.

Além disso, no decorrer da pandemia, reinventamos a maneira de comemorar datas importantes como aniversários, Páscoa, Dia das Mães ou até mesmo aproveitar feriados curtos e prolongados, deixando de realizar (ou remarcando) algumas viagens, encontros e inclusive os almoços de domingo.

Passamos a usar máscara e álcool em gel, intensificamos a higienização das mãos, objetos e ambientes, ficamos em casa, saindo apenas quando necessário para ir à farmácia ou ao supermercado e adotamos novas medidas preventivas para evitar que a pandemia se dispersasse ainda mais.

Na pandemia, passamos a usar máscaras.

No entanto, simultaneamente, ganhamos mais tempo para prestar mais atenção ao nosso redor. Com a pandemia, aprendemos a contemplar a vista da janela, o pôr do sol, a natureza, e aproveitar o ar mais limpo.

Reconhecemos a importância dos detalhes, valorizamos as coisas mais simples e passamos a compreender melhor o outro e querer evoluir o daqui pra frente, quando tudo voltar ao normal.

Assim, vimos boas ações, atitudes e gentilezas, pessoas se reinventando e a empatia crescendo e se espalhando cada vez mais.

O mundo precisou de uma pausa em forma de pandemia para entender que estava sem freio, sem tempo e sem amor. E, definitivamente, não há dinheiro que compre a nossa saúde.

Então, voltando ao nosso título, fica a pergunta que tanto queremos descobrir a resposta: como seremos depois da pandemia?

Com certeza, pessoas mais conscientes sobre viver um dia após o outro e aproveitar a cada momento, como se não houvesse amanhã.

Maíla C. D’addìo – Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

Página 1 de 3312345...102030...Última »