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Reprodução: Razões Para Acreditar 

Seu Vicente sempre foi um grande admirador da Dona Inês. Admiração por uma mulher que cuidou dos 12 filhos sozinha e do ex-marido, doente e acamado, por mais de 40 anos.

Inês e Dorlindo se conheceram em Lamim, no interior de Minas Gerais, cidade natal de ambos. Depois de casados, foram morar em Belo Horizonte. Dorlindo trabalhava na prefeitura e, conforme a família crescia, fazia ‘bicos’ de pedreiro e vendia colchões e travesseiros, que ele mesmo produzia. Também construiu a casa da família e um imóvel onde Inês montou seu Armarinho.

Quando o filho mais novo deles nasceu, Dorlindo sofreu um atropelamento. Ele teve traumatismo e um aneurisma: ficou entre a vida e a morte. Dorlindo chegou a ficar em um hospital psiquiátrico, mas voltou para casa para ser cuidado por Inês.

“Alguns tios mais novos e os netos não se lembram dele são. É muito triste, mas todos nós acompanhamos de perto o amor dos dois! Meu avô sempre foi um doce com todos nós e a minha avó cuidou dele com todo o amor e dedicação do mundo. Até o último dia de vida dele”, disse a neta de Inês, Júlia Neves, em conversa com o Razões para Acreditar.

Dorlindo morreu aos 92 anos. E só depois de três anos da sua morte, Vicente, que nunca foi casado nem tem filhos, disse para Inês que a amava. Foi na saída de uma missa na igreja que os dois frequentam. Vicente levou Inês até sua casa e a pediu em casamento.

“Ela não aceitou no início, mas comentou com a minha mãe, que percebeu que mesmo envergonhada, vovó mantinha um carinho por ele! Não demorou muito pra notícia se espalhar na família. E todos foram conversar com ela, demonstrando que ficamos felizes e que abençoamos a união!”

Vicente, 84 anos, e Inês, 88 anos, começaram a namorar pouco antes do Natal. Ficaram noivos no dia 21 de janeiro, no aniversário dela. Como são católicos, fazem questão de se casar na igreja. Falta só o padre retornar das férias para marcarem a data do casório. Pra quê esperar mais, né?

“Eles são muito simples, discretos, mas é lindo vê-los juntos! É visível que um futuro muito feliz os espera e todos nós estamos radiantes e emocionados com esta virada na vida da minha avó! Nunca é tarde para ser feliz!”

“Afinal, foram anos de uma vida sofrida para minha avó e de solidão para o Seu Vicente, que nunca se casou e agora ganha de brinde uma família gigante!”, comemora Júlia.

Fonte: Razões Para Acreditar 

O acessório ajuda com o controle de gastos no mês, mas também é útil para acabar com outras manias indesejadas.

A pulseira Pavlok chegou ao mercado em 2015 com a proposta de ajudar as pessoas a acabarem com maus hábitos, como roer as unhas, dando pequenos choques elétricos toda vez que a ação indesejada fosse realizada.

Agora, graças a uma plataforma criada pela empresa de tecnologia britânica, Intelligent Environments, a pulseira inteligente pode ter mais uma função: ajudar no controle de gastos mensais.

Isso significa que cada vez que você ultrapassar o limite do cartão de crédito ou gastar dinheiro acima de um valor específico, o acessório te dará choques de até 255 volts.

A plataforma Interact IoT (Internet of Things, ou Internet das Coisas, em tradução livre), lançada no ano passado, permite usuários vincularem suas contas bancárias ou dados do cartão de crédito com a pulseira ou qualquer outro dispositivo conectado à internet.

A partir de um limite de gastos pré-estabelecido pelo usuário, um aplicativo irá emitir mensagens para mantê-lo alerta quando estiver gastando demais e/ou se aproximando do limite. Caso o usuário persista, a pulseira dispara o choque.

O resultado das pequenas descargas elétricas é fazer com que o cérebro passe a assimilar de maneira cada vez mais instintiva quais ações devem ser evitadas.

O fabricante afirma, com base em pesquisas comportamentais, que o método (apesar de polêmico) pode modificar os hábitos de uma pessoa em apenas um mês.

E não se preocupe: a corrente elétrica do aparelho não causa nenhum risco à saúde – são apenas 4 miliampères, enquanto uma descarga elétrica precisaria de 75 miliampères para provocar arritmia cardíaca 

Parece loucura? Masoquismo? Pois saiba que bancos estrangeiros já avaliam a tecnologia – ainda não disponível no Brasil – para ofertá-la a seus clientes.

Fonte: Exame 

 

Milhares de pessoas passam por nossas vidas, mas apenas algumas permanecem para sempre. Certamente, na infância e adolescência, costumávamos nos cercar de pessoas que considerávamos nossos amigos, mas à medida que envelhecemos, o círculo de amizade é tão limitado que podemos contar amigos verdadeiros com os dedos de uma mão.

Bem, sabe que essas duas mulheres, que se conheceram quando estavam na sétima série, tinham muitos amigos, mas agora, 84 anos depois, elas só têm uma a outra.

Phyllis Hines e Barbara Noone são amigas realmente inseparáveis. Assim que se conheceram, começaram uma amizade próxima que as manteve juntas ao longo dos anos. Enquanto ambas fizeram suas vidas independentes como se casar, ter filhos e até mesmo enterrar seus maridos, elas procuraram maneiras de se encontrar pelo menos uma vez por mês.

Elas não querem parar de se ver, porque as lembranças as unem e as mantém animadas dia a dia.

“Foi a amizade mais maravilhosa do mundo”, disse Phyllis durante a comemoração do 95º aniversário de ambas. Elas celebram seu aniversário com alguns dias de intervalo, por isso, costumam comemorar juntas.

“Honestamente, eu não me lembro de estar com raiva dela…Você sabe como as meninas podem ser” disse Phyllis referindo-se a sua amiga, que sempre a acompanhou em suas aventuras e apoiou suas decisões.

Hoje, aos 95 anos de ambas e aos 84 anos de amizade, as duas fazem todo o possível para se visitarem, pois é claro que a vida está ficando difícil e é sempre bom ter uma amiga.

Fonte: A Soma de Todos os Afetos 

O segredo para uma vida de um século – pelo menos para um centenário da Carolina do Sul – é um copo de cerveja gelada, todos os dias, diz uma senhora americana.

A senhora Mildred “Millie” Bowers, celebrará seu aniversário de 103 anos no dia 31 de agosto. Uma das nove meninas de sua família, Bowers sobreviveu à Grande Depressão e sobreviveu a dois maridos. E ela credita a cerveja como um dos segredos para sua longevidade.

“Está tudo nos genes”, disse Bowers a uma afiliada local de tv. “Eu me sinto bem porque estou bem de saúde.”

Ela ainda acrescentou: “Tome uma cerveja, ordens do médico”.

Bowers tirou a aprovação do médico para tomar cerveja regularmente depois de compartilhar seu amor pela bebida com as enfermeiras em suas instalações de vida assistida.

Ela disse que o médico imediatamente aprovou – e agora ela tem o seu café todos os dias às 4 da tarde, com uma cervejinha.

Se outros idosos deveriam ou não adotar a prática de tomar uma cerveja diariamente, ela disse: “Sim, se eles gostarem”.

“Veja, sempre há pessoas que não gostam de café e pessoas que não gostam de chá”, acrescentou Bowers, “mas quero que todos bebam o que gostam”.

Durante uma das construções das Grandes Pirâmides, em Gizé, no Egito, cada trabalhador recebia uma ração diária de quatro a cinco litros de cerveja, que servia tanto de nutrição quanto de refresco, crucial para a construção das pirâmides.

Entre alguns dos primeiros escritos sumérios contêm referências à cerveja; exemplos incluem uma oração à deusa Ninkasi, conhecida como “O Hino a Ninkasi”, que serviu tanto como uma oração quanto como um método de lembrar a receita da cerveja em uma cultura com poucas pessoas alfabetizadas.

Essa é uma bebida fermentada usando arroz e frutas foi feita na China por volta de 7000 aC. Diferentemente do saquê, o molde não foi utilizado para sacarificar o arroz (fermentação amilolítica); o arroz provavelmente foi preparado para fermentação por mastigação ou maltagem.

Dentre esses ingredientes da cerveja, pode contribuir com a vitalidade e um aspecto de vigor a saúde.

Toda essa quantidade de antioxidante presente na cerveja pode variar dependendo da marca e processo da sua fabricação, então você deve olhar bem no rótulo quais os componentes da fermentação e fabricação da cerveja.

Vale lembrar que esse consumo não é beber uma caixa de cerveja, ou uma dúzia, e sim de modo moderado e eventual, e vale te dizer que alta quantidade de álcool tem efeito contrário e envelhece o organismo.

A amarelinha cerveja é uma das mais antigas bebidas alcoólicas mais consumidas no mundo, e a terceira bebida mais popular depois da água e do chá.

A cerveja é produzida a partir de grãos de cereais – mais comumente a partir de malte de cevada, embora também sejam usados ​​trigo, milho (milho) e arroz.

Fonte: Feliz Saúde 

 

Foto: Matheus de Souza 

Um casal de uruguaios que vivia no Brasil decidiu bater de frente com a ideia de que é preciso ser jovem para curtir a vida! Eles tomaram uma importante decisão e venderam tudo que tinham para viajar o mundo.

A proposta da viagem é não ter pressa para voltar pra casa e tem um detalhe bastante curioso: a viagem tem sido feita em cima de uma motocicleta!

Serafim Fernandéz tem 72 anos e Shirley Elena, 70. Eles são casados, nascidos no Uruguai, mas viveram no estado do Maranhão durante 40 anos de suas vidas. Os dois são formados em gestão de negócios, hotelaria e turismo. Eles sempre trabalharam nessa área.

Serafim e Shirley nunca tiveram filhos nem acumularam patrimônio. Certo dia, decidiram vender todos os seus móveis para investir na motocicleta. A ideia inicial era simplesmente embarcar em uma viagem pelo mundo, totalmente sem compromisso e sem data para acabar.

“Me sinto livre pela primeira vez porque a gente sempre cuidou dos outros, fazendo serviços para outros, com qualidade. Tudo tinha que ser certinho. Hoje nós continuamos fazendo as coisas direito, mas para a gente e de uma forma espontânea. Se precisamos parar em qualquer lugar, paramos, descansamos, se precisamos dormir, dormimos. Não temos data, horário, nada. A gente está só andando”, contou Fernandéz em uma entrevista ao G1 em junho de 2017 – quando deram início a essa aventura!

Por dia, eles costumam pilotar de 200 a 300 km, sem pressa. O plano era conhecer todas as capitais brasileiras. A cidade de Palmas, no Tocantins, foi a primeira na qual eles pararam depois que começaram a jornada – também em junho de 2017.

Na motocicleta, só o que é totalmente necessário para a viagem – eles fazem questão de não levar quase nada! O que Shirley e Serafim querem mesmo é sentir a sensação de liberdade e prazer da vida.

“Estamos vivendo de forma intensa e diferente do que tínhamos vivido e agora nos libertamos. Estamos completamente livres e nossa casa agora é a moto. Isso está sendo fantástico”, afirmou Shirley ao G1.

Fonte: GoHurb 

 

 

Cientistas brasileiros, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, descobriram que um hormônio produzido durante exercícios físicos pode recuperar a memória e levar à melhora do Alzheimer ou, possivelmente, à esperada cura da doença.

Ginástica na piscina uma hora por dia, cinco vezes na semana, fez melhorar a memória de camundongos graças ao hormônio chamado irisina, descoberto há seis anos. Produzida nos músculos, com o estímulo da atividade física, a irisina cai na corrente sanguínea.

Os cientistas já conheciam o efeito dela para reduzir as reservas de gordura, mas este novo estudo mostra o poder do hormônio quando ele chega ao cérebro.

A pesquisa foi desenvolvida por 20 pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e cinco colaboradores estrangeiros.

Como

A irisina fortalece as sinapses, que são os prolongamentos dos neurônios, responsáveis pela conexão entre as células – função prejudicada nas pessoas com Alzheimer.

Ela favorece esta conexão e as informações são registradas na memória.

Algumas cobaias produziram a irisina durante a atividade. Outro grupo recebeu uma substância sintética que imita o hormônio. Os resultados foram iguais.

O normal é que eles fiquem curiosos e se aproximem dos objetos que estão vendo pela primeira vez.

Se escolhem para brincar as peças com que já tiveram contato antes, é porque não são capazes de memorizar e assim não aprendem.

As cobaias têm Alzheimer e os cientistas notaram que, após cinco semanas de treino na piscina, os efeitos nocivos da doença praticamente desapareceram.

Os camundongos passaram com nota máxima em todos os testes de memória.

Remédio

“É uma promessa de tratamento. Um remédio com este hormônio pode anular os efeitos nocivos do Alzheimer”.

“Mas a fabricação do medicamento pode demorar, depende ainda de testes em seres humanos. E a gente pode começar a produzir este hormônio agora. É só não ficar parado”.

“Esse novo hormônio poderá ser a base para um futuro remédio, da mesma forma como, por exemplo, a insulina é um remédio para o diabetes hoje em dia”, disse o neurocientista Sérgio Ferreira.

“O exercício físico induz a produção de irisina no nosso corpo. Então, a gente pode usar isso a nosso favor para que a gente consiga evitar ter perda de memória e doença de Alzheimer no futuro”, explicou o também neurocientista Mychael Lourenço.

 

Fonte: Só Notícia Boa

Momentos de estresse intensos não são inofensivos, pelo contrário, vários quadros depressivos, síndrome do pânico e ansiedade têm como ingrediente comum o estresse. Além de afetar a saúde mental, o estresse também pode causar problemas físicos; e o coração pode ser um dos afetados.

Estresse e doenças do coração

Uma pesquisa publicada no Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism mediu os níveis de cortisol, chamado de hormônio do estresse, ao longo de um período de 24 horas em amostras de urina de 861 pessoas acima de 65 anos de idade. A avaliação foi feita durante seis anos de estudo.

No período, 183 participantes do estudo morreram. Os altos níveis de cortisol foram observados nos óbitos decorrentes de ataque cardíaco e acidente vascular cerebral (AVC).

Perturbando o organismo

Quando divididos em três grupos com base nos níveis do hormônio do estresse, o grupo dos participantes com os maiores níveis de cortisol apresentou um risco cinco vezes maior de morrer por doenças cardiovasculares, concluiu a pesquisa.

A alta liberação de hormônios em situações estressantes perturba o organismo, provocando reações que englobam desde o aumento da pressão arterial a um fulminante ataque cardíaco.

Fonte: Vix

“Quem disse que uma andorinha só não faz verão?” O comentário de um popular na internet sobre o Parque Linear Tiquatira resume bem a história por trás do verde de uma das principais áreas de lazer e recreação da Zona Leste de São Paulo. Às margens do córrego que dá nome ao bosque, as mais de 25 mil árvores presentes surgiram, em sua maior parte, da perseverança de um único cidadão.

Hélio da Silva, 67 anos, administrador de empresas aposentado, mais conhecido pela merecida alcunha de “Plantador de Árvores”, plantou a primeira muda no local em 23 de novembro de 2013. Quatro anos e 5 mil árvores depois, a recuperação de uma área antes degradada motivou a Prefeitura de São Paulo a transformar o bosque no primeiro parque linear (no decurso de um rio) da capital paulista. 

“Antes, havia lá umas 15 árvores de replantio apenas”, recorda Silva. “Era uma área degradada, suja, cheia de entulhos, altamente frequentada por traficantes e usuários de drogas”, diz o empresário, natural de Promissão (SP) e desde os 8 anos morador de São Paulo. 

A instituição do parque levou Silva a acelerar ainda mais o ritmo. Quanto mais gente e pássaros eram atraídos para a ilha verde em meio ao concreto, mais buracos Silva cavava para novas mudas. “As árvores são generosas, oferecem ar puro, ajudam a preservar as nascentes, dão frutos, atraem pássaros, embelezam com flores e contribuem para reduzir a temperatura em seu entorno e retêm 40% das chuvas torrenciais, evitando erosões”, diz, justificando seu fascínio pelas plantas. 

Hoje, o parque de 320 mil metros quadrados está densamente arborizado. Somente Silva plantou 25.047 árvores no local, com sobrevida de 88% (nos cálculos dele). São mais de 150 espécies da Mata Atlântica, o que inclui o ameaçado pau-brasil e também a araucária, símbolo do Paraná. Entre as árvores mais recorrentes estão jequitibás, aroeiras, ipês e embaúbas. 

Frutas e pássaros

Quem aproveita a pista de caminhada para se exercitar não tarda a ouvir o cantar dos pássaros, que só deram as caras após o surgimento dos primeiros frutos. De acordo com Silva, a cada 12 árvores plantadas por ele, uma é frutífera. Araçás, amoras, frutas do conde, pêssegos do mato, jabuticabas, figueiras oferecem um verdadeiro banquete para sabiás, sanhaços, periquitos, maracanãs, maritacas, tico-ticos, saíras, entre outras 20 espécies de pássaros avistados, segundo a Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente. 

“Estava mostrando para minha mãe o quanto o Tiquatira melhorou com as árvores”, comentou Robson Xavier de Carvalho, vizinho do bosque, em postagem na página “Plantador de Árvores” numa rede social. “O senhor é gente que faz a diferença. Somos gratos ao senhor por ter deixado nossa região tão arborizada assim”, escreveu Laelson Sousa na mesma página, utilizada por Silva para divulgar o “balancete” das árvores plantadas no Tiquatira e em outros cantos da capital. 

Pouca ajuda e vandalismo

São incontáveis as mensagens de parabéns pela boa ação, porém, são poucas as pessoas que se dispõem a ir além, pondo a mão na massa. Mensagens como “se precisar de ajuda, me avise”, Silva sabe bem, não ajudam a transformar o cinza em verde. “Atualmente, conto com duas pessoas, o Carlos e o Waldemar, que me ajudam há dois anos. Nesses quase 15 anos, algumas pessoas me apoiaram, mas foram ficando pelo caminho. Em São Paulo, o vizinho é um anônimo, e a maioria das pessoas quer saber apenas de seus problemas particulares”, lamenta Silva. 

Apesar da falta de apoio, Silva se diz feliz pelas conquistas — cada novo pássaro avistado, por exemplo, é uma conquista —, especialmente quando relembra os árduos primeiros passos de sua jornada. Por muitos anos, Silva via o dinheiro tirado do próprio bolso para a aquisição de adubo e mudas ir para o ralo com a devastação das árvores pelos vândalos. Segundo ele, todas as suas primeiras 200 árvores foram totalmente destruídas. 

O vandalismo se repetia, mais árvores eram destruídas e o poder público — de quem Silva diz nunca ter esperado muito — poucas providências tomava. “Além de não poder estar em todos os lugares ao mesmo tempo, o poder público é lerdo, moroso, burocrático e, muitas vezes, sem vontade nenhuma de ser fraterno, cidadão, generoso”, diz. 

Meta: 50 mil árvores

Graças à perseverança do plantador de árvores, a sensação quando se está no Parque Linear Tiquatira é de que os males da poluição de uma cidade com frota de quase 8,7 milhões de veículos (levantamento do Detran/SP) dão uma trégua. “Um parque é a maior unidade básica de saúde, é o melhor hospital. Aqui está a cura para uma doença que afeta mais da metade de humanidade, a depressão”, comenta o Plantador de Árvores. 

A boa notícia para a saúde do paulistano é que a jornada de Hélio da Silva parece estar longe do fim. “Vou dedicar todo o tempo restante da minha vida a isso. Quero chegar, no mínimo, a 50 mil árvores como legado para as futuras gerações”, diz o empresário, pai de três filhos e avô de três netos. Todos os sábados e domingos de manhã, Silva é visto contemplando o Tiquatira, normalmente acompanhado de suas ferramentas e de mais algumas mudas em mãos. Os pulmões da vizinhança agradecem. 

O senhor já se dá por satisfeito ou pretende prosseguir plantando árvores? 

Hélio da Silva – Meu propósito é plantar 50 mil árvores na zona leste de São Paulo, cuja população ultrapassa 6,2 milhões de habitantes. Só no parque linear cabem, seguramente, mais 8 mil. Por isso, quero fazer um grande maciço de árvores com grande densidade. Isso para evitar ocupação irregular. 

Como o senhor ganhou o apelido de “Plantador de Árvores”? 

Um dia me perguntaram: Quem é o senhor? Respondi que era um plantador de árvores, e isso pegou. Planto árvores onde eu estiver, no Parque Tiquatira [capital paulista], no Sul de Minas Gerais, em espaços que necessitem de áreas verdes.  

Sua história de vida como plantador de árvores já frutificou? Mais gente seguiu seu exemplo? 

Várias pessoas têm essa iniciativa [de plantar árvores em áreas públicas], e talvez tenham se inspirado na minha história; mas isso é presunção, deixa pra lá. Farei a minha parte muito bem feita. Gosto de dividir “minhas” árvores com todos. Tenho mais de 25 mil filhos ecológicos e três biológicos e mais três netos, que lá na frente vão cuidar disso.

Fonte: São Paulo São

 

‘Ele fez a primeira aula de balé da vida aos 75 anos. E tem gente que não começa porque se acha velho’, disse a professora em publicação que viralizou’

Seu Hélio mora no Rio de Janeiro e tem 80 anos. Há cinco, ele decidiu ter aulas de balé pela primeira vez e tomou gosto pela dança – tanto que, agora, faz horas e horas de aulas por dia.

Sua professora de dança é Camile Salles, que dá aula no Centro de Movimento Deborah Collker, localizado na zona sul da capital fluminense e, há alguns dias, ela fez uma publicação no Facebook exaltando a dedicação de Hélio, que chega a participar de cinco aulas por dia.

“Hoje ele fez todas as cinco aulas que eu dei. Não, você não entendeu errado. Ele fez cinco aulas. Hoje. Duas de balé de uma hora de duração. Uma de alongamento com pilates de uma hora de duração. E outras duas de balé de uma hora e meia de duração. Foram seis horas de exercícios no total”, disse Camile.

Ela ainda usou o exemplo de Helio para explicar que a ideia de “ser velho demais” para praticar o balé está equivocada. “Ele fez a primeira aula de balé da vida aos 75 anos. E tem gente que não começa o balé porque se acha velho… Seu Helio com certeza é muito mais jovem”, concluiu.

A publicação fez mais sucesso do que a professora imaginava, e ultrapassou os 10 mil compartilhamentos. Nos comentários, internautas disseram que o idoso é um “grande exemplo” e “inspiração”, mostrando que nunca é tarde demais para fazer qualquer coisa. 

Fonte: emais.estadao.com.br

 

Evangelina e João completam 75 anos de união no dia 18 de dezembro. Comemoração foi antecipada e reuniu filhos, netos e bisnetos na residência do casal em Petrópolis.

“É o amor da minha vida!”, foi assim que o coronel reformado João Jucá, de 102 anos, definiu o sentimento pela mulher Evangelina Jucá, de 94, durante a comemoração das bodas de brilhante do casal, que completa 75 anos de união nesta terça-feira (18).

João e Evangelina se casaram em dezembro de 1943 na Matriz de São José do Vale do Rio Preto. A celebração antecipada das bodas de brilhante ocorreu no domingo (16) e reuniu a família na residência do casal – que tem cinco filhos, 16 netos e 18 bisnetos – em Petrópolis, na Região Serrana do Rio.

A comemoração contou com uma cerimônia curta, seguindo uma orientação médica para não cansar o casal, e também teve direito a brinde com espumante e demonstrações públicas de carinho entre Evangelina e João.

Ao som da música “Fascinação”, na voz de Elis Regina, que é considerada a música dos dois, João falou sobre como é viver tanto tempo juntos.

“A gente quando gosta, tudo é fácil”, disse entre beijos e abraços com a companheira de décadas.

Já Evangelina afirmou: “Quando a gente vê, já tá [junto há] 75 anos, é mole? A gente não acredita!”.

O amor que um sente pelo outro é demonstrado de diversas formas. Seja com o anel de brilhante que Evangelina ganhou do marido no dia da comemoração, seja pelo buquê de flores, pelo sorriso largo, pela companhia ou nos pequenos gestos do dia a dia.

“Eles não comem um sem o outro. Não vão dormir um sem o outro. Não levantam da cama um sem o outro. Eles ficam assim no sofá sentados juntinhos, de mãos dadas, vendo televisão”, disse a filha do casal, Regina Célia Jucá.

Para o neto Augusto Bender, é um privilégio acompanhar a história de amor dos dois.

“São um exemplo a ser seguido nesse mundo atual, de muitas relações que se tornam cada vez mais superficiais. Eles merecem todas as homenagens possíveis”, disse Augusto.

Fonte: G1