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Blog

09 dez

Nossa Casa

por nossacasa

Bazar

Como sempre, o Bazar Beneficente da Nossa Casa foi de arrasar.

Muita alegria, muita animação, muita coisa legal!

No artesanato, as lindas e famosas peças produzidas pelas nossas hóspedes nas aulas de artes.  

 

Muitos amigos e familiares estavam presentes, tanto na unidade Moema quanto na Vila Mariana, e já garantiram seus presentes de Natal.

Dessa vez, a entidade assistida foi a Associação Cruz Verde (Referência em Paralisia Cerebral). 

Recebemos bastante doações como fraldas infantis, pasta de dente, escovas de dente e outros utensílios de higiene pessoal. Ajude você também. 

É muito bom poder somar alegria, boa ação e amor ao próximo.

Agora é reta final de 2019.

Boas festas! 

25 nov

Nossa Casa

por nossacasa

Nova Ala

A Nossa Casa está crescendo!

No dia 07 de Novembro a Nossa Casa – unidade Moema inaugurou a nova ala.

Com muito bom gosto a nova ala é composta por 13 suítes individuais e duplas. 

Cada suíte leva a foto de uma estrela de cinema na porta. Um verdadeiro charme.

Foi uma linda comemoração junto às hóspedes, familiares e amigos além da presença pra lá de especial do querido Ronnie Von.

Ele falou com todas as nossas meninas e fez questão de cortar o laço vermelho.

Foi realmente incrível!

Não temos dúvida que será mais um lugar cheio de amor e alegria.

Passa aqui para conhecer!

Ary Fontoura

Após o término de “A Dona do Pedaço” (Rede Globo), Ary Fontoura, que vivia o advogado Antero na novela, tirou uns dias de férias e viajou para Nova York, nos Estados Unidos.

O ator, que tem 86 anos, está dividindo os momentos com seus seguidores nas redes sociais e provou que idade é só um número ao bancar o “blogueirinho” no Instagram.

Ary Fontoura

Enquanto muitas pessoas enxergam a idade como um empecilho, Ary Fontoura está provando que ela só representa um número em sua vida.

Em Nova York, o ator está aproveitando o cenário natalino que já se espalhou pela cidade e os pontos turísticos para fazer fotos e vídeos.

E o mais legal é a maneira como ele está dividindo esses momentos com seus seguidores. Em um vídeo que publicou, Ary escreveu na legenda: “Primeiro registro aqui em New York”.

Nele, o ator mostrou um pouco da decoração de Natal da Times Square, um dos pontos turísticos e comerciais mais famosos de Nova York, e recomendou que os fãs conheçam a cidade.

“Aqui em Times Square, mandando um beijo para todo mundo. Desejo que todos vocês, aqueles que nunca estiveram aqui, venham um dia e os que já estiveram, voltem. Abração!”

Já em outro registro, Ary apareceu usando uma jaqueta, um gorro e óculos de sol e perguntou: “Gostaram do estilo?”

Na mesma imagem, o ator usou a #goovibes, que em português significa “boas vibrações” e, geralmente, é usada na linguagem de pessoas mais jovens na internet, mas ele mostrou que está por dentro das hashtags e do linguajar moderninho.

Mesmo com 86 anos, o ator continua com a motivação lá em cima.

Referência: Vix.

 

Mente

Acontece com muita frequência em nosso dia a dia, encontrarmos pessoas que se mantêm firmes em seus modelos de pensamento. Amigos próximos inclusive, relutantes para realizarem mudanças, para se arriscarem a escutar, inclusive, opiniões diferentes da voz própria, por acreditarem que tudo o que se distancia dos seus padrões de percepção é errado.

A nossa sociedade hospeda uma grande quantidade de mentes quadradas, que colocaram um “tapa-olho” em seu cérebro, negando a abertura mental e usando o conhecido como escudo. São mentes inflexíveis que sobrevivem à rotina e se negam a se abrir para novas opções.

Temos certeza de que você também conhece pessoas com esse perfil de pensamento e de personalidade. O difícil é quando são familiares, amigos, colegas de trabalho com quem temos que nos relacionar a cada dia. É complicado sermos conscientes da grande quantidade de muros que existem neles.

Não obstante, é preciso ter obviamente uma clara percepção e postura para que não se deixe se influenciar, não se contagiando com o vírus da inflexibilidade, da rotina que se nega às mudanças por medo de desestabilizar-se. Uma mente aberta é uma arma poderosa que devemos saber desenvolver.

Estratégias para manter uma mente aberta

Há algo que vale a pena levar em consideração. É possível que você mesmo seja o exemplo de uma pessoa que saiba manter a abertura mental, que tenha se distanciado desse molde que esculpe esses cérebros geométricos voltados para seus próprios interesses, tomados pelo medo de mudanças.

Entretanto, de certa forma, todos nós temos uma ou outra parte que não se curvou completamente para tal abertura. Todos nós temos algum “pequeno” medo e dispomos de uma reduzida “zona de conforto” da qual é muito difícil de sair. Você é capaz, por exemplo, de aceitar opiniões diferentes da sua? Você acha que os seus princípios, as suas opiniões e crenças são sempre as verdadeiras?

Para se aprofundar um pouco mais nesses aspectos, convido-te para que leve em consideração todas essas dimensões que nos ajudam a manter uma mente aberta.

  1. Questione o que o rodeia

Não se trata de duvidar de tudo o que vemos ou fazemos. Trata-se de não dar as coisas sempre como certas, aceitando que “tudo é como deve ser”. É muito possível, por exemplo, que no seu trabalho existam muitos aspectos que devam ser melhorados e mais: pode ser que até você mesmo possa potencializar as suas habilidades para crescer profissionalmente.

É possível, inclusive, que essa pessoa que tanto admira nem sempre tem razão, e que muitas das coisas que você lê todos os dias tenham outros matizes a serem consideradas. Seja um pouco mais crítico em relação a tudo o que o rodeia.

  1. Aceite o desconhecido, admita o inesperado

O medo é o maior arquiteto de barreiras que você poderá encontrar na sua vida. É ele quem nos impede de descobrir novas opções, novos caminhos que poderiam levar até uma satisfação pessoal mais elevada. Por que não aceitar tudo aquilo que chega sem avisar? Por que não dar uma oportunidade ao imprevisto?

Poucas coisas envelhecem tanto quanto o medo e a covardia. As portas que fechamos por medo do imprevisto são espelhos no qual amanhã deixaremos os nossos lamentos e arrependimentos.

  1. Obtenha inspiração de tudo que o rodeia, até dos seus inimigos

Acredite ou não, as pessoas podem obter uma grande aprendizagem até daquilo que nos causa dano. Uma mente aberta é a que escuta todas as opiniões e a que não vira o rosto para fugir.

Pode ser que tenha na sua frente alguém acostumado a reclamar para os outros, a enganar e a submeter, porém, conhecendo também esses padrões de comportamento, aprendemos mais com eles para saber o que NÃO queremos ser, para compreender do que temos que nos distanciar e o que é o que queremos para nós mesmos.

Tente tirar sempre algo bom de toda situação que experimentar a cada dia. Uma mente aberta não joga a âncora só nas coisas negativas, na chuva de hoje, no erro cometido ou nesse “não” que tivemos como resposta.

A vida não para nos fracassos e nas perdas se nos permitirmos à honra de reconhecer os erros para aprender com eles. Estaremos colocando em prática as engrenagens para a mudança, para a melhora. É questão de ser um pouco mais flexível e de modificar as nossas perspectivas para o positivismo e para a superação.

A vida é uma inspiração contínua que exige olhos abertos. Veja o seu exterior e conforte o seu interior. É dessa forma que alcançará um verdadeiro conhecimento das coisas. Não tenha medo de errar e, simplesmente, atreva-se a viver com uma mente aberta.

Referência: LinkedIn.

Idosos

O clima de romance tomou conta do Lar Padre Euclides no mês de Novembro em Ribeirão Preto (SP). A noiva, Dirce de Moraes Lima, de 90 anos, disse sim ao pedido de casamento do aposentado João de Carvalho, de 75 anos. Há quatro meses, os dois começaram a namorar no asilo e deram ao coração a chance de escrever uma nova história de amor.

“Ela é minha companheira e peço a Deus que nos abençoe para que dê tudo certo. Sejamos felizes para sempre até que Deus permita”, diz o noivo.

“Ele é beijoqueiro. É o maior beijoqueiro que existe”, revela a noiva, aos risos.

Começo de namoro

Uma roupa rasgada foi o pretexto para o começo do namoro. Dirce é costureira de mão cheia, e desde quando chegou à instituição, em fevereiro deste ano, faz reparos para os amigos.

João precisou das habilidades dela e pediu que arrumasse uma blusa cheia de furos. Simpática, de imediato, a aposentada costurou e deixou a peça quase como nova.

No dia seguinte, João não pensou duas vezes e levou a bermuda para a idosa trocar o elástico. De favor em favor, a relação foi se estreitando. Os dois afirmam que o romance aconteceu naturalmente.

“Não houve pedido de namoro, simplesmente começamos a nos aproximar, com abraços e muitos beijos. A amizade virou paixão e depois, amor”, afirma João.

Vidas distintas

Antes da chegada ao Lar Padre Euclides, o casal percorreu caminhos diferentes. Mãe de duas filhas, Dirce só completou o quarto ano da escola. Casou-se cedo, aos 17 anos, em Jacareí (SP), mas ficou viúva do primeiro marido. Apaixonou-se por um advogado, se uniu a ele, mas o segundo companheiro morreu em um acidente de carro.

“Depois que fiquei viúva, comecei a trabalhar de domingo a domingo, para sustentar as minhas filhas. Eu tentei fazer o meu melhor para a minha família”, diz Dirce.

No entanto, após enfrentar problemas com as filhas, resolveu que era hora de ter o próprio canto e decidiu ir morar em uma casa de repouso. “Eu estava muito cansada e achei que deveria ter a minha própria segurança e liberdade”, afirma.

Já João foi casado por 30 anos com a mãe de seus três filhos, mas a relação chegou ao fim há 20 anos, quando eles se divorciaram.

Após a separação, ele chegou a morar com os pais, mas eles faleceram. A vida mudou e ele escolheu residir em uma instituição de acolhimento para idosos. Viveu durante um mês em uma entidade privada, mas não estava satisfeito.

“Aqui no Lar é diferente, pois eu nunca tinha morado em um ambiente assim. Eu posso sair a qualquer hora. Gosto de fazer as minhas próprias obrigações e adoro dormir tranquilo”, diz.

Os preparativos

Entre idas e vindas, os dois se encontraram. Quando começaram a namorar, fizeram questão de comunicar a direção do Lar e manifestaram a intenção de viver juntos, dividindo o mesmo quarto.

Com a notícia do romance, a assistente social da instituição, Beatriz Maria França, se reuniu com outros funcionários para providenciar os preparativos para o casamento.

A equipe organizou roupas, acessórios, decoração, o cardápio, a música e os convidados da festa. “Muitas pessoas foram solidárias e nos ajudaram com as doações. Os noivos ganharam até cama e colchão de casal. Fizemos tudo com amor e carinho para este casal apaixonado”, afirma.

O casamento

A cerimônia ecumênica foi realizada no galpão de confraternização do Lar. O local ganhou arranjos de flores, mesas e cadeiras especiais para o momento. “Nos conhecemos, moramos e vivemos aqui. Construímos amizades neste lugar e, por isso, resolvemos celebrar com quem nos ama e está sempre ao nosso lado”, afirma Dirce.

Quatro casais apadrinharam o casal – a maioria é formada por funcionários da instituição. Beatriz também foi uma das escolhidas.

“Eu sou como uma filha para a dona Dirce. É um carinho recíproco. Com este casamento, temos a certeza de que o amor não tem idade e que todos merecem ser amados e respeitados.”

O carinho dos funcionários pode ser visto até mesmo nos bonequinhos que enfeitaram o bolo de casamento, imitando os fios de cabelos brancos dos noivos.

Elegante, Dirce usou vestido de cetim e renda cor-de-rosa, sem véu, como faz questão de frisar. João usou terno com a gravata na cor do traje da noiva.

O aposentado é só carinho com a amada. Entre beijos e abraços, enaltece o jeito cuidadoso que Dirce tem com ele. “Ela é muito caprichosa, carinhosa. Às vezes, dá mais atenção para mim do que para ela mesma.”

Evangélica, a idosa acredita que Deus colocou o aposentado na vida dela como um presente. “Eu me apaixonei pelo João pela devoção que ele tem. Nós tivemos um empurrão divino.”

A troca de alianças emocionou os convidados. “Isso é muito bom para o casal. Nós vemos a importância do amor. Todo mundo pensa que é idoso, não pode ter namorado. Mas eles merecem ter um amor, sim”, diz Beatriz.

Referência: G1.

Gato

Você já tem um gato em sua vida? Se não, precisa saber o que está perdendo! Além de serem companheiros carinhosos, simpáticos e trazerem muitas boas energias para o seu lar, os gatos também podem prolongar a vida de seus donos!

A Fundação Iseni e o Centro Cuore Malpensa realizaram uma campanha para que seus pacientes cardiopatas adotassem um cão, para que experimentassem a melhora de vida que um animal pode trazer aos seus donos, e se surpreenderam ao descobrir que a presença de um gato em casa também promove os mesmos benefícios aos donos e algumas coisas a mais.

Os gatos fornecem um grande reforço nas vidas dos donos especialmente quando que se trata de transtornos de estresse, depressão e também de ansiedade.

Andrea Macchi, professora e diretora do Centro do Coração e dos Istituti di Ricovero e Cura Gruppo Iseni Sanità di Lonate Pozzolo, diz o seguinte sobre a relação entre gato e dono:

“O contato com pelo de gato produz oxitocina, o hormônio felicidade. Ao contrário do cão, a dificuldade do gato para confiar e contar com o ser humano estimula nesse último o autocontrole e um esforço mais prolongado para se relacionar com o filhote.

O contato com o pelo do gato também é agradável e relaxante, tem um efeito positivo sobre a pressão sanguínea e sobre os batimentos cardíacos. Ronronar é uma resposta imediata da atenção dada ao animal e relaxam naturalmente também o paciente, que tem enormes benefícios a nível cardiovascular, prolongando e melhorando a vida humana.”

A iniciativa de adoção de gatos foi feita de maneira semelhante à adoção de cães: os grupos realizaram parcerias com abrigos locais e incentivaram seus pacientes cardiopatas a adotarem um gato, e aqueles que o fizeram também foram agraciados com uma nova amizade e uma melhora na qualidade de vida.

A adoção é importante em dois aspectos: “primeiro, é claro, prolonga a vida do doente e depois, dá uma casa para gatos abandonados, que terão agora uma família”, diz Andrea Macchi, que, para dar o exemplo aos seus pacientes, logo adotou um gatinho.

Essa é uma grande notícia! É muito saber que além de muito amor, os gatos também podem nos oferecer uma grande melhora na saúde!

Mas é claro que não são necessárias doenças cardiovasculares para adotar um gato. Com alguma condição ou não, você com certeza será uma pessoa mais feliz quanto tiver um gatinho para chamar de seu.

Então, está esperando o que para adotar o seu?

Fonte: O Segredo

Dançar

Pesquisadores alemães acreditam que, por terem feito o estudo com um número considerado pequeno de pessoas, será preciso novos estudos para comprovar o que constataram ao trabalhar com dois grupos de voluntários: quem faz dança leva vantagem sobre quem faz apenas exercícios. Segundo os pesquisadores, depois de um ano e meio de atividades, “os integrantes do grupo que se dedicou às aulas de dança tiveram resultados bem melhores em testes de equilíbrio do que antes de começarem o experimento. Já os que só fizeram os exercícios não obtiveram melhorias neste quesito.” Ou seja, a dança se mostrou mais eficaz como instrumento para ajudar pessoas que passaram dos 60 anos a viver melhor.

Leia mais sobre o estudo neste artigo de O Globo:

Dançar, além de divertido, pode trazer mais benefícios para a saúde do cérebro de idosos do que exercícios básicos. Pelo menos é o que indica estudo que comparou os efeitos de dois programas de atividades físicas em uma pequena amostra de homens e mulheres saudáveis com idade média de 68 anos recrutada na área da cidade de Magdeburg, na Alemanha, e publicado recentemente no periódico científico de acesso aberto “Frontiers in Human Neuroscience”.

No experimento, os voluntários foram divididos em dois grupos: um se submeteu a um treinamento de resistência com exercícios aeróbicos, como pedalar em bicicletas ergométricas e a chamada caminhada nórdica, que une o uso de batões semelhantes ao de esqui; enquanto o outro se dedicou a aulas de dança demandantes tanto do ponto de vista físico quanto mental, tendo que frequentemente aprender novas coreografias em ritmos como mambo, jazz e danças folclóricas. Ambas práticas tinham duração de 90 minutos, a princípio duas vezes por semana e depois semanalmente.

Segundo os pesquisadores, ao fim dos dois programas, após 18 meses de atividades, os integrantes do grupo que se dedicou às aulas de dança tiveram resultados bem melhores em testes de equilíbrio do que os que alcançaram antes de começarem o experimento. Já os que só fizeram os exercícios não obtiveram melhorias neste quesito. Mais importante, no entanto, foram as diferenças dos efeitos dos dois programas no hipocampo, região do cérebro ligada à memória e navegação espacial, entre outras funções.

Embora os dois grupos tenham apresentado aumento no volume geral do hipocampo – que “encolhe” com a idade a uma taxa de 2% a 3% por década que se acelera para 1% anual a partir dos 70 anos, e é uma das áreas atingidas por doenças neurodegenerativas como o mal de Alzheimer e outras demências -, só o que fez as aulas de dança teve ganhos aparentes numa subárea chamada giro denteado, fundamental para os processos de formação de memória e reconhecimento espacial.

O estudo, no entanto, tem limitações, admitem os próprios pesquisadores. Para começar, a amostra final foi pequena, com apenas 14 integrantes do grupo dos “dançarinos” e 12 dos “esportistas” tendo completado seus programas de atividades um ano e meio e feito os exames e testes necessários para as análises. A alta taxa de desistência – eram 52 os originalmente inscritos, 26 em cada grupo – também obrigou os pesquisadores a diminuírem a frequência das atividades de duas para uma vez por semana aos seis meses do experimento, então não é possível dizer se os benefícios seriam mais ou menos diferentes se a carga inicial tivesse sido mantida.

Outro problema é que ainda não é possível verificar em humanos se as atividades físicas regulares promoveram a chamada neurogênese – produção de novos neurônios – no hipocampo, como já foi observado em modelos com animais, nem a validade da segmentação desta região do cérebro nas subáreas usada na pesquisa. Mesmo assim, Kathrin aconselha a todos que quiserem se manter ativos e saudáveis tanto física quanto mentalmente a se levantarem e dançarem ao ritmo que mais gostarem:

– Acredito que todos gostariam de viver uma vida independente e saudável mais longa possível. A atividade física é uma prática que pode contribuir para isso ao combater diversos fatores de risco e frear o declínio da idade. E acho que a dança é uma ferramenta poderosa para apresentar novos desafios para o corpo e a mente, especialmente numa idade avançada.

Fonte: 50 e Mais

Bom Humor

Em tempos de competitividade exacerbada em todos os setores possíveis, de status social sobrepujando as interações afetivas, de valores éticos atropelados pelo sucesso a qualquer preço, de violência e de tristeza generalizada, o bom humor virou artigo de luxo. Muitos de nós sorrimos apenas para cumprir formalidades, de tantas atribuições que nos consomem diariamente.

Por isso mesmo, é preciso manter algo de bom dentro de si, rir do que é engraçado, brincar com o que é permitido, gargalhar de si mesmo, inclusive. Não se trata de rir feito bobo, de tudo, indiscriminadamente, ou rir de nervoso, mas sim de realmente ter prazer e ânimo frente ao que é bom, engraçado, divertido. Conseguir achar graça no que carrega humor é uma das melhores coisas que existem.

Infelizmente, muita gente confunde bom humor com imaturidade, como se precisássemos ser sérios e sisudos para parecermos adultos maduros e respeitados.

Tem gente que não se permite rir num ambiente de trabalho, em lugares estranhos, ou perto de desconhecidos. São pessoas que atrelam a maturidade e a responsabilidade tão somente ao silêncio e a expressões faciais em que não há esboço de sorriso algum. Mal sabem que dá para ser maduro, comprometido, responsável e bem humorado.

Sim, o bom humor pode ser acompanhado de seriedade, responsabilidade, comprometimento, maturidade, simplesmente porque quem sorri transmite mais cordialidade e sentimentos, e isso denota confiabilidade. Tendemos a confiar em quem tem bom humor, porque nossa alma precisa de respiro, de descanso, de ternura, e o ato de rir contém tudo isso. O bom humor, inclusive, denota sabedoria, pois humor inteligente não é para qualquer um.

Em vista disso, o bom humor acaba se tornando bem mais atraente do que a beleza física, principalmente por ser uma característica das pessoas inteligentes e, fato inconteste, a inteligência é afrodisíaca, é sexy.

O bom humor acompanhará a pessoa pelo resto da vida, enquanto a beleza física quase sempre terá fim. No mais, de nada adiantam músculos em quem vive com a cara amarrada.

Fonte: O Segredo.

Games

Tereza Brocardo, que já criou dois jogos e quer fazer outro para presentear netos, diz que trabalho estimula raciocínio e memória; ela participa de palestra hoje no BIG Festival, em SP

A aposentada Tereza Brocardo, de 77 anos, é desenvolvedora de games amadora. O desafio, segundo ela, têm ajudado a melhorar o raciocínio e a memória.

Tereza deve participar neste sábado de um painel sobre inclusão social por meio de jogos destinado a pessoas com mais de 60 anos, no BIG Festival, o maior evento de games independentes da América Latina, que ocorre em São Paulo até amanhã.

Dona Tereza frequenta, na capital paulista, cursos para idosos que têm interesse em desenvolver games e vê nesse aprendizado um caminho para se manter atualizada.

— Temos que entender a lógica da programação e isso estimula os neurônios — diz ela, que é aluna do curso para desenvolvedores na Isgame (International School of Game). — Eu comecei mexendo no computador, fiz cursinho básico e, quando tive a oportunidade de participar do programa, me encantei. Já desenvolvi dois jogos. Hoje, estou jogando mais em vez de criar, mas quero desenvolver mais um para dar de presente para os meus netos no Natal — contou.

Fábio Ota, presidente da Isgame, explica que a escola ensina idosos a desenvolver games por meio do projeto Cérebro Ativo.

Fundada em 2014, a startup brasileira entrou no programa de aceleração Estação Hack, do Facebook, e Artemisia, um projeto para empreendedores que querem gerar mudanças positivas na sociedade.

— Trabalhamos com a parte cognitiva dos idosos para melhorar memória, concentração e qualidade de vida — diz Ota.

Ele afirma que a escola tem mais de 200 alunos acima de 50 anos, que são orientados por desenvolvedores, neuropsicólogos e fisioterapeutas.

Nas aulas, sempre presenciais, eles aprendem o conceito dos games, a metodologia e o desenvolvimento.

— Ensinamos a criação de personagens e cenários, além da lógica da programação. Eles jogam, desenvolvem, mas a ideia também é que saiam de casa para poder interagir. Eles também se sentem mais confiantes, porque entendem que podem conhecer sobre tecnologia.

Fonte: O Globo

Saúde Mental

O que salva nossa saúde mental, nosso equilíbrio, nossa lucidez, nesse mundo doido que nos rodeia, é o amor que a gente junta e espalha. Isso, sim, é ostentação que se preze.

O mundo cresceu. O mundo se conectou. O mundo se encheu de pessoas. Agora, somos milhares e milhares que conseguem se comunicar em tempo instantâneo. As notícias se espalham em segundos, os fatos alcançam um monte de gente, é tudo muito rápido e volumoso. Nem dá tempo de digerir tudo isso direito, porque tempo é o que menos temos nessa vida.

A tecnologia aumenta as possibilidades de conforto, mas continuamos desconfortáveis. As formas de nos comunicarmos uns com os outros são inúmeras, mas continuamos desconectados afetivamente. Existem variados eletrodomésticos, que nos poupam serviços, mas continuamos cansados.

As informações estão cada vez mais acessíveis a todos, mas continuamos desinformados. É tanta coisa nova, que não conseguimos dar conta do mínimo.

O mundo está violento, perigoso, e a maldade toma conta dos noticiários. A competitividade permeia todos os setores da vida, desde o mercado de trabalho, até os relacionamentos cotidianos. As obrigações se avolumam e vamos, feito robôs, levando os dias adiante. Robotizamos nossas atividades, robotizamos nossas obrigações e o cumprimento das tarefas. Robotizam-se ações, pensamentos e sentimentos. A dureza lá de fora então se instala aqui dentro de nós.

E a gente adoece. A gente adoece por fora, por dentro, adoece os outros, adoecem os ambientes, os pensamentos, os sentimentos, os relacionamentos. Não conseguimos suportar tanta pressão, tanta notícia ruim, tanta falta de contato humano, de olhos nos olhos. Sentimos falta de ócio.

A gente se prende às ostentações virtuais, almejando consumir e comprar e obter conquistas materiais. E a gente se esquece de consumir amor e de conquistar pessoas. Erro fatal.

Não podemos nos esquecer de que serão os sentimentos e os afetos verdadeiros que nos confortarão quando a vida der errado, quando a noite se prolongar e a dor chegar. O que nos salva é o que temos dentro de nós, todo o amor que juntamos e espalhamos por aí, junto a quem nos ama com verdade.

Fonte: O Segredo

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