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30 jul

O Arraiá da Nossa Casa foi pra lá de animado! Foram duas edições de sucesso: uma na unidade Moema no dia 21/07 e outra na unidade Vila Mariana em 28/07.

Sanfona da boa, comida gostosa e muita alegria!

Teve quadrilha e até casamento na roça, quer dizer, casamento na Casa que arrancou gargalhadas de todos os presentes. Confira no vídeo abaixo:

A presença e participação dos familiares e amigos é sempre muito importante e especial. Esse convívio é o nosso diferencial. É disso que estamos falando quando nos referimos à Nossa Casa como a nova casa da vovó, da titia ou da mamãe.

A velhice é apenas mais uma fase da vida, que também precisa de alegria.

Veja mais fotos!

Festa Julina Nossa Casa

 

Até a próxima.

É nessa idade que a velhice começa – inicia-se a perda de algumas habilidades mentais, como raciocínio lógico e memória. 

A velhice começa aos 27 anos

Com quantos anos começamos a envelhecer? Tem gente que diz que é aos 30, alguns esticam para 40, outros para quando começa a “terceira idade”. Mas, para o cérebro, este processo começa aos 27 anos, aponta um estudo da Universidade de Virgínia, nos Estados Unidos, conforme uma matéria da Superinteressante. 

Segundo esse estudo, que mediu as habilidades cognitivas de 2.000 pessoas, a partir dessa idade, as conexões entre os neurônios  – as chamadas sinapses – começam a piorar, e isso afeta algumas de nossas habilidades mentais. 

Tudo começa com a deterioração da inteligência espacial, ou seja, nossa capacidade de desenhar objetos e visualizá-los mentalmente começa a piorar e cai pela metade. Logo outras funções importantes do cérebro, como a velocidade mental (queda de 27%), o raciocínio lógico (perda de 37,5%) e a memória (17% de queda), começam a perder o vigor de antes, e enfraquecem bastante ao chegarmos aos 30.

Isso tudo tem um sentido do ponto de vista da evolução, pois na época das cavernas os seres humanos não viviam muito além dos 30 anos. “Por volta dessa idade já deveríamos ter reproduzido, por isso estaria chegando a hora de se aposentar”, explica o neurologista Paulo Henrique Bertolucci, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Por outro lado, os pesquisadores também descobriram que algumas habilidades, como a verbal, seguem se desenvolvendo até os 60 anos. Além disso, aprender coisas novas sempre aumenta o volume de informações que damos aos cérebro e compensa, em parte, as perdas cognitivas que ocorrem quando envelhecemos.

Fonte: Viva a Longevidade

13 ago

Para produzir vitamina D de forma segura, deve-se tomar banho de sol por pelo menos 15 minutos por dia, sem usar protetor solar. Para pele morena ou negra, esse tempo deve ser de 45 minutos a 1 hora por dia, pois quanto mais escura a pele, mais difícil é a produção dessa vitamina.

Aquela produzida na pele é a principal fonte dessa vitamina para o corpo, pois os alimentos ricos em nela, como peixes e fígado, não fornecem a quantidade necessária diariamente desse nutriente.

Produzir vitamina D

Melhor horário para tomar sol

O melhor horário para tomar sol é quando a sombra do corpo é menor que a própria altura, pois a posição do sol também influencia na produção da vitamina D. Isso normalmente acontece depois das 10h da manhã e antes das 16:30h da tarde, mas deve-se evitar a exposição prolongada ao sol nos horários mais quentes do dia, entre às 12h e às 15h.

Para produzi-la adequadamente, é necessário tomar sol durante pelo menos 15 minutos para peles claras e 45 minutos a 1 hora para peles escuras. O banho de sol deve ser feito ao ar livre, com o máximo de pele exposta e sem barreiras como vidros de carros ou protetor solar, para que os raios UVB atinjam diretamente a maior quantidade de pele possível.

Bebês e idosos também precisam tomar banho de sol diariamente para prevenir deficiências da vitamina, no entanto, deve-se ter especial atenção com os idosos, pois eles precisam de pelo menos 20 minutos ao sol para produzir quantidades adequadas dessa vitamina.

O que acontece se tiver falta de vitamina D

As principais consequências da deficiência de vitamina D são:

• Enfraquecimento dos ossos;
• Osteoporose em adultos e idosos;
• Osteomalácia em crianças;
• Dor e fraqueza muscular;
• Diminuição de cálcio e fósforo no sangue;

O diagnóstico de deficiência dela é feito através de um exame de sangue chamado 25(OH)D, em que os valores normais são maiores que 30 ng/ml.

Fonte: Tua Saúde

06 ago

Hoje em dia é comum ouvirmos que algumas regiões brasileiras estão sofrendo com a falta de água, porém, não entendemos como nossas atitudes estão diretamente relacionadas a essa triste situação. O uso inadequado, a poluição e contaminação desse importante recurso natural poderão causar, em breve, graves problemas de abastecimento.

Muitas vezes o problema do desperdício de água inicia-se nas próprias empresas responsáveis pelo abastecimento. A falta de manutenção na rede de distribuição faz com que vazamentos demorem muito tempo para serem percebidos, desencadeando uma grande perda de água potável. Entretanto, o problema maior inicia-se quando a água entra em nossas casas. A falta de consciência da população sobre a importância de economizar água faz com que hábitos inadequados sejam mantidos a todo tempo.

Dicas para economizar água

A seguir, listaremos algumas dicas importantes para que você comece a poupar água hoje mesmo:

→ A primeira dica é uma das mais importantes: tome banhos rápidos. Alguns autores afirmam que, se você se ensaboar com o chuveiro desligado, é possível economizar cerca de 130 litros de água. Além de economizar água, economiza-se também energia elétrica;
→ Lembre-se sempre de fechar a torneira enquanto escova os dentes ou faz a barba;
→ Não limpe a calçada com água. Caso seja necessário, utilize baldes e opte por água que já foi utilizada, como a água da máquina de lavar;
→ Cuidado com as torneiras que ficam pingando. Estudos indicam que um pequeno pinga-pinga provoca a perda de cerca de 16 mil litros de água por ano;
→ Atenção aos vazamentos! Essa atitude, além de economizar água, evita danos ao imóvel;
→ Fique atento à descarga e se esta não está desregulada. É importante também evitar apertar o botão por um longo período de tempo;
→ Ao encher a caixa da água, tome cuidado para que ela não transborde;
→ Se você possui piscina em casa, lembre-se sempre de manter uma cobertura sobre ela para evitar a perda de água por evaporação;
→ Ao lavar a louça, primeiro procure retirar o excesso de sujeira e somente depois ligue a torneira. Enquanto estiver ensaboando a louça, evite ficar com a torneira ligada;
→ Evite lavar uma peça de roupas por vez. O ideal é juntar várias peças para que a máquina seja usada sem desperdício;
→ Utilize água das chuvas para molhar as plantas e escolha sempre o horário da manhã ou noite, pois nesses horários a água não evapora rapidamente;
→ Lave o carro apenas uma vez por mês e use sempre um balde com água. O uso de mangueiras pode provocar um desperdício de mais de 500 litros de água a cada meia hora.
 
Lembre-se de que, apesar dos dias secos e da falta de chuva, você também exerce influência na disponibilidade de água. Atitudes conscientes são fundamentais para garantir que água de qualidade continue disponível!

Não desperdice!

Fonte: Brasil Escola

06 ago

Muito se afirma sobre a terceira idade e ainda mais se especula a respeito dela. Porém, entre tantas afirmações sobre uma fase que ainda está por vir para diversas mulheres, fica difícil separar o que é verdade do que é apenas mito em relação à ela.

Senhora na terceira idade

Sendo assim, selecionamos os principais mitos a respeito dessa época da vida e desbancamos o que não é verdade a respeito dela, confira.

Mito 1: As mulheres temem a terceira idade

Apesar de parecer que muitas mulheres sofrem com o pensamento de chegar à esta idade, na verdade a maioria encara isso como um desafio e uma nova oportunidade para mudanças.

O maior medo na realidade é dos sinais de envelhecimento, porém estes já se sabe que podem ser controlados com cuidados na saúde e alimentação.

Mito 2: Envelhecer é um processo deprimente

Especialistas afirmam que pessoas na terceira idade podem ter sim uma vida muito feliz, ativa e saudável – basta querer e não temer essa fase. Manter-se bem alimentada e praticar exercícios físicos, bem como manter atividades sociais regulares ajuda a combater os momentos menos animados da terceira idade e pode ser um grande aliado à qualidade de vida.

Estudos mostram que idosos que sofrem de depressão estão mais propensos à doenças e à morte, portanto mesmo os mais sutis sinais da depressão devem ser diagnosticados e tratados o quanto antes para que a terceira idade seja muito mais agradável e duradoura.

Mito 3: Não existe sexo na terceira idade

Uma pesquisa comprova que a qualidade da vida sexual depende muito mais da saúde dos indivíduos do que de suas idades. Mulheres com a saúde defasada afirmaram ter a vida sexual muito menos ativa, enquanto as saudáveis afirmaram ter relações sexuais mais regulares – segundo os dados deste estudo.

Contudo, independente da idade, é essencial se prevenir das doenças sexualmente transmissíveis por meio do uso de preservativos.

Mito 4: Se você não malhou quando era nova, não adianta começar na terceira idade

Isso não passa de um mito. É claro que quanto mais cedo você começar as atividades físicas, melhor será. Porém, isso não significa que se você começar na terceira idade isso não vai adiantar coisa alguma.

É muito importante se exercitar, mesmo na terceira idade e mesmo não tendo praticado nenhuma atividade física antes dessa fase da vida. Manter-se fisicamente ativa também ajuda a te manter saudável e com aspecto mais bonito e jovial. Portanto, nada de desculpas. Melhor começar na terceira idade do que nunca começar.

Mito 5: As dores são inevitáveis na terceira idade

Achar que toda pessoa na terceira idade sofre com dores, especialmente aquelas causadas pela artrite, não passa de um mito. Há muito que se pode fazer durante a vida adulta para evitar essas dores no futuro.

Alguns desses cuidados que você pode tomar para evitar dores no futuro, incluem, perder peso, usar roupas confortáveis, usar calçados anatômicos na numeração correta e não exagerar em exercícios que forçam muito os joelhos e outras articulações.

Estudos revelam ainda que mulheres que se exercitam têm menos chances de ter artrite na terceira idade, portanto exercitar-se regularmente é essencial.

Fonte: Dicas de Mulher

30 jul

A falta de vitamina D é muito comum, mas inicialmente não apresenta nenhum sintoma característico. Normalmente, só há suspeita da carência dela quando ela é muito grande, após um tempo prolongado sem a vitamina no organismo, que é quando podem surgir sinais e sintomas, como:

• Retardo do crescimento nas crianças;
• Arqueamento das pernas na criança;
• Alargamento das extremidades dos ossos da perna e dos braços;
• Atraso no nascimento dos dentes do bebê e cáries desde muito cedo;
• Osteomalácia ou osteoporose em adultos;
• Fraqueza nos ossos, que os torna mais fáceis de quebrar, especialmente os ossos da coluna, quadril e pernas;
• Dor nos músculos;
• Sensação de fadiga, fraqueza e mal-estar;
• Dor nos ossos;
• Espasmos musculares.

As situações que favorecem a sua carência são a falta de exposição solar de forma saudável e adequada, maior pigmentação da pele, idade superior a 50 anos, pouca ingestão de alimentos ricos nela e morar em locais frios, onde a pele raramente é exposta ao sol.

A falta de vitamina D em idosos

Pessoas de pele clara precisam de cerca de 20 minutos de exposição solar por dia, enquanto que pessoas de pele mais escura precisam de, pelo menos, 1 hora de exposição solar direta, sem protetor solar nas primeiras horas da manhã ou final da tarde.

Como confirmar a falta de vitamina D

O médico pode desconfiar que a pessoa pode ter deficiência de vitamina D quando observa que ela não se expõe ao sol de forma adequada, usa sempre protetor solar e não consome alimentos ricos na vitamina. Em idosos, pode-se suspeitar da carência dela em caso de osteopenia ou osteoporose.

O diagnóstico é feito através de uma exame de sangue chamado 25 hidroxi D, e os valores de referência são:

• Deficiência grave: menor que 20 ng/ml;
• Deficiência leve: entre 21 e 29 ng/ml;
• Valor adequado: a partir de 30 ng/ml.

Esse exame pode ser pedido pelo clínico geral ou pediatra, que podem avaliar se há necessidade de tomar algum suplemento.

Quando tomar suplemento de vitamina D

O médico pode recomendar a toma da vitamina D2 e D3 quando a pessoa vive num local onde existe pouca exposição solar e onde os alimentos ricos em vitamina D não são muito acessíveis à população em geral. Além disso, pode ser indicado suplementar as grávidas e os bebês recém nascidos até 1 ano de idade, e sempre em caso de confirmação de carência da vitamina.

A suplementação, em caso de carência, deve ser feita durante 1 ou 2 meses, e após esse período, o médico pode solicitar um novo exame de sangue para avaliar se é necessário continuar com o tratamento, porque é perigoso ingerir a vitamina em excesso, já que isso pode aumentar muito os níveis de cálcio no sangue, favorecendo também a quebra dos ossos.

Principais causas da falta de vitamina D

Além do baixo consumo de alimentos que contém vitamina D, pouca exposição solar adequada, devido ao uso excessivo de protetor solar, pele morena, mulata ou negra, a falta dela pode estar relacionada a algumas situações, como por exemplo:

• Insuficiência renal crônica;
• Lúpus;
• Doença celíaca;
• Doença de Chron;
• Síndrome do intestino curto;
• Fibrose cística;
• Insuficiência cardíaca;
• Pedras na vesícula.

Assim, na presença dessas doenças, deve-se fazer acompanhamento médico para verificar os níveis dela no corpo através de exame de sangue específico e, se necessário, tomar suplementos.

Importantes fontes de vitamina D

Ela pode ser obtida da alimentação, ao consumir alimentos como salmão, ostras, ovo e sardinha, ou através da produção interna do corpo, que depende dos raios solares na pele para ser ativada.

Pessoas com deficiência dela têm maiores chances de desenvolver doenças como diabetes e obesidade, e por isso devem aumentar o tempo de exposição solar ou tomar suplementos de vitamina D de acordo com orientação médica.

Consequências da falta de vitamina D

A falta de vitamina D aumenta a chances de se ter doenças graves que afetam os ossos como raquitismo e osteoporose, mas também pode aumentar o risco de desenvolver outras doenças como:

• Diabetes;
• Obesidade;
• Hipertensão arterial;
• Artrite reumatóide e
• Esclerose múltipla.

Fonte: Tua Saúde

Durante nossas vidas, somos ensinados a cuidar de nós mesmos e posteriormente de nossos filhos, quando estamos preparados para constituir nossas próprias famílias. No entanto, nunca nos preparam para cuidar de nossos pais, aqueles que nos deram a vida em sua velhice, momento em que mais precisarão de nós.

Cuidar dos nossos pais

Não é fácil testemunhar as principais pessoas de nossas vidas, aquelas que nos ofereceram amor, cuidado, conselhos, exemplos perdendo para o tempo. Dói nossa alma presenciar os braços que nos confortaram por tanto tempo fraquejando, os olhares protetores e firmes se tornando mais apagados, esquecidos. As vozes, que nos transmitiam tanta segurança e confiança, tornando-se mais baixa.

Assim como nós, nossos pais crescem, e nunca estamos preparados para isso.

Quando nossos pais envelhecem, eles voltam a ser crianças e nós nos tornamos responsáveis por seu bem-estar e felicidade, passamos de cuidados a cuidadores. A vida é cheia de reviravoltas, e essa é uma das mais importantes. Os nossos heróis se tornam nossos protegidos, e assim emerge uma das maiores responsabilidades que deveremos assumir.

Ao presenciarmos os últimos momentos de nossos amados pais, somos confrontados com nossa própria finitude.

Quando esse momento tão doloroso de nossas vidas chega, independentemente de como tenha sido o nosso relacionamento com nossos pais, existem 3 maneiras principais de encarar a situação:

• Entrar em um estado de negação, não aceitando que um momento muito triste e doloroso está para acontecer;
• Deixar de lado nossa vida pessoal e nos dedicarmos totalmente aos nossos pais;
• Tentar manter um equilíbrio entre a dor (sentimento de perda) e a presença na vida dos pais, fazendo o seu melhor para tornar os seus últimos momentos memoráveis.

Quando o relacionamento com os pais não é fácil

Nem todos nós temos relacionamentos saudáveis com nossos pais, podemos ter sofrido muito com suas atitudes e com isso criamos um certo afastamento. Para essas pessoas, costuma ser muito difícil saber lidar com essa situação. Elas não sabem como devem fazer para se relacionarem com seus pais ou se realmente querem isso.

A falta de amor e carinho dos pais é algo que afeta todas as áreas da vida de uma pessoa. E nem todo mundo está disposto a deixar isso para trás. Mesmo sabendo disso, é essencial fazermos o nosso melhor para resolver os conflitos enquanto ainda temos a oportunidade. É impossível se resolver com mortos e ninguém gosta de sentir culpa.

Para fazermos o melhor para nossos pais, precisamos seguir algumas diretrizes:

• Paciência. Nesse momento, precisamos retribuir tudo o que eles fizeram por nós quando éramos pequenos. Tenha calma quando ele demorar para se arrumar, para quando esquecer algo ou não saber executar tarefas simples com a mesma precisão. Não é fácil, assim como não foi fácil para eles.
• É importante encontrar soluções criativas e saudáveis para lidar com essa nova situação de vida. Converse muito, faça perguntas, compartilhe conhecimento, tudo o que ajudar a deixar a situação mais leve.
• Identificar e diferenciar suas emoções. Dessa maneira, terá mais recursos para lidar com esses sentimentos de forma saudável.

A despedida dos pais é um momento doloroso, mas nós temos o privilégio, a oportunidade de dividir com eles os últimos momentos de suas vidas. Façamos o nosso melhor por eles e por nós mesmos!

Fonte: O segredo

Os idosos já são quase 30% da população do Japão, e o jeito que o País encontrou para cuidar dos mais velhos é inspirador.

Desde pequenas, as crianças são ensinadas a verem os mais velhos como exemplo de sabedoria, que merece ser respeitado.

Japoneses: casal de idosos

Aliado a essa característica da cultura oriental, os japoneses apostam em invenções tecnológicas que garantem mais conforto para a parcela da população que não para de crescer – autoridades calculam que um terço dos japoneses será idoso em 2030, segundo matéria do site de notícias BBC.

Cuidados com idosos: como é no Japão?
No Japão, os idosos tem até um feriado nacional, o Dia do Respeito ao Idoso (Keiro no Hi), comemorado na terceira segunda-feira de setembro.

Na data, os japoneses vão às ruas para fazer atividades físicas e celebrar a longevidade, e bota longevidade nisso: são mais de 65 mil habitantes que já completaram um centenário.

Mas, além da representatividade dos idosos na cultura japonesa, o País também aproveita a potencialidade tecnológica para promover mais cuidados aos mais velhos.

Invenções japonesas para idosos

Foca “robô” de pelúcia

Japoneses: como os idosos são tratados?

A indústria japonesa criou um robô em formato de foca para ajudar nos cuidados terapêuticos dos idosos.

A “Paro”, de acordo com informações do site do fabricante, responde aos comandos do dono, reagindo a carinhos e movendo o corpo. A ideia da invenção é gerar maior sociabilização dos idosos, melhorando a comunicação deles com seus cuidadores, inclusive.

Robô cuidador

Capaz de carregar até uma pessoa, o robô Robear foi criado para ajudar os cuidadores de idosos, que têm dificuldade de levantá-los da cama. Segundo o fabricante, o robô tem sensores táteis, pele de borracha e movimentos suaves, apesar de pesar 140 quilos.

Carrinho de golfe gratuito

Em Wajima, Ishikawa, os mais velhos podem circular gratuitamente pela cidade em carrinhos de golfe eletrônicos.

A novidade ajuda na mobilidade dos idosos e evita acidentes de trânsito e atropelamentos, segundo o jornal The Asahi Shimbun. E o melhor de tudo: há um motorista à disposição em cada carrinho, que faz até três quilômetros de percurso.

Adesivos QR Code: dados pessoais

O Alzheimer atinge parte da população idosa e pode fazer com que os mais velhos sequer lembrem como voltar para casa.

O Governo de Iruma, cidade próxima a Tóquio, resolveu a questão criando um QR Code que é grudado na unha da pessoa com as informações pessoais. Assim, se um idoso se perder na rua, poderá ser ajudado por alguém a chegar em casa.

Fonte: VIX

23 jul

Passeio ao Teatro

por nossacasa

Você sabe onde as nossas meninas passearam no mês de julho? Elas são chiques demais e foram ao Teatro. Tá bom pra você?

 

Passeio ao teatro

 

A peça é sobre quatro mulheres da nossa época que tentam dar conta de tudo: do cotidiano, do corpo, da mente, do trabalho, da família e da amizade, causando inusitadas situações típicas do universo feminino.

O mais divertido, é que essas quatro mulheres são representadas por quatro atores! Isso mesmo, homens!

Foi risada e diversão garantida!

Depois da peça, nossas meninas num momento tiete ainda tiraram fotos com os atores.

Uma tarde de domingo pra lá de agradável.

Até a próxima!

A ocorrência de centenas de casos confirmados de sarampo em Manaus e Roraima e a morte de um bebê em Manaus deixaram o país em alerta. Outros três estados – Rio Grande do Sul, Rondônia e Rio de Janeiro – também já registraram pacientes com diagnóstico positivo para a doença.

Vacina de sarampo

O Brasil não registrava casos desde 2014 e a volta da doença preocupa. O sarampo já foi uma das principais causas de mortalidade infantil no país e pode deixar sequelas neurológicas. O vírus provoca manchas vermelhas no corpo, febre alta, tosse, coriza, conjuntivite e pontos brancos na mucosa bucal.

A vacina contra o sarampo está disponível na rede pública. A mais comum é a Tríplice Viral, que protege ainda contra rubéola e caxumba. A Tetra Viral fornece ainda proteção adicional contra a varicela. São indicadas duas doses em um intervalo de um a dois meses. Em crianças, o intervalo deve ser um pouco maior, sendo a primeira dose entre os primeiros 12 e 15 meses de vida.

A reportagem da Agência Brasil conversou com a médica Isabella Ballalai, presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), para tirar dúvidas sobre a transmissão da doença, vacinação e como evitar. “Vacinar e combater a circulação do vírus não é só um ato individual, é um ato de solidariedade e de responsabilidade coletiva”, destaca a médica.

Como se pega o sarampo?
“O vírus é facilmente transmissível. A doença se dissemina de forma similar à gripe, por vias respiratórias, através de um espirro, tosse, beijo e também pelas mãos. Então, é fácil ocorrer um surto de sarampo. Ele se alastra rapidamente.”

Quais os riscos para quem contrai?
“Em caso de suspeita, a pessoa precisa procurar uma unidade de saúde. Ela não deve usar medicamentos por conta própria. O sarampo não tem tratamento e o papel do sistema de saúde é dar suporte à pessoa. Pode ocorrer necessidade de hospitalização, mas é raro. Na maioria dos casos, o paciente fica em casa. Mas quadros graves ocorrem e a doença pode inclusive levar à morte.”

Como se proteger?
“A única maneira eficaz é através da vacina. Crianças, adolescentes e adultos devem se imunizar não apenas para se protegerem, mas para proteger também os que não podem se vacinar e que são os que correm o maior risco de complicações e de terem quadros que evoluem ao óbito. Estamos falando de pessoas com câncer, pessoas que vivem com HIV e estão imunodeprimidas, pessoas que estão fazendo quimioterapia ou outro tratamento com drogas que causam imunossupressão.”

Quem já teve sarampo precisa se vacinar?
“Não. Quem tem certeza que teve a doença não precisa. O sarampo não ocorre duas vezes.”

Quem não se lembra ou não sabe se foi vacinado precisa se vacinar?
“Quem não tem certeza, mesmo que ache que já tenha se vacinado, deve se vacinar. Se não tem a carteirinha que comprove a vacinação, não há nenhum prejuízo para a saúde do indivíduo receber uma nova dose.”

Onde se vacinar?
“Em postos de saúde espalhados pelas cidades. O Ministério da Saúde disponibiliza a vacina há muito tempo. Não é uma novidade. Se todos tivessem seguido o calendário de vacinação, talvez não estivéssemos passando por esta situação. É importante destacar que a vacina não é só para a criança. O adulto pode ser o responsável pelo início de um surto no país ou na sua região. Apenas uma minoria que recebe as duas doses não cria imunidade. São cerca de 2%. Mas se toda a população estiver vacinada, essas pessoas também estarão protegidas.

Caso não tenham se vacinado na infância, pessoas com até 29 anos conseguem obter duas doses da vacina na rede pública. Já entre 30 e 49 anos, recebem uma dose apenas. A SBIm, do ponto de vista individual, recomenda as duas doses em qualquer idade para pessoas que ainda não tenham sido imunizadas. Mas o Ministério da Saúde opta por não vacinar maiores de 50 anos, porque a maioria das pessoas dessa faixa etária teve o sarampo na infância.”

Há alguma situação em que a vacina não é recomendada, por exemplo, após o consumo álcool ou drogas?
“Situações de vida comum, como o consumo de álcool, não contraindicam a vacinação. Uma das contraindicações é relacionada com as situações de imunodepressão. Grávidas não podem ser vacinadas. Para que estas pessoas fiquem protegidas, as demais precisam se vacinar.”

Qual estação do ano ocorre mais transmissão da doença?
“Antigamente, o sarampo tinha maior ocorrência na primavera. Hoje, o que podemos dizer é que ambientes fechados ampliam as chances de disseminação das doenças que são transmitidas por via respiratória”.

Como está o cenário atual?
“A preocupação é grande. Se não tomarmos as medidas necessárias e as pessoas não forem se vacinar, podemos ter de volta a circulação do vírus do sarampo no país. Temos atualmente surtos secundários decorrentes da importação do vírus. O que não podemos é ter a circulação do vírus sem controle. De 2000 a 2013, tivemos casos pontuais e todos importados. Não tivemos surtos. Em 2013, importamos o vírus, provavelmente da Europa, e tivemos surtos no Ceará e em Pernambuco. De 2014 pra cá, não tivemos mais casos. Em 2016, recebemos o certificado de erradicação da circulação do vírus do sarampo no país. E agora, em 2018, fomos surpreendidos pela importação da Venezuela. E temos uma preocupação grande quando vemos, por exemplo, casos em Porto Alegre, onde o vírus foi trazido de Manaus”.

Fonte: ISTOÉ Independente

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