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22 out

Você se considera uma pessoa otimista ou pessimista? Como está o equilíbrio entre o otimismo e o pessimismo na sua vida?

Vamos a algumas situações:
Se está fazendo calor, você: reclama ou agradece por não estar chovendo pois saiu de casa sem guarda chuva?
Se está chovendo, você: reclama ou agradece por sentir o ar mais agradável?
Esqueceu algo e teve que voltar, você: reclama ou pensa que pode ter se livrado daquela batida na porta da sua casa?
Fila no mercado, você: reclama ou agradece por poder estar ali fazendo suas compras?

São várias situações no dia a dia onde nos são oferecidas oportunidades de mudar nosso pensamento negativo, que muitas vezes é automático, para o positivo e potencializar o otimismo.

Quando tornamos essa atitude um hábito, as soluções para os problemas tendem a aparecer com mais frequência. Estamos abertos ao positivo e aprendendo com cada situação.

Leia mais: Você diz o que realmente precisa dizer?

Otimismo ou pessimismo

Mas como tornar o otimismo um hábito?

Existe um exercício bem interessante para ajudar a reconhecer as situações positivas do dia a dia. Não importa quantas coisas denominadas ruins aconteceram, sempre vai ter algo de bom.

No final de cada dia, você vai anotar em um caderno três coisas boas que aconteceram.

No início pode até parecer difícil, mas com o passar do tempo, os pensamentos positivos surgem de forma orgânica e otimismo estará sempre ao seu lado!

Tente!

Maíla C. D’addìo | Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

Diante de tantas incertezas decorrentes da pandemia, as medidas de segurança se tornaram prioridade na maioria dos cotidianos. 

Por consequência, novos hábitos foram adotados com o objetivo de prevenir e garantir o bem-estar de familiares, amigos e da sociedade como um todo.

Com isso, por receio da exposição e de contrair o novo corona vírus, muitos compromissos importantes tiveram de ser adiados — alguns deles, indispensáveis.

Outubro Rosa: a importância de prevenir

De fato, estamos atravessando uma fase difícil, mas atualmente, com a flexibilização, já é possível remarcar e dar continuidade a tratamentos e check-ups de rotina, por exemplo.

Ainda tomando todas as devidas cautelas, com máscara, distanciamento social e álcool em gel, retomar os exames clínicos e os zelos com a saúde pode prevenir muito além da COVID-19.

Fechando as portas para que outras doenças oportunistas e sérias não se instalem em nosso organismo, agora, mais do que nunca, é preciso redobrar os cuidados com a saúde.

Não só cuidando do físico e da mente, investindo em uma boa alimentação, bebendo bastante água e praticando exercícios e boas atitudes, mas também, comprometer-se com as consultas médicas.

Outubro Rosa: a importância de prevenir o câncer de mama

Neste mês, o Outubro Rosa está aí para nos lembrar muito bem sobre isso. 

Campanha de conscientização sobre o câncer de mama, o Outubro Rosa alerta e relembra a importância do autoexame, das consultas periódicas e do diagnóstico precoce.

Um importante lembrete para que mulheres (e homens!) ao redor do mundo consigam prevenir a doença e compartilhar a mensagem da causa.

Tudo vai passar! Mas, enquanto pudermos agir e sermos os primeiros a fazer diferente pelo nosso melhor, devemos! 

Maíla C. D’addìo – Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

Já parou para pensar quem é a pessoa mais importante da sua vida?

Provavelmente, a fim de responder a questão acima e título do nosso artigo de hoje, você tenha pensado nos filhos, pais, parentes ou amigos, certo?

Muito bem, então aqui vai outra pergunta: Em algum momento você pensou em si mesmo(a)? 

Quem é a pessoa mais importante pra você?

Pois é, olhar o próximo é um gesto fundamental e muito nobre, mas, pensar em nós também é uma atitude necessária.

Quando valorizamos a nossa pessoa — e nos colocamos em primeiro lugar , podemos estar bem e em nossa melhor versão para poder ajudar ou se doar a alguém. 

A empatia é um ato de amor. Mas, a lição mais importante é compreender que somente quando nos amamos é que estamos prontos a praticar o amor a quem precisa. 

Respeitar a sua vontade, o seu corpo, os seus sentimentos e o seu tempo é uma virtude. 

Levar as suas opiniões em consideração, zelar pelo nosso bem-estar próprio e nos promover mais qualidade de vida, também pode servir de exemplo para alguma pessoa próxima.

Antes desta leitura, quanto tempo levaria para que a sua resposta fosse simplesmente “eu”?

E agora, quem é a pessoa mais importante pra você? 

Maíla C. D’addìo – Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

Com certeza você já se deparou com diversas opiniões e divergentes pontos de vista sobre casas de repouso

Muitas pessoas consideram os residenciais para idosos locais de abandono, esquecimento, descaso e solidão.

No entanto, antes de generalizar os serviços das casas de repouso ou formar uma concepção apenas por conhecimento de comentários alheios, é preciso entender um pouco mais sobre a realidade do setor.

Se voltarmos um pouco no tempo, podemos perceber que as coisas eram bem diferentes. 

A intensa rotina de trabalho não existia como atualmente, desta forma, era normal que sempre houvesse alguém em casa para, então, cuidar dos avós e/ou pais, compartilhando com eles a nossa companhia.

Com a correria do dia a dia, o trabalhar e estudar fora, e, agora, com a retomada das atividades após a quarentena, fica mais difícil oferecer a total atenção e estímulos especiais que os idosos precisam. 

Casas de repouso: o que as pessoas pensam sobre?

Uma vez que o zelo com as pessoas na terceira idade envolvem atividades, exercícios, bem-estar, medicações, boa alimentação, auxílio para realizar tarefas, entre outras questões, a assistência 24 horas por dia é a solução ideal para que os idosos recebam o acompanhamento necessário para viver bem.

E é exatamente aí que entram os residenciais para idosos, casas de repouso, centros de vivência e outros. 

Lugares especializados em cuidar do seu bem maior, manter vínculos familiares e atender todas as necessidades de senhores e senhoras de idade,  como se fosse a extensão da sua própria casa. 

Com muita dedicação e carinho, as casas de repouso acolhem idosos para protegê-los com muita hospitalidade e respeito.

Casas de repouso são ótimos para os idosos

Procure conhecer pessoalmente, conversar e observar, assim, você poderá notar que o ambiente e cotidiano promovidos pelos residenciais são confiáveis e favoráveis a disposição e conforto dos futuros e futuras hóspedes.

E agora, já está reconsiderando o seu conceito sobre casas de repouso?

Esperamos que sim! Já que acreditamos que oferecer a oportunidade de uma melhor qualidade de vida para quem sempre cuidou de nós não é abandono, e sim, uma verdadeira prova de amor e gratidão. 

Maíla C. D’addìo – Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

Criada no Brasil em 2015, o Setembro Amarelo é a campanha para a conscientização sobre a prevenção ao suicídio. 

A ação, como o próprio nome diz, reforça a atenção da sociedade aos cuidados e recomendações de prevenção ao suicídio com a cor amarela durante o mês 9.

E, apesar do movimento acontecer apenas em setembro, as precauções devem ser abordadas ao longo do ano, a fim de garantir mais visibilidade à causa.

Setembro Amarelo: como ajudar?

A campanha do Setembro Amarelo é uma forma de informar a todos sobre a importância de estar sempre atento ao próximo, ainda mais no momento que o mundo está passando

Muitas viram suas vidas virarem de cabeça para baixo, enfrentaram períodos difíceis tanto pessoalmente, quanto profissionalmente , tiveram de encarar isolamentos severos e outras situações completamente atípicas e inesperadas.

Isso tudo, somados a inúmeros outros motivos particulares, podem, eventualmente, colocar as pessoas em condições mais vulneráveis e delicadas.

Com isso, a população deve se atentar e compreender que este cenário não deve ser ignorado, pois não se trata de frescura, drama, falta de fé, etc.

É preciso valorizar a vida!

Setembro Amarelo, apoie essa campanha.

Geralmente quem está passando por esse período não consegue identificar que precisa de ajuda, e muitas vezes, se fecha em um mundo paralelo e não permite que as pessoas se aproximem. 

No entanto, o Setembro Amarelo carrega a responsabilidade de zelar pelo próximo com consciência, consideração e empatia.

Então, quando possível, estenda a mão, dê uma palavra amiga, ofereça o ombro, converse ou apenas escute. 

Com certeza, uma dessas atitudes pode fazer toda diferença na vida de alguém, e pode ser a abertura necessária para que a pessoa coloque para fora o que lhe aflige e resolva buscar auxílio. 

Faça a sua parte e ajude a salvar vidas!

Maíla C. D’addìo – Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

Seja por vergonha, a fim de não incomodar o próximo ou simplesmente por acreditarmos que não é necessário, acabamos não dizendo coisas importantes 𑁋 e que devem ser ditas.

Muitas vezes, por maquiarmos nossos sentimentos, fugimos de conversas com outras pessoas e até enganamos a nós mesmos sobre algo que queremos fazer, dizer ou sentir.

Quantas vezes você já deixou de dizer algo para alguém ou “colocar algo para fora”?

Quando guardamos tristezas e angústias ou repreendemos nossas emoções toda vez que não conseguimos resolver alguma situação, passamos a carregar muita carga e energia negativa.

Você diz o que realmente precisa dizer?

Esse acúmulo interno de sensações, quando frequente ou presente de forma intensa, pode causar até mesmo problemas mais sérios de saúde.

Quando as coisas não vão bem “por dentro”, nossa relação com as questões externas pendentes mudam completamente e tendem a ficar mais difíceis de serem resolvidas.

Sabe aquele momento que alguém nos pergunta se “está tudo bem” e nós automaticamente dizemos que sim, quando, na verdade, não está? Pode ser um sinal de alerta!

Tendo isso em mente, é muito importante praticar cada vez mais o exercício de se ouvir. Ouça a sua verdade!

Quando paramos em silêncio e perguntamos com sinceridade se estamos ou não de acordo com tal situação, a resposta vem 𑁋 pois todas elas estão dentro de nós.

Questione-se, e só após sentir uma espécie de conforto ou desconforto, identifique se sim ou se não.

Por exemplo:
Estou feliz no meu emprego?
Estou feliz no meu relacionamento?
É certo o que estão fazendo com tal pessoa? Comigo?
É certo o que estou fazendo com alguém?

Deste modo, depois de se fazer a pergunta sobre o que quer saber, busque uma maneira de resolver.

Você diz o que realmente precisa dizer?

Tão importante quanto ouvir, é dizer.

Diga, coloque pra fora. Resolva.

Se não estiver se sentindo seguro(a) para dizer no mesmo instante, proponha uma conversa ou escreva uma carta.

Não diga “sim” querendo dizer “não” apenas para não desagradar o outro. E você? Pode se desagradar?

Cada momento nos pede a busca pela plenitude, paz interior e equilíbrio. E essa é a verdadeira importância de porquê nos expressar é tão importante!

E então, preparado(a) para dizer o que realmente precisa dizer?

Maíla C. D’addìo – Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

Durante o período de quarentena, nos vimos diante de diversas medidas de segurança para encarar melhor a COVID-19.

O “ficar em casa”, por exemplo, definitivamente mudou a nossa relação com o ambiente em que vivemos, e também, com as pessoas com quem dividimos o lar: nossos pais e avós.

Passando mais tempo juntos e em constante convivência, passamos a prestar mais atenção nas necessidades dos senhores e senhoras de idade, ainda mais por conta do alto risco de contágio.

Deste modo, a empatia passou a fazer parte da relação de todos, assim como os cuidados e carinhos especiais.

A relação com avós e pai é importante

Estimulando a criatividade, desenvolvendo o bom humor e mantendo uma rotina mais ativa, as tarefas com os idosos tiveram de ser adaptadas e desenvolvidas de maneira inovadora.

Para isso, ter paciência, força e sabedoria foram (e têm sido!) fatores e virtudes essenciais para manter tudo em ordem neste momento tão atípico.

No entanto, com a flexibilização, muitas atividades começaram a voltar ao “novo normal”.

Com isso, nós, que nos víamos responsáveis por manter a segurança e bem-estar de nossos avós e pais, tivemos que retomar aos antigos ofícios.

Com o objetivo de manter uma relação harmoniosa com os seus pais e avós, — mesmo que um pouquinho mais distante e/ou de maneira não integral, — separamos algumas sugestões recomendadas aos nossos idosos, permitindo que eles continuem enfrentando este período de forma mais leve.

Confira e ensine-os!

Mexa-se

Encontre exercícios de baixo impacto que mais combinam com os esforços de seus pais e avós e mantenha o ritmo para melhorar a saúde física e mental de todos.

Crie laços, memórias e vínculos

Experimente se aproximar de seus parentes para fortalecer a relação entre vocês e desenvolver boas lembranças com aqueles que sempre cuidaram de nós.

Resolva hoje

Incentive seus pais e avós que eles resolvam possíveis questões pendentes do passado — assim, eles se sentirão mais livres!

Agarre todas as oportunidades

Nunca é tarde para se começar algo, ainda mais se for relacionado à família. Aproveite casa porta aberta.

Construa uma boa relação com os idosos da sua família.

Fato é que, além de ensinar, temos muito a aprender com nossos idosos.

E com cuidados especiais, amor e muito carinho, qualquer relação pode ser eterna.

Ao optar pelo caminho mais belo, lembre-se de escrever uma linda história com os seus pais e avós.

Afinal, assim, vocês transformarão o hoje em algo muito melhor e as próximas gerações estarão cheias de bons exemplos.

Maíla C. D’addìo – Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

Com o início da quarentena, nos vimos em um cenário muito diferente do que estávamos acostumados e, desde então, adaptar-se foi preciso.

Para você, o que foi mais intenso nesse processo? 

Como se adaptar a pandemia

Entre muitas dúvidas e novos hábitos, encaramos as mudanças geradas pela pandemia em diferentes fases:

Medo e tensão

Uma enxurrada de novas informações, inseguranças sobre um vírus desconhecido e incertezas sobre o futuro. O medo tomou conta de sociedade em estado de alerta, dando início aos primeiros bloqueios, paralisações e reclusão.

Compreensão

Ao ficar em casa, ganhamos mais tempo para assimilar a situação, entender um pouco mais sobre a pandemia, e também, readaptar nossas rotinas pessoais e profissionais com todo o cuidado.

Aceitação

Percebendo os riscos do contágio, reconhecendo a necessidade da quarentena e cumprindo corretamente as medidas de proteção (indicadas pelas organizações de saúde), encontramos a calma necessária para driblar as fases anteriores e, de fato, aceitar o momento.

Descoberta

Neste estágio, passamos a observar mais as oportunidades a nossa volta e aproveitar melhor o nosso tempo livre. Algumas pessoas descobriram novos talentos, outras puderam se dedicar mais algo que já haviam começado anteriormente, e todos nós pudemos notar o verdadeiro valor das coisas simples. 

Flexibilização

O “novo normal” começou a fazer parte do nosso dia a dia, a fim de movimentar os negócios e fazer com que nós (re)aprendêssemos a conviver, ainda respeitando as todas precauções adotadas desde a primeira fase.

Libertação

A fase que esperamos ansiosamente! Enquanto aguardamos pela vacina, ficamos sonhando com o momento certo de deixar as máscaras de lado, correr para o abraço, rever os amigos e familiares, em busca da nossa liberdade! 

Liberdade é parte do processo de adaptação a pandemia

Hoje, temos que continuar nos cuidando e cuidando do próximo para cultivar tempos mais positivos no coração.

Acima de tudo, é por meio desses conhecimentos e aprendizados que percebemos que, juntos, somos sim capazes de nos adaptar!

Maíla C. D’addìo – Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

 

28 ago
Nos tempos atuais, quais são as perspectivas e o que podemos fazer para incentivar a melhor idade?

A cada dia entendemos mais como é conviver em harmonia com os novos hábitos adquiridos durante a pandemia.

O distanciamento social, a frequente higienização das mãos, as medidas preventivas e, principalmente, o uso das máscaras, já estão oficialmente inseridos nas rotinas de todos.

A flexibilização e retomada das atividades, por exemplo, também marcam o cenário atual com a adaptação ao “novo normal”.

Assim, vivemos um constante aprendizado e em meio a tantas novidades, ainda é preciso ter cuidado e estar sempre em alerta — especialmente tratando-se daqueles que estão na melhor idade.

Cuidados na quarentena

Para os idosos, encarar essas mudanças pode ser um desafio ainda maior.

Ficar em casa, evitar contato com outras pessoas, adiar eventos especiais, mudar a programação. A quarentena trouxe muitas transformações atípicas ao cotidiano desta faixa etária, e consequentemente, passou a influenciar (e muito!) em de seus costumes, humor, comportamento e estímulos.

Desta forma, com o objetivo de manter a positividade, alegria, bem-estar e segurança das pessoas na melhor idade, algumas atenções foram redobradas.

Hoje, separamos algumas dicas importantes para ajudar os idosos neste período e incentivá-los a manter hábitos saudáveis e ativos:

Ofereça água

Quem está na melhor idade, tende a desidratar muito facilmente. Sempre ofereça um copo d’água ou mantenha uma garrafinha próxima aos senhores e senhoras para estimular a hidratação.

Capriche nas atividades

Viva o dominó, o baralho e o quebra-cabeça! Ter por perto esses jogos faz toda a diferença e é um ótimo passatempo aos idosos, afinal, não há nada como exercitar a mente!

Não espere a data certa

Proponha comemorações e atividades especiais em qualquer dia da semana. Jantares temáticos, eventos com música, sessões de cinema, entre outras festividades são ótimas pedidas para fazer com que a imaginação entre em ação.

Conte com instituições de longa permanência

Ao contrário do que muitas pessoas pensam, os residenciais são extremamente preparados para oferecer os estímulos e cuidados necessários para quem está na melhor idade — uma vez que a qualidade de vida dos idosos se aliam a sensação de estar na extensão da sua casa.

Foco na melhor idade

 

Faça a sua parte e contribua com atitudes que reativem o cotidiano da terceira idade. Se cuidem, tudo vai passar!

Maíla C. D’addìo – Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP

Envelhecer. Para muitos, esta palavra pode trazer diversas inseguranças em relação ao passar do tempo. Porém, mais cedo ou mais tarde, a idade chega para todo mundo.

A verdade é que a grande maioria das pessoas têm medo de envelhecer. Isso porque, geralmente, quando imaginamos este cenário, a primeira coisa que nos vem à mente são as mudanças.

Em seguida, vem as questões relacionadas à autonomia: o receio de “dar trabalho” ou depender dos filhos, familiares, amigos e até desconhecidos para realizar tarefas que, com o envelhecimento, tornam-se mais desafiadoras.

Desta forma, reconhecer as transformações físicas diante do espelho, se distanciar cada vez mais de nossa juventude e compreender as novas propriedades de nossa vitalidade, por exemplo, fazem parte do processo de envelhecer.

O que você vai ser quando envelhecer?

De qualquer forma, como não é possível, de fato, saber o que o futuro nos reserva, é importante estar preparado e se sentir bem para que o envelhecer seja encarado de uma forma mais sutil, leve, espontânea e saudável.

Para isso, adotar alguns hábitos e cuidados pode ser o primeiro passo para fazermos diferente e melhor a partir de agora, e, consequentemente, reparar e enxergar o envelhecer com outro olhar.

Quer descobrir como?

No post de hoje, separamos algumas dicas que podem nos ajudar muito hoje, para recebermos melhor o nosso amanhã:

Cuidar da saúde física

Mantenha sempre a hidratação e boa alimentação, pratique exercícios físicos com frequência, evite o sedentarismo e durma bem!

Cuidar da saúde mental

Busque equilíbrio emocional, ouça músicas alegres, leia bons livros, medite, aproveite os momentos de lazer e cultive boas amizades.

Cuidar da saúde emocional

Perdoe, coloque para fora o que lhe incomoda, respeite os seus sentimentos, diga que ama, abrace mais e ajude alguém que precisa.

Cuidar da parte espiritual

Rezar, peça e agradeça — independente de qual seja a sua religião ou crença.

Viver o hoje

Aproveite o agora, é simplesmente o que temos!

O que você vai ser quando envelhecer?

Assim, quando alguém te fizer a pergunta presente em nosso título “O que você vai ser quando envelhecer?”, você terá motivos de sobra para responder: “Acima de tudo, feliz!”

Maíla C. D’addìo – Formada em Rádio e Televisão pela Universidade FMU
Radialista DRT 0034310/SP
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