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16 abr

O mês de abril foi coroado com um passeio pra lá de diferente, um passeio para Rainhas.

Nossas hóspedes esbanjaram charme num incrível passeio de Limousine por famosas avenidas de São Paulo com parada no Parque do Ibirapuera, onde fizeram um lanche e brindaram a vida e o momento incrível com uma deliciosa espumante (sem álcool).

Ao som de muito Elvis, Louis Armstrong e outros sucessos, nossas meninas voltaram a juventude e curtiram a valer. Foi uma brasa, mora?

A vida é assim, feita de momentos únicos que ficarão pra sempre em nossa memória.

Veja fotos do passeio na galeria abaixo e também em nosso Instagram.

Até a próxima!

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O estresse é um inimigo do coração. As tensões emocionais propiciam doenças cardiovasculares aos montes. Já foi comprovado cientificamente que a alta liberação de hormônios em situações estressantes perturbam o organismo, provocando reações que englobam desde o aumento da pressão arterial a um fulminante ataque cardíaco.

Efeito do estresse

Preocupações diárias com problemas pessoais, excesso de trabalho, insegurança, frustrações, pressão, entre outros sintomas de estresse, desencadeiam reações que interferem no bom funcionamento do coração. A associação destes fatores com a pré-disposição genética a problemas cardiovasculares resultam em uma espécie de bomba para o corpo. Entender a gravidade da situação é o primeiro passo para combater as ameaças.

Descarga de hormônios

Estar sob um estado de tensão mexe com o funcionamento do cérebro. De acordo com a cardiologista Maria Angela Plácido, quem vive uma rotina estressante libera altos níveis de hormônios que provocam instabilidade no organismo. A adrenalina é um deles.”Ela atua aumentando os batimentos cardíacos e a pressão arterial, o que pode culminar em um ataque cardíaco e até levar a morte”, explica. Já o cortisol, outro hormônio liberado durante situações de estresse, pode causar mortes em pessoas que já tenham doenças cardiovasculares, segundo um estudo publicado no Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism.

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Para chegar a tal conclusão, pesquisadores observaram o comportamento de mais de 800 voluntários com mais de 65 anos e com histórico de problemas cardíacos. No período de três anos, cerca de 180 destas pessoas que estavam sendo acompanhadas morreram. A quantidade de cortisol que circulava no organismo delas era maior do que a esperada. Esse aumento está relacionado a complicações cardiovasculares. Segundo os números levantados no estudo, para as pessoas que não sofrem com doenças cardiovasculares os problemas causados pelo cortisol são quase imperceptíveis, mas para pessoas que tem histórico de doenças do coração, o aumento nos níveis desse hormônio eleva o risco de morte em até cinco vezes.

Em outra pesquisa, feita na Suécia e publicada na revista Diabetic Medicine, foi constatado que homens que passam por altos níveis de estresse podem dobrar os riscos de desenvolver diabetes tipo 2, aquele em que o organismo é capaz de produzir insulina, mas tem dificuldade de processá-la.

Como combater o inimigo do coração?

Especialistas aconselham quem sofre com problemas cardíacos a fugir de fatores estressantes para aliviar os sintomas do estresse. Alguns hábitos, segundo a cardiologista Maria Angela, podem ser incorporados à rotina para evitar danos fatais. Atividades físicas regulares, alimentação balanceada, sono sem interferência de ruídos já são de grande ajuda no combate ao inimigo. Além deles, claro, há inúmeras formas de manter a saúde do coração em perfeito estado, como manter os níveis de colesterol estáveis, não fumar, não estar acima do peso, entre outros.

Fonte: Minha Vida

Institutos de pesquisa norte-americanos conseguiram provar um antigo conceito da humanidade. “Envelhecer é entrar na melhor idade”. Enquanto muitos associam a velhice a uma época de doenças e tristeza, quem chegou nessa idade só quer saber de alegria e felicidade.

Envelhecer - felicidade

Que todo ser humano vai envelhecer  não é novidade para ninguém, mas ao contrário do que muitos contestam, chegar à 3ª idade não é sinônimo de tristeza, doenças e melancolia, mas sim de felicidade e conviver com mais experiências que os mais novos. Uma pesquisa feita com mais de 170 mil pessoas conseguiu medir que pessoas acima de 55 anos são mais felizes.

O instituto foi à rua com duas perguntas: “você gosta do que faz todos os dias?” e “você tem apoio em sua vida?”. Entrevistaram pessoas de todas as idades em todo os Estados Unidos. Coincidentemente, os idosos que mostraram mais alegria pela idade são os que moram em cidades mais rurais e tranquilas. Por outro lado, os moradores de grandes cidades tiveram opiniões exatamente opostas.

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E a razão que eles alegam para serem felizes é estarem livres de educar os filhos e correr atrás de trabalho para ganhar a vida. Sem essas obrigações, eles podem aproveitar melhor a vida sem medo de envelhecer. Pessoas mais velhas tendem a ter mais segurança financeira, menos responsabilidade e conseguem lidar melhor com as emoções negativas, devido à experiência adquirida no decorrer da vida.

O que podemos levar de tudo isso? O fim da vida é bem mais tranquilo e agradável do que imaginamos.

Fonte: Mistérios do Mundo

Içami Tiba foi uma pessoa muito importante para a educação no Brasil. Filho de imigrantes japoneses, formou-se em Medicina pela Universidade de São Paulo e fez especialização em psiquiatria pelo Hospital das Clínicas.

Ele foi psiquiatra, colunista, palestrante e escritor de mais de 40 livros sobre educação familiar e escolar. Ministrou cursos no Brasil e fora. Suas obras se tornaram referências educadores, outros psicólogos, psiquiatras e até mesmo famílias.

Içami Tiba

Içami Tiba (Imagem: Divulgação/Integrare Editora)

O livro “Pais e Educadores de Alta Performance” é um livro de Içami Tiba sobre educação de crianças e jovens. Nele, Içami reflete sobre como os pais que não definem limites e regras para seus filhos acabam por criar adultos que serão sustentados pelo resto da vida.

Abaixo estão 31 frases criadas por Içami para os pais questionarem se estão criando filhos sem limites:

1. Fazer pelo filho o que ele próprio pode fazer sozinho.
2. Deixar de cobrar obrigações que ele tem de cumprir.
3. Engolir contrariedades, respostas mal-educadas, desrespeito aos outros.
4. Permitir que o filho imponha suas vontades inadequadas a todos.
5. Concordar com tudo o que o filho faz e diz só para não contrariá-lo.
6. Acreditar que “o filho não mente” ou “ele nem sabe o que faz”.
7. Permitir que o filho gaste o dinheiro do lanche em outras coisas.
8. Assumir para si as responsabilidades sobre o que o filho faz.
9. Silenciar quando percebe que o filho falsificou a assinatura dos pais.
10. Repetir muitas vezes a mesma ordem.
11. Dar tapas ou “surras pedagógicas”.
12. Ser conivente com suas delinquências.
13. Aceitar notas baixas, tarefas feitas de qualquer jeito.
14. Terceirizar a educação dos filhos.
15. Ignorar o lixo que o filho jogou no chão.
16. Permitir que os filhos dentro de casa façam o que não devem fazer no ambiente social.
17. Incentivar a tirar proveitos pessoais de qualquer vantagem que tiver.
18. Justificar as falhas dos filhos como erros dos outros.
19. Tolerar mentiras, traições, pequenos furtos etc.
20. Minimizar o cumprimento de regras, ordens e combinações estabelecidas.
21. Inventar desculpas por falhas próprias.
22. Mudar as regras existentes para favorecer os filho.
23. Permitir que experimentem drogas.
24. Fingir que não percebeu a ingratidão e o abuso que os filhos cometeram.
25. Instigar superioridade religiosa, financeira, familiar, etc.
26. Dividir o mundo em pessoas espertas e burras.
27. Ser cúmplice ou conivente nas transgressões e contravenções dos filhos.
28. Colocar o filho acima de tudo e de todos.
29. Ajudar o filho a “colar” nas provas.
30. Fazer a lição de casa do filho.
31. Ameaçar ou agredir professores ou pais dos amigos do filho por erros que são dele.

Depois de fazer essas perguntas a si mesmo, a quais conclusões você chegou? Como está desempenhando seu papel na criação de seus filhos?

Fonte: O Segredo

Quando dizem que ser avó é ser mãe duas vezes, não estão mentindo. Com a chegada dos filhos todo homem e mulher muda, mas quando os netos nascem dá a impressão de que as mudanças são ainda maiores. Você aprende a ser ainda mais paciente e flexível, entende que os netinhos também precisam do espaço deles e, claro, fazem todos os gostos das crianças e adolescentes.

Avós e netos

Aliás, esse último aspecto é o que mais incomodam os pais, não é mesmo? Afinal, quem nunca ouviu reclamações dos filhos alegando que estão ‘mimando’ demais a criança ou que não podem fazer todas as vontades dos netos?

O que acontece, de fato, é que como os avós possuem um tempo maior para ficar com os pequenos, afinal, já estão aposentados, conseguem manter um relacionamento mais leve e divertido com o neto. Sendo assim, conseguem conversar, realizar tarefas juntos, brincar, partilhar momentos, entre outras tarefas típicas do cotidiano de um avô e uma avó que todos nós sabemos.

Mas, você sabia que a relação entre avó e neto traz muitos benefícios tanto para a criança como para o idoso? Quer saber quais são eles? Então confira abaixo:

Benefícios para os netos:

Proteção e amor: A infância é um período marcado por muitas descobertas e transformações na vida da criança que começa a transitar para a adolescência. Neste momento, o papel dos avós é orientar sobre como são as mudanças e em que elas acarretam. E uma das melhores maneiras de fazer com que o pequeno aceite as transformações é lhe proporcionando muito carinho, amor e atenção. Dessa forma, com o carinho dos mais velhos, meninos e meninas sentem-se mais protegidos das mudanças.

Personalidade da criança: atuar fortalecendo os vínculos afetivos e familiar da criança ajuda na formação da sua personalidade. Isso porque é justamente nos primeiros anos da infância que são delineadas as principais características do jeito. Por isso, é importante que a família esteja perto e prestando o devido suporte físicas e psicológicas da criança.

Respeito pelos mais velhos: a companhia do avô ou avó faz com que a criança entenda como é ser mais velha e, diante disso, aprenda a respeitá-los, aceitando suas diferenças e a entendendo suas limitações.

Benefícios para as avós:

Afasta a depressão: A boa relação entre ambos ajuda a reduzir os sintomas da depressão nas duas gerações. No caso dos netos, a relação ajuda a passar uma maior segurança. Já para os avós, a criança representa um tempo de renovação que lhe aproxima da juventude.

Ajuda a ficarem mais ativos: O contato com a criança distrai e ajuda a te deixar mais ativo, fazendo com que você se sinta mais útil. Isso porque, com a convivência com a criança estimula o idoso a realizar atividades que exijam mais movimentação, como brincar no parque, passear no shopping, etc.

Troca de gerações: Esse é um aspecto que costuma ser muito produtivo para o idoso, pois os netos ensinam as particularidades da sociedade moderna. Como novas ferramentas tecnologias, vestimentas, mudanças no cotidiano, entre outros fatores.

Fonte: Terceira Idade

02 abr

Você sabia que o grande diferencial da Nossa Casa é proporcionar às suas hóspedes o acolhimento do seu próprio lar?

Queridas hóspedes da Nossa Casa

A Nossa Casa é como a extensão da sua casa.

A equipe de colaboradoras é devidamente capacitada a trabalhar com mulheres da terceira idade, entendendo suas necessidades. E a base deste relacionamento eficaz se resume em amor, carinho e paciência.

Além disso, a casa proporciona atividades diversas durante todo o mês, a fim de estimular a mente e o corpo de nossas hóspedes. Uma forma diferente de receber a terceira idade, de viver essa nova fase da vida.

Venha nos conhecer e aproveite a promoção de 15% de desconto, sobre os preços de tabela, até dia 20/04/2018.

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Vivemos um estilo de vida tão corrido que, muitas vezes, pequenas atitudes passam despercebidas e podem mudar nossas vidas. Pequenas dicas bem simples, quando seguidas com certa regularidade, podem alterar inclusive sua saúde e bem-estar. Para isso, montamos um guia de dicas rápidas e práticas que vão te ajudar a ser uma pessoa melhor em todos os sentidos.

Saúde

Faça exercícios físicos!

A primeira série de dicas é bem simples, coisas que todos nós sabemos mas não praticamos de fato. Para completar o nosso tripé da saúde e bem-estar, fica faltando o exercício físico. Ninguém consegue se manter bem disposto e ativo, com uma saúde em perfeito estado se não praticar ao menos 30 minutos de atividades físicas diárias. Se você é um daqueles que pensa que seu dia não comporta o tempo gasto em uma academia, pense que aqueles 30 minutinhos a mais de sono pela manhã poderiam se tornar sua atividade do dia, melhorando seu bem-estar e saúde de uma maneira radical.

Se mesmo assim você acha que ainda não dá tempo de se exercitar, faça pequenas mudanças. Troque o elevador pela escada, evite o uso do carro para fazer compras ou atividades próximas, carregue as sacolas no supermercado e se tiver um tempo extra, use sua força para lavar algumas peças de roupa que iriam para máquina na mão. Essas mudanças já vão fazer seu corpo mais ativo e você vai sentir a diferença.

Durma!

Parece clichê, mas dormir bem ainda é a dica mais valiosa de todos os tempos. Desligar seu corpo por cerca de 7 ou 8 horas de sono diárias vão te livrar de uma série de doenças, além de te deixar com as energias carregadas para viver o dia seguinte.

Coma bem!

A alimentação também exerce um papel importantíssimo na nossa qualidade de vida. Se você não é acostumado a tomar café da manhã, experimente mudar um pouco a sua rotina. Consumir frutas, castanhas e cereais pela manhã ajudam a construir e manter a energia adquirida durante uma boa noite de sono, fora que te deixa com menos fome durante o dia, fazendo você comer menos, evitando os quilinhos a mais.

Cuide da sua saúde mental!

Outro ponto muito importante é a nossa saúde mental. O que você anda fazendo para manter a sua mente saudável e livre de problemas desnecessários? Comece pensando no que realmente vale a pena se importar. Depois pense se aquele problema pode ser resolvido por alguma outra pessoa senão você. Livre sua mente dos pensamentos ruins e pessimistas, seja generoso e sinta-se melhor por isso. O bem-estar provoca o aumento de hormônios da satisfação, deixando você cada dia mais feliz e realizado.

Procure programar-se para fazer uma atividade da qual você gosta e te dá prazer.

Ser saudável te leva a ser mais feliz e isso é uma escolha que só você pode fazer. Experimente mudar pequenos hábitos e sinta a diferença!

Fonte: Eu Sem Fronteiras

“A solidão é a ‘assassina invisível’ do idoso” que ameaça a sua saúde tanto quanto a obesidade ou o tabagismo. O alerta é dos Pesquisadores da Universidade da Califórnia descobriram que a solidão tem um papel importante no envelhecimento. Sociólogos e psicólogos examinaram mais de mil e quinhentas pessoas com idades a partir de 71 anos, descobriram que as pessoas solitárias morrem mais cedo.

Mãe e filha juntas: solidão

Será que é possível avaliar o custo emocional da solidão como conhecido? Eu diria que não, não há como medi-lo, quantifica-lo. A solidão, este inimigo oculto de todos os dias e de todos nós, pode ser devastador para o ser humano em qualquer fase da vida, mas na velhice trabalha silenciosamente, toma proporções assustadoras e seus resultados são, muitas vezes, imprevisíveis. É aquele que trabalha na calada da noite ou num dia inteiro que se anuncia.

O problema é grave na medida que a depressão encontra neste ser fragilizado um habitat perfeito para se acomodar. Deste quadro aparentemente controlável, caminham lado a lado os problemas alimentares, o sono irregular, a falta de perspectiva, pouco ou nenhum convívio social até que o silêncio chega, permanecendo apenas aquela voz interna que não ecoa mais, não encontra palavras nem mesmo para dizer: preciso de ajuda, preciso de um sentido para a minha vida, preciso que me orçam.

Pensar que a Organização Mundial da Saúde já classifica a solidão como um fator de risco para a saúde maior que o tabagismo e tão grande quanto a obesidade nos faz refletir: o que estamos fazendo com a nossa própria vida que vai envelhecer? Sarti (2001) argumenta que estes idosos precisam “ser ouvidos. Isto implica pensar os idosos como sujeitos não apenas de direitos, mas também de desejo.”

A necessidade de comunicação com as pessoas, especialmente aquelas que nos são próximas e com os amigos que nos valorizam e que nos fazem felizes é guardada durante uma vida inteira. Muito frequentemente, as pessoas mais velhas se retiram da vida social e da vida em família e perdem vários momentos da vida de seus filhos e de seus netos. Por isto, é muito importante manter contato com eles.

Tente não apenas visitá-los com mais frequência, mas convide-os também para irem à sua casa. Além disso, é muito importante encorajar a comunicação de pessoas mais velhas com pessoas da mesma idade deles. Este é o principal aspecto de lares para idosos e de diferentes tipos de grupos de interesse para pessoas idosas. No título enfatizamos a mãe, mas, é claro, que a pesquisa se refere aos idosos de um modo geral.

(Texto por Sarah Schreiber, via Portal Raízes)

Uma geração de crianças “sem limites” está se formando. São filhos mimados e com baixa tolerância à frustração. Como os pais podem mudar essa situação?

Mesmo que você não tenha filhos, provavelmente já presenciou cenas semelhantes: criança se jogando no chão e gritando porque não recebe o que quer na hora que está pedindo; criança gritando (e até batendo) nos pais porque não ganharam o que querem, na hora que querem; criança jogando comida no chão porque não é o que quer comer. Pois esse comportamento é de criança mimada e indica, sim, falta de educação.

Para a psicóloga Laurema Suckow de Castro uma geração de “crianças mimadas” está se formando por uma mudança social e até econômica. “O pais e as mães estão muito mais ausentes, trabalhando muito. As crianças ficam muito ligadas em aparelhos tecnológicos e tendo pouco contato com a família. Isso desencadeia um comportamento social sem muitos limites”, explica.

Criança mimada

Limite aliás, é a palavra chave para lidar com uma criança mimada e também pode ser a “salvação” para esse tipo de comportamento. O problema, conforme analisa a psicóloga, é que a culpa dos pais acaba desencadeando um comportamento vicioso. Os pais não querem repreender a criança porque sentem culpa por não passar mais tempo com ela. Os filhos percebem essa culpa dos pais e usam ao seu próprio favor, testando limites e – também – a paciência.

“Uma criança mimada é uma criança que tem baixa tolerância à frustração. Não sabe ouvir um não e não consegue se comportar bem socialmente”, explica Laurema. Esse “não consegue” passa pela questão da criança saber que os pais não vão repreendê-la em um lugar público, por isso acaba colocando a família em situação constrangedora.
O que fazer nesses casos? Ser firme. Por mais que a culpa bata, os pais devem saber que os limites são essenciais na educação dos filhos e que são eles – os pais – que sabem o que é melhor para as crianças durante a infância. Isso significa saber se comportar durante um passeio e até comer o que os pais indicam, já que os adultos têm mais experiência para saber o que faz bem do que uma criança.

Parece lógico, mas muitos pais têm dificuldades em colocar limites nas crianças e terceirizam essa função, seja para a escola ou para especialistas. Laurema salienta que uma situação muito comum hoje em dia é os pais buscarem diagnósticos para criança, chamando-a de hiperativa ou mesmo buscando ajuda médica para lidar com um comportamento inadequado.
“Há diferenças grandes entre uma criança com alguma síndrome e uma criança sem educação, sem limites. Os pais não podem confundir. Na dúvida, é importante buscar orientação”, salienta Laurema.

O que fazer?

A psicóloga dá algumas dicas para lidar com crianças que estão fazendo birra ou manha constantemente. Confira:

Tenha controle da situação. Lembre-se: quem sabe o que é melhor para as crianças são os adultos e não elas.

Seja firme. Não volte atrás em uma decisão. A criança precisa confiar e sentir-se segura com a decisão do adulto.

Não sofra. Saiba que dar limites é positivo para a criança. Uma criança mimada é manipuladora e sabe o “ponto fraco” dos pais. Não caia no jogo.

Fuja do consumismo. Não tente compensar o tempo que você passa fora com presentes. O que vale é a qualidade do tempo também, portanto, presentes, só em datas especiais.

Dê tarefas para que as crianças cumpram de acordo com a idade e maturidade delas. Estimule a independência.

Faça combinados e mantenha as regras. Antes de sair de casa para um passeio, lembre os acordos da família: nada de birra, manha ou pedir para comprar alguma coisa. Não dá para fazer tudo o que as crianças querem, isso prejudica um crescimento saudável!

Fonte: Papo Sincero

Até uns anos atrás, quem fazia curso de inglês, em horário contra turno ao estudo, era somente as pessoas ricas, se lembra? Hoje em dia, o inglês é quase que um requisito obrigatório para todos aqueles que buscam um mercado de trabalho mais amplo e condições financeiras mais estáveis. Para essa demanda, os horários para o curso se tornaram muito mais flexíveis e acessíveis, certo?

No entanto, os brasileiros sempre procuram um intercâmbio, ao concluir o curso, para expandir o seu vocabulário e fluência na nova língua e, assim, conquistar o mercado de trabalho.

Brasileiros praticam Inglês conversando com idosos

Porém, há uma situação inversa do outro lado do nosso continente. Em Chicago (EUA), por exemplo, existem vários idosos aposentados vivendo em casas de repouso, onde a preocupação não é como falar (pois o idioma já o inglês), mas sim com quem falar, afinal, eles vivem sozinhos e sem uma companhia jovem.

Pensando nesses dois lados, a CNA resolveu criar uma campanha, onde alunos e idosos querendo conversar são unidos pela tecnologia.

E o resultado é maravilhoso, dá só uma olhada:


 

Não estamos fazendo propagandas, apenas mostrando que o seu inglês pode ser expandido sem você sair de casa e, ainda, poderá fazer alguém muito feliz do outro lado da América.

Fonte: Intrigante