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Em decorrência da pandemia, diversas mudanças e adaptações transformaram as nossas rotinas por completo.

Consequentemente, as novas condições modificaram muitos de nossos hábitos, nos afastando de várias coisas que gostamos e fazendo que precisássemos evitar momentos extremamente valiosos, ainda que temporariamente.

Assim, redescobrimos como manter (e adequar) alguns costumes, nos distanciamos daqueles que amamos e ainda por cima, deixamos passeios e comemorações para depois — tudo para cuidarmos mais de nossa saúde, é claro.

Porém, quando o cenário que enfrentamos hoje passar, precisamos celebrar em grande estilo as pequenas riquezas da vida.

Pensando nas coisas que mais fizeram falta durante a quarentena, que tal elaborar uma lista de 5 coisas para se fazer pós-pandemia?

Um exercício que pode nos trazer boas energias, força e esperança nestes tempos tão incertos. Nós já preparamos a nossa, confira!

  1. Abraçar as pessoas: Rápidos, demorados, longos, de urso… O abraço nunca teve tanto sentido! E graças ao isolamento social, pudemos aprender a valorizar o contato físico, o toque, o estar junto.
  2. Comemorar aniversários e datas comemorativas: Não há nada como festejar um dia especial rodeado de gente, música, alegria e risadas. Apesar das vídeo chamadas e lives improvisadas, o estar presente durante os aniversários e datas comemorativas como Dia das Mães, Páscoa e Festa Junina faz toda a diferença!
  3. Se arrumar para sair de casa: Tirar a poeira dos sapatos, dar uma ajeitadinha nos cabelos e caprichar no visual! Passear com a sua roupa favorita por aí será uma nova e incrível experiência.
  4. Viajar, viajar e viajar: Estrada pra que te quero! Remarcar aquela jornada tão esperada, conhecer novos lugares e culturas ou até mesmo fazer um rápido bate-volta até a praia em um dia de frio para molhar os pezinhos. O importante é ir, encarar a sua aventura e agradecer.
  5. Nos despedir das máscaras: Ainda que em alerta para os cuidados a longo prazo, deixar as máscaras de lado será um sinal de liberdade. Será fantástico rever mais sorrisos!

E você, tem mais alguma sugestão?

Escolher apenas 5 coisas foi um desafio e tanto, não é mesmo? Isso significa que existem muitos planos para incluirmos nesta inúmera lista de desejos pós-pandemia e, com certeza, os realizaremos um por um.

De qualquer forma, até que este grande e esperado dia chegue, é preciso que cada um de nós faça a sua parte: vamos continuar nos cuidando para também cuidarmos do próximo.

Acredite, tudo vai passar!

Maíla C. D’addìo – Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

Por conta da necessidade de manter-se em casa durante a pandemia, as relações e os vínculos entre familiares e amigos que compartilham de um mesmo lar se fortaleceu ainda mais no período da quarentena.

Com muitos meses de intensa convivência em vista, o cuidado e a proteção falaram mais alto e fizeram com que todos prestassem mais atenção ao zelar pela saúde e pelo bem-estar de seus parentes.

A fim de oferecer total segurança a todas as pessoas de seus vínculos, principalmente aos idosos — considerados parte do grupo de alto risco da COVID-19 — muitas casas foram adaptadas, rotinas foram transformadas, e cada experiência do cotidiano tornou-se um desafio diferente.

Ficar em casa e oferecer total segurança a todas as pessoas de seus vínculos

Auxiliando-os a garantir seus cuidados essenciais no dia a dia, uma boa alimentação, vitaminas para melhorar a imunidade, hidratação, atividades, não perder os horários dos medicamentos, entre outras dedicações, senhoras e senhores acostumaram-se com o integral suporte para realizar seus afazeres.

Porém, com a flexibilização, reabertura gradual dos estabelecimentos e volta da vida no “novo normal”, os idosos, habituados com a frequente companhia e laços mais estreitos em relação a seus vínculos, voltaram a ficar mais tempo desacompanhados.

Mas, e agora? O que fazer? Voltando ao título da nossa matéria: como flexibilizar os vínculos criados na quarentena?

Ainda não há uma previsão de quando tudo isso passará definitivamente, porém, diante da delicada situação, a resposta ideal para solucionar essa questão encontra-se em um meio termo, em uma decisão que ajude ambas as partes — tanto de quem cuida, como aquele que é cuidado.

Preparadas para enfrentar o futuro da pandemia, as casas de repouso têm redobrado a atenção e promovido todos os serviços, esforços e novos vínculos necessários para atender aqueles que se encontram na terceira idade.

Novos vínculos depois da quarentena

Aqui na Nossa Casa, funcionamos a todo instante com muito carinho, atividades diárias, boa alimentação e supervisão médica, com funcionários e colaboradores qualificados para certificar que, mesmo em após este conturbado momento, tudo corra bem e a alegria permaneça, sempre!

Maíla C. D’addìo – Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

Ao longo do cenário que seguimos enfrentando, muitas dúvidas e incertezas têm surgido com bastante frequência. As tantas mudanças e adaptações seguem levantando diversas perguntas, sendo uma das mais comuns, o título da nossa matéria de hoje: Como será o comportamento do mundo pós-pandemia?

Com isso, te convidamos para uma rápida experiência. Feche os olhos e lembre-se de como eram os dias antes dos impactos da COVID-19. Nada parecidos com os dias de hoje, não é mesmo?

Depois que passamos a adotar quarentena, pudemos notar com clareza os impactos e efeitos da pandemia em um lugar que já parecia despreocupado com os descasos, desperdícios e desrespeito.

Antes, o tempo era priorizado de outra maneira, fazendo com que os acontecimentos futuros fossem mais valorizados do que tudo o que acontecia no “aqui e agora” do presente.

Já o universo dos negócios funcionava com um intenso fluxo de operações, sem jamais imaginar ou considerar inserir em seu planejamento medidas alternativas para enfrentar possíveis e maiores problemas, principalmente os causados por uma pandemia — como o fechamento de empresas, o desemprego, entre outros pontos.

Os encontros com amigos e familiares, que eram normalmente corriqueiros pré-pandemia, acabaram nos fazendo esquecer da real importância de estar junto e por perto, apenas diante do isolamento.

Então, de repente, começamos a nos preocupar mais. Sem esquecer de todas as perdas e todas as demais transformações provocadas pela pandemia, vimos que não existe maneira melhor de se proteger a não ser com a prevenção.

As mudanças pós-pandemia

Para isso, o álcool em gel, o uso obrigatório de máscaras e o distanciamento social se tornaram aliados essenciais para a não propagação e evolução da pandemia, uma vez que sabemos que estar bem não significa estar livre da contaminação e que todo cuidado é pouco.

Certamente uma grande mudança começou!

Hoje, já conseguimos ressignificar palavras como “empatia”, “saudade”, “distância”, “saúde” e, principalmente, compreender o verdadeiro valor das coisas e momentos simples da vida, que o dinheiro não compra.

Assim, os aprendizados e novas perspectivas que levaremos conosco após a pandemia, serão avaliadores primordiais de nossos pensamentos e atitudes daqui pra frente.

Logo, tudo isso vai passar. E o mundo? Com certeza será um lugar mais humano, mais feliz de se viver!

Maíla C. D’addìo – Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

05 jun

O isolamento social e demais circunstâncias consequentes da pandemia trouxeram uma série de momentos incertos, dificuldades e novos hábitos e cuidados, atingindo a todos de alguma forma, sem exceções.

Durante a quarentena, nossa vida pessoal passou por algumas mudanças: tivemos de nos afastar temporariamente de nossas famílias e amigos, adaptar as rotinas, adequamos o jeito como trabalhamos, e até mesmo deixar de visitar nossos lugares favoritos.

Além disso, no decorrer da pandemia, reinventamos a maneira de comemorar datas importantes como aniversários, Páscoa, Dia das Mães ou até mesmo aproveitar feriados curtos e prolongados, deixando de realizar (ou remarcando) algumas viagens, encontros e inclusive os almoços de domingo.

Passamos a usar máscara e álcool em gel, intensificamos a higienização das mãos, objetos e ambientes, ficamos em casa, saindo apenas quando necessário para ir à farmácia ou ao supermercado e adotamos novas medidas preventivas para evitar que a pandemia se dispersasse ainda mais.

Na pandemia, passamos a usar máscaras.

No entanto, simultaneamente, ganhamos mais tempo para prestar mais atenção ao nosso redor. Com a pandemia, aprendemos a contemplar a vista da janela, o pôr do sol, a natureza, e aproveitar o ar mais limpo.

Reconhecemos a importância dos detalhes, valorizamos as coisas mais simples e passamos a compreender melhor o outro e querer evoluir o daqui pra frente, quando tudo voltar ao normal.

Assim, vimos boas ações, atitudes e gentilezas, pessoas se reinventando e a empatia crescendo e se espalhando cada vez mais.

O mundo precisou de uma pausa em forma de pandemia para entender que estava sem freio, sem tempo e sem amor. E, definitivamente, não há dinheiro que compre a nossa saúde.

Então, voltando ao nosso título, fica a pergunta que tanto queremos descobrir a resposta: como seremos depois da pandemia?

Com certeza, pessoas mais conscientes sobre viver um dia após o outro e aproveitar a cada momento, como se não houvesse amanhã.

Maíla C. D’addìo – Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

29 maio

Envelhecer é um dos principais efeitos do passar do tempo. Ano após ano, a idade vai avançando e, consequentemente, impacta as pessoas de diferentes maneiras.

Por conta das inevitáveis mudanças físicas, psicológicas, motoras, entre outras, para muitos, envelhecer é uma tarefa difícil e bastante desafiadora.

Ao se dar conta de que muitas experiências, lembranças e momentos especiais já foram vividos e ao perceber que as evoluções atuais estão gradualmente mais rápidas, o medo de envelhecer se torna ainda mais presente.

No entanto, mesmo que os cabelos brancos e rugas comecem a aparecer, não se deve associar o processo de envelhecimento apenas com viver menos.

Envelhecer não deve ser associado apenas com viver menos.

Sessenta, setenta, oitenta, noventa, cem. A terceira idade está indo cada vez mais longe, e envelhecer torna-se uma grande oportunidade de viver a vida de forma plena.

É durante o mesmo passar do tempo que aprender coisas novas, experimentar vivências, adquirir conhecimento, começar amizades, se divertir e, inclusive, renascer, se torna possível.

Com isso, envelhecer pode ter um novo significado. Focando nos ganhos da maturidade e na qualidade do bem-estar, ainda há tempo, principalmente para recomeços.

“O ontem passou e o amanhã ainda não é meu”. É citando o trecho da música “Mudei”, de Kell Smith, que podemos refletir como cada dia pode ser novo e envelhecer pode ser diferente e ir muito além de uma caixinha de boas memórias.

Não deixe que a sua data de nascimento ou os dias marcados no calendário interfiram na sua jornada. Sorria e viva intensamente cada etapa da vida, sem medo de ser feliz!

Maíla C. D’addìo – Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

Quando um de nossos parentes atinge uma idade mais avançada, a atenção e os cuidados passam a ser redobrados, e é neste momento que as casas de repouso aparecem como opção para prestar suporte por meio de seus serviços.

Certamente, com a rotina do dia a dia, fica cada vez mais difícil de dedicar o tempo necessário ao zelo total dos idosos. Contudo, para muitos familiares, optar pelas casas de repouso para hospedar seus entes queridos pode ser um assunto bem delicado, ou até mesmo polêmico — uma vez que os residenciais são geralmente associados a abandono, solidão ou esquecimento.

No entanto, essa visão sobre as casas de repouso podem ser repensadas, reavaliadas e reconsideradas pelos filhos e, inclusive, pelos senhores e senhoras de idade.

É certo que a distância da família será parte do processo de adaptação, ainda mais no período de pandemia que estamos passando. Porém, é fundamental ter em mente que as casas de repouso oferecem diversos benefícios e oportunidades que colaboram com o bem de todos.

Suporte, atenção e carinho nas casas de repouso

Além da assistência geral e clínica 24h prestada por profissionais de saúde e cuidadores preparados, as casas de repouso também promovem conforto, segurança, interação social, atividades diárias para estimular o bem-estar, serviços domésticos e alimentação saudável a todos os seus hóspedes.

De qualquer forma, mesmo que as vantagens das casas de repouso sejam genuínas, é importante verificar se é da vontade dos idosos essa mudança, já que, antes de tudo, é responsabilidade da família cuidar dos seus e proporcionar uma melhor a qualidade de vida a eles.

Medida de carinho e dedicação, adotar os residenciais como um verdadeiro lar para os idosos é uma forma de fazer com que qualquer pessoa na melhor idade se sinta “em casa”.

Agende uma visita à Nossa Casa, tire suas dúvidas e tenha a certeza de que as casas de repouso são a escolha certa.

Maíla C. D’addìo – Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

 

Em tempos de pandemia de coronavírus, como ficam os idosos?

Já se fez essa pergunta ou parou para pensar como seria estar no lugar deles? Apesar de ser um momento difícil para todos, os idosos são os que mais sofrem com o isolamento social, seja pela distância e saudade ou novas práticas adotadas.

Uma vez parte do grupo de risco da doença, as recomendações são restritamente pontuais e reforçam o pedido para que as pessoas com mais de 60 anos fiquem em casa, além, claro, de seguir as medidas preventivas fundamentais para driblar o coronavírus.

Com isso, algumas tarefas simples do dia a dia tornaram-se menos acessíveis para os idosos, como ir ao banco, farmácia ou fazer compras de supermercado, por exemplo, sem contar com suas atividades esportivas e caminhadas.

Idosos devem seguir as medidas preventivas para driblar o coronavírus

Diante da quarentena, os cuidados pessoais com a saúde, locomoção, alimentação e outros aspectos relacionados ao bem-estar dos idosos também passaram a precisar de um suporte a mais, assim evitando qualquer tipo de aborrecimento ou aumento da sensação de solidão.

Exercícios foram reajustados para o ambiente interno a fim de manter a rotina ativa, visitas presenciais foram interrompidas temporariamente, migrando o contato com a família e os netos para o mundo digital, entre outros desafios encontrados e readaptados para preservar a vida dos idosos durante este período de COVID-19.

É preciso ajudar os idosos com as tecnologias para que eles possam contatar a família em tempo de coronavírus

Sabendo que é necessário agir o quanto antes, mobilizações voluntárias de solidariedade entre parentes, amigos, vizinhos e cuidadores tem sido muito bem-vindas e feito total diferença nos cuidados com os idosos, formando uma corrente do bem para ajudá-los a todo instante.

É por isso que com amor, boa vontade, disciplina, sabedoria e paciência tudo pode ser amenizado, proporcionando mais leveza para enfrentarmos juntos o momento que estamos passando.

Aqui na Nossa Casa não poderia ser diferente, assim, tomamos diversas providências de segurança de acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde) para oferecer a melhor assistência e apoio às nossas queridas hóspedes.

Maíla C. D’addìo – Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

O momento pode ser usado para estreitar laços familiares.

Brincadeiras para fazer na quarentena com as crianças Brincar de pintura com as crianças é uma ótima forma de diversão

Com a quarentena, escolas estão fechadas e a as crianças ficam mais tempo em casa. Com isso, os pequenos acabam passando muito tempo em frente as telas, o que preocupa a maioria dos pais.

Por isso, pensando em fazer da quarentena um momento para fortalecer os laços com os filhos, a empresária Amélia Whitaker criou o movimento Alegria Sem Pilha, que pode ser acompanhado no Instagram.

O Pleno.News listou 10 brincadeiras que fazem parte do movimento para você testar na sua casa com a família. Confira!

1 – Imitando bichos
Aqui, cada pessoa deverá escolher um animal para representar. Em seguida, quando ela fizer a representação, os outros participantes da brincadeira deverão imitá-la. Simples e divertido!

2 – Massagem
Essa é uma ótima opção para os pais de crianças agitadas. Como o nome já diz, a sugestão é fazer um momento de spa com as crianças. Use óleos e faça massagens nos pequenos e, depois, é só trocar as funções.

3 – Dançar
Parece bobo, mas pode se transformar em um ótimo momento de diversão. Coloque uma música bem agitada e invete coreografias para os filhos imitarem. Depois, deixe eles conduzirem a brincadeira também!

4 – Avião
Deite no chão, apoie os pés na barriga da criança e a levante! Agora é só imitar sons de avião, turbulências e deixar a imaginação falar mais alto.

5 – Circuito com pista de obstáculos
Use o espaço da casa para deixar o ambiente ainda mais divertido! Deixe as crianças criarem circuitos com objetos que não representem perigo e, depois, faça uma corrida de obstáculos.

6 – Origamis
Reúna a criançada, dê papel colorido e ensine a fazer origamis. Tem chapéu de soldado, barquinho, avião… Depois, você pode usar as criações para enfeitar o lar.

8 – Caixa de papelão
Se você tem fácil acesso a caixas de papelão, pode usar para dar asas a imaginação dos seus filhos. Use o objeto como foguete, casinha, fogão ou qualquer coisa que vier a mente.

9 – Autorretrato
Deixe as crianças desenharem a si mesmas! A arte pode ser feita até com tinta, pra deixar tudo mais divertido para os pequenos. Depois, você pode brincar até de exposição com elas.

10 – Carimbo na batata
Descasque uma batata e corte ao meio. Em seguida, use uma faca para fazer um desenho em uma das partes. Depois é só passar tinta e carimbar em um papel.

Fonte: Pleno.News

Casal de israelenses emocionou internautas do mundo todo depois de protagonizar o momento fofo durante a quarentena.

Amor na pandemia Foto do casal em momento fofo emocionou internautas e virou febre na web, sendo compartilhada mais de 50 mil vezes.

O isolamento em decorrência da pandemia de coronavírus mudou a vida de muita gente, e alguns hábitos simples, como ir ao salão de beleza, não fazem mais parte da rotina. Mas não há nada impossível para o amor e, pensando no fato de não poderem sair de casa, um idoso de 92 anos decidiu que pintaria os fios brancos do cabelo da esposa.

A foto do momento foi compartilhada no Facebook pelo neto do casal, o israelense Yael Shapira Avraham, e acabou viralizando. “Estes são meus avós de 92 anos (que tenhamos a mesma saúde). Em todas as situações meu avô tem a preocupação de minha avó se sentir bem cuidada. Não vemos coisas assim todos os dias”, diz o post.

Os internautas reagiram à imagem e se mostraram sensibilizados. “Imagem da década”, comentou um dos usuários da rede social. “Que casal deslumbrante! Muita saúde”, disse outro.

Fonte: R7

Prevenções do COVID-19 durante as compras fora de casa

Moedas e cédulas de dinheiro passam de mão em mão pelas ruas e em comércios. Cartões de banco e documentos pessoais também são usados frequentemente por todos. Não se sabe ao certo quanto tempo o vírus que causa a COVID-19 sobrevive em superfícies, mas a orientação central para evitar contaminação é, após usar esses objetos, lavar as mãos com água e sabão ou usar álcool gel 70% e evitar tocar nos olhos, boca ou nariz.

“Não importa se o meio de pagamento é cartão ou dinheiro, o que importa é higienizar as mãos. Como não ficamos o tempo todo com eles nas mãos, ao pegar nessas coisas e em tudo que a gente compartilha, como canetas, higienize as mãos”, explicou a infectologista Eliana Bicudo, da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI).

Mesmo com a recomendação do Ministério da Saúde de manter o isolamento social, algumas pessoas ainda precisam frequentar mercados e farmácias em busca de itens essenciais ou mesmo estabelecimentos de saúde. De acordo com Eliana, quando saímos de casa, o importante é manter um distanciamento de pelo menos 1 metro entre as pessoas. “Pode fazer seu supermercado, suas compras, tocar nos objetos, mas ficar atento para não levar as mãos à boca. Assim que acabar, higienize as mãos dentro do possível, sempre que puder”, ressaltou.

Estudos apontam que os coronavírus (incluindo informações preliminares sobre o que causa a COVID-19) podem persistir nas superfícies por algumas horas ou até vários dias. Isso pode variar, por exemplo, conforme o tipo de superfície, temperatura ou umidade do ambiente.

“O tempo pode variar de material para material. A gente sabe que pode estar até três dias em metal e no plástico, no tecido em menor tempo. Único lugar que se tem certeza que não sobrevive é no cobre. Por isso, quando estiver em lojas, evite colocar a mão nas mesas e nos balcões”, explicou a infectologista.

Na dúvida, higienizar as mãos é a melhor medida preventiva, bem como limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência, como celulares. A transmissão do coronavírus ocorre de pessoa a pessoa por meio de gotículas exaladas pelo doente quando ele fala, tosse ou espirra. Quando a pessoa doente toca em objetos ou aperta a mão de alguém e esta coloca a mão a sua boca, nariz ou olhos, também ocorre a infecção.

A SBI esclarece que ainda não se sabe com certeza o papel da pessoa sem sintomas na cadeia de transmissão e recomenda que não se deve cumprimentar ninguém com as mãos.

Fonte: Agência Brasil

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