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Blog

Foto: Portal do Animal

Para muitas pessoas, o cão se torna um membro da família em todos os aspectos. Como poderia não ser assim, já que os cães muitas vezes preenchem nossos corações e nossas casas com amor e felicidade, mostrando-nos gratidão pelo cuidado que lhes damos?

Até mesmo o pequeno Teddy era considerado um filho pelos cônjuges Szasz, mas nunca teriam imaginado que um dia ele salvaria a vida de seu dono.

Andy Szazs chegou ao hospital com pneumonia grave: o tratamento se mostrou imediatamente problemático, dada a interferência das drogas com a terapia que Andy estava tomando para o câncer de intestino.

As condições de saúde se deterioraram e ele acabou entrando em coma. Sua esposa estava ao seu lado tentando conversar com ele e entretê-lo, exatamente como os médicos haviam aconselhado. Mas a mulher pensou em fazer algo que Andy certamente teria gostado.

Ela pediu para levar seu cachorrinho para o hospital, Teddy; os médicos concordaram, dadas as condições em que o homem estava.

Foi quando Teddy viu Andy na cama do hospital que o inimaginável acontece: pela emoção de vê-lo novamente depois de tanto tempo, o cachorrinho começou a latir e fez com que Andy acordasse do estado de coma em que ele estava até alguns minutos antes.

Provavelmente, não havia nada que pudesse fazê-lo mais feliz do que uma visita de seu amigo peludo. Agora, Andy não faz nada além de dizer que salvou o pequeno Teddy, mas que no final também aconteceu o contrário: não podemos saber qual teria sido o fim da história se Teddy não tivesse cruzado o limiar do hospital, mas só podemos refletir sobre o efeito magnífico que teve sua presença.

Hoje, Teddy faz parte da equipe do hospital onde o homem foi internado: é na verdade um cão de terapia, que acompanha os pacientes em seu caminho de reabilitação física e psicológica, assim como fez com seu dono depois que acordou.

Cães não são apenas animais de estimação, eles podem fazer nossos corações vibrarem e nos lembrar de como a vida é linda!

Fonte: Portal do Animal

Foto: Thais Corrêa

O aplicativo Tinder, usado para promover encontros amorosos, é uma febre entre os mais jovens. No entanto, os idosos Vitório Wilian Bassani, de 77 anos, e Neusa Rodrigues Pereira, de 73 anos, mudaram esta lógica e se casaram em fevereiro deste ano, em Votorantim (SP) após se conhecerem no app. As informações são do G1.

Segundo o site, Neusa viu na tecnologia uma forma de driblar a solidão, encontrando um novo amor. Seis anos depois de ficar viúva, ela se sentiu mais sozinha após um dos filhos que morava com ela decidir se mudar. Ela achou que pelo celular fosse mais fácil encontrar um novo companheiro e pediu para que uma neta de 14 anos a ajudasse.

“No início, 42 homens curtiram minha foto, mas não me interessei por nenhum. Depois, conversei com um, e não deu certo. Aí vi a foto do Vitório e resolvi mandar um like. Ele curtiu, mandou mensagem e começamos a conversar.”, disse Neusa ao G1.

O primeiro encontro, no entanto, demorou oito meses para que acontecesse. Eles, porém, não deixaram de se falar durante este período. Em seguida, Vitório viajou mais de 200 quilômetros até o interior de São Paulo, para conhecer a futura esposa. Ao chegar, dois dos filhos de Neusa fizeram diversas perguntas ao futuro padrasto.

Após se conhecerem, ainda namoraram quase um ano até decidirem oficializar a união. Feliz com o par encontrado, Neusa dá um conselho para quem quer encontrar um novo amor. “Tem que ter prudência para encontrar uma pessoa. Vai com paciência que consegue, sim. Sempre com respeito, boa conversa e amizade”, orienta.

Fonte: Istoé

Vamos aos números da Global Coalition on Aging, entidade voltada para pensar e propor soluções para os desafios que vêm a reboque do envelhecimento da população mundial. Em 2050, haverá 2 bilhões de idosos no planeta, com um poder de compra de 15 trilhões de dólares, e somente 15% das empresas desenvolveram planos que atendam a esse contingente populacional. O mundo parece querer ignorar que a faixa etária acima de 80 é a que mais crescerá nas próximas décadas e que chegar aos 100 anos se tornará rotineiro. O que vemos é um muro de lamentações sobre como lidar com o “problema”, quando, na verdade, o que temos é que nos adaptar e criar condições para atender a esse novo perfil planetário.

Um exemplo sobre a miopia do mercado, e essa sem relação com a longevidade: segundo a revista “Fast Company”, 68% das mulheres usam manequim 44 ou acima dessa numeração. Então por que as marcas ainda insistem em não fabricar roupas para a maioria, que fica restrita a um número restrito de lojas e modelos? Quem se aventurou nesse segmento entendeu que a ditadura da moda não é inclusiva, nem democrática. O Japão, cuja população envelhece num ritmo superior ao de outros países – em 2065, os idosos representarão 40% do total – já mudou as lentes para enxergar a questão. A revista “The Economist” recentemente registrou algumas iniciativas, como a de uma cadeia de academias de ginástica e musculação que fidelizou a clientela mais velha com descontos: hoje, 30% dos frequentadores passaram dos 60.

A gigante de cosméticos Shisheido abraçou a causa por razões bem práticas: esses clientes vivem mais, se mantêm ativos e têm recursos. Tem inclusive uma equipe de maquiadoras/esteticistas que ensina os truques de beleza para essa faixa etária. O ramo das creches para os pequenos está se adaptando para construir centros de convivência e as empresas de robótica desenvolvem soluções para garantir a independência dos idosos dentro e fora de casa. Uma outra lição que os japoneses aprenderam e que deveria ser seguida à risca: para fisgar esses consumidores, não se deve tratá-los como velhinhos. A maioria mantém hábitos que tinha décadas antes, com variações e adaptações de acordo com as limitações impostas pela idade.

Esse blog tratou do tema ao mostrar o trabalho do AgeLab, ligado ao MIT (Massachusetts Institute of Technology). Seu fundador e diretor, Joseph Coughlin, é um ativista da longevidade e prega uma cartilha com cinco pontos básicos. O primeiro: o envelhecimento não é um problema médico a ser solucionado, e sim um estágio da vida a ser reinventado. O segundo: o mercado ainda oferece produtos pasteurizados e esteticamente inaceitáveis, quando os designers deveriam procurar encantar o consumidor. Terceiro: o “carimbo” de velho afasta o público, porque está associado a fragilidade e decadência, por isso os produtos devem ser simples, convenientes e charmosos, características que não têm idade. Quarto: nem sempre é o idoso que faz a compra, portanto os sites e pontos de venda deveriam focar também na faixa etária entre 40 e 50 anos, ampliando a informação disponível. Para fechar: a tecnologia tem que entender e respeitar o consumidor. De nada adianta um lançamento inovador cujo manejo e manutenção sejam complicados.

Fonte: G1

A idade está na cabeça das pessoas. Foi com essa frase que um dos entrevistados tocou o coração de todos aqueles que o assistiam. Após os 60 anos, muitos acabam por se entregar ao sedentarismo e ao pensamento de que não são mais capazes de realizar muitas coisas. Engana-se quem pensa assim.

Foi com o intuito de provar o porquê da nomenclatura “a melhor idade”, que o OCP trouxe a série “Idosos Ativos” para seus leitores, pois assim como eles, somos os idosos modernos do mundo digital. O veículo de comunicação mais antigo em circulação de Santa Catarina está prestes a completar 100 anos de história.

Apesar do tempo, a cada dia o OCP busca se modernizar e se atualizar para estar sempre em conformidade com as evoluções tecnológicas, sem deixar de lado a sua essência, que é o compromisso intransigente com a verdade, imparcialidade e defesa dos interesses da comunidade.

É com esse objetivo que disponibilizamos para vocês uma série de almas jovens com a sabedoria da idade!

Confira todos os vídeos na íntegra:

Fonte: OCP News

 

Michael Joyce 68 anos, passou os últimos oito anos lutando contra a doença de Alzheimer, mas há uma coisa que ele nunca vai esquecer com certeza: ele ama sua esposa.

A história parece um lindo romance, Michael esqueceu que era casado com Linda há 34 anos, e a pediu em casamento.

Linda disse que ela percebeu que ele estava tentando lhe dizer uma coisa importante, mas ela não estava conseguindo compreender direito as palavras, então calmamente perguntou: “Eu segurei a mão dele e perguntei ‘o que é, meu querido? O que você está tentando me dizer?’ Ele olhou para mim com lágrimas nos olhos e com uma gagueira ele disse: ‘você quer se casar comigo?’”

“Eu pensei que era apenas uma manifestação do mal de Alzheimer. Mas então na manhã seguinte, ele acordou e lembrou de tudo e ficou tão animado para o nosso dia do casamento”.

De acordo com sua esposa, Michael tem lutado “uma batalha difícil” com a doença de Alzheimer desde que ele foi diagnosticado em 2010. Embora ele se esforce para lembrar eventos do dia-a-dia, geralmente não lembra quem são as pessoas a sua volta e até mesmo chega a esquecer quem é Linda.

Já que é assim, nada mais justo do que casar duas vezes, não é mesmo? E foi justamente o que aconteceu, no começo de 2018, na Nova Zelândia, onde o casal vive.

“E no dia de nossa cerimônia, ele acordou e disse para mim ‘hoje é o dia’ e ele estava tão feliz. Na cabeça e no coração, era o que ele queria fazer. Ele queria se casar.”

“Nós estamos destinados a ficar juntos. Nós somos devotos um ao outro e eu vou amá-lo até o fim. O amor verdadeiro conquista tudo”.

Depois desta história, alguém ainda não acredita em amor eterno?

Fonte: Saber Viver Mais

Foto: Guto Costa

Devagar, devagarinho, Martinho da Vila vai chegando lá. Cantor, compositor, poeta e escritor, o músico de 79 anos mostra que nunca é tarde para aprender e voltou às salas de aula. Ele é aluno do 5º período do curso de Relações Internacionais de uma universidade particular na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio.

Bastante aplicado, Martinho se destaca nas aulas por ser extremamente inteligente e dedicado. Esse é o primeiro curso universitário do cantor, que é autor de 14 livros com temas que variam sobre Brasil, política, samba e escravidão.

Procurado pelo EXTRA, o sambista contou que escolheu o curso de RI por causa do seu trabalho como embaixador da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).

“Já pratico relações internacionais há muito tempo, mas eu queria pegar um pouco de conhecimento mais teórico”, explica. “Na faculdade, eu sou um aluno de conhecimento, um ouvinte. Faço os trabalhos que todos fazem, cumpro uma carga horário, mantenho a frequência nas aulas, mas não preciso fazer prova”.

Ele releva ainda que sua atitude de voltar a estudar tem servido de exemplo para muita gente retornar às salas de aula.

“Várias pessoas de uma certa idade, até de 50 anos, que tinham vontade de fazer um curso superior, mas que não tinham muita coragem, chegam e falam que foram incentivados por mim a estudar. E isso é bacana. Conhecimento nunca é demais”.

Fonte: Extra

O estilo de vida minimalista está (finalmente!) deixando de ser coisa só de casal aventureiro! Até um shopping center, nos Estados Unidos, fechou suas portas e foi transformado em um condomínio cheio de apartamentos pequeninos. Agora pessoas que vivem na “flor da idade” também estão aderindo ao movimento.

Segundo a Tumbleweeds Houses, cresce cada vez mais o número de idosos que buscam casas pequenas, a fim de diminuir suas responsabilidades na terceira idade. Afinal, entre outros benefícios, espaços assim tem o conforto de uma casa comum, mas sem a necessidade de grande empenho para manutenção, e são equipados com painéis solares – o que permite a independência energética e extingue as contas de luz!

Aos 72 anos de idade, a senhora Bette Presley se mudou para uma casa de 15 metros quadrados e não volta atrás de jeito nenhum. “Somos todos consumistas. Nós compramos muito. Não precisamos de tudo isso que temos”, acredita Bette. “Eu vivenciei a desordem, o viver em excesso, e não achei nada satisfatório”, conta em entrevista ao jornal San Luis Obispo Tribune.

O que a encanta sobre as casas minimalistas é sua portabilidade (e possibilidade de viajar com ela a qualquer momento). Sim, porque Bette adaptou sua moradia com mais janelas para apreciar ainda mais as vistas dos locais por onde passa e adicionou uma banheira externa para curtir, ao ar livre, suas viagens.

Fonte: The Greenest Post

Reprodução: Samantha Bishop

A norte-americana Samantha Bishop fez um ensaio fotográfico sexy e divertido da própria mãe para presentear o pai. As fotos mostram a vovó, Lisa, em um ensaio boudoir um pouco fora do comum. Além de estar vestindo lingerie e fazendo poses sensuais, Lisa aparece nas imagens cercada de materiais de tricô. O resultado do ensaio fez sucesso nas redes sociais.

Ao site HuffPost, Samantha conta que a ideia de fazer o ensaio fotográfico surgiu há cerca de um ano como uma piada da própria mãe. “Ela achou hilário e queria fazer isso para o meu pai”, diz a fotógrafa.

Então, as duas planejaram unir o ar sexy do ensaio sensual com o universo das vovós para fazer os cliques. Para isso, ao mesmo tempo em que Lisa vestiu um sutiã de renda preto, ela manteve os cabelos enrolados em bobs. Enquanto as poses eram sexy, os acessórios de tricô de Lisa garantiam o senso de humor dos cliques.

Samantha aproveitou para registrar a reação do pai ao receber o presente com as fotos da esposa. Ele se divertiu ao ver as fotos de Lisa. “Ele riu como um garoto”, fala a fotógrafa. 

O ensaio sensual da vovó fez tanto sucesso que chegou a ser compartilhado por mais de 62 mil pessoas no Facebook e recebeu mais de 15 mil comentários. “Você é uma fotógrafa muito criativa”, escreveu uma usuária. “É lindo ver como um casal maduro continua louco um pelo outro. Espero que eles ainda tenham muitos anos de amor e risada juntos”, disse outra.

A repercussão foi tão positiva que Samantha transformou as fotos da mãe em um calendário disponível para venda, onde os compradores podem escolher suas fotos favoritas para compor cada mês. Além disso, a fotógrafa fez uma publicação falando como o ensaio fotográfico foi positivo para a autoestima e autoconfiança da sua mãe. “Ela decidiu que precisamos fazer uma segunda sessão de fotos”, fala.

Fonte: Bem Notícias 

Reprodução: Auriney Brito

Com fome e frio, um gatinho fez de tudo para escapar de uma forte chuva e resolveu procurar abrigo dentro da sede da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) do Amapá.

Em um primeiro momento, os funcionários da instituição, que fica no centro de Macapá, trataram de providenciar uma caixinha de papel e um pano para que o gato ficasse quentinho e se recuperasse. O “dormitório” improvisado foi colocado nos fundos do escritório, mas o gatinho pulava a caixa e preferia ficar na parte da frente da sede, circulando pela recepção.

Foi então que Auriney Brito, presidente da OAB-AP, resolveu convocar os funcionários e tomar uma decisão, que viralizou nas redes sociais. O gato, batizado de Leon – em homenagem ao felino da novela “O Sétimo Guardião”, foi contratado.

“Algumas pessoas começaram a questionar a presença dele na recepção. Logo, a demanda chegou ao gabinete. Para acabar com perguntas do tipo, ‘o que este gato de rua faz aqui?’, reunimos a diretoria e demos a solução: deixá-lo limpo e contratá-lo”, escreveu Brito em uma postagem no Facebook, que já conta com mais de 100 mil compartilhamentos.

“Convidamos os funcionários a cuidar dele e dar carinho. Agora, ele faz parte da nossa equipe. E como todo contratado, Leon recebeu o seu crachá. Como ele gosta de ficar na recepção, o ‘cargo’ dele é de vigia”, contou o presidente da OAB-AP ao BOL.

O advogado, que não esperava tamanha repercussão do caso, comemorou. “Tirei uma foto simples do Leon e postei. Ficamos felizes ao ver que a história viralizou. Tem tanta coisa ruim na internet, tantas agressões, mentiras e exposições negativas, que ver um ato de amor se espalhar assim, nos dá esperança. Que mais amor viralize”, comentou.

Fonte: Bol notícias

 

Se existe um momento do dia em que o idoso com Alzheimer se sente mais desconfortável, podemos dizer que é a parte da tarde. Um dos principais motivos dessa agitação e confusão mental tem nome e sobrenome: Síndrome do Pôr do Sol.

Essa mudança de comportamento acontece principalmente nos períodos crepusculares, quando a luz do dia vai dando lugar a escuridão da noite. O idoso com Alzheimer tende a se sentir mais confuso, chegando até mesmo a não reconhecer que está em sua casa, pedindo muitas vezes para ir embora.

Por isso, é importante manter a calma nessas horas, pois o idoso encontra-se agitado e pode se mostrar até mesmo agressivo. Caso isso aconteça, a primeira coisa a ser feita é tentar focar a atenção dele em outro ponto, conversando sobre um tema diferente ou levando-o para outro cômodo da casa.

Lembre-se que o idoso não está fazendo isso de propósito. É importante que o cuidador/familiar consiga identificar os sintomas precocemente e consiga agir de forma calma e eficaz. Essa síndrome acontece em cerca de 20% das pessoas que possuem algum tipo de demência, tornando alguns sintomas mais severos. Confira abaixo quais são:

Esquecimento;

Delírios;

Ansiedade;

Confusão;

Agitação;

Inquietação.

Pessoas que apresentam esses sintomas de forma exacerbada também costumam perambular durante a noite, além de terem ataques agressividade repentinos, com muitos gritos. A Síndrome do Pôr do Sol geralmente se manifesta em fases intermediárias da demência, declinando a sua incidência à medida que a doença vai progredindo.

Principais causas da Síndrome do Pôr do Sol

Apesar de não ser ainda bem conhecida, pesquisas apontam que a Síndrome do Pôr do Sol pode estar relacionada a um conjunto de células nervosas que mantêm o corpo ligado durante todo o tempo.

A Síndrome também pode ocorrer com maior incidência quando idoso sente dor, apresenta constipação severa, uma alimentação pobre em nutrientes e vitaminas, quadros de infecções ou se encontra em ambientes barulhentos.

Como tratar a Síndrome do Pôr do Sol?

Existem algumas formas de atenuar os efeitos dessa síndrome em idosos, como:

Manter o idoso ativo durante o dia: isso ajuda-o a dormir melhor à noite;

Evitar cochilos na parte da tarde;

Incentivar a prática de exercícios físicos;

Desenvolver atividades recreativas que estimulem e deixem o idoso sempre em movimento;

Ter uma alimentação saudável e balanceada;

Evitar consumir cafeína e açúcar à noite;

Evitar fazer refeições em horários tardios;

Procurar um médico que possa detectar problemas clínicos como dores e infecções;

Aproveitar a luz do dia: a exposição a luz do sol pode ajudar a reduzir alguns sintomas da síndrome, principalmente quando aliado à prática de exercícios;

Proporcionar ao idoso um ambiente confortável para dormir; além de manter o cômodo parcialmente iluminado para reduzir os riscos de confusão mental caso o idoso perambule à noite;

Ajudar ao idoso com Alzheimer a se orientar em relação ao tempo e espaço, lembrando-o onde ele está e que horas são;

Com os devidos cuidados tomados, as chances de o idoso apresentar quadros da Síndrome do Pôr do Sol tendem a diminuir! Além disso, existem diversos outros cuidados que podem amenizar os sintomas do Alzheimer e técnicas para esses momentos de dificuldades. 

Fonte: Alzheimer 360