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13 maio

Você faz ideia do poder do sorriso? E como sorrir diante de tanta coisa ruim acontecendo ultimamente? Doença, morte, fome, abandono… como sorrir?

Pois é justamente no momento de maior dificuldade e luta que ele se torna ainda mais necessário e transformador. Como disse o ator Paulo Gustavo, uma das grandes perdas que o Brasil teve esse ano: rir é um ato de resistência.

Um sorriso pode mudar o dia que começa cinza para alguém, pode confortar um amigo em uma situação difícil, tranquilizar uma mãe diante de um problema, acalmar o coração de um filho e até amenizar uma dor. Tudo fica mais leve.

O valor de um sorriso

O sorriso é uma das armas mais poderosas que o ser humano possui.

E se ainda achar difícil distribuir sorrisos por aí, comece por observar como é o seu sorriso.

Todas as manhãs, posicione-se na frente do espelho, sorria e observe. Se ainda considerar difícil, experimente fazer uma careta feia ou cara de triste e sinta a diferença.

Depois de avaliar e sentir como sorrir é bom, experimente na prática presentear alguém na rua com um belo sorriso.
Quando menos esperar, alguém vai sorrir pra você no vai e vem da rotina e então perceberá o verdadeiro poder desse gesto tão simples.

E mesmo em tempo de máscaras, ele não estará escondido, pois se fará presente no olhar.

Sorria, você está sendo transformado!

Maíla C. D’addìo | Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

04 maio

Primeiro que o amor de mãe é um sentimento que não dá nem para imaginar o tamanho, simplesmente ele não tem fim. Seja mãe de barriga ou de vida, não importa.

Mãe é aquele SER ENORME que poderia viver pra sempre, essa é a verdade.

Acontece que a natureza tem seu ciclo, o envelhecimento é inevitável e ele só acaba quando morre. É por isso que todos os momentos devem ser sabiamente aproveitados!

Amor de mãe

Se você que está lendo esse artigo ainda pode desfrutar da companhia da sua mãe, considere-se uma pessoa de sorte. E, se julgar necessário, avalie suas atitudes com relação a esse ser maravilhoso. Não somente no dia das mães.

O tempo passa rápido e muitas vezes a correria toma conta da rotina. Quando se vê já passou o dia, um ano, dez anos…

Faça sempre mais pela sua mãe!

• Ligue quantas vezes for preciso, ela não cansa nunca de ouvir a sua voz. Só não deixe de ligar.
• Apareça quando quiser, ela não cansa nunca de ver você. Só não deixe de aparecer.
• Proponha a ela conforto e qualidade de vida, ela gosta sempre de receber o seu cuidado e carinho. Só não deixe de cuidar.

Todo dia é dia das Mães, viva como se fosse o último. Ela vai gostar sempre de comemorar com você. Só não deixe pra depois.

Proponha uma Feliz Mãe todos os dias!

Maíla C. D’addìo | Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

27 abr

Além de ter sido – aliás, ainda ser – um momento esquisito, cheio de muitas surpresas negativas, foi também libertador, pois com certeza as pessoas aprenderam a olhar as situações de maneira diferente, por outro prisma, durante a quarentena.

Ensinamentos durante a quarentena

Alguns exemplos de ensinamentos durante a quarentena…

Novo olhar sobre o dinheiro – Ele ficou curto para quase todo mundo, de maneira geral. A renda diminuiu e todas as contas aumentaram. Mas, foi possível perceber que ele não compra tudo, não compra o mais importante, a saúde.

Novo olhar sobre a solidão – O doloroso isolamento trouxe uma nova experiência sobre se conhecer melhor. Estar, viver e conviver consigo mesmo. Ensinou inclusive que isolamento de verdade é estar em uma cama de hospital.

Novo olhar sobre o abraço – Era algo do cotidiano, vinha acompanhado de um oi, tchau e de repente foi removido do dia a dia. Ficou proibido e até perigoso. Hoje significa muito mais que saudade. Vale mais que ouro e tem até poder de cura.

Novo olhar sobre a gratidão – As pessoas passaram a agradecer pelas coisas e momentos mais simples, que antes passavam despercebidos. O por do sol nunca recebeu tantas homenagens nas redes sociais.

A pandemia trouxe e ainda traz muitos outros ensinamentos que fazem o ser humano saber menos que amanhã e mais do que ontem.

Leia mais: Você adotou alguma mania na pandemia?

Maíla C. D’addìo | Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

22 abr

Já parou para pensar sobre o estranho comportamento entre o ser humano e a internet, mais precisamente as mídias sociais? E o mais curioso é que esse comportamento está alcançando também as pessoas mais maduras, não são apenas os jovens.

Em um restaurante, por exemplo, tem gente que gasta mais tempo tirando foto do prato do que de fato degustando ele. Quando vai comer, já está frio e ainda é capaz de sair reclamando do lugar nas redes sociais por isso. Vai entender!

Online na internet e na vida

Outra situação bem comum são amigos que trocam mensagens na internet dizendo estar cheios de saudade, mas quando de fato se encontram, tiram as famosas selfies e passam o encontro todo analisando as curtidas e comentários. Depois, repostam aquela foto com a frase “que saudade de vocês”.

Você com certeza já se pegou em uma dessas situações, não é? Quem nunca?!

É interessante fazer uma reflexão sobre estar mais online para a vida, para os momentos, para o fisicamente junto. A tecnologia aproxima quando longe, mas não deve afastar quando perto.

A pandemia mostrou e ainda mostra o quanto é difícil estar longe das pessoas, então, vale a pena deixar de lado o celular e gravar na memória e coração o que se leva da vida.

E quando tudo passar, quem pegar no celular, paga a conta!

Leia mais: Uma outra maneira de abraçar

Maíla C. D’addìo | Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

13 abr

Sempre se ouve a seguinte reflexão: “como gostaria de voltar nos meus 20 e poucos anos”. Você faria muita coisa diferente? Aproveitaria mais os seus pais, seus avós, as amizades, perdoaria mais, se respeitaria mais e etc.?

Lamento dizer, mas essa é uma consciência que só vem com o tempo. Bom seria voltar nos 20 e poucos anos com a mentalidade de hoje, com o conhecimento e entendimento que se tem no presente a partir do que se aprendeu.

Como o passado não te pertence mais, o jeito é cuidar para que esse tipo de sensação não se repita lá no futuro. E mesmo com toda a sabedoria adquirida até aqui, cada dia, cada situação que a vida traz ainda é um desafio e tanto.

O próprio momento que o ser humano atravessa de pandemia e isolamento é um exercício que traz um enorme aprendizado. Tem muita gente se transformando e se reinventando neste momento. Aprendendo a valorizar as coisas simples, as pequenas atitudes que passavam despercebidas até pouco tempo atrás e não só lá nos 20 e poucos anos.

O que você aprendeu

É sempre tempo de aprender, ser novo, experimentar, crescer e melhorar.

E então, o que você aprendeu até aqui?

Faça essa reflexão e sinta o seu crescimento, o quanto ainda pode ser melhor, e lá na frente lembrar desse tempo com orgulho de ter feito a coisa certa.

Leia mais: Você sabe dizer sim ou não?

Maíla C. D’addìo | Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

08 abr

Infelizmente o vírus ainda não foi vencido, não foi embora, ainda está entre nós, fazendo o seu estrago. Nova onda, hospitais cheios, parte do comércio fechado, dinheiro que falta…

Enquanto não chega a tão esperada notícia de que está tudo bem, é preciso buscar alternativas para se adaptar a essa realidade que não é tão nova assim, afinal, já se passou um ano, mas é nítido que ainda há muito a aprender. E mesmo praticando o isolamento social, abraçar se faz necessário!

Como assim?

Nova forma de abraçar

Conheça novas formas de abraçar!

Abraçar causas para que as dificuldades se tornem mais leves:
Abraço em forma de oração: mandar boas energias a alguém pode ser tão acolhedor e verdadeiro quanto um forte abraço;
Abraço em forma de doação: separe roupas que não usa mais e que estejam em bom estado, alimentos que possa compartilhar e encaminhe às entidades encarregadas de fazer a distribuição;
Abraço em forma de conversa: mande um oi, faça uma ligação, fale com as pessoas sempre que possível. Isso ajuda a diminuir a solidão;
Abraço em forma de cuidado: use corretamente a máscara, higienize as mãos com frequência. Faça sua parte e auxilie os outros a fazerem também.

Atitudes simples que são tão valiosas quanto um abraço.

Experimente.

Leia mais: Você pratica a empatia?

Maíla C. D’addìo | Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

Sim, as pessoas estão bem cansadas de ouvir a frase “fique em casa”, mas vamos pensar nas pessoas que estão nos hospitais e nas UTIs. Elas sim enfrentam um terrível isolamento, longe da família e com certeza fariam tudo para que pudessem estar no conforto de suas casas.

Fato é que se multiplicássemos por 10 o tédio, a chateação e angústia que sentimos por ficar em casa, ainda assim não chegaria perto da verdadeira dificuldade, tristeza e medo que é estar em uma cama de hospital.

Então, devemos a partir desta reflexão, buscar transformar o nosso lar em positividade e motivação.

Isolamento na pandemia

Como promover transformação no dia a dia no isolamento

Transforme seu lar em festa: ouça música, toque um instrumento, cante, dance;
Transforme seu lar em um templo: leia livros edificantes, Ore, peça, agradeça;
Transforme seu lar em escola: estude, ensine, aprenda algo novo;
Transforme seu lar em uma loja: limpe, organize, mude coisas de lugar, decore, venda algo, doe, compre;
Transforme seu lar em um restaurante: cozinhe, deguste, experimente, crie receitas, tempere, cultive uma horta;

Enfim, transforme seu lar em um gigante coração, um ninho de bem estar de amor e de paz.

Assim, quando tudo passar, também estaremos transformados.

Ficar em casa pode sim ser um grande aprendizado.

Leia mais: Você adotou alguma mania na pandemia?

Maíla C. D’addìo | Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

Em 2020, quando a quarentena começou, muita gente sentiu solidão e tédio por estar em isolamento em casa, longe de amigos e familiares, e então optou por adotar bichinhos de estimação como companhia. Essa até podia ser uma vontade antiga, que antes não cabia na rotina, e essa situação forçada acabou sendo um empurrãozinho.

Acontece que, depois de um tempo, alguns setores começaram a voltar ao “normal”, se é que podemos chamar assim, e a questão é que, nesse momento, muitas pessoas se deram conta de que não tinham o tempo adequado para se dedicar a aquele novo integrante da casa. E aí? E aí que começou uma onda enorme de abandono.

Bichinhos durante a pandemia

E agora? Novamente enfrentamos um isolamento severo, novamente pessoas recolhidas em suas casas, de encontro com a solidão e tédio. Será que vão ter consciência de que os bichinhos não são descartáveis dessa vez?

Logo mais, as portas vão voltar a abrir. Como ficarão os seres vivos que foram escolhidos para suprir um vazio? Ficarão eles no vazio? Pois sim, continuarão vivos, com fome, sede e dependência de afeto.

Por isso, pense sempre antes de adotar um bichinho de estimação. Seja em pandemia, ou mesmo para presentear alguém.

Consulte sempre seu bolso, seu tempo e sua disposição.

Leia mais: Você sabe dizer sim ou não?

Maíla C. D’addìo | Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

15 mar

Empatia. Uma das palavras que mais foram faladas, postadas, acessadas e praticadas nesse momento difícil em que o mundo ainda atravessa. Você sabe o que significa?

Empatia é se colocar no lugar do outro, pensar sobre algumas situações como se elas acontecessem na sua vida. É olhar com o olhar do outro e ter uma melhor compreensão sobre a dor da outra pessoa.

Empatia: você pratica?

Seja ela consciente ou não, o importante é que ela aconteça!

Alguns exemplos básicos de empatia…

– Ficar em casa: optar por não sair neste momento significa ter empatia com as pessoas que de fato não têm escolha, os profissionais da saúde, por exemplo;
– Usar a máscara corretamente: além de proteger a sua saúde, protege os demais. Principalmente se você for uma das pessoas assintomáticas da Covid-19;
– Julgar menos: ao se colocar como protagonista ou parte de uma história, fica mais fácil minimizar o julgamento, e assim quem sabe até encontrar uma boa solução;
– E se fosse com você: por fim, o que você gostaria que fizessem por você é o que deve ser feito ao outro.

Viu só como ela está tão presente no dia a dia ultimamente?

Então, pratique, acredite e ajude a disseminar essa atitude tão simples e tão poderosa. Mais do que nunca, o mundo precisa de boas ações.

Pratique a empatia!

Leia mais: Com calma, esperança e fé!

Maíla C. D’addìo | Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

09 mar

O tempo passa e o desconhecido insiste em permanecer por perto. Neste mês de março completa um ano do decreto da quarentena e isolamento social devido à pandemia de Covid-19.

As pessoas precisaram mudar seus hábitos a força, afastar-se fisicamente dos familiares e amigos e da rotina do dia a dia. Uma fase difícil que ainda não passou, apesar de tantos “vai passar”.

Fato é que algumas novas posturas devem ficar para sempre, como, por exemplo, deixar os sapatos para fora de casa, higienizar as compras antes de guardar, levar a tira colo o potinho de álcool em gel e até a máscara, tão odiada inicialmente, deve fazer parte da rotina de pessoas com mais sensibilidade ou até mesmo em locais de grande aglomeração.

Pandemia

Como tudo tem dois lados, pode-se pensar em boas manias para se adotar durante a pandemia e levar pra vida, como:

– Exercitar a paciência: buscar o equilíbrio ao atravessar um momento onde a solução não depende somente de você;
– Valorizar os momentos simples: curtir mais o presente de fato. Parar de pensar na segunda enquanto ainda se está no sábado;
– Estar mais perto das pessoas importantes: visite e esteja com seus pais, filhos e avós enquanto é tempo;
– Dizer sempre o que sente: fale sobre o que não gosta, diga o quanto ama e sente falta antes que seja tarde;
– Aproveitar as oportunidades: preste atenção aos sinais. Não desperdice as chances que chegam até você. Não se sabe sobre o amanhã.

E aí, o que você vai levar pra sempre?

Leia mais: Qual o valor do tempo?

Maíla C. D’addìo | Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

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