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O cearense Nilo Veloso, de 66 anos, costumava fumar 3 maços de cigarro por dia, mas conseguiu abandonar o vício depois de 34 anos. O que o fez apagar de vez a bituca foi um mal-estar súbito, causado pelo tabagismo, que sofreu enquanto dirigia.

Dinheiro do cigarro foi para viagens

Livre da nicotina desde 2005, o aposentado agora guarda, diariamente, todo o dinheiro que gastava com cigarro em um pote que só abre uma vez por ano. Tudo é gasto com viagens, hobbies e melhorias para a sua casa.

“Comecei a fumar com uns 20 anos, na época era considerado um charme. Fui fumando cada vez mais e cheguei a fumar 3 maços por dia nos dois últimos anos, até que parei no dia 24 de julho de 2005”, relembra o aposentado.

Veloso conta que sua dependência era tanta que ele não esperava nem tomar café da manhã. Acordava, só tomava um golinho de água e já começava a fumar.

Até que certo dia, quando estava com 54 anos, começou a passar muito mal enquanto fumava e dirigia. “Fiquei tonto, tudo ficou escuro, precisei parar o carro por causa da vista embaçada, joguei o cigarro fora e pedi ajuda a Nossa Senhora”, relembra.

Decisão de parar de fumar

Com o susto, Nilo tomou uma decisão na hora. Ele não iria mais fumar daquele dia em diante e guardaria todo o dinheiro que seria gasto com cigarro. Ele não só conseguiu, como continua guardando o dinheiro até hoje.

“Já tinha usado remédio, adesivo e nada adiantou. Neste dia, eu não precisei de nada. Eu falo que Nossa Senhora veio com um bisturi divino e me operou. O que aconteceu foi um milagre”, afirma o aposentado.

Para agradecer Nossa Senhora de Fátima pela conquista, todo dia 13 (dia da santa) Nilo usa branco durante o dia inteiro e vai à missão ao meio dia. “Eu nunca mais senti vontade de fumar”, comenta admirado.

Dinheiro do cigarro que foi poupado

Com o dinheiro que guardou ao longo dos anos, Nilo já viajou com a esposa para a Argentina, Uruguai, Chile, duas vezes para a Serra Gaúcha, reformou os móveis da sua casa, trocou o colchão da sua cama, comprou um computador e uma bicicleta de carbono de R$ 11.800 que usa para pedalar com os amigos 4 vezes por semana.

“Comecei juntando R$ 7,50. Hoje eu guardo R$ 15 todos os dias e só abro o pote em julho. Em média, dá R$ 5.800 por ano”, conta orgulhoso.

E os próximos cofres já têm destino. Um deles vai pagar a viagem que ele e a esposa vão fazer para Aracaju para visitar um amigo de infância. Outro, ele pretende usar para realizar o sonho de ir até o Rio de Janeiro durante o Carnaval para desfilar pela sua escola de samba do coração, a Mangueira.

Alegria de ter abandonado o vício

Passados anos desde o dia em que decidiu mudar de vida, Veloso afirma que nunca mais sentiu vontade de fumar e que tudo mudou para melhor.

“Era tanta nicotina que tive que mandar lavar todas as roupas do armário quando parei de fumar. No começo de 2006 comecei a pedalar e hoje pedalo 28 km de terça e quinta e mais de 50 km de sábado e de domingo. Meu cabelo melhorou, minha pele agora é limpa, até o gosto da água ficou diferente”, comemora.

Fonte: Vix

Doll Jenkins mora em uma casa de repouso e considerou esse foi “o melhor aniversário da sua vida”


O aniversário de 100 anos geralmente marca um momento de cansaço na vida de um indivíduo, que já viu tudo, viveu o que tinha de viver e só espera um pouco de sossego. Não é o caso de Doll Jenkins, que resolveu experimentar uma coisa nova em sua passagem centenária: chamou garçons nus para sua festa.

Doll vive em uma casa de repouso em Colchester (sudeste do Reino Unido), que resolveu fazer uma surpresa para a senhora ilustre e contratou dois gogoboys, após a velhinha sugerir que gostaria da presença deles em sua festa meses antes.

A velhinha conta ao jornal Mirror que no início estava nervosa com a presença deles porque seus parentes também estavam no recinto.

Mas não demorou e lá estava Doll batendo nas nádegas deles sem muita vergonha. Rs.

Os “garçons” serviram pedaços de bolo, sanduíches, biscoitos e vinho.

“Ela adorou o presente. No início estava um pouco tímida, mas depois logo se soltou”, afirmou Leigh Jones, cuidadora sênior da casa.

Após os homens irem embora ela perguntou se “poderia encontrar os homens nus novamente”. “Ela achou que foi seu melhor aniversário”, completou Jones.

A velhinha tem seis netos, dez bisnetos e quatro tataranetos.

Ela mora na casa de repouso há um ano.

Fonte: R7

Se em algum momento você achou que é tarde para viver uma história de amor, esse caso pode mudar sua forma de pensar. O engenheiro aposentado Sid Ratcliffe, de 97 anos, casou-se com Iris Law, de 90 anos, na primeira semana de dezembro, na cidade de Wolverhampton, área central da Inglaterra. O romance dos ingleses começou em 2001, quando, viúvos, se conheceram num ponto de ônibus durante um passeio.

“Ele me fez sentir fora do chão. Foi amor à primeira vista e definitivamente, nunca é tarde demais”, disse Iris em entrevista ao jornal “The Mirror”. Sid tem dois filhos (um já falecido), três netos e três bisnetos. Iris tem cinco filhos, nove netos e seis bisnetos. Uma das filhas dela, Pam, falou ao jornal britânico que “eles parecem dois jovens namorados”. O casamento foi realizado em um cartório, com ajuda de um amigo que falava as palavras em tom mais alto para Sid, que já tem a audição prejudicada devido à idade.

“Precisamos ter mais cuidado agora, mas dividimos a mesma cama. Gostamos de sentar e ficar de mãos dadas, um olhando para o outro. Quando se está velho, não há muito que falar”, disse Sid na entrevista. O casal preferiu não ter lua de mel, apesar de já ter viajado junto outras vezes para a Espanha, Nova York e Reino Unido. Sid e Iris são, de acordo com o “The Mirror”, as pessoas mais velhas a se casarem na Grã-Bretanha atualmente. Planos para o futuro? “De agora em diante é só aproveitar cada dia e cuidar dele do mesmo jeito que ele vai cuidar de mim”, completou Iris.

Fonte: Razões para Acreditar

Vamos aos números da Global Coalition on Aging, entidade voltada para pensar e propor soluções para os desafios que vêm a reboque do envelhecimento da população mundial. Em 2050, haverá 2 bilhões de idosos no planeta, com um poder de compra de 15 trilhões de dólares, e somente 15% das empresas desenvolveram planos que atendam a esse contingente populacional. O mundo parece querer ignorar que a faixa etária acima de 80 é a que mais crescerá nas próximas décadas e que chegar aos 100 anos se tornará rotineiro. O que vemos é um muro de lamentações sobre como lidar com o “problema”, quando, na verdade, o que temos é que nos adaptar e criar condições para atender a esse novo perfil planetário.

Um exemplo sobre a miopia do mercado, e essa sem relação com a longevidade: segundo a revista “Fast Company”, 68% das mulheres usam manequim 44 ou acima dessa numeração. Então por que as marcas ainda insistem em não fabricar roupas para a maioria, que fica restrita a um número restrito de lojas e modelos? Quem se aventurou nesse segmento entendeu que a ditadura da moda não é inclusiva, nem democrática. O Japão, cuja população envelhece num ritmo superior ao de outros países – em 2065, os idosos representarão 40% do total – já mudou as lentes para enxergar a questão. A revista “The Economist” recentemente registrou algumas iniciativas, como a de uma cadeia de academias de ginástica e musculação que fidelizou a clientela mais velha com descontos: hoje, 30% dos frequentadores passaram dos 60.

A gigante de cosméticos Shisheido abraçou a causa por razões bem práticas: esses clientes vivem mais, se mantêm ativos e têm recursos. Tem inclusive uma equipe de maquiadoras/esteticistas que ensina os truques de beleza para essa faixa etária. O ramo das creches para os pequenos está se adaptando para construir centros de convivência e as empresas de robótica desenvolvem soluções para garantir a independência dos idosos dentro e fora de casa. Uma outra lição que os japoneses aprenderam e que deveria ser seguida à risca: para fisgar esses consumidores, não se deve tratá-los como velhinhos. A maioria mantém hábitos que tinha décadas antes, com variações e adaptações de acordo com as limitações impostas pela idade.

Esse blog tratou do tema ao mostrar o trabalho do AgeLab, ligado ao MIT (Massachusetts Institute of Technology). Seu fundador e diretor, Joseph Coughlin, é um ativista da longevidade e prega uma cartilha com cinco pontos básicos. O primeiro: o envelhecimento não é um problema médico a ser solucionado, e sim um estágio da vida a ser reinventado. O segundo: o mercado ainda oferece produtos pasteurizados e esteticamente inaceitáveis, quando os designers deveriam procurar encantar o consumidor. Terceiro: o “carimbo” de velho afasta o público, porque está associado a fragilidade e decadência, por isso os produtos devem ser simples, convenientes e charmosos, características que não têm idade. Quarto: nem sempre é o idoso que faz a compra, portanto os sites e pontos de venda deveriam focar também na faixa etária entre 40 e 50 anos, ampliando a informação disponível. Para fechar: a tecnologia tem que entender e respeitar o consumidor. De nada adianta um lançamento inovador cujo manejo e manutenção sejam complicados.

Fonte: G1

Quando temos amigos, sabemos que não estamos sozinhos e que, não importa o que for colocado em nossos caminhos, sempre teremos alguém com quem contar.

Entre as muitas pessoas que conhecemos em nossas vidas, poucas são as que podemos chamar de amigas. Muitos passam por nós, permanecem por um tempo até cumprir sua missão e depois vão embora. Mas outras pessoas nunca se vão. Ainda que a vida nos guie para caminhos diferentes, a conexão de alma que possuímos com elas é tão forte e verdadeira que nunca estaremos totalmente separados.

Nossos amigos são pessoas insubstituíveis. Eles nos conhecem como ninguém e nos amam verdadeiramente, orgulham-se de nossas conquistas e fazem questão de que saibamos que somos únicos e dignos das melhores coisas da vida.

Em uma amizade verdadeira, não existe inveja, mentiras e maldade. Apenas há espaço para amor, companheirismo e crescimento mútuo.

São relacionamentos puros e sinceros, que nos ajudam a viver com mais alegria, perspectiva e felicidade.

Se você tem um amigo de verdade, provavelmente deseja estar ao seu lado sempre que possível e planeja aventuras e momentos especiais para todas as fases da vida. Desde as maluquices na juventude até os momentos de mais tranquilidade na velhice.

Entretanto, entre as coisas mais especiais que podemos fazer ao lado de nossos amigos é sorrir. Parece que, quando estamos com eles, tudo vira motivo para darmos gargalhadas infinitas que nos tiram o ar e fazem a barriga doer. Mesmo que o momento nem seja tão engraçado assim, vivê-lo ao lado dessa pessoa tão especial torna tudo mais intenso, mais divertido.

As risadas com nossos amigos são sinceras e nos despertam uma sensação única de alegria. Estar ao lado dessas pessoas tira das nossas mentes todos os problemas da vida e nos ajuda a vivermos no agora, com mais positividade e esperança para o que está por vir.

Quando temos amigos, sabemos que não estamos sozinhos e que, não importa o que for colocado em nossos caminhos, sempre teremos alguém com quem contar.

Todos os momentos que compartilhamos com essas pessoas são sagrados e ficam guardados em um lugar muito especial em nossas mentes e corações.

Se você tem um amigo com quem pode contar, esteja perto ou longe, alguém para dividir preocupações, alegrias e boas risadas, você é uma pessoa de muita sorte!

Reserve um tempo, sempre que possível, para estar perto dessa pessoa. Seu espírito se renovará e você perceberá que a vida é muito melhor quando compartilhada com as pessoas que amamos.

Fonte: O segredo

Foto: Matheus de Souza 

Um casal de uruguaios que vivia no Brasil decidiu bater de frente com a ideia de que é preciso ser jovem para curtir a vida! Eles tomaram uma importante decisão e venderam tudo que tinham para viajar o mundo.

A proposta da viagem é não ter pressa para voltar pra casa e tem um detalhe bastante curioso: a viagem tem sido feita em cima de uma motocicleta!

Serafim Fernandéz tem 72 anos e Shirley Elena, 70. Eles são casados, nascidos no Uruguai, mas viveram no estado do Maranhão durante 40 anos de suas vidas. Os dois são formados em gestão de negócios, hotelaria e turismo. Eles sempre trabalharam nessa área.

Serafim e Shirley nunca tiveram filhos nem acumularam patrimônio. Certo dia, decidiram vender todos os seus móveis para investir na motocicleta. A ideia inicial era simplesmente embarcar em uma viagem pelo mundo, totalmente sem compromisso e sem data para acabar.

“Me sinto livre pela primeira vez porque a gente sempre cuidou dos outros, fazendo serviços para outros, com qualidade. Tudo tinha que ser certinho. Hoje nós continuamos fazendo as coisas direito, mas para a gente e de uma forma espontânea. Se precisamos parar em qualquer lugar, paramos, descansamos, se precisamos dormir, dormimos. Não temos data, horário, nada. A gente está só andando”, contou Fernandéz em uma entrevista ao G1 em junho de 2017 – quando deram início a essa aventura!

Por dia, eles costumam pilotar de 200 a 300 km, sem pressa. O plano era conhecer todas as capitais brasileiras. A cidade de Palmas, no Tocantins, foi a primeira na qual eles pararam depois que começaram a jornada – também em junho de 2017.

Na motocicleta, só o que é totalmente necessário para a viagem – eles fazem questão de não levar quase nada! O que Shirley e Serafim querem mesmo é sentir a sensação de liberdade e prazer da vida.

“Estamos vivendo de forma intensa e diferente do que tínhamos vivido e agora nos libertamos. Estamos completamente livres e nossa casa agora é a moto. Isso está sendo fantástico”, afirmou Shirley ao G1.

Fonte: GoHurb 

 

 

“Quem disse que uma andorinha só não faz verão?” O comentário de um popular na internet sobre o Parque Linear Tiquatira resume bem a história por trás do verde de uma das principais áreas de lazer e recreação da Zona Leste de São Paulo. Às margens do córrego que dá nome ao bosque, as mais de 25 mil árvores presentes surgiram, em sua maior parte, da perseverança de um único cidadão.

Hélio da Silva, 67 anos, administrador de empresas aposentado, mais conhecido pela merecida alcunha de “Plantador de Árvores”, plantou a primeira muda no local em 23 de novembro de 2013. Quatro anos e 5 mil árvores depois, a recuperação de uma área antes degradada motivou a Prefeitura de São Paulo a transformar o bosque no primeiro parque linear (no decurso de um rio) da capital paulista. 

“Antes, havia lá umas 15 árvores de replantio apenas”, recorda Silva. “Era uma área degradada, suja, cheia de entulhos, altamente frequentada por traficantes e usuários de drogas”, diz o empresário, natural de Promissão (SP) e desde os 8 anos morador de São Paulo. 

A instituição do parque levou Silva a acelerar ainda mais o ritmo. Quanto mais gente e pássaros eram atraídos para a ilha verde em meio ao concreto, mais buracos Silva cavava para novas mudas. “As árvores são generosas, oferecem ar puro, ajudam a preservar as nascentes, dão frutos, atraem pássaros, embelezam com flores e contribuem para reduzir a temperatura em seu entorno e retêm 40% das chuvas torrenciais, evitando erosões”, diz, justificando seu fascínio pelas plantas. 

Hoje, o parque de 320 mil metros quadrados está densamente arborizado. Somente Silva plantou 25.047 árvores no local, com sobrevida de 88% (nos cálculos dele). São mais de 150 espécies da Mata Atlântica, o que inclui o ameaçado pau-brasil e também a araucária, símbolo do Paraná. Entre as árvores mais recorrentes estão jequitibás, aroeiras, ipês e embaúbas. 

Frutas e pássaros

Quem aproveita a pista de caminhada para se exercitar não tarda a ouvir o cantar dos pássaros, que só deram as caras após o surgimento dos primeiros frutos. De acordo com Silva, a cada 12 árvores plantadas por ele, uma é frutífera. Araçás, amoras, frutas do conde, pêssegos do mato, jabuticabas, figueiras oferecem um verdadeiro banquete para sabiás, sanhaços, periquitos, maracanãs, maritacas, tico-ticos, saíras, entre outras 20 espécies de pássaros avistados, segundo a Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente. 

“Estava mostrando para minha mãe o quanto o Tiquatira melhorou com as árvores”, comentou Robson Xavier de Carvalho, vizinho do bosque, em postagem na página “Plantador de Árvores” numa rede social. “O senhor é gente que faz a diferença. Somos gratos ao senhor por ter deixado nossa região tão arborizada assim”, escreveu Laelson Sousa na mesma página, utilizada por Silva para divulgar o “balancete” das árvores plantadas no Tiquatira e em outros cantos da capital. 

Pouca ajuda e vandalismo

São incontáveis as mensagens de parabéns pela boa ação, porém, são poucas as pessoas que se dispõem a ir além, pondo a mão na massa. Mensagens como “se precisar de ajuda, me avise”, Silva sabe bem, não ajudam a transformar o cinza em verde. “Atualmente, conto com duas pessoas, o Carlos e o Waldemar, que me ajudam há dois anos. Nesses quase 15 anos, algumas pessoas me apoiaram, mas foram ficando pelo caminho. Em São Paulo, o vizinho é um anônimo, e a maioria das pessoas quer saber apenas de seus problemas particulares”, lamenta Silva. 

Apesar da falta de apoio, Silva se diz feliz pelas conquistas — cada novo pássaro avistado, por exemplo, é uma conquista —, especialmente quando relembra os árduos primeiros passos de sua jornada. Por muitos anos, Silva via o dinheiro tirado do próprio bolso para a aquisição de adubo e mudas ir para o ralo com a devastação das árvores pelos vândalos. Segundo ele, todas as suas primeiras 200 árvores foram totalmente destruídas. 

O vandalismo se repetia, mais árvores eram destruídas e o poder público — de quem Silva diz nunca ter esperado muito — poucas providências tomava. “Além de não poder estar em todos os lugares ao mesmo tempo, o poder público é lerdo, moroso, burocrático e, muitas vezes, sem vontade nenhuma de ser fraterno, cidadão, generoso”, diz. 

Meta: 50 mil árvores

Graças à perseverança do plantador de árvores, a sensação quando se está no Parque Linear Tiquatira é de que os males da poluição de uma cidade com frota de quase 8,7 milhões de veículos (levantamento do Detran/SP) dão uma trégua. “Um parque é a maior unidade básica de saúde, é o melhor hospital. Aqui está a cura para uma doença que afeta mais da metade de humanidade, a depressão”, comenta o Plantador de Árvores. 

A boa notícia para a saúde do paulistano é que a jornada de Hélio da Silva parece estar longe do fim. “Vou dedicar todo o tempo restante da minha vida a isso. Quero chegar, no mínimo, a 50 mil árvores como legado para as futuras gerações”, diz o empresário, pai de três filhos e avô de três netos. Todos os sábados e domingos de manhã, Silva é visto contemplando o Tiquatira, normalmente acompanhado de suas ferramentas e de mais algumas mudas em mãos. Os pulmões da vizinhança agradecem. 

O senhor já se dá por satisfeito ou pretende prosseguir plantando árvores? 

Hélio da Silva – Meu propósito é plantar 50 mil árvores na zona leste de São Paulo, cuja população ultrapassa 6,2 milhões de habitantes. Só no parque linear cabem, seguramente, mais 8 mil. Por isso, quero fazer um grande maciço de árvores com grande densidade. Isso para evitar ocupação irregular. 

Como o senhor ganhou o apelido de “Plantador de Árvores”? 

Um dia me perguntaram: Quem é o senhor? Respondi que era um plantador de árvores, e isso pegou. Planto árvores onde eu estiver, no Parque Tiquatira [capital paulista], no Sul de Minas Gerais, em espaços que necessitem de áreas verdes.  

Sua história de vida como plantador de árvores já frutificou? Mais gente seguiu seu exemplo? 

Várias pessoas têm essa iniciativa [de plantar árvores em áreas públicas], e talvez tenham se inspirado na minha história; mas isso é presunção, deixa pra lá. Farei a minha parte muito bem feita. Gosto de dividir “minhas” árvores com todos. Tenho mais de 25 mil filhos ecológicos e três biológicos e mais três netos, que lá na frente vão cuidar disso.

Fonte: São Paulo São

 

 

Evangelina e João completam 75 anos de união no dia 18 de dezembro. Comemoração foi antecipada e reuniu filhos, netos e bisnetos na residência do casal em Petrópolis.

“É o amor da minha vida!”, foi assim que o coronel reformado João Jucá, de 102 anos, definiu o sentimento pela mulher Evangelina Jucá, de 94, durante a comemoração das bodas de brilhante do casal, que completa 75 anos de união nesta terça-feira (18).

João e Evangelina se casaram em dezembro de 1943 na Matriz de São José do Vale do Rio Preto. A celebração antecipada das bodas de brilhante ocorreu no domingo (16) e reuniu a família na residência do casal – que tem cinco filhos, 16 netos e 18 bisnetos – em Petrópolis, na Região Serrana do Rio.

A comemoração contou com uma cerimônia curta, seguindo uma orientação médica para não cansar o casal, e também teve direito a brinde com espumante e demonstrações públicas de carinho entre Evangelina e João.

Ao som da música “Fascinação”, na voz de Elis Regina, que é considerada a música dos dois, João falou sobre como é viver tanto tempo juntos.

“A gente quando gosta, tudo é fácil”, disse entre beijos e abraços com a companheira de décadas.

Já Evangelina afirmou: “Quando a gente vê, já tá [junto há] 75 anos, é mole? A gente não acredita!”.

O amor que um sente pelo outro é demonstrado de diversas formas. Seja com o anel de brilhante que Evangelina ganhou do marido no dia da comemoração, seja pelo buquê de flores, pelo sorriso largo, pela companhia ou nos pequenos gestos do dia a dia.

“Eles não comem um sem o outro. Não vão dormir um sem o outro. Não levantam da cama um sem o outro. Eles ficam assim no sofá sentados juntinhos, de mãos dadas, vendo televisão”, disse a filha do casal, Regina Célia Jucá.

Para o neto Augusto Bender, é um privilégio acompanhar a história de amor dos dois.

“São um exemplo a ser seguido nesse mundo atual, de muitas relações que se tornam cada vez mais superficiais. Eles merecem todas as homenagens possíveis”, disse Augusto.

Fonte: G1

Um pensionista holandês de 69 anos iniciou uma ação legal pedindo para que um tribunal o autorize a mudar a idade que tem no seu documento de identificação, passando a ser identificado como tendo menos 20 anos.

Na foto, o holandês de 69 anos que pediu para legalmente mudar de idade

Na imagem, o holandês Emile Ratelband.

Emile Ratelband, nascido a 11 de março de 1949, apresentou um pedido no passado para que a sua data de nascimento fosse alterada oficialmente para 11 de março de 1969, mas o órgão em causa recusou, segundo conta o De Telegraaf. Na sequência dessa decisão, Ratelband entrou agora com uma ação legal em tribunal contra o Governo holandês, alegando que, se o Estado permite a qualquer cidadão que alterar o seu nome ou o seu género, então também lhe deveria ser autorizada a mudança de idade.

“Pode-se mudar de nome. Pode-se mudar de gênero. Por que não de idade? Não há questão com tanta discriminação como com a idade”, declarou Ratelband ao jornal holandês, citado pelo britânico The Telegraph. “Fiz exames e o que é que eles revelam? Que a minha idade biológica corresponde aos 45 anos”, garante o pensionista.

As motivações para a mudança prendem-se com as “discriminações” que Ratelband diz sofrer devido à idade, tanto a nível profissional e pessoal. “Com 69 anos, estou limitado. Com 49 posso comprar uma casa nova, conduzir um carro diferente, arranjar mais trabalho”, explica. “Quando estou no Tinder e lá diz que tenho 69 anos, não recebo nenhuma resposta. Com 49, com a cara que tenho, ficaria numa posição de luxo.”

Em tribunal, o juiz disse compreender o argumento de Ratelband que compara a mudança de idade à de gênero, já que em tempos tal teria sido impensável. Contudo, explicou, o tribunal tem dificuldades em dar-lhe razão, já que ao permitir alterações de idade abriria espaço a vazios legais sobre o passado dos cidadãos. Sem a existência legal de Ratelband entre 1949 e 1969, o que fazer a esses anos? “Quem é que os seus pais tomavam conta nessa altura então? Quem era esse rapazinho?”, questionou o juiz.
O tribunal tomará uma decisão final sobre o caso dentro de um mês.

O tribunal tomará uma decisão final sobre o caso dentro de um mês.

Fonte: Observador

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O governo federal e estadual vem oferecendo vários benefícios a diferentes classes de cidadãos visando facilitar as suas vidas, e para as pessoas da terceira idade, é disponibilizado o Cartão do Idoso 2019.

Não deixe de conferir os próximos tópicos e saiba mais detalhes de como este documento funciona e como você pode fazer para ter o seu.

Cartão do Idoso 2019

Um dos maiores desafios enfrentados por quem tem mais de 60 anos está na locomoção, seja em viagens no próprio município, estaduais ou interestadual. Por conta disso foi desenvolvido o Cartão do Idoso para facilitar as viagens deste grupo de brasileiros.

A lei que regulamenta esse benefício foi definida em 2006, e segundo ela, o idoso que tiver este cartão qualifica a obter descontos ou até mesmo isenção no pagamento durante as suas viagens.

Para garantir que este benefício realmente funcione, a lei obriga todos os ônibus convencionais a reservarem no mínimo 2 lugares par10a os idosos. É importante ter em conta que esta obrigação não vale para os ônibus leito ou executivo.

Para evitar constrangimentos e falta de assento, é recomendado que o idoso realize uma reserva antecipada do seu bilhete. Para distâncias que não excedem os 500 km, a reserva deve ser realizada com 6 horas de antecedência. Agora, para o idoso que vai viajar por mais de 500 km, é necessário que a reserva seja efetuada com 12 horas de antecedência.

Como Fazer o Cartão do Idoso

Quem deseja obter esse documento deve procurar se informar no seu próprio município, pois o processo de obtenção do mesmo não é o mesmo para todos os municípios brasileiros. Também vale salientar que dependendo da sua localidade, este cartão pode oferecer gratuidade no transporte ou acesso aos assentos reservados.

Confira os locais onde você pode se dirigir para realizar a requisição do seu Cartão Idoso 2019 no seu município, logo abaixo:

• Prefeitura do Município;
• Agências de transporte público do município;
• Detran do Município;
• Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) do município.

Na hora de se dirigir a um posto de atendimento para a obtenção do Cartão Idoso, é necessário que se tenha em mãos os seguintes documentos:

• Comprovante de endereço;
• CPF e Documento de Identidade;
• Licenciamento do Veículo (para o idoso que deseja o acesso ao estacionamento prioritário);
• 1 foto 3×5;

Quem tem Direito ao Cartão do Idoso

Em geral, toda pessoa brasileira com mais de 60 anos de idade tem direito de receber a carteirinha do idoso.

Quanto aos benefícios, somente os idosos com mais de 65 anos podem usar o transporte urbano e semiurbano de forma gratuita.

Para o idoso com 60 anos é disponibilizado o acesso às vagas reservadas nos estacionamentos.

Como Renovar o Cartão do Idoso 2019

Para continuar a ter acesso aos benefícios reservados ao idoso, é necessário que seja feita a renovação do Cartão do Idoso.

A renovação desse documento é totalmente gratuita, e o beneficiário somente precisa de ter consigo os documentos que usou na primeira via da carteirinha do Idoso para poder obter uma nova.

Quanto ao local de renovação, este pode ser o mesmo em que você emitiu a primeira via do documento ou outro centro de atendimento situado no seu município.

Fonte: PIS 2019