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Blog

01 abr

A Nossa Casa. . .

por nossacasa

O bem-estar das nossas hóspedes é regra número um para a Nossa Casa. Temos diversas atividades como música terapia, tarde de piano, fisioterapia em grupo, jogos divertidos, aulas de idiomas, aula de artes etc. Além de tudo isso, as nossas tardes também contam com uma contadora de histórias! 

Quem aqui não lembra das histórias que nossos pais contavam para nós na hora de dormir? Era incrível como entrávamos no enredo e fazíamos parte daquela fantasia…

É essa a proposta, brincar com a imaginação, permitir essa incrível viagem sem sair do lugar.

Nossas meninas adoram e nós também! 

Era uma vez… um centro de longa permanência delicioso de morar!  

Bon Jovi

Jon Bon Jovi é um dos artistas mais reconhecidos no mundo. Sua carreira musical o catapultou para a fama nos anos 80 com sua banda de rock Bon Jovi.

Além de músico e compositor, Jon tem carreira como ator de cinema e televisão e atualmente é ativista político.

O ícone mundial é reconhecido há anos pela abertura de dois restaurantes solidários, onde pessoas sem recursos podem comer sem pagar.

A iniciativa já serviu mais de 104.800 pratos para pessoas necessitadas em Nova Jersey, nos Estados Unidos. A Fundação JBJ do artista é responsável pela gestão dos restaurantes Soul Kitchen. Neste lugar, os pratos são deliciosos e pagar a conta é opcional.

Aqueles que podem pagar pelos pratos pagam uma doação de US $ 20 por comida, e aqueles que não são, são convidados a entrar, comer e, se quiserem, ajudar como voluntários na cozinha.

Segundo o site do restaurante, 51% das refeições servidas foram pagas com doações e os restantes 49%, através do trabalho voluntário de pessoas sem recursos financeiros. Um de seus principais slogans é: ” Todos são bem-vindos à nossa mesa”.

Restaurante solidário do Bon Jovi

A primeira dessas lojas foi inaugurada em 2011 em Nova Jersey e a segunda foi inaugurada quatro anos depois. Ambos têm a missão de alcançar uma mudança positiva, abordando os problemas da fome e da falta de moradia.

Os pratos servidos nesses restaurantes são feitos com ingredientes nutritivos e orgânicos de seu próprio jardim, fazendo com que os alimentos que essas pessoas consomem sejam mais saudáveis.

Jon Bon Jovi quer que mais pessoas se inspirem em seu exemplo para realizar atos de solidariedade que possam melhorar a vida dos outros.

Referência: Psicologias do Brasil

Neto e Avó viajam juntos

Há quatro anos, a vovó Joy contou ao neto, Brad Ryan, que jamais havia visto o mar. Dias após a ‘confissão’, o rapaz levou-a à praia, onde o contemplaram o pôr-do-Sol juntos.

Mais do que isso, Joy e Brad começaram a se aventurar pelos locais e paisagens mais deslumbrantes da América do Norte – desde 2015, eles viajaram para dezenas de locais espalhados pelos Estados Unidos, Canadá e México.

Brad havia acabado de terminar o curso de Medicina Veterinária e se sentia esgotado pela faculdade. Certo dia, decidiu visitar a avó, Joy, de 85 anos. Ele esperava passar algum tempo com ela para elevar seus ânimos.

Entre uma conversa e outra, a idosa disse que seu “grande sonho não-realizado na vida era poder contemplar o oceano e as montanhas deste país”.

O neto então a chamou para cruzar o estado de Ohio e viajar até a costa leste, onde eles poderiam contemplar o Oceano Atlântico. Em seguida, eles iriam para as famosas Montanhas Smoky, mas sem muito planejamento. Joy não pensou duas vezes: topou se aventurar com o neto.

Daquela pequena expedição em diante, avó e neto visitaram 29 parques nacionais e viajaram um total de 37 mil quilômetros nos últimos quatro anos. E a aventura está longe de acabar!

“Ver a alegria da minha avó, que acorda todas as manhãs feliz e realizada, me faz ter gratidão pela vida. Ela me ensinou a viver”, disse Ryan. “Com ela, aprendi a desacelerar e ver as coisas de uma maneira diferente. Me sinto mais rico.”

“Eu amo muito a minha avó; ela me faz ter uma grande paz comigo mesmo. Enquanto estamos viajando e conhecendo todos esses lugares, sinto nossos espíritos desprendidos e livres, livres para contemplar as paisagens.”

Ryan tem documentado as suas aventuras ao lado de Joy no Instagram, e e espera que sua presença na rede social inspire outros jovens a passar mais tempo com seus familiares mais velhos. Instagram: @doctorhellbender

“Eu quero que as pessoas mais jovens saibam que sim, é muito legal sair com seus avós!”, disse. “Você não sabe o que está perdendo… Há muita perspectiva e conhecimento que podemos obter nos relacionando com eles.”

Referência: Razões para Acreditar

Amar

Amar é cuidar. É simples, não há amor baseado no descuido. De fato, não há nada que caracterize mais o pensamento de um amante do que o de cuidar de seu parceiro. Fazer isso significa manter os pequenos detalhes, avaliar quem temos em seguida e fazer você se sentir especial, ouvido e amado.

Pode parecer muito óbvio, mas a realidade é que a primeira coisa que geralmente abandonamos é precisamente isso: cuidado. Conhecemos a teoria perfeitamente, sabemos que temos que conquistar todos os dias ou que devemos manter a atenção em nosso parceiro ou na pessoa que amamos.

Porém, ao realizar esse costume de cuidado cotidiano, costumamos pecar pelo desinteresse e acabar prejudicando nossa relação com atitudes de indiferença ou procrastinação , isto é, de postergação de pequenos detalhes.

Amar é cuidar e regar o amor todos os dias, para que não morra e acabe morrendo por preguiça e pelo adiamento de detalhes.

O amor vai durar enquanto você cuida dele

Às vezes fazemos com o amor igual a uma criança faz com seu balão. Ou seja, às vezes ignoramos o que temos e depois choramos pelo que perdemos. É sábia a expressão que diz que “não sabemos o que temos até perdê-lo”.

Se não nos esforçamos para cuidar de nossos relacionamentos, corremos o risco de perder a ilusão e o desejo de manter um afeto ou um vínculo que, supomos, nos faz felizes. Acreditamos que nosso parceiro ou as pessoas ao nosso redor têm a obrigação de esperar por nós, para nos manter ou nos entender antes de tudo.

Mas a verdade é que podemos tolerar tudo, exceto que nossas necessidades estão sob controle. Com essa ideia, acabamos submetendo os outros e nos submetendo, criando ou alimentando círculos viciosos doentios que deterioram os sentimentos que deveriam ter sido atendidos.

“No final, você percebe que o pequeno é sempre mais importante. As conversas às três da manhã, os sorrisos espontâneos, as fotos desastrosas que fazem você rir em voz alta, os poemas de dez palavras que lhe trazem uma lágrima. Os livros que ninguém mais conhece e se tornam seus favoritos, uma flor que você coloca no seu cabelo, um café que você toma sozinho … É isso que realmente vale a pena; as pequenas coisas que causam emoções gigantescas ”

As desculpas que alimentam a negligência

Nós geralmente nos desculpamos pelo pouco tempo que temos, mas a verdade é que o que freqüentemente deteriora nossos relacionamentos é inércia, hábitos e costumes; isto é, a rotina . Assim, o que a priori não teria que ser negativo se manuseado corretamente, acaba sendo destrutivo.

Como paramos de cuidar daqueles que amamos? Não alimentando os sorrisos diários, cobrindo nossos olhos e não percebendo a reciprocidade. Isso acaba minando a luz que o amor trouxe à nossa vida e tudo se torna muito mais superficial. É assim que nos esquecemos de que amar é cuidar.

Então, o que alimentou o “especial” é extinto, paramos de nos sentir amados e parte do nosso relacionamento começa a falhar. Assim, a ausência de amostras de interesse e gratidão acaba gerando dúvidas em um casal e a união se torna desunião.

Não há amores eternos, há amores bem guardados

Não há prescrição universal para proteger nosso amor , mas podemos nos esforçar para que, pelo menos, a negligência não seja o que a deteriora. Porque não há amores que são eternos em si mesmos, o amor é carinho e é isso que temos que fazer.

Assim, os pilares fundamentais de uma relação duradoura são: a admiração, a concepção do casal como uma equipe, o conhecimento profundo do outro, a aprendizagem das dificuldades e a busca conjunta de soluções para problemas e o compartilhamento de desacordos e encontros.

É, portanto, sobre trabalhar a capacidade de compreender, aceitar e cuidar de nós mesmos. Porque no final do dia o amor é cuidar, algo simples e profundo ao mesmo tempo.

Referência: Pensar Contemporâneo

GPS

Quem cuida de pessoas idosas ou com algum tipo de desordem mental nem sempre consegue estar com elas em 100% do tempo. E se elas também não estão com um celular, ou não conseguem usar um, como se certificar de que não se perderam? A americana GTX Corp endereçou este problema criando solados inteligentes de calçados com GPS, que permitem monitorar à distância a localização de crianças e idosos com doenças como Alzheimer ou demência.

Smart Sole, nome dado ao produto, começou a ser concebido ainda em 2002 pela empresa, que se descreve como a “primeira companhia de dispositivos usáveis com GPS do mundo”. “Nossa inspiração foram as milhões de pessoas com Alzheimer, demência, autismo e traumas cerebrais que possuem problemas de memória e tendem a se perder se ficam sozinhas”, descreve o CEO Patrick Bertagna no site da empresa.

Segundo a empresa, mais 100 milhões de pessoas no mundo todo precisam de acompanhamento constante em função de diversos problemas que afetam a memória. O número tende a crescer para 277 milhões até 2020, segundo o Relatório Anual de Alzheimer.

A preocupação era com essas pessoas ficarem desacompanhadas em casa, e acabarem conseguindo sair sem rumo pelas ruas. Com o avançar da tecnologia e a febre dos smartphones pelo mundo, logo se tornou mais fácil conceber como os responsáveis pelos doentes – e pelas crianças, que também podem se perder mais facilmente – poderiam monitorá-los.

O solado inteligente não é só um chip, mas “um minúsculo celular dentro do sapato”, descreve a GTX. Ele usa a rede celular para se comunicar, requer um plano de telefonia e precisa ser recarregado diariamente. Ele estando online, os responsáveis podem monitorar em tempo real a localização de quem usa os sapatos utilizando um login e senha protegidos.

O sistema também envia automaticamente e-mails e SMS para os cuidadores, caso o usuário do calçado saia da área de monitoramento. O solado é vendido em vários tamanhos adultos e infantis, e possuem um formato padrão que se encaixa nos sapatos e tênis casuais mais comuns.

Depois de patentear a tecnologia e lançar seu próprio dispositivo, a GTX Corp viu a solução ser adotada por outras companhias, que em alguns casos inserem os solados em sapatos que são comercializados de forma conjunta. A japonesa Wish Hills é uma delas.

Referência: Pequenas Empresas & Grandes Negócios

Descarte de Lixo reciclável

Resíduos recicláveis sujos não são reaproveitados e vão para aterros sanitários; a maior parte das pessoas não sabe jogar fora os recicláveis da forma correta

As pessoas não sabem como jogar o lixo fora da forma correta, afirmam especialistas, e isso está tendo um impacto negativo no meio ambiente. Você separa seu lixo, mas não limpa os recipientes de plástico? Se assim for, você é um “reciclador aspira”.

Segundo os ambientalistas, muitas pessoas jogam materiais na lixeira sem saber que, da forma como estão sendo descartados, não podem ser reciclados. Isso acontece porque em geral se supõe que alguém vai separar e limpar os materiais, mas muitas vezes, esse não é o caso.

Se o material reciclável está contaminado por resíduos de alimentos, ou está misturado com muito material não reciclável, seu tempo em colocar o lixo na lata de recicláveis foi desperdiçado. Seu lixo vai acabar em um aterro sanitário, de acordo com a diretora de Marketing e Comunicações da Repak, Laura Sherry.

— Você não deve reciclar sacolas plásticas. E você não deve colocar sua reciclagem em um pequeno saco de lixo porque essas sacolas podem ficar presas em máquinas. Fraldas também são um grande problema para a reciclagem.

Também é importante notar que, ao reciclar incorretamente, há mais desperdício e mais trabalho para outras pessoas. Sherry disse que as pessoas devem estar conscientes do que colocam em suas lixeiras. “São os seres humanos que passam por esse desperdício em certos estágios, não são todas as máquinas”, acrescentou ela.

Aprenda a descartar o lixo da forma correta

  • Xícaras de café: A maioria dos copos não pode ser reciclado, pelo menos não atualmente. Isto é principalmente devido ao revestimento de plástico ao redor do copo de papel, que é difícil de quebrar.
  • Potes de Comida:  Outro erro de reciclagem é não limpar as marmitas descartáveis antes de colocá-los na lixeira especial. Embora seja tentador jogar fora sua caixa manchada de molho sem enxaguar, o líquido pode vazar para outros materiais da lixeira. Assim, além de descartar errado, você vai estar contaminando o lixo de quem descartou corretamente. Sempre lave seus plásticos antes de colocar na lixeira.
  • Pasta e escovas de dentes: Os tubos de pasta de dentes são compostos de um componente de plástico, tornando-os difíceis de quebrar. A própria escova de dentes é de plástico e é difícil de reciclar. Mudar para uma escova de dentes de bambu significa que menos plásticos descartáveis vão para o solo.

Referência: O Globo

Idosa de 102 anos se casa novamente

Ouvimos várias vezes que não há idade para o amor, mas certamente ninguém o testou como esses dois pombinhos centenários.

Algumas mulheres podem sentir medo de nunca mais encontrar o amor em idade avançada. Por exemplo, algumas mulheres acreditam que, se forem solteiras aos 30 anos, nunca mais encontrarão amor ou estarão simplesmente fadadas ao fracasso. No entanto, isso não tem que ser assim, desde que uma mulher de 102 anos mostrou que por amor não há idade e apesar dela, ela encontrou o amor de novo e se casou com seu noivo de nada mais e nada menos do que 100 anos. 100 anos.

A história de Phyllis e John Cook começa em Sylvania, Ohio, onde o casal mora atualmente. A adorável Phyllis tem 102 anos e John 100. E embora muitos pensem que por causa de sua idade eles apressaram tudo, o casal realmente aceitou o relacionamento com calma e durou um ano como casal antes de decidirem se unir em casamento.

Idosa de 102 anos se casa

O casal se conheceu em uma instituição para idosos. A química entre os dois era quase inevitável, eles passaram muito tempo juntos e desfrutaram de longas conversas, compartilhando refeições, apreciando o pôr do sol e organizando diferentes encontros românticos.

John é um veterano da Segunda Guerra Mundial, que recentemente completou seu centenário, Phyllis, por outro lado, é originário da Virgínia Ocidental e fará 103 anos neste ano.

Segundo Phyllis, os dois se apaixonaram rapidamente. “Eu sei que você acha que pode ser um pouco exagerado para alguém da nossa idade, mas nos apaixonamos um pelo outro”, disse Phyllis.

Deve-se notar que os dois são cozinheiros muito bons e passam muito tempo juntos no centro de vida assistida onde eles gostam de comer e sentar-se ao sol. Além disso, embora passem muitas horas juntos, o casal compreende a importância de cada um ter seu próprio espaço para suas atividades pessoais.

Este casal de veteranos nos mostrou que, por amor, não há restrição e que há uma grande faísca entre eles.

Referência: A Soma de Todos os Afetos

Sarampo

O Brasil só esteve atrás da Venezuela em número de casos de sarampo nas Américas em 2018. E esse surto, aliado à campanha nacional de vacinação, fez muitas pessoas perguntarem sobre a doença — dos sintomas aos tratamentos — para seus médicos.

Coordenadora do Departamento Científico de Imunizações da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai), a médica Ana Karolina Barreto Marinho reuniu algumas dessas dúvidas e as respondeu uma por uma. O conteúdo abaixo foi editado:

  1. Quem não sabe se já tomou a vacina deve se imunizar?

Se não há comprovação de vacinação prévia, é importante tomar todas as doses recomendadas, sim. Elas estão disponíveis na rede pública — mais abaixo, você verá o protocolo adequado para cada idade.

  1. Caso a pessoa tome uma dose adicional, há risco para a saúde?

Não. As reações alérgicas, raríssimas, tendem a aparecer na primeira dose.

  1. A vacina do sarampo protege contra outras doenças?

Sim. A versão tríplice viral estimula a produção de anticorpos contra sarampo, rubéola e caxumba. Já a tetra viral também afasta o risco de catapora (varicela).

  1. Há algum componente na vacina do sarampo capaz de desencadear reação alérgica?

Embora seja raro, componentes do imunizante podem causar reações alérgicas em indivíduos predispostos. O produto contém as seguintes substâncias potencialmente alergênicas: albumina humana, sulfato de neomicina (antibiótico), gelatina e traços de proteína do ovo de galinha. No Brasil, uma das vacinas empregadas na rede pública carrega traços de lactoalbumina (uma proteína do leite de vaca).

  1. Quais os cuidados que os pacientes alérgicos devem ter?

Foi demonstrado, em muitos estudos, que mesmo pessoas com alergia grave ao ovo possuem um risco baixíssimo de reações anafiláticas após tomarem suas doses contra o sarampo. No entanto, é indicado que esses indivíduos, por precaução, sejam vacinados em locais que ofereçam condições de atendimento de anafilaxia.

Crianças com alergia grave ao leite de vaca (reações imediatas como anafilaxia) não devem receber a vacina tríplice viral, que contém lactoalbumina. Pelo sim, pelo não, os alérgicos a algum componente do imunizante podem conversar com seu médico antes de irem para o posto.

  1. Quantas doses da vacina eu preciso tomar e quando?

Deve-se seguir o calendário orientado pelo Ministério da Saúde. O esquema vacinal contra o sarampo para crianças é de uma dose aos 12 meses (tríplice viral) e outra aos 15 meses (a tetra viral) de idade.

Para a turma de até 49 anos que não cumpriu esse esquema, o Ministério preconiza:
• Até os 29 anos: duas doses, da tríplice ou tetra viral
• Dos 30 aos 49 anos: dose única, da tríplice ou tetra viral

Quem já tomou duas dessas injeções durante a vida não precisa mais se preocupar. Mas em caso de surtos — ou mesmo durante campanhas de reforço da vacinação —, não custa tomar uma picada adicional.

Até porque as duas doses padrão garantem uma proteção de mais ou menos 90% contra o sarampo. E uma terceira poderia turbinar ainda mais nossas barreiras imunológicas.

  1. Quais os sintomas do sarampo?

O sarampo apresenta os seguintes sintomas: febre acompanhada de tosse persistente, irritação ocular, coriza e mal-estar intenso. Logo depois, as manchas avermelhadas no rosto, que progridem em direção aos pés, costumam dar as caras.

Não há tratamento específico para o sarampo. O próprio corpo lida com o vírus, embora os médicos possam lidar com os sintomas e consequências dele.

Fonte: Saúde Abril

Pediatra atende crianças gratuitamente

Todas as segundas e quintas-feiras, o pediatra Ivan Fontoura, 92 anos, caminha com a esposa, Eva, que é enfermeira, até um posto de saúde em Praia de Leste, um balneário de Pontal do Paraná (PR), para atender 30 crianças gratuitamente.

Eles sabem que o dia será cheio, e recompensador. O trabalho é inteiramente filantrópico, uma vez que ambos não receberão nada por isso. “Eu vou [trabalhar] até quando não poder mais”, diz Ivan.

“Eu quero morrer em pé. Fisicamente eu sofro, trabalhando sem parar, descansando só para tomar um café, mas ser médico é isso. Depois, a gente se recompõem e continua”, relata o pediatra.

“Eu já ganhei dinheiro que dá pra viver. Sempre estive ligado às crianças com necessidades, na parte social, e quis continuar. Havia necessidade de ajudar aqui, porque o povo me conhece e acaba pedindo. Agora então, com o apoio da Secretaria de Saúde, faço isso de forma organizada. Minha esposa me ajuda muito, é uma grande parceria”, contou.

Sobre o Ivan

O pediatra se formou em 1951, aos 24 anos, pela Universidade Federal do Paraná. Fez uma pós-graduação e, logo em seguida, Mestrado na Universidade da Califórnia, além de Doutorado na Sourbone, na França.

São 68 anos dedicados à Medicina, boa parte disso na Pediatria: o médico possui um carinho especial pelas crianças.

Ele mesmo quando criança, a partir dos quatro anos de idade, já sonhava em ser médico. “A verdade é que eu comecei a querer ser médico após receber uma visita de um cirurgião, há quase 90 anos. Eu vi o atendimento dele e aquilo foi mágico. Devagarinho, fui estudando e sempre pensando em ser médico. A Medicina deu muito trabalho, mas é uma fonte de muita alegria. Compensa muito”, destacou Ivan, que é irmão do ator global Ary Fontoura.

Ivan se aposentou em 2005. Seu último trabalho foi como diretor de hospital, onde buscou implantar um atendimento mais humanizado na instituição. “Aquilo foi sério e me cansou muito. Então, tive que sair meio rápido, porque percebi que ou tomava um pouco de ‘rivotril’ ou parava. Então, resolvi parar e, depois de um ano de descanso, comecei a trabalhar de novo, voluntariamente”, salientou.

Os moradores de Praia de Leste tratam o senhor de 92 anos com muito respeito e admiração, devido mais à sua humildade do que seu trabalho voluntário de longa data. “Não houve dia na história da Medicina que não tenha aprendido algo diferente. A Medicina faz você aprender, viver momentos dramáticos e guardar tudo para sempre”, afirmou Ivan, que ainda pretender ter mais histórias para compartilhar e certamente vai ter!

Fonte: Razões Para Acreditar

Água no Inverno

Sabia que nosso corpo gasta muito mais energia no inverno? Isso acontece porque além de queimarmos calorias com as atividades diárias rotineiras, o nosso corpo ainda está trabalhando redobrado para nos manter aquecidos. Esse trabalho todo ocasiona uma perda de água mais acelerada. 

O problema? É justamente no frio que tendemos a nos hidratar menos. Veja em nossa galeria 5 razões para beber água até mesmo no inverno! 

Evita cãibras

Durante os dias frios, temos uma tendência maior para sofrer com cãibras. Elas acontecem quando há falta de água na musculatura. E como no frio tendemos a esquecer de beber água, essas dores aparecem para nos lembrar de correr até a cozinha e tomar um copo com água.

Diminui a fome

A Organização Mundial da Saúde sugere que o ideal é ingerir 2 litros de água por dia. Porém, nessa conta também podem ser incluídos os chás naturais. Eles atuam no organismo nos hidratando e ajudam a segurar a comilança, já que são nos dias frios que sentimos mais fome. Essa fome vem como sinal do organismo, que precisa de mais energia para se manter aquecido. Por isso, se não redobrarmos os cuidados com a alimentação, a temporada de dias frios pode ocasionar uns quilinhos a mais.

Ajuda a emagrecer

Por outro lado, a tendência é que as pessoas percam mais peso no inverno, porque o corpo gasta mais energia para manter a temperatura do corpo. E com isso, costuma-se também perder líquido neste processo. Por isso, é importante manter-se sempre hidratado. Recomenda-se beber um copo de água a cada uma hora mesmo que você não sinta sede, pois a sede já é um sinal do organismo desidratado pedindo líquidos.

Evita ficar doente

É a água presente no sangue que ajuda no transporte dos nutrientes que estão diretamente ligados ao nosso sistema imunológico. Quanto mais hidratado, menos chances de sofrermos com as doenças recorrentes do inverno como resfriados, gripe e alergias.

Desintoxica

As toxinas são eliminadas através da urina e do suor. Se não bebermos líquido o suficiente, essa faxina do organismo fica comprometida, acumulando toda essa sujeira. A combinação de água com limão é uma ótima receita — tanto para intensificar a desintoxicação quanto para reforçar a defesa do organismo por causa da vitamina C do limão.

Fonte: Guia da Semana

 

Herpes zoster em idosos

A herpes zoster é mais comum em idosos devido à queda na imunidade que ocorre nesse período da vida, segundo a médica geriatra Maisa Kairalla, presidente da Comissão de Imunização da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).

“É extremamente comum em idosos, principalmente a partir dos 60 anos. O envelhecimento causa uma modificação no sistema imunológico. Estima-se que 1 em cada 3 pessoas a partir dos 75 anos possam apresentar o vírus, mas nem todos vão manifestar a doença”, afirma.

Apesar do nome em comum, a herpes simples e a herpes zoster são doenças diferentes. A herpes simples é provocada pelo vírus herpes humano (HSV 1 e 2) e a herpes zoster é causada pelo mesmo vírus da catapora, o varicela-zóster, que é reativado, levando à uma inflamação no gânglio nervoso, onde o vírus se aloja.

Elas também se manifestam de maneiras distintas. A herpes simples se caracteriza por pequenas bolhas, chamadas de vesículas, agrupadas na boca ou em outras partes do corpo.

Já a herpes zoster aparece como lesões avermelhadas, geralmente no rosto ou nas costas, as regiões mais comuns, seguidas de vesículas. As vesículas acompanham um nervo, por isso aparecem só de um lado do corpo e podem causar dor intensa, a chamada neuralgia. Quando se formam crostas, significa que o ciclo do vírus está encerrado. 

“Geralmente causa dor. Por isso, costuma ser confundida com alergia ou picada de inseto, o que causa atraso no diagnóstico e grave prejuízo ao tratamento, que deve ser iniciado o quanto antes”, afirma.

Segundo a médica geriatra, cerca de 98% da população brasileira têm o vírus da herpes zoster alojado no corpo. “Até os índios do Xingu têm. Não é preciso ter tido a doença para ter herpes zoster, basta o contato com o vírus. Quando há queda da imunidade, esse vírus pode se manifestar. Está havendo um aumento da doença entre jovens devido ao estresse”, explica.

Ao se manifestar, a herpes zoster dura de 7 a 10 dias. Nesse período, ela é contagiosa caso haja contato de pele com pele, pois o vírus fica ativo dentro das vesículas — ele não é transmitido pelo ar. Embora a grande maioria das pessoas já tenha tido contato com o vírus ao longo da vida, a médica geriatra ressalta que a pessoa com herpes zoster não deve ter contato com grávidas.

“A gestante é imunodeprimida e a doença é perigosa para ela e para o bebê. Entre os perigos estão a herpes mais alastrada, encefalite e doenças que atingem as meninges”, afirma.

Entre os riscos de complicações da herpes zoster estão cegueira, surdez e a chamada neuralgia pós-herpética, uma dor no local durante anos mesmo após o fim da manifestação da doença. O problema também pode evoluir para infecções bacterianas, de acordo com Kairalla.

O tratamento da herpes zoster é feito por meio de antivirais usados para controlar a replicação do vírus, mas eles só fazem efeito se forem utilizados nas primeiras 48 horas do aparecimento das lesões na pele.  “A eficácia ocorre somente nesse período. O remédio diminui o tamanho da lesão”, diz.

Quem já teve a doença pode ter de novo, mas é raro. “A herpes zoster é reincidente em 10% das pessoas”. Segundo a médica, a melhor forma de prevenção é a vacina própria, chamada Zostavax, indicada após os 60 anos. Essa vacina é oferecida apenas na rede privada e custa em torno de R$ 450.

Fonte: R7

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