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27 ago

Música é vida!

por nossacasa

Música é vida!

Além das deliciosas aulas de música terapia em grupo, as nossas tardes de quinta são sempre muito animadas e musicais com o repertório prá lá de especial da nossa querida maestrina, Andrea Feketé!

Música é vida

Ela arrasa no piano, e nossas meninas agitam, cantam e participam com instrumentos musicais que dão aquele toque especial.

Confirmado, música é vida! Faz bem para a alma, memória, coração, além de deixar o dia muito mais feliz.

A Nossa Casa agradece o carinho de sempre da nossa querida maestrina. Excelente pessoa e excelente profissional.

tirolesa

Jack Reynolds, de 106 anos, um tataravô da Inglaterra, quebrou recentemente o Recorde Mundial do Guinness sendo a pessoa mais velha andar de tirolesa. Reynolds quebrou o recorde no mês passado enquanto comemorava seu aniversário de 106 anos.

Reynolds tem o hábito de fazer coisas interessantes em seus aniversários e dessa vez acabou no Guinness Book of World Records. Reynolds também está no Guinness como sendo a pessoa mais velha a fazer uma tatuagem, o que aconteceu em seu 104º aniversário, e a pessoa mais velha a andar em uma montanha russa em seu aniversário de 105 anos.

Reynolds usou sua visibilidade batendo recordes como uma oportunidade para arrecadar dinheiro para várias instituições de caridade.

Sua filha, Jayne, disse: “Ele decidiu usar sua velhice para ganhar dinheiro para caridade, esse é o seu principal motivo, mas, enquanto isso, ele está se divertindo muito. “Tornou-se de certa forma uma tradição que no meu aniversário eu use minha nova era para ajudar a arrecadar dinheiro para instituições de caridade dignas”.

Fonte: Fique Sabendo

trabalho

Não é novidade que a atividade profissional, seja qual for, causa estresse aos colaboradores da empresa. É fato que o ambiente corporativo pode influenciar diretamente na saúde do trabalhador. Por isso, para alcançar mais produtividade, criatividade e satisfação profissional, bem estar e qualidade de vida são características essenciais para uma carreira de sucesso.

O local de trabalho tem o poder de afetar as emoções e se o lugar for mal projetado, ainda pode prejudicar a saúde física e mental. “Nós somos seres sensoriais. Temos receptores em nosso corpo que interpretam as informações do meio externo e enviam para o cérebro. Consequentemente, isso vai gerar uma emoção, estimulando um determinado comportamento. É importante ter a ajuda de um profissional especializado no assunto para ajudar a melhorar o ambiente da melhor forma possível”, explica a arquiteta, especialista em ambiente de trabalho, Priscilla Bencke.

Cinco dicas básicas que ajudam a melhorar o bem estar no ambiente corporativo

1. Tenha uma estação de trabalho adequada: “é importante que as cadeiras e as mesas sejam adequadas, porém, devemos estar atentos aos equipamentos, como computadores e notebooks. Não adianta nada eu ter uma mesa e uma cadeira adequada e ter um monitor que faz com que eu fique com a cabeça abaixada o dia inteiro”, orienta a arquiteta. Por isso, é necessário o uso de suportes para monitor, o mesmo vale para notebooks. O dimensionamento das mesas também é importante, todos os equipamentos devem ser bem posicionados para que a falta de espaço não crie o estresse.

2. Preste muita atenção na iluminação: Se o problema for o excesso, procure por cortinas ou lâmpadas mais fracas. Se estiver faltando, uma boa dica são as luminárias de mesa.

3. Organize sua mesa: mesas bagunçadas ou com muito conteúdo tendem a gerar estresse e desvio de atenção. “Procure ter bons lugares de armazenamento, de preferência com portas fechadas. O simples fato de não ver uma bagunça já dá mais clareza para trabalhar com bem estar”, aconselha Priscilla.

4. Invista nos elementos da natureza: Existe uma pesquisa que mostra que vegetação e elementos naturais aumentam o bem estar e a criatividade em 15%, e a produtividade em 6%. “O nosso cérebro também faz essa referência com uma vegetação artificial, um quadro com imagem de paisagem, revestimento de madeira, pedra, tudo o que simule a questão da natureza. Esse é um investimento acessível e que traz muitos benefícios”, recomenda a especialista.

5. Crie hábitos de uma boa postura: A grande maioria das pessoas trabalha quase o dia inteiro em frente ao computador. Portanto, comece a prestar atenção na sua postura.

Na cadeira: é importante que tenha uma regulagem de assento e braço, além de o encosto apoiar a lombar. “Costumo dizer que a cadeira é nossa melhor amiga, ela deve estar sempre encostada na gente. É necessário sentar bem para trás na cadeira, sentir nossa lombar apoiada. Os braços precisam estar apoiados em um ângulo de mais ou menos de 90 graus, da mesma forma que as pernas fiquem apoiadas no chão no mesmo ângulo”, ensina a arquiteta. – O ideal é que o braço da cadeira esteja na mesma altura da nossa mesa. A pessoa mais baixa que não consegue apoiar os pés no chão precisa de um apoio de pés.
– Tenha uma distância da tela para que não prejudique seus os olhos. Quanto maior a tela, maior a distância.
– O monitor precisa estar em uma altura que o pescoço não fique torto. É necessário que os olhos estejam alinhados em uma linha horizontal na parte de cima do monitor. Para os notebooks, o ideal é que tenham suportes, além de mouse e teclado externo.

Fonte: Catraca Livre

câncer de mama

Você sabia que a redução de óbitos está relacionada ao tempo entre o atendimento e o diagnóstico do câncer de mama? E mais do que isso: a diminuição dessa estatística pode ser alcançada por meio de providências simples como o autoexame e exames médicos regulares.

De acordo com o Hospital Estadual Pérola Byington, referência no atendimento à saúde da mulher, o tempo de espera entre o diagnóstico da doença e o início do tratamento é superior a 120 dias, na maioria dos casos. E mais: neste período, há progressão de tumores em estágio inicial para avançado e, consequentemente, ocorre o aumento no número de mortes.

Prevenção

Confira as recomendações do Instituto Nacional do Câncer (IAC):

– Conheça o seu corpo e saiba identificar sinais de anormalidade nos seios (autoexame);

– Faça consultas médicas regularmente. Mulheres entre 50 e 60 anos devem fazer exames de mamografia de rastreamento pelo menos a cada dois anos;

– A detectação precoce é a principal medida para o tratamento de sucesso;

– Hábitos saudáveis contribuem para reduzir em até 30% os riscos de câncer;

– Pratique atividade física;

– Alimente-se de forma saudável;

– Mantenha o peso corporal adequado;

– Evite o consumo de bebidas alcoólicas e cigarros;

– Amamente: amamentar faz bem para o bebê e para as mães.

Sinais e sintomas

– Caroço (nódulo) fixo, endurecido, e, geralmente, indolor;

– Pele da mama avermelhada, retraída ou parecida com casca de laranja;

– Alterações no bico do peito (mamilo);

– Pequenos nódulos na região embaixo dos braços (axilas) ou no pescoço;

– Saída espontânea de líquido dos mamilos.

Recomendação

Procure um especialista caso você identifique qualquer alteração nas mamas. E lembre-se: o câncer de mama só pode ser confirmado por meio de exames.

Fonte: A Cidade On

Entre 2006 e 2016, o número de consumidores de drogas nos Estados Unidos com mais de 50 anos passou de 3,6 milhões para 10,8 milhões

drogas

ONU detectou pela primeira vez um aumento do consumo de drogas entre pessoas maiores de 50 anos, uma tendência nova relacionada com o envelhecimento da população e que pode representar um desafio para os sistemas de saúde dos países ocidentais.

Essa tendência é apontada no Relatório Mundial sobre Drogas divulgado no mês de junho, em Viena, por conta do Dia Internacional da luta contra os entorpecentes.

“Há mais pessoas jovens usando drogas do que idosos, mas pela primeira vez desde que temos estatísticas, o consumo de drogas entre pessoas de mais idade está aumentando”, explicou em entrevista coletiva Angela Me, autora do relatório e diretora de estatísticas do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC).

Os dados dessa tendência, que ainda devem ser investigados mais a fundo, segundo a UNODC, são de países da América do Norte e da Europa, onde é registrado um envelhecimento geral da população.

Por exemplo, nos Estados Unidos, entre 2006 e 2016, o número de consumidores de drogas com mais de 50 anos passou de 3,6 milhões para 10,8 milhões.

Se compararmos com o número de pessoas desse grupo de idade que usaram alguma droga em 1996, cerca de 900 mil nos EUA, o número de consumidores mais velhos se multiplicou por 12 em duas décadas.

Na Europa, a tendência é similar, embora menos acentuada, com as taxas de consumo de cannabis entre as pessoas de 55 a 64 anos crescendo em um ritmo maior em relação a outros grupos de idade.

Entre os motivos desta tendência são apontados a menor percepção de risco, uma maior disponibilidade de entorpecentes, a automedicação para tratar dores e outros problemas de saúde e a continuação do consumo entre algumas pessoas à medida que envelhecem.

As substâncias mais consumidas entre maiores de 50 anos são opioides, analgésicos e cannabis.

O relatório destaca a tendência global – embora mais aguda no Ocidente – ao envelhecimento da população e aponta que em 2050 metade da população de todos os continentes – exceto a África – terá mais de 50 anos.

Entre os atuais consumidores de mais idade, Angela Me apontou “uma combinação de pessoas que começaram a utilizar drogas quando jovens e envelheceram e, por outro lado, pessoas que buscam paliativos à dor e a outros problemas”.

Entre os primeiros, Angela aponta a geração dos “baby boomers” – nascidos entre meados dos anos 40 e os 60 -, que “no Ocidente foram os que começaram a utilizar mais drogas do que a geração anterior”.

Segundo os dados disponíveis, o perfil do consumidor maior de 50 anos é homem, solteiro, com um nível inferior de estudos, e também consumidor de álcool e tabaco.

Este fenômeno pode acarretar também em problemas no tratamento, que podem representar um desafio para os sistemas de saúde ocidentais.

Segundo Angela, “o tratamento de drogas entre pessoas mais velhas é muito mais complicado” porque o consumo costuma vir acompanhado de um pior estado de saúde, tanto físico como mental.

O número de pessoas com mais de 50 anos que morrem devido ao consumo de drogas – a maioria por overdose de derivados do ópio e de opioides sintéticos – também aumentou de forma significativa.

Em 2015, 39% dos mortos por conta do consumo de drogas – cerca de 450 mil pessoas – eram maiores de 50 anos, enquanto no ano 2000 representavam 27% do total.

Fonte: Exame

O esporte é prioridade na vida do casal paulista Dona Inês e Seu Antônio Shimizu. Nada com obrigação. Para eles, esporte é sinal de saúde. “Mantendo o esporte, a gente mantém a saúde. Não sinto dor nenhuma”, afirmou Seu Antônio.

Seu Antônio sempre foi esportista. Mas Dona Inês começou aos 50, depois que os filhos tinham crescido. E as competições também começaram por acaso. Hoje, o casal soma mais de 700 medalhas. Dona Inês é campeã de corrida e Seu Antônio, de salto em altura.

É nessa sintonia esportiva que o casal celebra 60 anos de união. É o amor em boa forma. “Fazer ginástica é a coisa mais gostosa do mundo. Faz circular bem o sangue. Circulando bem o sangue, é a saúde”, diz.  Ah, Seu Antônio tem 90 anos e Dona Inês 86. As atividades físicas são diárias.

esporte

O início no Esporte

Seu Antônio sempre foi atleta. Dona Inês começou aos 50, depois que os filhos tinham crescido. Mas também, depois que começou, não entrou de brincadeira. Levou o esporte a sério.

O casal é aluno do curso comunitário de Educação Física para Idosos na Escola de Educação Física e Esporte (EEFE) da USP há mais de 20 anos. A história dos dois com a Universidade começou no início dos anos 1990, quando começaram a praticar atletismo no Centro de Práticas Esportivas da USP (Cepeusp).

Competições

Apesar de sempre gostarem de esporte, o casal só decidiu competir depois dos 50 anos. E a carreira no esporte deslanchou. Eles somam centenas de medalhas. Eles gastam suas economias para ir a competições no Brasil e no exterior. Tantas que eles não sabem direito quantas, mas certamente mais de 700.

O maior orgulho do Seu Antônio foi em 1980, aos 53 anos. Ele saltou 1,47m. Foi o recorde do Japão, entre os japoneses. Os dois já estão de olho nas próximas medalhas. Em 2018, vão para Málaga, na Espanha. E querem voltar ao Japão em 2020. Ela, atualmente, disputa medalhas na corrida e ele no salto a distância e em altura.

A conquista mais recente foi no Americas Masters Games 2016. Realizado em Vancouver, Canadá, o campeonato rendeu a ela medalhas de ouro nos 100 m e 200 m rasos. O marido não ficou para trás e levou o ouro nos saltos em altura e em distância.

Treinamento diário

É um treinamento de profissional. Além do boxe, duas vezes por semana, do treino na praça aos sábados, tem ainda musculação segundas e quartas, e na faculdade de educação física da USP, terças e quintas, tem aula de ginástica para idosos.  Depois da aula, eles aproveitam para treinar um pouco de atletismo.

Dona Inês treina a especialidade dela, a corrida. Mas para manter a forma física completa, o casal considera importante variar as modalidades esportivas, então, também pratica tênis de campo, caminhada nórdica, musculação e mallet golf (uma espécie de minigolfe)

Tudo supervisionado pelo professor de educação física José Carlos Astrauskas, que acompanha o casal há décadas.  “Graças ao esporte nós mantemos a nossa saúde, né? Bom, também não é só o esporte, tem a parte que é da alimentação, que também tem que tomar cuidado”, diz Seu Antônio.

Horas vagas

Haja fôlego! Nas horas vagas, os dois também são incansáveis. Dançam, viajam e aproveitam os filhos, netos e bisnetos. Quando podem, participam como voluntários de pesquisas sobre exercícios físicos com idosos. Antônio também chegou a atuar como árbitro e na organização de eventos de atletismo veterano.

União de 60 anos

De naturalidade japonesa, o nome oficial de Inês é Mitsu H. Shimizu. Ela veio ao Brasil com três anos de idade e aqui se casou com Tomihiko Shimizu (mais conhecido como Antônio ou simplesmente Tomi).

Eles se viram pela primeira vez numa loja na Liberdade, bairro japonês de São Paulo, onde Dona Inês trabalhava e Seu Antônio foi comprar um bonequinho. E aí não se desgrudaram mais.

Ensinamento, legado 

Os dois procuram transmitir para as próximas gerações a paixão pelo esporte e pela atividade física. Sua neta Nathaly Junko Shimizu Kurata, por exemplo, é tenista profissional e a sétima no ranking nacional da Confederação Brasileira de Tênis.

Fonte: CENTRAPE

primavera

Chegou a Primavera, a estação das flores, para embelezar ainda mais nossos dias! 

Que tal aproveitar esta nova estação para organizar seu guarda-roupa, sua casa, seus compromissos? Assim como a Primavera renova as árvores e as enfeita, inspire-se e renove sua vida! 

Tchau, roupas de inverno

É hora de lavar as roupas quentes e pesadas que foram usadas no inverno e aproveitar para avaliar se tem alguma peça mais desgastada que possa ser doada. Ao guardar, coloque-as em capas protetoras (tipo TNT) que permitem a ventilação e evitam odores ou mofo. As botas devem voltar ao armário limpas e com proteção – saco de TNT ou caixas – para que o couro seja mantido em bom estado. 

Cores de volta

No armário, voltam as peças de roupas mais leves e de cores alegres. Verifique o estado das roupas de praia e piscina. Organize seus acessórios e separe aqueles que você costuma usar mais em estações quentes, como óculos de sol, presilhas de cabelo, etc. 

Limpeza

Os dias são mais longos e quentes, então você pode aproveitar para fazer uma faxina e arrumação daquelas na sua casa. Se quiser trocar a cor de uma parede ou renovar a pintura da casa, a hora é agora. Aproveite para fazer a manutenção em ventiladores e ar condicionado, limpe tapetes, carpetes e cortinas.

Boas energias

Para trazer boas vibrações para a sua casa, invista em aromas e cheiros que perfumem a casa. Uma sugestão é defumar a casa com incensos, velas e chás aromáticos. Você pode ferver, em uma panela, canela, cravo, anis e outras especiarias. O cheiro deste chá aromático deixará sua casa com energias renovadas!

Tudo florido

Aproveite os espaços disponíveis dentro de casa para colocar plantas e flores, de todos os tipos. Algumas plantas ajudam a filtrar energias negativas e têm o poder de aliviar as tensões do dia-a-dia. Já as flores, trazem cores e aromas, envolvendo os moradores em uma atmosfera aconchegante. 

Que a Primavera traga, além das flores, muita renovação a todos nós!

Fonte: Pitacos e Achados

Um rapaz teve uma ideia criativa e se transformou em Neto de Aluguel, um serviço para ajudar idosos a se locomover, passear, resolver problemas, ou apenas dar um pouco de atenção a eles.

neto

Com carinho, Júnior Luiz Berwanger, de 31 anos, está conquistando vovôs e vovós da região de Lajeado, no Rio Grande do Sul, onde ele mora e trabalha.

Ele adaptou seu Fiat Doblô e há 3 meses leva idosos ao banco, ao supermercado, a consultas médicas, para passear, ou se encontrar com amigos e familiares.

Se necessário, ele também bate um papo e ajuda a separar os remédios da semana.

Júnior é técnico de enfermagem e trabalha à noite como socorrista do SAMU. Durante o dia, ele atende aos idosos que ligam e pedem o serviço do Neto de Aluguel, porque muitas vezes os filhos e os netos de sangue “estão na correria” e não podem ajudar dar atenção aos vovôs.

“Tô feliz. To recebendo bastante gente. Mas além do dinheiro o que me motiva é o reconhecimento do meu trabalho”, disse Júnior Luiz Berwanger em entrevista ao Só Notícia Boa.

Cuidados

Júnior carrega na Doblô, com capacidade para cinco pessoas, equipamentos de sinais vitais para qualquer emergência.

No carro, ficam aparelhos de pressão, de oximetria (pulsão e oxigenação no sangue), termômetro e aparelho de HGT (glicose).

A ideia

Ele conta que a ideia de criar o Neto de Aluguel surgiu há um ano, quando alguns idosos começaram a pedir ajuda a ele para chegar em determinados locais.

“Me perguntavam: ‘você não pode me levar ao banco, na casa de um parente, ao supermercado?’ Eu respondia que não tinha tempo e perguntava: ‘por que o seu filho não leva? A resposta era: ‘ele trabalha, ou não sabe dirigir’”, lembra.

“Isso ficava pipocando na minha cabeça. Aí veio a ideia mas não tinha um nome. Pensei em algo como o Marido de Aluguel e cheguei ao Neto de Aluguel porque, como é com idoso, o nome tem mais afetividade”. revela.

Júnior conta que para dirigir para os vovôs é preciso ter paciência e atenção, “o que eles precisam”.

O negócio

Ele não sabe calcular ao certo quanto investiu no projeto, mas revela que o negócio está crescendo.

“No primeiro mês atendi apenas uma pessoa. No mês passado, foram 20 e eu tenho capacidade para 40”, disse

Ele fica em média 3 horas com cada idoso e cobra 75 a 80 reais, dependendo da distância que a pessoa for. “O valor sobe se a pessoa quiser sair da cidade. Aí o deslocamento é calculado pela quilometragem”, diz.

Além dos idosos, o Neto de Aluguel também pode atender pessoas com necessidades especiais, mas a prioridade são os idosos, lembra Júnior.

Fonte: Só Notícia Boa

Em níveis exagerados, a ansiedade é considerada patológica e pode prejudicar a saúde de qualquer pessoa. Os diferentes quadros devem ser acompanhados por um especialista, que indicará as melhores formas de tratamento, o que pode incluir o simples hábito de ouvir música, uma prática que pode ajudar a controlar picos dela no dia a dia.

ansiedade

Ouvir música reduz estresse e tensão muscular

“Os estudos mostram que a musicoterapia pode contribuir, em várias condições, para promover a saúde mental e aliviar algumas patologias mentais, como em transtornos de ansiedade, em crianças e adolescentes com dificuldade de desenvolvimento e aprendizagem, problemas de abuso de substâncias e mal de Alzheimer”, afirma a psiquiatra Ana Paula Bechara Marquezini Gazolla.

Para os casos de transtornos, a música pode ajudar a reduzir o estresse e a promover uma sensação de bem-estar, graças à liberação da endorfina, um neurotransmissor capaz de melhorar o humor e de auxiliar no controle da dor. As técnicas utilizadas pela musicoterapia também colaboram para relaxar o corpo, prevenindo a tensão muscular, um dos sintomas causados pela ansiedade.

No tratamento da ansiedade, música deve ser associada ao uso de medicações

A música também pode se tornar um aliado na luta contra a insônia, outro sintoma dos transtornos de ansiedade. “O som pode contribuir para o relaxamento e induzir emoções positivas, facilitando a chegada do sono, mas depende do estilo da música. A recomendação é ouvir música calma e suave, que ajuda a relaxar e embalar o sono”, diz o neurologista e especialista em Medicina do Sono Shigueo Yonekura.

No entanto, ouvir música não deve ser a única medida para tratar a ansiedade. “Nos casos de ansiedade moderada e grave, o tratamento medicamentoso deve estar sempre associado. A musicoterapia seria um adjuvante, fazendo parte da terapia não medicamentosa”, explica Ana Paula. O uso de remédios, a psicoterapia e técnicas de meditação devem ser considerados pelo médico e pelo paciente.

Fonte: Cuidados pela vida

Grupo beneficente ofereceu filhotes a cinco instituições em Manchester para fazer companhia aos idosos.

Idosos

A solidão pode ser prejudicial para qualquer pessoa. Alguns indivíduos chegam a desenvolver doenças como depressão e ansiedade. E se a pessoa se muda para uma casa de repouso, apesar de outros idosos dividirem o mesmo espaço, fica cada vez mais fácil ficar isolado.

Crossroads Together, uma instituição beneficente sediada em Manchester decidiu oferecer galinhas a instituições que cuidam de pessoas na terceira idade. Os residentes cuidarão dos filhotes, garantindo que sejam alimentados e monitorando a saúde dos bichinhos.

“Nós já vimos as notícias sobre o número de pessoas mais velhas que passam semanas sem ver ninguém e fiquei muito feliz de ver tantas iniciativas implementadas para combater o isolamento social”, afirma Paul Parlby, diretor-executivo da Crossroads Together.

Na população idosa, a depressão e o isolamento social são problemas tão graves que podem levar ao suicídio. O objetivo da Crossroads Together é fazer com que aqueles que estão nas casas de repouso possam ganhar uma nova perspectiva de vida, se sentirem úteis e amados novamente.

“Foi maravilhoso o envolvimento dos nossos residentes com os pintinhos desde que chegaram. Mal podemos esperar para recolher nossos primeiros ovos. É brilhante ver o interesse dos idosos e como se envolvem com os cuidados dos bichinhos”, comemora Francesca Hawley, gerente de uma das casas de repouso contemplada com a iniciativa.

Fonte: E+

Muitos pais, para calar os filhos e/ou para os manter sossegados, não hesita em dar-lhes um tablet ou um smartphone. Nada de mais errado, de acordo com as últimas descobertas. Álvaro Bilbao, neuropsicólogo espanhol, autor do livro El cerebro del niño explicado a los padres (O cérebro da criança explicado aos pais), diz que, se querem ter filhos (mais) inteligentes, têm que tirar o iPad e dar a eles um instrumento musical!

instrumento

De acordo com este especialista as aulas de música estimulam a capacidade de raciocínio das crianças, mais do que a tecnologia. Segundo um estudo publicado na revista Psiquiatría Molecular, 50% da inteligência é determinada pelos genes mas os restantes 50% dependem dos estímulos que os mais pequenos recebem.

“Sem os pais, o potencial intelectual da criança não se desenvolve”, assegura Álvaro Bilbao.

A chave do desenvolvimento potencial do cérebro da criança está na sua relação com os pais. Ainda que a genética tenha um peso importante, sem essa presença ela não se materializará, assegura o especialista.

“Uma criança pode ter potencial genético para atingir 1,90 metros mas, se os pais não o alimentarem bem, nunca chegará lá”, exemplifica o neuropsicólogo, que garante que os 6 primeiros anos de vida são primordiais no processo.

Além de reforçar condutas positivas e de brincar mais com os filhos, no chão, se for caso, como recomenda Álvaro Bilbao, os pais devem promover a socialização em detrimento do isolamento, o que implica desligar a televisão à mesa, além de incentivar a criança a fazer esportes e a experimentar atividades.

“A criança deve sentir que tem pais que se preocupam com ela”, defende também o pediatra Maximino Fernández Pérez.

O que sugerem as últimas investigações internacionais

Estas são algumas das estratégias que os estudos e os especialistas defendem:

Estudar música

Um estudo da Universidade de Toronto, publicado na revista Psychological Science, relacionou o desenvolvimento cognitivo com a aprendizagem de música. Durante um ano, três grupos de crianças de seis anos estudaram, separadamente, canto, piano e expressão dramática. Os que aprenderam música revelaram padrões de inteligência maiores no final.

Não ver televisão

Há uns anos, estavam na moda os filmes de desenhos animados em DVD que aliavam figuras desenhadas à música clássica de compositores como Mozart e Beethoven. Muitos especialistas afirmavam que estimulavam a inteligência de bebês e crianças, uma teoria que muitos estudos internacionais desmentiram. A Associação Americana de Pediatria diz mesmo que as crianças com menos de 2 anos não devem ver televisão.

Evitar programa de desenvolvimento cerebral

Nos últimos anos, surgiram muitos jogos eletrônicos e aplicações móveis que asseguram que treinam o cérebro e estimulam a memória. A verdade é que não existe qualquer base científica que o comprove.

Ver filmes numa língua estrangeira

As crianças que veem filmes numa língua estrangeira tendem a adaptar-se mais facilmente a outros vocábulos e a outros sons. De acordo com um estudo europeu sobre competência linguística, levado a cabo pelo Ministerio de Educación, Cultura y Deporte de Espanha, os espanhóis têm dificuldade em compreender e em falar inglês porque, ao contrário dos portugueses, veem tudo dobrado.

Ler a duas vozes antes de ir para a cama

As histórias que os pais leem aos filhos para os adormecer devem ser lidas a duas vozes. O progenitor lê uma página e a criança lê a seguinte e por aí afora… Um estudo realizado no Canadá garante que este método permite melhorar a capacidade de aprendizagem dos mais pequenos.

Fonte: Portal Raízes

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