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Reprodução: Blog da Arquitetura

Imagine uma casa sustentável feita de papelão, que é construída em tempo recorde (apenas 1 dia), pode ser transportada para qualquer lugar e tem uma durabilidade incrível de 100 anos. Pois é, este projeto existe!

Casa sustentável de papelão: existe mesmo? 

Sim, e o responsável por isso é o estúdio de design holandês Fiction Factory. Embora existam apenas 12 unidades fabricadas atualmente – todas na Europa – os responsáveis querem popularizar o conceito para o mundo inteiro.

Com durabilidade de 100 anos e garantia de 50, essa casa é três vezes mais sustentável que as populares de alvenaria, e tem um baixo custo, cerca de 25 mil euros (91 mil reais). Além de móvel, ela é montada em blocos passo a passo e fica pronta em cerca de 24 horas. O tamanho é variável e ela ainda pode ser desmontada sem problemas.

Mas como ela pode durar tanto tempo sendo de papelão? Segundo os desenvolvedores, o segredo para a casa sustentável resistir a ventos e chuvas é uma supercola que une as diversas camadas do material, coberto posteriormente com madeiras ou outra opção mais resistente à escolha do proprietário.

E para quem pensa que o imóvel é desconfortável, está muito enganado: é possível fazer tudo dentro da casa, tarefas normais do dia a dia como tomar banho e descansar. O vídeo a seguir mostra um pouco do seu processo de produção:

Wikkelhouse from Wikkelhouse on Vimeo.

Casa Sustentável

Reprodução: Blog da Arquitetura

Fonte: Blog da Arquitetura


Isadora Neumann / Agencia RBS

Terapia com animais é oferecida uma vez por semana desde outubro do ano passado para melhorar a qualidade de vida 

Impossível apontar quem, entre visitantes e moradores, estava mais contente neste domingo (16), no lar de idosos Gustavo Nordlund, no bairro Rubem Berta, em Porto Alegre. Pouco antes das 14h, entraram pelo portão Pipoca — um cavalo crioulo — e seis cachorros, todos do projeto de extensão Pet Terapia: Terapia Assistida por Animais Desencadeando Bem-Estar, promovido pelos cursos da área de Saúde da UniRitter.

A parceria começou em outubro de 2018, com visitas semanais dos cães, sempre às sextas-feiras. Em março deste ano, porém, Pipoca também foi chamado para os encontros. Excepcionalmente no meio do mês de junho , os animais foram levados num domingo, quando foi feita a festa junina do projeto. 

Há 10 anos morando no lar, Valda Alves, 78 anos, falava da infância enquanto dava de comer para o equino. Ao lado, Mafalda — uma golden retriever inquieta — torcia para que sobrasse para ela um pedaço daquela cenoura aparentemente suculenta.


Isadora Neumann / Agencia RBS

— Eu morava “pra fora”, andava de cavalo. Sempre tinha cachorro, gato, porco, tudo quanto é bicho. Quando eles vêm aqui, eu lembro daquele tempo — disse Valda, com um sorriso largo, antes de dividir o alimento do cavalo com o cão. 

E esse é um dos benefícios da aproximação entre os idosos e os animais: recordar a infância. Mas a integrante do projeto e professora do curso de Fisioterapia da UniRitter, Magda Furlanetto, vai além e cita outras vantagens.

— A presença dos animais remete à sensação de família, de pertencimento a algum lugar ou grupo. Também afeta a cognição, e isso se traduz em melhora da coordenação motora — explica.

Noemia Pisapia, catarinense de 84 anos, também estava empolgada com o Pipoca. Antes de se mudar para o lar, nunca tinha acariciado um cavalo, mas sempre viveu rodeada de cachorros. Um deles era o Bob, que despertava ciúme até no marido dela. Em uma sacolinha de plástico transparente, Noemia carrega fotos dos dois.

— O Bob só obedecia a mim. Meu marido ficava bravo com isso — conta Noemia, que foi parar no lar após o falecimento do companheiro, há cerca de três anos. — A gente fica a semana toda ansiosa esperando os cachorros e o Pipoca. É uma festa quando eles estão aqui — complementa.

Quem estava bem à vontade também era a cadelinha Schuky, acomodada no colo da Terezinha Campos, 40 anos. Não queria sair de lá de jeito nenhum, e Terezinha nem fazia questão que isso acontecesse.

— Ela é bem bem peluda, né? — disse a senhora, encantada com o animalzinho.

Analista de Recursos Humanos e destacado como porta-voz do lar, Carlos Gomes disse que, no primeiro dia do projeto, já foi possível perceber mudanças comportamentais nos idosos:

— Identificamos diferença no temperamento. Alguns eram muito fechados. Arrancar um sorriso deles era bem complicado. Agora, eles estão mais felizes, sorridentes.

Coordenadora do projeto Pet Terapia, Ilusca Sampaio Finger acrescenta que, com o passar do tempo, os idosos passaram a confiar na equipe e nos animais. Ela destaca que, hoje, há uma cumplicidade que faz bem para todos: bichos, equipe e idosos.

— Na presença dos cães, eles saem dos quartos, brincam, sorriem, dançam. Notam-se mudanças positivas emocionais, afetivas, comportamentais e psicomotoras — comemora Ilusca.


Isadora Neumann / Agencia RBS

Fonte: Gaúchazh Saúde

A modelo e estilista Helena Schargel, 79, acaba de lançar sua segunda coleção de lingeries voltada para mulheres acima dos 50 anos. “São peças confortáveis, mas sexy e coloridas. Afinal, somos lindas e temos visibilidade, sim”, afirma. Cansada de ficar em casa após um ano de aposentadoria — ela trabalhava como criadora de marcas femininas —, Helena ofereceu a ideia em dezembro passado à etiqueta Recco. “Estipulei que eu precisava ser a garota-propaganda, e nada de usar Photoshop na campanha. Viva a mulher real!” Helena também virou palestrante motivacional e prepara uma linha de roupas esportivas, além de contar com outras novidades na vida pessoal. “Estou viúva há sete anos. Rec17ebo muitas cantadas no Instagram, mas meus filhos têm ciúme”, diverte-se.

Fonte: Veja

O cearense Nilo Veloso, de 66 anos, costumava fumar 3 maços de cigarro por dia, mas conseguiu abandonar o vício depois de 34 anos. O que o fez apagar de vez a bituca foi um mal-estar súbito, causado pelo tabagismo, que sofreu enquanto dirigia.

Dinheiro do cigarro foi para viagens

Livre da nicotina desde 2005, o aposentado agora guarda, diariamente, todo o dinheiro que gastava com cigarro em um pote que só abre uma vez por ano. Tudo é gasto com viagens, hobbies e melhorias para a sua casa.

“Comecei a fumar com uns 20 anos, na época era considerado um charme. Fui fumando cada vez mais e cheguei a fumar 3 maços por dia nos dois últimos anos, até que parei no dia 24 de julho de 2005”, relembra o aposentado.

Veloso conta que sua dependência era tanta que ele não esperava nem tomar café da manhã. Acordava, só tomava um golinho de água e já começava a fumar.

Até que certo dia, quando estava com 54 anos, começou a passar muito mal enquanto fumava e dirigia. “Fiquei tonto, tudo ficou escuro, precisei parar o carro por causa da vista embaçada, joguei o cigarro fora e pedi ajuda a Nossa Senhora”, relembra.

Decisão de parar de fumar

Com o susto, Nilo tomou uma decisão na hora. Ele não iria mais fumar daquele dia em diante e guardaria todo o dinheiro que seria gasto com cigarro. Ele não só conseguiu, como continua guardando o dinheiro até hoje.

“Já tinha usado remédio, adesivo e nada adiantou. Neste dia, eu não precisei de nada. Eu falo que Nossa Senhora veio com um bisturi divino e me operou. O que aconteceu foi um milagre”, afirma o aposentado.

Para agradecer Nossa Senhora de Fátima pela conquista, todo dia 13 (dia da santa) Nilo usa branco durante o dia inteiro e vai à missão ao meio dia. “Eu nunca mais senti vontade de fumar”, comenta admirado.

Dinheiro do cigarro que foi poupado

Com o dinheiro que guardou ao longo dos anos, Nilo já viajou com a esposa para a Argentina, Uruguai, Chile, duas vezes para a Serra Gaúcha, reformou os móveis da sua casa, trocou o colchão da sua cama, comprou um computador e uma bicicleta de carbono de R$ 11.800 que usa para pedalar com os amigos 4 vezes por semana.

“Comecei juntando R$ 7,50. Hoje eu guardo R$ 15 todos os dias e só abro o pote em julho. Em média, dá R$ 5.800 por ano”, conta orgulhoso.

E os próximos cofres já têm destino. Um deles vai pagar a viagem que ele e a esposa vão fazer para Aracaju para visitar um amigo de infância. Outro, ele pretende usar para realizar o sonho de ir até o Rio de Janeiro durante o Carnaval para desfilar pela sua escola de samba do coração, a Mangueira.

Alegria de ter abandonado o vício

Passados anos desde o dia em que decidiu mudar de vida, Veloso afirma que nunca mais sentiu vontade de fumar e que tudo mudou para melhor.

“Era tanta nicotina que tive que mandar lavar todas as roupas do armário quando parei de fumar. No começo de 2006 comecei a pedalar e hoje pedalo 28 km de terça e quinta e mais de 50 km de sábado e de domingo. Meu cabelo melhorou, minha pele agora é limpa, até o gosto da água ficou diferente”, comemora.

Fonte: Vix

Apesar de ser um dos maiores poluidores do mundo, com cidades de céu cinza e habitantes sempre com a mão boca, nos últimos anos as autoridades chinesas passaram a ser responsáveis ​​pela energia, evoluindo para aproveitar outros tipos de geração de energia elétrica, e encontraram a maneira mais divertida possível.

Os ursos panda são um dos animais mais bonitos do mundo, e a China aproveitou sua beleza para ampliar seus interesses, porque não há zoológico que valha a pena visitar se não houver um Panda lá, e agora podemos vê-lo de uma maneira melhor porque, além de bonito, salvar o mundo em usinas de energia solar, colocado especificamente para se parecer com um deles.

Localizada em Datong, a oeste de Pequim é o painel de energia solar mais tenro do mundo, porque do céu você pode ver dois pandas bonitinhos que parecem saudar aqueles que os veem.

Vídeo

De acordo com Li Yuan, diretor executivo da Panda Green Energy, o projeto deste painel visa capturar o interesse dos jovens sobre as “energias do futuro” e procurar formas de gerar eletricidade sem prejudicar o mundo que nos protege e serve de lar. Além disso, este painel produz 50 megawatts, o suficiente para alimentar 16.500 casas por hora.

A primeira imagem foi um esboço feito pelos designers e o resultado está longe da realidade, tudo isso devido às placas fotovoltaicas que além de serem delicadas devem ser escuras para melhor absorver a luz solar e limitar qualquer “design imaginativo” que tem o artista.

No entanto, o que foi alcançado foi alcançado e é uma boa iniciativa para um dos países que mais contaminam. Até agora, a China ocupa 25% da produção de eletricidade solar no mundo, dobrando sua capacidade instalada entre 2015 e 2016, fazendo uma verdadeira revolução verde.

Fonte: A Soma de Todos os Afetos 

A nadadora mineira Laura de Oliveira bateu é a nova recordista mundial nos 50 m peito na categoria 100-104 anos. Nascida no dia 2 de abril de 1919, ela fez o tempo de 2min49s91 aos 100 anos de idade.

“Sou uma mulher saudável. Meus exames estão tudo melhor que o das filhas, se você pegar não tem nada”, disse Dona Laurinha ao site “G1”. “Foi muito gratificante. Foi maravilhoso”, completou ao falar do recorde.

Dona Laurinha tem seis filhos, 17 netos e 21 bisnetos. Ela ficou viúva aos 70 anos e começou a nadar. A nadadora treina quatro vezes por semana e coleciona medalhas. “Medalha eu tenho aqui de primeiro lugar, quando você vê uma de bronze é revezamento”, afirmou.

Confira o vídeo: 

Fonte: Voz da Bahia 

 

Georgia Furlan é a única brasileira na categoria Rising Star (Estrela em Ascensão), no prêmio que reconhece influenciadores digitais de todo o planeta que mais exercem influência positiva e inspiram os seus seguidores nas redes sociais.

A modelo catarinense com Síndrome de Down Georgia Furlan, acompanhada da família, foi para Praga, na República Tcheca, para participar da premiação do troféu Global Social Awards, que reconhece influenciadores digitais de todo o planeta que mais exercem influência positiva e inspiram os seus seguidores nas redes sociais. A adolescente é a única brasileira na categoria Rising Star (Estrela em Ascensão), e concorre com outros quatro influenciadores.

A mãe da adolescente, Rubia Traebert, comenta como está lidando com o aumento de seguidores e a influência da filha nas redes sociais.

— Nos últimos dois dias aumentamos 20 mil seguidores no Instagram, isso porque alguns perfis conhecidos compartilharam uma foto dela, uma das primeiras que publiquei, inclusive essa foto tinha 39 mil curtidas no Facebook, mas agora ela não tem mais essa página, estamos só com o Instagram. Está uma loucura administrar tudo, principalmente agora que estamos nos preparando para viajar — comenta Rubia, que acrescenta:

— Temos que aproveitar o momento, mas estou fazendo tudo com muita calma.

A adolescente, que tem Síndrome de Down, contabiliza mais de 120 mil seguidores no Instagram. Cadastrada em cinco agências de modelos do Rio de Janeiro e São Paulo, a jovem fez em 2018 sua primeira campanha com cachê para a marca de roupas Gang, e estrelou também a campanha da designer de joias de alto padrão Andrea Conti – queridinha entre as celebridades.

Fonte: Notícias Chapecó.Org

Foto: Divulgação

As mobílias para bichinhos são uma das principais fontes de alegria para o mineiro José de Figueiredo, de 85 anos.

José de Figueiredo está passando por momentos difíceis. Aos 85 anos, o mineiro de Belo Horizonte luta diariamente contra a depressão, uma doença silenciosa que tira milhares de vidas todos os anos. Mas o idoso continua forte – e desenvolveu uma atividade doce para o ajudar a superar os momentos difíceis.
Fazendo uso das suas habilidades na marcenaria, o senhorzinho passa seus dias construindo camas para cachorros. Como se não bastasse a atividade, Figueiredo ainda gera uma renda extra vendendo os produtos. E a lista de interessados não é pequena.

A inspiração

Segundo a neta do marceneiro, Camila, a inspiração para a mobília veio do seu melhor amigo, um buldogue chamado Chico. Ela conta que Figueiredo trata o cachorro como se fosse um filho, até mesmo vestindo o animal com algumas roupinhas.

E os negócios estão fazendo sucesso! Figueiredo chegou até mesmo a conquistar clientes famosos, como o falecido compositor Fernando Brant, parceiro do músico Milton Nascimento em diversas canções. O idoso confeccionou os móveis da casa do artista.

Além das caminhas, o Figueiredo é especializado em fazer oratórios. E de acordo com Camila, seus dotes não param por ai. “Ele faz um pouco de tudo. É capaz de arrumar um jeito para fazer o que o cliente pede”, diz.
Ela ainda exaltou a importância que a atividade tem em manter a cabeça do idoso ocupada. Segundo ela, o trabalho é uma das grandes fontes de alegria de Figueiredo.

Fonte: Pequenas empresas & Grandes Negócios 

Casados há 56 anos, Des e Mona Manahan, de 83 e 82 anos, são um casal irlandês que continua a demonstrar a todos o que o verdadeiro amor significa, tendo Des decidido começar a ter aulas de maquiagem para poder ajudar a sua esposa a sentir-se mais bonita.

Já com problemas de visão devido ao avançar da idade, Mona, deixou de conseguir maquiar-se. Assim sendo, o seu marido, sabendo que esta sempre gostou de se arranjar, decidiu pôr “mãos-à-obra” e começar a aprender ele mesmo algumas dicas de maquiagem, desde a aplicação da base, do blush, do pó, e até do rímel nos olhos e o batom nos lábios.

Tudo isto começou quando o casal foi convidado para uma festa e Mona, ao tentar maquiar-se, acabou por não conseguir devido à sua falta de visão. Desta forma, decidiram recorrer a uma loja de cosmética para que a idosa pudesse ser maquiada.

Ao ver Rosie, a funcionária, a maquiar a sua esposa, Des decidiu dar uma “mãozinha” e, desde então, o casal passou a ir ao estabelecimento para que o homem pudesse aprender a maquiar a sua esposa sozinho.

Segundo Rosie, Des tem um talento natural para a maquiagem, aprendendo com bastante facilidade, sendo que a única regra que este tem com a sua esposa é “menos é mais”, pelo menos no que diz respeito à maquiagem.

Fonte: Sábias Palavras

Para especialistas, curiosidade em consumir notícias negativas é natural, mas excessos causam problemas de saúde pública

Um novo estudo afirma que quanto mais notícias ruins uma pessoa consome, maior a probabilidade de ela ficar triste, se preocupar, e continuar lendo/assistindo notícias negativas. A pesquisa foi realizada nos Estados Unidos, e considerou uma amostra de 4165 voluntários.

O foco dos especialistas foram os eventos de “traumas coletivos”, como atentados terroristas e desastres naturais. De acordo com eles, acompanhar esse tipo de acontecimento é normal e não causa problemas, desde que não se consuma notícias relacionadas a esses eventos de maneira exagerada. 

“A cobertura midiática desses eventos, alimentada pelo ciclo de notícias de 24 horas e pela proliferação de tecnologias móveis, é muitas vezes repetitiva e pode conter imagens gráficas, vídeos e histórias sensacionalistas, estendendo o impacto a populações além das pessoas diretamente envolvidas”, afirmou uma das pesquisadoras, a psicóloga Roxane Cohen Silver, à publicação da Universidade da Califórnia, em Irvine (UCI).

Essa foi a primeira vez que os efeitos desse tipo de consumo de notícias foi observado a longo prazo. “Nosso estudo é único porque é o primeiro a demonstrar o padrão [resultante] da exposição repetitiva a eventos de violência em massa, e o estresse que isso causa durante o tempo — e a ocorrência de diversos eventos — em uma grande parcela da população que foi seguida por vários anos”, contou a psicóloga Rebecca Thompson ao Gizmodo.

A equipe ressalta que acompanhar quase “obsessivamente” os desdobramentos de tragédias é comum, tanto porque é fruto da curiosidade humana, quanto porque é uma forma “instintiva” de saber o que fazer para ficar seguro. Contudo, o equilíbrio é essencial, principalmente por parte dos veículos de imprensa: “Para os meios de comunicação, recomendamos moderar os aspectos sensacionalistas da cobertura noticiosa desses eventos, de modo a não provocar preocupação e angústia excessiva entre os espectadores”, recomendou Thompson.

Além disso, o estudo reafirmou o que já havia sindo apontado em outras pesquisas: a exposição exagerada a notícias ruins é um problema de saúde pública. Isso porque, eventos como esses causam implicações na saúde mental — e às vezes física — das pessoas: “A exposição repetida à cobertura noticiosa de traumas coletivos tem sido associada a consequências ruins para a saúde mental — como flashbacks — nas consequências imediatas, e respostas ao estresse pós-traumático e problemas de saúde física ao longo do tempo, mesmo entre indivíduos que não experimentaram diretamente o evento”, alertou a psicóloga.

Fonte: Galileu