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A Nossa Casa está tomando todas as medidas protetivas contra o novo Coronavírus

As visitas foram suspensas até segunda ordem, toda equipe faz uso de máscaras, luvas e aventais descartáveis. 

Caso algum fornecedor precise adentrar a Casa, automaticamente é paramentado para a segurança do ambiente e equipe. 

Na alimentação, seguimos com dieta rica em vitaminas, visando fortalecer a imunidade das nossas hóspedes. Sem contar na intensificação de hidratação das mesmas. 

Toda a equipe está atenta e preparada para possamos passar por este delicado momento sem sofrer qualquer impacto.

#juntosomosmaisfortes

Avisos no elevador anunciam oferta de ajuda com supermercado para os idosos, o grupo com maior risco para a doença.

Recado para idosos no elevador
“Se você tem + 60 anos, posso ir ao mercado p/ vc, sem problemas ou custo”, diz o bilhete no elevador

“Se você tem + 60 anos, posso ir ao mercado p/ vc, sem problemas ou custo. Só me avisar antes p/ eu me programar. Ass. Fernanda, Apt 631.” O recado curto, com as abreviações conhecidas das redes sociais, foi escrito à mão, em letras grandes, em folhas de caderno.

Foi uma estratégia. Fernanda Salvadé sabia que, se recorresse ao computador para digitar um bilhete comum, seu recado seria apenas mais uma mensagem entre cartas e recados de condomínios que ninguém lê. As letras redondas também tinham o propósito de facilitar a leitura para quem tivesse dificuldades para enxergar. Na tarde do último domingo, ela colou as folhas nos elevadores e na entrada do prédio onde mora, na Asa Norte, região central de Brasília.

“Resolvi fazer algo. Moro em um prédio que tem muitos idosos. Como os apartamentos são de um dormitório, muitos deles vivem sozinhos. Então, decidi que tinha que fazer alguma coisa”, diz Salvadé.

Os idosos registram a taxa mais alta de mortalidade causada pelo novo coronavírus. O drama se acentua entre aqueles que já têm problemas de saúde. Dos casos confirmados na China até agora, 15 de cada 100 pacientes com mais de 80 anos não resistiram e morreram. Na faixa daqueles com menos de 50 anos, a letalidade fica em torno de 1% ou menos.

Os cuidados com os mais velhos são os mesmos para os demais:

  • Lavar as mãos frequentemente com sabão e água ou usar álcool em gel;
  • Evitar apertos de mão;
  • Limpar objetos que são tocados com frequência;
  • Evitar o transporte público e ficar longe de reuniões de pessoas.

A convivência com mais jovens, como filhos e netos, também fica muito restrita, porque estes, que tem maior imunidade, podem transmitir o vírus aos idosos. Há também vários registros de casos assintomáticos de crianças e adolescentes.

“A gente não pode ficar só à mercê de uma atuação pública. Tem de pensar em algo que vá além de sua condição pessoal, e no dia a dia. Ver o outro e o que pode fazer para ajudar, algo em prol da coletividade”, diz Fernanda Salvadé, de 36 anos, servidora pública em Brasília.

Além de afixar recados com seu endereço e telefone, ela enviou a mensagem para o grupo de WhatsApp dos moradores de seu prédio. Como é comum em edifício de qualquer cidade, Fernanda não conhece a maior parte das pessoas que moram ali, mas as redes sociais e os encontros constantes da portaria já tinham dado uma ideia do perfil dos vizinhos.

Iniciativas como a de Fernanda Salvadé têm se espalhado por todo o País e inspirado mais pessoas a buscarem formas de apoiar quem precise. Em outro edifício, os moradores Alex e Tiago, do “apartamento 1401”, também afixaram um recado no elevador de onde vivem para oferecer ajuda aos moradores idosos, “tendo em conta a situação complicada que estamos vivendo”. E lembraram que “ninguém é uma ilha”.

Fernanda Salvadé conta que não conhece muitos de seus vizinhos, mas que “pelas fotinhas do perfil deles no grupo do condomínio”, viu que muitos são idosos. “Então, percebi que esse gesto realmente podia ajudar alguém”, diz. Já está ajudando. Ela recebeu mensagens de agradecimento e alguns moradores já disseram que devem pedir ajuda para compras em supermercados e farmácias. Fernanda Salvadé estará ali, para ajudar.

Em São Paulo, instrutora cria modelo de cartaz de ajuda

A instrutora de mindfullness Natasha Bontempi, de 38 anos, decidiu transformar o medo do coronavírus em ação. Foi ela quem criou modelos de cartazes para serem impressos e colocados em áreas públicas dos condomínios, com os nomes de moradores que se disponibilizam para fazer compras aos vizinhos de grupo de risco.

Os layouts podem ser baixados e impressos por qualquer um e foram divulgados em uma página na internet de moradores da Vila Buarque, na região central de São Paulo – o bairro concentra grande número de universitários idosos.

“Tenho refletido muito em como posso ser útil sem entrar no pânico”, diz Natasha. Ela conta que tem pais, idosos, que têm assistência, mas reconhece que outros moradores de mais idade da região vivem sozinhos. “Vejo gente brigando por papel higiênico, discutindo em grupos na internet. Decidi que não vou entrar nessa neurose e fazer algo positivo.”

Fonte: O Tempo

Boatos sobre alimentos protetores contra o coronavírus estão circulando nas redes. SAÚDE investiga se a dieta ajuda a enfrentar infecções de forma geral.

Alimentação balanceada ajuda a prevenir o coronavírus
Ter uma alimentação balanceada ajuda a fortalecer o sistema imunológico para enfrentar infecções como a do coronavírus.

Apesar do que dizem algumas fake news por aí, não existe alimento ou nutriente milagroso que evite ou trate a Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. “A imunidade é formada por um conjunto de fatores que atuam contra diferentes doenças, vírus e bactérias. Não podemos elencar um único alimento ou uma vitamina para resolver um problema de saúde”, aponta o infectologista Hélio Bacha, do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, à Agência Einstein.

Por outro lado, uma dieta balanceada como um todo ajuda o organismo a se manter preparado contra invasores. “Se o indivíduo se alimentar corretamente, seu sistema imunológico estará competente, independentemente do tipo de infecção”, informa a nutricionista Deise Cristina Caramico, professora do Centro Universitário São Camilo, em São Paulo, em entrevista à SAÚDE.

Deise conta que temos de investir em fontes de todos os nutrientes, porém destaca alguns que dão uma força especial. “Eles favorecem os glóbulos brancos, que são as nossas células de defesa”, complementa.

Saiba quais são eles e onde se encontram:

  • Proteínas: alimentos de origem animal (carne vermelha e branca, leite, ovos) e leguminosas (feijão, soja, ervilha, grão de bico). “Recomendo comer leguminosas junto com cereais, como arroz e milho, para que um complemente o outro”, ensina Deise. Essa mistura fornece aminoácidos de ótima qualidade.
  • Zinco: carnes de todos os tipos, principalmente a vermelha, derivados de animais e frutos do mar.
  • Magnésio: leguminosas, oleaginosas (nozes, amêndoas, castanhas) e verduras folhosas.
  • Selênio: a principal fonte é a castanha do Pará ou do Brasil.
  • Vitamina A: está presente em fontes de gordura (queijo, gema do ovo) e em vegetais de coloração alaranjada, como manga, mamão e cenoura.
  • Vitamina C: o micronutriente mais famoso quando citamos imunidade é ofertado por frutas cítricas (laranja, mexerica, maracujá, limão, abacaxi).
  • Complexo B: “É composto por várias vitaminas disponíveis em todos os grupos. Então é necessário ingerir um pouco de cada”, raciocina a profissional. Lembrando que a B12 é encontrada apenas naqueles de origem animal. Por isso, os veganos precisam considerar suplementos, com orientação profissional.

O papel da microbiota intestinal
Os prebióticos e probióticos também têm sua importância nessa história. Além de fortalecer a imunidade, eles estimulam sua atuação.

Os probióticos são micro-organismos que colonizam nosso intestino e promovem diferentes benefícios — eles fazem parte da composição de iogurtes e leites fermentados. Já os prebióticos são, digamos, a comida dos micro-organismos que integram a microbiota. Estamos falando das fibras da cebola, da aveia e por aí vai.

E os suplementos alimentares?
Na época de gripe, a procura nas farmácias por suplementos de vitaminas, principalmente da C, costuma aumentar. É possível que o mesmo aconteça na pandemia atual.

A professora explica que só é necessário lançar mão desses produtos caso haja diagnóstico de algum nutriente em falta. “Se a alimentação de uma pessoa é balanceada, ela já recebe esses elementos nas quantidades suficientes para manter a boa performance do sistema imune”, assegura.

A recomendação para quem não tem um cardápio bacana é, em um primeiro momento, mudar esse comportamento. “Agora, se não resolver, ela poderá usar suplementos”, conclui Deise. E, mais uma vez, sempre sob orientação profissional.

Três fake news sobre alimentação e coronavírus
Comer alho evita o contágio pelo coronavírus: pesquisas anteriores mostram que o alho tem componentes que auxiliam nos processos de defesa do organismo. Porém, não há evidência científica de que ele, sozinho, evite o novo vírus, também chamado de Sars-Cov-2.

“E não existem estudos comprovando que quem come mais alho tem menos doenças”, arremata Hélio Bacha.

Consumo de fontes naturais de vitamina C cura a Covid-19: uma mensagem enviada nos grupos de aplicativo alega que a vitamina C natural combate o novo coronavírus. Ela teria sido escrita por uma estudante chamada Laila Ahamadi, da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade de Zanjan, que ficaria na China.

Segundo o texto, a enfermidade seria resultado de uma fusão entre os genes de cobra e morcego. A mensagem ainda indica que tomar água quente com rodelas de limão afastaria a chateação e até salvaria a vida dos atingidos.

Há várias informações incorretas aí, a começar pelo fato de que a Universidade de Zanjan fica no Irã, não na China. E a história da fusão de genes gera desconfiança por si só. Até o momento, nem foi confirmado qual animal serviu de intermediário para o novo coronavírus começar a atacar seres humanos.

De qualquer jeito, faltam evidências de que água quente com rodelas de limão ofereça qualquer proteção especial frente ao novo coronavírus. Alimentos com vitamina C contribuem para o sistema imunológico, porém não são tidos como remédio.

Beber água potável a cada 15 minutos expele o novo coronavírus: esse líquido é fundamental para a saúde e o bom funcionamento do corpo. Manter-se hidratado inclusive é uma recomendação médica para pessoas afetadas por infecções.

No entanto, postagens citam que um médico japonês recomenda a ingestão de água a cada 15 minutos para expelir qualquer vírus por meio da urina e do suor. “O Sars-Cov-2 não é eliminado dessa forma”, contesta Bacha.

Fonte: SAÚDE

Especialista dá dicas de hábitos a serem abandonados e cuidados a sere, incorporados pelo grupo de maior risco.

Com o crescente número de brasileiros com o novo coronavírus, o governo e especialistas alertam para o risco maior que a doença representa para idosos e pessoas com problemas crônicos de saúde.

— É uma doença que não tem vacina e é mesmo perigosa para esse grupo. Não é para criar pânico, mas sim ter cuidado maior — afirma a geriatra Maísa Kairalla, presidente da Comissão de Imunização da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia.

Estudo do Centro de Controle de Doença (CDC) da China mostra que 2,4% dos pacientes morreram em razão da COVID-19. Quando considerados pacientes de 70 a 79 anos, porém, a taxa de letalidade sobe para 8%, e entre os pacientes com mais de 80 anos, 14,8% dos casos resultaram em morte.

Para esse público mais suscetível, a geriatra ajudou, a pedido de O GLOBO, a criar um guia com recomendações e novos hábitos para evitar a contaminação:


Abandone o lenço de pano

Prefira lenços de papel descartáveis para evitar o coronavírus Prefira lenços de papel descartáveis para assoar e cubra o nariz com o braço ao espirrar

Ele já foi símbolo de elegância, mas não é higiênico. Após um espirro, o coronavírus pode ficar horas no pano. Caso o lenço vá para o bolso, contaminará as mãos depois. Prefira os de papel descartáveis e cubra nariz e boca com o braço ao tossir ou espirrar.


Cada um com seu copinho

Não compartilhe utensílios, como copos Não compartilhe utensílios, como copos

O copinho coletivo do filtro ou da moringa deve ser aposentado. Evite compartilhar outros utensílios, como talheres, pratos ou garrafas. Use menos o ar-condicionado e deixe a casa mais aberta para ventilar naturalmente.


Atenção com as crianças

Mais atenção com as crianças em época de coronavírus Ensine as crianças a lavar as mãos ao chegar em casa

As crianças podem trazer coronavírus da rua ou da escola. Por isso, é fundamental que elas estejam sempre vacinadas: é o chamado “efeito rebanho”, ou seja, protege todo mundo. Outro cuidado importante é lembrá-las de lavar bem as mãos ao chegar.


Longe das aglomerações

Não é preciso ficar isolado, mas cuidado com aglomerações durante o coronavírusNão é preciso ficar isolado, mas cuidado com aglomerações

Não é preciso ficar confinado em casa, mas é melhor evitar aglomerações e contato com pessoas doentes. Há muita gente com o vírus influenza agora. Por isso, assim que for liberada, em 23/3, é fundamental tomar a vacina contra a gripe.


Saúde em dia

Verifique se as doenças crônicas estão sob controleVerifique se as doenças crônicas estão sob controle

Faça atividade física, alimente-se bem e beba muita água. Mantenha as visitas ao médico atualizadas para garantir que eventuais doenças, como diabetes, problemas cardíacos ou respiratórios, estejam controlados e não haja anemia ou desidratação.


Fique (bem) informado

Informe-se por meio de veículos de comunicação sérios ou com agentes de saúde

Cuidado com as fake news: há muita informação falsa sobre coronavírus circulando pela internet. Não confie em tudo que chega pelo Whatsapp ou Facebook, mesmo que seja de amigo ou familiar. Informe-se por veículos de comunicação sérios ou com agentes de saúde.

Fonte: O Globo

Hoje vamos dar-lhe a conhecer a história de amor de Bill e Glad Forward, apaixonados e casados há 55 anos.

Bill queria muito arranjar uma forma prática e fácil de levar a sua esposa Glad, que sofre de Alzheimer e precisa de cadeira de rodas, a passear ao ar livre.

Então, decidiu adaptar uma bicicleta para conseguir levar Glad com ele e poderem desfrutar mais do exterior juntos. Isto é verdadeiro amor!

Bill e Glad Forward passeando com a bicicleta adaptada

A bicicleta, que parece um triciclo, foi projetada para passeios ou caminhos que permitam levar pessoas com mobilidade reduzida.

Enquanto Bill pedala atrás, Glad vai confortavelmente sentada na parte da frente, livre para ver a paisagem e sentir o ar fresco. A cadeira pode transportar uma pessoa com dificuldades motoras pois não requer pedal – é uma invenção incrível, que vem ajudar muito quem anda de cadeira de rodas e os seus cuidadores.

A história de amor de Bill e Glad Forward

“Para mim, não é um fardo, mas um grande privilégio poder cuidar da pessoa que tenho amado todos estes anos”, disse Bill, que provou ser um marido extremoso.

Fonte: Partilhado

No passado, aquele hábito de muitos fumantes de jogar a bituca do cigarro no chão era visto com normalidade. O cara acabava de fumar e dava um “peteleco” na bituca, que voava pra qualquer lugar.

Com o passar das décadas, descobrimos que esse péssimo comportamento não tem nada de normal. Nem legal! É falta de educação mesmo. E provoca um impacto ambiental que passava despercebido.

Uma pesquisa realizada pela organização americana Ocean Conservancy listou os dez resíduos mais encontrados nas ações de limpezas de praia. E adivinhe o que aparece em primeiro lugar?: sim, ela mesma, a bituca de cigarro!

E o problema não é “apenas” esse. Segundo a Organização Mundial de Saúde, fumar está entre as principais causas do aparecimento do câncer, doença que mais mata no mundo todo, tirando a vida de aproximadamente 8,2 milhões de pessoas por ano.

Mas em São Paulo, um projeto de lei (PL), que tramita na Câmara Municipal, pode deixar a capital mais limpa e ser mais um estímulo para que os paulistanos deixem o cigarro de lado. O texto do vereador Rinaldi Digilio propõe “advertência e multa de R$ 500 a quem que jogar bitucas de cigarros ou de produtos fumígenos derivados do tabaco em vias ou logradouros públicos”.

Bitucas de cigarro no chão dificultam a limpeza da cidade

“Bituca não é biodegradável, por isso, o tempo de decomposição de uma jogada no asfalto pode levar até dez anos, isso porque o filtro dos cigarros é feito de acetato de celulose, um tipo de plástico”, ressalta Digilio.

O PL 499/2019 recomenda ainda que sejam realizadas campanhas educativas e de conscientização para conseguir o apoio e à adesão da população à nova lei, especialmente, durante grandes eventos na cidade.

Dados oficiais apontam que há aproximadamente 1,6 milhão de fumantes na capital paulista e cerca de 14 milhões de bitucas de cigarro são descartadas, por dia, nas ruas de São Paulo.

O projeto de lei já passou pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Municipal e agora espera parecer da Comissão de Política Urbana, Metropolitana e Meio Ambiente. Depois disso, precisará ser analisado Comissões de Administração Pública e de Finanças e Orçamentos, e só então, ser votado no plenário da casa.

Se os vereadores derem a aprovação final ao texto, ficará nas mãos do prefeito Bruno Covas a sanção do projeto.

Fonte: Conexão Planeta

Atualmente, o vovô mora com a família de Ticiano e é realmente grato por todo o amor e carinho que eles lhe deram.

Ticiano convenceu sua família a ajudar um homem idoso que morava nas ruas e depois de vários dias eles decidiram adotar o avô. O menino tem apenas 4 anos e é um paciente oncológico. Um dia, enquanto ele e a mãe iam ao jardim de infância, encontraram um homem em situação de rua e a partir dali se tornaram inseparáveis.

“Era uma manhã fria, a caminho do jardim de infância, fomos comprar biscoitos que Tizi lanchava todos os dias e vimos Tano. Tizi imediatamente disse: ¨“Vamos comprar algo do vovô.” Compramos biscoitos e um sanduíche ”. O pequeno olhou para a ele e perguntou: “Você está feliz, vovô?”, Animado, Tano respondeu: “Sim, filho”.

O homem disse a eles que precisava apenas de um casaco e sapatos, porque aqueles que lhe causaram fortes dores. Florência disse ao filho que no dia seguinte eles voltariam para encontrá-lo e lhe dar as coisas de que precisava.

Ticiano e o vovô que adotouTiciano e o vovô adotado pela sua família (Foto: Reprodução)

No entanto, eles não conseguiram encontrá-lo por longas duas semanas, e a mãe de Ticiano resolveu procurar o vovô Tano, quando finalmente conseguiu localizá-lo, decidiu que seria uma boa ideia levá-lo para casa.

Tano recebeu um banho quente, comida e até tinha um quarto em sua casa, caso ele decidisse ficar.

Tano conta tristemente em uma entrevista que sua filha tirou sua casa e o deixou na rua, depois que se envolveu com um homem mau, como descrito pelo avô. Apesar das dificuldades que vovô Tano teve que superar, ele agora está muito feliz que uma criança tenha visto a bondade nele e, acima de tudo, que tenha convencido sua família a abrir seu lar e seus corações para recebê-lo.

Atualmente, o vovô mora com a família de Ticiano e é realmente grato por todo o amor e carinho que eles lhe deram. Ticiano e Tano passam a tarde lendo, brincando e cuidando das plantas da casa.

Agora, Ticiano está muito feliz porque ele tem um avô que brinca com ele e concorda com isso.

Fonte: A Grande Arte de Ser Feliz

Novo vírus (coronavírus) que causa o Covid-19 é facilmente morto por produtos desinfetantes, como álcool e água sanitária. Entenda.

Idosa com coronavírus

(Imagem ilustrativa)

O novo coronavírus, que causa a doença do Covid-19, pode ser morto por produtos de limpeza desinfetantes de fácil acesso, como álcool 70%, água sanitária e até com a combinação de água e sabão.

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Por isso, é de grande importância e eficácia que se tome como hábito lavar constantemente as mãos e o pulso, com água e sabão, ou com álcool em gel. O álcool e a água sanitária podem ser utilizados também para a limpeza de superfícies.

De acordo com Rosana Richtmann, infectologista do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, em São Paulo, e membro da sociedade Brasileira de Infectologia, não há grandes dificuldades de se matar o vírus, que não é resistente ao ambiente.

“O vírus possui uma cápsula de gordura protetora, e a limpeza com estes produtos retira a cápsula e mata o vírus”, afirma Wladimir Queiroz, infectologista do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, especialista em doenças infecciosas e parasitárias e membro da Sociedade Brasileira de Infectologia.

Fonte: g1.globo.com/bemestar

É preciso quebrar esse estigma de que toda pessoa idosa é alguém dependente, sem autonomia e que não tem direitos e deveres. Deve-se cada vez mais mostrar que a pessoa idosa tem um lugar e que o ocupa da melhor forma possível e que não está ali apenas esperando o fim, mas que ainda tem muito que viver, aprender e compartilhar com novas gerações.

Infantilização dos idosos

(Imagem ilustrativa)

Quantas vezes nos pegamos tratando pessoas mais velhas de uma forma infantil, principalmente as mais frágeis, usando palavras no diminutivo, como forma de demonstrar amor, carinho e apreço?

É claro que este comportamento é muito ‘comum’ em qualquer família e em alguns contextos de profissionais de saúde. Muitas pessoas tratam seus pais, avós, pacientes e conhecidos como se fossem crianças grandes e, em alguns casos, colocam-se como pais de seus pais, literalmente, conferindo a eles a incapacidade de administrar a própria vida e ser independente em suas atividades de rotina, quando possível.

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Muito desse tratamento tem relação com a retribuição de cuidado que receberam durante toda a vida e, agora, acabam por conduzir esse comportamento como algo ‘normal’.
É importante dizer que ‘infantilizar’ não é a mesma coisa que tratar com carinho.

Infantilizar significa tornar-se infantil, dar feição ao infantil e traz alusões errôneas em torno do ser idoso. Ora, se não ‘adultecemos’ nossos filhos antes da hora, por que infantilizar nossos idosos a uma condição que não o são?

Carinho sempre

Tratar com carinho é permitir, mesmo com dificuldades, que a pessoa possa exercer sua autonomia e independência (quando possível). Auxiliar e não fazer por ele, é carinho. Respeitar suas vontades e decisões é carinho. Chamar de mãezinha, paizinho, vozinha é carinho. Não permitir que a pessoa idosa realize suas atividades, tome suas decisões, participe de atividades e seja chamada por qualquer adjetivo pejorativo que não seu nome é violência emocional.

Muitos irão questionar e dizer que cada um se refere ao familiar como bem deseja, mas o que muitos não conseguem compreender é o quão essa forma de tratar a pessoa idosa. Seja ela dentro ou fora do contexto familiar, pode trazer leituras sobre esta etapa da vida que, ao invés de enaltecer o envelhecimento como um processo natural e comum a todo ser vivo, acaba por censurar sua existência e reduzir esta pessoa como alguém que já não mais pertence a algum lugar ou que possa contribuir com sua experiência.

A infantilização traz para esse público a ‘estigmatização’ de um grupo homogêneo e que segue um padrão de gostos, hábitos, atividades e que possuem as mesmas características, tão enfatizadas e divulgadas que os tornam sempre os ‘bons velhinhos’, ‘frágeis’, ‘bonzinhos’, ‘pobrezinhos’. Até o uso das palavras no diminutivo enfatizam ainda mais o poder da infantilização.

O idoso não é um adulto de cabelos brancos, tampouco uma criança mais velha. O idoso é alguém que passou pelas primeiras etapas de desenvolvimento da vida e que continua a caminhar como qualquer outra pessoa.

Ao infantilizar uma pessoa idosa estamos ocultamente praticando uma violência contra ela, que vai de desencontro ao Estatuto do Idoso quando diz “é obrigação da sociedade, família e Instituição assegurar à pessoa idosa a liberdade, o respeito e a dignidade, como pessoa humana e sujeito de direitos civis, políticos, individuais e sociais, garantidos na constituição e nas leis”.

Exemplo do Oriente

Toma-se como exemplo os países orientais como China e Japão onde os idosos são muito respeitados, honrados e referenciados por suas famílias. O que dizem é seguido por todos, inclusive os mais jovens.

É importante quebrar esse estigma de que todo idoso é alguém dependente, sem autonomia e que não tem direitos e deveres. Deve-se cada vez mais mostrar que a pessoa idosa tem um lugar e que o ocupa da melhor forma possível e que não está ali apenas esperando o fim, mas que ainda tem muito que viver, aprender e compartilhar com novas gerações.

É necessário permitir que haja um estreitamento dos laços, que suas histórias de vida e experiência possam ser valorizadas, que se possa favorecer a inclusão da pessoa idosa promovendo sentido para sua própria existência; reconhecer suas capacidades de trabalho, criatividade, potencialidades.

Ao infantilizar a pessoa idosa criam-se alusões e falsos parâmetros acerca do processo de envelhecimento que pode determinar a forma como essas pessoas são e serão tratadas.
Como você gostaria de ser tratado no futuro?

Mude sua forma de tratamento agora.

Fonte: Portal do envelhecimento e longeviver

Os resultados de uma pesquisa recentemente divulgada revelam muitos benefícios atrelados à adoção de um gato.

Gatinho fofo

(Imagem ilustrativa)

O principal benefício que pode ser extraído da companhia felina diz respeito à esfera dos transtornos relacionados ao estresse, transtornos depressivos e síndrome de ansiedade.

A explicar os mecanismos subjacentes a esta relação benéfica é diretamente Professor Andrea Macchi – Diretor do Centro do Coração e dos Istituti di Ricovero e Cura Gruppo Iseni Sanità di Lonate Pozzolo: “O contato com pêlo de gato produz oxitocina, o hormônio felicidade.

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Cão e gato

Ao contrário do cão, a dificuldade do gato para confiar e contar com o ser humano estimula nesse último o auto-controle e um esforço mais prolongado para se relacionar com o filhote. O contato com o pelo do gato também é agradável e relaxante, tem um efeito positivo sobre a pressão sanguínea e sobre os batimentos cardíacos. Ronronar é uma resposta imediata da atenção dada ao animal e relaxam naturalmente também o paciente, que tem enormes benefícios a nível cardiovascular, prolongando e melhorando a vida humana”.

Resultados

Os resultados do estudo feito, portanto, levaram a uma iniciativa semelhante àquela feita com os cães: foram feitas parcerias com abrigos locais, convidando os pacientes com doença cardiovascular a adotarem um gato. Serão os cardiologistas do centro a explicarem os benefícios aos pacientes, de maneira científica detalhada.

Uma solução que satisfaz dois objetivos: “primeiro, é claro, prolonga a vida do doente e depois, dá uma casa para gatos abandonados, que terão agora uma família”, diz Andrea Macchi, que, para dar um bom exemplo, imediatamente recebeu um gato em casa.

Inútil dizer que você não precisa ter problemas de coração para adotar um gato: ele irá recompensá-lo da mesma maneira – e com muito mais.

Fonte: Blog Cat Club

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