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Durante nossas vidas, somos ensinados a cuidar de nós mesmos e posteriormente de nossos filhos, quando estamos preparados para constituir nossas próprias famílias. No entanto, nunca nos preparam para cuidar de nossos pais, aqueles que nos deram a vida em sua velhice, momento em que mais precisarão de nós.

Cuidar dos nossos pais

Não é fácil testemunhar as principais pessoas de nossas vidas, aquelas que nos ofereceram amor, cuidado, conselhos, exemplos perdendo para o tempo. Dói nossa alma presenciar os braços que nos confortaram por tanto tempo fraquejando, os olhares protetores e firmes se tornando mais apagados, esquecidos. As vozes, que nos transmitiam tanta segurança e confiança, tornando-se mais baixa.

Assim como nós, nossos pais crescem, e nunca estamos preparados para isso.

Quando nossos pais envelhecem, eles voltam a ser crianças e nós nos tornamos responsáveis por seu bem-estar e felicidade, passamos de cuidados a cuidadores. A vida é cheia de reviravoltas, e essa é uma das mais importantes. Os nossos heróis se tornam nossos protegidos, e assim emerge uma das maiores responsabilidades que deveremos assumir.

Ao presenciarmos os últimos momentos de nossos amados pais, somos confrontados com nossa própria finitude.

Quando esse momento tão doloroso de nossas vidas chega, independentemente de como tenha sido o nosso relacionamento com nossos pais, existem 3 maneiras principais de encarar a situação:

• Entrar em um estado de negação, não aceitando que um momento muito triste e doloroso está para acontecer;
• Deixar de lado nossa vida pessoal e nos dedicarmos totalmente aos nossos pais;
• Tentar manter um equilíbrio entre a dor (sentimento de perda) e a presença na vida dos pais, fazendo o seu melhor para tornar os seus últimos momentos memoráveis.

Quando o relacionamento com os pais não é fácil

Nem todos nós temos relacionamentos saudáveis com nossos pais, podemos ter sofrido muito com suas atitudes e com isso criamos um certo afastamento. Para essas pessoas, costuma ser muito difícil saber lidar com essa situação. Elas não sabem como devem fazer para se relacionarem com seus pais ou se realmente querem isso.

A falta de amor e carinho dos pais é algo que afeta todas as áreas da vida de uma pessoa. E nem todo mundo está disposto a deixar isso para trás. Mesmo sabendo disso, é essencial fazermos o nosso melhor para resolver os conflitos enquanto ainda temos a oportunidade. É impossível se resolver com mortos e ninguém gosta de sentir culpa.

Para fazermos o melhor para nossos pais, precisamos seguir algumas diretrizes:

• Paciência. Nesse momento, precisamos retribuir tudo o que eles fizeram por nós quando éramos pequenos. Tenha calma quando ele demorar para se arrumar, para quando esquecer algo ou não saber executar tarefas simples com a mesma precisão. Não é fácil, assim como não foi fácil para eles.
• É importante encontrar soluções criativas e saudáveis para lidar com essa nova situação de vida. Converse muito, faça perguntas, compartilhe conhecimento, tudo o que ajudar a deixar a situação mais leve.
• Identificar e diferenciar suas emoções. Dessa maneira, terá mais recursos para lidar com esses sentimentos de forma saudável.

A despedida dos pais é um momento doloroso, mas nós temos o privilégio, a oportunidade de dividir com eles os últimos momentos de suas vidas. Façamos o nosso melhor por eles e por nós mesmos!

Fonte: O segredo

A ocorrência de centenas de casos confirmados de sarampo em Manaus e Roraima e a morte de um bebê em Manaus deixaram o país em alerta. Outros três estados – Rio Grande do Sul, Rondônia e Rio de Janeiro – também já registraram pacientes com diagnóstico positivo para a doença.

Vacina de sarampo

O Brasil não registrava casos desde 2014 e a volta da doença preocupa. O sarampo já foi uma das principais causas de mortalidade infantil no país e pode deixar sequelas neurológicas. O vírus provoca manchas vermelhas no corpo, febre alta, tosse, coriza, conjuntivite e pontos brancos na mucosa bucal.

A vacina contra o sarampo está disponível na rede pública. A mais comum é a Tríplice Viral, que protege ainda contra rubéola e caxumba. A Tetra Viral fornece ainda proteção adicional contra a varicela. São indicadas duas doses em um intervalo de um a dois meses. Em crianças, o intervalo deve ser um pouco maior, sendo a primeira dose entre os primeiros 12 e 15 meses de vida.

A reportagem da Agência Brasil conversou com a médica Isabella Ballalai, presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), para tirar dúvidas sobre a transmissão da doença, vacinação e como evitar. “Vacinar e combater a circulação do vírus não é só um ato individual, é um ato de solidariedade e de responsabilidade coletiva”, destaca a médica.

Como se pega o sarampo?
“O vírus é facilmente transmissível. A doença se dissemina de forma similar à gripe, por vias respiratórias, através de um espirro, tosse, beijo e também pelas mãos. Então, é fácil ocorrer um surto de sarampo. Ele se alastra rapidamente.”

Quais os riscos para quem contrai?
“Em caso de suspeita, a pessoa precisa procurar uma unidade de saúde. Ela não deve usar medicamentos por conta própria. O sarampo não tem tratamento e o papel do sistema de saúde é dar suporte à pessoa. Pode ocorrer necessidade de hospitalização, mas é raro. Na maioria dos casos, o paciente fica em casa. Mas quadros graves ocorrem e a doença pode inclusive levar à morte.”

Como se proteger?
“A única maneira eficaz é através da vacina. Crianças, adolescentes e adultos devem se imunizar não apenas para se protegerem, mas para proteger também os que não podem se vacinar e que são os que correm o maior risco de complicações e de terem quadros que evoluem ao óbito. Estamos falando de pessoas com câncer, pessoas que vivem com HIV e estão imunodeprimidas, pessoas que estão fazendo quimioterapia ou outro tratamento com drogas que causam imunossupressão.”

Quem já teve sarampo precisa se vacinar?
“Não. Quem tem certeza que teve a doença não precisa. O sarampo não ocorre duas vezes.”

Quem não se lembra ou não sabe se foi vacinado precisa se vacinar?
“Quem não tem certeza, mesmo que ache que já tenha se vacinado, deve se vacinar. Se não tem a carteirinha que comprove a vacinação, não há nenhum prejuízo para a saúde do indivíduo receber uma nova dose.”

Onde se vacinar?
“Em postos de saúde espalhados pelas cidades. O Ministério da Saúde disponibiliza a vacina há muito tempo. Não é uma novidade. Se todos tivessem seguido o calendário de vacinação, talvez não estivéssemos passando por esta situação. É importante destacar que a vacina não é só para a criança. O adulto pode ser o responsável pelo início de um surto no país ou na sua região. Apenas uma minoria que recebe as duas doses não cria imunidade. São cerca de 2%. Mas se toda a população estiver vacinada, essas pessoas também estarão protegidas.

Caso não tenham se vacinado na infância, pessoas com até 29 anos conseguem obter duas doses da vacina na rede pública. Já entre 30 e 49 anos, recebem uma dose apenas. A SBIm, do ponto de vista individual, recomenda as duas doses em qualquer idade para pessoas que ainda não tenham sido imunizadas. Mas o Ministério da Saúde opta por não vacinar maiores de 50 anos, porque a maioria das pessoas dessa faixa etária teve o sarampo na infância.”

Há alguma situação em que a vacina não é recomendada, por exemplo, após o consumo álcool ou drogas?
“Situações de vida comum, como o consumo de álcool, não contraindicam a vacinação. Uma das contraindicações é relacionada com as situações de imunodepressão. Grávidas não podem ser vacinadas. Para que estas pessoas fiquem protegidas, as demais precisam se vacinar.”

Qual estação do ano ocorre mais transmissão da doença?
“Antigamente, o sarampo tinha maior ocorrência na primavera. Hoje, o que podemos dizer é que ambientes fechados ampliam as chances de disseminação das doenças que são transmitidas por via respiratória”.

Como está o cenário atual?
“A preocupação é grande. Se não tomarmos as medidas necessárias e as pessoas não forem se vacinar, podemos ter de volta a circulação do vírus do sarampo no país. Temos atualmente surtos secundários decorrentes da importação do vírus. O que não podemos é ter a circulação do vírus sem controle. De 2000 a 2013, tivemos casos pontuais e todos importados. Não tivemos surtos. Em 2013, importamos o vírus, provavelmente da Europa, e tivemos surtos no Ceará e em Pernambuco. De 2014 pra cá, não tivemos mais casos. Em 2016, recebemos o certificado de erradicação da circulação do vírus do sarampo no país. E agora, em 2018, fomos surpreendidos pela importação da Venezuela. E temos uma preocupação grande quando vemos, por exemplo, casos em Porto Alegre, onde o vírus foi trazido de Manaus”.

Fonte: ISTOÉ Independente

Nos dias quentes, sempre nos preocupamos em tomar bastante água e outros líquidos saudáveis para nos mantermos bem hidratados. Porém, esquecemos que no inverno devemos ter a mesma preocupação com a quantidade de água em nosso corpo. Sentimos menos sede em dias frios, e isso pode aumentar os riscos de desidratação – mesmo suando menos – em comparação com o verão. A constatação é de Robert Kenefick, fisiologista do Instituto de Medicina Ambiental das Forças Armadas dos EUA, que em um estudo comprova que a desidratação no inverno pode ser mais grave.

Desidratação no inverno

Segundo ele, em dias frios o hormônio que causa a sensação de sede, o ADH ou antidiurético, reage de forma diferente, causando menos sede e fazendo-nos beber menos água. “Sente-se menos sede quando se está exposto ao frio, algo como 4°C, que quando se está exposto à temperaturas de cerca de 22°C. E mais, mesmo quando as pessoas já perderam 4% do seu peso em água, elas não sentem tanta sede assim. Em uma situação normal, isso as faria sentir muita sede”, alega o pesquisador.

O corpo no frio age como se estivesse dentro de uma piscina: o organismo concentra a circulação sanguínea nos vasos centrais, o que faz parecer que o corpo está cheio de água e bem hidratado. Na piscina, isso é causado pela pressão da água, que empurra a concentração para os vasos centrais. Já em dias frios, o corpo reage dessa forma ao contrair os vasos para baixar a temperatura da pele e preservar o calor do corpo. Assim, a ação do ADH é afetada, não avisando ao corpo que ele precisa sim de mais água.

Há outro fator dos dias frios que afetam a ingestão normal de água: o consumo de alimentos e bebidas quentes. Pois é, o que usamos para esquentar o corpo influi na sua hidratação. O nosso organismo ingere voluntariamente líquidos que estão a uma temperatura de 4°C a 10°C. Quando o líquido é quente, o corpo consome menos, justamente por causa do seu calor – sempre bebemos devagar chás e outras bebidas quentes para não queimar a língua, lembram? Alguns ingredientes dessas bebidas quentes, como a canela, ainda auxiliam na desidratação.

Mesmo assim, para aqueles que praticam atividades físicas nos dias frios a ingestão de água não precisa ser necessariamente maior. De qualquer maneira, o corpo sua menos e perde menos líquido durante o inverno, e uma leve desidratação pode ser mais tolerada do que nos dias de calor. Mas é preciso dar atenção igual para a hidratação tanto no inverno quanto no verão, e a ingestão de água pode chegar a até 8 litros diários para quem exige muito de seu condicionamento físico.

Você sabe quais são os sintomas da desidratação?
A sede, na verdade, já é um alerta do corpo que indica desidratação, segundo a nutricionista Lenycia Neri, do Hospital das Clínicas. Mas como nos dias frios nossa sensação de sede está afetada, há ainda outros sintomas que indicam se temos a quantidade ideal de água no corpo ou não. Quando desidratados, sentimos dor de cabeça, boca seca, sonolência, e ainda mostramos irritabilidade, problemas na pele, intestino preguiçoso, febre e ausência de suor em casos mais graves.

Além disso, observar a cor da urina também ajuda a diagnosticar a desidratação: quanto mais transparente ela for, mais hidratado você está, alega a nutricionista.

Fonte: Itati

Café, chocolate e outros alimentos quase passam por vilões quando o assunto é garantir ossos fortes e saudáveis: diminuem a capacidade do organismo de absorver cálcio. A solução, entretanto, não é bani-los da dieta, já que muitos deles – como os grãos integrais – possuem outros nutrientes essenciais à saúde. Segundo a nutricionista Juliana Stein, é preciso saber balancear bem: “Para quem já tem doenças nos ossos, como osteoporose, pedimos para não misturar os alimentos fontes de cálcio com os que atrapalham a sua absorção”. A clássica combinação de café com leite, por exemplo, deve ser evitada. Conheça esses alimentos e saiba como consumi-los com segurança para os ossos.

Alimentos que dificultam a absorção de cálcio pelo corpo

Sal
Encontrado no sal, o sódio aumenta a excreção de cálcio pela urina. A nutricionista Juliana Stein, de São Paulo, recomenda que pessoas com osteopenia ou osteoporose eliminem o chamado sal de adição, aquele que acrescentamos à salada e a outros alimentos. Dica: use como tempero limão, azeite e especiarias.

Café
Misturar essa bebida com leite pode não ser tão indicado, dependendo das proporções de café e leite em sua xícara. “A cafeína, presente no café, tem efeito diurético, o que faz com que o cálcio seja eliminado pela urina”, justifica Juliana Stein. Mas a nutricionista lembra que, para chegar a prejudicar a absorção, a quantidade de café ingerida ao dia deve ser superior a 300mg, o que equivale a três xícaras médias da bebida, aproximadamente.

Refrigerante
Essa bebida é rica em fósforo, que inibe a absorção de cálcio pelo corpo. “O fósforo aumenta a liberação do paratormônio, hormônio que controla a quantidade de cálcio que temos nas células e nos ossos. Se ele está elevado, acaba mobilizando mais cálcio do osso pra corrente sanguínea, descalcificando os ossos”, explica Sandra da Silva Maria, nutricionista da Gastro Obeso Center, em São Paulo. Atenção especial aos refrigerantes de cola: além do fósforo, eles contam com cafeína, a mesma substância do café que aumenta a eliminação de cálcio pela urina.

Alimentos com ácido oxálico e fitatos
O ácido oxálico – encontrado em gérmen de trigo, nozes, feijão, espinafre, tomate e acelga -aumenta a eliminação de cálcio pelas fezes. O fitato age da mesma forma. Um exemplo de alimento com essas duas substâncias são os cereais integrais. No entanto, isso não significa que eles devem deixar de ser ingeridos, já que são ricos em fibras necessárias para o bom funcionamento do intestino. “Em casos de pessoas que já tenham doenças nos ossos, uma boa alternativa é ter uma alimentação com bastante frutas, vegetais e legumes, o que garantirá o pH ácido ao estômago – condição necessária para a boa absorção do cálcio”, diz Sandra, que justifica: “Quanto maior a ingestão desses alimentos, maiores as chances de você consumir zinco, mineral que equilibra o pH do estômago”.

Chocolate
Além de ter cafeína, o chocolate conta com o ácido oxálico que, como dito anteriormente, aumenta a eliminação de cálcio pelas fezes. “A quantidade de cafeína é a mesma, independente da quantidade de cacau”, garante Sandra. Ela também alerta que o chocolate ou achocolatado em pó adicionado ao leite tem o mesmo efeito. Para comer essa delícia com menos culpa, a nutricionista aconselha o consumo de chocolates com maior teor de cacau, pois, apesar de prejudicar a absorção de cálcio, há, ao menos, maior ação antioxidante – o que não acontece com chocolates com menos cacau em sua composição.

Gorduras
Existe um tipo específico de gordura que faz com que o cálcio seja liberado pelas fezes, em vez de ir para os ossos: os ácidos graxos saturados de cadeia longa, encontrados em manteiga e carnes gordurosas. A nutricionista Juliana Stein explica que, ao chegar ao intestino, esse tipo de gordura forma uma substância chamada oxalato, que se liga às moléculas de cálcio, formando um complexo insolúvel. “Esse complexo acaba sendo excretado nas fezes”, conta.

Excesso de ferro
Embora aconteça raramente, é possível que o ferro em excesso faça com que o cálcio não seja absorvido. Isso acontece por causa de uma disputa entre esses dois minerais, como explica a nutricionista Juliana Stein. “Eles são absorvidos pela mesma ‘porta’ – chamada de glute, que encaminha as substâncias à corrente sanguínea – e competem entre si para serem absorvidos”, diz. O cálcio costuma ganhar o páreo, mas perde quando o ferro está em uma quantidade muito maior. No entanto, lembram as nutricionistas Juliana e Sandra, isso é raro de acontecer, já que geralmente as dietas são mais ricas em cálcio do que em ferro.

Excesso de proteínas
“O organismo gasta muito cálcio para processar a proteína”, diz a nutricionista Danielle Moreira, do Rio de Janeiro. Por isso, abusar nas fontes de proteínas pode aumentar a eliminação de cálcio pela urina, dificultando a sua absorção. Mas como saber se você está passando dos limites na ingestão de proteínas? A nutricionista Juliana Stein explica que uma pessoa que não seja atleta precisa de 0,8 a 1g de proteínas diárias por quilo de seu peso. “Quem passa dessa 1g já tem a chamada dieta hiperproteica”, afirma.

Fonte: Minha Vida

Ao longo do mês de junho, todos nós, brasileiros, vamos ser convocados para participar de um movimento importantíssimo. É preciso reforçar os estoques de sangue do país.

Doe Sangue!

Monumentos tingidos com a cor do sangue, imagem bonita e forte como o gesto de quem olha e vai além. Pega a condução, faz a ficha e descobre numa picadinha a sensação boa de ser solidário.

“Não dói nada, não prejudica nada, e dá uma satisfação, a gente estar salvando vidas”, afirma a aposentada Maria do Socorro Lima Santos.

“Se eu estivesse numa situação de precisar, eu queria que alguém tivesse a sensibilidade e estar aqui doando”, diz a estudante Rafaela Salgado.

O problema é que a maioria dos brasileiros ainda não doa, ou vai uma vez e depois não volta.

“A gente precisa de uma regularidade dos doadores. A gente não precisaria em situações de férias, de tempo mais frio e de greves, ir a televisão e clamar para que população fosse doar”, explica Cyntia Arrais, médica da Fundação Pró-Sangue.

Tem pedido de socorro em Maceió, menos de cem bolsas e risco de não conseguir repor o que tanta gente perde em acidentes, cirurgias e tratamentos longos.

“O estoque sanguíneo, ele se encontra crítico no momento, quando o necessário para a gente trabalhar com segurança, seria de 300 bolsas diárias”, conta a assistente social Natasha Souza.

A recepção do Hemocentro de Sergipe chegou a ficar quase deserta e com menos de 200 bolsas de sangue para o estado todo.

Em Porte Alegre, o número de doadores caiu pela metade.

Na última semana de maio, o Hemocentro da Fundação Pró-Sangue, que abastece 100 hospitais de São Paulo, chegou a ficar com o estoque 70% abaixo do normal, tinha sangue para apenas um dia. Mas o apelo e a campanha funcionaram, e o desespero dos profissionais de saúde está dando lugar a sala cada vez mais cheia de doadores.

Quem tem mais de 16 anos, boa saúde, se alimentou e dormiu bem, pode chegar, fazer os testes e mostrar que a beleza de lembrar do outro, só fica completa depois desse gesto.

“É importante que o junho todo se transforme nesse farol vermelho para que as pessoas incluam a doação de sangue no seu dia a dia”, diz a idealizadora da campanha, Debi Aronis.

Fonte: G1 Globo

Muitas tarefas a fazer, muitas responsabilidades para cuidar e muitos problemas aparecendo já se tornaram questões comuns em nosso dia a dia. Mas será que aguentamos muito mais tempo essa correria? Ou precisamos urgente de uma saída para viver com equilíbrio? A meditação, mesmo sendo uma prática oriental milenar, há pouco tempo vem chamando a atenção dos ocidentais que vivem hoje em um ritmo cotidiano acelerado. Ela tem exatamente essa proposta: ser um ponto de reflexão, reconexão e limpeza interior que farão sua vida ser mais equilibrada todos os dias.

7 benefícios da meditação para sua vida

Abaixo, 7 benefícios para quem faz da prática da meditação algo essencial em sua vida. Confira:

01) Meditar equilibra seu organismo

A prática meditativa diminui a tensão e relaxa mais o nosso corpo, o que consequentemente nos faz ter um sono melhor. O simples fato de controlar a respiração, como é feito na prática, é o que regula mais nossos impulsos nervosos e faz com que todo o corpo se equilibre. Além de melhorar o sono, os ganhos podem ir além e ajudar em nossa saúde, já que esse controle ajuda a diminuir o stress, a ansiedade, o nervosismo e outros sentimentos impulsivos que temos.

02) Meditar te deixa mais moderado

Falando em ser impulsivo, a prática da meditação também te torna mais moderado. A habilidade que ela nos traz de centrarmos mais nossos pensamentos e controlarmos impulsos faz com que não sejamos tão assediados pelos desejos e vontades diárias, podendo até nos ajudar a emagrecer ou controlar melhor nossa vida financeira.

03) Meditar equilibra o seu ritmo

Essa é a parte que chamamos de “ficar mais Zen”. Para aqueles que são bem agitados ou estão sempre fazendo atividades, a meditação traz o equilíbrio de não precisarmos correr com nossas tarefas, nos atrasarmos sempre ou fazer tudo sob pressão. Ela nos centra em nossas atividades diárias, dando mais foco, tirando a ansiedade dos pensamentos e fazendo com que tudo se resolva em um tempo mais ideal.

04) Meditar melhora seus relacionamentos

Por nos deixar mais equilibrados nos pontos anteriores, a meditação nos traz também uma reflexão mais leve, não tão conturbada com tantos pensamentos ou julgamentos mentais. Diminuindo o ritmo de pensamentos, podemos responder a atitudes de outras pessoas de forma mais racional e resolver problemas de maneira mais simples. Conseguimos respeitar mais as ideias alheias também. As pessoas ao nosso redor sentem essa diferença, o que harmoniza nossos relacionamentos ou conversas que temos ao longo de nossos dias.

05) Meditar te faz ouvir mais a si mesmo

A autorreflexão é um dos grandes ganhos da meditação. É possível entender mais o que se passa dentro de você e ouvir mais aquela vozinha interna que só quer o seu bem. A vozinha, muitas vezes chamada de intuição, nos faz tomar atitudes mais conscientes e equilibrar nossas decisões, o que causa uma grande melhoria em diversos aspectos de nossas vidas.

06) Meditar ajuda a entender mais sua vida

Entendendo mais a si mesmo, entender o que acontece em sua vida se torna ainda mais simples. Acontecimentos e imprevistos se tornam cada vez mais conectados e conseguimos perceber quais atitudes nossos nos levam a resultados ruins ou resultados bons. Faz também percebermos que é possível controlar mais esses acontecimentos em nossas vidas, alinhando as nossas intenções verdadeiras e puras com o que acontece ao nosso redor.

07) Meditar te conecta com seu ser interior

Por fim, a meditação te conecta a algo maior. Te faz estar mais alinhado a seus propósitos mais profundos de vida e te motiva a seguir um caminho pacífico e que beneficia não só a você, mas ao mundo ao seu redor também. Apesar de parecer uma prática simples, essa conexão eleva seu ser e você pode sentir energias boas fluindo dentro de você, o que te mantém em harmonia com a vida.

Praticar meditação vai além de só relaxar ou se equilibrar. É uma atividade que pode fazer parte de sua vida agora, sem precisar de muitas técnicas para ser realizada, e melhorar diversos aspectos que vão te trazer mais felicidade, paz, harmonia, equilíbrio e conexão. E quem não quer tudo isso?

Fonte: Equilibre-se

Por mais que seja erroneamente relacionada à loucura, a demência não é uma doença específica, e sim uma categoria usada para definir diferentes quadros caracterizados pela deficiência cognitiva progressiva. Pessoas com demência têm dificuldade em memorizar coisas e de resolver problemas no dia a dia. A doença de Alzheimer é a mais comum de todas as doenças que envolvem a
demência, mas também existem outras como a demência frontotemporal, na qual o paciente muda o comportamento, e a demência com corpos de Lewy, na qual o indivíduo tem grandes alterações no desempenho durante o dia.

Fazer palavras cruzadas ajuda a prevenir o Alzheimer.

O risco de ter demência aumenta com a idade, mas ela também pode ser diagnosticada na meia-idade. Apesar de ela não ter cura, existem tratamentos e, claro, alguns meios de se prevenir. “O ponto fundamental é as pessoas entenderem que a gente precisa poupar nosso cérebro antes de ele envelhecer”, alerta Maisa Kairalla, especialista em geriatria pela Unifesp e presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia. De acordo com a médica, o cérebro ativo tem maior rede de sinapses (zonas de contato entre uma terminação nervosa e outros neurônios) e consegue melhorar. Pensando em formas de manter esse órgão saudável e ativo, o VivaBem uniu estudos e dicas da especialista. A seguir, você confere nove atitudes que você pode incluir agora em seu dia a dia para prevenir a demência na velhice.

1. Ter níveis baixos de colesterol e pressão arterial
Cientistas da Vanderbilt University, nos Estados Unidos, analisarem dados que relacionavam altos índices de colesterol a demências e descobriram que o índice está intimamente ligado ao surgimento das proteínas beta-amiloides, relacionadas ao surgimento do Alzheimer. Além disso, um estudo feito com camundongos e publicado em 2015 no periódico Hypertension mostrou que, na fase inicial do Alzheimer, apenas os animais hipertensos apresentaram redução da capacidade de memória. Além disso, os camundongos hipertensos apresentaram várias alterações cerebrovasculares.

2. Ser menos ansioso
Um estudo publicado em janeiro deste ano no periódico The American Journal of Psychiatry sugere uma relação entre níveis elevados de beta-amilóide e a piora dos sintomas de ansiedade, suportando a hipótese de que transtornos neuropsiquiátricos podem representar uma manifestação antecipada da doença de Alzheimer. Segundo os pesquisadores, os resultados sugerem que os sintomas de ansiedade podem ser uma manifestação do Alzheimer antes do início da deficiência cognitiva.

3. Evitar o excesso de álcool
Além de aumentar o risco de câncer e provocar danos permanentes às células, o abuso de álcool também pode elevar as chances de a pessoa desenvolver demência precoce e Alzheimer, segundo um estudo feito com um milhão de pessoas e publicado no periódico The Lancet Public Healthem fevereiro. Os resultados mostraram que dos 57.000 casos de demência de início precoce (antes dos 65 anos), a maioria (57%) estava relacionada ao consumo intensivo e crônico de álcool. Outro estudo publicado na Nature em janeiro mostrou que a bebida alcoólica traz danos permanentes nas células.

4. Manter a mente ativa
Em uma palestra durante o 12º Fórum da Longevidade, ocorrido em outubro de 2017, em São Paulo, Pedro Calabrez, professor e pesquisador de neurociências da Unifesp afirmou que o maior inimigo do cérebro ativo é a acomodação. E para manter o cérebro funcional, você precisa aprender coisas novas. A palavra cruzada é legal no começo, mas depois que você aprende e se adapta, deve focar em aprender algo novo. A médica Maisa Kairalla concorda: “Quanto maior a reserva cognitiva do cérebro, menor a incidência de doenças relacionadas à memória. Daí a importância de sempre aprender algo novo, ainda que na velhice. Um idioma diferente ou apenas um livro podem fazer diferença.”;

5. Ter amigos
Além de elevar o nível dos hormônios do estresse e inflamações, a solidão pode aumentar o risco de doenças cardíacas, artrite, diabetes tipo 2, demência e depressão. No entanto, uma pesquisa publicada em dezembro de 2017 por pesquisadores da Universidade Northwestern, nos Estados Unidos, revelou que relacionamentos positivos mantêm a memória funcionando ao longo dos anos. "Os relacionamentos sociais podem desempenhar um papel significativo na preservação de sua cognição", disse Emily Rogalski, uma das autoras.

6. Preferir a dieta mediterrânea ou a MIND
Em 2006, uma pesquisa feita pela Universidade Columbia, nos Estados Unidos, descobriu que a dieta mediterrânea pode reduzir os riscos de Alzheimer em até 40%. Esse tipo de dieta é rica em peixes, azeite, amêndoas, grãos integrais, nozes, tomate e espinafre. Outra pesquisa mais recente, realizada em 2016 por pesquisadores da Universidade Rush, nos Estados Unidos, comprovou que a dieta MIND também pode reduzir o risco de a pessoa desenvolver a doença. Esse plano alimentar prioriza o consumo diário de vegetais, nozes, feijões, peixes, aves, grãos integrais e azeite. A recomendação é evitar carnes vermelhas, manteiga, margarina, queijos, doces, frituras e fast-food. Segundo os cientistas, os seguidores da dieta MIND têm 53% menos chances de desenvolver Alzheimer e ainda foram avaliadas cognitivamente como se fossem 7,5 anos mais jovens.

7. Dormir bem
Ficar sem dormir tem vários riscos para a saúde, como hipertensão, diabetes e até Alzheimer. Uma pesquisa publicada em abril no periódico Proceedings Of The National Academy Of Sciences descobriu que quanto menos as pessoas dormiam, maior era o acúmulo de beta-amiloide no cérebro. Embora os cientistas ainda não tenham certeza sobre como o Alzheimer comece, acúmulo de proteínas beta-amiloides e tau no cérebro — levando a uma quebra nas funções normais do órgão– é uma das principais características da doença.

8. Ter um companheiro
De acordo com um estudo publicado em novembro de 2017 no periódico Journal of Neurology, Neurosurgery and Psychiatry, quem vive sozinho tem 42% mais risco de desenvolver demência do que quem é casado. E sobrou até para quem perdeu o parceiro… Segundo os pesquisadores, os viúvos também têm 20% de chance a mais de ter a doença. Mas segundo os pesquisadores, não é o casamento em si que reduz o risco de demência. O possível efeito protetor do casório está relacionado a ter um estilo de vida mais saudável e com mais estímulos sociais.

9. Fazer exercícios, principalmente correr
Uma pesquisa publicada no periódico Journal of Alzheimer Disease identificou que quanto menos atividade física a pessoa realiza, mais rápida é a deterioração de fibras nervosas vitais no cérebro. Além disso, Um outro estudo publicado no periódico Neurobiology of Learning and Memory descobriu que correr ajuda a proteger a memória dos impactos negativos que o estresse crônico provoca no hipocampo, parte do cérebro responsável pela memória e aprendizagem.

Fonte: Viva Bem

O estresse é um inimigo do coração. As tensões emocionais propiciam doenças cardiovasculares aos montes. Já foi comprovado cientificamente que a alta liberação de hormônios em situações estressantes perturbam o organismo, provocando reações que englobam desde o aumento da pressão arterial a um fulminante ataque cardíaco.

Efeito do estresse

Preocupações diárias com problemas pessoais, excesso de trabalho, insegurança, frustrações, pressão, entre outros sintomas de estresse, desencadeiam reações que interferem no bom funcionamento do coração. A associação destes fatores com a pré-disposição genética a problemas cardiovasculares resultam em uma espécie de bomba para o corpo. Entender a gravidade da situação é o primeiro passo para combater as ameaças.

Descarga de hormônios

Estar sob um estado de tensão mexe com o funcionamento do cérebro. De acordo com a cardiologista Maria Angela Plácido, quem vive uma rotina estressante libera altos níveis de hormônios que provocam instabilidade no organismo. A adrenalina é um deles.”Ela atua aumentando os batimentos cardíacos e a pressão arterial, o que pode culminar em um ataque cardíaco e até levar a morte”, explica. Já o cortisol, outro hormônio liberado durante situações de estresse, pode causar mortes em pessoas que já tenham doenças cardiovasculares, segundo um estudo publicado no Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism.

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Para chegar a tal conclusão, pesquisadores observaram o comportamento de mais de 800 voluntários com mais de 65 anos e com histórico de problemas cardíacos. No período de três anos, cerca de 180 destas pessoas que estavam sendo acompanhadas morreram. A quantidade de cortisol que circulava no organismo delas era maior do que a esperada. Esse aumento está relacionado a complicações cardiovasculares. Segundo os números levantados no estudo, para as pessoas que não sofrem com doenças cardiovasculares os problemas causados pelo cortisol são quase imperceptíveis, mas para pessoas que tem histórico de doenças do coração, o aumento nos níveis desse hormônio eleva o risco de morte em até cinco vezes.

Em outra pesquisa, feita na Suécia e publicada na revista Diabetic Medicine, foi constatado que homens que passam por altos níveis de estresse podem dobrar os riscos de desenvolver diabetes tipo 2, aquele em que o organismo é capaz de produzir insulina, mas tem dificuldade de processá-la.

Como combater o inimigo do coração?

Especialistas aconselham quem sofre com problemas cardíacos a fugir de fatores estressantes para aliviar os sintomas do estresse. Alguns hábitos, segundo a cardiologista Maria Angela, podem ser incorporados à rotina para evitar danos fatais. Atividades físicas regulares, alimentação balanceada, sono sem interferência de ruídos já são de grande ajuda no combate ao inimigo. Além deles, claro, há inúmeras formas de manter a saúde do coração em perfeito estado, como manter os níveis de colesterol estáveis, não fumar, não estar acima do peso, entre outros.

Fonte: Minha Vida

Içami Tiba foi uma pessoa muito importante para a educação no Brasil. Filho de imigrantes japoneses, formou-se em Medicina pela Universidade de São Paulo e fez especialização em psiquiatria pelo Hospital das Clínicas.

Ele foi psiquiatra, colunista, palestrante e escritor de mais de 40 livros sobre educação familiar e escolar. Ministrou cursos no Brasil e fora. Suas obras se tornaram referências educadores, outros psicólogos, psiquiatras e até mesmo famílias.

Içami Tiba

Içami Tiba (Imagem: Divulgação/Integrare Editora)

O livro “Pais e Educadores de Alta Performance” é um livro de Içami Tiba sobre educação de crianças e jovens. Nele, Içami reflete sobre como os pais que não definem limites e regras para seus filhos acabam por criar adultos que serão sustentados pelo resto da vida.

Abaixo estão 31 frases criadas por Içami para os pais questionarem se estão criando filhos sem limites:

1. Fazer pelo filho o que ele próprio pode fazer sozinho.
2. Deixar de cobrar obrigações que ele tem de cumprir.
3. Engolir contrariedades, respostas mal-educadas, desrespeito aos outros.
4. Permitir que o filho imponha suas vontades inadequadas a todos.
5. Concordar com tudo o que o filho faz e diz só para não contrariá-lo.
6. Acreditar que “o filho não mente” ou “ele nem sabe o que faz”.
7. Permitir que o filho gaste o dinheiro do lanche em outras coisas.
8. Assumir para si as responsabilidades sobre o que o filho faz.
9. Silenciar quando percebe que o filho falsificou a assinatura dos pais.
10. Repetir muitas vezes a mesma ordem.
11. Dar tapas ou “surras pedagógicas”.
12. Ser conivente com suas delinquências.
13. Aceitar notas baixas, tarefas feitas de qualquer jeito.
14. Terceirizar a educação dos filhos.
15. Ignorar o lixo que o filho jogou no chão.
16. Permitir que os filhos dentro de casa façam o que não devem fazer no ambiente social.
17. Incentivar a tirar proveitos pessoais de qualquer vantagem que tiver.
18. Justificar as falhas dos filhos como erros dos outros.
19. Tolerar mentiras, traições, pequenos furtos etc.
20. Minimizar o cumprimento de regras, ordens e combinações estabelecidas.
21. Inventar desculpas por falhas próprias.
22. Mudar as regras existentes para favorecer os filho.
23. Permitir que experimentem drogas.
24. Fingir que não percebeu a ingratidão e o abuso que os filhos cometeram.
25. Instigar superioridade religiosa, financeira, familiar, etc.
26. Dividir o mundo em pessoas espertas e burras.
27. Ser cúmplice ou conivente nas transgressões e contravenções dos filhos.
28. Colocar o filho acima de tudo e de todos.
29. Ajudar o filho a “colar” nas provas.
30. Fazer a lição de casa do filho.
31. Ameaçar ou agredir professores ou pais dos amigos do filho por erros que são dele.

Depois de fazer essas perguntas a si mesmo, a quais conclusões você chegou? Como está desempenhando seu papel na criação de seus filhos?

Fonte: O Segredo

Durante o outono, as mudanças bruscas de temperatura e baixa umidade do ar contribuem na proliferação de doenças causadas por vírus e transmitidas com maior facilidade por causa dos ambientes fechados ou com grande volume de pessoas. E não vá achando que somente as crianças estão suscetíveis às viroses, os adultos também costumam sofrer com os problemas respiratórios como asma, rinite ou gripe, que se manifestam com maior intensidade durante essa época do ano.

Outono - cuidado com a saúde

De acordo com a pneumologista Andrea Sette, do Hospital e Maternidade São Luiz, crianças, idosos e pacientes de doenças crônicas estão classificados no grupo de risco e mais vulneráveis a síndromes gripais, que atingem vias inferiores (caso de bronquites e pneumonias) e vias superiores (tosse seca e rinite). “Durante a troca de estações as condições crônicas tornam-se mais abaladas para pacientes de bronquites, asma, rinite e sinusites. O uso de umidificadores de ar pode amenizar as dificuldades respiratórias. É importante, também, estar atento a possíveis irritações nos olhos. Secura e coceira podem indicar um quadro de conjuntivite, comum durante o outono. Em casos de tosse e febre por mais de cinco dias o ideal é procurar tratamento médico”, explica a médica.

Mas não é só o sistema respiratório que acaba comprometido durante o outono, a pele também fica mais ressecada e, consequentemente, mais propensa a rachaduras ou alergias. “O ar mais seco e a baixa temperatura dificultam a dispersão de partículas, o que compromete o sistema respiratório e cardiovascular”, explica Andrea. Para quem costuma sofrer com a chegada do outono, saiba que a prevenção ainda é o melhor remédio contra os male da estação. Não acredita? A pneumologista lista cinco dicas de como manter a saúde e a beleza mesmo com a baixa dos termômetros.

Mantenha os níveis de hidratação do corpo: no verão nos preocupamos muito com a hidratação, pois perdemos muito líquido. No outono não é diferente. As temperaturas são mais baixas, porém o ar está mais seco. O consumo de líquidos é essencial, principalmente de água.

Evite longa permanência em locais fechados: a proliferação de alguns vírus é ainda maior nessa época do ano. Locais fechados favorecem isso. É importante sempre deixar janelas abertas e permitir que o ar se renove.

Pratique a higienização a todo momento: não só durante a troca de estações, lavar as mãos deve se tornar um hábito. Estamos em contato com diversos objetos que podem estar contaminados, por isso é imprescindível lavar as mãos com água e sabonete líquido, de preferência, e sempre que possível fazer uso do álcool em gel para finalizar.

Mantenha uma alimentação balanceada: as síndromes gripais, mais comuns durante a estação, acometem principalmente crianças e idosos por conta do sistema imunológico frágil. Ter uma alimentação equilibrada com os nutrientes e vitaminas necessárias evita que o corpo fique suscetível a contaminações.

Hidrate bem a pele: é comum notarmos que a pele fica mais seca com a chegada do outono. Isso pode acarretar rachaduras e irritações que desenvolvem alergias na pele. O ideal é usar um hidratante específico para o rosto e outro para o corpo. Banhos quentes também devem ser evitados, pois favorecem o processo de ressecamento da pele.

Fonte: MaisEquilíbrio