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29 maio

Envelhecer é um dos principais efeitos do passar do tempo. Ano após ano, a idade vai avançando e, consequentemente, impacta as pessoas de diferentes maneiras.

Por conta das inevitáveis mudanças físicas, psicológicas, motoras, entre outras, para muitos, envelhecer é uma tarefa difícil e bastante desafiadora.

Ao se dar conta de que muitas experiências, lembranças e momentos especiais já foram vividos e ao perceber que as evoluções atuais estão gradualmente mais rápidas, o medo de envelhecer se torna ainda mais presente.

No entanto, mesmo que os cabelos brancos e rugas comecem a aparecer, não se deve associar o processo de envelhecimento apenas com viver menos.

Envelhecer não deve ser associado apenas com viver menos.

Sessenta, setenta, oitenta, noventa, cem. A terceira idade está indo cada vez mais longe, e envelhecer torna-se uma grande oportunidade de viver a vida de forma plena.

É durante o mesmo passar do tempo que aprender coisas novas, experimentar vivências, adquirir conhecimento, começar amizades, se divertir e, inclusive, renascer, se torna possível.

Com isso, envelhecer pode ter um novo significado. Focando nos ganhos da maturidade e na qualidade do bem-estar, ainda há tempo, principalmente para recomeços.

“O ontem passou e o amanhã ainda não é meu”. É citando o trecho da música “Mudei”, de Kell Smith, que podemos refletir como cada dia pode ser novo e envelhecer pode ser diferente e ir muito além de uma caixinha de boas memórias.

Não deixe que a sua data de nascimento ou os dias marcados no calendário interfiram na sua jornada. Sorria e viva intensamente cada etapa da vida, sem medo de ser feliz!

Maíla C. D’addìo – Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

Quando um de nossos parentes atinge uma idade mais avançada, a atenção e os cuidados passam a ser redobrados, e é neste momento que as casas de repouso aparecem como opção para prestar suporte por meio de seus serviços.

Certamente, com a rotina do dia a dia, fica cada vez mais difícil de dedicar o tempo necessário ao zelo total dos idosos. Contudo, para muitos familiares, optar pelas casas de repouso para hospedar seus entes queridos pode ser um assunto bem delicado, ou até mesmo polêmico — uma vez que os residenciais são geralmente associados a abandono, solidão ou esquecimento.

No entanto, essa visão sobre as casas de repouso podem ser repensadas, reavaliadas e reconsideradas pelos filhos e, inclusive, pelos senhores e senhoras de idade.

É certo que a distância da família será parte do processo de adaptação, ainda mais no período de pandemia que estamos passando. Porém, é fundamental ter em mente que as casas de repouso oferecem diversos benefícios e oportunidades que colaboram com o bem de todos.

Suporte, atenção e carinho nas casas de repouso

Além da assistência geral e clínica 24h prestada por profissionais de saúde e cuidadores preparados, as casas de repouso também promovem conforto, segurança, interação social, atividades diárias para estimular o bem-estar, serviços domésticos e alimentação saudável a todos os seus hóspedes.

De qualquer forma, mesmo que as vantagens das casas de repouso sejam genuínas, é importante verificar se é da vontade dos idosos essa mudança, já que, antes de tudo, é responsabilidade da família cuidar dos seus e proporcionar uma melhor a qualidade de vida a eles.

Medida de carinho e dedicação, adotar os residenciais como um verdadeiro lar para os idosos é uma forma de fazer com que qualquer pessoa na melhor idade se sinta “em casa”.

Agende uma visita à Nossa Casa, tire suas dúvidas e tenha a certeza de que as casas de repouso são a escolha certa.

Maíla C. D’addìo – Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

 

Em tempos de pandemia de coronavírus, como ficam os idosos?

Já se fez essa pergunta ou parou para pensar como seria estar no lugar deles? Apesar de ser um momento difícil para todos, os idosos são os que mais sofrem com o isolamento social, seja pela distância e saudade ou novas práticas adotadas.

Uma vez parte do grupo de risco da doença, as recomendações são restritamente pontuais e reforçam o pedido para que as pessoas com mais de 60 anos fiquem em casa, além, claro, de seguir as medidas preventivas fundamentais para driblar o coronavírus.

Com isso, algumas tarefas simples do dia a dia tornaram-se menos acessíveis para os idosos, como ir ao banco, farmácia ou fazer compras de supermercado, por exemplo, sem contar com suas atividades esportivas e caminhadas.

Idosos devem seguir as medidas preventivas para driblar o coronavírus

Diante da quarentena, os cuidados pessoais com a saúde, locomoção, alimentação e outros aspectos relacionados ao bem-estar dos idosos também passaram a precisar de um suporte a mais, assim evitando qualquer tipo de aborrecimento ou aumento da sensação de solidão.

Exercícios foram reajustados para o ambiente interno a fim de manter a rotina ativa, visitas presenciais foram interrompidas temporariamente, migrando o contato com a família e os netos para o mundo digital, entre outros desafios encontrados e readaptados para preservar a vida dos idosos durante este período de COVID-19.

É preciso ajudar os idosos com as tecnologias para que eles possam contatar a família em tempo de coronavírus

Sabendo que é necessário agir o quanto antes, mobilizações voluntárias de solidariedade entre parentes, amigos, vizinhos e cuidadores tem sido muito bem-vindas e feito total diferença nos cuidados com os idosos, formando uma corrente do bem para ajudá-los a todo instante.

É por isso que com amor, boa vontade, disciplina, sabedoria e paciência tudo pode ser amenizado, proporcionando mais leveza para enfrentarmos juntos o momento que estamos passando.

Aqui na Nossa Casa não poderia ser diferente, assim, tomamos diversas providências de segurança de acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde) para oferecer a melhor assistência e apoio às nossas queridas hóspedes.

Maíla C. D’addìo – Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

O momento pode ser usado para estreitar laços familiares.

Brincadeiras para fazer na quarentena com as crianças Brincar de pintura com as crianças é uma ótima forma de diversão

Com a quarentena, escolas estão fechadas e a as crianças ficam mais tempo em casa. Com isso, os pequenos acabam passando muito tempo em frente as telas, o que preocupa a maioria dos pais.

Por isso, pensando em fazer da quarentena um momento para fortalecer os laços com os filhos, a empresária Amélia Whitaker criou o movimento Alegria Sem Pilha, que pode ser acompanhado no Instagram.

O Pleno.News listou 10 brincadeiras que fazem parte do movimento para você testar na sua casa com a família. Confira!

1 – Imitando bichos
Aqui, cada pessoa deverá escolher um animal para representar. Em seguida, quando ela fizer a representação, os outros participantes da brincadeira deverão imitá-la. Simples e divertido!

2 – Massagem
Essa é uma ótima opção para os pais de crianças agitadas. Como o nome já diz, a sugestão é fazer um momento de spa com as crianças. Use óleos e faça massagens nos pequenos e, depois, é só trocar as funções.

3 – Dançar
Parece bobo, mas pode se transformar em um ótimo momento de diversão. Coloque uma música bem agitada e invete coreografias para os filhos imitarem. Depois, deixe eles conduzirem a brincadeira também!

4 – Avião
Deite no chão, apoie os pés na barriga da criança e a levante! Agora é só imitar sons de avião, turbulências e deixar a imaginação falar mais alto.

5 – Circuito com pista de obstáculos
Use o espaço da casa para deixar o ambiente ainda mais divertido! Deixe as crianças criarem circuitos com objetos que não representem perigo e, depois, faça uma corrida de obstáculos.

6 – Origamis
Reúna a criançada, dê papel colorido e ensine a fazer origamis. Tem chapéu de soldado, barquinho, avião… Depois, você pode usar as criações para enfeitar o lar.

8 – Caixa de papelão
Se você tem fácil acesso a caixas de papelão, pode usar para dar asas a imaginação dos seus filhos. Use o objeto como foguete, casinha, fogão ou qualquer coisa que vier a mente.

9 – Autorretrato
Deixe as crianças desenharem a si mesmas! A arte pode ser feita até com tinta, pra deixar tudo mais divertido para os pequenos. Depois, você pode brincar até de exposição com elas.

10 – Carimbo na batata
Descasque uma batata e corte ao meio. Em seguida, use uma faca para fazer um desenho em uma das partes. Depois é só passar tinta e carimbar em um papel.

Fonte: Pleno.News

Casal de israelenses emocionou internautas do mundo todo depois de protagonizar o momento fofo durante a quarentena.

Amor na pandemia Foto do casal em momento fofo emocionou internautas e virou febre na web, sendo compartilhada mais de 50 mil vezes.

O isolamento em decorrência da pandemia de coronavírus mudou a vida de muita gente, e alguns hábitos simples, como ir ao salão de beleza, não fazem mais parte da rotina. Mas não há nada impossível para o amor e, pensando no fato de não poderem sair de casa, um idoso de 92 anos decidiu que pintaria os fios brancos do cabelo da esposa.

A foto do momento foi compartilhada no Facebook pelo neto do casal, o israelense Yael Shapira Avraham, e acabou viralizando. “Estes são meus avós de 92 anos (que tenhamos a mesma saúde). Em todas as situações meu avô tem a preocupação de minha avó se sentir bem cuidada. Não vemos coisas assim todos os dias”, diz o post.

Os internautas reagiram à imagem e se mostraram sensibilizados. “Imagem da década”, comentou um dos usuários da rede social. “Que casal deslumbrante! Muita saúde”, disse outro.

Fonte: R7

Prevenções do COVID-19 durante as compras fora de casa

Moedas e cédulas de dinheiro passam de mão em mão pelas ruas e em comércios. Cartões de banco e documentos pessoais também são usados frequentemente por todos. Não se sabe ao certo quanto tempo o vírus que causa a COVID-19 sobrevive em superfícies, mas a orientação central para evitar contaminação é, após usar esses objetos, lavar as mãos com água e sabão ou usar álcool gel 70% e evitar tocar nos olhos, boca ou nariz.

“Não importa se o meio de pagamento é cartão ou dinheiro, o que importa é higienizar as mãos. Como não ficamos o tempo todo com eles nas mãos, ao pegar nessas coisas e em tudo que a gente compartilha, como canetas, higienize as mãos”, explicou a infectologista Eliana Bicudo, da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI).

Mesmo com a recomendação do Ministério da Saúde de manter o isolamento social, algumas pessoas ainda precisam frequentar mercados e farmácias em busca de itens essenciais ou mesmo estabelecimentos de saúde. De acordo com Eliana, quando saímos de casa, o importante é manter um distanciamento de pelo menos 1 metro entre as pessoas. “Pode fazer seu supermercado, suas compras, tocar nos objetos, mas ficar atento para não levar as mãos à boca. Assim que acabar, higienize as mãos dentro do possível, sempre que puder”, ressaltou.

Estudos apontam que os coronavírus (incluindo informações preliminares sobre o que causa a COVID-19) podem persistir nas superfícies por algumas horas ou até vários dias. Isso pode variar, por exemplo, conforme o tipo de superfície, temperatura ou umidade do ambiente.

“O tempo pode variar de material para material. A gente sabe que pode estar até três dias em metal e no plástico, no tecido em menor tempo. Único lugar que se tem certeza que não sobrevive é no cobre. Por isso, quando estiver em lojas, evite colocar a mão nas mesas e nos balcões”, explicou a infectologista.

Na dúvida, higienizar as mãos é a melhor medida preventiva, bem como limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência, como celulares. A transmissão do coronavírus ocorre de pessoa a pessoa por meio de gotículas exaladas pelo doente quando ele fala, tosse ou espirra. Quando a pessoa doente toca em objetos ou aperta a mão de alguém e esta coloca a mão a sua boca, nariz ou olhos, também ocorre a infecção.

A SBI esclarece que ainda não se sabe com certeza o papel da pessoa sem sintomas na cadeia de transmissão e recomenda que não se deve cumprimentar ninguém com as mãos.

Fonte: Agência Brasil

Os casos trazem esperança diante dos balanços cotidianos dramáticos da epidemia do novo coronavírus na França. Entre os 7.132 pacientes com COVID-19 que se curaram e puderam deixar o hospital no país, estão vários idosos que contam com emoção a superação da doença.

O número de casos de cura do coronavírus nos idosos aumentou

Eles pertencem ao grupo de alto risco. Na França, apenas 35% dos pacientes com coronavírus têm mais de 65 anos, mas quase 80% dos 2.606 mortos registrados no país até o dia 29 de março (domingo) têm mais de 75 anos. Por isso, os relatos de idosos que conseguiram se recuperar da COVID-19 são encorajadores.

Os testemunhos de pessoas mais velhas que deixaram os hospitais curadas começaram a crescer na semana passada. Os ex-pacientes estão entre os primeiros infectados no país, em fevereiro, quando a epidemia começou na França.

Georges, de 86, é um deles. Morador de Crépy-en-Valois, no departamento de Oise, um dos primeiros focos do coronavírus no país, ele passou mal em casa na noite de 16 de fevereiro e chamou o SAMU. Ninguém sabia ainda que o vírus se propagava rapidamente na região. O diagnóstico inicial foi de uma bronquite e ele foi hospitalizado em um quarto duplo ao lado de uma outra pessoa, como “um doente qualquer”, conta o idoso ao jornal La Croix.

O quadro se agravou, a contaminação pelo coronavírus foi confirmada e Georges foi isolado. Começou então o “combate” contra a doença. Ele ficou hospitalizado 15 dias em Compiègne e hoje, em casa, diz que “faz parte dos privilegiados que podem viver normalmente”. Mas o idoso detesta que a mídia o trate como um “caso milagroso”: “temos que nos preparar para a doença, mas devemos continuar a pensar que a norma é o doente se curar”, filosofa.

“A Terra inteira está contaminada e eu escapei”

Daniel, de 88 anos, foi o primeiro morador do departamento de Ardennes, no norte da França, a ser diagnosticado com a COVID-19. Ao contrário de Georges, ele vive a cura como um “milagre”. Ele deu entrada no hospital de Charlesville-Mezières em 6 de março, passou 10 dias internado e se considera um “sobrevivente”.

“Quando fui hospitalizado, estava muito fraco, vomitava, não tinha paladar nem apetite e qualquer gesto me cansava”, recorda em entrevista ao Aujourd’hui em France. Hoje, ele quase não tem mais sequelas da grave doença respiratória, apenas perde o fôlego de vez em quando. Daniel tem uma “gratidão enorme” pela equipe que cuidou dele e que o reconfortou nos momentos difíceis, mas também pelos vizinhos do pequeno vilarejo onde mora, que o apoiaram e continuam apoiando. “Ajuda a manter o moral”.

Daniel não consegue mais desgrudar os olhos da TV para acompanhar a progressão da epidemia: “Me arrasa ver todos esses mortos. A Terra inteira está infectada e eu escapei”, compara o ex-doente que espera que a epidemia acabe logo.

Cura de casal emociona o país

A cura de um casal de idosos emocionou particularmente o país. Henri Marchais, de 90 anos, e a mulher, Monique, de 88, ficaram doentes e internados juntos, no mesmo quarto, no hospital Bichat de Paris. Sãos e salvos, eles contaram, sorridentes e descontraídos, mas com a voz embargada, a provação que passaram à reportagem da TV France 2.

Henri ficou doente primeiro, mas demorou para chamar o médico e quase morreu. “Eu nunca fico doente. Quando comecei a ter febre, não liguei. Achei que ia passar”. Mas os sintomas se agravaram, ele começou a ter dificuldades para respirar e quando foi internado, em 8 de março, no serviço de doenças infecciosas do hospital, seu estado era crítico.

A família foi chamada. “Ligaram às duas horas da manhã para avisar que era grave e pudemos ir ao hospital abraçá-lo”, lembra, chorando, a esposa. Por causa da idade, ele não foi sedado nem entubado, teve apenas uma ajuda respiratória, mas não viveu sozinho essa batalha. Poucos dias depois, Monique também foi diagnosticada com o coronavírus e colocada no mesmo quarto. “Quando soube que o resultado era positivo, não senti medo pois me disseram que eu iria ficar ao lado dele”.

Juntos eles venceram a doença e “agradecem a gentileza e a maneira excepcional” com que foram tratados pela equipe médica. Henri e Monique estão em casa há uma semana, mas continuam cumprindo um distanciamento social. Enquanto aguardam para poder abraçar e beijar de novo os 26 netos e bisnetos, o casal, que simboliza esperança para milhares de doentes, aproveita da varanda de casa o sol da primavera que principia na França.

Fonte: FRI

Alimentação saudável durante a quarentena do coronavírus

Com a crise do coronavírus (Covid-19), é preciso fazer ajustes na rotina para não colocar a saúde em risco. E, em quarentena, é provável que os hábitos alimentares mudem.

Ao ficar em casa por muito tempo, a atividade física diminui e a ansiedade aumenta. Isso leva a erros graves na dieta: aumentar a quantidade de lanches não saudáveis ​​e reduzir a queima de calorias.

A seguir, você confere dicas para manter uma alimentação saudável durante a quarentena do coronavírus.

  • Crie um menu
    Reserve um tempo para planejar as suas refeições e evitar consumir a primeira coisa que você vê na geladeira.
  • Evite bebidas açucaradas
    Ao reduzir as atividades físicas, é recomendado evitar o consumo de açúcar. Refrigerante, por exemplo, deve ser cortado da dieta.
  • Coma os alimentos certos
    Vegetais, laticínios e alimentos ricos em fibras impedem a ansiedade entre as refeições. Assim você não abusará nas quantidades.
  • Faça lanches saudáveis
    Em vez de comer lanches com sódio e açúcar, encontre opções saudáveis, ​​como iogurte, nozes e biscoitos de aveia.
  • Encontre uma atividade relaxante
    Este é o momento ideal para buscar uma atividade prazerosa. Isso evitará que você sinta ansiedade e coma mais do que precisa.

Fonte: Metro Jornal

Apesar da idade avançada, Alma Clara Corsini virou notícia no país com recorde de mortes da pandemia do novo coronavírus.

Italiana Alma Clara Corsini, de 95 anos, se cura do coronavírusItaliana Alma Clara Corsini, de 95 anos, se cura da Covid-19

 

A Itália, apesar de ser o país recordista de mortes e casos da Covid-19, com mais de 4 mil mortes – sendo 627 apenas na sexta-feira (20 de março) – virou notícia por um momento de esperança em meio à pandemia do novo coronavírus.

Isso por a italiana Alma Clara Corsini, de 95 anos de idade, ganhou os holofotes por estar curada do novo coronavírus. Moradora de Fanano, na província de Modena (região da Emília-Romanha), ela se tornou a queridinha e orgulho da equipe médica que, desde o dia 5 de março, quando chegou, lutava contra a Covid-19.

Um caso com um final feliz, visto que os idosos estão entre os principais grupos de risco diante da pandemia. Para idosos acima de 80 anos, a taxa de mortalidade aumenta para cerca de 15%.

Em Asola, na região da Lombardia, um homem de 97 anos de idade também está curado do novo coronavírus e recebeu alta nesta semana, segundo as autoridades locais. Com pneumonia causada pelo coronavírus , o idoso, que não teve seu nome revelado, permaneceu por uma semana em estado crítico e sua rápida recuperação surpreendeu familiares e os médicos

COR, disse Alma em entrevista ao jornal Gazzetta Di Modena.

Fonte: Revista Quem

Avisos no elevador anunciam oferta de ajuda com supermercado para os idosos, o grupo com maior risco para a doença.

Recado para idosos no elevador
“Se você tem + 60 anos, posso ir ao mercado p/ vc, sem problemas ou custo”, diz o bilhete no elevador

“Se você tem + 60 anos, posso ir ao mercado p/ vc, sem problemas ou custo. Só me avisar antes p/ eu me programar. Ass. Fernanda, Apt 631.” O recado curto, com as abreviações conhecidas das redes sociais, foi escrito à mão, em letras grandes, em folhas de caderno.

Foi uma estratégia. Fernanda Salvadé sabia que, se recorresse ao computador para digitar um bilhete comum, seu recado seria apenas mais uma mensagem entre cartas e recados de condomínios que ninguém lê. As letras redondas também tinham o propósito de facilitar a leitura para quem tivesse dificuldades para enxergar. Na tarde do último domingo, ela colou as folhas nos elevadores e na entrada do prédio onde mora, na Asa Norte, região central de Brasília.

“Resolvi fazer algo. Moro em um prédio que tem muitos idosos. Como os apartamentos são de um dormitório, muitos deles vivem sozinhos. Então, decidi que tinha que fazer alguma coisa”, diz Salvadé.

Os idosos registram a taxa mais alta de mortalidade causada pelo novo coronavírus. O drama se acentua entre aqueles que já têm problemas de saúde. Dos casos confirmados na China até agora, 15 de cada 100 pacientes com mais de 80 anos não resistiram e morreram. Na faixa daqueles com menos de 50 anos, a letalidade fica em torno de 1% ou menos.

Os cuidados com os mais velhos são os mesmos para os demais:

  • Lavar as mãos frequentemente com sabão e água ou usar álcool em gel;
  • Evitar apertos de mão;
  • Limpar objetos que são tocados com frequência;
  • Evitar o transporte público e ficar longe de reuniões de pessoas.

A convivência com mais jovens, como filhos e netos, também fica muito restrita, porque estes, que tem maior imunidade, podem transmitir o vírus aos idosos. Há também vários registros de casos assintomáticos de crianças e adolescentes.

“A gente não pode ficar só à mercê de uma atuação pública. Tem de pensar em algo que vá além de sua condição pessoal, e no dia a dia. Ver o outro e o que pode fazer para ajudar, algo em prol da coletividade”, diz Fernanda Salvadé, de 36 anos, servidora pública em Brasília.

Além de afixar recados com seu endereço e telefone, ela enviou a mensagem para o grupo de WhatsApp dos moradores de seu prédio. Como é comum em edifício de qualquer cidade, Fernanda não conhece a maior parte das pessoas que moram ali, mas as redes sociais e os encontros constantes da portaria já tinham dado uma ideia do perfil dos vizinhos.

Iniciativas como a de Fernanda Salvadé têm se espalhado por todo o País e inspirado mais pessoas a buscarem formas de apoiar quem precise. Em outro edifício, os moradores Alex e Tiago, do “apartamento 1401”, também afixaram um recado no elevador de onde vivem para oferecer ajuda aos moradores idosos, “tendo em conta a situação complicada que estamos vivendo”. E lembraram que “ninguém é uma ilha”.

Fernanda Salvadé conta que não conhece muitos de seus vizinhos, mas que “pelas fotinhas do perfil deles no grupo do condomínio”, viu que muitos são idosos. “Então, percebi que esse gesto realmente podia ajudar alguém”, diz. Já está ajudando. Ela recebeu mensagens de agradecimento e alguns moradores já disseram que devem pedir ajuda para compras em supermercados e farmácias. Fernanda Salvadé estará ali, para ajudar.

Em São Paulo, instrutora cria modelo de cartaz de ajuda

A instrutora de mindfullness Natasha Bontempi, de 38 anos, decidiu transformar o medo do coronavírus em ação. Foi ela quem criou modelos de cartazes para serem impressos e colocados em áreas públicas dos condomínios, com os nomes de moradores que se disponibilizam para fazer compras aos vizinhos de grupo de risco.

Os layouts podem ser baixados e impressos por qualquer um e foram divulgados em uma página na internet de moradores da Vila Buarque, na região central de São Paulo – o bairro concentra grande número de universitários idosos.

“Tenho refletido muito em como posso ser útil sem entrar no pânico”, diz Natasha. Ela conta que tem pais, idosos, que têm assistência, mas reconhece que outros moradores de mais idade da região vivem sozinhos. “Vejo gente brigando por papel higiênico, discutindo em grupos na internet. Decidi que não vou entrar nessa neurose e fazer algo positivo.”

Fonte: O Tempo

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